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Capítulo 8 - Métodos para o aumento da mais valia

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capítulo

8

Métodos para o Aumento da Mais‑Valia*

A mais‑valia é produzida pelo emprego da força de trabalho.

O capital compra a força de trabalho e paga, em troca, o salário.

Trabalhando, o operário produz um novo valor, que não lhe per‑ tence, e sim ao capitalista. É preciso que ele trabalhe certo tempo para restituir unicamente o valor do salário. Mas isso feito, ele não para, mas trabalha ainda mais algumas horas por dia. O novo valor que ele produza agora, e que passa então ao montante do salário, se chama mais‑valia.

O capital, consequentemente, obtém de início uma produção de mais‑valia prolongando simplesmente a jornada de trabalho além do tempo de trabalho “necessário” (“necessário” no sentido de substi‑ tuição do valor da força de trabalho). De início, o capital subordina o trabalho às condições técnicas nas quais ele se encontra histori‑ camente. Ele não transforma imediatamente o modo de produção.

* Vol. I, Caps. 8, 9 e 10.

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13 | Hiperprolactinemia na adolescência

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13 capítulo

Hiperprolactinemia na adolescência

Erciliene Moraes Martins Yamaguti

Carolina Sales Vieira

Marcos Felipe Silva de Sá

Introdução

179

Prolactina

180

Etiologia

180

Fisiopatologia dos sintomas

182

Quadro clínico

182

Diagnóstico laboratorial

183

Tratamento

184

Acompanhamento

186

Considerações finais

189

� INTRODUÇÃO

A hiperprolactinemia é o distúrbio endócrino mais comum do eixo hipotálamo-hipófise, e se manifesta por aumento da prolactina (PRL). Para este diagnóstico é necessária uma dosagem de PRL acima do valor de normalidade do laboratório (valor normal do nosso serviço: 5 a 25 ng/mL),1 desde que garantidas as normas ideais de coleta de exame. Em caso de dúvida, pode-se dosar novamente, outro dia, com ao menos duas amostras, em intervalo de 15 a 20 minutos, para avaliar possível pulsatilidade.1 É encontrada em 0,4% da população geral e em 17% das mulheres com infertilidade.2 Está presente em aproximadamente 30% das mulheres com galactorreia ou infertilidade e em 75% das que têm amenorreia e galactorreia.

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CAPÍTULO 14 - Bacilos Gram-Positivos Aeróbios e Facultativos

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CAPÍTULO

14

Bacilos Gram-Positivos Aeróbios e Facultativos

Espécies de Listeria e Listeria monocytogenes, 866

Taxonomia do gênero Listeria, 866

Virulência de

L. monocytogenes, 867

Epidemiologia de

L. monocytogenes, 868

Importância clínica de

L. monocytogenes, 868

Isolamento de L. monocytogenes de amostras clínicas, 870

Identificação de espécies de Listeria, 871

Sensibilidade a agentes antimicrobianos e tratamento das infecções causadas por Listeria, 873

Patogenicidade de outras espécies de Listeria, 873

Espécies de Erysipelothrix, 874

Taxonomia do gênero

Erysipelothrix, 874

Importância clínica de

E. rhusiopathiae, 874

Isolamento e identificação de

E. rhusiopathiae, 876

Sensibilidade de E. rhusiopathiae a agentes antimicrobianos, 876

Espécies de Bacillus e gêneros relacionados, 877

Taxonomia e análise taxonômica do gênero Bacillus, 877

Bacillus anthracis, 878

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Capítulo 13: Segurança e Medicina do Trabalho

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Livro_Direito do trabalho_001-912.indb 662

17/06/2019 12:44:43

13

Segurança e Medicina do Trabalho

A constatação de que o exercício de qualquer atividade profissional gera riscos à saúde e à integridade física do trabalhador fez com que, gradativa‑ mente, desde a Revolução Industrial, fosse sendo construída, em todos os países, uma estrutura de proteção ao trabalhador, passando a questão relativa a segu‑ rança e medicina do trabalho a ser vista a partir de uma concepção profundamen‑ te humana, sendo considerada, inclusive, como um dos aspectos dos direitos fun‑ damentais do trabalhador.

A Revolução Industrial, como marco histórico, trouxe como consequência, além do progresso, problemas de saúde e higiene para a classe operária. Foram criados, então, mecanismos de defesa do trabalhador para prevenir doenças e acidentes do trabalho, por meio da legislação e da fiscalização no cumprimen‑ to das normas de higiene e segurança do trabalho.

