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Medium 9788520429655

16. Manejo da Dor

Luiz Roberto Ramos, Maysa Seabra Cendoroglo, Nestor Schor Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

16

Manejo da Dor

Fânia Cristina dos Santos

Isabel Clasen Lorenzet

Polianna Mara Rodrigues de Souza

Introdução

Dor é um sintoma extremamente frequente na prática diária do geriatra e, por isso, a sua abordagem na população idosa tem grande importância.1 Atualmente, considera-se o sintoma dor como o quinto sinal vital e, como tal, deverá ser sempre abordado em uma avaliação clínica.

A dor é definida, segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), como sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial, ou descrito nos termos de tal dano.2 Deve-se sempre considerar que aspectos culturais, emocionais e sensitivos são indissociáveis da dor. A severidade da dor não é proporcio­nal à quantidade de tecido lesado, mas, sim, dependente de vários fatores como idade, aten­ção, medo, raiva, ansiedade, depressão, nível cultural, vida afetiva e experiências prévias.

A ocorrência da síndrome dolorosa tem sido um dos maiores desafios da saúde pública, pois pode ser a origem de sofrimento individual e de consideráveis custos. Na população idosa, a dor crônica é extremamente comum e suas consequências são inúmeras: depressão, ansiedade, prejuízo na socialização, distúrbio do sono, deambulação prejudicada e aumento da necessidade de cuidados de saúde.1,3,4

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 8 - Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

Vicente Del Rio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

Lineu Castello

A

pós um período de rápido desenvolvimento industrial e de acelerada urbanização na última metade do século XX, a virada para o século XXI encontrou a sociedade brasileira já plenamente consciente das consequências negativas que costumam acompanhar esses processos, e devidamente alertada quanto

à natureza finita dos recursos ambientais do país. Ainda assim, mesmo que o ritmo do crescimento tenha experimentado uma desaceleração em comparação com décadas anteriores, as cidades continuaram a crescer e, de modo centrífugo, espalhando-se em direção dos bairros da periferia – muitos dos quais marcados por acentuados níveis de pobreza. Ao mesmo tempo, a transição à democracia plena que marcou o final do século anterior trouxe em seu bojo uma preocupação mais incisiva em relação à qualidade de vida que as cidades deveriam oferecer aos seus cidadãos, dentro de um cenário econômico em que o comportamento social nas grandes cidades passou a se guiar por um consumismo cada vez mais acentuado.

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Medium 9788527731546

14 - Violência Doméstica na Visão Psicanalítica

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

14

Violência Doméstica na

Visão Psicanalítica

Patrícia França Proença

Todo homem mata aquilo que ama.

Oscar Wilde

Introdução

Este capítulo tem como objetivo compreender a violência doméstica com fundamento em conceitos desenvolvidos pela Psicanálise e discutir as estruturas inconscientes dessa dinâmica, considerando se tratar de uma questão muito ampla e que atinge – de uma maneira terrivelmente silenciosa e dramática – crianças, adultos (homens ou mulheres) e idosos, e atravessa todos os grupos sociais, independentemente de classe, idade, etnia, religião, cultura ou região.

O estudo desse tema é extremamente relevante em virtude do imenso sofrimento a que suas vítimas ficam suscetíveis e que impede seu adequado desenvolvimento mental, emocional e físico. Torna-se necessário, além de entender a questão da vítima da violência, também buscar o entendimento sobre o agressor e como foi seu desenvolvimento psíquico, seus conceitos e valores para que culminassem em determinados comportamentos violentos.

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Medium 9788527733335

9 - Gênese do Potencial de Membrana, Excitabilidade Celular e Potencial de Ação

AIRES, Margarida de Mello Grupo Gen PDF Criptografado

Gênese do Potencial de Membrana, Excitabilidade Celular e Potencial de Ação  157

Capítulo

9

Gênese do Potencial de

Membrana, Excitabilidade

Celular e Potencial de Ação

■■ Gênese do Potencial de Membrana, 158

■■ Excitabilidade Celular e Potencial de Ação, 176

Joaquim Procopio

Fernando Abdulkader

■■ Introdução, 158

■■ Relação entre carga e potencial elétrico, 158

■■ Origem das cargas elétricas, 159

■■ Papel dos canais iônicos na geração de excessos de carga, 160

■■ Geração de voltagem na membrana, 160

■■ Aproximação da célula real, 162

■■ Potencial de membrana, 163

■■ Cálculo das forças moventes para o Na+ e para o K+ no potencial de repouso, 164

