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Medium 9788521636106

Capítulo 24 Análise de Dados. Teoria da Probabilidade

KREYSZIG, Erwin et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Mostraremos como se manipula dados numericamente ou em termos de gráficos, e como a partir deles extrair informação (tamanho médio, dispersão dos dados etc.). Se estes dados forem influenciados pelo “acaso”, por fatores cujo efeito não podemos prever exatamente (por exemplo, dados climáticos, preços de ações, vida útil de pneus etc.), precisamos confiar na teoria da probabilidade. Esta teoria originou-se em jogos de azar, tais como lançar moedas, jogar dados ou cartas de baralho. Atualmente, ela fornece modelos matemáticos para processos de acaso denominados experimentos aleatórios ou, simplesmente, experimentos. Nesses experimentos, observamos uma variável aleatória X, uma função cujos valores em uma tentativa (uma performance de um experimento) ocorrem “por acaso” (Seção 24.3) de acordo com uma distribuição de probabilidade, que fornece as probabilidades individuais com as quais possíveis valores de X podem ocorrer no longo prazo. (Por exemplo, cada uma das seis faces de um dado deve ocorrer com a mesma probabilidade, 1/6.) Ou podemos, simultaneamente, observar mais de uma variável aleatória, por exemplo, altura e peso de pessoas, ou dureza e tensão de ruptura do aço. Isso será discutido na Seção 24.9, na qual também vamos apresentar a base para a justificativa matemática dos modelos estatísticos do Capítulo 25.

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Medium 9788527735353

23. Cardápios Comerciais

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da; Martinez, Sílvia Grupo Gen ePub Criptografado

A venda de alimentos e bebidas engloba muito mais do que somente o produto em si. Ela envolve a aparência física do estabelecimento, a localização geográfica, a disposição da sala de refeições, a decoração, o serviço, o perfil pessoal da equipe, a higiene do estabelecimento, o aspecto do cardápio e da carta de vinhos, o produto em si, a apresentação da conta e a despedida do cliente.

Para vender a refeição, ao receber o cliente, o profissional precisa informá-lo sobre o método utilizado para escolha dos pratos. Se a escolha for feita por meio de cardápio, este deve ser equivalente ao cartão de visitas da casa. Ele reflete a imagem do restaurante, e toda a sua construção contará na avaliação que o cliente fará do estabelecimento. O papel, as letras, as ilustrações e, principalmente, a redação devem ser escolhidos atenciosamente.

O cliente deve reconhecer a seriedade do estabelecimento por meio do cardápio, que deve ser conciso e atraente, apresentar tamanho médio, cores agradáveis, conteúdo bem distribuído e letras de tamanho e formato bem legíveis, além dos preços.

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Medium 9788521636090

Capítulo 17 Mapeamento Conforme

KREYSZIG, Erwin et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Mapeamentos conformes, além de inestimáveis para o engenheiro e para o físico, auxiliam na resolução de problemas em teoria do potencial. Eles constituem um método-padrão para resolver problemas de contorno em teoria do potencial bidimensional e fornecem ricas aplicações em eletrostática, fluxo do calor, escoamento de fluidos, como veremos no Capítulo 18.

A principal característica dos mapeamentos conformes é que eles preservam os ângulos (exceto em alguns pontos críticos) e permitem uma abordagem geométrica para a análise complexa. Mais detalhes a seguir.

Considere uma função complexa w = f(z) definida em um domínio D do plano z; então, a cada ponto em D corresponde um ponto no plano w. Desta forma, obtemos um mapeamento de D sobre a distribuição de valores de f(z) no plano w. Na Seção 17.1, iremos mostrar que, se f(z) for uma função analítica, então o mapeamento dado por w = f(z) é um mapeamento conforme, isto é, preserva ângulos, exceto em pontos nos quais a derivada f'(z) é zero. (Estes pontos são denominados pontos críticos.)

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Medium 9788597021837

Unidade 1 – Conceitos e Fundamentos

EDITORA ATLAS Grupo Gen ePub Criptografado

• Conhecer o histórico do planejamento estratégico;

• Avaliar a evolução do pensamento estratégico;

• Estruturar os diversos modelos de planejamento estratégico;

• Conhecer os principais autores de planejamento estratégico;

• Analisar o ambiente organizacional em que vivemos.

Imagine-se trabalhando em uma empresa que deseja desenvolver/construir um plano estratégico e desdobrá-lo fazendo-o chegar até o nível operacional.

Imagine-se tendo que conduzir a criação desse plano estratégico, auxiliando na criação dos objetivos, estratégias e atividades.

Imagine-se tendo que auxiliar a organização a desenvolver uma espécie de administração com base em objetivos.

