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Medium 9788547215712

Sócrates

CASTILHO, Ricardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Sócrates

Em Atenas, graças aos sofistas, o pensamento evoluíra do naturalismo para uma definição de que o homem tinha responsabilidade ocasional sobre a construção das coisas do mundo.

Sócrates queria ir além: achava que o homem devia usar a razão para encontrar o que é justo.

Sócrates e suas circunstâncias

A cidade-Estado de Atenas, como já vimos, experimentava grande pujança. Vitorio‑ sa sobre os persas, tornara-se o centro militar da época. Dirigida pelo iluminado Péri‑ cles, tinha comércio poderoso, boas escolas, incentivo às artes, e estava organizada sob um sistema político inovador e inclusivo, a democracia idealizada por Sólon – um dos sete sábios da Grécia antiga10.

A principal criação da democracia de Sólon era a eclésia, como era chamada a as‑ sembleia popular. Nessas assembleias os cidadãos podiam falar livremente, defendendo pontos de vista sobre a administração da cidade e projetos de desenvolvimento.

Não havia líderes eleitos para falar em nome do povo, como na democracia atual. A palavra podia ser tomada por qualquer pessoa que reunisse as condições então neces‑ sárias para ser considerada cidadã: ser homem, ser livre, ser natural de Atenas e estar em idade produtiva (por isso estavam excluídos os velhos e as crianças).

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Medium 9788536702490

Capítulo 12 - Limite apical, patência e ampliação do forame

Francisco José de Souza Filho Grupo A PDF Criptografado

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Limite apical, patência e ampliação do forame

FRANCISCO JOSÉ DE SOUZA FILHO

CONSIDERAÇÕES GERAIS

O conceito de que o preparo e a obturação do canal radicular devam ser realizados no limite cemento-dentina-canal (CDC) é corrente. Esse princípio, apresentado e aceito como referência no início da década de 1930,1 tem sido consensual, sendo praticamente estabelecido como uma referência clínica clássica, ainda que tenha sido consagrado por razões morfológicas, visto que não existe uma descontinuidade estrutural entre o tecido conjuntivo pulpar e o tecido conjuntivo periapical.

Entretanto, de acordo com a evolução dos estudos, esse conceito tem sido permanentemente controverso, afinal, o limite de preparo e obturação dos canais radiculares restritos ao limite CDC (1 mm aquém do forame) como tradicionalmente concebido implica uma imediata questão: como garantir a limpeza do restante do canal apical contendo restos de tecido infectado?

Vale raciocinar que, se as alterações periapicais estão associadas à presença de microrganismos e tecido necrótico no interior dos canais radiculares e nas proximidades do forame apical, não existem razões histológicas, fisiológicas ou patológicas para que o processo da limpeza e remoção se limite a um ponto no interior do canal, na medida em que o seu término se localiza no forame apical.

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Medium 9788547227890

4. CONFEDERAÇÃO

MALUF, Sahid Editora Saraiva PDF Criptografado

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TEORIA GERAL DO ESTADO

seja, sem que o núcleo humano inicial apresentasse esse aspecto de homogeneidade próprio dos chamados Estados Nacionais. Assim ocorreu, por exemplo, no caso já citado do Estado da Califórnia, na América do Norte, onde legiões de indivíduos de todas as origens formaram uma população numerosa e reuniram-se, em 1849, numa assembleia constituinte, organizando o seu governo próprio e proclamando ao mundo a fundação do seu Estado, posteriormente incorporado à federação dos Estados Unidos da América do Norte.

Deixando de lado maior indagação sobre a formação dos Estados antigos para fixarmos a sociedade humana no momento exato em que ela, por força de variadas circunstâncias, se organiza em Estado, constatamos que no mundo moderno inúmeras são as circunstâncias que cercam e determinam o nascimento de novas unidades políticas. Queiroz Lima assim enumera essas circunstâncias: “Irredutibilidade de interesses; necessidade de autonomia econômica e política; divergências de raças, índoles e aspirações, ou coligação de povos unidos pela identidade de raça ou por um forte laço de interesse comum; influência dissolvente de uma guerra infeliz ou imposição de um inimigo vencedor; e, finalmente, combinações políticas das grandes potências em congresso internacional”.

