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Medium 9788582602393

Introdução

Widomar P. Carpes Jr. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Este livro trata do desenvolvimento de produtos de forma clara e concisa. É um livro introdutório à teoria de projeto e é destinado a estudantes de cursos profissionalizantes e de nível superior que necessitam de conhecimento inicial em relação ao projeto de produtos. Muitos assuntos são tratados aqui de forma simplificada, de modo a facilitar a compreensão do conteúdo.

O Capítulo 1 trata do projeto dos produtos, iniciando por uma breve explicação sobre o que é um produto e pelas definições deste, sob os pontos de vista comercial e técnico. Então, classificam-se os novos produtos e os já existentes, abordam-se os defeitos mais comuns que ocorrem. Posteriormente, são apresentadas explicações sobre os significados das metodologias de projetos, seus antecedentes históricos, algumas metodologias atuais e suas tendências. Ainda, apresentam-se os erros mais comuns de ocorrerem durante o desenvolvimento de projetos, as habilidades e as tarefas dos projetistas, além de um breve comentário sobre o ciclo de vida dos produtos.

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Medium 9788582604939

Capítulo 16. 1ª Etapa: Analisar

Charles A. Lowenhaupt; Donald B. Trone; Leonardo Wengrover Grupo A PDF Criptografado

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1ª Etapa: Analisar

Sabedoria e processo são as bases de uma sólida gestão patrimonial. As estratégias implementadas devem promover a harmonização de todos os elementos da operação gerencial – desde investimentos, filantropia, governança até a educação e muito além.

A sabedoria começa pela compreensão de para que serve o patrimônio familiar; até que tal entendimento seja desenvolvido, não pode haver uma estratégia capaz de funcionar. O propósito do patrimônio familiar precisa ser articulado de indivíduo para indivíduo e pode mudar de tempos em tempos. Decidir para que serve o patrimônio familiar no momento atual é uma responsabilidade do proprietário e não pode ser delegada. Ele pode até procurar um consultor de confiança para ajudá-lo, mas ao fim e ao cabo é ele quem deve arcar com o fardo de estabelecer a visão.

Construir estratégias e obedecer a processos, executar a visão de para que serve tal patrimônio, requer um conhecimento especializado que muitos proprietários e fundadores não possuem, bem como tempo e atenção consideráveis que muitos deles não desejam dedicar. A gestão de uma fortuna familiar significativa, como qualquer outro empreendimento gerido de forma profissional, exige a adoção de padrões que governem as operações, mensurem o desempenho, assegurem o processo apropriado e definitivamente evitem desastres como Madoff,

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Medium 9788582715369

Capítulo 221. Osteoporose

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 221

Osteoporose

Camila Ament Giuliani dos Santos Franco

Patrícia Carla Gandin Pereira

Felipe Eduardo Broering

Aspectos-chave

► A prevalência de osteoporose aumenta com a idade, refletindo a di-

► O exame de excelência para o diagnóstico de osteoporose é a densi-

minuição da densidade óssea, principalmente em mulheres. Há um aumento no risco de fraturas, decorrentes da maior probabilidade de quedas com a idade mais avançada.

► O tratamento consiste em dieta adequada, atividade física, preven-

► Devem-se pesquisar sobre os fatores de risco para osteoporose e, sobretudo, os fatores de risco para fraturas.

tometria óssea, que deve ser realizada de forma criteriosa.

ção de quedas, exposição apropriada ao sol, além do uso de fármacos, quando necessário.

► Não existe evidência suficiente para indicar a suplementação de cálcio e vitamina D para prevenção ou tratamento da osteoporose.1

Caso clínico 1: a cuidadora

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Medium 9788553603145

XXXII - TRÁFICO DE INFLUÊNCIA EM TRANSAÇÃO COMERCIAL INTERNACIONAL

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

TRÁFICO DE INFLUÊNCIA EM TRANSAÇÃO

COMERCIAL INTERNACIONAL

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Sumário: 1. Considerações preliminares. 2. Bem jurídico tutelado.

3. Sujeitos do crime. 4. Tipo objetivo: adequação típica. 5. Tipo subjetivo: adequação típica. 6. Consumação e tentativa. 7. Causa de aumento de pena.

8. Pena e ação penal. 9. Conceituação penal de funcionário público (caput).

10. Equiparação e causa de aumento de pena.

Tráfico de influência em transação comercial internacional

Art. 337-C. Solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, vantagem ou promessa de vantagem a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional:

Pena — reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

Parágrafo único. A pena é aumentada da metade, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada a funcionário estrangeiro.

