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Medium 9788547230425

4.9 Benefícios da mudança para a empresa

Antonio de Lima Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

mudaram e a empresa precisava se atualizar, mas Antônio Bento não percebeu o movimento com clareza. Durante as reuniões do programa de mudança, ele foi alvo de muitas críticas, que o deixaram extremamente desconfortável. Sentiu-se traído, pois se considerava um soldado leal da companhia e, por isso, preferiu sair da empresa. Esse é um caso típico daqueles executivos que acham que uma bela folha de serviços prestados no passado serve de passaporte para o futuro. Antônio Bento não foi capaz de perceber, com toda a sua inteligência, que o tempo era outro e que precisava atualizar suas atitudes. De uma forma dura e até cruel, a empresa estava pagando um salário pelo executivo que Antônio Bento tinha sido, e não pelo executivo que a empresa agora precisava. Ele não compreendeu o movimento, o que o levou à retirada. Reflita e comente sobre este caso! Como evitar que a situação chegue a esse ponto?

É preciso que o gestor corporativo de treinamento trate com muita con­ sideração e respeito todos os atingidos pelas mudanças, pois os demais estão observando o que se passa com eles – e isso é uma forma de mostrar que, embora fazendo as mudanças que os negócios exigem, a empresa, como política, trata com respeito aqueles que a serviram por muitos anos.

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Medium 9788563182678

ADI 4.424: violência em silêncio, não mais

Luciano Felício Fuck, Beatriz Bastide Horbach Grupo Almedina PDF Criptografado

ADI 4.424: violência em silêncio, não mais

1

alexandre camanho de assis*

Dilemas até há pouco confinados ao domínio privado têm crescentemente exigido soluções do Estado, como a tutela da dignidade humana feminina frente à violência doméstica. Nesse cenário, o Supremo vem travando grandes discussões – especialmente em favor da tutela de direi­ tos humanos –, a fim de garantir, instrumentalizar e dotar de eficácia o quanto estabelece a Constituição.

A luta pela igualdade entre homens e mulheres não é recente e as conquistas não foram instantâneas; ao reverso, as mudanças têm sido processuais e marcadas pela persistência, ainda hoje orientada em prol do devido reconhecimento da dignidade feminina.

A Constituição de 1988 notabilizou-se por ter repudiado a estigmatização da mulher – outrora tratada como coisa e propriedade –, concedendo-lhe proteção especial, numa legítima discriminação positiva, que busca, ao fim e ao cabo, erradicar a cultura milenar de subjugação da mulher. Com efeito, a defesa real e efetiva, física e psicológica da mulher, era, senão inexistente, inexpressiva, seja pela ausência de mecanismos efetivos de proteção, seja pelo elevado grau de desencorajamento para

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Medium 9788541202725

Parte 2 - Capítulo 7 - O Uso da Epidemiologia nos Serviços de Atenção à Saúde Bucal

José Leopoldo Ferreira Antunes, Marco Aurélio de Anselmo Peres Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

O Uso da Epidemiologia nos

Serviços de Atenção

à Saúde Bucal

Marcos Pascoal Pattussi

Nêmora Barcellos

Paulo Capel Narvai

Introdução

A Epidemiologia trata da distribuição e determinantes dos eventos relacionados à saúde nas populações humanas.1 Refere-se ao “estudo da distribuição e dos determinantes de estados ou eventos relacionados à saúde, em populações específicas, e a aplicação desses estudos no controle dos problemas de saúde.2” Dois pressupostos básicos embasam seu uso. O primeiro: as doenças humanas não ocorrem ao acaso; o segundo: as doenças possuem fatores determinantes que podem ser identificados através da investigação sistemática.

O uso da Epidemiologia é lei dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil. De acordo com a lei 8080,3 capítulo II, art. 7, o SUS deve obedecer, dentre outros princípios, a “utilização da Epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática”.

