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27 - Anatomia de Superfície

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ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

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INTRODUÇÃO   No Capítulo 1, apresentamos vários ramos da anato‑ mia e assinalamos a relação entre esses ramos e nosso conhecimen‑ to sobre a estrutura do corpo. Agora que você conhece todos os sistemas do corpo, neste último capítulo vamos estu‑ dar mais detidamente as estruturas que podem ser vistas ou palpadas na superfície. O conhe‑ cimento da anatomia de superfície ajuda não apenas a identificar estruturas externas, mas também a localizar a posição de várias es‑ truturas internas. Essa é a verdadeira utilidade da anatomia de superfície, sobretudo na prá‑ tica clínica – visualizar estruturas anatômi‑ cas que não são vistas na superfície. •

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Você já se perguntou por que os profissionais de saúde usam o conhecimento de anatomia de superfície ao fazer o exame físico e alguns exames complementares? Você pode encontrar a resposta na página 934.

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PRINCÍPIOS DE ANATOMIA HUMANA

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26 - Sistema Genital

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SISTEMA GENITAL

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INTRODUÇÃO   Os seres humanos geram descendentes por um processo denominado reprodução sexuada, no qual espermatozoides haploides produzi‑ dos pelos testículos dos homens fertilizam os oócitos secundários haploides produzidos pelos ovários das mulheres. A célula diploide resul‑ tante da fertilização é denominada zigoto e contém um conjunto de cromossomos de cada genitor. Homens e mulheres têm órgãos genitais anatomicamente distintos, que se destinam a produzir, nutrir e transportar as células haploides, facilitar a fertilização e, nas mulheres, manter o crescimento do em‑ brião e do feto. Embora sejam distintos, esses órgãos se desenvolvem a partir de estruturas idênticas no embrião. Estruturas que se desen‑ volvem a partir da mesma anatomia embrionária são denominadas ho‑ mólogas. Por exemplo, os lábios menores dos órgãos genitais femininos são homólogos da parte peniana da uretra masculina. Essas duas estru‑ turas, que parecem ter estrutura e função tão diferentes, se originam da mesma anatomia embrionária. O desenvolvimento diferente dessas es‑ truturas homólogas obedece a controles genéticos e hormonais durante o desenvolvimento do embrião. •

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19 - Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

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Divisão Autônoma do Sistema Nervoso

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INTRODUÇÃO  É final de semestre, você estudou assiduamente para a prova final de anatomia, e, agora, está na hora de fazer a prova. Quando você entra na sala lotada e procura um lugar para sentar-se, percebe a tensão existente no ambiente, enquanto outros estudantes conversam nervosamente sobre detalhes de última hora que consideram importantes para a prova. De repente, sente o seu coração acelerar devido à emoção – ou será apreensão? Você percebe que a sua boca se torna um pouco seca, e começa a suar frio. Você também pode sentir que a sua respiração está um pouco mais acelerada e mais profunda. Enquanto aguarda o professor entregar a prova, esses sintomas tornam‑se cada vez mais pronunciados. Por fim, a prova é entregue na sua carteira. Você folheia lentamente a prova para examinar as questões e constata que consegue responder a todas elas com segurança. Que alívio! Os sintomas começam a desaparecer conforme você se concentra em transferir o seu conhecimento de seu cérebro para o papel.

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16 - Tecido Nervoso

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Tecido Nervoso

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I N T ROD U Ç Ã O   Como aconteceu ao longo dos anos das décadas de 1980 e 1990, o computador continua revolucionando o nosso mundo atual. No final da década de 1970, os primeiros computadores de mesa operavam com uma memória RAM total de 16 KB.

Atualmente, é comum ter um computador de mesa ou até mesmo um notebook com 1 giga de RAM, aumentando a capacidade em um milhão de vezes nesses últimos 30 anos.

Entretanto, até mesmo os supercomputa‑ dores mais avançados perdem a sua superio‑ ridade quando comparados com a máquina que os criou – o sistema nervoso humano.

Neste capítulo, iremos introduzir a organiza‑

ção básica desse computador humano e es‑ tudar seus componentes fundamentais que atuam como fios condutores e circuitos.

Em virtude da grande complexidade do sistema nervoso, os diferentes aspectos de sua estrutura e função serão analisados em vários capítulos relacionados. Este capítulo trata da organização do sistema nervoso e das propriedades das células que compõem o tecido nervoso – os neurônios (células ner‑ vosas) e a neuróglia (células que sustentam as atividades dos neurônios). Nos capítulos seguintes, iremos examinar a estrutura e as funções da medula espinal e dos nervos espinais (Capítulo 17) e do en‑ céfalo e dos nervos cranianos (Capítulo

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4 - Desenvolvimento

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Desenvolvimento

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INT R O D U Ç Ã O   Pense por um momento em uma máqui‑ na complexa projetada e cons‑ truída por seres humanos. Um computador ou – melhor ain‑ da – que tal o ônibus espacial?

