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Medium 9788580556025

Capítulo 65. Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

CAPÍTULo 65

333

Para uma discussão mais detalhada, ver Konkle BA: Sangramento e trombose, Cap. 78, p. 400; Konkle BA: Distúrbios das plaquetas e da parede vascular, Cap. 140, p. 725; Arruda VR, High KA: Distúrbios da coagulação, Cap. 141, p. 732; Freedman JE, Loscalzo J:

Trombose arterial e venosa, Cap. 142, p. 740; e Weitz JI: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e fibrinolíticos, Cap. 143, p. 745, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

65

Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

LEUCEMIA MIELOCÍTICA AGUDA (LMA)

A LMA é uma neoplasia maligna clonal dos precursores mieloides da medula óssea, na qual ocorre acúmulo de células pouco diferenciadas na medula óssea e na circulação.

Ocorrem sinais e sintomas devido à ausência de células maduras normalmente produzidas pela medula óssea, incluindo granulócitos (suscetibilidade à infecção) e plaquetas (suscetibilidade ao sangramento). Além disso, se um grande número de mieloblastos malignos imaturos circularem, podem invadir os órgãos e, raras vezes, causar disfunção. Existem subtipos morfológicos distintos (Quadro 65.1) que apresentam manifestações clínicas largamente superpostas. Convém ressaltar a propensão dos pacientes com leucemia promielocítica aguda (LPA) (FAB M3) a desenvolver sangramento e coagulacão intravascular disseminada (CIVD), sobremaneira durante a quimioterapia de indução, devido à liberação de pró-coagulantes de seus grânulos citoplasmáticos.

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Medium 9788530983154

23 - Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA)

VENTURINI, Otavio Venturini et al. (Coord.) Grupo Gen PDF Criptografado

23

SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE (SSMA)

José Taragano

Maurício Born

Sumário: 1. O business case; 1.1. Compliance de SSMA e sustentabilidade; 2. Cenário global; 3. Os três tipos de compliance de SSMA; 3.1. Exigências legais municipais, estaduais e federais; 3.2. Normas e padrões internos das organizações; 3.3.

Compromissos voluntários; 4. Gestão de compliance de SSMA; 4.1. Governança e gestão do sistema de compliance; 4.2. Avaliação de riscos e identificação dos requisitos aplicáveis; 4.3. Treinamento e comunicação; 4.4. Mecanismo de queixas e política de não retaliação; 4.5. Auditorias e monitoramento; 5. Outros tópicos especiais; 6. Referências bibliográficas

Compliance em SSMA

1. O BUSINESS CASE

Embora não seja considerada habitualmente entre os tradicionais temas de compliance, a gestão dos aspectos relacionados à Segurança do Trabalho,

Saúde Ocupacional e Meio Ambiente (SSMA) tem recebido cada vez mais atenção das empresas privadas e públicas.

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Vueling

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Vueling

Metas

A Vueling é rápida e objetiva. Não são só os preços baixos que fazem a empresa; também é importante ser prática e estar um passo à frente de todo mundo, seja no que for.

A Vueling Airlines SA oferece voos a mais de cem destinos na África, Ásia e Europa, e atualmente

é a segunda maior companhia aérea da Espanha. A empresa foi fundada em 2002 e tem sede em

Barcelona, na Espanha.

Imaginar um nome e uma nova marca.

Criar uma companhia aérea da nova geração, que rompesse com as categorias tradicionais e desafiasse os limites do setor.

Projetar uma identidade visual, verbal e comportamental integrada.

Agradar o cliente.

A Vueling se tornou o que a criamos para ser: uma companhia aérea da nova geração, combinando preços baixos, grande estilo e serviço de alta qualidade.

Juan Pablo Ramírez

Estrategista de marca

Saffron Brand Consultants

Vueling: Saffron Brand Consultants

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Medium 9788553604807

10 - ILICITUDE

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

10

ILICITUDE

Ilicitude é a relação de antagonismo, contrariedade que se estabelece entre o fato típico e o ordenamento legal.

Quando ocorre um fato humano que se enquadra em um tipo incriminador, tem-se presente a tipicidade. Todo fato típico, em princípio, contraria o ordenamento jurídico sendo, portanto, também um fato ilícito.

Todo fato típico indiciariamente é ilícito. A isso se dá o nome de caráter indiciário da ilicitude. Assim, cometido um fato típico, presume-se que ele

é ilícito. Trata-se, porém, de presunção relativa, que cessa se, no caso concreto, for feita prova da presença de alguma das causas excludentes de antijuridicidade expressamente previstas em lei.