Importante ressaltar que “a finalidade de evitar ou reduzir os riscos do trabalho sempre foi acentuada pelos estudiosos da questão social e das atividades do trabalhador, especialmente porque, a cada dia, com o crescimento no progres‑ so da maquinaria e a invenção de novos instrumentos, aumentavam os riscos profissionais”.1

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10 - Aspectos da Personalidade na Síndrome de Fibromialgia

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10

Aspectos da Personalidade na

Síndrome de Fibromialgia

Danyella de Melo Santos

Na literatura científica, ainda está indefinida a questão se haveria ou não um perfil de personalidade específico relacionado aos pacientes com fibromialgia. Alguns autores defendem a existência de um perfil psicológico específico ligado à doença. De acordo com esses estudos, pacientes fibromiálgicos apresentariam traços de alexitimia,1 maior dificuldade de relacionamento interpessoal, personalidade mais rígida e tendência ao neuroticismo.2

Já outra linha de pesquisa aponta que pacientes com fibromialgia seriam um grupo heterogêneo em relação aos aspectos de personalidade, ou seja, dentro de um mesmo grupo, haveria pacientes com traços alexitímicos e de neuroticismo, e haveria também pacientes com um funcionamento psicológico dentro da normalidade (de acordo com instrumentos como o Minnesota Multiphasic Personality Inventory [MMPI]).3 Ainda dentro dessa linha de pesquisa, o estudo de Muller et al.4 descreve quatro subgrupos psicológicos em pacientes com fibromialgia: um com alta sensibilidade dolorosa e sem comorbidades psiquiátricas; o segundo com fibromialgia e depressão, cuja dor estaria relacionada com a depressão; um terceiro que apresentaria depressão e fibromialgia como comorbidades; e um quarto subgrupo no qual a fibromialgia seria considerada resultado de um processo de somatização.4

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Capítulo 21 - Gestão por competências

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C AP ÍTU LO 21

Gestão por competências

PERCURSO DO CAPÍTULO

COMPETÊNCIAS E

GESTÃO DE PESSOAS

QUE SÃO

COMPETÊNCIAS?

LIMITAÇÕES

DA IDEIA

DE COMPETÊNCIA

DOMÍNIOS DE

APRENDIZAGEM

ESCOLA FRANCESA

DOS SABERES

ATITUDES

APTIDÕES E

HABILIDADES

CONHECIMENTOS

GRADUAÇÃO DAS

COMPETÊNCIAS

MODELOS DE

COMPETÊNCIAS

EXEMPLOS DE

COMPETÊNCIAS

APRENDIZAGEM E

DESENVOLVIMENTO

DE COMPETÊNCIAS

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Importância das competências nos processos da gestão de pessoas.

■■ Componentes das competências: conhecimentos, habilidades e atitudes.

■■ Os saberes da escola francesa das competências.

■■ Graduação das competências de acordo com o grau de proficiência das pessoas.

■■ Modelos de ensino-aprendizagem e estilos de aprendizagem que influenciam o desenvolvimento das competências.

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39 - Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica | Similaridades, Diferenças e Sobreposição

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39

Asma e Doen­ça Pulmonar

Obstrutiva Crônica |

Similaridades, Diferenças e Sobreposição

Giselle Santos Magalhães  •  Maria José Campagnole-Santos  • 

Maria da Glória Rodrigues Machado

Introdução

A síndrome da sobreposição é uma situação clínica em que os sinais clínicos e laboratoriais de duas ou mais doen­ças dis­ tintas existem em um mesmo paciente. A doen­ça central da maioria das síndromes de sobreposição é a doen­ça pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doen­ça inflamatória crônica ca­ racterizada por obstrução persistente do fluxo aé­reo, perda acelerada da função pulmonar e dano irreversível pulmonar.

A asma e a DPOC são duas das doen­ças pulmonares crô­ nicas mais comumente encontradas na clínica. Ambas divi­ dem características comuns, como inflamação das vias aéreas e limitação ao fluxo aé­reo. Entretanto, têm diferentes etiolo­ gia, fisiopatologia, progressão da doen­ça, prognóstico e op­

ções e respostas terapêuticas.

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GABARITO

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136

Contabilidade de Custos

28. O valor do estoque final de produtos em elaboração, pelo método do custo médio, foi de (em R$): a) 60.000,00; b) 54.156,00; c) 54.600,00; d) 37.800,00; e) 37.527,00.

29. O Custo da produção acabada, pelo método do custo médio, foi equivalente a (em R$): a) 762.000,00; b) 732.000,00; c) 707.844,00; d) 707.400,00; e) 672.000,00.

30. O Custo dos produtos vendidos, pelo método do custo médio, importou em (R$): a) 707.844,00; b) 707.400,00; c) 672.000,00; d) 668.100,00; e) 601.667,00.

