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Medium 9788580552287

Capítulo 7 - Metalurgia para mecânicos – Tratamentos térmicos e medida de dureza

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

Metalurgia para mecânicos

– Tratamentos térmicos e medida de dureza

Objetivos deste capítulo

Identificar os vários tipos de ligas do sistema numérico

Usar o sistema AISI para dados de usinagem

Listar os quatro grupos de aço

Identificar a numeração dos vários aços ferramenta

Descrever os três principais estados do aço

Reconhecer a têmpera do aço para máxima dureza

Revenimento do aço para dureza controlada

Definir o aço recozido para um estado mais mole

Identificar os métodos profissionais de endurecimento superficial

Explicar o processo de endurecimento de superficie

Realizar um tratamento superficial, após uma demonstração, usando o método de endurecimento sólido ou em caixa

Listar as condições do alumínio

Identificar as ligas de alumínio incluindo as condições de tratamento térmico

Listar os três métodos mais comuns do teste de dureza

Identificar testes destrutivos e não destrutivos

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Medium 9788520460696

4. Tratamento de dor crônica em ortopedia e medicações para idosos

Reinaldo José Gianini, Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho, Alexandre Fogaça Cristante, Luiz Angelo Vieira, David Gonçalves Nordon Editora Manole ePub Criptografado

David Gonçalves Nordon

 

 

Classificação pelo CID-10

R52.0

Dor aguda

R52.1

Dor crônica intratável

R52.2

Outras dores crônicas

Inevitavelmente o médico generalista se verá diante de um paciente com dores crônicas de difícil solução. Como muitas doenças ortopédicas geram dores que se cronificam, é essencial ao médico diferenciá-las e identificar qual a doença em questão para traçar a melhor maneira de tratá-la.

Algumas vezes não caberá ao generalista o diagnóstico, mas apenas o acompanhamento de um paciente já previamente diagnosticado pelo ortopedista como portador de artrose de joelho, estenose lombar, ou tendinopatia do manguito rotador.

Contudo, em outras ocasiões caberá ao generalista o diagnóstico diferencial da dor crônica para realizar o tratamento e/ou encaminhamento adequados.

A queixa de dores crônicas direciona o generalista para um leque de possibilidades, e deve-se iniciar pelas características básicas de anamnese da dor: Onde é? Qual a intensidade? Qual a característica? Para onde se irradia?

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Medium 9788553603091

2. A JURISDIÇÃO COMO ATIVIDADE DE SUBSTITUIÇÃO

TESHEINER, José Maria Rosa ; THAMAY, Rennan Faria Krüger Editora Saraiva PDF Criptografado

c a p í t u lo

V – J u r i s di ç ão

2. A JURISDIÇÃO COMO ATIVIDADE DE SUBSTITUIÇÃO

Jurisdição, disse Chiovenda, é a “função do Estado que tem por escopo a atuação da vontade concreta da lei por meio da substituição, pela atividade de órgãos públicos, da atividade de particulares ou de outros

órgãos públicos, já no afirmar a existência da vontade da lei, já no torná-la, praticamente, efetiva. a)  Na cognição, a jurisdição consiste na substituição de forma definitiva e obrigatória da atividade intelectiva do juiz à atividade intelectiva, não só das partes, mas de todos os cidadãos, no afirmar existente ou não existente uma vontade concreta da lei concernente às partes. b)  E quanto à atuação definitiva da vontade verificada, se se trata de uma vontade só exequível pelos órgãos públicos, tal execução em si não

é jurisdição; assim, não é jurisdição a execução da sentença penal. Quando, porém, se trata de uma vontade de lei exequível pela parte em causa, a jurisdição consiste na substituição, pela atividade material dos órgãos do Estado, da atividade devida, seja que a atividade pública tenha por fim constranger o obrigado a agir, seja que vise ao resultado da atividade. Em qualquer caso, portanto, é uma atividade pública exercida em lugar de outrem (não, entendamos, em representativo de outros).