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Medium 9788520431672

7. Membros inferiores

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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7

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MEMBROS INFERIORES

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A

mágica da dança revela-se na beleza dos membros inferiores. Todos os estilos de dança exibem habilidades dos membros inferiores – eles desafiam a força da gravidade e contestam o que é humanamente possível. Essa qualidade estética é o meio pelo qual você se comunica com a plateia. Você sabe que deve dançar usando todo o corpo, mas este capítulo concentra-se na anatomia dos membros inferiores e destaca a precisão, ou seja, o grau de refinamento no movimento dos membros inferiores. O movimento preciso requer exatidão e velocidade coordenada das contrações musculares.

Vamos continuar a explorar os ossos e músculos que contribuem para a beleza dos membros inferiores. O fêmur, o osso mais longo e forte do corpo, dispõe-se angulado a partir da pelve para formar a parte proximal da articulação do joelho (Fig. 7.1) e apresenta vários músculos inseridos que o ajudam a criar precisão nos movimentos e habilidades da dança. A articulação do joelho é do tipo gínglimo (dobradiça) e

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Medium 9788547217945

10.3 As informações transmitidas por e‑mail

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

REDAÇÃO EMPRESARIAL

As mudanças mais importantes nos documentos das empresas privadas relacionam­‑se ao estilo da linguagem, à disposição dos elementos e, principal‑ mente, ao meio de transmissão da informação.

10.2 �Correspondência empresarial: informação, marketing e controle

Atualmente, a correspondência empresarial não é apenas um meio de comu‑ nicação. Como mostra a Figura 10.2, é também um instrumento de marketing e de controle: de marketing, porque a comunicação empresarial é a responsá‑ vel pela imagem da organização diante de seu público, interno ou externo, e se insere na realidade de um mercado competitivo, em que todas as nuances de comportamento adquirem sentido; de controle, porque cristaliza informações e responsabilidades.

Vemos também que existe um cuidado cada vez maior para adequar a eficiên‑ cia da mensagem à sua forma. É importante notar que, como, em geral, cada em‑ presa tem os próprios valores, fluxogramas e aspectos culturais, elas apresentam variações nas normas da correspondência de acordo com sua própria realidade da tramitação de informações.

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Medium 9788553601776

4. Poder Constituinte

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

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Pedro Lenza

■■ 3.8. Estrutura da Constituição

Estruturalmente, a Constituição contém um preâmbulo, nove títulos (corpo) e o Ato das Disposições

Constitucionais Transitórias (ADCT).

O preâmbulo situa-se no domínio da política. Não tem relevância jurídica, não tem força normativa, não cria direitos ou obrigações, não tem força obrigatória, servindo, apenas, como norte interpretativo das normas constitucionais. Por essas características, a invocação à divindade não é de reprodução obrigatória nos preâmbulos das Constituições Estaduais e leis orgânicas do DF e dos Municípios.

O ADCT, como o nome já induz (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias), tem natureza de norma constitucional e poderá, portanto, trazer exceções às regras colocadas no corpo da Constituição.

■■ 4. PODER CONSTITUINTE histórico originário

■■ 4.1.2. Características

O Poder Constituinte Originário é inicial, autônomo, ilimitado juridicamente, incondicionado, soberano na tomada de suas decisões, poder de fato e poder político (uma energia ou força social, tendo natureza pré-jurídica), permanente.

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Medium 9788547227647

4. Tipo objetivo: adequação típica

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

são a posse legítima e a propriedade de coisa comum, isto é, pertencente aos sujeitos ativo e passivo, simultaneamente.

3. Sujeitos do crime

3.1 Sujeito ativo

Tratando-se de crime próprio, sujeito ativo somente pode ser o condômino, coerdeiro ou sócio da coisa comum. Essa condição do sujeito ativo é elementar do tipo e, como tal, comunica-se a coautores e partícipes.

Damásio de Jesus não distingue sócio de pessoa jurídica regularmente constituí­ da de sócio de simples sociedade de fato, porque, argumenta, “como a lei fala em

‘sócio’, não fazendo qualquer distinção quanto à sua natureza, é irrelevante que a sociedade seja legalmente constituída ou de fato”1.

Se o sujeito ativo está, no entanto, na posse da coisa comum, o crime será o de apropriação indébita (art. 168 do CP), e não o de furto de coisa comum.