Há quatro causas de exclusão da ilicitude previstas na Parte Geral do

Código Penal (art. 23): a) legítima defesa; b) estado de necessidade; c) estrito cumprimento do dever legal; e d) exercício regular de direito.

Existem também excludentes de ilicitude específicas, previstas na

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Medium 9788553602285

2 - Constituição: conceito, constitucionalização simbólica, classificações, elementos e histórico

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Constituição: Conceito, CONSTITUCIONALIZAÇÃO

SIMBÓLICA, Classificações,

ELEMENTOS E HISTÓRICO

Nesta parte devemos conceituar e classificar Constituição. Lembramos que ao conceituar ou classificar qualquer instituto surgirão diversos critérios, não sendo um mais certo que outro, talvez, no máximo, mais adequado. Procuramos trazer os que mais aparecem nos concursos públicos, dado o objetivo deste trabalho.

JJ 2.1. Conceito

Existem várias concepções ou acepções a serem tomadas para definir o termo

“Constituição”. Alguns autores preferem a ideia da expressão tipologia dos conceitos de Constituição em várias acepções. Vejamo-las.

JJ 2.1.1. 

Sentido sociológico

Valendo-se do sentido sociológico, Ferdinand Lassale, em seu livro ¿Qué es una Constitución?, defendeu que uma Constituição só seria legítima se representasse o efetivo poder social, refletindo as forças sociais que constituem o poder. Caso isso não ocorresse, ela seria ilegítima, caracterizando-se como uma simples “folha de papel”. A Constituição, segundo a conceituação de Lassale, seria, então, a somatória dos fatores reais do poder dentro de uma sociedade.

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Medium 9788582602980

Capítulo 6 - Revisão sistemática da literatura

Aline Dresch; Daniel Pacheco Lacerda; José Antonio Valle Antunes Júnior (Junico Antunes) Grupo A PDF Criptografado

6

Revisão sistemática da literatura

Maria Isabel Wolf Motta Morandi

Luis Felipe Riehs Camargo

O conhecimento do mundo apenas pode ser adquirido no mundo, não num armário.

Phillip Chesterfield

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Definir o papel dos stakeholders para uma melhor fundamentação da pesquisa.

• Selecionar as fontes e os termos de busca, os critérios e as estratégias de eliminação do viés.

• Justificar a importância e os benefícios da revisão sistemática da literatura para as pesquisas orientadas sob a perspectiva da design science.

• Propor um protocolo para a realização de sua revisão sistemática da literatura.

A revisão sistemática da literatura é uma etapa fundamental da condução de pesquisas científicas, especialmente de pesquisas realizadas sob o paradigma da design science. Neste capítulo, vamos conhecer as etapas desse processo, começando com uma discussão sobre o papel dos stakeholders. Vamos avaliar, ainda, os vários aspectos envolvidos na definição da questão de revisão e a importância da elaboração de um framework conceitual que possibilite a definição da melhor composição para a equipe de trabalho e das estratégias de pesquisas a serem adotadas.

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Medium 9788536317113

9. Questões de pesquisa

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Uwe Flick

9

Questões de pesquisa

Reduzindo o tamanho das questões, 103

Especificação de uma área de interesse e delimitação do tema, 103

Conceitos-chave e triangulação de perspectivas, 104

Tipos de questões de pesquisa, 105

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

compreender a importância das questões de pesquisa na condução de um estudo bem-sucedido. explicar a importância da formulação e da focalização cuidadosa da questão de pesquisa. articular os diferentes tipos de questões de pesquisa a partir dos quais deverá escolher um para usar em seu projeto.

Ao iniciar-se um estudo qualitativo, uma etapa central e essencialmente determinante de uma pesquisa qualitativa bemsucedida, mas que tende a ser ignorada na maioria das apresentações de métodos1, é a que define como formular a questão ou as questões de pesquisa. Apesar disso, o pesquisador defronta-se com esse problema não apenas no início, quando realiza a conceitualização do estudo ou projeto, mas precisa lidar com ele também ao longo de diversas fases do processo: ao conceitualizar o plano de pesquisa, ao entrar no campo, ao selecionar os casos e ao coletar os dados. A reflexão e a reformulação da questão de pesquisa constituem pontos centrais de referência para a avaliação da apropriabilidade das decisões tomadas pelo pesquisador em vários momentos, tornando-se

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Medium 9788520434628

Dor Aguda, Crônica e Pós-operatória

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

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Espécies Canina e Felina

Dor Aguda, Crônica e Pós-operatória

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Dor é uma sensação desagradável ou experiência emocional associada à lesão tecidual real ou potencial.

• A incapacidade do animal em se comunicar não anula a presença de dor e a necessidade de tratamento apropriado para o alívio desse sintoma.

