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Medium 9788536305745

Capítulo 1. Biologia celular e molecular do neurônio

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

Parte I

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Princípios básicos de neurociências

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Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Biologia celular e molecular do neurônio

A. Kimberley McAllister, Ph.D.

W. Martin Usrey, Ph.D.

Arnold R. Kriegstein, M.D., Ph.D.

Stephen Rayport, M.D., Ph.D.

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uitos transtornos neuropsiquiátricos podem ser relacionados a aberrações em mecanismos do desenvolvimento neural. Nos estágios iniciais do desenvolvimento cerebral, interações celulares representam a força dominante no estabelecimento de conexões no cérebro. À medida que os circuitos se formam, os neurônios individuais, bem como suas conexões, são refinados de um modo dependente da atividade, direcionados por sua atividade intrínseca e pela competição por fatores tróficos. Em um estágio mais maduro, a experiência torna-se a força dominante ao dar forma às conexões neuronais e ao regular sua eficácia. No cérebro maduro, esses mecanismos relacionados ao desenvolvimento neural são controlados de maneira diferente e medeiam a maioria dos processos plásticos (Black, 1995; Kandel e O’Dell, 1992). Os transtornos neuropsiquiátricos originados de problemas no desenvolvimento cerebral inicial são provavelmente gerados intrínseca ou geneticamente, enquanto os surgidos durante estágios mais tardios são provavelmente relacionados à experiência. Na senescência, processos neurodegenerativos podem desconectar circuitos neurais por mecanismos de desenvolvimento neural empregados erroneamente.

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Medium 9788536702247

Capítulo 2 - A Biologia Molecular Aplicada à Dentística

Carlos Pereira, José Grupo A PDF Criptografado

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A BIOLOGIA MOLECULAR

APLICADA À DENTÍSTICA

Marcela Rocha de Oliveira Carrilho

Cristina de Mattos Pimenta Vidal

Polliana Scaffa

André Guaraci De Vito Moraes

Fábio Dupart Nascimento

ooINTRODUÇÃO

A Biologia Molecular é um campo de estudo multi e interdisciplinar que, literalmente, ocupa-se de investigar a

Biologia em escala molecular, valendo-se, para isso, dos conhecimentos e das ferramentas práticas provenientes de outras áreas do conhecimento, como a Bioquímica, a Microbiologia, a Genética e a Biofísica. Por seu principal escopo ser a investigação das interações bioquímicas celulares envolvidas na duplicação do material genético e na síntese proteica, a Biologia Molecular pode ser intuitivamente identificada como um dos ramos da ciência básica.

Diferentemente, a especialidade odontológica Dentística compreende a aplicação de parte do conhecimento produzido pelas múltiplas disciplinas da ciência básica para manter e/ou restabelecer a integridade dos tecidos dentais e, em sentido mais amplo, garantir o status de saúde oral e sistêmico do indivíduo. Assim, a primeira relação entre Biologia Molecular e a especialidade Dentística se estabelece, naturalmente, como de causa-efeito, em que o produto revelado por um (conhecimento gerado

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Medium 9788527731812

3 - Núcleo Celular

L. C. Junqueira, José Carneiro, Paulo Abrahamsohn Grupo Gen PDF Criptografado

3

Núcleo Celular

Núcleo celular e seus principais componentes, 50

Divisão celular, 56

Ciclo celular, 58

Morte celular, 59

Bibliografia, 61

Junqueira 03.indd 49

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Histologia Básica | Texto e Atlas

Núcleo celular e seus principais componentes

O núcleo é o centro de controle de todas as atividades celulares, porque contém, nos cromossomos, todo o genoma

(ácido desoxirribonucleico [DNA]) da célula, exceto apenas o pequeno genoma das mitocôndrias. Chama‑se genoma o conjunto da informação genética codificada no DNA.

Além de conter a maquinaria molecular para duplicar seu DNA, o núcleo é responsável pela síntese e pelo pro‑ cessamento de todos os tipos de ácido ribonucleico (RNA)

(rRNA, mRNA, tRNA e miRNA), que são exportados para o citoplasma. Todavia, o núcleo não sintetiza proteínas, dependendo das que são produzidas no citoplasma e trans‑ feridas para o núcleo.

A forma do núcleo é variável e característica de cada tipo celular; porém, geralmente apresenta‑se como uma estrutura arredondada ou alongada, com 5 a 10 μm, que se cora pelos corantes básicos e pela hematoxilina. Em geral, cada célula tem apenas um núcleo, localizado no seu centro

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Medium 9788527723763

6 Biologia Molecular e Genética

Jonathan S. Berek Grupo Gen PDF Criptografado

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Biologia Molecular e Genética

Oliver Dorigo

Otoniel Martínez-Maza

Jonathan S. Berek

A regulação e a manutenção do tecido normal necessitam de equilíbrio entre a proliferação celular e a morte celular programada ou apoptose.

A regulação da função ovariana ocorre por mecanismos autócrinos, parácrinos e endócrinos. Interrupções dessas vias intraovarianas autócrinas e parácrinas podem ser a base para a doença policística ovariana, desordens de ovulação e neoplasia ovariana.

Dentre os genes que participam no controle do crescimento e da função celular, os proto-oncogenes e os genes supressores de tumor são particularmente importantes.

Fatores de crescimento desencadeiam sinais bioquímicos intracelulares ao ligarem-se a receptores de membrana celular.

Em geral, esses receptores ligados à membrana são proteínas quinases que convertem um sinal extracelular em sinal intracelular. Muitas das proteínas que participam do sistema de transdução de sinal intracelular são codificadas por proto-oncogenes, os quais são divididos em subgrupos de acordo com sua localização celular ou função enzimática.

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Medium 9788527731676

24 - Biologia sintética | Encontro da Engenharia com a Biologia Molecular

Carlos F. M. Menck, Marie-Anne Van Sluys Grupo Gen PDF Criptografado

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Biologia Sintética |

Encontro da Engenharia com a Biologia Molecular

Edgar Andrés Ochoa Cruz, Bruno Karolski e Marcelo Boareto do Amaral

A biologia sintética é definida como o uso da engenharia genética para a construção de circuitos de DNA que podem ser programados para controlar o comportamento celular.1 Ao longo deste capítulo serão exemplificados os avanços que tornaram possível o aparecimento dessa ­área, assim como algumas das abordagens e aplicações que a diferenciam da biologia molecular clássica. Inicia-se mostrando as novas técnicas de montagem e manipulação do DNA e também de evolução dirigida, as quais possibilitam a engenharia de vias metabólicas e a implementação de novas funções biológicas. A seguir, discute-se um novo conceito ba­sea­do em centrais de computação celular e como a biologia sintética está desenvolvendo ferramentas para implementar algoritmos de controle dessas funções. Como exemplo prático e funcional desse conceito, são abordados e detalhados os biossensores. Por fim, são introduzidos alguns conceitos matemáticos

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