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Medium 9788582713402

Capítulo 20 - Vasodilatadores

Robert K. Stoelting, Pamela Flood, James P. Rathmell, Steven Shafer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 20

Vasodilatadores

I. Introdução. O controle do tônus vascular nas circulações periférica e pulmonar é uma interação complexa de metabolismo local, de função endotelial e de regulação pelo sistema nervoso simpático (SNS) e pelo sistema endócrino.

II. Estima-se que a hipertensão arterial sistêmica afete 30% dos adultos nos Estados Unidos. A hipertensão é definida como uma pressão arterial (PA) de 150 a 159/90 a 99 mmHg (estágio 1) ou maior ou igual a 160/100 mmHg (estágio 2).* O tipo mais comum de hipertensão

é, de longe, a “essencial”, ou “primária”, para a qual não há uma fisiopatologia definida. A hipertensão é um fator de risco importante para doença cardiovascular (DCV), incluindo aterosclerose, insuficiência cardíaca (IC), acidente vascular encefálico (AVE), doença renal e redução da sobrevida.

III. Fármacos anti-hipertensivos específicos e anestesia (Tabela 20-1).

Pacientes hipertensos são propensos a fazer uso de um ou mais diuréticos tiazídicos, bloqueadores dos canais de cálcio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA)/bloqueadores dos receptores da angiotensina II e bloqueadores β-adrenérgicos. A hipertensão grave ou mal controlada é uma causa relativamente comum para o adiamento de cirurgia, embora a evidência que suporte essa prática venha de pequenos estudos, a maioria com mais de 20 anos.

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Medium 9788553172702

2.3. Ausência das partes

HINZ, Henrique Macedo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2  |  Fase de mediação

41

Anexos, o Anexo 4, sugestão de petição requerendo a designação de comissão de partes para litisconsórcio ativo e/ou passivo.

2.3. Ausência das partes

O comparecimento das partes à audiência designada é um ônus processual, ou seja, é uma faculdade concedida à parte, mas que, se não atendida, gera consequências processuais. A finalidade primordial do comparecimento é não só a participação na discussão quanto eventual acordo, como principalmente para, frustrada a conciliação, proceder-se aos depoimentos pessoais, que visa à obtenção da confissão (ver item 4.3).

O art. 843 da CLT estabelece o ônus do comparecimento à audiência, e o art. 844 traz as consequências do seu descumprimento. Mas, antes de se adentrar na questão, um breve comentário acerca do “arquivamento da reclamação” de que trata o art. 844 da CLT, uma vez que, em se tratando de reclamação, imagina-se que esta seja verbal, e não há como se “arquivar” uma manifestação oral!

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Medium 9788553615285

XXII - FRAUDE NO COMÉRCIO

Cezar Roberto Bitencourt Editora Saraiva PDF Criptografado

FRAUDE NO COMÉRCIO

XXII

Sumário: 1. Considerações preliminares. 2. Bem jurídico tutelado. 3. Sujeitos ativo e passivo. 4. Tipo objetivo: adequação típica. 4.1. Fraude no comércio de metais ou pedras preciosas (§ 1º). 5. Tipo subjetivo: adequação típica. 6. Consumação e ten­ tativa. 7. Pena e ação penal.

Fraude no comércio

Art. 175. Enganar, no exercício de atividade comercial, o adquirente ou consumidor:

I — vendendo, como verdadeira ou perfeita, mercadoria falsificada ou deteriorada;

II — entregando uma mercadoria por outra:

Pena — detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.

§ 1º Alterar em obra que lhe é encomendada a qualidade ou o peso de metal ou substituir, no mesmo caso, pedra verdadeira por falsa ou por outra de menor valor; vender pedra falsa por verdadeira; vender, como precioso, metal de outra qualidade:

Pena — reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.

§ 2º É aplicável o disposto no art. 155, § 2º.

