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Medium 9788536326481

21. Considerações da psicofarmacologia para a avaliação funcional

Nicodemos Batista Borges, Fernando Albregard Cassas Grupo A PDF Criptografado

21 Considerações da psicofarmacologia para a avaliação funcional

Felipe Corchs

Assuntos do capítulo

> Psicofarmacologia.

> Dicotomização mente versus corpo.

> Fármacos como possíveis variáveis de controle de comportamento.

> Dopamina e sensibilidade ao reforçamento.

> Serotonina e sensibilidade a estímulos aversivos.

> Controle contextual encoberto e medicações.

Segundo o psiquiatra Francisco Guimarães

(1999), “o estudo dos efeitos das drogas sobre funções psicológicas, com ênfase particular nas alterações de humor, emoções e habilidade psicomotora, sobretudo em humanos, é realizado pela psicofarmacologia” (p. 1).

Entretanto, para uma teoria monista como o Behaviorismo Radical, a delimitação do objeto de estudos da psicofarmacologia dentro da grande

Grosso modo,

área farmacologia já psicofarmacologia não parece tão fácil pode ser conside‑ rada a disciplina da quanto poderia sugefarmacologia que rir o termo. Grosso estuda os fármacos modo, psicofarmacoque tenham efeitos sobre os processos logia pode ser consicomportamentais derada a disciplina psicologicamente da farmacologia que relevantes. estuda os fármacos que tenham efeitos sobre os processos comportamentais psicologicamente relevantes.

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Medium 9788580552966

Capítulo 22 - Infecções do trato urinário

Jeannette South-Paul, Samuel C. Matheny M, Evelyn L. Lewis, Marcelo de Araújo Cosendey Grupo A PDF Criptografado

22

Infecções do trato urinário

Joe Kingery, DO

Shersten Killip, MD, MPH

As infecções do trato urinário (ITUs) são as infecções bacterianas mais encontradas na medicina. Uma estimativa precisa da incidência é difícil, porque as ITUs não são de notificação compulsória, mas as estimativas variam de 650.000 a 7 milhões de consultas ambulatoriais por ano.

A ITU é definida por urologistas como qualquer infecção que envolva o urotélio, abrangendo infecções da uretra, da bexiga, da próstata e dos rins. Algumas dessas são doenças que foram claramente caracterizadas (p. ex., cistite e pielonefrite), ao passo que outras (p. ex., infecções uretrais e prostáticas) não são bem compreendidas nem descritas.

Os termos ITU simples e ITU não complicada são usados com frequência para se referir à cistite. Neste capítulo, usam-se ITU para se referir a qualquer infecção do trato urinário e cistite para especificar infecção da bexiga. O termo geral ITU complicada costuma ser usado para designar a cistite que ocorre em pacientes com anormalidades metabólicas, imunológicas ou urológicas preexistentes, como litíase renal, diabetes e Aids, ou causada por microrganismos multirresistentes.

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Medium 9788502635692

1 - INTRODUÇÃO

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

1.1. Conceito de direito penal

O direito penal é o ramo do direito público que define as infrações penais e estabelece as penas e medidas de segurança aplicáveis aos transgressores. É constituído por um conjunto de princípios e regras que se destinam a proteger os bens jurídicos considerados relevantes a fim de manter a paz social mediante a imposição de sanções previamente estabelecidas para aqueles que realizarem qualquer das condutas indevidas.

Em uma visão mais ampla, a Ciência Penal engloba também o estudo do comportamento humano e de suas interações com a coletividade para desvendar os motivos que levam à delinquência, a análise dos valores e aos bens jurídicos tidos como primordiais pelo corpo social e que, por isso, merecem proteção por parte do Estado por intermédio do direito penal, as formas de cumprimento de pena que se mostram mais eficientes para a reeducação dos condenados visando evitar a reincidência etc. Cabe também à Ciência Penal a elaboração de eventuais críticas ao sistema vigente e à forma de atuação do poder punitivo estatal visando evitar excessos, desvios ou até mesmo a proteção deficiente em face da omissão.