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Medium 9788597019056

6 - Dissolução Parcial ou Total da Sociedade

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF Criptografado

6

Dissolução Parcial ou

Total da Sociedade

1 RESOLUBILIDADE

O contrato de sociedade é resolúvel, isto é, comporta uma solução jurídica, um fim. Essa resolução poderá ser total, implicando a extinção da pessoa jurídica, ou parcial, concretizando-se em relação a um ou alguns sócios, conservando-se o elo contratual entre os demais. Em qualquer das hipóteses, a resolução, seja total ou parcial, exige atenção a regras precisas constituídas para a proteção da própria sociedade (pessoa que é), de terceiros e, enfim, dos sócios. Eis por que se fazem necessários procedimentos de liquidação, ou seja, de apuração dos direitos da sociedade empresária, seus créditos, bem como de seus deveres, suas dívidas, obrigações.

Mamede_Vol2_DireitoSocietário_11ed_42181126.indb 99

18/10/2018 14:04:56

100 

Direito Empresarial Brasileiro: Direito Societário – Sociedades Simples e Empresárias  •  Mamede

No plano dos sócios, a resolução total ou parcial é matéria que envolve a percepção do equilíbrio indispensável entre direitos complementares e aparentemente conflitantes, a envolver planos diversos: cada sócio em oposição a cada outro sócio, mas também cada sócio em oposição à coletividade dos demais sócios. Pelo ângulo do sócio, complementam-se dois direitos e interesses opostos, juridicamente protegidos:

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Medium 9788582712832

Capítulo 1 - Funções executivas na infância

Jerusa Fumagalli de Salles (org.); Vitor Geraldi Haase (org.); Leandro F. Malloy-Diniz (org.) Grupo A PDF Criptografado

1

Funções executivas na infância

EMMY UEHARA

FERNANDA MATA

HELENICE CHARCHAT FICHMAN

LEANDRO F. MALLOY-DINIZ

Embora não exista consenso sobre a definição de funções executivas (FEs), elas geralmente são referidas na literatura como o conjunto de habilidades e capacidades que nos permitem executar as ações necessárias para atingir um objetivo. Dessa forma, as FEs consistem em um mecanismo de controle cognitivo que direciona e coordena o comportamento humano de maneira adaptativa, permitindo mudanças rápidas e flexíveis ante as novas exigências do ambiente (Zelazo et al., 2003). Elas englobam uma série de competências inter-relacionadas e de alto nível de processamento cognitivo, cujo impacto se reflete no funcionamento afetivo-emocional, motivacional, comportamental e social.

Diversos autores se referem às FEs como um conceito guarda-chuva que engloba diversas funções. Entre elas, pode-se citar o controle atencional e inibitório, a memória de trabalho, a flexibilidade cognitiva, a identificação de metas, a iniciação de tarefas, o planejamento e a execução de comportamentos, e o monitoramento do próprio desempenho (autorregulação) até que o objetivo seja alcançado (Delis, Kaplan, &

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Medium 9788527716482

Capítulo 129 - Perfiloplastia

MÉLEGA, José Marcos; VITERBO, Fausto; MENDES, Flávio Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

1143

CAPÍTULO 129    Perfiloplastia

129

Perfiloplastia

Antonio Gustavo Zampar  •  José Marcos Mélega

A análise do perfil facial habitualmente considera o plano médio sagital da face e inicia-se a partir da linha de implantação capilar anterior até a região da transição mentocervical, englobando nesse trajeto os contornos frontal, nasal, labial e mentual. Por essa análise, pode-se dividir a face em três terços, cujas proporções devem ser semelhantes (Fig. 129.1). Em

1978, Psillakis definiu uma segunda linha de perfil facial paralela a essa descrita, denominada linha orbitomaxilar, reco-

nhecendo a importância da análise das regiões periorbitária, malar, paranasal e mandibular.1

Alterações da região frontal podem ocorrer devido à proeminência acentuada da região supraorbitária, geralmente secundária a hipertrofia dos seios frontais, mais comum nos homens, ou mesmo decorrente do próprio processo de envelhecimento.2 O tratamento da proeminência excessiva pode ser realizado através do simples desgaste ósseo ou, em casos

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Medium 9788582710333

Capítulo 1 - O que tem em seu armário?

Petros Levounis; Jack Drescher; Mary E. Barber Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U LO 1

O que tem em seu armário?