■■ Perturbações do potencial de repouso, 164

■■ Modelo hidráulico do sistema célula/membrana, 166

■■ Perturbações do potencial de membrana produzidas pela abertura de canais iônicos, 168

■■ Despolarização maciça da membrana | Potencial de ação, 169

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Medium 9788553172122

3 ACIDENTE DO TRABALHO

Andre Studart Leitão, Augusto Grieco S. Meirinho Editora Saraiva PDF Criptografado

COBERTURA DO RISCO DE

ACIDENTE DO TRABALHO

RGPS

Iniciativa privada

Eficácia imediata

A cobertura do risco de acidente do trabalho depende da aprovação de lei

Atualmente, a própria Lei de Benefícios disciplina questões relacionadas ao acidente do trabalho sob o enfoque previdenciário.

2 ACIDENTE DE QUALQUER NATUREZA

O acidente de qualquer natureza é gênero do qual são espécies o acidente do trabalho e o acidente não laboral (ou extralaboral).

Acidente do trabalho

Acidente de qualquer natureza

Acidente extralaboral

Por acidente extralaboral deve-se entender o evento infortunístico sem conexão com o trabalho. Trata-se de definição com caráter residual, compreendida a partir da análise a contrario sensu do conceito de acidente do trabalho: o acidente extralaboral é aquele que se produz sem o enquadramento em nenhuma das hipóteses previstas como acidente do trabalho (arts. 19, 20 e 21 da Lei n. 8.213/91).

3 ACIDENTE DO TRABALHO

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Medium 9788553131273

Capítulo 12

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Anexo

Resolução dos testes de fixação

291

0,7935 Pv = 210,00

Pv = 210,00 = 264,65

0,7935

Pv + IPI = 264,65 + (8% × 264,65 = 21,17) = 285,82

Comprovando:

Pc ......................................................................................................... 210,00

(+) PIS (0,0065 × 264,65) ......................................... 1,72

(+) COFINS (0,03 × 264,65) ..................................... 7,94

(+) IRPJ (0,03 × 264,65) ........................................... 7,94

(+) CSLL (0,02 × 264,65) ......................................... 5,29

(+) ICMS (0,12 × 264,65) .......................................... 31,76 .................. 54,65

(=) Pv ................................................................................................... 264,65

(+) IPI (8% × 264,65)............................................................................. 21,17

(=) Pv + IPI ........................................................................................... 285,82

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Medium 9788527732291

14 - Audição

Rui Curi, Joaquim Procópio Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

14

Audição

Andréa da Silva Torrão

Fisiologia da audição, 203

Oscilações e ondas sonoras, 203

Propriedades físicas do som, 203

Anatomia e fisiologia do sistema auditivo, 205

Captação e propagação das ondas sonoras pela orelha externa, 205

Orelha média e amplificação do som pelos ossículos, 205

Orelha interna e transdução pelas células ciliadas, 207

Inervação das células ciliadas e amplificador coclear, 211

Vias auditivas, 212

Percepção das submodalidades auditivas, 214

Codificação da intensidade, 214

Codificação de frequências ou discriminação tonal, 215

Codificação de timbres, 217

Localização espacial do som, 218

Considerações finais, 219

A audição é a modalidade sensorial que detecta vibrações me‑ cânicas no ar ou na água e permite a várias espécies de animais a obtenção de informações importantes acerca do ambiente. A percepção dessas vibrações possibilita a detecção, ainda que fora do campo de visão, de presas e predadores, bem como de possíveis parceiros para o acasalamento. Além disso, viabi‑ lizou o desenvolvimento de diversos repertórios de comuni‑ cação, que, na espécie humana, alcançou um elevado grau de sofisticação com a linguagem falada e as manifestações cultu‑ rais, como a música.

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Medium 9788527725996

22 Farmacologia da Hemostasia e Trombose

David E. Golan, Armen H. Tashjian Jr, Ehrin J. Armstrong, April W. Armstrong Grupo Gen PDF Criptografado

22

Farmacologia da Hemostasia e Trombose

April W. Armstrong e David E. Golan

Introdução e Caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 376-377

Fisiologia da hemostasia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 376

Vasoconstrição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377

Hemostasia primária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377

Adesão das plaquetas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377

Reação de liberação dos grânulos das plaquetas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 378

Agregação plaquetária e consolidação. . . . . . . . . . . 380

Hemostasia secundária: a cascata de coagulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Regulação da hemostasia. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788577809653

Capítulo 6 - Economia criativa, inovação e clusters urbanos

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

A capacidade de inovação atual se dá em ambientes de competitividade, cooperação, compartilhamento e prosperidade. A economia do conhecimento, um sistema de mobilidade inteligente, ambientes inovadores/criativos, capital humano de talento, habitação acessível e diversificada para todos, e sistemas inteligentes e integrados de governo (transporte, energia, saúde, segurança pública e educação) constroem cidades mais inovadoras e interessantes.

