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Capítulo 28 - Templos e locais de culto

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Templos e locais de culto

28

Leslie Fairweather, Ian Brewerton, Atba Al-Samarraie, David Adler e Derek Kemp

CI/Sfb: 6

A seção sobre a Igreja Anglicana foi revisada por Maurice Walton em 2011

PONTOS CHAVE:

• Os arquitetos que projetarem edificações religiosas e locais de culto sempre deverão estudar as tradições e os rituais em um nível mais profundo do que seria necessário para o trabalho com outros tipos de prédio

• Em igrejas e outras edificações cristãs, muitas vezes as intervenções arquitetônicas implicam a inclusão de alguns espaços seculares ou comunitários que permitem à paróquia aumentar sua participação na sociedade e, em certos casos, melhorar o angariamento de receitas

Conteúdo

1 Introdução

PARTE A Um guia para grupos religiosos cristãos

2

3

4

5

6

7

8

9

Igreja anglicana

Igreja católica romana

United Reformed Church

Exército da salvação

Igreja metodista

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18. Comunicação em enfermagem

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

18

Comunicação em enfermagem

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Evalda Cançado Arantes

PONTOS A APRENDER

1. Conceituar comunicação.

2. Conceituar comunicação verbal e não verbal.

3. Especificar os elementos básicos e as variáveis do processo de comunicação.

4. Discorrer sobre os modos de comunicação.

5. Conceituar comunicação terapêutica.

6. Refletir sobre as premissas e os pressupostos da comunicação entre enfermeiro e paciente.

7. Descrever as características e a sequência na comunicação terapêutica.

PALAVRAS-CHAVE

Comunicação, enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Conceito de comunicação. Elementos funcionais do processo de comunicação. Tipos de comunicação. Variáveis do processo de comunicação. Funções da comunicação. Ruídos na comunicação. Níveis de comunicação. Modos de comunicação. Introdução à comunicação terapêutica. Características da comunicação terapêutica. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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8. Funções psíquicas – psicopatologia

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

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Funções psíquicas – psicopatologia

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Maguida Costa Stefanelli

Renato Teodoro Ramos

PON­TOS A APREN­DER

1. Apresentar uma visão global da terminologia utilizada em psicopatologia descritiva.

2. Oferecer subsídio para a identificação de manifestações patológicas, segundo as diferentes funções psíquicas.

3. Oferecer elementos para a compreensão das manifestações de comportamento do paciente.

PALAVRAS-CHAVE

Funções psíquicas, psicopatologia.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Consciência. Atenção. Orientação. Memória. Sensopercepção.

Pensamento. Impulsividade. Afetividade e emotividade. Atividade. Vontade.

Sono. Inteligência. Julgamento e raciocínio. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

O ser humano se distingue de outros seres vivos por possuir linguagem articulada, atividade psíquica identificável e capacidade de raciocínio desenvolvida. Além disso, tais capacidades se desenvolvem em dimensões biológicas, psicológicas, sociais, culturais, espirituais e intelectuais sendo altamente integradas entre si. No curso de sua vida, todo indivíduo experimenta emoções, sentimentos, percepções, pensamentos, recordações, desejos e impulsos, de forma integrada, como resultado de suas funções psíquicas. A vivência desses fenômenos é parte do viver saudável do ser humano.

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7. Avanços do conhecimento em saúde mental e psiquiatria

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

7

Avanços do conhecimento em saúde mental e psiquiatria

Quirino Cordeiro

Alexandra Martini de Oliveira

Homero Vallada

PONTOS A APRENDER

1. Avanços do conhecimento em psiquiatria e saúde mental nas áreas de neurociência, epidemiologia e terapêutica.

2. Estimular o enfermeiro a acompanhar os avanços do conhecimento.

3. Capacitar o enfermeiro a integrar o conhecimento à sua prática em face da multidimensionalidade da etiologia das doenças mentais.

PALAVRAS-CHAVE

Saúde mental, psiquiatria, neurociência, epidemiologia, farmacogenética, neuroimagem, ressonância magnética, psicofarmacologia, estimulação magnética transcraniana.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Avanços em neurociências. Avanços epidemiológicos. Avanços terapêuticos. Neuromodulação. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, o conhecimento em saúde mental sofreu um grande avanço. Este capítulo aborda os principais resultados de pesquisas nas áreas de neurociências, epidemiologia e terapêutica.

