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15. Exercícios terapêuticos para tendinopatia

HOUGLUM, Peggy A. Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Exercícios terapêuticos para tendinopatia

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. Definir tendinopatia.

2. Discutir as várias etiologias da tendinopatia.

3. Explicar a resposta inflamatória dos tendões.

4. Identificar os parâmetros que governam o tratamento inicial para tendinopatia.

5. Descrever a progressão de um programa de tratamento da tendinopatia.

Exercicio terapeutico cap. 15.indd 429

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Parte III | Aplicações gerais dos exercícios terapêuticos

Ao longo de sua carreira, Ella Bella tem atendido muitos atletas com tendinopatia. Por mais que ela insista com os atletas para avisarem logo no início se surgirem sintomas de tendinopatia, parece que eles sempre esperam até que o problema se torne mais difícil de tratar do que seria caso o tratamento começasse nos estágios iniciais da condição.

Ella sabe que a tendinopatia não pode ser tratada do mesmo modo que as lesões agudas, em especial durante o estágio inicial do atendimento.

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28 Toxocaríase, Angiostrongilíase

REY, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

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Toxocaríase, Angiostrongilíase

TOXOCARÍASE

O parasito: Toxocara canis

Patologia da toxocaríase humana

Sintomatologia

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

LAGOQUILASCARÍASE

O parasito: Lagochylascaris minor

A doença no homem

Epidemiologia e profilaxia

ANGIOSTRONGILÍASE

Morfologia e biologia de Angiostrongylus costaricensis

Patologia da angiostrongilíase

A doença no homem

Epidemiologia e controle

Reunimos neste capítulo três zoonoses que raramente afetam o homem mas que podem produzir doenças graves, quando ocorre. Elas são devidas a infecções ocasionais de crianças ou adultos por nematoides da família Ascarididae — Toxocara canis e Lagochilascaris minor — e da família Angiostrongylidae

— Angiostrongylus costaricensis (ver Quadro 2.4).

lábios que precedem a boca, possuem duas expansões cervicais em forma de aletas (Fig. 28.1).

As fêmeas põem 2 milhões de ovos por dia no período mais fértil de sua existência, caindo a produção para 200.000 ovos por dia, em média, do oitavo mês até o fim da vida.

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12. Zwischenzug

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

12

Zwischenzug

S

empre me disseram que o xadrez é um esporte difícil para os americanos porque sua linguagem é muito “européia”. Além da luta com termos do tipo zugzwang, en passant e en prise, é preciso enfrentar os nomes dos jogadores, que são verdadeiros trava-línguas. Nomes como Dzindzihashvili, Nimzovich e Ljubojevic dificultam ainda mais a compreensão do jogo. Como qualquer outro esporte, o xadrez exige prática. No tempo certo, termos antes muito estranhos parecerão absolutamente naturais, e os nomes serão pronunciados tão facilmente quanto os de velhos amigos. Logo você vai acrescentar seu próprio jargão ao corpo clássico dos termos do xadrez.

Tomemos a tática zwischenzug como exemplo. Essa é uma palavra alemã que significa lance intermediário. No linguajar norte-americano, transformou-se em intermezzo (intermediário), zwischy e assim por diante.

A idéia embutida nesse termo é simples. Imagine que você esteja pensando em iniciar uma seqüência de trocas que seguem mais ou menos assim: “Eu capturo, ele captura, eu capturo, ele captura e, então, eu ganho um peão”. Parece uma boa idéia, não parece? Você coloca sua idéia em prática, mas o resultado é o seguinte: “Eu capturo, ele captura, eu capturo, ele dá um xeque? O.k., não tem problema, eu simplesmente movo meu Rei. Oh, não. Agora ele captura com um xeque! Xiiii.” O que aconteceu? Você foi vítima de um zwischenzug. Seu adversário usou um lance furtivo antes da recaptura prevista. Os advogados dizem que não se deve nunca fazer à vítima uma pergunta cuja resposta não se sabe. Bem, zwischenzugs são as réplicas inesperadas do xadrez. Em geral (mas não sempre) são xeques.

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5.2. A gênese do constitucionalismo brasileiro

NUNES JUNIOR, Flávio Martins Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

240

Curso de Direito Constitucional

5.2.  A gênese do constitucionalismo brasileiro

Podemos afirmar, como o faz Afonso Arinos de Melo Franco, que o pensamento mais avançado do Brasil, no final do século XVII, era republicano, antiaristocrático, o que pode ser extraído, por exemplo, da Inconfidência Mineira, ocorrida entre 1788 e 1789, influenciada pelo movimento de independência norte-americana4.

Com a chegada da Corte lusitana a terras brasileiras, o incipiente constitucionalismo brasileiro foi alimentado por acontecimentos vindos de além-mar: a Constituição espanhola (Constituição de Cádiz, de 1812) e a Revolução Constitucionalista do

Porto, de 18205.

Com a conquista da Espanha por Napoleão e a consequente subida ao trono de

José Bonaparte, em 1808, o rei espanhol Fernando VII deixou-se prender, destronar e exilar na França (ao contrário da corte portuguesa, que fugiu da Europa). A resistência espanhola contra os invasores não foi liderada pelo rei, mas fruto do levantamento espontâneo do povo, com o auxílio da Inglaterra. Foram reunidas as Cortes Constituintes de Cádiz, em 24 de setembro de 1810, cujo trabalho foi concluído em 18 de março de 1812, em 384 artigos, de uma nova e minuciosa Constituição. Assim resume a Constituição de Cádiz o mestre Afonso Arinos: “o texto, embora monárquico, incorporava as garantias constitucionais do mais avançado pensamento liberal. Com efeito, os dogmas principais da doutrina democrática clássica, vitoriosos desde as obras de Locke e Montesquieu, se encontram na Constituição de Cádiz. O art. 3º declarava que ‘a soberania residia essencialmente na nação e, portanto competia exclusivamente a esta o direito de estabelecer as suas leis fundamentais’. O art. 14 dispunha que o governo espanhol era ‘uma Monarquia moderada’ (portanto, do tipo inglês, e não absoluta, tal como a anterior, da Espanha). O art. 371 determinava que

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Capítulo 8 - Gestão de pesquisa e desenvolvimento

Paul J. Trott Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Gestão de pesquisa e desenvolvimento

Introdução

A gestão de pesquisa e desenvolvimento (P&D) foi e, em alguns casos, ainda é vista como uma forma de apólice de seguro. As empresas que não realizaram nada com relação à P&D eram consideradas pobres ou irresponsáveis. A “razão de ser”

(raison d’être) da P&D industrial era gerar oportunidades que o negócio pudesse explorar por meio da aplicação de ciência e tecnologia. Contudo, atualmente, P&D

é vista em um contexto de aquisição de tecnologia muito mais amplo. É discutível até que ponto uma empresa pode adquirir tecnologia sem nada de pesquisa e desenvolvimento tecnológico interno. No final deste capítulo, há um estudo de caso contando a história do desenvolvimento do medicamento Viagra. Tal estudo de caso ajuda a ilustrar o importante papel dado à P&D em indústrias de tecnologia intensiva. Ele mostra, também, o importante papel exercido pelo marketing na transformação do produto em sucesso.

Sumário do capítulo

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