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Sumário

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

sumár i o

Prólogo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

1. Água: estrutura química e molecular . . . . . . . . . . . . 1

2. A água e a ligação de hidrogênio . . . . . . . . . . . . . 27

3. Distribuição geográfica da água . . . . . . . . . . . . . . 43

4. Água e clima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

5. Água e fontes de energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79

6. Água e transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91

7. Água na agropecuária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

8. Salvemos nossas águas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103

Índice remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

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Prólogo

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

pr ólogo

É com otimismo que apresentamos o Volume III da Série “Curso de

Química para Engenharia”. O Volume I referiu-se à Energia, o II abordou Materiais e, agora, discutimos sobre Água.

Água é quase sinônimo de vida, uma vez que tem propriedades, distribuição e utilidades inúmeras e vitais. A água líquida não é simplesmente H2O, porque diversas associações entre as moléculas são formadas, determinando suas excepcionais propriedades, como os altíssimos pontos de fusão e ebulição.

As matérias cobertas abrangem diversos aspectos dos temas, que podem interessar a diferentes especialidades da engenharia. Quando pertinente, discutimos aspectos químicos. Esta Série não se enquadra em programas específicos de química de nenhuma instituição. Os tópicos escolhidos refletem nossa visão e nossa experiência nos temas de química de utilidade para o engenheiro. Abordamos igualmente os assuntos correlatos que completam a discussão, mesmo que não tenham relação direta com a química.

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Conclusão

Antônio Carlos Lessa, Carlos Eduardo Vidigal, Francisco Fernando Monteoliva, Henrique Altemani De Oliveira Editora Saraiva ePub Criptografado

Em seus extremos, o processo de evolução da política externa brasileira vai da subordinação aos interesses das grandes potências, na década de 1820, à atual inserção internacional, com o intuito de obter condições favoráveis ao nosso desenvolvimento econômico e social e projeção política para o Brasil no cenário internacional. A subordinação foi superada, de certo modo, na década de 1840, quando o Império brasileiro teve condições de implementar uma orientação externa coerente na defesa dos interesses do país, quer quanto às potências europeias e aos Estados Unidos, quer quanto aos países vizinhos. Embora fosse um Estado periférico, o Brasil Monárquico não era submisso: resistiu às pretensões inglesas de ter privilégios comerciais e políticos; defendeu a integridade nacional; construiu uma hegemonia regional no Rio da Prata, para conter o que supunha ser o expansionismo argentino, o que implicou defender as independências paraguaia e uruguaia; construiu e manteve a aliança para enfrentar a agressão militar do Paraguai, de Francisco Solano López; e, em suas décadas finais, a Monarquia brasileira, apesar da crise politica e financeira, manteve o país respeitado pelas grandes potências e pelos países vizinhos.

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Capítulo 2 Soberania, intervencionismo e pragmatismo (1845-1889)

Antônio Carlos Lessa, Carlos Eduardo Vidigal, Francisco Fernando Monteoliva, Henrique Altemani De Oliveira Editora Saraiva ePub Criptografado
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Capítulo 5 | LINGUAGEM LADDER

Claiton Moro Franchi, Valter Luís Arlindo de Camargo Editora Saraiva ePub Criptografado

LINGUAGEM LADDER

A linguagem Ladder foi a primeira que surgiu para a programação dos controladores lógicos programáveis. Para que obtivesse aceitação imediata no mercado, seus projetistas consideraram que ela deveria evitar uma mudança de paradigma muito brusca. Considerando que, na época, os técnicos e os engenheiros eletricistas eram normalmente os encarregados da manutenção no chão de fábrica, a linguagem Ladder deveria ser algo familiar para esses profissionais.

Assim, ela foi desenvolvida com os mesmos conceitos dos diagramas de comandos elétricos que utilizam bobinas e contatos.

