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Capítulo 2 - História e Uso do Guide

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 2

HISTÓRIA E USO DO GUIDE

Gary Brooks

Lawrence P. Cahalin

INTRODUÇÃO

O Guide to Physical Therapist Practice é uma importante publicação para a comunidade fisioterapêutica nacional e internacional. Ele foi desenvolvido devido à necessidade de definição de regras mais adequadas para o fisioterapeuta no contexto das mudanças no cuidado com a saúde.1-8 Jules

Rothstein, editor do jornal Physical Therapy, apresentou sua opinião sobre o Guide em dois editoriais que precederam a publicação da primeira e da segunda edições.3,4 O Quadro 2.1 mostra uma visão geral de alguns dos comentários feitos pelo

Dr. Rothstein, incluindo a seguinte definição do Guide: essa obra, apesar de seu prestígio, não é específica (esclarece dúvidas por meio do uso de modelos definidos de forma ampla).

Segundo ele, o Guide é “a primeira informação que mais se aproxima do que fazemos e do que devemos fazer... e possivelmente do que podemos fazer”.3,4 O Dr. Rothstein concluiu seu editorial declarando que há necessidade: (1) de buscar uma abordagem mais estreita (desenvolver modelos que sejam menos amplos e tenham mais especificidade) em futuras versões do Guide; (2) de diálogo entre todos os clínicos sobre suas conclusões em relação ao Guide, especificando se este contribui ou não para sua prática; e (3) de esclarecimento de itens particulares ou de sua mudança no futuro.3

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Capítulo 16 | O pós-modernismo e a virada linguística

Peter Lambert, Phillipp Schofield Grupo A PDF Criptografado

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O PÓS-MODERNISMO E A VIRADA LINGUÍSTICA

Michael Roberts

A expressão “pós-moderno” foi usada a partir da década de 1930 para definir um estilo, especificamente um afastamento das linhas definidas do “estilo internacional” predominante anteriormente na arquitetura. O modernismo floresceu entre as guerras, quando o compromisso com o uso de novas técnicas e materiais para atender às necessidades de moradia para massas fez com que os antigos estilos de construção parecessem redundantes e elevou a arquitetura feita por máquinas a um princípio estético. Sua adaptação às necessidades de uma economia empresarial que ressurgia depois da guerra gerou uma reação. A nova abordagem pós-moderna se baseou na confusão cada vez maior de imagens que transbordava da afluência dos consumidores contemporâneos, na justaposição discordante de velhos signos e símbolos com os mais novos. Um dos primeiros tratados sobre o novo estilo, a obra de Robert Venturi, adequadamente intitulada de Complexidade e contradição em arquitetura (1966), celebrava a “vitalidade desordenada em detrimento da unidade óbvia”. Os arquitetos pós-modernistas gostavam de enfatizar a fachada de um prédio, em vez de sua estrutura, e usar alusões históricas em fragmentos e detalhes no projeto.1 Enquanto isso, sociólogos como Daniel Bell estavam estudando “a sociedade pós-industrial ... uma sociedade que passou de uma etapa de produção de bens a uma sociedade de serviços”. No mesmo ano, 1959, C.

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CRIMES PREVIDENCIÁRIOS

Andre Studart Leitão, Augusto Grieco S. Meirinho Editora Saraiva PDF Criptografado

serão computadas como tempo de contribuição para efeito de aposentadoria, ainda que comprovado o exercício de atividade abrangida pela previdência social.

573. (ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – CESPE – 2016) Flávia contribuiu para o RGPS durante seis anos, após os quais deixou de contribuir e perdeu a qualidade de segurada.

Nessa situação, caso volte a contribuir para o RGPS, Flávia não poderá computar esses seis anos para efeito de aposentadoria por tempo de contribuição.

574. (TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL – FCC – 2012) Em relação à comprovação da inexistência de débito perante a Previdência Social, é correto afirmar que a regularidade fiscal é indispensável para a contratação com o Poder Público.

575. (TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL – FCC – 2012) Em relação à comprovação da inexistência de débito perante a Previdência Social, é correto afirmar que não é exigida na alienação pela empresa, de bem imóvel ou direito a ele relativo.

576. (TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL – FCC – 2012) Em relação à comprovação da inexistência de débito perante a Previdência Social, é correto afirmar que impede a cobrança de débitos previdenciários apurados posteriormente à emissão da Certidão Negativa de

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1. Dados sobre o Brasil

Pedro A. Morettin, Wilton de O. Bussab Editora Saraiva PDF Criptografado

C o njunt o s

d e

D a d o s

A seguir apresentamos vários conjuntos de dados, que serão referenciados no texto pela sigla CD acompanhada de um nome identificador.

CD-Brasil: Dados sobre o Brasil

CD-Municípios: Populações de Municípios do Brasil

CD-Notas: Notas em Estatística

CD-Poluição: Dados de Poluição de São Paulo

CD-Temperaturas: Temperaturas Médias Mensais

CD-Salários: Salários para Quatro Profissões

CD-Veículos: Estatísticas sobre Veículos

CD-PIB: Produto Interno Bruto do Brasil

CD-Mercado: Preços de Ações da Telebrás e IBOVESPA

CD-Placa: Índices de Placa Bacteriana

1.  Dados sobre o Brasil

Dados de superfície (em km2), população estimada e densidade (hab/km2) das unidades federativas (UF) do Brasil, por região.

Regiões

Norte

UF

RO

AC

AM

RR

PA

AP

TO

Subtot.

Nordeste

MA

PI

CE

RN

PB

PE

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14 PRAZO EM DOBRO PARA O TRÁFICO DE ENTORPECENTES

Victor Eduardo Rios Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

Legislação Penal Especial

14 PRAZO EM DOBRO PARA O TRÁFICO DE ENTORPECENTES

O art. 10 da Lei dos Crimes Hediondos continha regra determinando que, a partir de sua entrada em vigor, os prazos previstos na Lei n. 6.368/76 (antiga Lei Antitóxicos), para apuração do crime de tráfico, passariam a ser contados em dobro. Essa regra perdeu o sentido após a aprovação da Lei n. 11.343/2006 (Lei Antidrogas), que estabeleceu novos prazos procedimentais para a apuração do tráfico (v. tópico 3 do Cap. II).

15 Prioridade de tramitação

De acordo com o art. 394-A do Código de Processo Penal, introduzido pela Lei n. 13.285/2016, os processos que apurem a prática de crime hediondo terão prioridade de tramitação em todas as instâncias.

Quadro sinótico – Crimes hediondos

Rol dos crimes hediondos

O rol dos crimes de natureza hedionda é taxativamente previsto no art. 1º da

Lei n. 8.072/90: a) homicídio quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente; b) homicídio qualificado; c) lesão corporal dolosa de natureza gravíssima (art. 129, § 2º) e lesão corporal seguida de morte (art. 129, § 3º), quando praticadas contra autoridade ou agente descrito nos arts. 142 e 144 da Constituição Federal, integrantes do sistema prisional e da Força Nacional de Segurança Pública, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau, em razão dessa condição. d) latrocínio; e) extorsão qualificada pelo resultado morte; f) extorsão mediante sequestro simples e em suas formas qualificadas; g) estupro simples e qualificado pela lesão grave ou morte; h) estupro de vulnerável em sua forma simples ou qualificada pela lesão grave ou morte; i) epidemia com resultado morte; j) falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; k) favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável; l) genocídio; m) posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

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