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Medium 9788541204415

2 Citologia Prática

RHODES, Karen Helton; WERNER, Alexander H. Grupo Gen PDF Criptografado

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Capítulo 2 | Citologia Prática                    15

Citologia Prática

Capítulo

Karen Helton Rhodes

Panorama

A citologia cutâ­nea é um recurso diagnóstico essencial. Amostras devem ser obtidas em praticamente todos os casos dermatológicos. Os aspectos técnicos da coleta de amostras e a preparação de lâminas têm valor crítico na interpretação. Raspados cutâ­neos e tricogramas, swabs/esfregaços óticos, esfregaços por impressão direta, aspirado com agulha fina e amostras preparadas a partir de fita adesiva são as técnicas citológicas mais frequentemente empregadas em dermatologia.

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Raspados cutâ­neos │

Amostra superficial

Em geral, é a amostra usada para diagnosticar infestações por Sarcoptes, Notoedres, Cheyletiella,

Demodex gatoi, Demodex cornei e Otodectes.

Deve-se:

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Selecionar a pele com lesão

Colocar uma pequena quantidade de

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Medium 9788547202828

ABREVIATURAS

REZEK, Francisco Editora Saraiva PDF Criptografado

ABREVIATURAS

I — TEXTOS PRINCIPAIS

Accioly — Tratado de direito internacional público, de Hildebrando

Accioly, Rio de Janeiro, MRE, 1956-1957 (3 v.).

Consultas — Conselho de Estado (1842-1889): Consultas da Seção dos

Negócios Estrangeiros, Brasília, Câmara dos Deputados/

MRE, 1978-1981 (4 v., cobrindo o período 1842-1857 e nova série editada pela Fundação Alexandre de Gusmão).

McNair

— The law of treaties, de Arnold Duncan McNair, Oxford,

Clarendon Press, 1961.

O’Connell

— International law, de Daniel Patrick O’Connell, Londres,

Stevens & Sons, 1970 (2 v.).

Oliveira

— Atos diplomáticos do Brasil (até 1912), coordenados e ano­ tados por José Manoel Cardoso de Oliveira, Rio de Janeiro,

Jornal do Comércio, 1912 (2 v.).

Pareceres

— Pareceres dos consultores jurídicos do Ministério das Re­ lações Exteriores, Rio de Janeiro, MRE, 1956-1957 (4 v.);

Brasília, MRE, 1903 a 2000 (9 v.).

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Medium 9788527734264

9 - Exercício da Enfermagem e Normas Penais e Éticas

OGUISSO, Taka; SCHMIDT, Maria José Grupo Gen PDF Criptografado

9

Exercício da Enfermagem e Normas Penais e Éticas

Maria José Schmidt, Taka Oguisso e Antonio Carlos Vieira da Silva

Introdução

Acidentes cirúrgicos, anestésicos e de tratamentos têm-se repetido com alguma frequência e, quando descobertos pelos meios de comunicação, produzem intensa repercussão.

Nos distritos policiais e nos fóruns cíveis e criminais tem aumentado o número de denúncias e demandas judiciais contra profissionais da saúde e organizações hospitalares, principalmente sob a acusação de negligência, erros médicos e omissão de socorro. Possivelmente, não existem mais erros médicos hoje do que antigamente; a diferença é que a população está mais alerta, pois, além de não aceitar resignada e passivamente qualquer ocorrência que cause danos físicos ou pessoais, busca maiores esclarecimentos, e com isso os incidentes são mais divulgados.

Diante dessa realidade, é necessário que não só o médico, alvo principal das acusações, prepare-se para assumir a respectiva parcela de responsabilidade em uma eventual ocorrência, mas também todos os membros da equipe multiprofissional de saúde. Isso porque a complexidade atual da assistência à saúde requer o concurso de muitos profissionais de áreas diferentes para atuarem coletivamente em função do paciente.

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Medium 9788580552980

Caso 27

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 27

Uma mulher de 27 anos, G3P0020, com 32 semanas de gestação, apresenta-se na unidade obstétrica por fadiga e letargia. A paciente tem história de diabetes tipo 1 há 12 anos. Ela nega hipertensão, retinopatia e doença renal. A história obstétrica é significativa, em função de duas perdas de gravidez no primeiro trimestre há um e três anos. As medicações incluem insulina subcutânea duas vezes ao dia. Ao exame, a PA é 84/44 mmHg, a FC, 120 bpm e a FR,

32 ipm. Ela parece sonolenta e confusa. As mucosas estão ressecadas. A urina na tira reagente mostra gravidade específica de 1,030, glicose 4+ e cetonas

3+. A glicose pelo glicosímetro é 280 mg/dL. O traçado da CTG é observado a seguir (Fig. 27.1).

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual é o próximo passo na terapia para essa paciente?

 O que o traçado da CTG indica?

 Qual é o melhor manejo para a gravidez?

Toy - Ginecologia e Obstetrícia.indd 229

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Medium 9788502634077

27. ADOÇÃO

MONTEIRO, Washington de Barros; SILVA, Regina Beatriz Tavares da Editora Saraiva PDF Criptografado

27. ADOÇÃO

HISTÓRICO. EVOLUÇÃO DO INSTITUTO. ESPÉ­

CIES E REQUISITOS. QUEM PODE ADOTAR.

PROCEDIMENTO. Irrevogabilidade e ori­ gem biológica. DISPOSIÇÕES ESPECIAIS. adoção internacional. NULIDADE DA

ADOÇÃO. EFEITOS SUCESSÓRIOS DA ADO­

ÇÃO. AVERBAÇÃO.

Histórico — No direito romano o instituto da adoção tinha sua origem mais remota no dever de perpetuar o culto doméstico. Como diz Fustel de Coulanges1, é nesse sentimento religioso que tinha o seu princípio. A mesma religião que obrigava o homem a casar, que concedia o divórcio no caso de esterilidade e que por morte prematura, ou impotência, substituía o marido por um parente, oferecia ainda à família último recurso para escapar à desgraça tão temida da extinção. Esse recurso era o direito de adotar.

Pela adoção, procurava o indivíduo sem posteridade obter fi­ lhos que lhe perpetuassem o nome e lhe assegurassem o culto do­ méstico, considerado entre os romanos como necessidade material dos que faleciam (adoptio est legitimus actus, naturam imitans, quo liberos nobis quaerimus).

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