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Medium 9788527727495

62 - Uso de Antimicrobianos para Tratamento de Infecções em Pacientes em Estado Crítico

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF Criptografado

62

Uso de Antimicrobianos para Tratamento de Infecções em

Pacientes em Estado

Crítico

Wayra Salazar-Moreno e David M. Bebinger

I. Princípios gerais

A. Esforce-se, de todas as maneiras cabíveis, para chegar a um diagnóstico da síndrome encontrada.

1. Os desfechos clínicos melhoram com o tratamento específico após um diagnóstico acurado.

2. Use sinais e sintomas clínicos para elaborar um diagnóstico diferencial e prever a morbidade.

3. Busque exames complementares até identificar um diagnóstico acurado.

B. Elabore um esquema antimicrobiano empírico com base no diagnóstico diferencial e na morbidade prevista.

1. A febre isolada não exige terapia antimicrobiana empírica. Pacientes com anormalidades dos sinais vitais apresentam síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS), cuja causa pode ser infecciosa ou não.

2. Em geral, pacientes com imunodepressão e sinais de colapso ­vascular ou disfunção de órgãos necessitam de terapia antimicrobiana.

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Medium 9788577806157

7 Gerenciando as Estruturas de Armazenamento de Banco de Dados

Watson, John Grupo A PDF Criptografado

248

OCA ORACLE DATABASE 11g: GUIA DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO I (EXAME 1ZO-052)

O

s dois capítulos anteriores tratavam da instância e suas sessões: processos e estruturas de memória. Este capítulo começa a investigação do próprio banco de dados. Todo o processamento de dados ocorre na memória, na instância, mas o armazenamento dos dados é no banco de dados, em disco. O banco de dados consiste em três tipos de arquivo: o arquivo de controle, os arquivos de redo log online e os arquivos de dados. Os dados são armazenados nos arquivos de dados.

Os usuários nunca veem um arquivo de dados físico. Tudo o que eles veem são os segmentos lógicos. Os administradores de sistema nunca veem um segmento lógico. Tudo o que eles veem são os arquivos de dados físicos. O banco de dados Oracle fornece uma abstração completa do armazenamento lógico para o físico. Esse é um dos requisitos do paradigma de banco de dados relacional. Como um DBA, você deve estar ciente do relacionamento entre o armazenamento lógico e o físico. Monitorar e administrar essas estruturas, uma tarefa frequentemente descrita como gerenciamento de espaço, costumava ser uma parte enorme da carga de trabalho de um DBA. Os recursos fornecidos em versões recentes do banco de dados podem automatizar o gerenciamento de espaço até uma certa medida e permitir que o DBA configure o armazenamento de modo a reduzir consideravelmente a carga de trabalho de manutenção.

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Medium 9788530970048

PARTE II – Capítulo 3 – Direito Societário

PEDRO, Paulo Roberto Bastos; ROQUE, Nathaly Campitelli Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Direito Societário

1. Sociedades. Configuram-se pela união de pessoas (físicas ou jurídicas) que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para a formação do capital social, exercendo atividade econômica e partilhando os resultados desta atividade. São pessoas jurídicas de direito privado (art. 44, II, CC).

As sociedades são personificadas e não personificadas. As primeiras são aquelas que possuem registro de seu ato constitutivo no órgão competente, devendo a sociedade empresária efetuar registro na Junta Comercial do Estado, enquanto a sociedade simples, no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas

(art. 1.150, CC). Já a sociedade de advogados se constitui em sociedade simples, com registro na Ordem dos Advogados do Brasil, no Conselho Seccional de sua sede (art. 15, § 1º, Lei 8.906/1994).

A inscrição do ato constitutivo no órgão competente forma a pessoa jurídica, que terá titularidade negocial, processual e patrimonial.

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Medium 9788553603138

6. Consumação e tentativa

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

5. Tipo subjetivo: adequação típica

Elemento subjetivo é o dolo, representado pela vontade consciente de envenenar as substâncias mencionadas. Na primeira hipótese do § 1º – entrega a consumo –,

é necessária redobrada cautela para comprovar que o “entregador” tem efetivamente consciência de que se trata de água potável ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo envenenada. Essa consciência deve ser atual, real, efetiva, não a caracterizando a simples potencial consciência dessa circunstância, ao contrário do que pode parecer à primeira vista.

Na segunda hipótese descrita no § 1º – ou tem em depósito –, além dos elementos intelectual do dolo (consciência) e volitivo, exige-se, fundamentalmente, o elemento subjetivo especial do tipo, representado pelo especial fim de agir, qual seja,

“para o fim de ser distribuída”. Assim, repetindo, além do conhecimento real, efe­ tivo, de que se trata de água ou substância envenenada, é necessário demonstrar que o agente atuou com o objetivo de distribuí-la para o consumo humano.