3.2 Sujeito passivo

Sujeito passivo, considerando-se a natureza especial do crime, são o condômino

(coproprietário), coerdeiro ou sócio, ou qualquer outro possuidor legítimo2. Se a subtração operar-se contra possuidor ou detentor ilegítimo, não se tipificaria o furto de coisa comum, mas sim o furto previsto no art. 155.

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Medium 9788553600373

CAPÍTULO IV - NEGOCIAÇÃO COLETIVA: ACORDO COLETIVO, CONVENÇÃO COLETIVA E CONTRATO COLETIVO

LEITE, Carlos Henrique Bezerra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo IV

Negociação Coletiva: Acordo Coletivo,

Convenção Coletiva e Contrato Coletivo

1. �TERMINOLOGIA

Não há uniformidade acerca do emprego da expressão “negociação coletiva” em nosso ordenamento jurídico, seja no plano constitucional ou infraconstitucional.

O inc. XIII do art. 7º da CF, por exemplo, prevê a “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho”, enquanto o inc. XIV do mesmo artigo prescreve a “jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva”.

Por outro lado, o art. 8º, inc. VI, da CF determina que “é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho”. Todavia, sabe-se que nos acordos coletivos de trabalho não há participação do sindicato representante da categoria econômica.

O § 2º do art. 114 da CF permite o ajuizamento de dissídio coletivo, “de comum acordo”, quando qualquer das partes recusar-se “à negociação coletiva ou à arbitragem”, podendo “a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente”.

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Medium 9788580556100

Capítulo 25 - Leasing

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

25

Leasing

M

uitas pessoas alugam, de vez em quando, um automóvel, uma bicicleta ou um barco. Normalmente, esses aluguéis pessoais são de curta duração: podemos alugar um carro por um dia ou por uma semana. Na gestão financeira de empresas, contudo, são comuns os aluguéis por um prazo mais longo.

Um contrato de aluguel que se prolongue por um ano ou mais e que envolva uma série de pagamentos fixos é denominado leasing.

As empresas recorrem ao leasing como uma alternativa à compra de equipamentos. Essa modalidade é frequentemente utilizada para caminhões e equipamentos agrícolas, e o mesmo acontece para vagões ferroviários, aviões e navios. Quase todos os tipos de bens podem ser alugados desse modo. Os dois pandas do Zoológico Nacional de Washington, por exemplo, estão lá sob um contrato de leasing junto ao governo chinês, a um custo de $500 mil ao ano.

Qualquer ação de leasing envolve duas partes. O utilizador do bem é chamado de locatário, que efetua pagamentos periódicos ao proprietário do bem, denominado locador. Por exemplo, se você assinar um contrato para alugar um apartamento por um ano será o locatário, e o proprietário será o locador.

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Medium 9788530976378

Livro IV

Aristóteles Grupo Gen PDF Criptografado

Livro

IV

I

Falemos a seguir da generosidade.115 Esta parece ser a disposição do 1119b21 meio relativamente à riqueza. O generoso não é louvado nas situações de guerra, nem naquelas em que é lou vado o temperado, nem sequer nas decisões judiciais, mas a respeito do dar e receber riquezas, mais ainda 25 a respeito do dar. Nós entendemos por riqueza todas aquelas coisas cujo valor pode ser avaliado em dinheiro.

O esbanjamento116 e a avareza117 a respeito da riqueza são respectivamente as disposições do excesso e do defeito. Atribuímos a disposição da avareza àqueles que zelam sempre pela riqueza mais do que devem; 30 empregamos o termo «esbanjamento» por vezes numa rede de acepções mais complexa. Dizemos que os que não têm autodomínio e se consomem na devassidão são esbanjadores. É por isso que parecem ser do tipo mais ordinário que há. São portadores de muitas perversões em simultâneo. Não são, portanto, assim chamados de acordo com uma disposição peculiar para o mal. Esbanjador quer dizer aquele que tem uma perversão específica, o 1120a1 destruir as suas posses. O que se destrói pelos seus próprios meios é esbanjador, e parece ser a sua própria ruína, isto é, a destruição das suas posses e meios, na medida em que estes são meios de assegurar a subsistência. É neste sentido que entendemos o termo «esbanjamento».