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Medium 9788566103212

1. Empreendedorismo em uma era de transformação e mudanças

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

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Empreendedorismo em uma era de transformação e mudanças

Capítulo 1

1.1 Empreender nos dias atuais

é um pouco diferente

Empreendedorismo já não é uma palavra desconhecida no vocabulário do brasileiro há algum tempo. Jovens e adultos, homens e mulheres, e até crianças, já ouviram falar, leram ou de alguma forma empreendem no seu dia a dia. Empreender é a realização máxima dos sonhadores que almejam ver seus sonhos concretizados.

Alguns empreendem por meio do próprio negócio; outros, em grandes empresas.

Há aqueles que empreendem coletivamente, outros, sozinhos, e há ainda os que participam de organizações não governamentais. Empreender pode estar relacionado com o fazer acontecer em várias fases da vida do ser humano.

No mundo atual, empreender continua tendo o mesmo significado que no passado. Quem empreende está sempre visando ao futuro e à construção de algo novo que vai melhorar a vida das pessoas, de preferência com soluções criativas, inovadoras e sustentáveis. O resultado maior da atividade empreendedora leva

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Medium 9788580555875

Seção 4 - Doenças do Coração

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

1500

Quando os tratamentos com medicamentos antiarrítmicos e com ablação por cateter fracassam ou não são opções, a crioablação cirúrgica, com frequência combinada com aneurismectomia, pode ser efetiva para casos de TV recorrente causada por IM prévio, e também foi usada com sucesso em alguns poucos pacientes com cardiopatia não isquêmica.

Poucos centros têm experiência com essa terapia. A injeção de etanol absoluto no suprimento arterial coronariano do substrato da arritmia também foi usada para ablação em um pequeno número de pacientes que haviam tido insucesso com medicamentos e ablação por cateter.

PARTE 10

Doenças do sistema cardiovascular

RESUMO

Os pacientes com arritmia ventricular podem ser classificados em ttrês rêss rê grupos gerais. O primeiro é aquele em que é possível detectar umaa cardioetal caupatia estrutural associada. O risco de arritmia potencialmente letal tada (ou sando morte súbita é indicado pela natureza da arritmia – sustentada co de arcausando parada cardíaca) ou não sustentada, caso em que o risco ritmia potencialmente letal é avaliado em função da gravidade daa doença cardíaca, em geral pela gravidade da função ventricular. Os CDIs proporcionam a maior proteção contra morte súbita por arritmia. O segundo trutural grupo é formado por aqueles que não apresentam cardiopatia estrutural identificável, mas sim uma síndrome genética associada a aumento do risco de morte súbita. Na maioria dos casos, a história familiar de morte súbita e as anormalidades no ECG sugerem o diagnóstico. O terceiro

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Medium 9788547213572

Capítulo XVII - Prestação de Serviços

LOBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XVII

Prestação de Serviços

Sumário: 17.1. Conceito e abrangência. 17.2. Distinções com os contratos de trabalho e de empreitada. 17.3. Profissional liberal: prestador de serviços por excelência. 17.4. Remuneração. 17.5. Prazo do contrato. 17.6. Extinção.

17.1. Conceito e Abrangência

A prestação de serviços é o contrato bilateral, temporário e oneroso, mediante o qual uma pessoa (prestador de serviços) se obriga a desenvolver uma atividade eventual, de caráter corporal ou intelectual, com independência técnica e sem subordinação hierárquica, em favor de outra (tomador ou recebedor dos serviços), assumindo esta uma contraprestação pecuniária.

O prestador de serviços pode ser pessoa física ou pessoa jurídica. Prestam-se serviços construindo, reformando, consertando, limpando, vigiando, transportando, em miríades infindáveis de trabalhos não assalariados. Outro campo amplo é o dos profissionais liberais, que exercem suas profissões individualmente, ou em sociedades organizadas. Também prestam serviços as empresas que não se enquadram em atividades de indústria, de agricultura e de comércio de bens.

