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Capítulo 11 - O Rumo do Sistema Toyota de Produção

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O Rumo do Sistema Toyota de

Produção

O futuro do Sistema Toyota de Produção envolve a eliminação total da perda com o objetivo de reduzir os custos ao máximo.

EM DIREÇÃO AO JUST-IN-TIME

Just-in-time, segundo me dizem, significa simplesmente “a tempo”, ao passo que, para transmitir o sentido de “no momento exato”, dever-se-ia dizer apenas just on time. Qualquer que seja a diferença entre os dois significados, a meta do Sistema Toyota de Produção é clara: efetuar as entregas no momento exato, com o propósito de eliminar o estoque.

Esse objetivo é controlado em grande parte pela relação entre o prazo de entrega (E) e o ciclo de produção (P). Como mencionado anteriormente, se o prazo de entrega é maior que o ciclo de produção (E>P), a produção iniciada após um pedido firme será recebida exatamente no prazo marcado, sem geração de estoque.

A pesquisa de mercado pode tornar as previsões de demanda mais precisas, mas também necessitamos de políticas para estender o prazo de entrega. Algumas estratégias para prolongar esse período são explicadas a seguir.

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Capítulo 8 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria das Operações

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A Mecânica do Sistema

Toyota de Produção:

Melhoria das Operações

As operações são o segundo pilar de sustentação das atividades de produção. Como observado anteriormente, as operações dizem respeito ao acompanhamento dos equipamentos e operadores no tempo e no espaço. No

Sistema Toyota de Produção, há bastante tempo, é dada ênfase às melhorias nas operações.

Nesta seção, discutiremos os seguintes tópicos: os componentes das operações, operações-padrão, a interação homem-máquina e a “Inteligência humana” e, por fim, a redução do custo das operações manuais. Cada um deles é analisado tendo como referência o Sistema Toyota de Produção.

COMPONENTES DAS OPERAÇÕES

Como explicado em capítulos anteriores, as operações têm três componentes básicos: preparação e pós-ajuste, operações básicas e folgas marginais. As melhorias operacionais devem ser desenvolvidas em cada uma dessas categorias.

Preparação e Pós-ajuste

Essas são as chamadas operações de preparação, que normalmente ocorrem antes e depois da produção de cada lote. Elas são operações

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Capítulo 12 - Implementação do Sistema Toyota de Produção

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Implementação do Sistema

Toyota de Produção

Este capítulo discute a introdução e o desenvolvimento do Sistema

Toyota de Produção nos meios de produção americanos, especificamente, leitores deste livro. O capítulo responde a duas perguntas:

O que deve ser levado em conta ao considerar a introdução do Sistema

Toyota de Produção em uma empresa média?

Que considerações e procedimentos devem ser adotados ao trazer o

Sistema Toyota de Produção para sua empresa?

Ao responder a essas questões, o capítulo, inicialmente, reitera os princípios básicos do Sistema Toyota de Produção, para então fazer recomendações específicas e comentários sobre sua implementação.

Acredito que seria um erro simplesmente copiar as características externas do Sistema Toyota de Produção. O sistema não pode ser aplicado corretamente sem uma compreensão geral dos princípios sobre os quais está embasado. Além disso, é importante empreender a sua implementação somente após um claro entendimento de como as técnicas individuais se encaixam no quadro geral. Essas precauções aplicam-se igualmente ao sistema Kanban.

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Capítulo 13 - O Sistema Toyota de Produção em Resumo

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O Sistema Toyota de Produção em Resumo

O Sistema Toyota de Produção evoluiu até sua presente condição após repetidas tentativas e erros. Este capítulo resume os princípios básicos sobre os quais ele foi erigido e apresenta a filosofia, a metodologia e a perspectiva dessa revolucionária abordagem da produção moderna na sequência do seu desenvolvimento.

1. O Princípio do Não Custo

O primeiro conceito desenvolvido como base para o gerenciamento da produção é o princípio da minimização dos custos. Ele vê a origem dos lucros de uma perspectiva totalmente diferente: ao invés de aderir à fórmula fácil

Custo + Lucro = Preço de Venda os produtores devem deixar que o mercado determine o preço, empregando a fórmula

Preço – Custo = Lucro

Com essa abordagem, a única maneira de aumentar os lucros dá-se por meio da redução dos custos. Para reduzir os custos, o único método é a eli-

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S HIGEO S HINGO

minação total da perda. Esse é o fundamento sobre o qual todos os outros princípios se desenvolvem.

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Capítulo 6 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do Processo, Controle da Programação e Just-in-Time

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A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do

Processo, Controle da

Programação e Just-in-Time

A função processo consiste em processamento, inspeção, transporte e estocagem. Porém, apenas o processamento agrega valor. Isso todos sabem na Toyota, onde a meta é a redução de custo a partir da eliminação da perda, especialmente a perda por superprodução. Lá, a inspeção, o transporte e especialmente a estocagem, ou a prática de manter estoque, são considerados perdas e eliminados sempre que isso for possível.

Muitas pessoas consideram o just-in-time a característica proeminente do Sistema Toyota de Produção. Porém, o just-in-time não é mais que uma estratégia para atingir a produção sem estoque (ou estoque zero). O mais importante é o conceito de produção com estoque zero.

Os controles da programação e da carga são dois importantes conceitos na ótica do Sistema Toyota de Produção. O controle da programação garante que o produto será concluído dentro do prazo. O controle da carga garante a viabilidade da fabricação do produto, ou seja, que há um equilíbrio adequado entre a capacidade e a carga. Por exemplo, se você não chegar na hora certa, irá perder o trem (controle da programação); mas, mesmo que você esteja dentro do horário, não poderá embarcar se não houver mais lugares no trem (controle da carga).

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