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Medium 9788547227661

9.19 Retribuições, gratificações e adicionais

MAZZA, Alexandre Editora Saraiva PDF Criptografado

Agentes públicos

773

utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos, por força das atribuições próprias do cargo; e) auxílio­‑moradia (art. 60): é o ressarcimento das despesas comprovada­ mente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospe­ dagem administrado por empresa hoteleira, no prazo de um mês após a compro­ vação da despesa pelo servidor. A concessão do auxílio­‑moradia tem como requisitos que:

I – não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor;

II – o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional;

III – o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprie­ tário, promitente comprador, cessionário ou promitente cessionário de imóvel no

Município aonde for exercer o cargo, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção, nos doze meses que antecederem a sua nomeação;

IV – nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio­‑moradia;

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Medium 9788582710258

Capítulo 11 - Princípios de localização anatômica e neuroimagem em neuropsicologia geriátrica

Leonardo Caixeta, Antonio Lucio Teixeira Grupo A PDF Criptografado

11

Princípios de localização anatômica e neuroimagem em neuropsicologia geriátrica

PATRICIA RZEZAK

GERALDO BUSATTO FILHO

Métodos de neuroimagem contemporâ­ neos permitem a obtenção de imagens tridimensionais, mostrando diferentes aspectos anatômicos estruturais e funcionais do cérebro humano in vivo e com grande nitidez anatômica. Tais métodos têm tido grande utilidade na ampliação do conhecimento sobre as bases neurais do declínio cognitivo observado em idosos, tanto na normalidade quanto em transtornos neurodegenerativos, como a doença de Alzheimer (DA).

NEUROIMAGEM E NEUROPSICOLOGIA

NA DOENÇA DE ALZHEIMER E NO

COMPROMETIMENTO COGNITIVO LEVE

A ressonância magnética (RM) é, hoje, a modalidade de neuroimagem mais utilizada para a avaliação in vivo de quadros demenciais, pois fornece informações detalhadas sobre a estrutura cerebral e permite uma distinção clara entre substância cinzenta (SC), substância branca e líquor. Com ela, é possível caracterizar a atrofia cerebral regional subjacente aos sintomas da DA e descartar a presença de outras lesões que podem estar na base do declínio cognitivo. Em estudos de RM, quando pacientes com DA são comparados a controles idosos

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Medium 9788530983390

Capítulo XVI – Unidade e Pluralidade delitiva (Concurso de Delitos)

PRADO, Luiz Regis Grupo Gen PDF Criptografado

Título II

Capítulo XVI

UNIDADE E PLURALIDADE DELITIVA

(CONCURSO DE DELITOS)

Bibliografia: Antón Oneca, José. Delito continuado. Nueva enciclopedia jurídica. Barcelona:

Francisco Seix, 1954, t. VI. Araújo, Francisco Fernandes de. Da aplicação da pena em crime continuado ante a Reforma de 1984. Revista dos Tribunais. São Paulo: Ed. RT, v.

615, 1987. Barbosa, Marcelo Fortes. Concurso de normas penais. São Paulo: Ed. RT,

1976. Béze, Patricia Mothé Glioche. Concurso formal e crime continuado. Rio de Janeiro:

Renovar, 2001. Cuello Contreras, Joaquín. La frontera entre el concurso de leyes y el de delito. ADPCP, n. 32, 1979. Escuchuri Aisa, Estrella. Teoría del concurso de leyes y de delitos. Granada: Comares, 2004. Idem. Unidade de ação e pluralidade delitiva. Ciências

Penais, São Paulo: Ed. RT, v. 5, 2006. Hungria, Nelson. Crime continuado. Novas questões jurídico-penais. Rio de Janeiro: Nacional de Direito, 1945. Neto, Alcides da Fonseca.

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Medium 9788527717175

37 LESÃO DA MEDULA ESPINHAL

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF Criptografado

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Lesão da Medula

Espinhal

Kathy A. Hausman

Classificação da Lesão

Mecanismo da Lesão

Tipo de Lesão Vertebral

Nível da Lesão

Causa da Lesão

Síndromes da Medula Espinhal

Síndrome Medular Central

Síndrome de Brown-Séquard

Síndrome Medular Anterior

Síndrome Medular Posterior

Síndromes do Sistema Nervoso Autônomo

Choque Espinhal

Choque Neurogênico

Hipotensão Ortostática

Fisiopatologia

Lesão Primária

Lesão Secundária

Avaliação e Tratamento Iniciais

Tratamento Pré-hospitalar

Tratamento Hospitalar

Avaliação e Tratamento Continuados

Realinhamento e Estabilização da Coluna Vertebral

Prevenção de Problemas Respiratórios

Restauração da Estabilidade Hemodinâmica

Tratamento Neurológico

Tratamento da Dor

Administração de Medicamentos

Termorregulação

Nutrição

Mobilização e Cuidado com a Pele

Cuidado Urinário

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