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Medium 9788530959456

Capítulo 5 – Contrato de Trabalho

LAZZAROTTO, Aldair Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Contrato de Trabalho

5.1 CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO

251 (FCC/AJAJ-TST/2012) O contrato individual de trabalho somente poderá ser acordado de forma expressa e por escrito.

252 (FCC/TJAA–TRT 12ª Região/2013) O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito e por prazo determinado ou indeterminado.

253 (FCC/TJAA-TRT 5ª Região/2013) A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa afetará os contratos de trabalho dos respectivos empregados, criando novas regras contratuais a partir dessas mudanças.

254 (FCC/AJAJ-TST/2012) A lei prevê como regra a indeterminação do prazo e como exceção a prefixação de prazo para os contratos individuais de trabalho.

255 (FCC/TJAA–TRT 12ª Região/2013) Para fins de contratação, o empregador não exigirá do candidato a emprego comprovação de experiência prévia por tempo superior a seis meses no mesmo tipo de atividade.

256 (FCC/TJAA-TRT 5ª Região/2013) As relações contratuais de trabalho podem ser objeto de livre estipulação das partes interessadas em tudo quanto não contravenha às disposições de proteção ao trabalho, aos contratos coletivos que lhes sejam aplicáveis e às decisões das autoridades competentes.

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Medium 9788530981983

44 - Panorama contemporâneo da recorribilidade de decisões interlocutórias – RONALDO VASCONCELOS

MARX NETO, Edgard Audomar et al. (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

44

PANORAMA CONTEMPORÂNEO DA

RECORRIBILIDADE DE DECISÕES INTERLOCUTÓRIAS

Ronaldo Vasconcelos

Sumário: 1. Introdução. 2. O Código de Processo Civil de 2015. 3. Desdobramentos do novo sistema processual. 3.1. Aparente colisão entre os binômios rapidez-probabilidade X segurança-certeza. 3.2. Presunção de acerto das determinações a quo e o case management. 4. Ainda a aparente colisão dos binômios rapidez-probabilidade

X segurança-certeza: impossibilidade da atribuição de efeito suspensivo ao agravo interposto contra decisão parcial de mérito. 5. Conclusões.

1. INTRODUÇÃO

Dentre as inovações do Código de Processo Civil de 2015 (CPC/2015) que mais trouxeram incertezas ao cotidiano forense reside a disciplina do agravo de instrumento.

O sistema recursal brasileiro foi sensivelmente reformulado (prazos, efeitos, hipóteses de cabimento etc.) para se tornar mais condizente com os ideais contemporâneos do direito processual.

Diante disso, a proposta deste singelo artigo em obra de justa homenagem ao grande

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Medium 9788553603480

17.1. TEORIA GERAL

GONÇALVES , Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

17

RECURSOS

JJ 17.1. 

TEORIA GERAL

Pode­‑se denominar teoria geral dos recursos o estudo que engloba o conceito e a classificação dos meios processuais de impugnação, seus pressupostos genéricos e efeitos. Nesse tema são também analisados os arts. 574 a 580 do Código de Processo, que tratam das “disposições gerais” referentes aos recursos.

JJ 17.1.1. Conceito

Em razão do grande número de recursos existentes na legislação nacional, torna­

‑se tarefa árdua estabelecer um conceito capaz de abranger todas as nuances dessa pluralidade de instrumentos jurídicos. Dentre os vários conceitos existentes, o que nos parece mais adequado é o seguinte: o recurso é um meio processual de impug‑ nação, voluntário ou obrigatório, utilizado antes da preclusão, apto a propiciar um resultado mais vantajoso na mesma relação jurídica processual, decorrente de reforma, invalidação, esclarecimento ou confirmação.

A finalidade dos recursos é o reexame de uma decisão por órgão jurisdicional superior ou, em alguns casos, pelo mesmo órgão que a prolatou, em face da argumen‑ tação trazida à baila pelo recorrente.