Qualquer que seja a complexi‑ dade da máquina que venha à mente, seu projeto e sua produção são banais quando compara‑ dos aos processos de desenvolvimento que transformam uma única célula em cerca de 100 trilhões de célu‑ las do corpo humano. Antes de examinarmos o primeiro sistema do corpo, no Capítulo 5

(Tegumento Comum), veremos como se desenvolvem os sistemas. O conhecimen‑ to da origem dos diferentes sistemas do corpo humano facilitará a compreensão das estruturas e de seu mecanismo de ação.

Adiante, você aprenderá mais sobre o desen‑ volvimento no contexto dos vários sistemas do corpo. •

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Você já se perguntou por que o coração, os vasos sanguíneos e o sangue começam a se formar tão cedo no processo de desenvolvimento? Você pode encontrar a resposta na página 111.

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12 - Sistema Circulatório | Sangue

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Sistema Circulatório |

Sangue

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INTRO D U ÇÃ O  A maioria das células de um organismo multicelular não tem a capacidade de circular livremente para obter oxigênio e nutrientes e para livrar-se do dióxido de carbono e de outras escórias do metabolismo. Essas necessidades são supridas por dois tipos de líquidos: o sangue e o líquido intersticial. O sangue é o tecido conjuntivo líquido, constituído de células envolvidas por matriz extracelular. A matriz extracelular é uma parte líquida, denominada plasma, enquanto a parte celular consiste em várias células e fragmentos celulares. O líquido intersticial é o líquido aquoso que banha as células do corpo e é constantemente renovado pelo sangue. O oxigênio inspirado pelos pulmões e os nutrientes e água provenientes do sistema digestório são transportados pelo sangue, se difundem do sangue para o líquido intersticial e, em seguida, se difundem para dentro das células do corpo. O dióxido de carbono e outras escórias do metabolismo se movimentam em sentido oposto, isto é, das células do corpo para o líquido intersticial e, a seguir, para o sangue. Em seguida, o sangue transporta as escórias do metabolismo para os pulmões, rins, pele e para o sistema digestório – para a sua eliminação do corpo.

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21 - Sentidos Especiais

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Sentidos Especiais

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INTRODUÇÃO  No Capítulo 20, vimos que os sentidos gerais incluem os sentidos somáticos (sensibilidade tátil, térmica, do‑ lorosa e proprioceptiva) e as sensações viscerais. Os receptores para a sensibilidade geral estão distribuídos por todo o corpo e apresentam uma estrutura relativamente simples. Variam desde dendritos modificados de neurônios sensitivos até estruturas especializadas associadas às terminações dos dendritos. Os receptores para os sentidos especiais – ol‑ fato, paladar, visão, audição e equi‑ líbrio – são anatomicamente distin‑ tos uns dos outros e concentram‑se em locais específicos na cabeça. Em geral, estão inseridos no tecido epi‑ telial, nos órgãos dos sentidos com‑ plexos, como os olhos e as orelhas.

As vias neurais para os sentidos es‑ peciais são mais complexas do que aquelas envolvidas nos sentidos ge‑ rais. Neste capítulo, iremos examinar a estru‑ tura e a função dos órgãos dos sentidos especiais e as vias envolvidas na condução de suas informações até a parte central do sistema nervoso. •

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18 - Encéfalo e Nervos Cranianos

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Encéfalo e Nervos

Cranianos

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INTRODUÇÃO  Resolver uma equação, sentir fome, rir

– os processos neurais necessários para cada uma des‑ sas atividades ocorrem em diferentes regiões do en‑ céfalo, a porção da parte central do sistema nervoso contida no crânio. O encéfalo é composto de apro‑ ximadamente 100 bilhões de neurônios e 10 a 50 trilhões de células da neuróglia e, nos adultos, tem massa de cerca de 1.300 gramas. Em média, cada neurônio forma 1.000 sinapses com outros neurô‑ nios. Por conseguinte, o número total de sinapses em cada encéfalo humano, que é de aproximada‑ mente mil trilhões (1015), é maior do que o número de estrelas na galáxia.