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Medium 9788582602928

Capítulo 8 - Produzir com volume limitado significa produzir a custo baixo

Taiichi Ohno Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Produzir com volume limitado significa produzir a custo baixo

Ultimamente escuto muitas notícias sobre empresas que tiveram sucesso ao tornarem-se operações lean8 ou sobre empresas que melhoraram depois do gerenciamento lean.

De vez em quando os jornais e as revistas relatam na editoria de economia e negócios que as empresas reduziram os volumes de produção ou o rendimento, mas aumentaram os lucros. Porém, quando você tem crescimento negativom, isto significa volume reduzido de produção, e mesmo com o crescimento zero você só tem o mesmo volume do ano anterior. É muito difícil evitar que o custo suba quando a economia está em um período de baixo crescimento e o ângulo da curva de crescimento está plano, e quando você precisa reduzir a produção e tornar-se lean. Quando falo sobre genryou,9 uso os caracteres para “volume limitado”.

Do ponto de vista de que só fazemos aquilo que vai ser vendido e não fazemos o que não será vendido, torna-se muito importante que a produção de “volume limitado” seja uma produção a baixo custo.

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Medium 9788584930074

Subsecção IIFases processuais

Daniel Freire e Almeida Grupo Almedina PDF Criptografado

ASPECTOS ESSENCIAIS DO TRIBUNAL

Posto tudo isso, concluímos que o Tribunal Internacional em linha constitui-se, de qualquer maneira, em uma alternativa positiva à Justiça estática, nacional ou tradicional.

No mesmo sentido, as novas tecnologias promovidas pelos diferentes usos da Internet, são vistas, cada vez mais, como uma alternativa potencialmente complementar e inovadora para os sistemas e procedimentos jurídicos em todo o mundo.

Subsecção II

Fases processuais

“Encontrar fórmulas sérias e sólidas, que possam resistir ao tempo e atender adequadamente às novas necessidades,

é a função básica do estudioso do direito.”

Arnoldo Wald

Neste ponto, discorreremos sobre o rito, ou fases processuais, do Tribunal

Internacional para a Internet, visando solucionar as questões levantadas.

Vale adiantar, que alguns critérios procuraram nortear nossas ideias nesta subsecção.

Entre eles, a procura pelo estabelecimento de prazos mais rígidos nas fases processuais, incluindo-os aos julgadores em suas tarefas judicantes,

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Medium 9788536326207

13. Indução

Sonia M. Lauer Garcia, Casimiro G. Fernández Grupo A PDF Criptografado

Embriologia 214

Vimos, no Capítulo 8, que os transplantes realizados por

Spemann,1 de uma gástrula jovem de anfíbio para outra gástrula jovem, se adaptavam ao novo meio. Porém, se o transplante provinha de uma gástrula tardia, seu destino já estava determinado, e o transplante desenvolvia-se autonomamente. Spemann e Mangold2 tiveram a grande intuição de transplantar o lábio dorsal de uma gástrula jovem. O lábio dorsal é o marcador do início da gastrulação, derivado do crescente cinzento. Esses autores pensavam que poderia ocorrer um destes dois fatos: que o lábio dorsal se adaptasse ao meio, como tinha ocorrido com outras partes da gástrula jovem, ou que o lábio dorsal já fosse determinado e sofresse uma autodiferenciação. Quando esse lábio dorsal da gástrula jovem foi transplantado para a região ventral de outra gástrula jovem, surgiu algo inesperado: o transplante afundou-se na região ventral, continuou sendo lábio dorsal do blastóporo e iniciou, nessa nova região, a gastrulação, continuando o desenvolvimento e produzindo, como resultado final, dois girinos unidos. O lábio dorsal organizou um segundo embrião (Figura 13.1). Spemann chamou o lábio dorsal de organizador primário.

