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22. Questões Econômicas, Ambientais e Sociais na Ciência e Engenharia de Materiais

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Capítulo

22 Questões Econômicas,

Ambientais e Sociais na Ciência e Engenharia de Materiais

(a) Latas de bebidas feitas de uma liga de alumínio (à esquerda) e em aço (à direita). A lata de bebidas feita em aço sofreu corrosão significativa e, portanto, é biodegradável e não reciclável. De maneira contrária, a lata de alumínio não é biodegradável e é reci-

© William D. Callister, Jr.

clável, uma vez que apresentou muito pouca corrosão.

(b) Um garfo feito a partir do polímero biodegradável poli

(L-ácido lático) em vários estágios de degradação. Como observado, o processo completo de degradação levou aproximadamente 45 dias.

Dia 0

Dia 12

Dia 33

Dia 45

© Roger Ressmeyer/Corbis

Cortesia de Jennifer Welter

(a)

(b)

(c)

(c) Itens comuns de piquenique, alguns dos quais são recicláveis e/ou possivelmente biodegradáveis (um deles é comestível).

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800 • •

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Apêndice C - Custos e Custos Relativos para Materiais de Engenharia Selecionados

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Apêndice

C C

� ustos e Custos Relativos para

Materiais de Engenharia Selecionados

E

ste apêndice contém informações sobre os preços do conjunto de materiais cujas propriedades se encontram no Apêndice B. A coleta de dados válidos para o custo de materiais é uma tarefa extremamente difícil, o que explica a escassez de informações sobre preços de materiais na literatura. Uma razão para isso é que existem três categorias de preços: do fabricante, do distribuidor e do revendedor. Na maioria das circunstâncias, citamos os preços dos distribuidores. Para alguns materiais (por exemplo, cerâmicas especiais como carbeto de silício e nitreto de silício), foi necessário adotar os preços dos fabricantes. Além disso, pode haver uma variação significativa no custo de um material específico. Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, cada revendedor tem sua própria política de preços. Além disso, o custo depende da quantidade de material comprado e, ainda, de como ele foi processado ou tratado. Preferencialmente foram coletados dados para pedidos relativamente grandes — ou seja, quantidade da ordem de 900 kg (2000 lbm) para os materiais que normalmente são vendidos a granel — e, também, para formas/tratamentos comuns.

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Apêndice B - Propriedades de Materiais de Engenharia Selecionados

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Apêndice

B �Propriedades de Materiais de Engenharia Selecionados

B.1:

Massa Específica

B.2:

Módulo de Elasticidade

B.3:

Coeficiente de Poisson

B.4:

Resistência e Ductilidade

B.5: Tenacidade à Fratura em Deformação Plana

B.6:

Coeficiente de Expansão Térmica Linear

B.7:

Condutividade Térmica

B.8:

Calor Específico

B.9:

Resistividade Elétrica

B.10:

Composição de Ligas Metálicas

813

816

819

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825

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832

835

837

Este apêndice representa uma compilação de propriedades importantes para cerca de 100 materiais de engenharia comuns. Cada tabela contém os valores para uma propriedade específica para esse conjunto de materiais selecionados; também está incluída uma lista da composição de várias ligas metálicas que são consideradas (Tabela B.10). Os dados estão apresentados de acordo com o tipo do material (metais e ligas metálicas; grafita, cerâmicas, e materiais semicondutores; polímeros; materiais fibrosos e compósitos). Em cada classificação os materiais estão listados em ordem alfabética.

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Apêndice E - Temperaturas de Transição Vítrea e de Fusão para Materiais Poliméricos Comuns

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Apêndice

� emperaturas de Transição

T

E Vítrea e de Fusão para Materiais

Poliméricos Comuns

Polímero

Temperatura de Transição

Temperatura de

Vítrea [oC (oF)] Fusão [oC (oF)]

Aramida

375 (705)

~640 (~1185)

Poli-imida (termoplástica)

280–330

(535–625)

a

Poli(amida-imida)

277–289

(530–550)

a

Policarbonato

150 (300)

265 (510)

Poli(éter-éter-cetona)

143 (290)

334 (635)

Poliacrilonitrila

104 (220)

317 (600)

Poliestireno

  •  Atático

  •  Isotático

100 (212)

100 (212)

a

240 (465)

220–267

Poli(tereftalato de butileno)

(428–513)

Poli(cloreto de vinila)

87 (190)

212 (415)

Poli(sulfeto de fenileno)

85 (185)

285 (545)

Poli(tereftalato de etileno)

69 (155)

265 (510)

Náilon 6,6

57 (135)

265 (510)

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17. Corrosão e Degradação dos Materiais

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Capítulo

17 C

� orrosão e Degradação dos Materiais

(a) Um Ford Sedan Deluxe 1936 que possui uma carroceria feita inteiramente em aço inoxidável não pintado. Seis desses carros foram fabricados para prover um teste definitivo quanto à durabilidade e resistência à corrosão dos aços inoxidáveis.

Cada automóvel rodou centenas de milhares de quilômetros por dia. Embora o acabamento da superfície no aço inoxidável permanecesse essencialmente o mesmo de quando o carro deixou a linha de montagem do fabricante, outros componentes em materiais que não o aço inoxidável, tais como motor, amortecedores, freios, molas, embreagem, transmissão e engrenagens, tiveram que ser substituídos; por exemplo, um

Cortesia de Dan L. Greenfield, Allegheny

Ludlum Corporation, Pittsburgh, PA

carro teve três motores.

(b) Em contraste, um automóvel clássico do mesmo período que o apresentado em (a), que está enferrujando em um campo em Bodie, Califórnia. Sua carroceria é feita em açocarbono comum, que um dia foi pintada. Essa tinta oferecia uma proteção limitada para o aço, que é suscetível à corrosão em ambientes atmosféricos normais.

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