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Medium 9788527733977

48 - Infecção de Pele e Partes Moles

LIU, Davi Jing Jue; LEAL, Ricardo; VENDRAME, Letícia Sandre Grupo Gen PDF Criptografado

48

Infecção de Pele e

Partes Moles

Diego Cassola Pronunciato  •  Ana Cristina Gales

Definição

Infecções de pele e partes moles (IPPM) estão entre as infecções mais comuns, seja na comunidade ou no ambiente hospitalar. Elas podem ser definidas como uma invasão da epiderme e dos tecidos mais pro­ fundos por microrganismos que levam a resposta local ou sistêmica.

Pacientes que apresentam comorbidades, como diabetes, arterosclero­ se, cirurgias prévias e imunossupressão, apresentam maior risco de de­ senvolverem IPPM por patógenos menos comuns e/ou mais graves. As

IPPM também podem ocorrer em situações específicas, como traumas, mordeduras e exposições ambientais. Diferentes infecções afetam dife­ rentes substratos anatômicos, como visto na Figura 48.1.

De acordo com o substrato anatômico envolvido, as IPPM são classi­ ficadas em: impetigo, furúnculo, erisipelas, celulites, fasciite necrosan­ te e abscesso ­muscular.

Epidemiologia

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Medium 9788582712955

Capítulo 10 - Organização e Programação da Prática

Richard Schmidt, Timothy D. Lee Grupo A PDF Criptografado

10

Organização e

Programação da Prática

Como a Estrutura da Prática

Influencia a Aprendizagem

PALAVRAS-CHAVE

Aprendizagem observacional

Autorregulação

Demonstração

Elaboração de hipótese

Estabelecimento de metas

Hipótese de esquecimento

Modelagem

Prática constante

Prática distribuída

Prática em blocos

Prática maciça

Prática mental

Prática randômica (intercalada)

Prática variável

Teoria do esquema

PERFIL DO CAPÍTULO

Considerações anteriores à prática

Organização da prática e do repouso

Prática variável versus constante

Prática em blocos versus randômica

Resumo

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

O Capítulo 10 descreve a influência das maneiras como a prática é estruturada e várias condições sob as quais a prática é conduzida. Este capítulo irá ajudá-lo a compreender c

fatores que ocorrem durante a realização da prática física,

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Medium 9788527722490

79 - Platelmintos Parasitos do Homem

José Rodrigues Coura Grupo Gen PDF Criptografado

Seção  2  |  Doenças Produzidas por Helmintos

79

Platelmintos Parasitos do

Homem

Luí­s Rey

Os helmintos de interesse médico são organismos do reino Animalia, sub-reino Metazoa, que pertencem aos filos

Platyhelminthes e Nematoda.

Os parasitos do filo Platyhelminthes apresentam-se como vermes de corpo achatado e simetria bilateral, de aspecto foliá­ceo ou alongado, cujo comprimento varia de milímetros a vários metros.

O tegumento (Figura 79.1) é constituí­do por uma camada sincicial limitada externamente por citomembrana dupla, através da qual dão-se trocas nutritivas e onde se inserem numerosos espinhos. O sincício está ligado por pontes citoplasmáticas a células nucleadas si­tua­das profundamente, abaixo de uma camada ­muscular existente sob o tegumento e que assegura a movimentação do helminto.

Os platelmintos não dispõem de cavidade celômica, estando todos os órgãos internos mergulhados em um parênquima de células estreladas. São também desprovidos dos sistemas esquelético, circulatório e respiratório. O sistema digestório varia de simples a muito ramificado, mas desprovido de ânus.

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Medium 9788566103014

Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

José Dornelas Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Medium 9788553172887

Ementário de legislação

NEGRÃO, Theotonio Editora Saraiva PDF Criptografado

1596

Ementário

Prescrição e Decadência

— v. CF 37 § 5º; CC 189 a 206 (com Súmulas, no art. 177, do STF, do STJ e do TFR s/ a matéria); CPC 240 §§ 1º e 4º, 302-IV, 310, 332 § 1º, 487-II, 535-VI, 657 § ún., 975 e CPC/73 art. 756-I; LSA 285 a 288; s/ usucapião, v. tít. USUCAPIÃO ESPECIAL, CC 550 a 553, 618 a 619, 698 e ET 98.

Dec. 1.102, de 21.11.1903 (Armazéns gerais) — Institui regras para o estabelecimento de empresas de armazéns gerais, determinando os direitos e obrigações dessas empresas. O art. 11, § 1º, dispõe que o direito à indenização devida pelas empresas de armazéns gerais prescreve em três meses, contados do dia em que a mercadoria foi ou devia ser entregue. Esse dispositivo está em vigor (STJ-3ª T., REsp 476.458,

Min. Nancy Andrighi, j. 4.8.05, não conheceram, v.u., DJU 29.8.05, p. 329).

