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63 - Tomografia por Emissão de Pósitrons

William E. Brant, Clyde A. Helms Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 63   �Tomografia por Emissão de

Pósitrons

gil

Cameron C. Foster, Bijan Bijan e David K. Shelton

Introdução

A tomografia por emissão de pósitrons (PET) é a base para o exame de imagem molecular na prática clínica atual. O novo equipamento híbrido, PET‑TC (PET e TC), combina imagens anatômicas e fisioló‑ gicas e inaugura uma nova era em radiologia e medicina nuclear. Atu‑ almente, as aplicações clínicas da PET estão concentradas em quatro

áreas principais: (1) oncologia, que representa cerca de 80% das PET realizadas; (2) neurologia (doença de Alzheimer e epilepsia); (3) car‑ diologia (doença das artérias coronárias e viabilidade do miocárdio); e (4) imagem de processos infecciosos e inflamatórios (em pacientes com febre de origem indeterminada e imunocomprometidos). Com a maior aprovação do reembolso de PET para outras indicações, o número de escâneres cresceu significativamente nos EUA.

Equipamento de PET.  A PET baseia‑se em emissores de pósi‑ trons, que são utilizados como marcadores de moléculas metabó‑ licas. Os radionuclídios emissores de pósitrons mais comumente empregados incluem: flúor‑18 (18F), nitrogênio‑13 (13N), oxigênio‑15

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60 - Diagnóstico de Infecção e Inflamação por Cintigrafia

William E. Brant, Clyde A. Helms Grupo Gen PDF Criptografado

gil

Capítulo 60   �Diagnóstico de Infecção e

Inflamação por Cintigrafia

Christopher J. Palestro

A avaliação por cintigrafia de processos infecciosos e inflamatórios é extremamente abrangente, englobando diferentes radiofármacos, téc‑ nicas de imagem e doenças. Além de analisar a função do citrato de gálio‑67 (67Ga) e de leucócitos radiomarcados in vitro, este capítulo também aborda o potencial de 18FFDG‑PET (FDG‑PET), para geração de imagens de inflamação e infecção.

Gálio‑67

O isótopo 67Ga, que tem sido utilizado para localizar um processo infeccioso por mais de três décadas, é produzido em ciclotron. Decai por captura de elétrons e tem meia‑vida física de aproximadamente

78 h. Com as principais energias de fótons de 93,184 e 296 keV empregadas para a produção de imagens e um rendimento pobre de fótons por desintegração, 67Ga é um agente de imagem de qualidade inferior.1

Diversos fatores regulam a captação desse marcador nos processos que envolvem inflamação e infecção. Cerca de 90% de todo o gálio‑67 circulante no plasma é ligado à transferrina. O aumento do fluxo sanguíneo e da permeabilidade da membrana vascular resultam em maior oferta e acumulação de 67Ga ligado à transferrina em focos inflamatórios. O 67Ga também se liga à lactoferrina, encontrada em concentrações elevadas no foco inflamatório. A captação bacteriana direta provavelmente também é responsável por alguma acumulação de 67Ga em casos de infecção. Sideróforos, que são quelatos de baixo peso molecular produzidos por bactérias, apresentam grande afinidade por 67Ga. O complexo sideróforo‑67Ga provavelmente é transportado para o interior da célula bacteriana, onde acaba sendo, é fagocitado por macrófagos. Embora certa quantidade de 67Ga possa ser transpor‑

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38 - Ultrassonografia de Tórax, Tireoide, Paratireoides e Cérebro do Neonato

William E. Brant, Clyde A. Helms Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 38   �Ultrassonografia de Tórax,

Tireoide, Paratireoides e Cérebro do Neonato

William E. Brant

gil

Tórax

A ultrassonografia (US) é um excelente suplemento para a radiografia convencional e para a tomografia computadorizada (TC) na avaliação e resolução de problemas do tórax e para guiar procedimentos inter‑ vencionistas no tórax.1–4 A US pode obter imagens dentro e através de derrames pleurais e consolidação pulmonar para avaliar o tórax opa‑ cificado em radiografias simples. Sua portabilidade viabiliza a avalia‑

ção de pacientes em estado crítico, que não podem ser levados até uma unidade TC. A US do tórax deve sempre ser correlacionada à radio‑ grafia disponível.

Espaço pleural

Anatomia normal na US.  O ar nos pulmões reflete completa‑ mente o feixe de US e impede a realização de exames mais ­profundos­ no tórax. No entanto, quando líquido pleural desloca os pulmões

cheios de ar para longe da parede do tórax, as patologias do espaço pleural podem ser avaliadas perfeitamente por US. O espaço pleural deve ser examinado por abordagem intercostal direta, com o trans‑ dutor de US aplicado diretamente sobre o tórax, ou por aborda‑ gem abdominal, obtendo a imagem através do diafragma a partir do abdome. As costelas são usadas como marcos u

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12 - Anatomia Normal, Métodos de Exame e Achados Radiográficos na Doença Torácica

William E. Brant, Clyde A. Helms Grupo Gen PDF Criptografado

gil

Capítulo 12   �Anatomia Normal, Métodos de

Exame e Achados Radiográficos na Doença Torácica

Julio Lemos e Jeffrey S. Klein

Existem muitas técnicas de imagem disponíveis para a avaliação radio‑ gráfica de doenças torácicas1. A decisão sobre que procedimentos rea‑ lizar depende de diversos fatores, os mais importantes são a disponi‑ bilidade das várias modalidades e o tipo de informação que está sendo procurado. Embora as radiografias convencionais do tórax ainda repre‑ sentem 25 a 35% de todos os exames de radiologia, elas vem sendo substituídas pela TC, apesar do aumento significativo da exposição do paciente à radiação. Nos últimos anos vem ocorrendo declínio, até quase desaparecimento, de intervenções vasculares de diagnóstico da doença torácica, graças a TC com multidetectores e RM. O advento recente da RM de multicanais paralelos pode possibilitar a substituição gradual da TC no diagnóstico vascular torácico. Embora o algoritmo de criação de imagens para problemas específicos possa parecer rela‑ tivamente simples, a preferência deve depender do julgamento médico.

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61 - Aquisição de Imagens Moleculares

William E. Brant, Clyde A. Helms Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 61   �Aquisição de Imagens Moleculares

Amir Kashefi e David K. Shelton

gil

Introdução

Modalidades de imagem molecular

Imagem molecular.  Foi recentemente definida como “a visuali‑ zação, a caracterização e a aferição de processos biológicos em níveis moleculares e celulares em humanos e outros sistemas vivos”.

Na era da medicina molecular, com mapas genômicos de seres humanos, animais de pequeno porte e muitos patógenos concluídos, nossa abordagem em relação aos cuidados com o paciente está sendo transformada para definir as aberrações moleculares e genômicas sub‑ jacentes, mais que apenas as doenças por meio de sinais e sintomas clínicos. Nesta época e, especificamente, na era pós‑genoma, em que a funcionalidade da informação genética é o princípio das investiga‑

ções, a imagem molecular desempenha um papel fundamental ao iden‑ tificar, acompanhar e quantificar os processos biológicos no nível molecular em organismos fisiologicamente intactos.

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