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Capítulo 13 - Distribuição das Águas e Recursos Hídricos

José Henrique Popp Grupo Gen PDF Criptografado

Distribuição das Águas e Recursos Hídricos

13.1  Considerações Gerais

A água está distribuída na Terra nos três estados conhe‑ cidos: sólido, líquido e vapor, constituindo a hidrosfera. As temperaturas médias na superfície da Terra e em pequenas profundidades da crosta estão geralmente compreendidas entre 5° e 40 °C, condicionando dessa maneira a maior pro‑ porção da água no estado líquido (1.400 bilhões de tonela‑ das, 97,85 %). Nos polos e nas grandes altitudes, devido às temperaturas anuais situarem‑se predominantemente abaixo de 0 °C, a água encontra‑se no estado sólido (24.000.000 de km3, ou 30 bilhões de toneladas, 2,15 %). Na atmosfera, a água acha‑se no estado de vapor ou em fase de transição dentro do ciclo, pronta a transformar‑se em chuva ou neve

(0,001 %). Caso parte da água não estivesse retida nos polos sob a forma de gelo, o nível dos mares seria pelo menos 90 metros acima do atual. Uma parcela relativamente pequena ocupa parte da superfície dos continentes (cem vezes me‑ nos que aquela concentrada nos polos), constituindo os rios e lagos (0,010 %). Exceto por uma ínfima parcela de água proveniente do interior da crosta, por ocasião de atividades vulcânicas (água juvenil), a quantidade de água doce na Ter‑ ra é sempre a mesma (Fig. 13.1).

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Capítulo 21 - Breve História da Terra

José Henrique Popp Grupo Gen PDF Criptografado

Breve História da Terra

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Éon

Era

Período

Época

Holoceno (ou

Recente)

Pleistoceno

Neógeno

Plioceno

Mioceno

Terciário

Cenozoica

Quaternário

Fanerozoico

A origem da Terra está ligada à origem do sistema so‑ lar, dos demais planetas e de todas as estrelas. As galáxias constituem‑se de um número incontável de estrelas que pro‑ duzem energia e brilho de alta intensidade. Espaços interes­ telares de densidade variável são denominados “buracos negros”, de forte energia gravitacional, capazes de atrair e digerir qualquer matéria que se aproxime (Fig. 21.1). A Via

Láctea é a galáxia na qual se situam nosso sistema solar e nosso planeta, disperso entre milhares de outras galáxias.

Há 15 bilhões de anos toda a matéria e energia resu‑ miam‑se a um ponto com espaço relativamente pequeno, densidade e temperatura extremamente altas e com a matéria e a energia indistinguíveis. A partir desse ponto sem tempo ou espaço determinável houve a explosão que os físicos de‑ nominam Big Bang. A partir daí, a temperatura e a densidade da energia foram decrescendo, constituindo‑se a matéria. As primeiras galáxias surgiram há 12 bilhões de anos, e a nossa

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Parte I - 5. A Terceira Questão-chave da Economia: a Justiça Distributiva

José Paschoal Rossetti Grupo Gen PDF Criptografado

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A Terceira Questão-chave da

Economia: a Justiça Distributiva

Continua não atingida a meta mais importante de um sistema econômico, que é a de produzir uma quantidade suficiente de bens e serviços, capaz de satisfazer integralmente às aspirações diversificadas e por vezes conflitantes de todos os cidadãos. E a razão maior está em que a forma como se distribuem os resultados do esforço social de produção permanece como um dos mais importantes desafios de toda a humanidade.

JOHN LINDAUER

Macroeconomics

Livro Rossetti.indb 239

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Introdução à Economia • Rossetti

A justiça distributiva, terceira questão-chave da economia, trata de um dos mais complexos aspectos da realidade econômica: a repartição dos resultados do esforço social de produção. A complexidade desta questão resulta de múltiplos fatores. Os principais são:

�� Correlação contribuições-participação. São muito grandes, talvez mesmo intransponíveis, as dificuldades para se definir uma escala justa de participação de cada um dos agentes econômicos nos resultados da atividade produtiva. Conceitualmente, esta escala deverá estar correlacionada com as contribuições efetivas de cada um, reproduzindo uma estrutura compatível de remunerações e de acesso aos produtos gerados. As dificuldades decorrem de como avaliar as contribuições em relação ao valor agregado do produto social. Decorrem também de que as recompensas socialmente valorizadas podem não estar correlacionadas com o produto efetivamente realizado.