Dec. 20.910, de 6.1.32 (Fazenda Pública) — Regula a prescrição quinquenal (v. adiante, texto integral).

Alterado pelo Dec. lei 4.597, de 19.8.42 (v. abaixo), e pela Lei 2.211, de 31.5.54 (v. abaixo).

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Medium 9788536532059

8.1 Introdução

Wilma Sirlange Sobral Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. Para que serve a lista de princípios para um bom design citada no texto? Quais são esses princípios?

2. O princípio da adaptabilidade depende de flexibilidade, estilo e sociabilidade. Exemplifique cada um deles.

3. O que é ergonomia e como ela se aplica em nosso cotidiano?

4. Quais são os oito critérios ergonômicos definidos por Bastien e Scapin?

5. Descreva dois tipos de problemas de usabilidade e sugira como resolvê-los.

114

DESIGN DE INTERFACES - INTRODUÇÃO

8

MODELO DE

COMPONENTES DE IHC

PARA COMEÇAR

Neste capítulo, veremos como a Interface Humano-Computador (IHC) pode ser vista como uma linguagem baseada em um sistema de sinais.

Também serão demonstrados os sete princípios para o projeto e avaliação de interfaces, de acordo com os Princípios de Diálogo, previstos na norma ISO 9241.

8.1 Introdução

A Interface Humano-Computador (IHC) pode ser entendida como uma linguagem baseada em um sistema de sinais. A analogia entre interfaces com o usuário e um sistema de linguagem é detalhada no modelo de camadas de abstração proposto por Nielsen (2015):

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Medium 9788553613274

CAPÍTULO 22: Teoria Geral dos Recursos Trabalhistas

Rodolfo Pamplona Filho, Tercio Roberto Peixoto Souza Editora Saraiva PDF Criptografado

Curso de Direito Processual do Trabalho_0527 a 1008.indd 704

16/10/2019 14:58:48

CAPÍTULO 22

Teoria Geral dos Recursos Trabalhistas

Sumário: 1. Breve histórico − 2. Conceito, fundamento e legitimação − 3. Princípios do sistema recursal − 4. Das decisões e a sua recorribilidade. Do protesto antipreclusivo: 4.1. Das decisões interlocutórias e sua recorribilidade; 4.2. Dos denominados dissídios de alçada. Procedimento sumário − 5. Do prazo, forma de interposição e juntada de documentos − 6. Renúncia, desistência e efeitos do recebimento − 7. Pressupostos recursais: 7.1. Dos pressupostos subjetivos; 7.2. Dos pressupostos objetivos: 7.2.1. Do depósito recursal; 7.2.2. Do prequestionamento.

1.

BREVE HISTÓRICO

De um lado, é natural do ser humano a irresignação. De outro, o sistema jurídico brasileiro foi pensado sob um critério de pesos e contrapesos, tudo a justificar um controle do poder pelo próprio poder. Daí a necessidade de um sistema recursal.

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Medium 9788553603718

10 CONSTITUIÇÃO DE 1988 – 8ª CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

PINHO, Rodrigo César Rebello Editora Saraiva PDF Criptografado

Da Organização do Estado, dos Poderes e Histórico das Constituições

a Constituição do Brasil, de 1967, está revogada (RTJ, 98:952-63)”. A principal característica dessa Constituição era o art. 182 estabelecendo que continuavam em vigor o Ato Institucional n. 5 e os demais atos institucionais posteriormente baixados. Observa, com precisão, Jorge

Miguel que “A Constituição de 69 é a anticonstituição”, pois o próprio Texto Constitucional admitia a existência de duas ordens, uma constitucional e outra institucional, com a subordinação da primeira

à segunda. Pela ordem institucional o Presidente da República poderia, como fez, sem qualquer controle judicial, fechar o Congresso Nacional, intervir em Estados e Municípios, suspender direitos, cassar mandatos legislativos, confiscar bens e sustar garantias de funcionários, sobrepondo-se a direitos nominalmente tutelados pela ordem constitucional.

10 �CONSTITUIÇÃO DE 1988 – 8ª CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

10.1. MOMENTO HISTÓRICO

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Medium 9789724076997

LEI TUTELAR EDUCATIVA ANOTADA

Cristina Dias, Margarida Santos Editora Almedina PDF Criptografado

LEI TUTELAR EDUCATIVA ANOTADA

Aprovada pela Lei n.º 166/99, de 14 de setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 4/2015, de 15 de Janeiro

TÍTULO I

Disposição introdutória

ARTIGO 1.º

Âmbito da lei

A prática, por menor com idade compreendida entre os 12 e os 16 anos, de facto qualificado pela lei como crime dá lugar à aplicação de medida tutelar educativa em conformidade com as disposições da presente lei.