Uma boa compreensão do método de programação em linguagem Ladder , incluindo blocos funcionais, é extremamente benéfica, mesmo quando se utilize um CLP com outros recursos da linguagem IEC 61131-3, porque os diagramas Ladder são fáceis de usar e de implementar e constituem uma linguagem de programação de CLPs poderosa.

Suas vantagens são:

● possibilidade de uma rápida adaptação do pessoal técnico (semelhança com diagramas elétricos convencionais com lógica a relés);

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CAPÍTULO 7 – ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

Em uma visão global, a administração pública pode ser definida como todo aparelhamento do Estado preordenado à realização de serviços públicos, sempre com vistas à satisfação das necessidades coletivas do povo.

Administrar um bem público é uma das atividades mais relevantes na sociedade, na medida em que – direta ou indiretamente – o administrador público busca incessantemente concretizar o interesse de todos pelas diversas áreas do perfeito convívio social, seja na educação, na saúde, na segurança pública, entre tantas outras áreas de interesse coletivo.

A Constituição Federal de 1988, em seu art. 37, regulamenta Administração Pública. Conforme esse artigo, a Administração Pública direta e indireta de qualquer um dos Poderes, seja da União, dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios, para cumprir sua finalidade, deve obedecer aos seguintes princípios: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

No decorrer deste capítulo vamos conhecer alguns temas relevantes para a administração pública, entre eles os princípios constitucionais que a regem, as entidades políticas e administrativas, as agências reguladoras, como Anac, Anatel, Ancine, Aneel, ANA, ANP, ANS, Antaq, ANTT e Anvisa, além dos crimes praticados contra a administração pública.

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Créditos

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
ANGÉLICA ILACQUA CRB-8/7057

Campos, Alexandre de

Administração : guia prático / Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano. – 3. ed. – São Paulo: Érica, 2020.

304 p.

Bibliografia

ISBN 978-85-365-3371-1

ISBN digital 9788536533728

 

1. Administração. I. Título. II. Barsano, Paulo Roberto.

20-0416 / CDD 658 / CDU 658.1

1 Índice para catálogo sistemático:
1. Administração

Copyright © Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano
2020 Saraiva Educação
Todos os direitos reservados.

Diretoria executiva:

Flávia Alves Bravin

Direção editorial :

Renata Pascual Müller

Gerência editorial :

Rita de Cássia S. Puoço

Aquisições :

Rosana Ap. Alves dos Santos

Edição :

Paula Hercy Cardoso Craveiro e Silvia Campos Ferreira

Produtor editorial:

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Apêndice A | Utilização do Software Zelio Soft 2

Claiton Moro Franchi, Valter Luís Arlindo de Camargo Editora Saraiva ePub Criptografado

Utilização do Software Zelio Soft 2

Para melhorar o aprendizado dos conteúdos abordados no livro, foi utilizado o software de edição de diagramas Zelio Soft 2, da Schneider Electric. Ele foi escolhido em razão da facilidade de uso, idioma disponível em português (Portugal), por ser gratuito, conter as principais linguagens de programação utilizadas no livro (Ladder, SFC e blocos) e possuir simulador.

Atenção!

O software pode ser obtido em <http://www.schneider-electric.com.br>. Para fazer o download, é necessário um cadastro na página e efetuar login.

Entrar no item Downloads  Produtos e serviços, selecione a categoria Módulo lógico programável – Zelio Logic e, depois, Assunto: Módulo Lógico Programável –Software Zelio Logic V5.3.

Após a instalação, inicie o software Zelio Soft 2, como ilustra a Figura A.1.

Figura A.1 Iniciar o software Zelio Soft 2.

Após abrir o software, aparecerá a tela da Figura A.2. Deve-se, então, clicar no ícone Criar um novo programa. Na tela seguinte, é feita a escolha do módulo a ser usado. Os aspectos que diferem os módulos são: tipo de fonte de alimentação (CC ou CA), número de entradas e saídas, tipos de entrada (analógicas ou digitais), display, entre outros.