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Medium 9788536325590

Capítulo 4 - O papel da inovação na sociedade e na educação

Sonia Simões Colombo; Gabriel Mário Rodrigues Grupo A PDF Criptografado

4

O papel da inovação na sociedade e na educação

Ronaldo Mota

N

o cenário mundial contemporâneo, a inovação é reconhecidamente o instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável, para a geração de emprego e renda e para a democratização de oportunidades. Ela também está presente na formação de profissionais preparados para atender às demandas diversas e complexas da sociedade e de suas empresas. A inovação nas empresas é abordada como elemento essencial para viabilizar um país competitivo, em condições de enfrentar seus desafios internos e de se afirmar soberanamente no conjunto das nações. A educação, particularmente a educação superior no contexto da sociedade atual, é analisada neste capítulo com ênfase na revolução educacional contemporânea representada pelo universo das tecnologias inovadoras, da dominância das mídias e de sua adequada apropriação aos processos de ensino e aprendizagem. Em especial, é apresentada uma abordagem acerca de educação flexível inovadora com ênfase em educação permanente.

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Medium 9788547231910

4.6 PODER CONSTITUINTE DERIVADO

VASCONCELOS, Clever Editora Saraiva PDF Criptografado

92

4.5.2

CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL

Limitações ao poder constituinte originário segundo a doutrina jusnaturalista a) Limites ideológicos: ligados à realidade política fática. O poder constituinte originário não poderá contrariar o perfil ideológico da sociedade. Exemplo: a

Constituição Federal ao instituir o islamismo terá que proibir a bebida, pois é uma de suas regras. b) Limites institucionais: o poder constituinte originário não pode contrariar instituições consagradas pela sociedade. Exemplo: proibir o casamento. c) Limites substanciais: ligados ao próprio conteúdo material da Constituição. d) Limites substanciais transcendentes: a Constituição deve respeitar os direitos naturais do homem (direitos fundamentais). e) Limites substanciais imanentes: ligados à natureza do Estado, os elementos de formação do Estado (povo, território e soberania). Por exemplo, a Constituição do Brasil não se aplica na Argentina. f) Limites substanciais heterônomos ou exógenos: estão fora do direito interno

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Medium 9788547212773

86 INSPEÇÃ O JUDICIAL

PALAIA, Nelson Editora Saraiva PDF Criptografado

85.6  Quesitos suplementares

Devem ser adstritos aos quesitos básicos e dentro de seu âmbito.

Caso contrário não serão suplementares, serão quesitos novos principais.

86 INSPEÇÃO JUDICIAL

É o meio de prova pelo qual o juiz, como sujeito do exame, colhe por seus próprios sentidos as observações sobre as coisas que são objeto da lide.

87 INDÍCIOS E PRESUNÇÕES

87.1 Conceito

Presunções são consequências deduzidas de um fato conhecido, não destinado a funcionar como prova, e pelo qual se chega a um fato desconhecido.

87.2 Classificação

As presunções se classificam em simples e legais (praesumptio hominis et legis). As presunções simples decorrem do raciocínio do juiz, de sua livre convicção. As presunções legais decorrem da própria lei.

87.3 Prova prima facie

Enquanto na presunção, provado o fato “A” (fato auxiliar), admite-se como verdadeiro juridicamente o fato “B” (fato presumido), na prova prima facie, provado um determinado fato, essa mesma prova traz ou carrega consigo uma consequência jurídica, não devidamente provada.

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Medium 9788566103113

Capítulo 9 - Internacionalização de Empresas

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 99

03/08/2018 17:15:08

| 100 |  

ADMINISTRAÇÃO

9. �Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 100

03/08/2018 17:15:08

• Conceituar a Internacionalização de Empresas.

• Apresentar oportunidades trazidas pela internacionalização.

• Conhecer os passos importantes para a internacionalização do negócio.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Muitas vezes, a ideia de internacionalização é vista como uma alternativa a alguma crise enfrentada localmente. A internacionalização de empresas deve ser encarada não como uma simples alternativa, mas sim como uma estratégia de longo prazo de qualquer empresa que queira crescer e estabelecer-se mundialmente.

Apresentamos a seguir o passo a passo do planejamento para a exportação.

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Medium 9788547227920

Capítulo III - Aspectos gerais sobre as restrições aos direitos fundamentais

PEREIRA, Jane Reis Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo III

Aspectos gerais sobre as restrições aos direitos fundamentais

1. Generalidades. 2. Os termos do problema: alguns aspectos conceituais e semânticos. 3. O debate sobre a possibilidade lógica de restrição dos direitos.

3.1. A teoria interna (ou concepção estrita) dos limites dos direitos fundamentais. 3.2. A teoria externa (ou concepção ampla) dos limites dos direitos fundamentais; 3.3. Algumas teses diferentes. 3.3.1. O aporte de Häberle: a tese que concilia ponderação e direitos irrestringíveis. 3.3.2. A concepção de

Vieira de Andrade: irrestringibilidade abstrata e restringibilidade concreta. 3.4.