FISIOPATOLOGIA

• A aplicação de algum estímulo nocivo ativa terminações nervosas especializadas denominadas nociceptores; os nociceptores fazem a transdução dos estímulos químicos, mecânicos ou térmicos nocivos para potenciais eletroquímicos que são transmitidos via nervos sensoriais desde o tecido acometido até a medula espinal.

• No corno dorsal da medula espinal, o nervo periférico aferente de primeira ordem faz sinapse com neurônios espinais ascendentes, os quais terminam no tronco cerebral. As informações nocivas aferentes podem ser moduladas na altura do corno dorsal por outras informações aferentes, impulsos nervosos descendentes inibitórios, ou inibição farmacológica por várias classes de medicamentos. Os neurônios ascendentes fazem sinapse no tronco cerebral para formar tratos ascendentes que terminam no córtex, onde ocorre a percepção da sensação de dor. Respostas neuroendócrinas e fisiológicas (p. ex., taquicardia e cortisol elevado) a estímulos nocivos podem se originar na altura do tronco cerebral e não se correlacionar necessariamente à intensidade percebida da dor.

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Medium 9788502622388

TEORIA DA PENA

Ricardo Antonio Andreucci Editora Saraiva PDF Criptografado

Autoria colateral: ocorre quando mais de um agente realiza a conduta, sem que exista liame subjetivo (acordo de vontades) entre eles. Nesse caso, cada qual responderá apenas pelo seu crime, sem a circunstância do concurso de agentes.

Autoria incerta: ocorre quando, em face de uma situação de autoria colateral, é impossível determinar quem deu causa ao resultado. Nesse caso, os participantes responderão pelo crime tentado.

Conivência: ocorre quando o agente, sem ter o dever jurídico de agir, omite-se durante a execução do crime, tendo condições de impedi-lo. Nesse caso, a inexistência do dever jurídico de agir por parte do agente não torna a conivência uma participação por omissão, não sendo ela punida.

Participação por omissão: ocorre quando o agente tem o dever jurídico de agir para evitar o resultado (art. 13, § 2º, do CP), omitindo-se intencionalmente e pretendendo que ocorra a consumação do crime.

Concurso em crime culposo: somente é possível na modalidade coautoria, pois a culpa é o núcleo do delito culposo.

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Medium 9788547227890

5. UNIÃO REAL

MALUF, Sahid Editora Saraiva PDF Criptografado

194

TEORIA GERAL DO ESTADO

duas ou mais Coroas. Entretanto, pode resultar também de eleição ou de acordo internacional.

Na união pessoal os Estados conservam a sua autonomia interna e internacional, esta última personificada no Rei. Ligam-se apenas pela pessoa física do imperante. Como ensina Pedro Calmon, a união pessoal é um acidente de ordem dinástica: segue a sorte das famílias reais. Cessada a razão política ou jurídica que determinou a união, cessa o fato.

Foram exemplos deste tipo de união: Espanha e Portugal, sob Felipe d’Áustria; Inglaterra e Hanover, sob Jorge I; Inglaterra e Escócia, sob

Jayme I; Castela e Aragão, sob D. Joana, a louca.

5. UNIÃO REAL

UNIÃO REAL é também uma forma tipicamente monárquica. Consiste na união íntima e definitiva de dois ou mais Estados, conservando cada um a sua autonomia administrativa, a sua existência própria, mas formando uma só pessoa jurídica de direito público internacional.

Foram exemplos de união real: Escócia, Irlanda e Inglaterra, até 1707;

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Medium 9788547233235

III – PODER CONSTITUINTE

MESSA, Ana Flávia Editora Saraiva PDF Criptografado

98

POLÍCIA FEDERAL - DELEGADO E AGENTE

III – PODER CONSTITUINTE

A Constituição pode aparecer dentro do país pelos seguintes veículos: revolução ou guerra; processo de descolonização; processo consensual de transição.

O Poder Constituinte Originário possui duas formas de expressão: a) outorga: ato de imposição, sem participação do povo; b) convenção: votação popular: b1) pura: formada por representantes eleitos pelo povo para elaborar a Constituição; após a elaboração, grupo será dissolvido; b2) congressual: a Constituição será feita pelos parlamentares já eleitos; após a elaboração, os parlamentares passarão a exercer somente o Poder Legislativo.

O titular é o povo. O exercente depende da forma de expressão do Poder Constituinte: se for por outorga,

é o agente revolucionário; se for por convenção, o agente

é o próprio povo ou os representantes eleitos, que serão reunidos na Assembleia Nacional Constituinte.