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Capítulo 11 | GRAFCET/SFC

Claiton Moro Franchi, Valter Luís Arlindo de Camargo Editora Saraiva ePub Criptografado

GRAFCET/SFC

O Grafcet surgiu em 1977 em um grupo de trabalho da Association Française pour la Cybernétique Economique et Technique (AFCET – Associação Francesa para a Cibernética Econômica e Técnica). E em junho de 1982, que foi criada a norma francesa UTE NF C 03-190 (diagrama funcional Grafcet para a descrição dos sistemas lógicos de comando).

A criação do Grafcet foi necessária, entre outros motivos, em razão das dificuldades para a descrição de processos com várias etapas simultâneas utilizando linguagens normais de programação (diagramas de fluxo e linguagens de uso corrente na informática).

Trata-se de uma técnica desenvolvida para a modelagem de sistemas sequenciais, inicialmente desenvolvida na França e conhecida como Graphe Fonctionnel de Commande Etape/Transition. Sua evolução e sua adoção em nível mundial resultaram em uma norma da Comissão Eletrotécnica Internacional denominada IEC 848. Posteriormente, foi criada uma linguagem com base no Grafcet, chamada de SFC (Sequential Function Chart – sequenciamento gráfico de funções).

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Capítulo 4 | LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

Claiton Moro Franchi, Valter Luís Arlindo de Camargo Editora Saraiva ePub Criptografado

LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

4.1 DEFINIÇÕES BÁSICAS

Imagine que um gerente deseja passar instruções a um operador de determinado processo. Se ambos falam português, as instruções típicas poderiam ser: ligue o motor, desligue o motor, some dois valores, subtraia dois valores, acenda a lâmpada, apague a lâmpada, ligue a sirene e assim por diante. Portanto, para que haja uma efetiva comunicação, é necessário utilizar uma linguagem que ambos entendam. Os efeitos seriam os mesmos se as instruções fossem dadas em japonês, desde que ambos entendessem japonês.

Genericamente, linguagem é um meio de transmissão de informações entre dois ou mais elementos com capacidade de se comunicarem. Esses elementos não ficam restritos aos seres humanos, nem mesmo é exclusividade dos seres vivos, já que máquinas podem ser construídas com tal capacidade.

Na área da computação, define-se instrução como um comando que permite a um sistema com capacidade computacional realizar determinada operação.

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Capítulo 3 | SENSORES E ATUADORES

Claiton Moro Franchi, Valter Luís Arlindo de Camargo Editora Saraiva ePub Criptografado

SENSORES E ATUADORES

3.1 INTRODUÇÃO

A indústria trabalha continuamente para desenvolver produtos com mais velocidade e menor custo. Pela automação de processos, é possível alcançar esses objetivos mantendo altos níveis de qualidade e confiabilidade. O uso de sensores e chaves para detecção de posição é fundamental para monitorar, regular e controlar a automação das máquinas envolvidas nos processos de fabricação.

Os sensores geralmente são aplicados para contagem, verificação de posição e seleção entre dimensões diferentes de peças, entre outras aplicações. Assim, é fundamental a escolha correta de um sensor para que a automação de um processo industrial possa funcionar corretamente. Os sensores para indicação de posição comumente utilizados são chaves fim de curso, indutivos, capacitivos, ópticos e ultrassônicos, descritos a seguir.

3.2 CHAVES

As chaves são componentes eletromecânicos usados para ligar, desligar ou direcionar a corrente elétrica, por meio de um acionamento mecânico manual ou automático. A chave de duas posições é um componente binário de circuito simples e fundamental, com uma entrada e uma saída.

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CAPÍTULO 6 – ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

Em um mundo onde o mercado demanda cada vez mais produtos e serviços, a concorrência é acirrada na maioria dos segmentos, o cliente é exigente, quer qualidade, preço competitivo e prazo curto, a administração de produção torna-se uma aliada estratégica muito importante nos processos organizacionais. Compreende vários assuntos, os quais devem ser tratados em conjunto, para evitar que percam seu real entendimento.