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PARTE V – Capítulo 13 – Recrutamento e seleção de pessoas

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Recrutamento e seleção de pessoas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar:

•• A finalidade e as etapas dos processos de recrutamento e seleção.

•• As fontes de recrutamento de candidatos.

•• Os procedimentos e as técnicas de recrutamento e seleção.

•• Os projetos de execução das atividades de recrutamento e seleção.

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Capítulo 13

INTRODUÇÃO

O processo de recrutamento e seleção (R&S), complementado por contratação e integração, objetiva encontrar, atrair e trazer para dentro da organização ou, de forma geral, para dentro de qualquer tipo de empreendimento, as pessoas que vão ocupar os postos necessários para a execução de tarefas, em caráter contínuo ou em regime de trabalho temporário.

•• Toda organização precisa de R&S pelo menos para repor as perdas inevitáveis, causadas por aposentadorias, demissões, transferências e outras movimentações, ou para atender emergencialmente ao surgimento de novas competências e profissões no mercado de trabalho. Com planejamento sistemático de recursos humanos, como vimos no capítulo anterior, alinhado com o planejamento corporativo, os processos de R&S tornam-se proativos e assumem a estatura de estratégias orientadas para a viabilização do modelo de negócios da organização ou de qualquer empreendimento.

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Capítulo 9 - Representação e avaliação

Robert V. Kozinets Grupo A PDF Criptografado

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Representação e avaliação

Resumo

As normas de avaliação para pesquisa qualitativa e etnografia não são claras e isso pode causar considerável confusão. Neste capítulo, você vai aprender sobre as questões de representação que confrontam o netnógrafo pronto para apresentar ou publicar descobertas. Dez normas de avaliação são recomendadas para a avaliação da qualidade de uma netnografia.

Palavras-chave: confiabilidade, autoridade etnográfica, interpretação etnográfica, etnografia experimental, práxis, avaliação de pesquisa qualitativa, reflexividade, ressonância, confiabilidade, validade

NORMAS, AVALIAÇÃO

E NETNOGRAFIA

A netnografia é um tipo especializado de etnografia. Ele usa e incorpora métodos diferentes em uma única abordagem focada no

estudo de comunidades e culturas na era da internet. A pesquisa qualitativa online, como a netnografia, é “essencial na formação da nossa compreensão da internet, seu impacto na cultura e os impactos da cultura na internet” (Baym, 2006, p. 79). No entanto, a

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Capítulo 10 - Avançando a netnografia: as mudanças na paisagem

Robert V. Kozinets Grupo A PDF Criptografado

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Avançando a netnografia: as mudanças na paisagem

Resumo

Este capítulo antevê e sugere algumas das possibilidades excitantes para o crescimento e a adaptação da netnografia. Nele, você vai aprender sobre algumas áreas e temas teóricos que podem ser de crescente importância, algumas reflexões sobre as mudanças em curso na internet e no ambiente online, e um resumo dos acontecimentos relacionados na netnografia.

Palavras-chave: adaptação da netnografia, netnografia de blogs, cocriação, relações comunais comerciais, fortalecimento dos consumidores, netnografia, comunidades online, mídias sociais, netnografia de websites de rede social, netnografia de mundo virtual, Web 2.0

CONSIDERANDO NOVOS

DESENVOLVIMENTOS TEÓRICOS

USANDO NETNOGRAFIA

A netnografia tem sido aplicada a questões de pesquisa sobre muitos dos interesses dos

cientistas sociais, desde identidade humana e expressão sexual (Correll, 1995; Turkle, 1995), corporificação online e consumo de pornografia (Slater, 1998) e disputa de jogos (McMahan, 2003). As áreas teóricas e as questões tópicas que ela explora têm variado muito. A netnografia tem sido invoca-

