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Capítulo 6 - Sobre a Aquisição das Líquidas

Regina R. Lamprecht Grupo A PDF Criptografado

Aquisição Fonológica do Português

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Sobre a AAquisição quisição das Líquidas

Carolina Lisbôa Mezzomo

Letícia Pacheco Ribas

Este capítulo trata da aquisição das líquidas laterais /l/, /¥/ e das líquidas não-laterais /R/, /R/ do português brasileiro em onset simples (ex.: ‘lata’, ‘alho’,

‘cara’, ‘rato’), classe de sons que é marcada por ser de domínio mais tardio.

Além disso, nela observa-se, com grande intensidade, o uso diversificado de processos fonológicos durante o desenvolvimento. O que talvez justifique essa aquisição tardia, tanto no português brasileiro como em outros sistemas lingüísticos, é o fato de esta classe ser bastante complexa, tanto do ponto de vista articulatório quanto do fonológico (Hernandorena e Lamprecht, 1997).

Os principais trabalhos aqui referenciados são os de Lamprecht (1993),

Miranda (1996), Hernandorena e Lamprecht (1997), Azambuja (1998), Rangel

(1998b) e Rigatti (2000).

Lamprecht (1993) baseia sua pesquisa na análise dos dados longitudinais da fala de 12 crianças, buscando estabelecer um perfil da aquisição da fonologia do português na faixa etária dos 2:9 os 5:5.

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Capítulo 7 - Sobre a Aquisição do Núcleo Complexo

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7

Sobre a AAquisição quisição do Núcleo Complexo

Giovana Ferreira Gonçalves Bonilha

Poucos são os estudos na literatura que abordam a aquisição do núcleo complexo. Algumas referências, no entanto, podem ser encontradas: no inglês, o trabalho de Bernhardt e Stemberger (1998); no holandês, Fikkert (1994); no português europeu, Freitas (1997) e no português brasileiro, Bonilha (2000).

No português brasileiro, há diferentes correntes na literatura no que se refere ao posicionamento do glide na estrutura silábica. Para Câmara Jr. (1977),

Cristófaro Silva (1999) e Lee (1999), o glide situa-se em núcleo complexo, no entanto, de acordo com Bisol (1999) e Collischonn (1997), o glide está situado em coda silábica.

A análise proposta por Bonilha (2000), tendo por base os dados de 86 crianças com idade entre 1:0 e 2:6, traz algumas evidências quanto ao posicionamento do glide em núcleo complexo nos dados da aquisição, em acordo com as propostas de Freitas (1997) e Fikkert (1994) para o português europeu e para o holandês, respectivamente. É, portanto, com base no trabalho de Bonilha que o presente capítulo irá abordar a aquisição do núcleo complexo.

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Capítulo 10 - Cronologia da Aquisição dos Segmentos e das Estruturas Silábicas

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Cronologia da AAquisição quisição dos Segmentos e das Estruturas Silábicas

Carolina Cardoso Oliveira

Carolina Lisbôa Mezzomo

Gabriela Castro Menezes de Freitas

Regina Ritter Lamprecht

Nos Capítulos 3 a 6 é descrito o percurso da aquisição dos segmentos do português, desde as vogais até as líquidas, que são a classe de domínio mais tardio. Da mesma forma, nos Capítulos 7 a 9 é explicitado o percurso da aquisição das estruturas silábicas, começando pelo núcleo complexo até o onset complexo, que é a sílaba de aquisição mais tardia.

Neste capítulo será feita uma síntese, em termos cronológicos, das informações trazidas anteriormente. As idades de aquisição dos diferentes segmentos e estruturas silábicas estão aqui representadas em dois quadros que permitem a leitura sob enfoques diferentes: partindo do segmento específico em cada posição silábica para a idade de surgimento e aquisição, ou partindo da idade para o segmento em cada posição silábica. Esses quadros-resumo não trazem informações novas, já que todos os fatos neles representados podem ser encontrados nos capítulos anteriores. O novo está na maneira de organizar esse conhecimento explicitado ao longo de 7 capítulos, de modo a permitir uma visão geral das idades e dos fatos.