É isso que você irá começar a aprender neste livro.

O planejamento estratégico é importante para as organizações por vários motivos, entre os quais a possibilidade de conhecer-se e saber de suas fraquezas e das ameaças destas. Possibilita saber de suas potencialidades e oportunidades e de onde virá o dinheiro que deverá ser investido no orçamento de investimento oriundo do planejamento estratégico.

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Medium 9788521636090

Apêndice 4 Demonstrações Adicionais

KREYSZIG, Erwin et al. Grupo Gen ePub Criptografado

TEOREMA

Realidade dos Autovalores

Se p, q, r e p′ na equação de Sturm–Liouville (1) da Seção 11.5 assumirem valores reais e forem contínuas no intervalo a ≦ x ≦ b e r(x) > 0 ao longo daquele intervalo (ou r(x) < 0 ao longo daquele intervalo), então todos os autovalores do problema de Sturm–Liouville (1), (2), da Seção 11.5, são reais.

Seja λ = α + um autovalor do problema e seja

uma autofunção correspondente; aqui, α, β, u e v são reais. Substituindo isto em (1) da Seção 11.5, temos

Essa equação complexa é equivalente ao seguinte par de equações para as partes real e imaginária:

Multiplicando a primeira equação por v, a segunda por –u e adicionando, obtemos

A expressão entre colchetes é contínua em axb, por questões similares àquelas na demonstração do Teorema 1 da Seção 11.5. Integrando sobre x de a até b, obtemos então

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Medium 9788597021790

Unidade 2 – Juros sobre juros e taxas

EDITORA ATLAS Grupo Gen ePub Criptografado

Entender as operações envolvendo fórmulas com juros compostos;

Usar os conceitos de equivalência de capitais a juros compostos e de taxas compostas equivalentes;

Compreender as taxas efetivas e operar taxas diferentes em múltiplos períodos;

Analisar, calcular e converter taxas nominais;

Realizar operações com taxas unificadas e de inflação.

Nesta unidade de nosso curso de Matemática Financeira, exploramos dois grandes tópicos envolvendo operações com juros compostos e operações com taxas de juros. A primeira parte enfatiza os juros compostos, caracterizados pela capitalização dos juros, processo em que estes são incorporados ao capital (sendo “capitalizados” ou tornados “capital inicial”). Assim, recebem a incidência de novos juros. É a dinâmica dos juros sobre juros. Nesta sistemática, o valor futuro cresce exponencialmente, o que possibilita chamar o regime dos juros compostos de capitalização exponencial.

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Medium 9788521636090

Apêndice 5 Tabelas

KREYSZIG, Erwin et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Para Tabelas das Transformadas de Laplace, veja as Seções 6.8 e 6.9. Para Tabelas das Transformadas de Fourier, veja a Seção 11.10.

Se você tiver um Sistema de Álgebra Computacional (SAC), você pode não necessitar destas tabelas, mas você ainda as considerará úteis de vez em quando.

Tabela A1 Funções de Bessel

Para tabelas mais extensivas, veja a Ref. [GenRef1] no Apêndice 1.

Tabela A2 Função Gamma

[veja (24) no Apêndice A3.1]

Tabela A3 Função Fatorial e Seus Logaritmos com Base 10

Tabela A4 Função Erro, Integrais Seno e Cosseno

[veja (35), (40), (42) no Apêndice A3.1]

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Medium 9788527735353

13. Recursos Gastronômicos na Área Hospitalar

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da; Martinez, Sílvia Grupo Gen ePub Criptografado

A gastronomia é um dos principais agregadores da sociedade, pois o ato de comer sempre está relacionado com acontecimentos da vida das pessoas que ampliam os laços de amizade ou espírito de convivência, como nascimento, casamento, morte, trabalho etc. Apesar dos fatores social, psicológico e até religioso que envolvem o ato de comer, esses aspectos não se sobrepõem à necessidade fisiológica.

A nutrição é um processo intrínseco, ou seja, inicia-se no momento em que o alimento entra em contato com o sistema fisiológico, e será adequada ou não, dependendo da combinação e da quantidade de alimentos escolhidos pelo indivíduo. São os nutrientes provenientes da alimentação que servirão de substrato para o bom funcionamento do organismo.

Para haver consumo, é preciso existir qualidade na alimentação, o que não se limita apenas ao aspecto nutricional, mas também ao higiênico-sanitário e sensorial. Nesse ponto, o alimento deve provocar prazer, resultante de sensações visuais, táteis, gustativas e olfatórias. Assim, o conhecimento e a aplicação de técnicas gastronômicas corretas viabilizam e podem assegurar que as recomendações nutricionais sejam seguidas.