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Capítulo 7 - Análise de dados

Robert V. Kozinets Grupo A PDF Criptografado

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Análise de dados

Resumo

Este capítulo explica e ilustra dois tipos de análise de dados em netnografia: métodos analíticos baseados em codificação e em interpretação hermenêutica. Diretrizes para escolher e usar um pacote de software de análise dos dados qualitativos também são fornecidas, junto a princípios gerais para o uso de computadores na análise de dados. A seção final apresenta estratégias interpretativas para lidar com os desafios únicos de dados netnográficos.

Palavras-chave: CAQDAS, categorização, codificação, teoria indutiva, interpretação hermenêutica, indução, interpretação, análise de dados qualitativos

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO

DE DADOS QUALITATIVOS:

UMA BREVE VISÃO GERAL

Nesta seção, você aprenderá os fundamentos da análise de dados qualitativos e indução. A

netnografia envolve uma abordagem indutiva da análise de dados qualitativos. Análise significa o exame detalhado de um todo, decompondo-o em suas partes constituintes e comparando-as de diversas formas. De modo geral, a análise de dados abrange todo o processo de transformar os produtos coletados

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Medium 9786581335076

Capítulo 4 - Educação em informática em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Descrever o caminho percorrido pela informática em saúde para que ela seja hoje reconhecida internacionalmente como uma especialidade.

■Identificar os principais recursos que formam o corpo de conhecimento da especialidade de informática em saúde.

■Discutir as vantagens e desvantagens dos treinamentos de curta e longa duração.

■Descrever os principais tipos de treinamento disponíveis para a formação de especialistas em informática em saúde.

■Sumarizar as experiências de projetos de educação a distância nos Estados Unidos e na América Latina.

>> RESUMO

A área de informática em saúde possui hoje todo o corpo de conhecimento necessário para ser considerada uma especialidade. Após as primeiras aplicações de computadores em pesquisas biomédicas e assistência em saúde nos Estados Unidos, entre os anos de 1950 e 1960, o conhecimento produzido por atividades de pesquisa e desenvolvimento na área tem sido disseminado por livros, revistas acadêmicas, conferências especializadas, programas educacionais e certificações. O interesse e a necessidade de formar profissionais especializados têm aumentado nas últimas décadas em resposta ao crescente uso de tecnologias da informação e comunicação aplicadas à saúde. Hoje em dia, diversas modalidades de programas de treinamento e certificações de profissionais da área são oferecidas por uma variedade de organizações e instituições de ensino. Neste capítulo são apresentados os principais recursos de produção e disseminação de conhecimento da área, bem como os principais programas de treinamento de profissionais especializados. Também são discutidos os treinamentos voltados para profissionais clínicos e os programas de educação continuada no modelo de educação a distância (EAD).

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Capítulo 15 - O sistema de saúde do futuro

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais funcionalidades e características do prontuário eletrônico do paciente do futuro e qual será a importância delas para apoiar o processo decisório no sistema de saúde do futuro.

■Discutir como será a prestação de assistência em saúde no futuro.

■Discutir as potenciais consequências não esperadas dos avanços tecnológicos em saúde.

>> RESUMO

Embora a informática em saúde seja uma área do conhecimento relativamente nova e, em decorrência de diversas limitações, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) não seja visto com bons olhos por muitos profissionais de saúde, caso as forças que promovem inovação sejam aplicadas da maneira correta, o futuro da informática em saúde e do PEP pode ser bastante promissor. Em um futuro próximo, o PEP deve adquirir um protagonismo jamais visto: por meio dele, decisões importantes do cuidado do paciente serão tomadas de forma mais precisa e ágil. O paciente do futuro será privilegiado por receber cuidado em um sistema de saúde mais eficaz, onde os profissionais terão acesso a uma série de ferramentas essenciais para garantir a continuidade do cuidado do paciente para além das fronteiras organizacionais. Entretanto, os mesmos avanços tecnológicos que nos levarão à medicina do futuro inevitavelmente introduzirão novas modalidades de problemas, e consequências não esperadas surgirão, exigindo atenção redobrada dos entes envolvidos na construção do sistema de saúde do futuro.

