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142 - Aspectos da Gravidez na Clínica Médica

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142

Aspectos da

Gravidez na

Clínica Médica

Quadro 142.1 Correlação entre sintomas e modificações fisiológicas do organismo materno durante a gravidez.

Sinais e sintomas

Modificações fisiológicas

Náu­seas e vômitos

Elevação dos níveis séricos de b‑hCG, T4 livre e estradiol

Sialorreia

Não deglutição da saliva (não há comprovação de aumento da produção de saliva)

“Desejos”

Aspectos emocionais envolvidos

Melasma/linha nigra

Aumento da produção do hormônio melanotrófico hipofisário

Pirose/queimação

Refluxo gastresofágico, menor motilidade gástrica (não há evidências seguras de hipercloridria)

Constipação intestinal

Diminuição da função dos ­músculos lisos pela ação da progesterona

Palpitações/taquicardia

Aumento da fre­quência cardía­ca

Introdução

Edema

Passagem de líquido dos capilares para o espaço extravascular

A assistência à saú­de da gestante representa uma das tarefas mais importantes da medicina social.

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Medium 9788527733229

46 - Efeito placebo e efeito nocebo: o que é isso na prática médica?

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46

Efeito placebo e efeito nocebo: o que é isso na prática médica?

Potencialmente, haverá efeito placebo toda vez que houver interação de um médico com o paciente (placebo vem do verbo placeo, que significa agradar). Este efeito está embutido em qualquer tipo de tratamento. Daí a necessidade de se reconhecer a existência do

“efeito placebo” ou da “ação droga do médico”, na expressão de

Balint,1 como componente de suas ações, não só para compreender o que está acontecendo com o paciente, como também para tirar dele o máximo proveito na prática cotidiana.

Não se trata aqui do efeito placebo analisado em pesquisas clínicas, em que há outras implicações, quando o que se deseja é diferenciar a ação farmacológica de um fármaco de seu efeito não farmacológico. Para isso, existem técnicas estatísticas, a mais rigorosa

é o ensaio duplo-cego e randomizado. Mas, na prática médica não

é possível separar o efeito placebo de qualquer tipo de tratamento, incluindo intervenções e cirurgias.

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Medium 9788527733229

16 - Receita infalível para alcançar o sucesso na profissão médica

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16

Receita infalível para alcançar o sucesso na profissão médica

Nesta carta quero abordar, de perspectiva diferente, a relação médico-paciente. Quero falar sobre obter sucesso na profissão médica.

A propósito, acho melhor ir logo dizendo que a relação médicopaciente está na essência da medicina de excelência. Não apenas

“está”; na verdade, “é” a essência da medicina! A questão básica para compreender este ponto de vista é considerar a relação médicopaciente um tipo especial de relação interpessoal, cujas características a fazem diferente de todas as outras. Talvez, seu componente mais antigo seja o cultural, herança do poder mágico dos feiticeiros, xamãs, sacerdotes, curandeiros, atividades que antecederam o nascimento da profissão que você escolheu e para a qual está se preparando. Esta raiz, tão antiga, é a mais profunda e tem muito a ver com o fato de como os pacientes ainda veem os médicos. Não vejo nenhuma razão para menosprezar este componente da relação médico-paciente. Ele faz parte da evolução da humanidade.

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1 - Princípios e Bases da Prática Médica

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1

Princípios e Bases da Prática Médica

Ipojucan Calixto Fraiz, Carlos Ehlke Braga Filho, Marianne de Oliveira Falco e Celmo Celeno Porto

Introdução

As bases da prática médica não podem ficar restritas às ciên‑ cias biológicas. A complexidade do processo saúde‑doença torna necessária a inclusão de conhecimentos oriundos das ciências humanas e sociais. Para que sejam compreendidas as múltiplas facetas de todas as profissões da área da saúde, os conhecimentos de anatomia, histologia, fisiologia, bioquí‑ mica, genética dos agentes agressivos e dos mecanismos de defesa do organismo não são suficientes para uma boa prática médica, por mais profundos e detalhados que sejam.

Arte clínica é levar a ciência médica para cada paciente. Esse

é o objetivo de uma medicina de excelência. Para atingi‑lo é preciso apoiar‑se em sólidos princípios e ter amplas bases, pois conhecimentos técnicos e refinados são apenas um dos requi‑ sitos da medicina moderna.

Origens da medicina

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Parte 30 § Doenças do Sistema Imunológico

Celmo Celeno Porto, Arnaldo Lemos Porto Grupo Gen PDF Criptografado

Doenças do Sistema

Imunológico

Porto 30.indd 995

Parte

30

26/08/15 15:36

Capítulo 432

Capítulo 433

Capítulo 434

Capítulo 435

Capítulo 436

Capítulo 437

Capítulo 438

Capítulo 439

Porto 30.indd 996

Colagenoses, 997

Dermatomiosite, 999

Esclerodermia, 1000

Febre Reumática, 1003

Lúpus Eritematoso Discoide, 1005

Lúpus Eritematoso Sistêmico, 1007

Poliarterite Nodosa, 1010

Síndrome dos Anticorpos

Antifosfolipídios, 1011

26/08/15 15:36

432

Colagenoses

(CID 10: M35-9)

Vitalina de Souza Barbosa

Também denominadas doen­ças do colágeno ou doen­ça di‑ fusa do tecido conjuntivo, as colagenoses compreendem um amplo espectro de enfermidades com quadro clínico va­riá­vel e que compartilham do mesmo substrato anatomopatoló‑ gico: a necrose fibrinoide (degeneração fibrinoide das fibras colágenas). Acompanham‑se várias alterações imunológicas

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