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Medium 9788541202749

CAPÍTULO 30 - Mediação familiar no fórum da comarca de Santos: relato de uma experiência

Maria Luiza Seixas, Maria Rita E Dias Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

Mediação familiar no fórum da comarca de Santos: relato de uma experiência

Maria de Lourdes Bohrer Antonio

Introdução

Para progredir é preciso reencontrar a fonte geradora.

Para manter o que se conquistou, é preciso incessantemente regenerá-lo. Para cada um e para todos, para si mesmo e para outrem, no amor, na amizade, no passar dos anos, é preciso de regeneração permanente.

Tudo o que não se regenera, degenera.

Morin (2004)

Este capítulo remete à Mediação Familiar como uma área de trabalho interdisciplinar e, especificamente, é tratada como um dos processos de trabalho do Serviço Social no campo sociojurídico*. Diz respeito, também, à experiência que se acumula nesta área. Entende-se que a Mediação tem enfoques diferentes conforme a natureza do conflito, das experiências, dos recursos e, sobretudo, da profissão de origem de quem intervém como mediador.

A experiência de criação e implantação do Setor de

Mediação das Varas da Família e das Sucessões da Comarca de Santos (SP), que está em funcionamento desde junho de 2007, por meio da Portaria no 01/2007 da Comarca citada, vem se revelando de fundamental importância tanto para o público-alvo quanto para os profissionais envolvidos com os atendimentos. Este Setor atende a demanda proveniente das três Varas da Família e Sucessões existentes. Nos primeiros seis meses o trabalho foi realizado por uma assistente social, autora deste capítulo; a partir de 2008 passou a contar com mais uma assistente social e em 2011 com uma psicóloga.

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Medium 9788547203061

Títulos já lançados

CAMPOS, Diego Araujo ; TAVORA, Fabiano Távora Editora Saraiva PDF Criptografado

Títulos já lançados

Volume 1 – Direito Civil – Parte Geral

Volume 2 – Direito Civil – Direito de Família

Volume 3 – Direito Civil – Direito das Coisas

Volume 4 – Direito Civil – Direito das Sucessões

Volume 5 – Direito Civil – Direito das Obrigações – Parte Geral

Volume 6, tomo I – Direito Civil – Direito das Obrigações – Parte

Especial – Contratos

Volume 6, tomo II – Direito Civil – Direito das Obrigações –

Parte Especial – Responsabilidade Civil

Volume 7 – Direito Penal – Parte Geral

Volume 8 – Direito Penal – Dos crimes contra a pessoa

Volume 9 – Direito Penal – Dos crimes contra o patrimônio aos crimes contra a propriedade imaterial

Volume 10 – Direito Penal – Dos crimes contra a dignidade sexual aos crimes contra a administração

Volume 11 – Processo Civil – Teoria geral do processo e processo de conhecimento

Volume 12 – Processo Civil – Processo de execução e cautelar

Volume 13 – Processo Civil – Procedimentos especiais

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Medium 9788527731270

9 - Alimentação como um Direito Humano e as Políticas Sociais Atuais

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9    Alimentação como um Direito Humano e as Políticas Sociais Atuais   79

Capítulo 9

Ana Maria Cervato-Mancuso

Viviane Laudelino Vieira

Christiane Gasparini Araujo Costa

Alimentação como um Direito

Humano e as Políticas Sociais Atuais

Objetivo

Ao término deste capítulo, o leitor estará apto a:

�� Qualificar as ações educativas realizadas pelos profissionais do campo da alimentação e nutrição.

Síntese do conteúdo

Este capítulo abordará os seguintes tópicos:

�� Marcos conceituais e históricos

�� Cenários para a Educação Alimentar e Nutricional (EAN)

�� Competências profissionais para a ação educativa.

\\ INTRODUÇÃO

O estado brasileiro reconhece, em sua constituição, direitos civis, individuais, políticos e sociais. Em termos de direitos sociais, reconhece a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, e a assistência aos desamparados. No que tange à alimentação como direito social, ela foi incorporada somente em 2010, após amplo debate e com a mobilização social ao combate à fome e à miséria, e outros aspectos da Segurança

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Medium 9788582602362

Capítulo 3 - Retas paralelas

REIS, Alcir Garcia Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Retas paralelas

Neste capítulo, abordamos as retas paralelas, evidenciando suas propriedades geométricas. Você terá a oportunidade de ver os conceitos aprendidos anteriormente sobre ângulos sendo aplicados nesta parte.

Objetivos de aprendizagem

Definir retas paralelas.

Identificar os ângulos determinados por duas paralelas e uma transversal.

Fazer cálculos envolvendo medidas em retas paralelas.

Definição/propriedade

Retas paralelas

Duas retas r e s coplanares são paralelas (escreve-se: r // s) se, e somente se, r e s não têm pontos em comum.

α r s

r⊂αes⊂α r ∩ s = ∅ ⇔ r // s

Geometrias plana e sólida: introdução e aplicações em agrimensura

Ângulos determinados por duas paralelas e uma transversal

28

t

1

4

r

s

5

8

2

3

6

7

r // s

Os oito ângulos recebem as seguintes denominações: a) alternos internos: 3ˆ   e  ˆ5,   ˆ4 e  ˆ6

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Medium 9788527723497

5 - Doenças Hepáticas e Pancreáticas

Fernanda Jurema Medeiros, Cristina Fajardo Diestel Grupo Gen PDF Criptografado

12

5 6 34

7

9 8

10

11

Medeiros 05.indd 55

Doenças

Hepáticas e

Pancreá­ticas

Fernanda da Silveira Osso

Fernanda Jurema Medeiros

u

Questões, 56

u

Respostas comentadas, 60

29.08.13 20:47:55

56

Q & R  |  Nutrição

ff

Questões

1

2

3

Na pancreatite crônica, os sintomas gastrin­ testinais associados ao aumento do gasto energético tornam a manutenção do estado nutricional adequado um desafio. Nesse sen­ tido, o tratamento nutricional assume papel decisivo por meio de medidas como:

�� A) Adoção de dietas hiperlipídicas e su­ plementação de cálcio e vitamina D

�� B) Emprego de dietas hiperglicídicas e su­ plementação de vitaminas hidrossolúveis

�� C) Suplementação de triglicerídios de cadeia média e baixo teor de fibras

�� D) Fornecimento de dieta hiperproteica com suplementação de aminoá­cidos ra­ mificados

�� E) Suplementação de vitaminas liposso­ lúveis e vitamina B12.

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Medium 9788520440520

15. Penas aplicáveis às pessoas jurídicas

MOSSIN, Heráclito Antônio Editora Manole PDF Criptografado

48

crimes ecológicos

Sob um outro enfoque analítico, a respeito do regramento legal estudado,

é oportuno observar e considerar que a preocupação primária do legislador, e nisso se mostrou ele escorreito, foi exatamente procurar velar pela aplicação do art. 91 do CP, cujo preceito integrante prevê como efeito da condenação tornar certa a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime.53

15. Penas aplicáveis às pessoas jurídicas

Em consonância com o art. 21, “As penas aplicáveis isolada, cumulativa ou alternativamente às pessoas jurídicas, de acordo com o disposto no art. 3º, são: I – multa; II – restritivas de direitos; III – prestação de serviços à comunidade”.

Como as pessoas jurídicas não podem ser passíveis de pena privativa de liberdade, o legislador, em regramento legal próprio, enumera de modo taxativo (reserva legal) as sanções que podem ser suportadas por essa pessoa.

As penas de multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade (que também são restritivas) são aplicadas de forma isolada, cumulada ou alternada. Embora as expressões sejam claras, não é demais dizer, até mesmo para efeito de esclarecimento, que a aplicação da sanctio legis de forma isolada implica entender que é imposta uma única pena; de maneira cumulativa significa que são determinadas duas ou mais sanções e de modo alternativo, quando há a adoção de uma outra pena.