GABARITO

07 Cap07.indd 136

1. E

2. B

3. E

4. C

5. C

6. B

7. A

8. B

9. C

10. E

11. D

12. E

13. B

14. A

15. B

16. B

17. C

18. D

19. E

20. A

21. C

22. C

23. D

24. D

25. A

26. D

27. A

28. B

29. C

30. E

20/06/18 22:41

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10. Terrorismo e lei dos crimes hediondos

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7. Competência

De acordo com o disposto no art. 11 da Lei, a competência será da

Justiça Federal: “Para todos os efeitos legais, considera-se que os crimes previstos nesta Lei são praticados contra o interesse da União, cabendo

à Polícia Federal a investigação criminal, em sede de inquérito policial, e à Justiça Federal o seu processamento e julgamento, nos termos do inciso IV do art. 109 da Constituição Federal”. Assim, competirá à Polícia Federal a investigação dos crimes de terrorismo; ao Ministério Público Federal a propositura da competente ação penal; e à Justiça Federal o seu processamento e julgamento.

8. Ação penal

A ação é pública incondicionada, devendo ser proposta pelo Ministério Público Federal.

9. Imprescritibilidade

O delito será imprescritível quando for praticado por grupo armado, civil ou militar, e visar abalar a ordem constitucional e o Estado

Democrático (CF, art. 5º, XLIV).

10. Terrorismo e lei dos crimes hediondos

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9 - DA EMPREITADA

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9

DA EMPREITADA

JJ 9.1. CONCEITO

Empreitada (locatio operis) é contrato em que uma das partes (o empreiteiro), mediante remuneração a ser paga pelo outro contraente (o dono da obra), obriga­‑se a realizar determinada obra, pessoalmente ou por meio de terceiros, de acordo com as instruções deste e sem relação de subordinação.

Constitui, também, uma prestação de serviço (locatio operarum), mas de natu‑ reza especial. No Código Civil de 2002, o contrato em apreço só se refere à constru‑

ção e, por esse motivo, não se enquadra mais no conceito de locação de que desfru‑ tava no Código de 1916.

JJ 9.2. �DIFERENÇAS

ENTRE O CONTRATO DE EMPREITADA E O DE PRESTAÇÃO

DE SERVIÇO

Podem ser apontadas as seguintes diferenças:

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

O objeto do contrato é apenas a atividade do pres‑ tador, sendo a remuneração proporcional ao tempo dedicado ao trabalho

JJ

A execução do serviço é dirigida e fiscalizada por quem contratou o prestador, a quem este fica direta‑ mente subordinado

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Capítulo 39 - Higiene industrial (ocupacional)

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Higiene industrial

(ocupacional)

Peter B. Rice, CIH, CSP, REHS

Define-se higiene industrial como a ciência para antecipar, reconhecer, avaliar e controlar as condições de trabalho que possam causar lesão ou doença nos empregados. Os higienistas industriais usam monitoramento do ambiente e métodos analíticos para detectar a extensão da exposição dos trabalhadores e empregam técnicas de engenharia e de direcionamento do trabalho, entre outras, para controlar possíveis ameaças à saúde. A antecipação e o reconhecimento de ameaças à saúde têm prioridade porque devem ocorrer antes de sua avaliação e medidas de controle (se necessárias). Ao final do processo de antecipar ou identificar as ameaças à saúde, o higienista industrial deve ser capaz de reconhecer as medidas necessárias à avaliação apropriada. Ao final da avaliação, esse profissional deve estar em posição (consultando outros membros da equipe de saúde e segurança ocupacional) de recomendar e implementar os controles necessários para reduzir os riscos a limites toleráveis. Entre as ameaças com origem no local de trabalho, estão danos potenciais que podem ocorrer na comunidade em razão de emissões sem controle adequado e outras questões, como, por exemplo, exposição familiar por fragmentos nocivos levados para casa nas roupas dos trabalhadores.

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Capítulo 25: Política econômica na economia aberta sob taxas fixas de câmbio

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CAPÍTULO

POLÍTICA ECONÔMICA

NA ECONOMIA ABERTA

SOB TAXAS FIXAS

DE CÂMBIO

25

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender o equilíbrio geral na macroeconomia usando o Modelo IS/LM/BP.

■ Entender o impacto de mudanças na política fiscal sobre a renda, comércio e taxas

de juros sob taxas fixas de câmbio.

■ Entender o impacto de mudanças na política monetária sobre a renda, comércio e

taxas de juros sob taxas fixas de câmbio.

■ Perceber como a variação dos graus de mobilidade do capital altera a eficácia da

política fiscal e monetária sob um sistema de taxas fixas de câmbio.

