32 capítulos
Medium 9788597022001

Capítulo 1 Tecnologia da Informação: Do Plano Estratégico ao Plano Operacional

Tadeu Cruz Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais conceitos relacionados com o plano estratégico e sua ligação com o plano peracional.

■ Discutir as principais forças que governam as empresas.

■ Entender a importância do planejamento operacional.

■ Compreender a TI na perspectiva do planejamento estratégico.

PARA COMEÇAR

Comprar qualquer tipo de tecnologia sem que haja um planejamento estratégico que possa suportar essa compra é, na maioria das vezes, jogar dinheiro fora, pois tal tecnologia não estaria alinhada às necessidades estratégicas e operacionais da Organização.

Você concorda com esta afirmação?

Durante muito tempo, as Tecnologias da Informação foram tratadas e operacionalizadas pelas organizações com base em uma visão muito estreita, que as situavam apenas no pequeno mundo de um CPD.4 Eram tempos em que a informática servia muito mais aos propósitos do próprio órgão gestor da tecnologia que aos objetivos da empresa. Muitos erros foram cometidos por conta do caráter elitista que a informática tinha, principalmente pelo distanciamento que os usuários mantinham daquele ambiente e os profissionais de TI dos usuários.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017502

17 Teoria Geral do Recurso Penal

Alexis Couto de Brito, Humberto Barrionuevo Fabretti, Marco Antônio Ferreira Lima Grupo Gen ePub Criptografado

Quando se inicia um processo, seja ele de qualquer natureza, é porque pelo menos duas partes têm interesses antagônicos e estão em conflito, sendo que cada uma buscará provar a sua razão e obter uma decisão judicial que reconheça seu direito.

No processo penal o objetivo das partes é sempre muito claro: o autor da ação – seja o Ministério Público (Ações Penais Públicas) ou a vítima (Ações Penais Privadas) – deseja uma sentença condenatória que reconheça o réu como autor de uma conduta típica, ilícita e culpável, e o réu deseja sempre manter sua liberdade, principalmente por uma sentença absolutória, mas permitindo-se inclusive o reconhecimento de qualquer causa de extinção da punibilidade.

Esse “litígio”, em geral, somente chega ao fim com o prolatar de uma sentença que irá acolher os argumentos da acusação ou da defesa, total ou parcialmente, mas de forma que uma das partes – ou ambas – quase sempre terá suas pretensões processuais frustradas.

Em virtude dessa realidade e por diversos motivos que serão analisados logo mais, é que as partes sucumbentes têm à sua disposição para ainda buscarem suas pretensões processuais todo o arcabouço recursal, que permitirá uma nova análise de seus argumentos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530985226

Capítulo IV Teoria Geral das Normas do Direito Internacional Privado

Valerio de Oliveira Mazzuoli Grupo Gen ePub Criptografado

As normas de DIPr têm uma característica própria que as diferencia das demais normas jurídicas: são sempre indicativas ou indiretas.1 Tal significa que as normas de DIPr não resolvem a questão de fundo propriamente dita, senão apenas indicam qual ordenamento (se o nacional ou o estrangeiro) deverá ser aplicado para a resolução do caso concreto. Esse ordenamento escolhido (nacional ou estrangeiro) é que resolverá a questão de fundo (mérito) conectada com leis divergentes e autônomas posta sob o exame do Poder Judiciário.2 Assim, as normas de DIPr não atribuem direitos ou deveres às pessoas, apenas designando a ordem jurídica competente em que tais direitos e deveres estão regulados. Ademais, como destaca Amilcar de Castro, sendo o DIPr “direito de sobreposição, ou superdireito, não chega a examinar o conteúdo das ordens jurídicas vigentes nos agrupamentos em conexão, ou referência, com o fato, conteúdo esse de que não depende a essência de sua função”.3 Isso significa que não cabe ao DIPr levar em consideração o conteúdo da norma (nacional ou estrangeira) indicada e, menos ainda, as consequências advindas de sua aplicação.4 As normas de DIPr buscam, tão somente, encontrar o “centro de gravidade” (o “ponto de atração”) da relação jurídica sub judice com conexão internacional, isto é, a ordem jurídica que mais se aproxima (por isso os anglo-saxões falam em most significant relationship) do problema em questão, capaz também de resolvê-lo com maior justiça.5

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735384

31 Doenças da Tireoide

Lucas Porteiro Prospero, Débora Yumi Hayashida, Clineu de Mello Almada Filho Grupo Gen ePub Criptografado

Júlia de Carvalho Galiano  •  Ana Beatriz Galhardi Di Tommaso

Há dois tipos principais de disfunção tireoidiana: o hipertireoidismo e o hipotireoidismo. O algoritmo para investigação em caso de suspeita de alguma dessas condições é apresentado na Figura 31.1.

Nessa situação clínica, além da redução de T3 e T4, há menor sinalização para hipófise e maior produção de hormônio tireoestimulante (TSH).

O hipotireoidismo pode afetar até 5% dos indivíduos acima de 60 anos. A etiologia mais comum é a tireoidite de Hashimoto, uma falência primária da glândula, de origem autoimune, mais frequente em mulheres. A incidência da tireoidite aumenta em indivíduos com idade mais avançada, principalmente se associada a outras doenças autoimunes.

Pode ter como causas:

■ Hipotireoidismo primário:

• Tireoidite de Hashimoto (tireoidite crônica autoimune)

• Tireoidectomia cirúrgica

• Terapia prévia com iodo¹³¹

• Radioterapia para neoplasia de cabeça e pescoço

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735384

16 Síndrome da Imobilidade

Lucas Porteiro Prospero, Débora Yumi Hayashida, Clineu de Mello Almada Filho Grupo Gen ePub Criptografado

Beatriz Rodrigues de Anchieta  •  Lara M. Q. Araújo

A síndrome da imobilidade resulta da imobilização prolongada e de suas repercussões prejudiciais ao organismo, o que compromete a independência e causa incapacidade, fragilidade e morte. Caracteriza-se por supressão dos movimentos articulares decorrente de perda funcional e da consequente incapacidade de mudança postural ou translocação corporal.

Internações hospitalares prolongadas e repouso no leito, mesmo que em ambiente domiciliar, constituem fatores predisponentes.

Para o diagnóstico da síndrome de imobilidade são necessários todos os critérios maiores e, pelo menos, dois critérios menores:

■ Critérios maiores:

• Múltiplas contraturas

• Déficit cognitivo moderado a grave

■ Critérios menores:

• Sinais de sofrimento cutâneo ou úlcera de decúbito

• Disfagia em qualquer grau

• Dupla incontinência

• Afasia.

A síndrome da imobilidade pode ter diversas causas, como:

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos