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Medium 9788553611096

BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

Leone Pereira, Tulio Martinez Minto, Marcos Scalercio Editora Saraiva PDF Criptografado

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SÚMULAS E OJs DO TST – organizadas por temas

BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO

SUM-32 ABANDONO DE EMPREGO (nova redação) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e

21-11-2003  Pre­sume-se o abandono de emprego se o trabalhador não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer.

SUM-87 PREVIDÊNCIA PRIVADA (mantida) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e 21-11-2003  Se o empregado, ou seu beneficiário, já recebeu da instituição previdenciária privada, criada pela empresa, vantagem equivalente, é cabível a dedução de seu valor do benefício a que faz jus por norma regulamentar anterior.

SUM-92 APOSENTADORIA (mantida) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e 21-11-2003  O direito à complementação de aposentadoria, criado pela empresa, com requisitos próprios, não se altera pela instituição de benefício previdenciário por órgão oficial.

SUM-282 ABONO DE FALTAS. SERVIÇO MÉDICO DA EMPRESA (mantida) – Res. n.

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Medium 9788553608973

185. Ações ajuizadas pelo contribuinte e demais obrigados

PAULSEN, Leandro Editora Saraiva PDF Criptografado

Processo judicial tributário

Do ajuizamento dos embargos não decorre, automaticamente, a suspensão da execução. A partir do advento da Lei n. 11.382/06, que acrescentou o art. 739-A ao

CPC/73, aplicável subsidiariamente à execução fiscal, a atribuição de efeito suspensivo aos embargos depende não apenas da garantia da execução, mas também da verificação da relevância dos seus fundamentos e de que o prosseguimento da execução possa causar risco de dano de difícil ou incerta reparação. O mesmo se dá por força do art. 919 do novo CPC (Lei n. 13.105/15).

Nos embargos, pode ser deduzida toda matéria de defesa, viabilizando-se discussões sobre o lançamento, sobre o processo administrativo, sobre a inscrição em dívida ativa e a respectiva certidão, sobre o procedimento da execução e sobre o próprio mérito do tributo exequendo.

Aquela pessoa que não for citada como executado e, mesmo assim, restar afetada pela Execução, mediante “constrição ou ameaça de constrição sobre bens que possua ou sobre os quais tenha direito incompatível como o ato constritivo”, pode defender-se através de embargos de terceiro, consoante o disposto no art. 674 do novo CPC (Lei n. 13.105/15)12.

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Medium 9788553608386

Comentários à Lei n. 12.594/2012 – Sinase

Luciano Alves Rossato, Paulo Eduardo Lépore, Rogério Sanches Cunha Editora Saraiva PDF Criptografado

Comentários à Lei n. 12.594/2012 – Sinase

1. Informação ao leitor

Inicialmente, a obra contava com duas partes: a primeira tratava do Direito Internacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente e a segunda, do Estatuto comentado artigo por artigo.

E assim foi feito até a segunda edição.

Porém, com a aprovação da Lei n. 12.594/2012, que instituiu o Sistema Nacional Socioeducativo – Sinase e regulamentou a execução das medidas socioeducativas, percebeu-se que, sob o ponto de vista pedagógico e considerando-se a preocupação dos autores em manter a obra devidamente atualizada e alinhada com os Sistemas destinados à proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes, seria necessária a inclusão de mais uma parte.

E o motivo é simples: se os dispositivos da Lei n. 12.594/2012 fossem tratados em separado, espraiados pelos itens pertinentes ao Estatuto, a ideia de Sistema seria totalmente perdida, além de não ser possível conferir o destaque necessário à matéria, de modo que não seria possível passar ao leitor as minúcias da lei.

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Medium 9788530956738

13 - REDES DE COMPUTADOR

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

REDES DE COMPUTADOR

Sumário: 13.1 Noções gerais – 13.2 Nomes para redes de computador: visão de compartilhamento de recursos – 13.3

Nomes recorrentes em redes de computador: 13.3.1 Arquitetura de rede; 13.3.2 Topologia de rede – 13.4 Tipos de redes de computadores em relação à extensão: 13.4.1 Rede do tipo LAN;

13.4.2 Rede do tipo MAN; 13.4.3 Rede do tipo WAN – 13.5

Exercícios para fixação.

13.1 NOÇÕES GERAIS

Assunto certo em quase todas as provas de concursos públicos em razão do uso contínuo dos computadores interligados nas diversas instituições e, principalmente, pelo grande sucesso e utilização da

Internet e Intranets corporativas.

Uma rede interna corretamente configurada e ajustada permite acesso mais rápido aos serviços da rede externa.