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PARTE 6

POLÍTICA MACROECONÔMICA EM ECONOMIA ABERTA

INTRODUÇÃO

O caso do renminbi yuan chinês

O yuan (RMB) essencialmente se manteve fixado ao dólar americano desde 1994. Como os superávits comerciais da China tanto com os Estados Unidos como globalmente cresceram, muitos argumentaram que o sucesso da exportação chinesa foi resultado de um yuan desvalorizado. Ao mesmo tempo, houve um fluxo crescente de investimento estrangeiro para a China, além da tremenda capacidade produtiva do país. Muitos temem que esse aumento da capacidade produtiva seja deflacionário em nível mundial, afetando seriamente o sistema econômico em todo o mundo. Em um artigo de The International Economy,1 30 peritos internacionais de diferentes qualificações profissionais expressaram suas opiniões sobre o grau de desvalorização do yuan e o efeito, se ele existir, que a desvalorização teve sobre o comércio e a finança mundial. Não surpreendentemente, houve uma grande variedade de opiniões, indo de “a China deve flutuar o renminbi e permitir sua valorização nos mercados de moeda” até “não há evidência de que a moeda esteja subvalorizada”.

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2. Bem jurídico tutelado

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em último lugar e entrar somente quando resulta indispensável para a manutenção da ordem jurídica”.

Resumindo, enfim, antes de recorrer ao direito penal devem-se esgotar todos os meios extrapenais de controle social. No entanto, os legisladores contemporâ­ neos – tanto de primeiro como de terceiro mundo – têm abusado da criminalização e da penalização, em franca contradição com o princípio em exame, levando ao descrédito não apenas o direito penal mas também a sanção criminal, que acaba perdendo a força intimidativa diante da “inflação legislativa” reinante nos ordena­ mentos positivos. A criminalização do “assédio sexual” insere-se nesse contexto, além de, provavelmente, vir a fundamentar muitas denunciações caluniosas, especial­ mente nas demissões sem justa causa.

A desinteligência reinante entre os especialistas sobre a necessidade, conveniência e oportunidade da criminalização do “popularizado” assédio sexual não desapareceu com a promulgação da Lei n. 10.224, de 15 de maio de 2001, e tampouco se esgota no plano político-jurídico; a polêmica em relação ao tema, na verdade, invade todos os segmentos sociais, políticos, econômicos, éticos e morais e ganha foros de con­ quista e independência feminista, ignorando que homens e mulheres, tanto uns quanto outras, podem ser, indiferentemente, sujeitos ativos e sujeitos passivos desse indigitado crime.

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CAPÍTULO IV - A MATEMÁTICA DO DIVÓRCIO

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C

C

apítulo IV

A Matemática do Divórcio

O incremento do divórcio é fenômeno observado, há tempos, não apenas no Brasil, mas também em outros Estados no mundo.

Em fecundo estudo, CONSTANCE AHRONS e ROY RODGERS, debruçados nas alterações sociais experimentadas no século passado, observavam que, somente nas últimas três décadas, a idealizada noção “sagrada” da tradicional família americana havia sido seriamente desafiada. Fatores de variada ordem como o movimento feminista, o aumento da força de trabalho da mulher e a revolução sexual frequentemente eram citados como responsáveis pelo aumento do número de divórcios:

“It is only in the last three decades that this idealized notion of the sanctity of the tradicional American family has been seriously chalenged.

The contemporary feminist movement, the increase of women in the workforce, and the sexual revolution are often cited as contribuiting to the rapid increase in divorce rates”20 .

Surgiriam, nesse contexto, e a virada do século confirmaria essa previsão, famílias recombinadas, de segundas, terceiras ou quartas núpcias (ou mais), alterando com isso, significativamente, o panorama tradicional da família.

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4 Elementos da gestão de ativos intangíveis

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por seus diversos grupos de stakeholders possuem a capacidade de gerar benefícios mútuos de forma contínua e consistente ao longo do tempo. Portanto, as relações de confiança internas formam a base necessária sobre a qual a reputação organizacional poderá ser edificada.

4   Elementos

da gestão de ativos intangíveis

A ideia central da gestão integrada de ativos intangíveis é a construção estratégica e a gestão integrada desses ativos, que pode representar uma competência organizacional distinta e um diferencial sustentável para as empresas. O exercício de gestão demanda o diagnóstico, a identificação e o reconhecimento desses intangíveis alinhados à entrega de uma proposta de valor definida para o mercado. Existem dois grandes dilemas a serem enfrentados para a gestão eficaz de intangíveis: a necessidade de capacitar gestores com o conhecimento necessário para uma gestão efetiva dos elementos intangíveis; e a necessidade de se pensar a construção de relacionamentos de longo prazo.

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