89372 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582602393

Capítulo 11 - Operacionalidade

Widomar P. Carpes Jr. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 11

Operacionalidade

A operacionalidade diz respeito às características do produto que devem ser levadas em conta durante o projeto. Isso inclui a forma e o ambiente de operação, bem como a assistência técnica, a durabilidade e a robustez do produto. Neste capítulo, estudaremos esses e outros aspectos relacionados à operacionalidade.

Reconhecer o impacto do ambiente, das formas e da intensidade de utilização na operação do produto.

Identificar de que forma a confiabilidade, a manutenção e a assistência técnica, o marketing, a embalagem e a distribuição podem garantir a viabilidade operacional.

capítulo 11 

Definir usabilidade.

 Operacionalidade

Objetivos de aprendizagem

Introdução

Para que o produto se torne operacional, ou seja, ofereça uma operação simples e barata, é necessário considerar alguns aspectos durante o projeto. Questões relativas à operação propriamente dita, como a forma, a intensidade, os usos especiais, o marketing e o ambiente de operação, bem como questões relativas ao produto final, como a confiabilidade, a manutenção, a distribuição, a embalagem, a assistência técnica, a durabilidade, a robustez e o desempenho são alguns desses aspectos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521623076

Parte Três - CAPÍTULO 8 - SISTEMAS DE PRODUÇÃO

TOMPKINS, James A.; WHITE, John A.; BOZER, Yavuz A.; TANCHOCO, J.M.A. Grupo Gen PDF Criptografado

8

sistemas de produção

8.1  INTRODUÇÃO

O projeto de instalações para sistemas de produção é extremamente importante devido à dependência econômica da empresa em relação ao desempenho da produção. Uma vez que a produção como um todo é uma função agregadora de valor, a eficiência das atividades de produção dará uma grande contribuição para a rentabilidade da empresa no curto e no longo prazo.

Uma ênfase maior na melhoria da qualidade, na diminuição dos estoques e no aumento da produtividade estimula o projeto de fábricas integradas, flexíveis e com capacidade de responder às demandas. A eficácia do arranjo físico das instalações e do manuseio de materiais nessas instalações será influenciada por uma série de fatores, incluindo alterações no(s)/na(s):

Mix e projeto dos produtos

Materiais e tecnologia de processamento

Tecnologia de manuseio, armazenagem e controle

Volumes de produção, programações e roteiros

Ver todos os capítulos
Medium 9788530963408

11. RECURSO DAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS

BALERA, Wagner; MUSSI, Cristiane Miziara Grupo Gen PDF Criptografado

RECURSO DAS DECISÕES

ADMINISTRATIVAS

11.1 RECURSO ADMINISTRATIVO

11.1.1 Dos beneficiários

Das decisões do INSS, nos processos de interesse dos beneficiários, caberá recurso para o Conselho de Recursos da Previdência Social –

CRPS –, conforme o disposto no Regulamento e no regimento interno do CRPS, nos termos do art. 305 do Decreto 3.048/1999.

O Instituto Nacional do Seguro Social poderá reformar suas decisões, deixando, no caso de reforma favorável ao interessado, de encaminhar o recurso à instância competente (§ 3.º do art. 305 do

Decreto 3.048/1999).

Mantida a decisão do Instituto, com as contrarrazões apresentadas no prazo de trinta dias, o processo seguirá para a Junta de Recursos.

De acordo com o § 4.º, do art. 305 do Decreto 3.048/1999, se o reconhecimento do direito do interessado ocorrer na fase de instrução do recurso por ele interposto contra decisão de Junta de Recursos, ainda que de alçada, ou de Câmara de Julgamento, o processo, acompanhado das razões do novo entendimento, será encaminhado: a) à Junta de Recursos, no caso de decisão dela emanada, para fins de reexame da questão; ou b) à Câmara de Julgamento, se por ela proferida a decisão, para revisão do acórdão, na forma que dispuser o seu Regimento Interno.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530973643

Capítulo 3 – Princípios, práticas contábeis e estrutura legal brasileira

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen PDF Criptografado

3

PRINCÍPIOS, PRÁTICAS CONTÁBEIS E

ESTRUTURA LEGAL BRASILEIRA

O objetivo deste capítulo é apresentar a estrutura conceitual das demonstrações contábeis segundo a legislação brasileira societária e tributária.

3.1 NORMATIZAÇÃO CONTÁBIL LEGAL

A base para essa estrutura são as normas contábeis emanadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), entidade estruturada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) para essa missão, contidas nos Pronunciamentos

Técnicos do CPC.

A estrutura conceitual básica para a contabilidade são os princípios contábeis, que podem ser agrupados em postulados, princípios propriamente ditos e convenções contábeis.