6

ECONOMIA CRIATIVA,

INOVAÇÃO E CLUSTERS

URBANOS

Praticamente esquecidos até a década de 1980, os distritos industriais de Alfred

Marshall foram resgatados na tentativa de reproduzir as condições de sucesso dos distritos industriais italianos, estruturas extremamente dinâmicas na região da

Emilia-Romagna, Vêneto e Lombardia, que passou a ser chamada de Terceira Itália.

Segundo Marshall (1890 apud Simmie, 2001), os distritos industriais são uma aglomeração geográfica de empresas do mesmo ramo ou de ramos similares, em que há concentração de mão de obra especializada, fornecedores e serviços, e onde inovações são continuamente produzidas. Segundo o autor, o que define essa concentração geográfica é a presença de um mercado de trabalho fortalecido, da transmissão de conhecimento e tecnologia, e de consumidores e fornecedores localizados no mesmo lugar.

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Medium 9788536517001

8.2 Prorrogação de horas

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Fique de olho!

Esses intervalos não são computados na duração do trabalho, porém se não concedidos pelo empregador, serão considerados como jornada extra.

Entre duas jornadas de trabalho deve ocorrer um intervalo de no mínimo onze horas consecutivas para descanso (art. 66 da CLT).

É assegurado a todo empregado um descanso semanal remunerado de vinte e quatro horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deve coincidir com o domingo, no todo ou em parte (art. 67 da CLT).

8.2 Prorrogação de horas

A duração normal de trabalho pode ser acrescida de horas suplementares (horas extras), em número não excedente de duas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho (art. 59 da CLT).

Do acordo ou convenção coletiva de trabalho deve constar, obrigatoriamente, o valor da hora extraordinária, que será no mínimo 50% superior à hora normal (parágrafo 1º, art. 59 da CLT).

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Medium 9788553611126

13.6. Agravo contra decisão denegatória de seguimento a RE ou REsp

Juliana Francisca Lettiere, Darlan Barroso Editora Saraiva PDF Criptografado

13 | Recursos   489

Termos em que,

Pede deferimento.

Local e data.

Advogado…

OAB n. …

13.6. �Agravo contra decisão denegatória de seguimento a RE ou REsp

Os recursos especial e extraordinário são interpostos perante o próprio tribunal que prolatou o acórdão recorrido e, após as contrarrazões da parte recorrida, os autos são conclusos ao presidente do tribunal (ou àquele magistrado que o regimento interno determinar), para a realização do juízo de admissibilidade.

Com efeito, preenchendo os pressupostos recursais genéricos e específicos, os recursos serão admitidos. Em primeiro lugar, serão remetidos ao STJ para julgamento do especial e, depois, ao STF para apreciação do extraordinário (podendo essa ordem ser invertida por questão de prejudicialidade – art. 1.031 e parágrafos).

No entanto, não preenchidos os requisitos para o especial ou extraordinário, o presidente do tribunal recorrido dará decisão denegatória de seguimento (típica decisão interlocutória).

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Medium 9788547216146

Principais prazos para o advogado no CPC

NEGRAO, Theotonio Editora Saraiva PDF Criptografado

2085

Principais prazos para o advogado no CPC

Contagem: arts. 219 e 224 do prazo para contestação: art. 335 do prazo para embargos à execução: art. 915 do prazo para recurso: art. 1.003

Dobra: arts. 180 (MP), 183 (Fazenda Pública), 186 (Defensoria Pública) e 229 (litisconsortes com procuradores diferentes)

Para apresentação de quesitos e indicação de assistente técnico: 15 dias (art. 465 § 1º-II e III)

Para apresentação de rol de testemunhas: não superior a 15 dias (art. 357 § 4º)

Para arguir impedimento ou suspeição: de juiz: 15 dias (art. 146-caput) de perito: 15 dias (art. 465 § 1º-I)