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Capítulo 8 - Sobre a Aquisição da Coda

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Sobre a AAquisição quisição da Coda

Carolina Lisbôa Mezzomo

Este capítulo tem como objetivo expor a maneira pela qual as crianças falantes de português adquirem os fonemas em coda. Para tanto, são fornecidos resultados de pesquisas realizadas sobre a aquisição da estrutura silábica

(C)VC nesta língua, sobretudo as de Mezzomo (1999) e (2004) por abordarem o tema em detalhes e profundidade.

O trabalho de Mezzomo (1999) trata da aquisição das consoantes em coda medial no português. A autora analisa dados da fala de 68 crianças, 34 do sexo feminino e 34 do sexo masculino, entre 1:4 e 3:10. A amostra foi formada a partir do levantamento de palavras dos bancos de dados INIFONO e AQUIFONO.

Mezzomo (2004) também pesquisa a aquisição da coda, porém estende seu estudo ao domínio das consoantes em final de palavra. Além de considerar essas duas posições, a autora utiliza o dobro de sujeitos para o levantamento de dados e análise de fala, comparado à sua pesquisa inicial. Nesse trabalho, foram examinadas amostras de fala de crianças com idades entre

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Capítulo 11 - Sobre a Consciência Fonológica

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Sobre a Consciência Fonológica

Gabriela Castro Menezes de Freitas

Este capítulo tratará sobre a consciência fonológica, que pode ser definida como a habilidade do ser humano de refletir conscientemente sobre os sons da fala. Serão abordados aspectos relativos aos diferentes níveis de consciência fonológica, seu desenvolvimento e sua relação com a aquisição da escrita.1

DEFINIÇÃO DE CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA

A consciência fonológica, também referida como metafonologia, faz parte dos conhecimentos metalingüísticos, os quais pertencem ao domínio da metacognição, ou seja, do conhecimento de um sujeito sobre seus próprios processos e produtos cognitivos (Signorini, 1998). Ela permite fazer da língua um objeto de pensamento, possibilitando a reflexão sobre os sons da fala, o julgamento e a manipulação da estrutura sonora das palavras.

Segundo Morais (1989), a consciência fonológica se refere à representação consciente das propriedades fonológicas e das unidades constituintes da fala. Ela é a consciência dos sons que compõem as palavras que ouvimos e falamos (Cardoso-Martins, 1991, p. 103) e permite a identificação de rimas, de palavras que começam ou terminam com os mesmos sons e de fonemas que podem ser manipulados para a criação de novas palavras.

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Capítulo 5 - Sobre a Aquisição das Fricativas

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5

Sobre a AAquisição quisição das Fricativas

Carolina Cardoso Oliveira

Este capítulo aborda a aquisição dos fonemas fricativos do português.

De acordo com Jakobson (1941/68), Fikkert (1994) e Freitas (1997), as fricativas seguem as plosivas e as nasais na ordem de aquisição segmental das línguas naturais. Essa classe de sons caracteriza-se por conter tanto fonemas de aquisição inicial (/f/ e /v/), como fonemas de aquisição mais tardia (/s/,

/z/, /S/ e /Z/). Freitas (1997), estudando o português europeu, também constata que as fricativas são adquiridas numa fase posterior de desenvolvimento fonológico.

Duas pesquisas sobre a aquisição das fricativas do português constituem a base deste capítulo, a de Savio (2001), que estudou a aquisição dos fonemas

/s/ e /z/, e a de Oliveira (2002) sobre a aquisição de /f/, /v/, /S/ e /Z/.