Verificamos que o controle contábil de um patrimônio é feito pela evidenciação dos elementos patrimoniais que formam o balanço patrimonial da entidade, com seus respectivos valores. Na evolução histórica da ciência contábil verificou-se que mais de um conceito poderia ser aplicado nos valores dos elementos patrimoniais (valor de entrada, valor de saída, valor de mercado etc.).

Ver todos os capítulos
Medium 9788547222680

1.4. Transformações ou Teoria Contemporânea do Contrato

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

A teoria tradicional do contrato está estreitamente vinculada à concepção de propriedade privada individual, também difundida nesse ambiente histórico.

O contrato foi estruturado a partir da projeção dos modos de adquirir e, principalmente, de transferir a propriedade. Assim é que a liberdade de propriedade individual manifestou-se sob a forma de liberdade contratual, ambas destituídas de função social. Os autores têm demonstrado que, progressivamente, houve um distanciamento do contrato da órbita da propriedade, como modo de aquisição e disposição de direitos reais, e uma progressiva atração para a órbita da empresa, como ato de troca voltado ao lucro do empreendedor (Galgano, 1979, p. 66), que passou a ostentar valor econômico em si. Quando os pressupostos formadores da teoria clássica do contrato foram desafiados pelo Estado social, amplamente disseminado no século XX, o modelo do contrato, como instrumento de realização de funções meramente individuais, entrou em crise.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215743

Apresentação da Primeira Edição

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLINA FILHO, Rodolfo Editora Saraiva PDF Criptografado

Apresentação da Primeira Edição

No estimulante momento em que vivemos, de verdadeira ebulição intelectual, com o advento do novo Código Civil, é com prazer e renovada esperança que apresento à comunidade jurídica de meu país o volume II do Novo

Curso de Direito Civil, versando sobre a Teoria Geral das Obrigações, e de autoria de dois jovens e já consagrados juristas, os Professores Pablo Stolze

Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho.

A leitura deste novo livro, tão esperado por mim, confirma a magnífica impressão que já me deixara o primeiro volume, e a certeza de que a obra irá contribuir, e muito, para a formação profissional das futuras gerações de advogados.

Os autores conseguiram, com elogiável poder de síntese, mas sem prejuízo da profundidade dogmática, enfrentar os desafios do estudo das Obrigações, tanto à luz do Código de 1916 quanto do novo, in­ter­pretando, com sensibilidade, as transformações éticas trazidas pelo novo diploma.

A socialidade e a eticidade, que, no dizer dos autores do projeto, caracterizam o novo Código, estão ressaltadas pelos Professores Pablo Gagliano e

Ver todos os capítulos
Medium 9788527716833

6 - Nutrição e Metabolismo dos Lipídios

GIBNEY, Michael J. et al. Grupo Gen PDF Criptografado

6

Nutrição e Metabolismo dos Lipídios

Bruce A. Griffin e Stephen C. Cunnane

Mensagens importantes

∑ Os lipídios são compostos orgânicos formados por um esqueleto de carbono com substituições de hidrogênio e oxigênio. Os lipídios mais abundantes são os esteróis ou ésteres de ácidos graxos com vários alcoóis, como glicerol e colesterol.

∑ Os ácidos graxos constituem a fonte dietética mais densa de energia, porém os lipídios também desempenham um importante papel na estrutura das membranas. Os processos que controlam a síntese, a modificação e a degradação dos

ácidos graxos contribuem para o perfil de ácidos graxos da membrana e dos lipídios armazenados.

∑ Pela sua propriedade de aumentar o paladar dos alimentos cozidos, alguns lipídios da dieta constituem fatores de risco potencialmente significativos para a obesidade e outras doenças degenerativas crônicas que influenciam a morbidade e a mortalidade dos seres humanos.

6.1 Introdução: a história dos lipídios na nutrição humana

Ver todos os capítulos
Medium 9788547222826

2.1. Interesse, pretensão, conflitos de interesse e litígio

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

2 n

JURISDIÇÃO

A partir do momento em que o homem passou a conviver em sociedade, surgiu a necessidade de se estabelecer uma forma de controle, um sistema de coordenação e composição dos mais variados e antagônicos interesses que exsurgem da vida em comunidade, objetivando a solução dos conflitos desses interesses, que lhe são próprios, bem como a coordenação de todos os instrumentos disponíveis para a realização dos ideais coletivos e dos valores que persegue.

Sem tal controle não se concebe a convivência social, pois cada um dos integrantes da coletividade faria o que bem quisesse, invadindo e violando a esfera de liberdade do outro. Seria o caos.