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36. O enfermeiro no serviço de emergência psiquiátrica: situações específicas

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

36

O enfermeiro no serviço de emergência psiquiátrica: situações específicas

José Gilberto Prates

Elizabeth da Costa Jóia

Cristina Emiko Igue

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Maguida Costa Stefanelli

PON­TOS A APREN­DER

1. Identificar as situações de emergência psiquiátrica mais comuns.

2. Descrever os diagnósticos de enfermagem mais comuns em emergência psiquiátrica.

3. Descrever os resultados esperados na assistência de enfermagem em situações de emergência psiquiátrica.

4. Discorrer sobre as intervenções de enfermagem em emergência psiquiátrica, especificando cada situação.

5. Comparar ações do enfermeiro em emergência psiquiátrica nos diferentes níveis de assistência: primário, secundário e terciário.

PALAVRAS-CHAVE

Emergência psiquiátrica, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Conceito. Equipe e local de atendimento. Situações de EP.

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35. O enfermeiro em emergência psiquiátrica: intervenção em crise

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

35

O enfermeiro em emergência psiquiátrica: intervenção em crise

Evalda Cançado Arantes

Ilza Marlene Kuae Fukuda

Maguida Costa Stefanelli

PON­TOS A APREN­DER

1.

2.

3.

4.

5.

Conceituar a crise.

Descrever os tipos de crise.

Discorrer sobre os diagnósticos de enfermagem da pessoa em crise.

Listar e justificar as intervenções de enfermagem para a situação de crise.

Descrever a importância da intervenção em crise para a saúde mental.

PALAVRAS-CHAVE

Crise, intervenção em crise, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Conceito. Características. Tipos de crise. Fases da crise.

Fatores que atuam na resolução da crise. Níveis de intervenção.

Intervenção em crise. Intervenção em crise e o processo de enfermagem.

Planejamento da intervenção em crise. Considerações finais. Propostas para estudo. Referências bibliográficas.

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6. Correntes psiquiátricas e tratamento dos distúrbios mentais

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

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Correntes psiquiátricas e tratamento dos distúrbios mentais

Jorge Wolnhey Ferreira Amaro

PON­TOS A APREN­DER

1. Reconhecer as diversas correntes psiquiátricas.

2. Identificar os diferentes tratamentos psiquiátricos.

PALAVRAS-CHAVE

Evolução histórica, psicanálise, tratamentos biológicos, neurolinguística, análise transacional, psicodrama, terapia cognitivo-comportamental.

ESTRU­TU­RA DOS TÓPI­COS

Introdução. Antiguidade e pensamento mágico. Séculos XVII a XIX. Séculos

XIX e XX – grandes descobertas. Psicanálise. Grandes guerras mundiais.

Psicopatologia objetiva e subjetiva. Psicoterapia. Psicopatologias e bases neurofisiológicas. Psicanálise e terapia comportamental. Terapia cognitivo-comportamental. Psicoterapia por programação neurolinguística. Análise transacional. Psicodrama. Considerações finais. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

INTRODUÇÃO

A tentativa de explicar os distúrbios mentais e, por consequência, o seu método de tratamento, oscilou desde a Antiguidade até o período contemporâneo sob três tendências: a tentativa de explicar as doenças da mente em termos físicos, isto é, o método orgânico; a tentativa de encontrar explicações psicológicas e sociais; e a tentativa de lidar com o desconhecido por meio de explicações sobrenaturais.

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19. Estratégias de comunicação terapêutica

Tamara Cianciarullo, Ilza Marlene Kuae Fukuda, Maguida Costa Stefanelli, Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

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Estratégias de comunicação terapêutica

Maguida Costa Stefanelli

Evalda Cançado Arantes

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Conceituar a comunicação terapêutica.

2. Descrever as estratégias de comunicação terapêutica.

3. Discutir a importância das estratégias de comunicação terapêutica na assistência de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica.

4. Discutir situações que envolvem o ouvir de modo reflexivo e o uso terapêutico do silêncio.

5. Analisar a própria comunicação à luz do conteúdo sobre comunicação terapêutica.

PALAVRAS-CHAVE

Comunicação terapêutica, estratégias de comunicação terapêutica, enfermagem em saúde mental, enfermagem psiquiátrica.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introdução. Conceito de comunicação terapêutica. Grupamentos das estratégias de comunicação terapêutica. Grupamento expressão.