O termo rede de computadores não é tão novo assim. Temos notícia de que a primeira rede de computadores surgiu em 1969, em território americano. Essa rede chamou-se Arpanet, e tratava-se de uma rede de defesa americana que interligava computadores a longa distância. Assim surgia o embrião da atual Internet.

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Medium 9788527726825

Capítulo 9 Anestésicos Locais

Priscilla Morethson Grupo Gen PDF Criptografado

Anestésicos Locais capítulo 9

Antonio Carlos Cassola  •  Alexandre Viana Frascino  •  Priscilla Morethson

Introdução

A anestesia local é o bloqueio reversível e temporário da condução nervosa, sem alteração dos níveis de consciên­cia. Na clínica odontológica, o objetivo da aplicação local de anestésicos é o controle da dor durante o atendimento, a fim de se garantir um tratamento mais confortável para o paciente. Os anestésicos locais têm sua ação por meio da interrupção do tráfego de informações nos neurônios cujas extremidades formam receptores para a dor. No entanto, os anestésicos locais não são seletivos, e bloqueiam o tráfego de informações não somente em vias sensitivas, mas também em vias motoras. Adicionalmente, os anestésicos locais não têm especificidade, apresentando ações vastas sobre tecidos excitáveis, inclusive o cardía­co; desse modo, o efeito local do anestésico deve-se à ação mais ou menos restrita ao local da sua aplicação.

Na prática clínica, a decisão pelo uso de anestésicos locais deve basear-se em diversos fatores, par­ticular­mente a profundidade e a duração necessárias da anestesia, e a eventual necessidade de hemostasia, obtida devido ao uso associado de vasoconstritores. Para garantir a segurança das injeções de anestésicos locais na clínica odontológica, o cirurgião-dentista deve ponderar os riscos em relação aos benefícios para cada paciente, considerando o agente anestésico, o uso de vasoconstritor e a técnica de anestesia a ser empregada.

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Medium 9788547228880

Lei n. 12.395, de 16 de março de 2011

Otavio Amaral Calvet, Simone Cortes Belfort, Leticia Mendes Jorge Aidar Editora Saraiva PDF Criptografado

Legislação Complementar restante para o CAU/BR utilizar no custeio da sua instalação e da instalação dos CAUs.

Art. 58. (Vetado)

Art. 59. O CAU/BR e os CAUs poderão manter convênio com o CONFEA e com os CREAs, para compartilhamento de imóveis, de infraestrutura administrativa e de pessoal, inclusive da estrutura de fiscalização profissional.

Art. 60. O CAU/BR instituirá fundo especial destinado a equilibrar as receitas e despesas dos CAUs, exclusivamente daqueles que não conseguirem arrecadação suficiente para a manutenção de suas estruturas administrativas, sendo obrigatória a publicação dos dados de balanço e do planejamento de cada CAU para fins de acompanhamento e controle dos profissionais.

Parágrafo único. Resolução do CAU/BR, elaborada com a participação de todos os presidentes dos CAUs, regulamentará este artigo.

Art. 61. Em cumprimento ao disposto no inciso X do art. 28 e no inciso IV do art. 34, o CAU/BR instituirá colegiado permanente com participação das entidades nacionais dos arquitetos e urbanistas, para tratar das questões do ensino e do exercício profissional.

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Medium 9788520434628

Respiração Ofegante e Taquipneia

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

Espécies Canina e Felina

1133

Respiração Ofegante e Taquipneia

• Outros sinais podem indicar traumatismo.

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Taquipneia corresponde ao aumento da frequência respiratória.

• Respiração ofegante é uma respiração rápida e superficial de boca aberta, que não costuma estar associada a problemas de troca gasosa.

FISIOPATOLOGIA

• A frequência, o ritmo e o esforço respiratórios são controlados pelo centro respiratório no tronco encefálico em resposta a inúmeras vias aferentes, de origem tanto central como periférica. Tais vias incluem o córtex cerebral, os quimiorreceptores centrais e periféricos, a estimulação de mecanorreceptores nas vias aéreas que detectam os processos de insuflação e desinsuflação pulmonar, a estimulação de receptores irritantes das vias

áreas, a estimulação de fibras-C nos alvéolos e vasos sanguíneos pulmonares que detectam congestão intersticial, e barorreceptores que detectam alterações na pressão arterial.

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Medium 9788520429693

11. Lesões do tórax e do abdome

Brad Walker Editora Manole PDF Criptografado

Lesões do tórax e do abdome

11

142

Lesões no esporte – Uma abordagem anatômica

LESÕES DO TÓRAX E do ABDOME

a)

b)

Clavícula

As costelas se elevam e o esterno se contrai

Pulmão

Manúbrio

Costelas verdadeiras

Esterno

Cartilagem costal

Costelas falsas

Processo xifoide

Costelas flutuantes

Diafragma movimenta-se inferiormente

Figura 11.1: a) Costelas e esterno, b) a mecânica da respiração.