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Medium 9788527733175

2 Experiência do Paciente com a Doença Crítica

Patricia Gonce Morton, Dorrie K. Fontaine Grupo Gen ePub Criptografado

Com base no conteúdo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Explorar a relação entre estresse, resposta à doença e ansiedade.

2. Examinar o papel da enfermeira no enfrentamento de estressores ambientais para promover a cura e limitar o transtorno de estresse pós-traumático.

3. Comparar e contrastar técnicas que o paciente e a família possam aprender para o enfrentamento do estresse e da ansiedade.

4. Descrever as estratégias para promover tanto o sono quanto a mobilização precoce nos pacientes criticamente doentes.

5. Implementar as intervenções de enfermagem que fomentem a capacidade dos pacientes de extrair forças a partir de sua própria espiritualidade.

6. Discutir as alternativas ao uso de contenções físicas na unidade de terapia intensiva.

A experiência do paciente na unidade de terapia intensiva (UTI) tem significado permanente para o paciente, familiares e entes queridos. Embora as memórias reais da dor possam ser mascaradas pelas medicações e pela necessidade de esquecê-las, as atitudes são altamente modificadas pelos sentimentos da própria natureza da experiência de sobrevivência. Essas atitudes modelam as crenças da pessoa sobre as enfermeiras, os médicos, a equipe de saúde e a vulnerabilidade da própria vida.

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Medium 9788527728614

33 - Desafios da Logística Hospitalar

Gonzalo Vecina Neto, Ana Maria Malik Grupo Gen PDF Criptografado

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Desafios da Logística

Hospitalar

Rodrigo Almeida de Macedo

Introdução

O balanceamento dos estoques de materiais e medicamentos nos hospitais é fundamental para garantir o equilíbrio entre custos e qualidade no serviço prestado. Desde o final da década de 1990, os hospitais vêm implantando sistemas de informação e incorporando boas práticas difundidas em outros setores da economia. Os principais avanços concentraram‑se na logística intra‑hospitalar, observados na melhoria dos controles e fluidez dos processos internos. Contudo, a sincronização de informações entre fabricantes, distribuidores e hos‑ pitais deve estender‑se a ganhos de eficiência no futuro próximo.

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Desafios da logística hospitalar

Materiais médicos, medicamentos e demais insumos hospitalares representam 20 a 30% dos custos dos hospitais, enquanto a qualidade do serviço hospitalar está diretamente relacionada com sua integrida‑ de e a prontidão da entrega.

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Medium 9788553603046

4. CURATELA

Rodolfo Pamplona Filho, Pablo Stolze Gagliano Editora Saraiva PDF Criptografado

É o que se extrai do art. 1.765, CC/2002:

“Art. 1.765. O tutor é obrigado a servir por espaço de dois anos.

Parágrafo único. Pode o tutor continuar no exercício da tutela, além do prazo previsto neste artigo, se o quiser e o juiz julgar conveniente ao menor”.

Obviamente, diante de toda a fiscalização sofrida, a tutela também pode cessar, em relação ao tutor, na hipótese de negligência, prevaricação ou incapacidade superveniente, na forma do art. 1.766, CC/2002.

Por fim, obviamente, cessa a tutela no falecimento de qualquer dos sujeitos dessa relação jurídica de direito material, quais sejam, o tutor e o tutelado ou pupilo.

4. CURATELA

A previsão genérica da curatela (ou curadoria) no livro de Direito de

Família se justifica pela base comum que compartilha com a tutela, a ponto, inclusive, de lhe serem aplicáveis as suas regras gerais e de exercício, na forma dos arts. 1.774 e 1.781, CC/2002, com as devidas adaptações19.

Todavia, a curatela, em sua figura básica, visa a proteger a pessoa maior, padecente de alguma incapacidade ou de certa circunstância que impeça a sua livre e consciente manifestação de vontade, resguardando-se, com isso, também, o seu patrimônio, como se dá, na mesma linha, na curadoria (curatela) dos bens do ausente, disciplinada nos arts. 22 a 25, CC/2002.