Savio analisou dados de 91 crianças falantes monolíngües do português brasileiro, com desenvolvimento fonológico normal e idades entre 1:0 e 3:3, totalizando um corpus de 1501 palavras. Oliveira (2002) examinou dados de

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Capítulo 2 - Bases para o Entendimento da Aquisição Fonológica

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Aquisição Fonológica do Português

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Bases para o Entendimento da AAquisição quisição Fonológica

Carmen Lúcia Barreto Matzenauer

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA FONOLOGIA:

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A aquisição da linguagem é tarefa complexa em virtude da natureza das línguas naturais. Toda língua é um sistema constituído de diferentes unidades – fonemas, sílabas, morfemas, palavras, frases – cujo funcionamento é governado por regras e/ou restrições. É exatamente para tentar descrever e explicar o funcionamento das línguas e dos subsistemas que as integram que têm sido formuladas diferentes teorias. Cada novo modelo teórico pretende alcançar maior poder explicativo em relação a propostas anteriores.

Em se referindo ao componente fonológico das línguas, muitas têm sido as teorias propostas, visando à mais detalhada descrição da fonologia e ao seu mais completo entendimento.

Ao explicarem o funcionamento da fonologia dos sistemas lingüísticos, as teorias têm também ajudado a elucidar o processo de aquisição de sons e fonemas pela criança. Para que se compreenda com maior profundidade o processo de aquisição da fonologia, é importante, portanto, que se conheçam conceitos fundamentais relativos à fonologia e aos modelos teóricos a ela relativos.

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Capítulo 9 - Sobre a Aquisição do Onset Complexo

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Aquisição Fonológica do Português

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Sobre a AAquisição quisição do Onset Complexo

Letícia Pacheco Ribas

Este capítulo traz informações sobre como a criança lida com a estrutura silábica CCV, que possui o maior grau de complexidade e, portanto, é a última a ser adquirida no português.

Os aspectos abordados são discutidos a partir dos resultados da pesquisa de Ribas (2002), cuja investigação concentra-se na produção de alvos com onset complexo. O enfoque do capítulo está nas fases de aquisição da estrutura de sílaba CCV, nos ambientes facilitadores para sua produção e nos tipos de estratégia de reparo usados pelos sujeitos.

O ONSET COMPLEXO NO PORTUGUÊS

Conforme já visto no Capítulo 2, a sílaba é formada por onset e rima. O onset não é um constituinte obrigatório, podendo ser preenchido por uma ou duas consoantes. Quando existem duas consoantes na posição de onset, este é caracterizado como onset complexo ou ramificado, conforme se observa na

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Capítulo 1 - Antes de Mais Nada

Regina R. Lamprecht Grupo A PDF Criptografado

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Antes de Mais Nada

Regina Ritter Lamprecht

Como foi dito no Prefácio, o conteúdo deste livro resulta de informações obtidas nas descrições dos dados e nas análises de resultados de um grande número de pesquisas sobre aquisição fonológica já realizadas no Rio Grande do Sul. Por isso, para melhor entendimento dos capítulos em que será descrito o percurso da aquisição das diferentes classes de sons e estruturas silábicas, é conveniente dar aos leitores algumas informações, falando de aspectos gerais referentes ao conjunto dos trabalhos em que se fundamentam os demais capítulos.

UM PEQUENO HISTÓRICO DAS PESQUISAS

A primeira disciplina sobre Aquisição da Linguagem na PUCRS e, por conseguinte, no Rio Grande do Sul, iniciou-se em março de 1983 por iniciativa dos professores Feryal Yavas, Ph.D., e Mehmet Yavas, Ph.D., investindo em uma área de pesquisas relativamente nova no Brasil e no mundo todo. À época, eram pouco numerosos os pesquisadores brasileiros que estudavam esse assunto, devendo ser destacados os nomes de Cláudia de Lemos, Leonor ScliarCabral, Eleonora Albano, Ester Scarpa, Rosa Figueira, Maria Cecília Perroni,

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1 - Atividades acadêmicas

MARCONI/LAKATOS Grupo Gen PDF Criptografado

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Atividades acadêmicas

1 LEITURA

Ler significa conhecer, interpretar, decifrar. A maior parte dos conhecimentos

é obtida através da leitura, que possibilita não só a ampliação, como também o aprofundamento do saber em determinado campo cultural ou científico.