As críticas postas às teorias interna e externa. 3.5. Aprofundamento das diferenças entre as duas teorias. 3.6. Análise crítica do tema. Razões teóricas e jurídico-positivas em favor da teoria externa. 3.6.1. A existência de um direito geral de liberdade. 3.6.2. As vantagens da teoria externa no campo hermenêutico e argumentativo. 4. Um debate correlato: A doutrina da imanência. 5.

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Medium 9788553604081

CAPÍTULO I - FUNDAMENTOS ESTRUTURANTES DO DIREITO AMBIENTAL BRASILEIRO APLICÁVEIS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FIORILLO, Celso Antonio Pacheco Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo I

FUNDAMENTOS ESTRUTURANTES

DO DIREITO AMBIENTAL BRASILEIRO

APLICÁVEIS AO LICENCIAMENTO

AMBIENTAL

Book Licenciamento ambiental.indb 25

03/10/2018 12:19:05

Book Licenciamento ambiental.indb 26

03/10/2018 12:19:05

 1. Noções propedêuticas

A Constituição Federal de 1988 consagrou de forma nova e importante a existência de um bem que não possui características de bem público e, muitos menos, privado, voltado à realidade do século XXI, das sociedades de massa, caracterizada por um crescimento desordenado e brutal avanço tecnológico.

Diante desse quadro, a nossa Carta Magna estruturou uma composição para a tutela dos valores ambientais, reconhecendo-lhes características próprias, desvinculadas do instituto da posse e da propriedade, consagrando uma nova concepção ligada a direitos que muitas vezes transcendem a tradicional ideia dos direitos ortodoxos: os chamados direitos difusos.

Isso foi realizado por conta do art. 225 do Texto Constitucional, que nos forneceu os fundamentos básicos para a compreensão do instituto. Dispõe seu caput:

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Medium 9788530965723

Capítulo 14 - Perpetuidades e Resíduo

MARIANO, Fabrício Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 14

Perpetuidades e Resíduo

14.1. Perpetuidades

É um pagamento de uma dívida em infinitas prestações. Temos como objetivo calcular o valor de um bem na data zero, ou seja, o valor hoje.

Fórmula:

P

C0 = i

Onde:

P = prestação perpétua i = taxa de juros

Obs. 1: Para chegarmos à fórmula, basta calcular a soma da PG infinita do fator de amortização a n i.

Obs. 2: O fator de amortização pode ser escrito por: an ,i =

1 − (1 + i ) i

−n

Como n tende para infinito, verifica-se que: an ,i =

1 − (1 + i ) i

Matematica_Financeira_4ed.indb 197

−n

=

1 i

03/06/2015 16:07:50

198

Matemática Financeira para Concursos I Fabrício Mariano

14.2. Exercícios resolvidos

1.

Um imóvel foi pago perpetuamente com prestações mensais de R$ 1.500,00 a uma taxa de 2% ao mês. Qual o valor do imóvel? a) 55.000,00. b) 60.000,00. c) 65.000,00. d) 70.000,00. e) 75.000,00.

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Medium 9788530975203

Parte V | 1 - Notas sobre a incidência da boa-fé objetiva em acordo de acionistas

VENANCIO FILHO, Alberto; LOBO, Carlos Augusto da Silveira; ROSMAN, Luiz Alberto Colonna (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

1

NOTAS SOBRE A INCIDÊNCIA DA

BOA-FÉ OBJETIVA EM ACORDO DE ACIONISTAS

Gustavo Tepedino

Sumário: 1. Introdução – 2. A incorporação da boa-fé objetiva pelo ordenamento jurídico brasileiro – 3. A evolução da noção de boa-fé objetiva: seu papel do direito societário – 4. A boa-fé na interpretação do acordo de acionistas: desconstituição do acordo de voto em bloco – 5. A boa-fé na conservação do acordo de acionistas diante da desconstituição do acordo de voto em bloco – 6. Direito de voto e a função limitadora da boa-fé: o adágio nemo potest venire contra factum proprium – 7. Notas conclusivas.

1. INTRODUÇÃO

A Lei das S.A., idealizada pelo gênio de José Luiz Bulhões Pedreira e Alfredo

Lamy Filho, estabeleceu, de maneira extraordinariamente contemporânea, as bases jurídicas para o novo direito societário brasileiro.1 Em diversos de seus dispositivos, e em particular no âmbito do acordo de acionistas, vê-se a preocupação com o relacionamento obrigacional pautado pela boa-fé objetiva, que seria posteriormente incorporada, pelo Código Civil, como princípio fundamental dos negócios jurídicos. Ao longo do tempo, confirma-se a necessidade de interpretação da Lei

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