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Medium 9788582604304

Capítulo 18 - Residências para idosos

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Residências para idosos

18

Ian Smith (atualizado por David Littlefield)

CI/SfB: 44

Antes de se aposentar, Ian Smith era sócio da Hubbard Ford & Partners

PONTOS-CHAVE:

• Devido à disponibilidade de outros tipos de acomodação, as pessoas que necessitam de cuidados são, cada vez mais, os idosos enfermos

• Os moradores de residências para idosos precisam realizar outras atividades além de assistir à televisão

Conteúdo

1

2

3

4

5

6

7

8

Principais elementos da planta baixa

Relação entre os elementos da planta baixa

Pré-dimensionamento de áreas de piso

Exemplos de planejamento

Dados sobre dormitórios e necessidades espaciais

Equipamentos e acessórios

Móveis

Referências bibliográficas

1 PRINCIPAIS ELEMENTOS DA PLANTA BAIXA

1.1 Introdução

O projeto de residências para idosos deve resultar em uma atmosfera aconchegante, confortável e simpática. A maioria dos guias de projetos e instruções para arquitetos enfatiza a necessidade de evitar que o local tenha uma aparência institucional.

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Medium 9788520424971

26. Atores e Práticas de Sustentabilidade Ambiental em Empreendimentos Hoteleiros

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Atores e Práticas de

Sustentabilidade

Ambiental em

Empreendimentos

Hoteleiros

26

Elenara Viera de Viera

Bacharel em Hotelaria, Univali

Valmir Emil Hoffmann

Economista, Univali

INTRODUÇÃO

As questões relativas ao cuidado e à preservação do meio ambiente são uma preocupação em muitas indústrias, inclusive naquelas voltadas

à hospitalidade (Kattara e Zeid, 2002), nas quais as visões para um futuro sustentável estão ligadas à idéia da prosperidade das organizações com a satisfação da população local e a redução dos impactos sobre o meio ambiente (Gladwin et al., 1995; Shrivastava, 1995a).

Mesmo assim, a maioria das pesquisas sobre impacto ambiental tem seu foco nas indústrias de manufatura, negligenciando as indústrias de serviços, pois “as empresas dessa área normalmente não têm uma chaminé para chamar a atenção” (Foster et al., 2000, p.187, grifo dos autores).

Nessa área, na qual o setor hoteleiro se enquadra, ressalta-se a necessidade de um estudo em virtude do crescimento desse setor no Brasil nos

últimos 10 anos, a uma média anual de 7%, mantendo uma média ocupacional, no período de 1998 a 2000, de 60,6% (Beni, 2003). Além disso, ressalta-se a importância da hotelaria, já que, segundo Dias (1990), de 60 a

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Medium 9788521629429

CAPÍTULO 7: SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO

Eduardo Leopoldino de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

7

Simulação de

Monte Carlo

Objetivos do Capítulo

Ao terminar o estudo deste capítulo, você estará apto a:

• Modelar processos empresariais que apresentam várias alternativas de solução, de modo a aplicar técnicas de simulação de resultados.

• Realizar simulações para a criação de cenários alternativos para decisões.

• Aplicar técnicas de MS-Excel para a realização de experimentos de simulação pelo método de Monte Carlo.

INTRODUÇÃO

RAZÕES PARA o uso da SIMULAÇÃO

A simulação de um sistema é a operação de um modelo que representa esse sistema, geralmente em computadores, respeitando-se todas as regras e condições reais a que o sistema está submetido. O modelo permite manipulações que seriam inviáveis no sistema real que ele representa, por causa do custo ou da impossibilidade de realizá-las.

