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CAPÍTULO 17 – CPC 23 POLÍTICAS CONTÁBEIS, MUDANÇA DE ESTIMATIVA E RETIFICAÇÃO DE ERRO

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

CPC 23

POLÍTICAS CONTÁBEIS,

MUDANÇA DE ESTIMATIVA

E RETIFICAÇÃO DE ERRO

1. OBJETIVO DO CPC 23

O objetivo do CPC 23 é definir critérios para a seleção e a mudança de políticas contábeis, juntamente com o tratamento contábil e divulgação de mudança nas políticas contábeis, a mudança nas estimativas contábeis e a retificação de erro. O CPC 23 tem como objetivo melhorar a relevância e a confiabilidade das demonstrações contábeis da entidade, bem como permitir sua comparabilidade ao longo do tempo com as demonstrações contábeis de outras entidades. Os requisitos de divulgação relativos a políticas contábeis, exceto aqueles que digam respeito a mudança nas políticas contábeis, são estabelecidos no CPC 26, que trata da Apresentação das Demonstrações Contábeis.

2. ALCANCE DO CPC 23

O CPC 23 deve ser aplicado na seleção e na aplicação de políticas contábeis, bem como na contabilização de:

■■ mudança

nas políticas contábeis

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CAPÍTULO 16 – CPC 20 (R1) CUSTOS DOS EMPRÉSTIMOS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

CPC 20 (R1)

CUSTOS DOS

EMPRÉSTIMOS

1. OBJETIVO

Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável integram o custo de tal ativo, enquanto que os demais custos de empréstimos que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável devem ser reconhecidos como despesa.

2. ALCANCE DO CPC 20

A entidade deve aplicar o CPC 20 na contabilização dos custos de empréstimos. Atenção: o CPC 20 não trata do custo real ou imputado a títulos patrimoniais (custo do capital próprio), incluindo ações preferenciais classificadas no patrimônio líquido. A entidade não é requerida a aplicar o CPC 20 aos custos de empréstimos diretamente atribuíveis

à aquisição, construção ou produção de ativo qualificável mensurado por valor justo, como, por exemplo, ativos biológicos dentro do alcance do CPC 29 ou estoques que são manufaturados ou de outro modo produzidos, em larga escala e em bases repetitivas.

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CAPÍTULO 20 – CPC 26 (R1) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

CPC 26 (R1)

APRESENTAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

1. OBJETIVO DO CPC 26

O objetivo do CPC 26 é definir a base para a apresentação das demonstrações contábeis, para assegurar a comparabilidade tanto com as demonstrações contábeis de períodos anteriores da mesma entidade quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades. Nesse cenário, o CPC 26 estabelece requisitos gerais para a apresentação das demonstrações contábeis, diretrizes para a sua estrutura e os requisitos mínimos para seu conteúdo.

2. ALCANCE DO CPC 26

Atenção: o CPC 26 não se aplica à estrutura e ao conteúdo de demonstrações contábeis intermediárias condensadas elaboradas segundo o CPC 21, que trata da demonstração intermediária.

O CPC 26 deve ser aplicado:

■■ em

todas as demonstrações contábeis elaboradas e apresentadas de acordo com os Pronunciamentos, Orientações e

Interpretações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis.

■■ igualmente

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5 - RELATÓRIOS CONTÁBEIS

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de Grupo Gen PDF Criptografado

5

RELATÓRIOS CONTÁBEIS 1

Relatório contábil é a exposição resumida e ordenada de dados colhidos pela Contabilidade. Ele objetiva relatar às pessoas que utilizam os dados contábeis os principais fatos registrados por aquele setor em determinado período. Também conhecido como informe contábil, distingue-se em obrigatório e não obrigatório. 1

Demonstrações financeiras

Os relatórios obrigatórios são aqueles exigidos por lei, sendo conhecidos como Demonstrações Financeiras. São exigidos na totalidade para as sociedades anônimas e parte deles estendida a outros tipos societários, por meio do Imposto de Renda.

Os relatórios contábeis não obrigatórios, evidentemente, são aqueles não exigidos por lei; o que não significa que sejam menos importantes.

Há relató­rios não obrigatórios imprescindíveis para a administração.

Pausa e Reflexão

Por que há tão poucas sociedades anônimas de capital aberto no Brasil?

1

Para uma leitura dinâmica.

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Unidade I - 4 Os Princípios Contábeis

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

4

Os Princípios Contábeis

4.1 Generalidades

Uma vez estabelecidos os objetivos da Contabilidade e delineados os dois postulados ambientais, seguem-se, naturalmente, os princípios e as convenções

(restrições) que qualificam e delimitam o campo de aplicação dos princípios em certas situações. Analisaremos, em profundidade, os princípios e as convenções:

Princípios (neste capítulo)

• do custo como base de registro inicial;

• da realização da receita e da confrontação com as despesas (competência);

• do denominador comum monetário.

Convenções (normas ou restrições aos princípios) – Capítulo 5

• da objetividade;

• da materialidade (relevância);

• do conservadorismo (prudência);

• da consistência (uniformidade).

4.2 Custo como base de registro inicial

Na forma como é geralmente entendido, considera-se que este princípio seja uma sequência natural do postulado da continuidade. Segundo o mes-

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