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Capítulo 1 - Contexto do design

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Contexto do design

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Cultura de design e cultura empresarial

O design e as empresas têm suas próprias culturas: suas crenças, valores e pressupostos, evidenciados na forma como avaliam o sucesso e naquilo que consideram importante. Tal distinção por vezes pode provocar um “choque de culturas”. Para exercer maior influência nas indústrias criativas, compreender melhor os desafios e as oportunidades inerentes às diferentes culturas organizacionais constitui uma notável vantagem.

As indústrias criativas estão fundamentalmente interligadas. Os designers precisam conhecer os tradicionais processos e práticas comerciais e gerenciais das organizações, bem como a forma dependente como se relacionam e operam diferentes empreendimentos. Da mesma forma, as empresas precisam conhecer os processos e práticas de design específicos e interdiscilplinares, bem como seu potencial para fomentar mudanças.

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10. GESTÃO FUNCIONAL DO DESIGN: ADMINISTRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

GESTÃO FUNCIONAL DO DESIGN:

ADMINISTRAÇÃO DO DEPARTAMENTO

DE DESIGN

Nesta área da gestão do design, a natureza do design muda: não mais um produto ou objeto, o design torna-se uma função ou departamento e adquire sua independência das outras áreas da empresa. O departamento de design participa do sucesso da empresa no mercado.

Neste ponto, a empresa adquiriu experiência em design, bem como em uma sucessão de projetos de design. Para desenvolver o design internamente, as questões mais importantes são o apoio ao design no nível da alta administração e o envolvimento no desenvolvimento de uma estratégia de marca (Borja de

Mozota, 2002).

Desde o início e ao longo do desenvolvimento do departamento de design na empresa, há uma série de exemplos que ilustram a dificuldade de trabalhar com criadores de uma forma eficaz e bem equilibrada. A seguir, temos uma lista de 10 mandamentos para integrar o design com sucesso na empresa (ver Tabela 10.1).

A questão passa a ser oferecer ao designer e ao gerente métodos e ferramentas para integrar o design com sucesso.

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Capítulo 2 - Visão geral do design

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Visão geral do design

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O poder do design

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O design existe em uma ampla variedade de contextos ligados à sociedade, ao ambiente, à tecnologia, à política e à economia. Altamente influente quando utilizado nos serviços de marketing e branding, nos últimos tempos tem se imposto como um meio cativante e atraente de estimular a inovação em contextos de negócios os mais variados.

Embora existam alguns conceitos gerais, processos e habilidades comuns a todas as disciplinas de design, cada disciplina obviamente seguirá seu próprio processo específico e altamente refinado.

Design como catalisador

O design é tanto um substantivo (um resultado) quanto um verbo (uma atividade). O “resultado” de um projeto de design pode ser conferido nos produtos, serviços, interiores, edifícios e processos de software com os quais entramos em contato diariamente. A “atividade” de design consiste em um processo de resolução de problemas centrado no usuário. Quer como resultado, quer como atividade, o design precisa ser gerenciado de forma a garantir que os objetivos desejados sejam efetivamente alcançados.

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Capítulo 6 - Design e inovação

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Design e inovação

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

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4. GESTÃO DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

GESTÃO DO DESIGN

Até aqui, consideramos o design a partir de uma perspectiva econômica; agora, iremos avaliá-lo sob uma perspectiva gerencial. A gestão do design está diretamente relacionada ao processo de mudança de um modelo de administração taylorista, hierárquico, para um modelo organizacional plano e flexível, que incentiva a iniciativa individual, a independência e a tomada de riscos. Os designers sentem-se à vontade com o novo modelo de gestão, mais informal. Esse novo modelo está baseado em conceitos como gestão orientada ao cliente, gestão baseada em projetos e gestão da qualidade total, sendo que todas lidam com design.

Tal mudança na abordagem à gestão criou uma demanda por gestão interna do design. Não se trata mais de um processo de dar forma visível a um determinado negócio ou estratégia de marketing, mas de contribuir para a mudança do comportamento e da visão corporativa. Assim, os “defeitos” do designer – criatividade, iniciativa, atenção aos detalhes, preocupação com o cliente – tornam-se pontos fortes que os administradores podem utilizar deliberadamente para sustentar a gestão da mudança.

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