É um poder de fato, pois não tem limites (há autores que estabelecem limites11: a) imanentes: são aqueles que decorrem da natureza do Poder Constituinte originário; b) limites heterônomos de direito interno: visam respeitar a autonomia federativa; c) limites heterônomos de direito externo: visam respeitar os compromissos internacionais; d) substanciais transcendentes: direitos fundamentais e princípio da dignidade da pessoa humana, é inicial, porque inaugura uma nova ordem jurídica, é incondicionado, é autônomo, pois não possui vinculação a nenhum outro poder ou órgão, é absoluto, já que pode atingir direito adquirido, ato jurídico perfeito e coisa julgada, é permanente, pois com o seu exercício não há o desaparecimento.

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Medium 9788547223496

13.5. PROCEDIMENTO NOS CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE IMATERIAL

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

592 Direito Processual Penal Esquematizado®

Alexandre Cebrian e Victor Gonçalves

Importante ainda salientar que o pedido de explicações não interrompe o prazo decadencial, mas torna prevento o juízo.

Contra a decisão que indefere de plano o pedido de explicações cabe recurso de apelação, nos termos do art. 593, II, do CPP.

JJ 13.4.6. 

Quadro sinótico do procedimento nos crimes contra a honra

Denúncia ou queixa

Rejeição

Recurso em sentido estrito

JJ 13.5. 

Audiência de reconciliação, se o crime for de ação privada: a) oitiva das partes em separado, sem advogado e sem lavrar termo; b) se o juiz achar provável a reconciliação, promoverá o entendimento entre as partes; c) se houver conciliação, será lavrado termo de desistência.

Recebimento da denúncia ou queixa

Prosseguimento do feito com a adoção do rito sumaríssimo se a pena máxima não superar 2 anos, ou o rito ordinário, se for superior

PROCEDIMENTO NOS CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE IMATERIAL

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Medium 9788597014143

Capítulo 9 - Previdência complementar aberta

GALLAGHER, Lilian Massena Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Previdência complementar aberta

Objetivos

Ao final deste capítulo, você deve ser capaz de:

■■ Compreender a importância de um fundo de previdência complementar aberta.

■■ Diferenciar o PGBL e o VGBL.

■■ Entender a tributação aplicável da previdência complementar aberta.

Conteúdo

Este capítulo está organizado nas seguintes seções:

9.1  Regimes de previdência

9.2  Características técnicas que influenciam o produto

9.3  PGBL x VGBL

9.4  Tributação

Tempo estimado de estudo

Uma hora.

GALLAGHER.indb 222

05/12/2017 17:26:02

9  Previdência complementar aberta   [ 223 ]

9.1  Regimes de previdência

A caminhada profissional, que envolve estágio, primeiro emprego, emprego de formação, de carreira e aposentadoria, se chama ciclo laboral. Para não corrermos o risco do nosso ciclo laboral terminar antes do nosso ciclo vital, aquele que vai do nascimento até a morte, temos que planejar com antecedência nossas finanças. E uma forma de nos precavermos desse risco é contribuindo para uma previdência.

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Medium 9788502634619

CÓDIGO PENAL

DELMANTO, Celso; DELMANTO, Roberto; DELMANTO JUNIOR, Roberto Delmanto Editora Saraiva PDF Criptografado

CÓDIGO PENAL

Codigo Penal - Delmanto - 0043 - 0428.indd 43

19/01/2016 11:23:42

Codigo Penal - Delmanto - 0043 - 0428.indd 44

19/01/2016 11:23:42

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Medium 9788553606948

7. Perda do direito de férias

CALVO, Adriana Editora Saraiva PDF Criptografado

510   Manual de Direito do Trabalho

Adriana Calvo

PEGADINHA:

Vale observar que a CLT utiliza a expressão “desde que NENHUM deles” no tocante às férias coletivas.

7. 

Perda do direito de férias

PERGUNTA-SE

1)  O empregado pode perder o direito a férias? Em quais hipóteses legais?

1) O tema vem tratado na CLT, no art. 133:

Art. 133. Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo:

I – deixar o emprego e não for readmitido dentro dos 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída;

Exemplo: o empregado recebe aviso prévio da sua demissão sem justa causa em

1º-3-2010, cumprindo aviso prévio trabalho de 30 dias corridos. Vamos supor que este empregado tinha um período aquisitivo de férias de 9 meses. Contudo, em 1º-72010, o empregador oferece nova proposta de trabalho ao mesmo empregado. Nesta hipótese, o empregado inicia novo período aquisitivo de férias, desconsiderando o período aquisitivo anterior de 9 meses, uma vez que foi readmitido após 60 dias da sua saída.

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