Âmbito de aplicação da Lei Tutelar Educativa; diplomas internacionais rele­ vantes em matéria de justiça juvenil; modelo tutelar educativo.

1. O art. 1.º não sofreu alterações com a Lei n.º 4/2015, de 15 de janeiro, mantendo-se a redação originária (Lei n.º 166/99, de 14 de setembro).

2. A intervenção estadual em relação a menores com idade compreen­ dida entre os 12 e os 16 anos pela prática de facto qualificado pela lei como crime realiza-se através da LTE – aprovada pela Lei n.º 166/99, de 14 de setembro, alterada pela Lei n.º 4/2015, de 15 de Janeiro, que entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 2000. Em parte, preferíamos a

13

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Medium 9788536529806

4 - Classificação, Previsão de Potência, Quantificação e Distribuição das Tomadas

Norberto Nery Editora Saraiva PDF Criptografado

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Instalações Elétricas – Princípios e Aplicações

4

Classificação, Previsão de Potência,

Quantificação e Distribuição das Tomadas

4.1  Previsão de potência das tomadas

Em locais de habitação, a NBR 5.410/2004 recomenda prever 100 VA por ponto de tomadas de uso geral (TUG), aquelas normalmente destinadas à alimentação de aparelhos portáteis e/ou para aparelhos com potência dessa ordem.

Em banheiros, cozinhas, copa-cozinha, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos para a alimentação de geladeira, freezer ou máquina de lavar, a norma recomenda que se considerem 600 VA para cada uma das três primeiras tomadas em cada um desses cômodos. Em particular, quando o total de TUG nesse conjunto de cômodos ultrapassar seis, a norma admite que apenas duas possam ser consideradas de 600 VA; e as restantes, de 100 VA, em cada um desses ambientes separadamente, como apresentado na Tabela 4.1.

Tabela 4.1 Quantidade e potência das tomadas de uso geral em copas, cozinhas e áreas de serviço

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Medium 9788553603671

10 PRISÃO

Alexandre Cebrian Araújo Reis, Victor Eduardo Rios Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

10 PRISÃO

De acordo com o art. 283 do Código de Processo Penal, ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado1 ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou preventiva.

Em matéria penal, portanto, existem duas formas de prisão: a) prisão pena: aquela que decorre de sentença condena­tória transitada em julgado;

1 �Em fevereiro de 2016, o Plenário do Supremo Tribunal Federal passou a entender que a expedição de mandado de prisão após o julgamento da apelação não ofende o princípio da presunção de inocência: “CONSTITUCIONAL. HABEAS CORPUS. PRINCÍPIO

CONSTITUCIONAL DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA (CF, ART. 5º, LVII). SENTENÇA

PENAL CONDENATÓRIA CONFIRMADA POR TRIBUNAL DE SEGUNDO GRAU DE JURISDIÇÃO. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. POSSIBILIDADE. 1. A execução provisória de acórdão penal condenatório proferido em grau de apelação, ainda que sujeito a recurso especial ou extraordinário, não compromete o princípio constitucional da presunção de inocência afirmado pelo artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal. 2. Habeas corpus denegado” (HC 126.292, Rel. Min. Teori Zavascki, Tribunal Pleno, j. 17-2-2016, DJe100 16-5-2016, public. 17-5-2016). Tal matéria foi novamente apreciada pelo Pleno da

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Medium 9788536327013

19. TRANSTORNOS DO HUMOR

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

IMPLICAÇÕES FORENSES DE ALGUNS TRANSTORNOS MENTAIS

369

VINHETA

Joana, 28 anos, foi submetida a avaliação psiquiátrica pericial

(incidente de insanidade mental) no ano de 2007. De acordo com informações dos autos do processo criminal, consta na denúncia que, no ano de 2006, Joana atingiu sua genitora, com quem vivia, com vários golpes de instrumento cortante, provocando sua morte.

A examinanda afirma que seus problemas psiquiátricos começaram quando estava com 20 anos, em 1998, ocasião em que não conseguia dormir, chegou a andar despida pelas ruas, quebrava objetos em casa, tinha o pensamento muito rápido e falava de forma ininterrupta, até mesmo dirigindo-se a pessoas desconhecidas.

