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Capítulo 10 - Instrumentos de Avaliação de Uso na Infância e Adolescência

Clarice Gorenstein, Yuan-Pang Wang, Ines Hungerbühler Grupo A PDF Criptografado

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE

USO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

[ 10 ]

Ana Soledade Graeff-Martins, Bacy Fleitlich-Bilyk

O uso de métodos epidemiológicos em psiquiatria da infância e adolescência é relativamente r­ ecente,1 mas, ainda assim, já estão disponíveis muitos instrumentos de avaliação em saúde mental desenvolvidos especificamente para essa população.2

Uma particularidade dos instrumentos usados em crianças e adolescentes é que muitos deles não podem ser respondidos apenas (ou simplesmente não podem ser respondidos) pelo próprio jovem.

A impressão de pais e/ou professores é tão ou mais importante que a do indivíduo, e, em geral, há discordância entre os diferentes pontos de vista. 3

Não há consenso na literatura sobre a melhor maneira de considerar as diversas opiniões, 3 o que parece ser fonte importante de variabilidade entre estudos.4

Nesta seção, serão apresentados ­instrumentos de uso na infância e adolescência, incluindo entrevistas diagnósticas (K-SADS, DAWBA), inventário de sintomas (CBCL), escalas de sintomas específicos (para depressão, ansiedade, bulimia, transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, transtornos do espectro autista) e instrumentos para avaliação de qualidade de vida e de experiên­ cias traumáticas.

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Medium 9788565837637

Conclusão | Finais, começos e você

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

CONCLUSÃO

FINAIS, COMEÇOS E VOCÊ

E

ste livro vai acabar daqui a algumas páginas. Embora pareça um final, na verdade representa um novo começo em sua jornada de estimular um movimento de serviço em parceria com seu pessoal e com seus clientes. Antes de examinarmos maneiras de personalizar a aplicação da sabedoria não convencional da Zappos em seu ambiente, vamos examinar as oportunidades e os desafios que a própria Zappos enfrenta num futuro próximo.

No período de uma década, os líderes da Zappos tiveram uma ideia simples e a transformaram em um negócio de bilhões de dólares em serviço, cultura e satisfação garantida. Ao mesmo tempo em que esse rápido sucesso

é digno de nota no contexto geral de longevidade da empresa, ela é relativamente jovem. Quando penso nas realizações da Zappos, as palavras de

Winston Churchill vêm a minha mente quando este sugere que o fracasso não é inevitável nem o sucesso, para sempre. Os líderes da Zappos administraram bem alguns fracassos, mas restam perguntas sobre como eles administrarão seu extraordinário sucesso.

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Medium 9788530978099

Capítulo 23 – JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS (LEI 9.099/1995)

MONTENEGRO FILHO, Misael Grupo Gen PDF Criptografado

23

JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS

(LEI 9.099/1995)

23.1 CRITÉRIOS INFORMATIVOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS

Os Juizados Especiais Cíveis são orientados pelos princípios da oralidade, da informalidade, da economia processual e da celeridade, buscando, sempre que possível, a conciliação. A adoção desses critérios explica, por exemplo:

(a) A possibilidade de apresentação de defesa oral, na audiência de instrução e julgamento.

(b) A proibição da oposição da reconvenção.

(c) A redução do prazo para a interposição da apelação (conhecida como recurso inominado), para dez dias (diferentemente do CPC, que garante o prazo de quinze dias para a interposição da apelação).

(d) A proibição da oposição de qualquer modalidade de intervenção de terceiro e da assistência.

23.2 COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS

Os Juizados Especiais Cíveis detêm competência para processar e julgar as causas de menor complexidade jurídica. Quanto a isso, a Lei 9.099/1995 as definiu utilizando dois critérios: valor da causa e matéria. Assim, podem ser propostas nos Juizados as ações:

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Medium 9788582601778

Introdução aos Estudos de Caso: Rumo a uma Arquitetura Neovernacular

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE CASO:

RUMO A UMA ARQUITETURA NEOVERNACULAR

Os estudos de casos a seguir foram coletados entre amigos, colegas e entusiastas das ecohouses de todo o mundo. No começo de cada estudo de caso, há um gráfico de Nicol mostrando o clima. Nele, estão registradas a temperatura máxima média, a temperatura mínima média e a temperatura de conforto para a população local adaptada ao clima. As temperaturas de conforto são para edificações com ventilação natural e para a população nativa. Elas geralmente são mais precisas para as temperaturas de verão, e os proprietários de cada casa escolhem a temperatura de conforto para o inverno que preferem, baseados em muitos fatores. Cada caso é brevemente descrito, sendo suas principais características listadas e explicadas. São incluídos os erros e as lições aprendidas, para o benefício do leitor. Os estudos de caso como um todo mostram claramente que:

1. O tempo passa. O projeto solar e de ecohouses vem progredindo constantemente desde os anos

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Medium 9788582602171

Design social: Como entregar um impacto social positivo

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quem são os designers de serviços?

DESIGN SOCIAL:

COMO ENTREGAR UM IMPACTO

SOCIAL POSITIVO

KATE ANDREWS

Intencionalmente ou não, o design e seus processos formaram e moldaram o mundo em que vivemos. O design cerca a vida cotidiana de tal maneira que os designers e seus processos tornaram-se, em grande parte, invisíveis, amplamente mal-entendidos e, subsequentemente, subvalorizados pela sociedade. O design de serviços desempenha um importante papel para mudar velhas percepções, decompondo noções preconcebidas sobre criatividade e ilustrando ativamente a aplicação social significativa e mais ampla do design, além de envolvendo mais pessoas no processo de design.

É comum ver graduandos em design, em sua exposição de formatura, sem nada para ilustrar seus três ou quatro anos de conhecimento, desenvolvimento e produção visual e física, a não ser o painel de 1m2 que estão expondo. Essas limitações talvez gerem uma autoconfiança ingênua de que algum profissional do mercado possa reconhecer a combinação de suas boas notas com a profundidade e o sentido do trabalho que o aluno está expondo.

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