Podem-se enumerar muitas razões para justificar o uso da simulação em administração. Entre elas destacam-se:

A simulação sempre foi usada pela humanidade como meio de representar os processos relativos aos sistemas em que as pessoas viviam. Nesse caso incluem-se a escultura, a pintura e todas as formas de representação de ideias. Em ciência, a utilização de modelos é uma atividade corriqueira, desde os modelos em escala reduzida (barragens, topografia, edificações etc.) até modelos de aviões para estudo de aerodinâmica e modelos analíticos de processos físicos e mentais.

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Medium 9788547210250

6.3 Demonstração das mutações do patrimôniolíquido (DMPL)

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

continuação

(–) Reserva para Expansão ou Investimentos

(–) Reserva de Lucros a Realizar

(–) Lucros Retidos para Financiar Plano de Investimento

(–) Dividendos a Distribuir

Absorção do prejuízo

(+) Transferência de reservas

SALDO FINAL DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

Montante do dividendo por ação do capital social ($ por ação)

Fonte: elaborada pelos autores.

6.3 Demonstração das mutações do patrimônio

líquido (DMPL)

6.3.1 Objetivo da DMPL

Essa demonstração indica claramente a movimentação, durante o exercício social, das contas que compõem o patrimônio líquido, destacando o fato que determinou cada um dos acréscimos ou diminuições no patrimônio.

Sua elaboração não é obrigatória, ainda que reconhecida pela Lei n. 6.404/1976 em seu art. 186, § 2º, que dispõe: “A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados deverá indicar o montante do dividendo por ação do capital social e poderá ser incluída na demons­ tração das mutações do patrimônio líquido, se elaborada e publicada pela companhia”.

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Medium 9788520436035

21. Reabilitação auditiva: a clínica fonoaudiológica e o deficiente auditivo

Otacílio Lopes Filho, Alcione Ramos Campiotto, Cilmara Cristina Alves da Costa Levy, Maria do Carmo Redondo, Wanderlene Anelli Editora Manole PDF Criptografado

Reabilitação auditiva: 21 a clínica fonoaudiológica e o deficiente auditivo

Clay Rienzo Balieiro

Luisa Barzaghi-Ficker

Introdução

Para melhor compreender a reabilitação auditiva na perspectiva da terapia fonoaudiológica, é interessante lembrar sua origem na educação especial. No passado, na tentativa de organizar procedimentos pedagógicos que resultassem no aprendizado acadêmico, religioso ou de outra natureza, alguns educadores fizeram pro‑ postas que tinham como finalidade ultrapassar, em al‑ guma medida, a barreira da ausência ou precariedade da linguagem oral imposta pela surdez. Surgem, então, os chamados métodos orais, bem como os gestuais.

Convém lembrar que essas propostas datam de uma

época em que ainda não se contava com a tecnologia para diagnóstico, tampouco com recursos de amplifica‑

ção do som.

No passado, contava‑se principalmente com a visão para o acesso à linguagem oral; atualmente, para muitos indivíduos com perda auditiva, a amplificação e, mais recentemente, o implante coclear (IC) possibilitam que a audição seja o canal principal para acessá‑la.

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Medium 9788520433447

37. Doenças hepáticas

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

37

Doenças hepáticas

Alexandre Simões Dias

Alvaro Reischak de Oliveira

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

17, 18, 19, 20

37

II1

II2

24, 30

39

II3

23, 30, 31

23, 38

43, 44

III

41, 42

45

Alta

17, 18, 19, 20

37

Moderada

23, 24, 30, 31

23, 39, 38

43, 44

Baixa

41, 42

45

A

17, 18, 19, 20

37

B

23, 24, 30, 31

23, 38, 39

43, 44

C

41, 42

45

D

I

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

O aumento na prevalência de obesidade na população mundial tem sido relacionado com doenças que acometem o sistema hepático, como a doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD). A NAFLD é um termo clínico utilizado para caracterizar diversas situações fisiopatológicas, como o acúmulo de gordura no fígado entre 5 e 10% da massa do órgão (esteatose), a presença de esteato-hepatite não al-

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