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Capítulo 1 - Informática em saúde: conceitos fundamentais e evolução histórica

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a definição de informática em saúde, bem como as características que a diferenciam da tecnologia da informação convencional.

■Analisar os eventos históricos que contribuíram para o surgimento da área de informática em saúde e do prontuário eletrônico do paciente.

■Comparar os principais eventos históricos da área no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo.

■Discutir as principais aplicações da informática em saúde como disciplina e como profissão.

>> RESUMO

A informática em saúde tem evoluído como uma disciplina e como uma profissão cada vez mais comum nas organizações de saúde do mundo todo. A informática em saúde incorpora processos, ferramentas, teorias e conceitos de áreas do conhecimento heterogêneas como ciência da informação, ciência da computação, ciência cognitiva e ciências da saúde (medicina, biologia, saúde pública). Os profissionais de informática em saúde utilizam ferramentas de tecnologia da informação para gerenciar e comunicar dados, informações, conhecimento e sabedoria, a fim de auxiliar o processo de decisão em saúde. O objetivo da informática em saúde é dar suporte aos profissionais envolvidos na assistência e pesquisa em saúde, visando melhorar a saúde nos níveis molecular, individual e populacional. Este capítulo explora as definições e a evolução histórica da área de informática em saúde no Brasil e no mundo.

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Capítulo 8 - Informática do consumidor

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a definição da disciplina de informática do consumidor.

■Definir e discutir as aplicações e usos do registro eletrônico de saúde pessoal.

■Descrever e diferenciar os tipos de registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir as vantagens e desvantagens de cada tipo de registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir os principais usos e impactos do registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir as barreiras para a adoção do registro eletrônico de saúde pessoal.

>> RESUMO

Informática do consumidor é uma disciplina dedicada ao estudo das ferramentas necessárias para promover a participação do paciente no seu cuidado médico. O principal objeto de estudo dessa disciplina é o registro eletrônico de saúde pessoal (RESP). O RESP é uma aplicação por meio da qual o paciente pode acessar, gerenciar e compartilhar informações sobre sua saúde. Embora o RESP seja uma ferramenta relativamente nova, tem potencial para auxiliar os consumidores de serviços de saúde a tornarem-se mais engajados, contribuindo assim para a manutenção da sua saúde e bem-estar. Neste capítulo são discutidos os conceitos e ferramentas da informática do consumidor, suas aplicações e desafios.

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Capítulo 6 - Padrões de comunicação em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a necessidade de padrões de comunicação em saúde.

■Descrever o conceito de interoperabilidade de sistemas e seus diferentes níveis.

■Descrever o processo de criação de padrões de comunicação em saúde.

■Descrever os principais padrões de troca de dados entre sistemas de informação em saúde.

■Descrever os principais padrões de terminologia clínica utilizados na comunidade internacional.

■Discutir a necessidade e exemplos de modelos de dados clínicos.

>> RESUMO

Diversos setores da economia utilizam padrões para otimizar processos e diminuir retrabalho, e a área de informática em saúde não é uma exceção. Dados em saúde são produzidos dentro de um complexo ecossistema composto por várias organizações de saúde que operam de forma descentralizada e independente. Por conseguinte, a coordenação do cuidado do paciente é comprometida, pois, em vez de o paciente ter um único prontuário, acessível aos profissionais responsáveis pelo seu cuidado, ele possui diversos fragmentos do seu prontuário espalhados pelas instituições que o atenderam ao longo de sua vida. O uso de padrões de comunicação em saúde visa garantir a interoperabilidade de sistemas para diminuir o retrabalho com integração de sistemas distintos, aumentar o fluxo de dados e facilitar a continuidade do cuidado. Neste capítulo são apresentados os principais padrões de comunicação em saúde usados na comunidade internacional, bem como os padrões desenvolvidos e adotados no Brasil.