Grupamento clarificação. Grupamento validação. Considerações finais.

Proposta para estudo. Referências bibliográficas.

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4 - Sobre a Criminalização da Homofobia

Evandro Piza Duarte, Salo de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Sobre a Criminalização da Homofobia

Perspectivas desde a criminologia queer1

Salo de Carvalho

4.1 �Introdução: a homofobia como tema central das teorias queer

Jovem gay submetido a sessão de “cura” em Igreja foi eletrocutado, queimado e perfurado.

Após meses de tortura, jovem [norte-americano Samuel Brinton] considerou o suicídio, subindo no telhado de casa. Sua mãe, que também apoiava a tentativa de “conversão”, tentou dissuadi-lo dizendo:

“Eu vou te amar de novo, mas só se você mudar” (Agência Pragmatismo Político, 7 de outubro de 2011).

O objetivo deste estudo é problematizar, desde os pontos de vista normativo (direito penal) e empírico (criminologia), a legitimidade do projeto de criminalização da homofobia no Brasil. O tema tem adquirido importante espaço nos meios de comunicação e, justificadamente, tem sido objeto de inúmeras pesquisas no campo das humanidades.

No entanto, em razão de uma série de investigações que tenho realizado nos últimos anos sobre as novas tendências do pensamento criminológico, sobretudo as inovações no campo da criminologia crítica, entendo ser adequado inserir, de forma introdutória, o tema (criminalização da homofobia) no contexto político do movimento social que representa gays, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros e simpatizantes (movimento LGBTs) e no âmbito acadêmico das teorias queer.

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Medium 9788582712245

Capítulo 14 - Resiliência no Contexto de Trabalho

Katia Puente-Palacios, Adriano De Lemos Alves Peixoto Grupo A PDF Criptografado

14

RESILIÊNCIA NO

CONTEXTO DE TRABALHO

Virgínia D. Carvalho

Maycoln Teodoro

Livia de Oliveira Borges

Este capítulo tem como objetivo apresentar a Escala de Resiliência para

Adultos (Resilience Scale for Adults – RSA) e a investigação sobre as evidências de sua validade para o contexto do trabalho e das organizações no

Brasil. Com esse propósito, são tecidas inicialmente algumas considerações conceituais acerca da resiliência, destacando-se o crescimento recente no número de estudos que enfocam esse construto no campo do trabalho.

As origens da escala e os processos de validação realizados são descritos, bem como sua composição fatorial, modos de aplicação, apuração e interpretação dos resultados, encerrando- se com uma breve discussão acerca de seu potencial de contribuição para a compreensão das possibilidades e limites colocados para os processos de adaptação no ambiente organizacional.

CONSIDERAÇÕES CONCEITUAIS ACERCA DA RESILIÊNCIA

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Capítulo 2 - Desempenho no Trabalho: Escala de Avaliação Geral por meio de Autopercepções

Katia Puente-Palacios, Adriano De Lemos Alves Peixoto Grupo A PDF Criptografado

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DESEMPENHO NO TRABALHO:

ESCALA DE AVALIAÇÃO GERAL

POR MEIO DE AUTOPERCEPÇÕES

Fabiana Queiroga

Jairo Eduardo Borges-Andrade

Francisco Antonio Coelho Junior

Entender o que leva os indivíduos a produzir melhor no contexto de tra-

balho e oferecer condições para o estabelecimento de um estado de saúde adequado ao trabalhador, está entre os desafios da gestão moderna nas organizações. Esse desempenho também é importante para o indivíduo. Bons resultados de desempenho, se reconhecidos pela organização, são uma fonte de satisfação e orgulho e podem ser um importante pré-requisito para o desenvolvimento da carreira e o sucesso no mercado de trabalho.