Nessa ocasião, foi internada pela primeira vez em uma clínica psiquiátrica. Relata que, entre os anos de 1999 e 2005, fez acompanhamento em centro de atenção psicossocial (CAPS), usando clorpromazina e lítio, e que permaneceu assintomática durante esse período. No ano de 2006, após interromper o tratamento medicamentoso, voltou a apresentar novo episódio de exaltação do humor, logorreia e agitação psicomotora, sendo novamente internada em clínica psiquiátrica. Afirma que tinha interrompido o uso de medicação um mês antes do delito (assassinato da genitora), ocasião em que voltou a apresentar novo episódio de humor irritado, hiperatividade, logorreia, insônia global e escuta de vozes, cujo conteúdo diz não lembrar. Durante a avaliação pericial relatou: “Estava doente da cabeça e fui ao baile e conheci um rapaz e levei lá para minha casa e ele pediu minha mão em casamento e minha mãe não deixou e ele mandou eu enfiar a faca nela, aí eu fiz isso”. Apresentava, de acordo com a avaliação pericial, humor exaltado e irritado, logorreia e aceleração do curso do pensamento.1

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Medium 9788530984434

Capítulo 12 - Dinâmica do Processo

ALVIM, J. E. Carreira Grupo Gen PDF Criptografado

12

DINÂMICA DO PROCESSO

Sumário: 1  Dinamicidade do processo. 2  Fatos, atos e negócios jurídicos processuais.

3  Princípios informativos dos atos processuais. 4  Tempo dos atos processuais. Prazos e caducidades. 5  Revelia e preclusão. 6  Perfeição e eficácia do ato processual: teoria das nulidades. 7  Ordem cronológica na prática de atos processuais. 8  Calendário para a prática de atos processuais.

1 Dinamicidade do processo

Uma das características mais marcantes da relação processual é a sua dinamicidade, visto que tem vida e desenvolvimento próprios.

1.1 Fases ou momentos do processo

Na sua trajetória, o processo atravessa fases lógicas que culminam com a prestação jurisdicional a cargo do Estado-juiz: fase postulatória, fase probatória e fase decisória.

A fase postulatória compreende a atividade das partes destinada à formulação da pretensão, tanto do autor quanto do réu, e eventuais intervenientes, abrangendo, no processo de conhecimento, a petição inicial, a contestação e a réplica.

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Medium 9788597024296

Capítulo 15 Controle da Administração Pública

José dos Santos CARVALHO FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

O controle do Estado pode ser exercido através de duas formas distintas, que merecem ser desde logo diferenciadas.

De um lado, temos o controle político, aquele que tem por base a necessidade de equilíbrio entre os Poderes estruturais da República – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Nesse controle, cujo delineamento se encontra na Constituição, pontifica o sistema de freios e contrapesos, nele se estabelecendo normas que inibem o crescimento de qualquer um deles em detrimento de outro e que permitem a compensação de eventuais pontos de debilidade de um para não deixá-lo sucumbir à força de outro. São realmente freios e contrapesos dos Poderes políticos.

Esse tipo de controle nasceu da célebre teoria da separação de poderes, preconizada por LOCKE e MONTESQUIEU nos séculos XVII e XVIII. Este último, em sua obra O espírito das leis, sustentava que era necessário que um Poder detivesse o outro e que todos deveriam atuar harmonicamente. O poder soberano é uno e indivisível, mas suas funções devem ser diversificadas, e para cada uma delas deve ser criado um órgão próprio, que vem a ser o Poder.1 É nesse sentido que dispõe o art. 2o da CF: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”

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Medium 9788553612536

Direito Penal

Pedro Lenza Editora Saraiva PDF Criptografado

Promotor de Justiça no Rio Grande do Sul. Doutor em Direito pela Universidade de Roma Tre. Mestre em Direito pela Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Especialista em Teoria Geral do Processo pela Universidade de Caxias do Sul.

Professor de Direito Penal na Universidade Brasil, na FESMPMG (Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais), na FEMPERJ (Escola Superior do

Ministério Público do Rio de Janeiro), na ESMAFE (Escola da Magistratura Federal do Rio Grande do Sul), na FEMARGS (Escola da Magistratura do Trabalho do Rio Grande do Sul), na ESMEG (Escola Superior da Magistratura de Goiás) e na EBRADI (Escola Brasileira de Direito), bem como nos cursos Saraiva Aprova,

Verbo Jurídico, Supremo, Rede Juris, Alcance e IOB.

Direito

Penal

Alexandre Salim

Sumário

PARTE GERAL – 1. Princípios penais fundamentais: 1.1. Princípio da legalidade ou da reserva legal; 1.2. Princípio da exclusiva proteção de bens jurídicos; 1.3. Princípio da intervenção mínima; 1.3.1. O caráter fragmentário do Direito Penal ou princípio da fragmentariedade; 1.3.2. O caráter subsidiário do Direito Penal ou princípio da subsidiariedade; 1.4. Princípio da ofensividade ou lesividade; 1.5. Princípio da alteridade ou transcendência; 1.6. Princípio da culpabilidade; 1.7. Princípio da responsabilidade subjetiva; 1.8. Princípio da responsabilidade pessoal ou indivi­dual;

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