JACK DRESCHER

ESTAR “DENTRO DO ARMÁRIO” é uma gíria usada para descrever tanto aqueles que estão escondendo seus sentimentos homossexuais quanto aqueles que estão escondendo uma orientação sexual gay, lésbica ou bissexual (GLB).1 Este coloquialismo está intimamente ligado

à expressão “sair do armário”, que se refere tanto a alguém que revela seus desejos e sentimentos homossexuais como àquele que aceita e declara sua orientação sexual GLB (mais detalhes a seguir e no Cap. 2, “‘Saindo do armário’ para si mesmo e para os outros”). Como ressalta um historiador, o uso de “sair”, neste contexto, é relativamente recente:

Antes dos anos 1960 [a expressão sair do armário] não aparecia em lugar nenhum, nem no movimento gay, nem nos romances, diários ou cartas de gays ou lésbicas [...] Como a maioria das expressões da terminologia gay, “sair do armário” era parte do vocabulário da cultura feminina

– neste caso, a expressão era usada para se referir ao ritual da debutante que é formalmente convidada a “sair do armário” e penetrar na sociedade de seus pares culturais [...]. Os gays de anos antes da Guerra, então, não falavam sobre sair do que chamamos de armário gay, mas sim de sair e penetrar naquilo que chamavam de “sociedade homossexual” ou “mundo gay.” (Chauncey 1994, p. 6-7; itálico do original)

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Medium 9788582713280

Capítulo 4. Avaliação inicial e entrevista

Robert L. Leahy Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

AVALIAÇÃO INICIAL E ENTREVISTA

Todo o conhecimento que possuo qualquer pessoa pode adquirir, mas meu coração é todo meu.

– JOHANN WOLFGANG VON GOETHE

As primeiras sessões com um paciente podem fornecer ao terapeuta informações significativas sobre as emoções específicas que estão perturbando o cliente; suas crenças acerca dessas emoções; a história de como as emoções foram manejadas na família de origem; as formas como as relações atuais do indivíduo com as pessoas funcionam emocionalmente; as estratégias problemáticas para lidar com a emoção; e as tentativas passadas de enfrentar emoções perturbadoras. Além dessas informações, o terapeuta deve observar como os tópicos emocionais são discutidos; como são a entonação e a natureza não verbal dessa expressão; como o paciente pode mudar de um tópico emocional para um tópico não relacionado; e se (e, em caso positivo, como) ele tenta suprimir a emoção ou, ao contrário, esta escala depois que é ativada. Às vezes, crenças implícitas sobre emoção estão refletidas no que o paciente procura na terapia: “Eu quero parar de me sentir triste”, “Eu não suporto como a minha esposa me trata” ou “Eu entendo que esta terapia é de curta duração”. Objetivos emocionais que refletem crenças sobre a emoção e “sentir-se bem” podem ser desejáveis, mas também mascarar intolerância à experiência emocional. Como ocorre com qualquer avaliação psicológica ou psiquiátrica, o terapeuta estará interessado em determinar a natureza do diagnóstico psiquiátrico (atualmente e no passado) e vai avaliar estilos e vieses cognitivos, déficits e excessos comportamentais, perdas e conflitos interpessoais, pontos fortes e habilidades sociais e motivação para mudança (Morrison, 2014).

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Medium 9788527727402

Capítulo 14 - Análise de Casos de Imunofenotipagem em Neoplasias Mieloproliferativas, Síndromes Mielodisplásicas e Neoplasias Mielodisplásicas/Mieloproliferativas Crônicas

OLIVEIRA, Raimundo Antônio; PEREIRA, Juliana; BEITLER, Beatriz Grupo Gen PDF Criptografado

14

XX

Análise de Casos de

Imunofenotipagem em

Neoplasias Mieloproliferativas,

Síndromes Mielodisplásicas e

Neoplasias Mielodisplásicas/

Mieloproliferativas Crônicas

Introdução

Como o Capítulo  13  foi dedicado às leucemias agudas, este capítulo tratará da imunofenotipagem das neoplasias mieloproliferativas (NMP), das síndromes mielodisplá‑ sicas (SMD) e das neoplasias mielodisplásicas/mielopro‑ liferativas (SMD/NMP) por citometria de fluxo, com base em casos clínicos.