Inspiração

Pulmão

Costelas e esterno deprimem

Costelas fraturadas

Diafragma move-se superiormente

Expiração

Tórax oscilante

060: Fratura de costelas

Breve resumo da lesão

Esportes de contato, como futebol americano e hóquei, e esportes que podem resultar em quedas ou traumatismo torácico abrupto apresentam uma incidência maior de fratura de costela que outras atividades. Esportes radicais, montaria e artes marciais são outros exemplos de atividades que podem acarretar essa lesão. Dor e sensibilidade sobre a caixa torácica após uma queda ou um traumatismo nessa área, especialmente se for acompanhada por dificuldade respiratória, devem ser sempre tratadas como possível fratura de costelas e deve ser procurado atendimento médico.

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Medium 9788553604913

3. Sujeito passivo dos crimes de sonegação fiscal

Ricardo Antonio Andreucci Editora Saraiva PDF Criptografado

562

Legislação penal especial Andreucci

2. Concurso de pessoas

O concurso de pessoas vem previsto pelo art. 11 da Lei n. 8.137/90, sendo admitido na modalidade “coautoria” e “participação”. Inclusive, “o empregado que colabora com o patrão na sonegação de impostos ou contribuições não pode alegar que recebeu ordens para tanto, pois tal ordem, à evidência, terá sido ilegal, não obrigando quem quer que seja” (Leis penais especiais e sua interpretação jurisprudencial,

Coord. Alberto Silva Franco e Rui Stoco, 7. ed. rev., atual. e ampl., São Paulo: Revista dos Tribunais,

2001, v. 1, p. 630).

3. Sujeito passivo dos crimes de sonegação fiscal

Sujeito passivo: é o Estado (Fazenda Pública – federal, estadual e municipal).

4. Sonegação fiscal

Conforme ressaltam Alexandre de Moraes e Gianpaolo Poggio Smanio (Legislação penal especial,

7. ed., São Paulo: Atlas, 2004, p. 95), “sonegação fiscal é a ocultação dolosa, mediante fraude, astúcia ou habilidade, do reconhecimento de tributo devido ao Poder Público”.

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Medium 9788521635550

5 - Integração numérica

CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

Capı́tulo 5

Integração numérica

Uma função f (x) pode ser integrada sobre o intervalo [a, b] por

� b f (x) dx = φ(b) − φ(a), em que φ� (x) = f (x). a

Algumas funções, tais como f (x) = x3 + 1, f (x) = sen(x2 ), f (x) = cos(ex ), f (x) =

1/ loge (x), f (x) = ex /x e f (x) = sen(x)/x, não possuem a primitiva φ(x) que possa ser expressa por uma combinação finita de funções algébricas e/ou transcendentes. Também, quando a forma analı́tica de φ(x) for de difı́cil obtenção ou se forem conhecidos somente valores discretos de f (x), é necessário o uso de métodos numéricos para calcular a integral de f (x). Esses métodos consistem em aproximar a função f (x) por um polinômio interpolador e determinar analiticamente a integral desse polinômio sobre o intervalo [a, b].

Serão abordadas duas classes de métodos para integração numérica: as fórmulas de NewtonCotes e a quadratura de Gauss-Legendre. Para estas classes, serão analisados seus erros de integração bem como propostos seus algoritmos. As fórmulas de Gauss-Legendre serão utilizadas tanto para o cálculo de integrais simples quanto para integrais duplas. O

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Medium 9788541202862

17 | Doença Pericárdica

M. Joséph BoJúniorab Grupo Gen PDF Criptografado

17

Doença Pericárdica

Eric Monnet

“A principal função da maioria dos órgãos é prontamen­ te evidente e não exige conhecimentos profundos de biologia ou de fisiologia. Porém, se o pericárdio tem ou não uma função importante tem sido motivo de debate ao longo dos anos e o debate ainda con­ti­nua”.1

O pericárdio é composto de duas camadas: pericár­ dio visceral e pericárdio parietal. O visceral é uma membrana serosa composta de células mesoteliais ade­ ridas ao epicárdio. O parietal é fibroso e acelular; contém fibras de colágeno e de elastina. As fibras colagenosas são onduladas quando o pericárdio está relaxado. Quan­ do se distende, elas se endireitam, dando mais firmeza ao tecido.2

Pressão pericárdica (mmHg)

50

O pericárdio parietal é conectado por ligamentos ao diafragma e ao esterno, e é através de suas ligações ao esterno que ele mantém o coração em sua posição nor­ mal no tórax. O pericárdio proporciona uma barreira contra infecções e lubrificação entre as camadas visce­ ral e parietal.2 É bem inervado, tendo, inclusive, meca­ norreceptores e quimiorreceptores.2 Essas terminações nervosas provavelmente participem de reflexos causados pela irritação do pericárdio, do epicárdio ou de ambos.

