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Medium 9788597022001

Capítulo 6 Modelo Tradicional Para Análise de Sistemas

CRUZ, Tadeu Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais modelos tradicionais para análise de sistemas de informações.

■ Discutir os principais pontos de dificuldade para se construir sistemas por este método.

■ Entender a importância da estrutura organizacional na construção de qualquer sistema de informação.

■ Compreender a importância do alinhamento das metas com os sistemas de informações.

PARA COMEÇAR

Era comum nas empresas haver o sistema financeiro, o sistema contábil, o sistema administrativo, o sistema comercial e por aí afora. Era como se existissem inúmeras empresas dentro da empresa principal.

Você acha que esta situação ainda persiste atualmente?

Em muitas empresas que ainda não conseguiram adaptar-se às novas exigências de integração organizacional, os sistemas de informações ainda são desenvolvidos baseados em conceitos e técnicas que já foram deixados por outras empresas cuja estrutura operacional está orientada a processos. Entretanto, para ser completo sem ser extenso, este livro precisa mostrar como, ainda hoje, empresas que ainda não adaptaram suas estruturas a novas formas de produção, e não fazem uso de tecnologias atuais, buscam informatizar suas operações. Geralmente, são empresas desintegradas na forma de operar. O destaque na palavra “desintegradas” é proposital. Serve para enfatizar que é necessário que a informática seja usada como amálgama para ligar as várias partes que compõem qualquer empresa, fazendo com que elas se tornem mais produtivas por meio da flexibilidade adquirida com o uso das novas tecnologias de informação.

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Medium 9788522470099

3 Sistemas de informações gerenciais: conceitos e aplicações ao agronegócio

BATALHA, Mário Otávio Grupo Gen PDF Criptografado

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Sistemas de informações gerenciais: conceitos e aplicações ao agronegócio

Néocles Alves Pereira

Neste capítulo são apresentados, em uma abordagem gerencial, os principais conceitos relativos a Sistemas de Informações Gerenciais (SIG), bem como caracterizados diversos tipos de sistemas de informações, como: Business Intelligence e Customer Relationship Management, Sistemas Especialistas, Sistemas ERP e Sistemas de Informações para Executivos. Além disso, são apresentadas também as bases conceituais sobre Modelagem de Processos de Negócios, importante para a racionalização de processos ou análise prévia de processos em uma implantação de sistemas de informação, e também sobre Comércio Eletrônico. Para este último, são apresentados diversos links que oferecem software para agroindústria.

Ao final deste capítulo, o leitor será capaz de:

• identificar o tipo de sistema de informação que um agronegócio necessita;

• participar mais efetivamente no desenvolvimento de sistemas de informações para um agronegócio;

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Medium 9788522482115

PARTE I — 2 Sistema de informações gerenciais

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

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Sistema de informações gerenciais

“Nenhum sistema é melhor do que as pessoas que vão operá-lo.”

Autor desconhecido

2.1 INTRODUÇÃO

O executivo, em suas tarefas diárias, tem de ajustar os dados, pois, em geral, esses nunca são insuficientes ou abundantes de forma absoluta; o que ocorre é a escassez de alguns dados relevantes e o excesso de outros dispensáveis.

À medida que aumenta a complexidade interna na empresa e no ambiente em que ela atua, o processo de tomada de decisão tende a tornar-se, também, mais complexo. Para atender a essa situação de maneira adequada, os executivos necessitam de sistemas de informação eficientes e eficazes, que processem o grande volume de dados gerados e produzam informações válidas.

É importante salientar que essas informações devem propiciar a identificação dos problemas e das necessidades organizacionais nos vários níveis da empresa – estratégico, tático e operacional –, bem como fornecer subsídios para avaliar o impacto das diversas decisões a serem tomadas pelos executivos das empresas. Entretanto, nem sempre esse ideal tem sido obtido, apesar do volume de recursos aplicados à concepção e à operação desses sistemas.

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Medium 9788597018363

CAPÍTULO 6 – NOÇÕES BÁSICAS DE ESTATÍSTICA

CRUZ, Tadeu Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T UL O 6

6

NOÇÕES BÁSICAS

DE ESTATÍSTICA

O QUE É ESTATÍSTICA?

É a parte da matemática aplicada que se ocupa em obter conclusões com base em dados observados. É também uma metodologia ou conjunto de técnicas que utiliza:

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Coleta de dados.

Classificação de dados.

Apresentação ou representação dos dados.

Análise e interpretação dos dados.

RAMOS DA ESTATÍSTICA

Os ramos da estatística são os seguintes:

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Descritiva ou dedutiva:

■■ Descreve e analisa grupos de observações (amostras).

■■ Uso de medidas e formas de representação (tabelas, gráficos, curvas)

Inferencial ou indutiva: processo de generalização com base na análise e interpretação de dados amostrais.

Probabilidade: parte da estatística que utiliza métodos e técnicas apropriadas ao estudo de processos com margem de incerteza.

CONCEITOS

Os principais conceitos da estatística são os seguintes:

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CAPÍTULO 9 – GESTÃO DE MATERIAIS

CRUZ, Tadeu Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T UL O 9

GESTÃO DE

MATERIAIS

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CONCEITOS E PRINCÍPIOS

Seja grande, seja pequena, a empresa precisa ter uma gestão de materiais que funcione adequadamente. Essa gestão deve economizar muito dinheiro ao organizar e executar corretamente os processos de seleção de fornecedores, compras, recebimento e análise de compras efetuadas.

Para que a empresa tenha uma gestão de materiais eficiente, precisamos, antes de qualquer outra providência, disseminar na organização a “cultura da necessidade”, para que os colaboradores evitem a todo custo desperdícios de materiais.

CULTURA DA NECESSIDADE

O que vem a ser a cultura da necessidade?

Todos sabemos da importância de preservarmos o planeta, o meio ambiente e recursos como água, energia, madeira etc. e então, temos de difundir a cultura da necessidade dentro das empresas, conscientizando a todos para a necessidade de poupar tais recursos e, consequentemente, os recursos financeiros da empresa na qual trabalhamos.

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