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Medium 9788547223212

CAPÍTULO 28 - RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

FUX, Luiz Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 28

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

274. CONVOCAÇÃO EXTRAJUDICIAL DE CREDORES

No regime do Decreto-Lei n. 7.661/45, aparecia elencada como ato de falência a convocação extrajudicial de credores para lhes propor dilação, remissão de créditos ou cessão de bens (art. 2º, III). Consoante opinião da doutrina que sobre o tema se formou1, esse acordo extrajudicial entre o devedor e seus credores, para lograr êxito, deveria contar com o apoio unânime destes últimos, traduzindo crédito e confiança na pessoa do devedor. Contudo, se um ou mais credores o recusassem, levando o dissidente ou os dissidentes a proposta do devedor ao conhecimento do juiz competente, e, uma vez provado o fato, a ele cumpriria decretar a falência do proponente.

A Lei n. 11.101/2005 inova substancialmente na matéria, descaracterizando a hipótese como presunção de insolvência do empresário. Passa a ser plenamente válida a realização de acordos privados entre o devedor e seus credores, com o escopo de evitar a quebra, criando, assim, condições favoráveis à reestruturação da empresa em crise econômica e financeira. A lei, por outro lado, confere plena liberdade às partes

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Medium 9789724045054

Regime Geral do Processo Tutelar Cível

Ana Leal Editora Almedina PDF Criptografado

Regime Geral do Processo Tutelar Cível aprovado pela Lei nº 141/2015, de 8 de setembro

CAPÍTULO I – Disposições gerais

Artigo 1º – Objeto

O Regime Geral do Processo Tutelar Cível, doravante designado RGPTC, regula o processo aplicável às providências tutelares cíveis e respetivos incidentes.

Artigo 2º – Âmbito

O RGPTC não é aplicável ao processo de adoção e respetivos procedimentos preliminares, os quais são regulados em diploma próprio.

Artigo 3º – Providências tutelares cíveis

Para efeitos do RGPTC, constituem providências tutelares cíveis: a) A instauração da tutela e da administração de bens; b) A nomeação de pessoa que celebre negócio em nome da criança e, bem assim, a nomeação de curador geral que represente, extrajudicialmente, a criança sujeita às responsabilidades parentais; c) A regulação do exercício das responsabilidades parentais e o conhecimento das questões a este respeitantes; d) A fixação dos alimentos devidos à criança e aos filhos maiores ou emancipados a que se refere o artigo 1880º do Código Civil e a execução por alimentos; e) A entrega judicial de criança;

203

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Medium 9788547215170

Nota dos Autores à Décima Edição

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLINA FILHO, Rodolfo Editora Saraiva PDF Criptografado

Nota dos Autores

à Décima Edição

O ano de 2017 promete ser um marco em nossas vidas!

Nessa data, completamos 15 anos da estreia do volume 1 (“Parte Geral”) do nosso Novo Curso de Direito Civil, o primogênito de uma profícua parceria, que logo foi sucedido por vários volumes, inclusive este livro, totalmente focado em uma visão abrangente dos “Contratos em Espécie”.

Com efeito, mais do que colegas, tornamo-nos parceiros.

Mais do que parceiros, tornamo-nos amigos.

Mais do que amigos, tornamo-nos irmãos.

E, nessa fraternidade, vários frutos foram gerados.

Até o momento, lançamos, juntos, 8 obras em coautoria, a saber, 7 volumes/tomos do nosso Novo Curso de Direito Civil (Parte Geral, Obrigações,

Responsabilidade Civil, Teoria Geral dos Contratos, Contratos em Espécie, Direito de Família e Sucessões), e uma obra apartada, O Novo Divórcio, publicada quando da promulgação da Emenda Constitucional n. 66/2010.

Mas essa fraternidade continua a produzir novos resultados!