Ler significa também eleger, escolher, ou seja, “distinguir os elementos mais importantes daqueles que não o são e, depois, optar pelos mais representativos e mais sugestivos” (SALVADOR, 1980, p. 100).

Como os textos são fonte inesgotável de ideias e conhecimentos, deve-se ler muito e continuamente. Tanto o estudante quanto o intelectual precisam ler constantemente. Entretanto, não basta ler indiscriminadamente; é preciso saber ler, assimilando o que se lê.

1.1 Importância da leitura

A leitura, um dos fatores decisivos do estudo, é imprescindível em qualquer tipo de investigação científica. Favorece a obtenção de informações já existentes, poupando o trabalho da pesquisa de campo ou experimental. Ela propicia a ampliação de conhecimentos, abre horizontes na mente, aumenta o vocabulário, permitindo melhor entendimento do conteúdo das obras. Através dela, obtêm-se informações básicas ou específicas.

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Capítulo 4 - Sobre a Aquisição das Plosivas e Nasais

Regina R. Lamprecht Grupo A PDF Criptografado

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Sobre a AAquisição quisição das Plosivas e Nasais

Gabriela Castro Menezes de Freitas

Neste capítulo será abordada a aquisição dos fonemas plosivos e nasais no português. A justificativa para a observação conjunta dessas duas classes é o fato de serem compostas por segmentos que são adquiridos muito cedo por crianças com o desenvolvimento fonológico normal.

Os dados apresentados neste capítulo estão baseados nas pesquisas de

Ilha (1993), sobre o desenvolvimento fonológico do português em crianças com idade entre 1:8 e 2:3; Azevedo (1994), que analisa a fala de 28 crianças entre 2 e 2:11; Fronza (1998), sobre a busca de um perfil de aquisição em 34 sujeitos entre 1:6 e 3:3; e Rangel (1998b), que realiza um estudo longitudinal com três crianças de 1:6 a 3 anos de idade.

PLOSIVAS E NASAIS DO PORTUGUÊS

As plosivas são segmentos produzidos a partir de uma obstrução completa da passagem de ar e posterior soltura através da cavidade oral. No português, os segmentos plosivos são:

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Capítulo 3 - Sobre a Aquisição das Vogais

Regina R. Lamprecht Grupo A PDF Criptografado

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Sobre a AAquisição quisição das Vogais

Giovana Ferreira Gonçalves Bonilha

As vogais se constituem nos segmentos que menor atenção têm recebido das pesquisas sobre aquisição fonológica.

Relatados como segmentos de aquisição precoce, não chamam a atenção na fala da criança, assim como a produção das consoantes, pela aplicação demasiada de processos; também não são alvos comuns de tratamento nas clínicas de terapia fonoaudiológicas.

No entanto, observadas de forma detalhada, revelam que estão apenas aparentemente adquiridas pelas crianças a partir dos estágios iniciais. Ao investigá-las, é possível constatar um ordenamento em sua aquisição, bem como delimitar as estratégias de reparo aplicadas e os fatores que favorecem a sua produção.

Este capítulo será embasado no trabalho de Rangel (2002), que se constitui no mais exaustivo trabalho sobre a aquisição do sistema vocálico do português brasileiro. A autora, considerando os dados de 75 crianças, com idade entre 1:1 e 1:11, integrantes do banco de dados INIFONO, utilizou o pacote estatístico VARBRUL para proceder à análise dos dados.