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Capítulo 5 - Sistemas utilizados no cuidado do paciente: o prontuário eletrônico do paciente e seus componentes

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais diferenças entre o prontuário em papel e o prontuário eletrônico.

■Descrever os modelos de adoção do prontuário eletrônico do paciente mais utilizados internacionalmente.

■Descrever os principais componentes do prontuário eletrônico do paciente: prescrição eletrônica, administração eletrônica da prescrição, sistemas de documentação clínica, sistemas de apoio à decisão clínica, sistemas departamentais e sistemas auxiliares.

■Discutir as perspectivas dos diferentes stakeholders envolvidos na adoção do prontuário eletrônico do paciente.

■Discutir os desafios e barreiras para a adoção do prontuário eletrônico do paciente.

>> RESUMO

Os capítulos anteriores introduziram os conceitos do prontuário médico e dos registros de saúde do paciente, sua evolução histórica, o advento do prontuário eletrônico do paciente (PEP) e os diferentes tipos de dados registrados no PEP. Neste capítulo são discutidas as principais diferenças entre o prontuário médico em papel e o prontuário eletrônico, os diferentes componentes do PEP e como eles são utilizados no cuidado do paciente. Também são discutidos os modelos de adoção do PEP mais empregados internacionalmente, as diferentes perspectivas dos envolvidos na adoção do PEP e os temas recorrentes sobre sua adoção e uso como ferramenta de apoio à assistência em saúde.

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Capítulo 10 - Métodos computacionais aplicados à saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Definir processamento de linguagem natural, big data e ciência de dados.

■Discutir a importância do processamento de linguagem natural em saúde.

■Discutir os principais usos e técnicas do processamento de linguagem natural em saúde.

■Discutir os principais desafios na aplicação do processamento de linguagem natural em saúde.

■Definir os objetivos da descoberta de conhecimento e mineração de dados em saúde.

■Discutir as competências do profissional especializado em métodos computacionais em saúde.

>> RESUMO

Este capítulo introduz o leitor ao conjunto de métodos computacionais aplicados à saúde, popularmente conhecidos como inteligência artificial em saúde. São discutidos em particular os métodos de processamento de linguagem natural (PLN) e de descoberta de conhecimento e mineração de dados (KDDM, do inglês knowledge discovery and data mining); estes últimos são componentes da ciência de dados, que recentemente tem sido incorporada aos treinamentos de informática em saúde. O PLN é uma área de pesquisa que viabiliza a extração de informações contidas em textos narrativos, e os métodos de KDDM são utilizados para a condução de análises de grandes volumes de dados conhecidos como big data. O presente capítulo discute os principais métodos, aplicações e desafios da utilização de PLN e KDDM em saúde, bem como as competências necessárias para profissionais especializados em métodos computacionais em saúde.

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Capítulo 12 - Desafios de um sistema de saúde digitalizado: a experiência americana

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais características do sistema de saúde americano.

■Definir o programa Meaningful Use, suas características, critérios e objetivos.

■Analisar o impacto da adoção do prontuário eletrônico do paciente em nível nacional nos Estados Unidos.

■Criticar os estudos científicos que serviram de base para a criação do programa Meaningful Use.

■Descrever o conceito de “paradoxo da produtividade”.

■Sumarizar as lições aprendidas com a informatização do sistema de saúde americano e como elas podem ser aplicadas no Brasil.

>> RESUMO

Neste capítulo são apresentadas algumas características importantes do sistema de saúde americano que contribuíram diretamente para a criação do programa Meaningful Use. A experiência americana, embora bem-sucedida no que diz respeito à adoção do prontuário eletrônico do paciente (PEP), que hoje é utilizado em quase todas as organizações de saúde do país, também produziu consequências não esperadas, algumas com efeitos deletérios em diferentes níveis do sistema de saúde americano. A experiência americana será de grande valia para outros países com baixa adoção do PEP, pois estes terão a oportunidade de aprender com os erros e acertos do programa americano e evitar as consequências não esperadas observadas nesse país.

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