Por essa razão, não existe sociedade sem direito (ubi societas ibi jus), desempenhando este função ordenadora das relações sociais (controle social). O direito que aqui se trata é o direito material, cujo objeto é a regulamentação e harmonização das faculdades naturais do ser humano, em prol da convivência social.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547223861

Gabarito

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

2

85

Breve História do Direito Penal

CÓDIGO PENAL VIGENTE

Títulos

I — Da aplicação da lei penal

II — Do crime

III — Da imputabilidade penal

Parte Geral

IV — Do concurso de pessoas

V — Das penas

VI — Das medidas de segurança

VII — Da ação penal

VIII — Da extinção da punibilidade

I — Dos crimes contra a pessoa

II — Dos crimes contra o patrimônio

III — Dos crimes contra a propriedade imaterial

IV — Dos crimes contra a organização do trabalho

V — Dos crimes contra o sentimento religioso e contra o respeito aos mortos

Parte Especial

VI — Dos crimes contra a dignidade sexual

VII — Dos crimes contra a família

VIII — Dos crimes contra a incolumidade pública

IX — Dos crimes contra a paz pública

X — Dos crimes contra a fé pública

XI — Dos crimes contra a administração pública

JJ 2.16. Questão

1. (Delegado de Polícia Civil/SP — 2011) Assinale a alternativa que contenha o nome de uma elo‑ giada legislação brasileira que, após debates acalorados, manteve a pena de morte dentre as sanções penais e que foi responsável pela criação do sistema de dias­‑ multa. a) Código Penal da República (1890). b) Código Criminal do Império (1830). c) Consolidação das Leis Penais (1932). d) Ordenações Filipinas (1603). e) Código Penal (1940).

Ver todos os capítulos
Medium 9788527718080

Capítulo 21 - Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

STORPIRTIS, Silvia; GONÇALVES, José Eduardo; CHIANN, Chang; GAI, María Nella Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

Fábio Franco

INTRODUÇÃO

A história da medicina se entremeia com a história das infecções. Mesmo antes das descobertas de Louis Pasteur, que provou a inverdade da teoria da geração espontânea e foi pai da teoria dos germes, a medicina passou por muitas reflexões a respeito da origem das complicações infecciosas que ensombreciam o prognóstico de pacientes submetidos a vários procedimentos, cirúrgicos ou não, no ambiente hospitalar, culminando com morte e incapacitação.

O médico húngaro Ignaz Semmelweis (1818-1865) é hoje considerado o “pai” do controle da infecção hospitalar (WENZEL,

2003). Com seu gênio e capacidade de observação, pôde lançar os pilares do controle de infecção no hospital, com conceitos válidos até hoje. Semmelweis atuou em uma maternidade em

Viena e deparou-se com o fato de que os índices de mortalidade em dois pavilhões de parturientes em decorrência de febre puerperal eram extremamente diferentes – de 7,7% a 15% (média

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713402

Capítulo 46 - Fisiologia e farmacologia do idoso

Robert K. Stoelting; James P. Rathmell; Pamela Flood; Steven Shafer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 46

Fisiologia e farmacologia do idoso

I. Introdução. Pacientes com mais de 65 anos de idade perfazem 13% da população dos Estados Unidos, ou 40.300.000 pessoas. Não é de surpreender que a variabilidade da fisiologia aumente durante a vida, resultando em aumento da variabilidade farmacocinética e farmacodinâmica em indivíduos idosos (o resultado clínico é um aumento das reações adversas a fármacos em pacientes idosos). Os idosos e os recém-nascidos (RNs) apresentam uma reserva fisiológica limitada.

II. O envelhecimento e o sistema cardiovascular. A insuficiência cardíaca

(IC) é a causa mais frequente de internação hospitalar em pacientes com mais de 65 anos de idade. É importante separar os efeitos cardiovasculares do envelhecimento daqueles decorrentes de doenças comuns com prevalência aumentada nos idosos (aterosclerose, hipertensão, diabetes melito [DM]) (Fig. 46-1). O declínio da função cardíaca, que ocorre com o envelhecimento em indivíduos idosos, parece estar relacionado, em parte, à redução da demanda funcional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530980900

FILOSOFIA

GONZAGA, Alvaro de Azevedo Grupo Gen PDF Criptografado

1

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

VOCÊ PRECISA SABER

a) Proposta deste material. Este material é composto por pequenas observações sobre o extenso temário de Filosofia e Teoria do Direito, matérias que recentemente vêm sendo exigidas no

Exame de Ordem. Não temos a pretensão de esgotar o tema; antes, pretendemos apresentar alguns tópicos que serão exigidos nos exames vindouros. b) Definição etimológica de filosofia. O termo tem origem grega (Φιλοσοφια) – Filo quer dizer

“amigo”, e Sofia significa “conhecimento”. Desse modo, Filosofia significa “amizade pela sabedoria”.

