931 capítulos
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1 - Contabilidade e Gestão Empresarial – a Controladoria

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

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Contabilidade e Gestão

Empresarial – a Controladoria

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 7

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 1

O novo entorno econômico globalizador, vivido atualmente no mundo, tem introduzido profundas mudanças no ambiente econômico internacional, provocando novo arranjo na Economia Mundial, que tende a um processo de globalização, caracterizado basicamente pela união de países em torno de uma proposta comum de intercâmbio comercial por meio da queda de barreiras tarifárias cambiais e de outras condições de livre comércio.

Como desdobramentos dessas mudanças, emergiram os blocos econômicos:

Nafta, Mercosul, Países Asiáticos e a Comunidade Econômica Europeia.

Todo esse processo impacta tanto o contexto externo das relações contratuais das organizações, como o ambiente interno das empresas, criando assim a demanda por melhores práticas de gestão.

Quer queiramos quer não, os movimentos sociais exigirão futuramente um posicionamento das empresas e elas serão cobradas em seu papel social, principalmente em relação a seu desempenho; assim sendo, a otimização do uso dos recursos disponíveis é preocupação primeira dos gerenciadores das organizações.

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2 - O Sentido do Planejamento e Controle

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

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O Sentido do Planejamento e Controle

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 27

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 2

Existem duas escolas de pensamento conflitantes com referência à profundidade da responsabilidade da empresa para com seu próprio destino.

A Teoria de Mercado estabelece que a firma está unicamente à mercê das forças econômicas e sociais predominantes; assim, o sucesso da administração depende da habilidade dos gestores em “ler” o cenário.

Contrastantemente, a Teoria do Planejamento e Controle acredita que os gestores têm controle sobre o futuro da firma e que seu destino pode ser manipulado, isto

é, planejado e controlado. Nesta visão, a qualidade das decisões do planejamento e controle gerencial é o fator-chave do sucesso.

Na verdade, as empresas operam normalmente entre estes dois pontos de vista extremos.

Para muitos elementos, como matéria-prima, por exemplo, os preços estão completamente fora do controle; por outro lado, alguns elementos, como preço de venda do seu produto, são determinados pela organização.

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15 - Balanced Scorecard e Logística Empresarial

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

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Balanced Scorecard e

Logística Empresarial1

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Este capítulo é baseado no artigo Balanced Scorecard e logística empresarial: da competência empresarial à competência informática, de autoria de Sandra Figueiredo e William Celso Silvestre.

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 321

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 15

15.1 Introdução

A economia mundial atravessou mudanças radicais nas últimas duas décadas. Com surgimento dos aviões a jato, máquinas de fax, acoplamento a computador e telefone, transmissões mundiais de televisão por satélite, Internet, eliminaram-se praticamente as distâncias geográficas na comunicação à medida que aumentaram a velocidade da transmissão da informação, possibilitando a ampliação da disponibilidade dos serviços.

Com todas essas mudanças as empresas passaram a ser atingidas, de alguma forma, pela concorrência global. Hoje, as empresas tanto vendem como compram produtos e serviços nos mercados internacionais.

Outro desafio enfrentado, devido às mudanças da economia mundial que deve ser considerado, é a constatação de que esta se encontra em declínio. Grande parte do mundo empobreceu nos últimos anos, entretanto, as necessidades das pessoas são cada vez maiores, mas não há dinheiro para aquisição de bens e serviços desejados. Assim, o mercado, na maioria dos países, consiste em pessoas com necessidades crescentes e poder aquisitivo em baixa. O poder aquisitivo está em declínio, pois o desemprego é grande. Em muitas famílias esse poder de compra só se mantém porque os dois cônjuges trabalham.

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17. Teoria e prática

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

17.

Teoria e prática

P

aulo Freire insistia na articulação perfeita entre teoria e prática, ele queria ultrapassar essa dualidade. Todavia, não raro, era difícil que fosse entendido no que efetivamente estava propondo. Uma boa parte de seu público, até por razões

óbvias – a falta de filosofia no ensino médio e até mesmo no superior –, não o compreendia exatamente. Muitos passaram uma vida toda trabalhando com escritos de Paulo Freire sem nunca terem tomado o que ele dizia sobre teoria e prática no sentido que em que ele utilizava essa terminologia.

Frequentemente, as pessoas imaginavam que, com o termo

“prática”, Freire estava se referindo ao cotidiano do fazer educação, envolvendo as relações entre professor e aluno. Tratar-se-ia, portanto, do comportamento de ambos, o que os levariam, após algum tempo, a poder dizer que viveram e se transformaram por meio de uma contínua relação de ensino-aprendizagem.

Nessa mesma linha, essas pessoas imaginavam que o termo

“teoria” referia-se aos princípios políticos e à pedagogia ao que

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12 - Custo-padrão e Análise das Variações

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

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Custo-padrão e Análise das Variações

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 271

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 12

Analisa-se agora um método importante para estabelecimento de padrões de desempenho através da utilização do custo-padrão.

A dificuldade de utilização dos dados do sistema de contabilidade financeira para planejamento é que eles estão relacionados com o passado e, embora os gestores estejam interessados em conhecer o resultado de suas decisões passadas, eles estão muito mais preocupados com decisões que afetarão o futuro.

O custo histórico, no qual se baseiam as informações do sistema contábil financeiro, tem pouca utilidade para propósitos de controle, particularmente em condições inflacionárias, a experiência passada não informa aos gestores quando uma operação, ou um trabalho, ou um departamento, é muito dispendioso. Dessa maneira, os gestores desejam saber não quanto custou, mas quanto custará. Uma vez que o custo seja determinado previamente, o custo real pode ser comparado com ele e suas diferenças analisadas.

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