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CAPÍTULO 20 – CPC 26 (R1) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

CPC 26 (R1)

APRESENTAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1. OBJETIVO DO CPC 26

O objetivo do CPC 26 é definir a base para a apresentação das demonstrações contábeis, para assegurar a comparabilidade tanto com as demonstrações contábeis de períodos anteriores da mesma entidade quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades. Nesse cenário, o CPC 26 estabelece requisitos gerais para a apresentação das demonstrações contábeis, diretrizes para a sua estrutura e os requisitos mínimos para seu conteúdo.

2. ALCANCE DO CPC 26

Atenção: o CPC 26 não se aplica à estrutura e ao conteúdo de demonstrações contábeis intermediárias condensadas elaboradas segundo o CPC 21, que trata da demonstração intermediária.

O CPC 26 deve ser aplicado:

■■ em

todas as demonstrações contábeis elaboradas e apresentadas de acordo com os Pronunciamentos, Orientações e

Interpretações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis.

■■ igualmente

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CAPÍTULO 17 – CPC 23 POLÍTICAS CONTÁBEIS, MUDANÇA DE ESTIMATIVA E RETIFICAÇÃO DE ERRO

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

CPC 23

POLÍTICAS CONTÁBEIS,

MUDANÇA DE ESTIMATIVA

E RETIFICAÇÃO DE ERRO

1. OBJETIVO DO CPC 23

O objetivo do CPC 23 é definir critérios para a seleção e a mudança de políticas contábeis, juntamente com o tratamento contábil e divulgação de mudança nas políticas contábeis, a mudança nas estimativas contábeis e a retificação de erro. O CPC 23 tem como objetivo melhorar a relevância e a confiabilidade das demonstrações contábeis da entidade, bem como permitir sua comparabilidade ao longo do tempo com as demonstrações contábeis de outras entidades. Os requisitos de divulgação relativos a políticas contábeis, exceto aqueles que digam respeito a mudança nas políticas contábeis, são estabelecidos no CPC 26, que trata da Apresentação das Demonstrações Contábeis.

2. ALCANCE DO CPC 23

O CPC 23 deve ser aplicado na seleção e na aplicação de políticas contábeis, bem como na contabilização de:

■■ mudança

nas políticas contábeis

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CAPÍTULO 04 – CPC 02 (R2) EFEITOS DAS MUDANÇAS NAS TAXAS DE CÂMBIO E CONVERSÃO DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 04

CPC 02 (R2)

EFEITOS DAS MUDANÇAS

NAS TAXAS DE CÂMBIO

E CONVERSÃO DE

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1. INTRODUÇÃO

No século XX, devido às necessidades de os investidores realizarem investimentos cada vez mais distantes de suas fronteiras geográficas, por causa da localização dos recursos minerais, logística, mão de obra mais barata etc., surgiu a economia globalizada. Atualmente existem milhares de investidores, em diversos países, que procuram parceiras distantes, com a finalidade de multiplicar os seus investimentos, e consequentemente ampliar as suas fronteiras comerciais, e nesse sentido o CPC 02 vem ao encontro dessa imposição da economia globalizada.

2. OBJETIVO DO CPC 02

Uma entidade pode manter atividades em moeda estrangeira na forma de operações no exterior, transações em moedas estrangeiras e apresentação das suas demonstrações contábeis em uma moeda estrangeira.

Atividades em moeda estrangeira

=

Operações no exterior

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CAPÍTULO 16 – CPC 20 (R1) CUSTOS DOS EMPRÉSTIMOS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

CPC 20 (R1)

CUSTOS DOS

EMPRÉSTIMOS

1. OBJETIVO

Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável integram o custo de tal ativo, enquanto que os demais custos de empréstimos que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável devem ser reconhecidos como despesa.

2. ALCANCE DO CPC 20

A entidade deve aplicar o CPC 20 na contabilização dos custos de empréstimos. Atenção: o CPC 20 não trata do custo real ou imputado a títulos patrimoniais (custo do capital próprio), incluindo ações preferenciais classificadas no patrimônio líquido. A entidade não é requerida a aplicar o CPC 20 aos custos de empréstimos diretamente atribuíveis

à aquisição, construção ou produção de ativo qualificável mensurado por valor justo, como, por exemplo, ativos biológicos dentro do alcance do CPC 29 ou estoques que são manufaturados ou de outro modo produzidos, em larga escala e em bases repetitivas.

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CAPÍTULO 05 – CPC 03 (R2) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 05

CPC 03 (R2)

DEMONSTRAÇÃO DOS

FLUXOS DE CAIXA

1. INTRODUÇÃO AO CPC 03

A Lei no 11.638/07 tornou obrigatória a demonstração do fluxo de caixa (DFC) para todas as companhias abertas. Para as companhias fechadas, é obrigatória apenas para as com patrimônio líquido, na data do balanço (encerramento do exercício social), igual ou superior a 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

Na Lei no 6.404/76 encontramos a DFC no artigo 188, inciso I, que diz que as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, serão segregadas em, no mínimo, três fluxos: operacional, investimentos e financiamentos.

2. FINALIDADE DO CPC 03

A DFC informa as entradas em dinheiro e as saídas em dinheiro de uma empresa segregadas em atividades operacionais, de investimentos e de financiamentos, sendo que a soma dessas três atividades resulta na variação líquida de caixa ocorrida no período contábil, que somada ao saldo inicial de caixa mais equivalente de caixa resulta no saldo final de caixa mais o equivalente de caixa.

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