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Medium 9788582714720

Capítulo 8. A intervenção clínica comportamental para problemas no momento de dormir e despertar noturno na infância

Ana Karina C. R. De-Farias, Flávia Nunes Fonseca, Lorena Bezerra Nery Grupo A PDF Criptografado

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A intervenção clínica comportamental para problemas no momento de dormir e despertar noturno na infância

Renatha El Rafihi-Ferreira | Maria Laura Nogueira Pires | Edwiges Silvares

PROBLEMAS DE SONO

NA INFÂNCIA: DEFINIÇÃO

E PREVALÊNCIA

Os problemas de sono mais frequentes em crianças pequenas são as dificuldades de iniciar e manter o sono. Essas queixas são referidas como problemas no momento de dormir e despertares noturnos (Meltzer & Mindell, 2014).

Problemas no momento de dormir

Problemas no momento de dormir são caracterizados pela resistência a ir para a cama, permanecer nela ou se negar a participar da rotina pré-sono. Assim, é frequente as crianças relutarem para ir para a cama ou atrasar esse momento com repetidas requisições (p. ex., mais uma história ou um beijo a mais) (Durand, 2008; Moore, 2010;

Owens, 2008).

Esses problemas iniciam quando as crianças buscam independência e testam os limites de seus cuidadores, o que é extremamente comum durante o seu desenvolvimento. Contudo, à noite, muitos pais encontram dificuldades no manejo de tais comportamentos, o que leva a inconsistências na rotina pré-sono e no estabelecimento de limites, e, consequentemente, os problemas no momento de dormir emergem (Mindell &

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Medium 9788553172009

8.6. Pressupostos processuais

Cícero Robson Coimbra Neves Editora Saraiva PDF Criptografado

8.5.2. C ondições

específicas

As condições genéricas da ação penal militar condenatória, como referido acima, dizem respeito a todas as ações penais dessa natureza. Entretanto, condições outras há, previstas no ordenamento jurídico, em que especificamente naquele crime ou naquele caso, condições especiais para a deflagração da ação penal são exigidas, surgindo as condições específicas da ação penal militar, condições de procedibilidade.

São exemplos no Direito Castrense: a) a necessidade de representação do ofendido nos crimes de ação penal pública condicionada, para aqueles que a aceitam no processo penal militar após o advento da Lei n. 13.491/17, ou para os que aceitam a aplicação da Lei n.

9.099/95 na Justiça Militar; b) requisição do Ministro da Justiça ou do Ministro da Defesa (ou do

Comandante da Força, para quem assim concebe), nos casos dos crimes dos arts. 136 a 141 do Código Penal Militar; c) autorização da Câmara dos Deputados por dois terços de seus membros para a deflagração de processo contra o Presidente da República em prática de crime militar relacionado ao exercício do cargo, mas que não configure crime de responsabilidade; com o paralelismo necessário, também no caso do

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Medium 9788547228507

18. Elementos dos negócios jurídicos

Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus Maluf, Carlos Alberto Dabus Maluf Editora Saraiva PDF Criptografado

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Elementos dos negócios jurídicos

Quanto aos seus elementos constitutivos, os jurisconsultos romanos não chegaram a elaborar teoria sobre os negócios jurídicos, parecendo mesmo que não tiveram expressão técnica para designar a ideia do negócio jurídico.

Contudo, descortinaram seus elementos integrantes, que se dividem em: essentialia negotii, naturalia negotii e accidentalia negotii, presentes até hoje na doutrina civil contemporânea.

Os primeiros (essentialia negotii) são os elementos essenciais, a estrutura do negócio, que lhe formam a substância e sem os quais o ato negocial não existe.

Numa compra e venda, por exemplo, os elementos essenciais são a coisa, o preço e o consentimento. Faltando um deles, o negócio jurídico não existe; os segundos, os elementos naturais (naturalia negotii), são as consequências que decorrem do próprio negócio, sem necessidade de expressa menção. Na compra e venda, por exemplo, são elementos naturais, resultantes do próprio negócio, a obrigação que tem o vendedor de responder pelos vícios redibitórios, como dispõe o art. 441 do CC e pelos riscos da evicção, presentes no art. 447 do CC; os terceiros (accidentalia negotii), os elementos acidentais, são estipulações que facultativamente se adicionam ao ato para modificar-lhe uma ou algumas de suas consequências naturais, como a condição, o termo e o modo, ou encargo, presentes nos arts. 121, 131 e 136 do CC, o pactum de non praestanda evictione, previsto no art. 448 do CC, o prazo para entregar a coisa ou pagar o preço; a cláusula penal. Não são essenciais nem aos negócios jurídicos em geral, nem aos específicos, e consistem na introdução de algumas cláusulas que têm o escopo fundamental de melhor ajustar o ato aos interesses em questão.

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Medium 9788527732901

1 - Anatomia dos Tecidos Periodontais

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Anatomia dos Tecidos

Periodontais

Jan Lindhe,1 Thorkild Karring2 e Maurício Araújo3

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

2

Department of Periodontology and Oral Gerontology, Royal Dental College, University of Aarhus, Aarhus, Dinamarca

3

Departamento de Odontologia, Universidade Estadual de Maringá, Paraná, Brasil

1

Introdução

��

Este capítulo apresenta uma breve descrição das características do periodonto normal. Presume-se que o leitor tenha conhecimentos prévios da embriologia e da histologia orais.

O periodonto (peri = em torno de; odonto = dente) compreende os seguintes tecidos: (1) a gengiva (G), (2) o liga­ mento periodontal (PL; do inglês, periodontal ligament), (3) o cemento radicular (RC; do inglês, root cementum) e (4) o osso alveolar propriamente dito (ABP; do inglês, alveolar bone proper) (Figura 1.1). O ABP recobre o alvéolo dentário e é contínuo com o osso alveolar (AB; do inglês, alveolar bone); nas radiografias, é visua­lizado como uma lâmina dura. O processo alveolar, que se estende do osso basal da maxila e da mandíbula, consiste no osso alveolar e no osso alveolar propriamente dito.

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Medium 9788527732840

51 - Doenças Dermatológicas

MACDONALD, Mhairi G.; SESHIA, Mary M. K. Grupo Gen PDF Criptografado

51

Doenças Dermatológicas

James G. Dinulos

Introdução

A pele, como órgão, desempenha funções essenciais à sobrevida do in­di­ví­duo e pode ser um indicador da saú­de geral do recémnascido (RN) (1). Em nenhum outro momento da vida, essas funções são tão evidentes quanto no RN, que está começando a adaptar-se à vida fora do útero. As anormalidades da pele podem causar extrema angústia e sofrimento aos pais, e é importante que os profissionais de saú­de consigam distinguir entre doen­ças cutâ­ neas preocupantes e banais no RN. Para ajudar nesse processo, este capítulo oferece uma revisão dos conhecimentos básicos da estrutura e do desenvolvimento da pele, das técnicas de exame de pele e do reconhecimento e tratamento das doen­ças cutâ­neas importantes no RN.

Desenvolvimento, Estrutura e Função da Pele

A pele é composta por três camadas anatômicas: a epiderme, a derme e a gordura; e por três anexos: pelos, unhas e glândulas. A formação dessas camadas e suas estruturas a partir dos tecidos embrionários primitivos ocorre de modo previsível e sequencial.

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