170 capítulos
Medium 9788597011791

3 - Processo e Procedimentos de Auditoria – Ativo e Passivo não Circulante e demais demonstrações contábeis

Luiz dos Santos Lins Grupo Gen PDF Criptografado

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Processo e

Procedimentos de

Auditoria – Ativo e Passivo não Circulante e demais demonstrações contábeis

Objetivos do capítulo

Nos capítulos anteriores, foram abordados os principais conceitos de auditoria e dado início aos procedimentos de campo da auditoria externa, passando pelas demonstrações contábeis obrigatórias e os respectivos grupos de contas.

Neste capítulo, será dado prosseguimento aos procedimentos de campo da auditoria externa, agora com o ativo não circulante e o passivo não circulante.

3.1 Procedimentos e testes de auditoria

– ativo não circulante

O grupo do não circulante abrange todas as contas com prazos superiores a um ano contados a partir da data do balanço. Assim, todos os valores com prazo de recebimento ou pagamento que superem o exercício seguinte – considerando-se como base a data do fechamento do balanço – serão considerados de longo prazo e, portanto, não circulante.

São classificados como ativo não circulante o realizável a longo prazo, imobilizado, intangível, investimento.

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Medium 9788597024814

3 Método de Análise das Demonstrações Contábeis

Eliseu MARTINS, Gilberto José MIRANDA, Josedilton Alves DINIZ Grupo Gen ePub Criptografado

As demonstrações financeiras tradicionais (Balanço Patrimonial e DRE) preparadas e divulgadas por uma empresa não têm, isoladamente, uma grande potencialidade para identificar suas forças e fraquezas. Essas demonstrações transmitem informações financeiras em termos absolutos que não são capazes de transmitir tudo o que é necessário ao analista. Além disso, nem todas as pessoas possuem o mesmo nível de conhecimento e experiência. Para obter informações relevantes sobre os pontos fracos e fortes de uma organização, a análise das demonstrações contábeis é indubitavelmente necessária, mas não é suficiente, e sem um conhecimento mínimo por parte do analista, pode até levar a equívocos. Nesse sentido, pode-se dizer que a análise das demonstrações contábeis é um conjunto de esforços sistemáticos para determinar, por parte de uma pessoa preparada, o significado e o sentido das demonstrações financeiras, com vistas a permitir a realização de previsão da liquidez, da solvência e da rentabilidade de uma entidade.

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Medium 9788597013467

9 - Análise Crítica dos Instrumentos Clássicos de Análise das Demonstrações Contábeis

Eliseu Martins, Josedilton Alves Diniz, Gilberto José Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise Avançada das Demonstrações Contábeis  •  Martins / Diniz / Miranda

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Análise Crítica dos Instrumentos

Clássicos de Análise das

Demonstrações Contábeis

Objetivo do capítulo

Este capítulo tem o objetivo de apresentar, de maneira muito sucinta, mas bastante crítica, os principais instrumentos utilizados nas análises de demonstrações contábeis no cotidiano dos analistas. São eles: análise horizontal e vertical, índices financeiros tradicionais (liquidez, prazos médios, estrutura patrimonial, rentabilidade), alavancagens operacional, financeira e total, avaliação de desempenho empresarial (EBITDA e EVA) e indicadores de previsão de insolvência. Para aprofundamento desses instrumentos, sugere-se buscar as referências sugeridas ao final desta seção.

9.1 ANÁLISE HORIZONTAL E VERTICAL

Essas duas análises são técnicas relevantes na avaliação de tendências, pois, de acordo com Assaf Neto (2006, p. 115), “o critério básico que norteia a análise de balanços é a comparação”, aspecto sob o qual se fundamentam as análises horizontal e vertical. Nessa direção, afirma Matarazzo (2008, p. 243) que, “por intermédio desse tipo de análise podem-se conhecer pormenores das demonstrações financeiras que escapam à análise genérica através de índices”.

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Medium 9788597016154

28 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro e Evento Subsequente

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

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Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e

Retificação de Erro e Evento Subsequente

28.1 Introdução

A Lei das Sociedades por Ações estabeleceu em seu art.

186, mantido pela Lei no 11.638/07, que “como ajustes de exercícios anteriores serão considerados apenas os decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil, ou da retificação de erro imputável a determinado período anterior, e que não possam ser atribuídos a fatos subsequentes”. Entretanto, a Lei das Sociedades por Ações nunca determinou a reelaboração das demonstrações passadas afetadas pelos ajustes, o que passou a ser previsto no Brasil a partir de 2007, em virtude da

Deliberação CVM no 506/06, que aprovou e tornou obrigatório, a partir de 1o de janeiro de 2007, para as companhias abertas, o Pronunciamento NPC 12 ‒ Práticas Contábeis, Mudanças nas Práticas Contábeis e Correção de Erros”, emitido pelo

Ibracon e elaborado em conjunto com a CVM.

Esse pronunciamento, já convergente com as práticas contábeis internacionais (IAS 8), estabeleceu critérios para o tratamento contábil e divulgação de mudanças em práticas contábeis, mudanças em estimativas contábeis e a correção de erros cometidos em períodos ou exercícios anteriores. Já estava introduzida a ideia de adequação das demonstrações anteriores, com apresentação de algumas circunstâncias gerais.

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Medium 9788536513003

6 - Obtenção de Materiais Metálicos (Não Ferrosos)

Givanildo Alves dos Santos Editora Saraiva PDF Criptografado

Obtenção de

Materiais Metálicos

(Não Ferrosos)

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Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar os processos de obtenção de materiais metálicos (não ferrosos) de utilização comercial. Serão apresentados os processos de obtenção do alumínio, do cobre, do titânio, do magnésio e do zinco.

6.1 Materiais metálicos não ferrosos

Os materiais metálicos não ferrosos são os comercialmente puros com a exclusão do ferro e os que não apresentam o ferro como elemento predominante no caso das ligas metálicas. No entanto, não significa que não possam apresentar o ferro como elemento de liga. Por exemplo, uma liga Al-1%Fe, na qual o alumínio é o elemento predominante da liga metálica, o solvente, e o ferro, o soluto.

O alumínio, o cobre, o titânio, o magnésio, o zinco são metais comumente utilizados pela sociedade em muitas aplicações tecnológicas, na condição de materiais metálicos comercialmente puros ou como elementos predominantes ou não de ligas metálicas, em função da vasta gama de possibilidades de propriedades que podem ser oferecidas.

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