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Medium 9788521635123

Capítulo 7 - O Método do Lugar Geométrico das Raízes

Richard C. DORF, Robert H. BISHOP Grupo Gen PDF Criptografado

ca P Í T U L O

7

O Método do Lugar

Geométrico das Raízes

7.1 Introdução

7.2

O Conceito do Lugar Geométrico das Raízes

7.3

O Procedimento do Lugar Geométrico das Raízes

7.4

Projeto de Parâmetros Através do Método do Lugar Geométrico das Raízes

7.5

Sensibilidade e o Lugar Geométrico das Raízes

7.6

Controladores PID

7.7

Lugar Geométrico das Raízes com Ganho Negativo

7.8

Exemplos de Projeto

7.9

O Lugar Geométrico das Raízes Usando Programas de Projeto de Controle

7.10

Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de Leitura de Acionadores de Disco

7.11 Resumo

APRESENTAÇÃO

O desempenho de um sistema com realimentação pode ser descrito em função da posição das raízes da equação característica no plano s. Um gráfico mostrando como as raízes da equação característica se movem no plano s à medida que um único parâmetro varia é conhecido como diagrama do lugar geométrico das raízes. O lugar geométrico das raízes é uma ferramenta poderosa para se projetar e analisar sistemas de controle com realimentação. Serão discutidas técnicas práticas para se obter manualmente um esboço do diagrama do lugar geométrico das raízes. Também serão considerados diagramas do lugar geométrico das raízes gerados computacionalmente e sua efetividade no processo de projeto será ilustrada. Será mostrado que é possível utilizar métodos do lugar geométrico das raízes para projeto de controladores quando mais de um parâmetro varia. Isso é importante porque se sabe que a resposta de um sistema com realimentação em malha fechada pode ser ajustada para alcançar o desempenho desejado através da escolha criteriosa de um ou mais parâmetros do controlador. O popular controlador PID é apresentado como uma estrutura de controle prática. Também será definida uma medida de sensibilidade de uma raiz específica a pequenas variações incrementais em um parâmetro do sistema. O capítulo é concluído com um projeto de controlador baseado no método do lugar geométrico das raízes para o Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de

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Medium 9788562937156

Conclusão

Rasquilha, Luís Editora Almedina PDF Criptografado

Conclusão

O futuro é como o papel em branco em que podemos escrever e desenhar o que queremos.

Marquês de Maricá

É inquestionável a crescente importância que os temas sobre o futuro têm assumido nas pautas empresariais. Mais do que apenas olhar o histórico ou a atualidade, o futuro tem vindo a desempenhar um papel fundamental na tomada de decisão empresarial e no garante da perenidade dos negócios.

Este livro reflete todo um trabalho em termos de cultura empresarial, ferramentas, metodologias e resultados que uma empresa deve considerar para poder de forma eficaz obter e extrair o melhor resultado de um trabalho de mapeamento do futuro.

Não devemos considerar que olhar o futuro seja algo pontual, apenas realizável quando elaboramos o Plano Anual ou Estratégico. Para ser eficaz o processo deve ser contínuo e aportar de forma sistemática e regular o conhecimento que gere os ajustes necessários e dinâmicos ao negócio.

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Viagem ao Futuro

O futuro depende das decisões que uma empresa tomar hoje.

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Capítulo 2As Tendências e Mentalidadesdo Consumidor

Rasquilha, Luís Editora Almedina PDF Criptografado

Capítulo 2

As Tendências e Mentalidades do Consumidor

1. Os Cool Examples e as Tendências de Suporte

(Os Clusters da AYRWW)

A distância entre o sonho e a realidade chama­‑se disciplina.

Bernardinho

Já referimos no capítulo anterior as definições de Tendência e de Cool Example, sendo que as tendências são identificadas através de Cool Examples comportamentais. Os Cool Examples são manifestações comportamentais, ilustrativas de determinado tema, que devidamente registados e classificados permitem, pela sua perenidade, quantidade, semelhança entre vários e abrangência identificar, confirmar ou fortalecer uma Tendência.

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Coolhunting e Pesquisa de Tendências

Seguidamente entramos na explicação de como as Tendências são classificadas e quais as Tendências que a AYRWW tem m

­ apeado nos últimos anos, com projeção para o período 2015‑2020.

As Tendências Comportamentais classificam­‑se segundo três conceitos:

1. Tendências Fundacionais: Movimentos que sempre terão importância para o desenvolvimento geral da sociedade;

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