O encéfalo é o centro de registro das sensações, da correlação dessas sensações entre si e com a informa‑

ção armazenada, da tomada de decisões e do início das ações. Trata‑se também do centro para o intelecto, as emoções, o comportamento e a memória. Entretanto, esse órgão fascinante encerra um domínio ainda maior: ele direciona o nosso comportamento em relação aos ou‑ tros. Com ideias que estimulam, obras de arte que deslum‑ bram ou retóricas que hipnotizam, os pensamentos e as ações de uma pessoa podem influenciar e moldar as vidas de muitas outras pessoas. Como veremos em breve, o encéfalo possui regiões distintas que são especializadas em diferentes funções, mas que tam‑ bém podem trabalhar em conjunto para a execução de determinadas tarefas compartilhadas. Este capítulo explora como o encéfalo é protegido e nutrido, que funções ocorrem nas principais regiões do encéfalo e como a medula espinal e os 12 pares de nervos cranianos se conectam com o encéfalo para formar o centro de controle do corpo humano. •

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22 - Sistema Endócrino

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Sistema Endócrino

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INTROD UÇÃ O  Juntos, o sistema nervoso e o sistema endócrino coor‑ denam as funções de todos os sistemas do corpo. Como já foi explicado em capítulos anteriores, o sistema nervoso exerce o seu controle por meio de impulsos nervosos que são conduzidos ao longo dos axônios dos neu‑ rônios. Nas sinapses, os impulsos nervosos desencadeiam a liberação de moléculas mediadoras (mensageiras), denominadas neurotransmissores. Em contrapartida, o sistema endócrino libera moléculas reguladoras, denominadas hormônios, no líquido intersticial e, em seguida, na corrente sanguínea. O sangue circulante leva os hor‑ mônios até praticamente todas as células do corpo; as células reconhecem um determinado hormônio e, em seguida, respondem.

Os sistemas nervoso e endócrino são coordenados como um supersistema interligado, denominado sistema neuroendócrino.1 Determinadas partes do sistema nervoso estimulam ou inibem a liberação de hormônios, os quais, por sua vez, podem promover ou inibir a geração de impulsos nervosos.

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8 - Sistema Esquelético | Esqueleto Apendicular

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Sistema Esquelético |

Esqueleto Apendicular

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INTRODUÇÃO  Conforme assinalado no Capítulo 7, as duas principais divisões do sistema es‑ quelético são: esqueleto axial e o esqueleto apendicular. O esqueleto axial refere‑se ao eixo do esqueleto ou parte central do corpo e ajuda a proteger os órgãos internos. O foco deste capítulo é o esqueleto apendicular, que consiste nos membros superiores e inferiores e cuja principal função é o movimento. Como eles seguem esque‑ mas de desenvolvimento semelhantes, os membros superiores e inferiores apresentam muitos aspectos em comum. Cada membro é composto de cíngulos e partes livres. Os membros superiores são constituídos pelo cíngulo e parte livre do membro superior, enquanto os membros in‑ feriores consistem em cíngulo e parte livre do membro inferior. Os cíngulos, que são compostos de ossos planos e largos que formam

âncoras robustas, fixam as partes livres e móveis dos membros ao esqueleto axial. Quando se comparam os primeiros segmentos das partes livres dos membros – o braço no membro superior e a coxa no membro inferior, percebemos que existe um único osso gran‑ de. Prosseguindo distalmente para os segundos segmentos, o ante‑ braço no membro superior e a perna no membro inferior, ambos apresentam dois ossos paralelos. Nas junções desses segundos seg‑ mentos com a mão e com o pé – o punho e o tornozelo – existem numerosos ossos pequenos (8 no carpo e 7 no tarso). Por fim, as mãos e os pés têm o mesmo número e a mesma disposição de ossos, formando os dedos das mãos e dos pés.

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5 - Tegumento Comum

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Tegumento Comum

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I N T R O D U Ç Ã O   Ao conhecer uma pessoa, a primeira impressão é baseada prin‑ cipalmente na parte mais visível do corpo, a pele e as estruturas associadas a ela. Por exemplo, a distribuição, a cor, o comprimento e a condição dos cabelos são indicativos da saúde e da idade da pessoa. Você também pode observar sardas, nevos e outras di‑ ferenças na pigmentação da pele. Quando você sente frio, a pele se arrepia e os pelos ficam eretos. Se está com calor ou nervoso, você transpira. A maioria das pessoas está tão consciente da importância da primeira impressão que gasta tempo, dinheiro e es‑ forço consideráveis em rituais diários de embelezamento para “melhorar a aparência”.

Por que existem diferentes cores e texturas de pele? O que é uma sarda, uma bo‑ lha, um calo? Por que a pele é mais espessa em algumas áreas do corpo que em ou‑ tras? O que são impressões digitais? Como o cabelo cresce, e o que o torna crespo ou liso? Por que se torna grisalho? Essas são apenas algumas das perguntas que você conseguirá responder depois de estudar a estrutura e as funções desse importante sistema do corpo. •

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Apêndice B Respostas

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Apêndice B

RESPOSTAS

Respostas das Questões para avaliação crítica

Capítulo 1

1. Na radiografia, o úmero estaria localizado mais proximal. Dois ossos do antebraço, a ulna e o rádio, estariam localizados distais ao

úmero, com a ulna si­tua­da medial ao rádio. Na mão, 15 falanges compreenderiam os dedos distais, enquanto 5 metacarpais seriam encontrados na parte mais proximal da palma. Distal à ulna e ao rádio, e proximal aos metacarpais, o punho consistiria em 8 ossos carpais.