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Medium 9788547228347

Capítulo II - Organizações internacionais

Francisco Rezek Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo II

ORGANIZAÇÕES

INTERNACIONAIS

154. Introdução. Alguns milênios separam, no tempo, o Estado e a organização internacional. Do primeiro, um esboço de teo­ ria geral se poderia conceber na antiguidade clássica. A segun­ da é um fenômeno do último século, é matéria talvez ainda não sedimentada o bastante para permitir segura compreensão científica. Não fica aí, porém, a diferença entre essas duas for­ mas de personalidade em direito internacional público. Paul

Reuter, um dos mais lúcidos analistas do fenômeno organiza­ cional, costumava observar que as desigualdades quantitativas reinantes entre os Estados — no que concerne à extensão terri­ torial, à dimensão demo­gráfica, aos recursos econômicos — não obscurecem sua fundamental igualdade qualitativa: da Dina­ marca à Mauritânia, do Luxemburgo à China, os objetivos do

Estado são sempre os mesmos, e têm por sumário a paz, a se­ gurança, o desenvolvimento integral de determinada comuni­ dade de seres humanos. Já no caso das organizações interna­ cionais, as desigualdades reinam em ambos os terrenos: são quantitativas, por conta da diversidade do alcance geográfico, do quadro de pessoal ou do orçamento; mas são sobretudo qualitativas, porque não visam, as organizações, a uma finali­ dade comum. Seus objetivos variam, com efeito, entre a supre­ ma ambição de uma ONU — manter a paz entre os povos, preservar-lhes a segurança, e fomentar, por acréscimo, seu desenvolvimento harmônico — e o modestíssimo desígnio de uma UPU, consistente apenas em ordenar o trânsito postal ex­ trafronteiras. Como assinalou certa vez o próprio Reuter, é

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Medium 9788553614165

Capítulo Único: ORIGEM E FUNDAMENTO DO DIREITO DAS SUCESSÕES

Carlos Roberto Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito_Civil_Brasileiro_v7.indb 18

10/10/2019 15:27:28

INTRODUÇÃO AO DIREITO

DAS SUCESSÕES

Capítulo Único

ORIGEM E FUNDAMENTO DO

DIREITO DAS SUCESSÕES

Sumário: 1. Conceito. 2. Evolução histórica. 3. Fundamento do direito das sucessões. 4. Conteúdo do direito das sucessões.

1. Conceito

A palavra “sucessão”, em sentido amplo, significa o ato pelo qual uma pessoa assume o lugar de outra, substituindo-a na titularidade de determinados bens. Numa compra e venda, por exemplo, o comprador sucede ao vendedor, adquirindo todos os direitos que a este pertenciam. De forma idêntica, ao cedente sucede o cessionário, o mesmo acontecendo em todos os modos derivados de adquirir o domínio ou o direito.

A ideia de sucessão, que se revela na permanência de uma relação de direito que perdura e subsiste a despeito da mudança dos respectivos titulares, não ocorre somente no direito das obrigações, encontrando-se frequente no direito das coisas, em que a tradição a opera, e no direito de família, quando os pais decaem do poder familiar e são substituídos pelo tutor, nomeado pelo juiz, quanto ao exercício dos deveres elencados nos arts. 1.740 e 1.741 do Código Civil.

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Medium 9788547233129

8.2 Fase de planejamento e organização

Nelson Ludovico Editora Saraiva PDF Criptografado

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS

Figura 8.1

As três atividades de gestão do projeto do usuário

ADMINISTRAÇÃO

PLANEJAMENTO

E ORGANIZAÇÃO

CONTROLES

8.2

Fase de planejamento e organização

É durante esta fase da implantação do projeto que o gestor da área usuária irá:

•• Organizar o trabalho em segmentos lógicos;

•• Dividir o trabalho em unidades controláveis;

•• Estabelecer sequência de desenvolvimento das tarefas;

•• Identificar as habilidades necessárias e alocá-las ao projeto;

•• Definir cronograma;

•• Definir a coordenação e o controle dos esforços da equipe.

O programa de trabalho-padrão foi elaborado na Etapa de desenvolvimento do plano de negócios e enviado para a área usuária. A metodologia e a ser adotada e as ferramentas indicam os tempos padrões para desenvolver as principais tarefas do projeto, indicando os prazos finais para realização das mesmas. Cabe ao gestor do projeto na área usuária preparar o programa de trabalho do projeto para aquela área especificamente. E é reponsabilidade do gestor sugerir a contratação de serviços de terceiros para a composição da equipe de projetos, devidamente autorizado pelo comitê executivo.