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Medium 9788520431986

8. Crioterapia

Alain-Yvan Bélanger Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

Crioterapia

Resumo do capítulo

I. Base teórica da utilização

A. Definição e descrição

B. Crioagentes

C. Base teórica da utilização

II. Perspectiva histórica

A. Fundamentos

B. Reconhecimento formal

C. Corpo de literatura

III. Aspectos biofísicos

A. Absorção e transferência de calor

B. Resfriamento de tecidos superficiais versus profundos

C. Tecido adiposo subcutâneo

D. Modos de transferência de calor

E. Extração de calor

IV. Efeitos fisiológicos e terapêuticos

A. Efeitos gerais

B. Resfriamento

C. Vasodilatação induzida pelo frio

V. Dosimetria

A. Dosagem

B. Espessura do tecido adiposo subcutâneo

C. Dosimetria quantitativa

VI. Evidências para indicação

A. Conduzido por evidências

B. Evidências científicas em humanos

C. Força das evidências e justificativa para o uso da crioterapia

VII. Contraindicações

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Medium 9788553131068

A.12 LONG DAY

Flávio Alexandre Caldas de Almeida Lemos Editora Saraiva PDF Criptografado

478 ANÁLISE TÉCNICA DOS MERCADOS FINANCEIROS

A.11 HARAMI (MULHER GRÁVIDA)

A.11.1 Harami cross

Figura A.11

Padrão mulher grávida

Padrão mulher grávida

Padrão mulher grávida com doji

Somando as velas

Fonte: ilustração do autor.

Um padrão de dois dias que possui uma vela com corpo pequeno ou um doji dentro da amplitude do corpo da vela anterior e com cor diferente.

A.12 LONG DAY

Figura A.12

Dia longo

Fonte: ilustração do autor.

Um long day representa uma grande variação de preço da abertura até o fechamento, fazendo um grande corpo.

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Medium 9788582603123

Capítulo 2 - Descrição de dados: análise monovariada

João Luiz Becker Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Descrição de dados: análise monovariada

Neste capítulo, apresentamos os conceitos relacionados à estatística descritiva.

Conforme já salientado no Capítulo 1, a estatística descritiva engloba um conjunto de métodos e técnicas utilizáveis para avaliar as características exteriores de uma série de dados. Engloba técnicas de representação e sintetização de dados, como gráficos e tabelas, assim como várias medidas (descritivas) relacionadas a um determinado conjunto de dados. Iniciamos, neste capítulo, a discussão sobre os principais e mais populares métodos e técnicas usados para descrever e analisar uma única variável. No Capítulo 3, passaremos às técnicas usadas para descrever a relação entre duas variáveis.

DADOS NOMINAIS (OU CATEGÓRICOS)

Se nossa variável de interesse apresentar apenas variabilidade capturada por uma escala não métrica nominal (ou categórica), normalmente resumimos o conjunto de dados através de gráficos simples, tipo pizza ou em barras. As medidas descritivas resumem-se a proporções e à determinação da moda.

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Medium 9788522415540

1 INTRODUCÃO AO ENSINO DA METODOLOGIA DA ClÊNCIA

Pedro Demo Grupo Gen PDF Criptografado

1

INTRODUCÃO AO ENSINO DA

METODOLOGIA DA Cl tNCIA

1.1 . CONSIDERAÇOES INTRODUTóRIAS

Não nos referi mos aqui às ciências ditas exatas e naturais. O que se julga válido para estas também é válido, pelo menos em parte, para as outras, ditas ciências humanas e sociais. Todavia, constituem um espaço também próprio de construção científica.'

Tudo isto é polêmico e aí já começam divergências, que é preferível enfrentar, a camufl ar . Talvez prevaleça, na prática, a crença de que deve va ler para qualquer objeto científico o mesmo método, a saber, o método típico das ciências exatas e naturais. No outro extre· mo. estão os que acham ser o fenômeno humano tão sui generis que necessita de método próprio, totalmente diferente do outro.

Vamos defender aqui uma posição intermediária. Muito do que se diz dos objetos naturais vale igualmente para os objetos humanos.

Regras lógicas do conhecimento, por exemplo, são as mesmas. como

é a mesma a matemática para "gregos e troianos". No entanto, jus ti· fica-se uma metodologia relativamente específica para as ciências humanas, porque o fenômeno humano possui componentes irredutíveis

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