Philo

Sophia

Amigo

Sabedoria

c) A filosofia na visão de alguns grandes filósofos. Destacamos o que significa a filosofia para alguns importantes pensadores (Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1994, p. 18):

1 – Platão. A filosofia é um saber verdadeiro que deve ser usado em benefício dos seres humanos.

2 – Descartes. A filosofia é o estudo da sabedoria, conhecimento perfeito de todas as coisas que os humanos podem alcançar para o uso da vida, a conservação da saúde e a invenção das técnicas e das artes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547218362

3. O SISTEMA GLOBAL DE PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS (ONU)

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

Direitos Humanos

■■ 2. CARACTERÍSTICAS DOS

DIREITOS HUMANOS

A partir da criação da ONU, em 1945 (processo que será mais detalhado no próximo tópico), os Direitos

Humanos passam a ser compreendidos como universais, indivisíveis e interdependentes, proibindo-se juridicamente seu retrocesso. Tais características de­ correm, principalmente, dos princípios que orientam suas normas.

A Declaração Universal de Direitos do Homem, de

1948 (que será abordada em maior profundidade em tó­ pico mais à frente), é o primeiro documento a contem­ plar os direitos de 1ª geração (arts. 3º a 21) e 2ª geração

(arts. 22 a 28) de forma indivisível.

Em 1993, a Declaração de Viena consignará em seu

§ 5º: “Todos os direitos humanos são universais, indivi­ síveis, interdependentes e inter-relacionados”, adotando expressamente os princípios da universalidade, indivisi­ bilidade e interdependência:

a) Universalidade: implica que os direitos de al­ cance universal e que todos os indivíduos são deles titulares, não importando nacionalidade, etnia, religião etc. b) Indivisibilidade: consideram-se fundamentais tanto os direitos civis e políticos, quanto os econômicos, sociais e culturais e os de solida­ riedade, e por isso os Estados não podem se eximir de garantir quaisquer dos direitos, pois são­ indivisíveis. c) Interdependência: além de indivisíveis, os di­ reitos fundamentais são interdependentes entre si para poderem ser plenamente exercidos, pois os direitos sociais são irrealizáveis sem as liber­ dades políticas; as liberdades políticas são inú­ teis sem os direitos sociais; os direitos sociais e as liberdades civis não podem ser exercidos sem os direitos de solidariedade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547213442

Capítulo II - Inquérito civil, procedimento investigatório etermo de compromisso de ajustamento de conduta

LEITE, Carlos Henrique Bezerra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo II

Inquérito civil, procedimento investigatório e termo de compromisso de ajustamento de conduta

1. INQUÉRITO CIVIL

A função promocional do Ministério Público não se limita à atuação judicial como órgão agente. Há, também, um instrumento, de natureza extraprocessual, inicialmente previsto na LACP (art. 8º, § 1º), sendo seu objeto posteriormente ampliado pela CF (art. 129, III), que reconhece como uma das funções do MP: “promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos”.

Trata-se do inquérito civil que, segundo Hugo Nigro Mazzilli,

é uma investigação administrativa prévia a cargo do Ministério Público, que se destina a colher elementos de convicção para que o próprio órgão ministerial possa identificar se ocorre circunstância que enseje eventual propositura de ação civil pública ou coletiva1.

No âmbito do MPT, o art. 84, II, da LOMPU, incumbe-lhe “instaurar inquérito civil e outros procedimentos administrativos, sempre que cabíveis, para assegurar a observância dos direitos sociais dos trabalhadores”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521635468

Apêndice B - Sobre Séries de Fourier

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Sobre Séries de Fourier

 B.1    Demonstração do Lema da Seção 9.3

Inicialmente, vamos destacar alguns resultados que nos serão úteis na demonstração do lema.

Por um polinômio trigonométrico entendemos uma expressão do tipo

P(x)  a0 + a1 cos x + β1 sen x + ... + ak cos kx + βk sen kx, em que k é um natural dado, a0, a1, ..., ak e β1, β2, ..., βk reais dados.

Observamos que, quaisquer que sejam os naturais n e m, senn x, cosn x, sen nx cos mx, sen nx sen mx e cos nx cos mx são polinômios trigonométricos. De fato, sen nx cos mx

1

[sen (n + m) x + sen (n – m) x];

2

logo, sen nx cos mx é um polinômio trigonométrico. Da mesma forma, conclui-se que sen nx sen mx e cos nx cos mx são polinômios trigonométricos. Temos, agora, sen 2 x = sen 3 x =

1 1

− cos 2x;

2 2

1

1 sen x − sen x cos 2x.

2

2

Como sen x cos 2x é um polinômio trigonométrico, conclui-se que sen3x é, também, um polinômio trigonométrico. Fica a seu cargo concluir que senn x e cosn x são polinômios trigonométricos.

Ver todos os capítulos

Carregar mais