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16. Cardápios para Alimentação Infantil | Da Lactação à Infância

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da; Martinez, Sílvia Grupo Gen ePub Criptografado

A alimentação no primeiro ano de vida requer muita reflexão e importantes tomadas de decisões, pois o bebê vive uma fase de transição da exclusividade do aleitamento materno (ou sua associação a fórmulas infantis ou ao leite de vaca) para alimentos variados. Esse passo deve levar em consideração algumas variáveis, como a idade e a maturidade do bebê, os alimentos a serem introduzidos e sua forma de preparo e de administração, o que certamente influenciará a saúde em curto, médio e longo prazos. Isso remete a possíveis alterações nutricionais e metabólicas em idades precoces, assim como pode influenciar padrões futuros de alimentação (Wang et al., 2002; Skinner et al., 1997).

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve ocorrer até os 4 a 6 meses de idade, seguindo até os 24 meses (período em que o bebê é chamado de lactente). A partir dos 4 a 6 meses, alimentos semissólidos e sólidos são introduzidos na alimentação do bebê (Butte et al., 2004; Grummer-Strawn et al., 2008). Portanto, o aleitamento materno passa de exclusivo para predominante e, finalmente, misto, com equilíbrio entre o leite materno e a oferta de outros alimentos.

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2. Controle de Custos para Cardápios

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da; Martinez, Sílvia Grupo Gen ePub Criptografado

Cada vez mais, vive-se em um mercado em que a competição prevalece e as vantagens competitivas são duradouras. Por isso, o gestor que está à frente de uma unidade estratégica de negócio (UEN) deve ser capaz de utilizar os recursos financeiros da empresa em função dos objetivos corporativos, bem como apurar os custos dos produtos e serviços produzidos e vendidos, calcular o preço de venda e o lucro. A gestão financeira depende muito do conhecimento da formação do custo e de um ambiente operacional que atenda as necessidades gerenciais de controle dos diversos elementos (produtos, tecnologia, apuração de resultados e outros), pois só assim será possível ter embasamento para as tomadas de decisão no processo produtivo.

• Gasto: compra de um produto ou serviço, gerando sacrifício financeiro para a entidade (desembolso), o que é representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente, dinheiro). Por exemplo: gastos com mercadorias, gastos com pessoal etc.

• Despesas: valores pagos por mercadorias, serviços, mão de obra e impostos, consumidos direta ou indiretamente para se auferir receitas

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10. Sugestões para Preparação de Cardápios e sua Composição

Silva, Sandra Maria Chemin Seabra da; Martinez, Sílvia Grupo Gen ePub Criptografado

Para evitar a monotonia e diversificar os preparos na elaboração de cardápios, são listadas a seguir diversas opções de preparações.

Almôndega. Bolinhas de patinho moído, cebola, salsa, ovo.

Assado vienense. Carne moída recheada com ovos, levada ao forno.

Bife à Catarina. Bife grelhado, servido com molho de tomate e ervilha.

Bife a cavalo. Bife grelhado, servido com dois ovos fritos.

Bife à chinesa (oriental). Bife grelhado, servido com refogado de moyashi, cubos de pimentão, cubos de cebola, molho shoyu, amendoim, cogumelos, óleo de gergelim e espessado com amido de milho.

Bife à cordon bleu. Bife recheado com presunto e muçarela, à milanesa, frito por imersão ou coberto com presunto e queijo e levado ao forno.

Bife à crioula (créole). Bife grelhado, servido com molho de alho e cebola, salsa picada, tomate e pimentões, mais óleo.

Bife à Daniel. Bife grelhado, servido com molho demi-glace e cogumelos.

Bife à francesa. Bife grelhado, servido com refogado de presunto à julienne, batata palha, ervilha, cebola picada e cogumelos.

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1. FAMÍLIA

Ana Carolina Carpes Madaleno, Rolf Madaleno Grupo Gen ePub Criptografado

Filiação – principal constituição do atual modelo de família – é derivação, procedência, é a relação que une uma pessoa àquelas que a geraram. Até então, a filiação era emanada de um pai e uma mãe unidos pelo fato da procriação e até os casamentos tinham como objetivo primordial a própria procriação; porém, com as novas descobertas e os avanços das técnicas de reprodução assistida, em que há a possibilidade de outras pessoas, estranhas à relação conjugal e afetiva, estarem envolvidas nessa tríade, além da capacidade de terceiros, que não são responsáveis biologicamente pela geração de uma criança, os quais também podem assumir o papel de pai ou mãe, criou-se a distinção entre filiação biológica – quando a criança é oriunda do material genético dos pais – e filiação afetiva – quando, não tendo contribuído geneticamente, os então pais assumem a responsabilidade pela criação da criança.

