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Medium 9788577805563

37. Relatividade

Knight, Radall Grupo A PDF Criptografado

37 Relatividade

Estas são as ferramentas fundamentais para aprendermos sobre o espaço e o tempo.

O espaço e o tempo parecem ser conceitos simples. Você consegue medir distâncias

᭤ Olhando adiante

O objetivo do Capítulo 37 é compreender como a teoria da relatividade de Einstein mudou nossos conceitos sobre o espaço e o tempo.

Neste capítulo, você aprenderá a:

■ Usar o princípio da relatividade.

■ Compreender como a dilatação

temporal e a contração espacial mudam nossa concepção acerca do que são o espaço e o tempo.

■ Usar as transformações de Lorentz para posições e velocidades.

■ Calcular a quantidade de momentum linear e de energia.

■ Compreender como massa e energia são equivalentes.

᭣ Em retrospectiva

Os tópicos apresentados neste capítulo dependem da compreensão do movimento relativo na mecânica

Newtoniana. Revise:

■ Seção 4.4 Referenciais inerciais e

transformações de Galileu.

por meio de uma régua ou de uma trena. Com um cronômetro é possível registrar o tempo de ocorrência de eventos. Nada poderia ser mais simples.

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Medium 9788521635024

CAPÍTULO 9 Energia translacional, rotacional e vibracional

CHABAY, Ruth W.; SHERWOOD, Bruce A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Ro t a ç ã

o

ão

ç

Vibra

Energia translacional, rotacional e vibracional

CM

Tran slaç

ão

OBJETIVOS

Após estudar este capítulo, você deve ser capaz de

Analisar a energia cinética de um sistema de muitas partículas em termos de sua energia cinética de translação e da energia cinética relativa ao centro de massa.

Obter informação sobre as formas específicas de energia interna de um sistema, combinando os resultados da modelagem de um sistema de partículas em termos de uma partícula pontual e da modelagem em termos de um sistema extenso.

Imagine que você arremessa um disco (como um Frisbee® ) de 140 g de massa de maneira que ao se soltar de sua mão ele tenha a velocidade escalar de 15 m/s. Qual é a energia cinética do disco?

Essa parece uma pergunta simples, mas a verdade é que não temos informação suficiente para respondê-la, pois o movimento do disco é complicado — além de se deslocar no ar, o disco também gira em torno de seu centro. A energia cinética associada ao movimento do centro de massa do objeto é chamada de “energia cinética de translação”, porque em matemática uma “translação” é uma função que efetua o mesmo deslocamento de cada um dos pontos do objeto, em uma direção bem definida. Além da energia cinética de translação, o disco girante também possui energia cinética de rotação, associada à rotação dos átomos do disco em torno do centro do disco. Se, em vez de um disco, tivéssemos duas bolas ligadas por uma mola, poderia haver também a oscilação da mola durante a trajetória no ar — o objeto teria também energia cinética de vibração.

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Medium 9788530973940

PARTE VIII – Capítulo 1 – Ação Rescisória

ROQUE, Nathaly Campitelli Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Ação Rescisória

1. Considerações iniciais e definição. É ação de processo de conhecimento, que se desenvolve por procedimento especial, de competência da instância recursal, a qual se presta a desconstituir coisa julgada formada, por haver na demanda ou na própria decisão os vícios previstos em lei.

2. Legitimidade (artigo 967, CPC): a) quem foi parte no processo ou o seu sucessor a título universal ou singular; b) o terceiro juridicamente interessado; c) o Ministério Público: i) se não foi ouvido no processo em que lhe era obrigatória a intervenção; ii) quando a decisão rescindenda é o efeito de simulação ou de colusão das partes, a fim de fraudar a lei; iii) em outros casos em que se imponha sua atuação; d) aquele que não foi ouvido no processo em que lhe era obrigatória a intervenção. nte

Importa

O Ministério Público atuará no processamento da ação rescisória, caso se constate uma das hipóteses do art. 178, CPC.

3. Competência. Pode ser sintetizada no quadro abaixo:

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Medium 9788547210557

ANEXOS

Andre Estefam Editora Saraiva PDF Criptografado

ANEXOS

Julgados do Supremo Tribunal Federal acerca do art. 235 do Código Penal Militar

Foram examinados nove acórdãos, obtidos em consulta perante o sítio eletrônico do Pretório Excelso, verificando-se que apenas o mais re‑ cente envolvia conduta heterossexual (e, por certo, foi objeto de persecu‑

ção criminal por atentar contra a liberdade sexual da ofendida, pois, em‑ bora tenha o ato sido tipificado no art. 235 do Código Penal Militar, cuidava-se de comportamento efetivado sem o consentimento da vítima).

Seguem-se, abaixo, os julgados, organizados em ordem cronológica.

Caso 1

No caso abaixo, o paciente fora condenado, com base na anterior legis‑ lação penal militar, pelo crime de “pederastia passiva” e pleiteava ao Supre‑ mo Tribunal Federal a concessão de habeas corpus para anular a condena‑

ção, por ausência de justa causa, alegando não ter o laudo de exame pericial confirmado o ato e inexistir testemunha presencial. O Tribunal denegou a ordem, sob o fundamento de que exigiria reexame aprofundado de prova, postura incompatível com o rito da ação constitucional impetrada.

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Medium 9788553609178

2 Submissão à falência

TOMAZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

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CURSO DE DIREITO EMPRESARIAL

devedor4. De modo similar, Carlos Alberto Farracha de Castro assevera que a Constitui‑

ção Federal elenca como princípios a livre iniciativa e a valorização do trabalho humano, sem distinguir atividades empresárias e não empresárias, logo, não há motivo para tal distinção de tratamento da insolvência5. Apesar das acertadas críticas, deve­‑se limitar a aplicação da falência aos empresários individuais e às sociedades empresárias em razão do que dispõe a Lei n. 11.101/2005.

2

Submissão à falência

Diante do atual panorama legislativo, pode vir a falir quem exerce profissionalmen‑ te atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou serviços

(conceito do Código Civil de 2002, art. 966 – no mesmo sentido do art. 2.082 – Código

Civil italiano), vale dizer, o sujeito de direito que exerce a empresa está sujeito à falência.

Reitere­‑se que dentro desse conceito temos dois tipos de sujeitos, a princípio, submetidos

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