Para este grupo de doenças, no qual frequentemente

é encontrada grande variedade de células com carac‑ terísticas fenotípicas distintas ou mesmo aberrantes, a estratégia para escolha dos monoclonais pode variar caso a caso, mas geralmente se usa o CD45 em todos os tubos. A análise do CD45 (eixo X) × SSC, side scatter,

(eixo Y) é indispensável para avaliar displasias em gra‑ nulócitos, uma vez que em grande parte dos portadores de SMD ou de SMD/NMP há hipogranulação da série granulocítica, detectável pela caracterização da baixa

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Medium 9788522498345

10 Operações com Mercadorias e Produtos

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

10

Operações com Mercadorias e Produtos

10.1 Estoques

10.1.1 Aspectos gerais

As normas relativas aos estoques constam do pronunciamento técnico CPC 16 (R1), que tem por objetivo estabelecer o tratamento contábil para os estoques. A questão fundamental na contabilização dos estoques

é quanto ao valor do custo a ser reconhecido como ativo e mantido nos registros até que as respectivas receitas sejam reconhecidas. Além disso, proporciona orientação sobre a determinação do valor de custo dos estoques e sobre o seu subsequente reconhecimento como despesa no resultado do período, incluindo qualquer redução ao valor realizável líquido, bem como orientação sobre o método e os critérios usados para atribuir custos aos estoques.

Os estoques, em geral, representam valo­res expressivos na composição do patrimônio das entidades, consequentemente, os critérios adotados para avaliá-los são de extrema importância para a formação do resultado da entidade. Englobam todos os bens produzidos ou utilizados na produção de seus produtos e as mercadorias adquiridas, cujo objetivo, mediato ou imediato, seja a venda ou consumo próprio no desenvolvimento das atividades da entidade.

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Medium 9788547222369

8.2. Disciplina

ROIG, Rodrigo Duque Estrada Editora Saraiva PDF Criptografado

Por fim, enquanto os deveres de higiene pessoal e asseio da cela ou alojamento tendem a afrontar a lesividade e a secularização, impondo determinada condução de vida carcerária sem que a mesma necessariamente ofenda direitos ou bens de terceiros, a obrigação de conservação dos objetos de uso pessoal fere o direito à propriedade (art. 5º, XXII, da CF), que encontra na disponibilidade uma de suas características. Nessa perspectiva, a conservação dos objetos de uso pessoal é um direito, não um dever7.

8.2. Disciplina

Nos termos da Lei de Execução Penal, a disciplina consiste na colaboração com a ordem, na obediência às determinações das autoridades e seus agentes e no desempenho do trabalho (art. 44), estando a ela sujeitos o condenado à pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos e o preso provisório (art. 44, parágrafo único).

No que tange à disciplina da LEP, uma conclusão nos parece clara: os submetidos à medida de segurança não cometem faltas disciplinares, nem podem ser sancionados por elas. Em primeiro lugar porque o fundamento da subsistência da medida de segurança é estritamente de ordem psiquiátrica, que nada tem a ver com a esfera disciplinar. Em segundo lugar porque se os submetidos à medida de segurança são penalmente inimputáveis, com maior razão serão disciplinarmente inimputáveis. Ademais, há clara determinação legal (art. 44, parágrafo único, da LEP) de que estão sujeitos à disciplina o condenado à pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos e o preso provisório. Não há menção aos submetidos à medida de segurança, aplicando-se, portanto, o princípio da legalidade.

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Medium 9788536302393

27 Insight, Elaboração, “Cura”

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

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DAVID E. ZIMERMAN

27

Insight, Elaboração, “Cura”

Bion considera que a finalidade de um tratamento psicanalítico é a obtenção de um

“crescimento mental”, e o significado deste termo, ele enfatiza, deve ser claramente distinguido do de “cura”, tal como seu habitual significado na clínica médica.

Dessa forma, o crescimento mental vai muito além do alívio de uma dor de angústia, da remoção de sintomas ou de uma satisfatória adaptação socioprofissional; em vez de um “fechamento” tranqüilizador e estabilizador, o que Bion propõe é que a análise propicie novas e progressivas aberturas, em um processo interminável, tal qual um “universo em expansão”, na pessoa do paciente e, também, na do analista.

Uma primeira inferência na prática analítica, portanto, consiste na importância de que esse aludido vértice do psicanalista em relação ao objetivo da análise coincida com o do seu analisando, o que nem sempre acontece, porquanto a motivação deste último, tanto em nível inconsciente como consciente, pode estar ancorada em outros vértices, como encontrar no analista um amigo conselheiro, um mero substituto da figura parental ou alguém que vai reforçar o seu mundo de ilusões narcisísticas, e assim por diante.