Nas práticas contemporâneas de gestão de pessoas, o subsistema de avaliação de desempenho está entre as questões centrais discutidas na literatura

(ver Bhagat, Van Scotter, Stevenson, & Moustafa, 2005; Fletcher, 2002). Há, nos cenários internacional e nacional, um grande número de publicações sobre desempenho no trabalho (ver mapeamentos apontados por Sonnentag &

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Capítulo 5 - Comprometimento Organizacional

Katia Puente-Palacios, Adriano De Lemos Alves Peixoto Grupo A PDF Criptografado

5

COMPROMETIMENTO

ORGANIZACIONAL

Antonio Virgílio B. Bastos

Carolina Villa Nova Aguiar

O construto comprometimento é um dos mais estudados no campo do com-

portamento nas organizações. Inúmeras formas de comprometimento no trabalho têm sido investigadas, considerando-se os diferentes focos – organização, carreira, trabalho, profissão, objetivos, sindicato, entre outros – e as diferentes bases – afetiva, instrumental, calculativa, normativa, afiliativa, entre outras. Essa diversidade coloca questões conceituais e de mensuração que, apesar da relativamente longa trajetória de pesquisa, ainda são atuais e dificultam o estabelecimento de definições claras e precisas para o fenômeno.

Dentro do campo específico do comprometimento, o foco na organização tem despertado o maior interesse de pesquisadores. O volume de trabalhos que investigam as relações do comprometimento com atitudes e comportamento no ambiente de trabalho é expressivo a ponto de ensejar o desenvolvimento de diversas metanálises sobre o tema (Cooper-Hakim & Viswesvaran,

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Capítulo 8 - Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização

José Carlos Zanelli, Jairo Eduardo Borges-Andrade, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos Grupo A PDF Criptografado

8

VÍNCULOS DO INDIVÍDUO COM O

TRABALHO E COM A ORGANIZAÇÃO

Mirlene Maria Matias Siqueira e Sinésio Gomide Júnior

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Apontar evidências de que os vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho estão, teoricamente, assentados em uma visão multidisciplinar

 Descrever os conceitos psicossociais que tratam de vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho, diferenciando-os quanto à sua natureza psicossocial e às suas bases teóricas de sustentação

 Identificar a interdependência entre vínculos do indivíduo com a organização e com o trabalho

 Avaliar as consequências para as organizações decorrentes dos múltiplos vínculos que seus colaboradores desenvolvem com elas e com o trabalho que nelas realizam

D

esde o nascimento, e ao longo do percurso de sua existência, todo indivíduo estabelece diferentes vínculos com pessoas, grupos, instituições, partidos políticos, ideologias, objetos ou locais geográficos, entre outros objetos sociais.

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Capítulo 7 - Emoções e afetos no trabalho

José Carlos Zanelli, Jairo Eduardo Borges-Andrade, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos Grupo A PDF Criptografado

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EMOÇÕES E AFETOS NO TRABALHO

Sônia Maria Guedes Gondim e Mirlene Maria Matias Siqueira

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Definir e analisar as funções das emoções e dos afetos na vida humana

Apontar os principais fatos que caracterizam a reascensão do interesse das emoções nos contextos de trabalho

Analisar criticamente a imprecisão conceitual das emoções e suas repercussões no estudo do tema

Estabelecer relações e diferenciações entre emoção, afeto, sentimento, humor e temperamento

Comparar as perspectivas teóricas e metodológicas de investigação das emoções e dos afetos

Discorrer brevemente sobre os quatro níveis de abordagem nos estudos sobre emoções em organizações de trabalho

 Discorrer brevemente sobre as três principais abordagens da afetividade no trabalho: a dos traços afetivo-emocionais, a das atitudes e a dos estados afetivo-emocionais

 Identificar algumas possibilidades de aplicação do conhecimento produzido sobre emoções e afetos no trabalho na atuação profissional do psicólogo

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Capítulo 3 - Dimensões básicas de análise das organizações

José Carlos Zanelli, Jairo Eduardo Borges-Andrade, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos Grupo A PDF Criptografado

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DIMENSÕES BÁSICAS DE

ANÁLISE DAS ORGANIZAÇÕES

Elisabeth Loiola, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos,

Napoleão dos Santos Queiroz e Tatiana Dias Silva

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

 Caracterizar as dimensões críticas para análise de uma estrutura organizacional, caracterizando e avaliando diferentes arquiteturas ou formatos organizacionais construídos ao longo do tempo

 Descrever as dimensões críticas para análise das condutas organizacionais, caracterizando e avaliando seus diferentes tipos e suas interfaces com o desempenho organizacional e os impactos sobre as dinâmicas organizacionais

 Conceituar as dimensões críticas para a análise dos ambientes organizacionais, avaliando suas relações com as estruturas e as condutas organizacionais, bem como a dinâmica das organizações

 Analisar o conceito de estratégia organizacional e seu papel mediador nas relações entre estrutura, condutas e ambientes organizacionais

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