Para contestar: no procedimento comum: 15 dias (art. 335) requerimento de tutela cautelar antecedente: 5 dias (art. 306) reconvenção: 15 dias (art. 343 § 1º) na liquidação pelo procedimento comum: 15 dias (art. 511) ação de exigir contas: 15 dias (art. 550-caput) ações possessórias: 15 dias (art. 564-caput) ação de divisão e demarcação de terras particulares: 15 dias (arts. 577 e 589) embargos de terceiro: 15 dias (art. 679) oposição: 15 dias (art. 683 § ún.) restauração de autos: 5 dias (art. 714-caput) nos procedimentos de jurisdição voluntária: 15 dias (art. 721) interdição: 15 dias (art. 752-caput) requerimento de remoção de tutor ou curador: 5 dias (art. 761 § ún.) ação rescisória: 15 a 30 dias (art. 970) reclamação: 15 dias (art. 989-III)

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Medium 9788547228491

8. Necessidade de quitação

CARVALHO, Paulo de Barros Editora Saraiva PDF Criptografado

Aberta a sucessão, cumpre ao inventariante relacionar todas as dívidas existentes, ficando pessoalmente responsável pelas prestações tributárias suscitadas pelo espólio. A título de providência acauteladora, o magistrado a quem está submetido o processo de inventário ou de arrolamento manda saber, dos órgãos da Administração Tributária, da possível existência de débitos fiscais, a fim de que se resguardem seus privilégios.

Repete-se a primazia do crédito tributário na liquidação judicial ou voluntária das pessoas jurídicas de direito privado. Vencidos ou vincendos, desde que exigíveis no decurso da liquidação, gozam de prioridade absoluta (CTN, art. 190).

8.

Necessidade de quitação

A prova da quitação dos débitos tributários é imposição inarredável para que se conceda a recuperação judicial ou se declarem extintas as obrigações do falido. As prestações fiscais atinentes à atividade mercantil hão de estar saldadas, sem o que não se libera o falido (CTN, art. 191). O pretendente da recuperação judicial, para fazer jus ao privilégio, deve, pelo menos, portar a certidão positiva com efeitos “de negativa”, em razão do parcelamento do crédito (CTN, arts. 191-A, 151, 155, 205 e 206).

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Medium 9788584932528

Aspectos Relevantes da Tributação de Bens Digitais

Alice Marinho Corrêa da Silva, Mariana Quintanilha de Almeida, Vitor Teixeira Pereira Martins Grupo Almedina PDF Criptografado

Aspectos Relevantes da Tributação de Bens DigitaisAlice Marinho Corrêa da SilvaIntroduçãoDesde o surgimento da Internet com a disputa por avanços tecnológicos entre os Estados Unidos e a União Soviética durante a Guerra Fria, é possível identificar a intensificação do processo de globalização, que trouxe não apenas o próprio acesso à rede mundial de computadores, como reduziu as distâncias globais na medida em que permitiu o acesso muito mais rápido às informações e o avanço dos meios de comunicação.Esse avanço dos meios de comunicação, por sua vez, trouxe uma evolução na economia mundial e o surgimento do comércio eletrônico, a princípio, como uma extensão do próprio comércio tradicional. O comércio eletrônico, como será demonstrado no presente trabalho, cresceu rapidamente nos últimos anos e provocou mudanças nas transações comerciais e forma de oferecimento de produtos e serviços.É nesse contexto que surgem os produtos e serviços oferecidos de forma digital, ou seja, cuja forma de contratação, pagamento e recebimento daquilo que foi adquirido se dá unicamente por meio da Internet.

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Medium 9788553609178

3 Fases da falência

TOMAZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

Falência

301

requerimento pelo próprio devedor não afastam a natureza processual, mas apenas demonstram as peculiaridades desse processo de execução coletiva em relação às exe‑ cuções singulares18.

3

Fases da falência

Configurada a natureza processual da falência, mais especificamente a natureza de processo de execução coletiva contra o devedor empresário, há que se ressaltar que não se trata de um processo como outro qualquer, mas um processo cheio de peculiaridades, algumas já até mencionadas. Entre essas peculiaridades merece especial atenção a divisão da falência em três fases: a fase pré­‑falimentar, a fase falimentar propriamente dita e a fase pós­‑falimentar.

3.1 Fase pré­‑falimentar

Na chamada fase pré­‑falimentar são verificados os pressupostos para a instauração da falência, vale dizer, nessa fase irá se verificar se a falência é aplicável ou não à situação em análise. Tal fase se inicia com o pedido de falência ou eventualmente com o pedido de recuperação judicial e se encerra com a sentença. Caso haja a denegação da falência, obviamente não há a sequência das próximas fases, porquanto sequer é cabível a falência no caso em análise. De outro lado, decretada a falência, passa­‑se à próxima fase.

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