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Medium 9788521635437

10 - rimitivas

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Primitivas

 10.1   Relação entre Funções com Derivadas Iguais

Já sabemos que a derivada de uma função constante é zero. Entretanto, uma função pode ter derivada zero em todos os pontos de seu domínio e não ser constante; por exemplo

é tal que f 9(x) 5 0 em todo x no seu domínio, mas f não é constante. O próximo teorema, que

é uma consequência do TVM, conta-nos que se f tiver derivada zero em todos os pontos de um intervalo, então f será constante neste intervalo.

Teorema. Seja f contínua no intervalo I. Se f 9(x) 5 0 em todo x interior a I, então existirá uma constante k tal que f (x) 5 k para todo x em I.

Demonstração

Seja x0 um ponto fixo em I. Vamos provar que, para todo x em I, f (x) 5 f (x0), o que significará que f é constante em I. Para todo x em I, x  x0, existe, pelo TVM, um pertencente ao intervalo aberto de extremos x e x0 tal que f (x) 2 f (x0) 5

(x 2 x0).

(Observe que de acordo com a hipótese, f é contínua no intervalo fechado de extremos x e x0 e derivável no intervalo aberto de mesmos extremos.)

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Medium 9788547222680

21.5. Pluralidade de Mandantes ou de Mandatários

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

pelo mandante, mas de modo substancialmente contrário aos fins do mandato.

As instruções são inconfundíveis com o poder; o poder é abstrato, enquanto as instruções são recomendações ou ordens concretas do mandante ao mandatário para que pratique ou deixe de praticar certo ato, ou segundo determinadas condições. Exemplo de abuso é a venda da coisa, pelo mandatário, por preço inferior ao que foi indicado pelo mandante. A falta de observância das instruções não repercute no âmbito jurídico do terceiro, que não pode ser prejudicado pela atuação do mandatário, no exercício dos poderes recebidos.

No abuso de poderes, os atos realizados pelo mandatário vinculam o mandante, mas este tem pretensão contra aquele para reparação das perdas e danos que sofreu, pela desobediência às suas instruções. Em virtude de não ter havido excesso dos poderes, o prejuízo recairá sobre o mandante, que poderá promover ação regressiva contra o mandatário.

Ao mandatário só é lícito afastar-se das instruções recebidas quando, conforme as circunstâncias, lhe seja dado supor que o mandante o aprovaria se conhecesse a verdadeira situação, ou quando houvesse fundado temor de dano. Em qualquer outra situação, deve comunicar antes ao mandante e esperar sua decisão. Ainda que tenha sido impossível comunicar ao mandante, ante a iminência do perigo, está obrigado à comunicação ulterior, sob pena de incorrer no dever de indenizar (Enneccerus, 1966, p. 598).

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Medium 9788547229504

7.4. QUESTÕES

SANTOS, Marisa Ferreira dos Editora Saraiva PDF Criptografado

682 Direito Previdenciário Esquematizado®

Sujeito passivo secundário

Marisa Ferreira dos Santos

JJ

O particular eventualmente prejudicado.

JJ

modificar sistema de informações ou programa de informática;

JJ

alterar sistema de informações ou programa de informática da Administração Pública.

Tipo subjetivo

JJ

Dolo

Competência

JJ

Justiça Federal.

Ação penal

JJ

Pública incondicionada.

Rito processual

JJ

Arts. 513 e seguintes do Código de Processo Penal.

JJ

comissivo;

JJ

próprio;

JJ

formal;

JJ

doloso;

JJ

forma livre;

JJ

plurissubsistente;

JJ

unissubjetivo;

JJ

instantâneo (questão controvertida).

Tipo objetivo

Classificação

Causa especial de aumento de penal

Transação penal e suspensão condicional do processo

não há modalidade culposa.

Efetivo dano à Administração Pública e/ou ao particular

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