Assim, e de início, a filiação é o vínculo estabelecido entre um ser e os responsáveis por sua geração; porém, em razão das técnicas de reprodução ou, ainda, do desconhecimento ou ocultação da verdadeira identidade do genitor, esse fato inicial pode não ser juridicamente qualificado, podendo, e com frequência isso acontece, ser discordante a filiação jurídica da biológica.

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Medium 9788530985585

Capítulo X – A instrumentação jurídica

Carlos Alberto Bittar Grupo Gen ePub Criptografado

Na instrumentação jurídica dos negócios realizados para a utilização de obras intelectuais, contratos diversos podem ser celebrados, em função da variedade de usos que, quanto à espécie e ao interesse das partes, são suscetíveis de ocorrer, dentro do relacionamento básico que deflui da circulação da obra (autor, empresário, usuário e Estado).

De início, como esses relacionamentos envolvem uso de obra intelectual, ficam todos sob a égide de princípios e de regras próprias, em face da essência do Direito de Autor – sui generis, como vimos – que nos permite sustentar a existência de um estatuto obrigacional próprio, distinto do Direito Comum, exatamente para a defesa da personalidade especial do homem como criador e cercado de normas que restringem a liberdade de ação (na contratação) e o direito de propriedade (na utilização da obra), conciliando-se com o interesse da sociedade nas obras de cultura.

Entretanto, além disso, a crescente multiplicação de formas de comunicação de obras e a necessidade de especialização para o exercício das atividades respectivas têm suscitado o surgimento de empresas várias, às quais o autor confia a divulgação e a exploração de sua criação, mediante a remuneração ajustada, recebendo, nesse passo, em face de não dispor de conhecimentos técnicos, proteção legal adequada, em normas que, em todos os países, procuram, de um lado, assegurar a sua participação em cada processo de utilização possível e, de outro, exigem a especificação, no instrumento do ajuste, dos direitos nele compreendidos (permanecendo, pois, em seu patrimônio os não explicitados).

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Capítulo III – O direito de autor

Carlos Alberto Bittar Grupo Gen ePub Criptografado

Em breve noção, pode-se assentar que o Direito de Autor ou Direito Autoral é o ramo do Direito Privado que regula as relações jurídicas, advindas da criação e da utilização econômica de obras intelectuais estéticas e compreendidas na literatura, nas artes e nas ciências.

Como Direito subjetivista e privatista, recebeu consagração legislativa em função da doutrina dos direitos individuais, no século XVIII, que descende do jusnaturalismo liberal e do desenvolvimento da doutrina dos direitos fundamentais da pessoa humana. Inspirado por noções de defesa do homem enquanto criador, em suas relações com os frutos de seu intelecto, inscreve-se no âmbito do Direito Privado, embora entrecortado por normas de ordem pública exatamente para a obtenção de suas finalidades. Seu sentido mais atual impõe, cada vez mais, sua atualização diante das inovações tecnológicas e dos desafios do uso compartilhado do conhecimento.

As relações regidas por esse Direito nascem com a criação da obra, exsurgindo, do próprio ato criador, direitos respeitantes à sua face pessoal (como os direitos de paternidade, de nominação, de integridade da obra) e, de outro lado, com sua comunicação ao público, os direitos patrimoniais (distribuídos por dois grupos de processos, a saber, os de representação e os de reprodução da obra, por exemplo, para as músicas, os direitos de fixação gráfica, de gravação, de inserção em fita, de inserção em filme, de execução e outros).

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Capítulo VI – Os titulares de direitos

Carlos Alberto Bittar Grupo Gen ePub Criptografado

Em função do sistema instituído para o Direito de Autor e na sagração de regra da própria natureza, é do fenômeno da criação que resulta a atribuição de direitos sobre obras intelectuais.

Trata-se, pois, de Direito inerente à criação, instituído para defesa dos aspectos apontados e que nasce com a inserção, no mundo material, de ideação sob determinada forma. Portanto, é com a ação do autor, ao plasmar no cenário fático a sua concepção – artística, literária ou científica –, que se manifesta o Direito em causa, revelando-se, de início, sob o aspecto pessoal do relacionamento criador-obra.

Originariamente, pois, o título jurídico que sustenta o Direito em causa é a criação, mas pode ocorrer, ainda, a assunção, por terceiros, de certos direitos, por vias derivadas, a saber, por lei (vínculo sucessório), ou por vontade do autor (vínculo contratual). Por princípio, pois, o suporte fático do Direito é a criação.

Ora, criação é atividade intelectual que acrescenta obra não existente ao acervo da humanidade. É o impulso psíquico que insere no mundo exterior forma original, geralmente pelo esforço intelectual e criativo, que se vale da cultura, por também criar cultura.

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