Embora não seja perceptível para muitos, as atividades de administração da produção acontecem constantemente em nossas vidas. A partir do momento em que nós, consumidores, temos uma necessidade de consumo, surge outra variável: a busca da produção correspondente para atendê-la.

Desde a época da Revolução Industrial evidenciamos essa máxima: aumentar a produtividade para atender à demanda da população. Isso fez que as indústrias passassem a utilizar técnicas capazes de maximizar resultados dos operários no período pós-guerra, em que o mundo necessitava dos mais diversos produtos. A produção passou de artesanal para de grande escala. Novas máquinas foram inseridas na produção, e os operários cada vez mais eram motivados a dar o máximo de si, mesmo sem o treinamento necessário, tampouco equipamentos de segurança do trabalho. Questões trabalhistas eram deixadas de lado, e o que importava era apenas o aumento da produtividade, a qualquer custo.

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CAPÍTULO 9 – GESTÃO DA QUALIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

A busca pela qualidade por meio de sistemas predefinidos de qualidade total surgiu no Japão por meio de gurus como Crosby e Juran.

As pessoas começaram a perceber e avaliar os produtos e serviços, formando, assim, seus conceitos de qualidade, desde os primórdios da civilização humana. Qualidade sempre esteve ligada ao conceito de produto resistente, duradouro, sem avarias. Entretanto, com a evolução da humanidade, outros requisitos foram incorporados ao conceito de qualidade, tais como bom atendimento, prazo de entrega, preço, condições de pagamento etc.

Com o tempo, novos padrões de valores passaram a ser desenvolvidos, bem como novas relações sociais e produtivas no mercado. Com isso, estabeleceram-se medidas de avaliação de processos, de instrumentos e desempenho do próprio ser humano. Essas avaliações tornaram-se importantes instrumentos de verificação da qualidade, em uma busca constante pela melhoria contínua dos produtos e serviços.

O conceito de qualidade está ligado ao funcionamento técnico eficiente dos produtos, durabilidade, resistência etc. Atualmente, os serviços agregados ao produto fazem parte do conceito de qualidade, o qual não se resume mais à qualidade técnica.

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CAPÍTULO 2 – PROCESSOS ADMINISTRATIVOS

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

As empresas, de maneira geral, sejam elas privadas ou públicas, não existem por conta própria, mas, sim, para cumprir objetivos sociais específicos e para satisfazer as necessidades da sociedade, da comunidade e dos indivíduos. As empresas exercem o papel de uma organização econômica que reúne e combina fatores produtivos para a execução de determinada atividade em busca de objetivos bem definidos.

A organização utiliza, de maneira estruturada, recursos humanos, materiais, técnicos e financeiros para seu funcionamento em busca dos resultados esperados por clientes, acionistas, colaboradores e demais agentes da sociedade.

Ao final deste capítulo, você conhecerá os conceitos e modelos de organização, terá uma noção acerca da constituição e da legalização de empresas, entenderá as diferenças entre pessoa física e jurídica, as técnicas de missão, visão e valores.

Os tipos de empresas existentes serão explicados, além dos conceitos de razão social e contrato social, complementando com organograma, fluxograma, cronograma e sua aplicabilidade. Por fim, você compreenderá as definições de planejamento, organização, direção e controle.

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BIBLIOGRAFIA

Alexandre de Campos, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva ePub Criptografado

ADMINISTRADORES.COM. Disponível em: <http://www.administradores.com.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Disponível em: <http://www.ana.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (ANAC). Disponível em: <http://www.anac.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL). Disponível em: <http://www.aneel.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS). Disponível em: <http://www.ans.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL). Disponível em: <http://www.anatel.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS (ANTAQ). Disponível em: <http://www.antaq.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). Disponível em: <http://www.antt.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br>. Acesso em: 10 nov. 2012.

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