2. O alienígena teria 2 caudas, 4 braços, 2 pernas e 1 boca no local em que estaria, habitualmente, si­tua­do o umbigo.

3. Pulmão, diafragma, estômago, intestino grosso, intestino delgado; possivelmente parte do pân­creas, ovário ou tuba uterina, rim.

4. O peritônio, a maior túnica serosa no corpo, recobre a maior parte dos órgãos na cavidade abdominal. Portanto, uma infecção nessa estrutura consegue se difundir para qualquer um ou para todos os

órgãos na cavidade.

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13 - Sistema Circulatório | Coração

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Sistema Circulatório |

Coração

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INTRODUÇÃO  No Capítulo 12, examinamos a composição e as funções

do sangue. Para que o sangue possa alcançar as células do corpo e efetuar a troca de materiais com elas, precisa ser continuamente bombeado pelo coração ao longo dos vasos sanguíneos do corpo. O coração se contrai aproximadamente 100.000 vezes/dia, o que totaliza cerca de 35 milhões de batimentos por ano e aproximadamente 2,5 bilhões de batimentos durante toda a vida, em média. O lado esquerdo do coração bombeia sangue ao longo de aproximadamente 100.000 km de vasos sanguíneos, o que equivale a dar a volta ao redor do equador da Terra aproximadamente 3 vezes. O lado direito do coração bombeia sangue para os pulmões, permitindo ao sangue captar oxigênio e liberar dióxido de carbono. Mesmo quando estamos dormindo, o coração bombeia 30 vezes o seu próprio peso a cada minuto, o que corresponde a aproximadamente 5 l de sangue para os pulmões e o mesmo volume para o resto do corpo. Nesse ritmo, o coração bombeia aproximadamente mais de 14.000 l de sangue por dia ou 5 milhões de litros por ano. Entretanto, não vivemos o tempo todo dormindo, e o coração bombeia mais vigorosamente quando estamos ativos. Por conseguinte, o volume real de sangue bombeado pelo nosso coração em um único dia é muito maior. Este capítulo irá explorar a estrutura do coração e as propriedades singulares que possibilitam o seu bombeamento durante toda a vida, sem nenhum descanso. •

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Apêndice A Medidas Métricas

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Apêndice A

MEDIDAS MÉTRICAS

Sistema Norte-Americano

PARÂMETRO

UNIDADE

RELAÇÃO COM OUTRAS

UNIDADES DO SISTEMA

NORTE-AMERICANO

Comprimento

Polegada

1/12 pé

2,54 centímetros (cm)

12 polegadas

0,305 metro (m)

Jarda

36 polegadas

0,914 metro (m)

Milha

5.280 pés

1,609 quilômetro (km)

Grão

1/1.000 libra

64,799 miligramas (mg)

Dracma

1/16 onça

1,772 grama (g)

Onça

16 dracmas

28,350 gramas (g)

Libra

16 onças

453,6 gramas (g)

Massa

Volume (líquido)

Volume (seco)

EQUIVALENTE NO SI

(MÉTRICO)

Tonelada curta

2.000 libras

907,18 quilogramas (kg)

Onça

1/16 pinta

29,574 mililitros (ml)

Pinta

16 onças

0,473 litro (l)

Quarto

2 pintas

0,946 litro (l)

Galão

4 quartos

3,785 litros (l)

Pinta

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15 - Sistema Linfático e Imunidade

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Sistema Linfático e Imunidade

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INT R ODU Ç Ã O   O ambiente em que vivemos

é repleto de micróbios que têm a capacidade de provocar doença caso venham a encontrar a ocasião ideal. Se não tivéssemos condições de enfrentar esses micróbios, estaríamos constantemente doentes ou até mesmo poderíamos morrer. Felizmente, possuímos diversos mecanismos de defesa que impedem a entrada dos micróbios em nosso organismo ou que os combatem quando eles conseguem invadir o corpo. O sistema linfático é um dos principais sistemas do corpo que ajuda na defesa contra micróbios produtores de doença. Neste capítulo, iremos estudar a organização e os componentes do sistema linfático, bem como a sua função na manutenção da saúde. •

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Você já se perguntou como o câncer consegue se propagar de uma parte do corpo para outra? Você pode encontrar a resposta na página 561.

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SUMÁRIO

15.1 Conceito de imunidade, 545

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