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Medium 9788597014952

25 - O Cinema e os Direitos Fundamentais

MARMELSTEIN, George Grupo Gen PDF Criptografado

25

O Cinema e os Direitos

Fundamentais

Estudar direitos fundamentais é tão agradável que, às vezes, nem é preciso muito esforço. Basta ligar a televisão e curtir um filminho.

Há, realmente, muitos filmes que exploram temáticas interessantes para a teoria dos direitos fundamentais. Aliás, alguns foram citados ao longo deste Curso.

Assim, no intuito de estimular um estudo paralelo, apresento uma lista de filmes que tratam, ainda que indiretamente, dos direitos fundamentais.

Sugiro que comece assistindo aos filmes ligados aos julgamentos de Nuremberg. Há vários filmes sobre esse tema. Recomendo, em especial, o filme Julgamento em Nuremberg (Judgement at Nuremberg), de Stanley Krammer, lançado em 1961, citado no início deste Curso.

Existem muitos outros no mesmo sentido. Pode-se citar, por exemplo, um filme mais recente, cujo título é O julgamento de Nuremberg, com Alec Baldwin fazendo o papel de acusador.

Há um ótimo documentário produzido em 2003 pela HBO cujo título é A corporação (The corporation). Esse documentário mostra de forma extremamente clara o enorme poder que as grandes empresas privadas hoje possuem, comprovando a necessidade de se aplicar a chamada eficácia horizontal dos direitos fundamentais; afinal, as corporações podem tiranizar tanto quanto qualquer governo.

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Medium 9788527732840

3 - Organização da Assistência e Qualidade na UTI Neonatal

MACDONALD, Mhairi G.; SESHIA, Mary M. K. Grupo Gen PDF Criptografado

3

Organização da Assistência e Qualidade na UTI Neonatal

Richard J. Powers e Carolyn Lund

Introdução

A prestação de assistência na UTI neonatal é um processo complexo que envolve muitas disciplinas e pessoas. Neonatologistas, enfermeiras, fisioterapeutas respiratórios, assistentes sociais, especialistas em cuidado desenvolvimental, farmacêuticos, nutricionistas clínicos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais ­atuam no planejamento, na implementação e na avaliação da assistência para os RNs e seus familiares na UTI neonatal. O manejo diá­rio é importante para a organização geral e mantém as operações em curso. No entanto, para melhorar con­ti­nuamente as práticas e reduzir os erros médicos, um sistema de melhoria con­tí­nua da qualidade (MCQ) se faz necessário.

Nas últimas décadas, a medicina tem assistido a uma rápida expansão do conhecimento e da tecnologia. Essa expansão tem ocorrido em paralelo com as pressões financeiras trazidas com os aumentos contínuos per capita da assistência médica nos EUA e com as limitações nos recursos financeiros disponíveis para o sistema de saú­de. Essas pressões são especialmente aplicáveis às especialidades da terapia intensiva, como na neonatologia, nas quais um número significativo de pesquisas e tecnologia está direcionado e para as quais a prestação de assistência médica pode ser extremamente onerosa.

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Medium 9788527725132

Capítulo 52 - Sinais Neurológicos Diversos

CAMPBELL, William W Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 52  |  Sinais Neurológicos Diversos  597

Capítulo 52 Sinais Neurológicos Diversos

Campbell 52.indd 597

JJ

Sinais de irritação meníngea, 598

JJ

Sinais de tetania, 600

JJ

Bibliografia, 601

5/5/2014 15:35:03

598  Seção L  |  Métodos Especiais de Exame lgumas doen­ças do sistema nervoso provocam sinais neurológicos diversos – alguns são reflexos, outros estão estreitamente relacionados com os mecanismos reflexos de defesa e posturais e ainda outros são de natureza mais variada. Alguns deles são bastante importantes, sobre­ tudo os sinais de irritação meníngea; outros são obscuros e de interesse basicamente histórico.

A

CC

Sinais de irritação meníngea

Os sinais meníngeos são mais frequentes quando as menin­ ges estão inflamadas – por infecção (p. ex., meningite bacte­ riana) ou pela presença de substância estranha (p. ex., sangue no espaço subaracnói­deo). Meningismus é um termo que se refere à presença de rigidez de nuca e de outros sinais clíni­ cos de inflamação meníngea. O termo meningismo às vezes

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