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Medium 9788536307473

4. Fundamentos em fidedignidade

Susana Urbina Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da testagem psicológica

[ capítulo

121

4

]

FUNDAMENTOS EM FIDEDIGNIDADE

O termo fidedignidade sugere confiabilidade. Quando decisões de qualquer tipo devem ser tomadas, no todo ou em parte, com base em escores de testes, seus usuários precisam ter certeza de que estes escores são razoavelmente confiáveis.

Quando usada no contexto dos testes e medidas, a fidedignidade se baseia na consistência e precisão dos resultados do processo de mensuração. Para terem um certo grau de confiança nos escores, os usuários de testes exigem evidências de que os escores obtidos seriam consistentes, se os testes fossem repetidos com os mesmos indivíduos ou grupos, e de que são razoavelmente precisos.

Enquanto a fidedignidade na mensuração implica consistência e precisão, a falta de fidedignidade implica inconsistência e imprecisão, ambas resultam em erros de mensuração. No contexto da testagem, um erro de mensuração pode ser definido como qualquer flutuação nos escores resultante de fatores relacionados aos processos de mensuração que são irrelevantes ao que está sendo medido. A fidedignidade, portanto, é a qualidade dos escores de teste que sugere que eles são suficientemente consistentes e livres de erros de mensuração para serem úteis.

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Medium 9788582714508

Capítulo 11 - Etiologia e genética das hemopatias malignas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Etiologia e genética das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Incidência das neoplasias hematológicas

123

QQ

Etiologia das hemopatias malignas

124

QQ

Genética das hemopatias malignas

125

QQ

Nomenclatura dos cromossomos

127

QQ

Exemplos específicos de anormalidades genéticas em hemopatias malignas

129

QQ

Métodos diagnósticos utilizados para estudar células malignas

131

QQ

Valor dos marcadores genéticos no tratamento das hemopatias malignas

133

Capítulo 11: Etiologia e genética das hemopatias malignas  /  123

% da população de células da medula óssea

100

50

0

Tecido hematopoético normal

Expansão clonal da nova linhagem celular

Mutação somática

Tempo

Figura 11.1  Gráfico teórico para mostrar a substituição de células da medula óssea por uma população clonal de células malignas, originadas por sucessivas divisões mitóticas de uma única célula com uma alteração genética adquirida.

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Medium 9788582711484

Capítulo 21. Sonhos

Cláudio Laks Eizirik, Rogério Wolf de Aguiar, Sidnei S. Schestatsky Grupo A PDF Criptografado

21

SONHOS

Juarez Guedes Cruz

No prefácio à terceira edição inglesa de A interpretação dos sonhos,1 Sigmund Freud comentou que seu livro continha a des­ coberta mais valiosa que a boa sorte per­ mitiu-lhe fazer. E concluiu: “Revelação como esta o destino nos concede apenas uma vez no curso de uma existência”.1 Hoje, podemos compreender seu apreço por essa obra. Ao longo dos anos, ela deixou de ser apenas um texto de análise dos sonhos e adquiriu o estatuto de um livro que, ao descrever os mecanismos da elaboração onírica, formulou as leis gerais que regem o psiquismo e, de certa maneira, fundou a psicanálise. Seu estudo representa a sistematização do pensamento científico com relação aos sonhos, permitindo o uso destes como dado clínico. Modernamente, é difícil imaginar um processo psicoterápico que não tenha, como um de seus guias principais, o exame dos sonhos e de seu significado.

Neste capítulo – partindo da premissa de que a trama onírica é um informe proporcionado pelo paciente a respeito do que está acontecendo em seu mundo interno e no campo psicanalítico ou psicoterápico –, pretendo revisar alguns aspectos da origem, da estrutura, da função e da utilização clínica dos sonhos. O objetivo

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