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Medium 9788527734714

30 - Doenças da Boca e da Faringe

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

30

Doenças da Boca e da Faringe

Melissa Ameloti Gomes Avelino, Thaís Gomes

Abrahão Elias e José Ricardo Gurgel Testa

Figura 30.1  Faringotonsilite viral em que se observam hiperemia, edema e exsudato na faringe e nas tonsilas.

Introdução

As principais afecções da faringe são aftas, as faringotonsili‑ tes, a síndrome PFAPA (periodic fever, adenopathy, pharyngitis, aphtous, stomatitis/febre perió­dica, adenopatia, faringite, estomatite aftoide), os abscessos peritonsilares, a angina de

Plaut‑Vincent e as neo­pla­sias (ver Parte 11, Sistema Digestório,

Seção 1, Região Bucomaxilofacial).

Aftas

Aftas são ulcerações superficiais, dolorosas, únicas ou múlti‑ plas, localizadas na mucosa não queratinizada. A lesão típica é pequena, redonda ou ovoide, com margens circunscritas, halo eritematoso, com o fundo branco ou amarelado.

A estomatite aftoide recidivante é caracterizada por lesões ulceradas solitárias ou múltiplas por perío­do igual ou superior a 1 ano, que surgem em intervalos de 15 a 30 dias. As lesões, em geral, desaparecem em 1 a 4 semanas, sem deixar seque‑ las. Podem localizar‑se na mucosa labial, bucal, língua, palato mole e faringe (ver Capítulo 69, Doenças da Região Bucomaxilofacial).

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Medium 9788520439661

Alongamento dos posteriores da coxa

ELLSWORTH, Abigail Editora Manole PDF Criptografado

18 • Pilates – Anatomia Ilustrada

A longam ento s

Alongamento dos posteriores da coxa

E

ste alongamento simples, mas eficaz, é importante para preparar os músculos dos membros inferiores para muitos dos exercícios deste livro.

Tome cuidado para não forçar demais os músculos bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo, mais conhecidos como

“posteriores da coxa”. O alongamento lento e consciente é melhor.

1 Em decúbito dorsal, levante uma perna apoiando a parte de trás do joelho com as mãos.

FAÇA CORRETAMENTE

Procure

• Manter a parte inferior das costas no solo.

Evite

• Puxar demais a perna estendida a ponto de fazer com que a outra perna se eleve do mat.

2 Estenda lentamente o joelho até sentir o alongamento da parte posterior da coxa.

Latíssimo do dorso

Glúteo médio*

Glúteo máximo

Vasto lateral

Semitendíneo

Bíceps femoral

Semimembranáceo

Nota

O texto em negrito indica músculos ativos

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Medium 9788547229917

11 - As relações internacionais, o Direito Internacional e a mudança do Estado

AMARAL JÚNIOR, Alberto Editora Saraiva PDF Criptografado

11

As relações internacionais, o

Direito Internacional e a mudança do Estado

Alberto do Amaral Júnior

As políticas estatais traduzem as pressões e demandas formuladas por indivíduos e grupos sociais, que dispõem de formas distintas de poder. Cada Estado encontra-se imerso em relações domésticas e transnacionais de interdependência que moldam os propósitos ou interesses básicos subjacentes às políticas, interações com outros Estados e à ordem internacional de modo amplo. O Direito Internacional depende, cada vez mais, da interdependência entre os países, da cooperação entre interesses econômicos diversos, das instituições políticas domésticas e dos ideais relativos à ordem pública legítima.

Com a finalidade de explicitar a posição aqui defendida, sustento que os

Estados participam de uma sociedade transnacional integrada por indivíduos, grupos sociais com variados recursos, ideais e influência sobre a política que o

Estado colocará em prática. Cumpre identificar, inicialmente, as preferências dos atores sociais relevantes como função de uma estrutura de identidades e interesses existentes na sociedade. A globalização cria diferentes incentivos para as interações e a regulação política ao longo das fronteiras nacionais. As políticas estatais podem facilitar, impedir ou viabilizar a globalização ao beneficiarem ou prejudicarem os interesses ou projetos de atores sociais particulares. O Estado é a instituição representativa encarregada de canalizar e agregar os interesses e ideais conforme o peso social que possuem e a habilidade para organizar e influenciar os processos políticos.

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Medium 9788582602270

Capítulo 1 - Nível de enlace

César Augusto Hass Loureiro; Marcelo Augusto Rauh Schmitt; André Peres; Alex Martins de Oliveira Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Nível de enlace

O nível de enlace é o responsável pela coordenação da comunicação realizada no meio físico da rede. Cabe a ele controlar o acesso e identificar problemas ocorridos durante a transmissão dos sinais que representam os dados entre dois equipamentos conectados diretamente. Neste capítulo, vamos conhecer como a estrutura de comunicação da rede local é criada, bem como as formas de organização básicas dos enlaces.

Objetivos de aprendizagem

Identificar os objetivos e a forma de atuação do nível de enlace.

Distinguir os diversos arranjos de enlace.

Compreender a utilização dos principais protocolos de enlace.

Introdução

Na arquitetura TCP/IP, os níveis de enlace e físico estão agrupados em um nível externo denominado intra-rede (ou interface). A implementação de ambos é independente do TCP/IP, e é feita na interface de rede acoplada ao computador.

Essa independência permite a escolha entre diferentes tecnologias de enlace, de acordo com os objetivos da rede, de forma transparente às demais camadas TCP/IP.

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Medium 9788520439081

Seção 9 – Consulta adicional

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 9

CONSULTA ADICIONAL

Coordenador

Cláudio Schvartsman

465

60

Livros e sites de interesse

Eduardo Juan Troster

Carlos Augusto Cardim de Oliveira

Renata Dejtiar Waksman

LIVROS RECOMENDADOS

Em língua portuguesa

Título do livro

Autoria

Observações

Estudo de gêmeos

Bernardo Beiguelman

Livro eletrônico publicado em formato PDF

Gêmeos, trigêmeos ou o que mais vier – O guia da mãe 24 horas

Sara Gonçalves

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Criando gêmeos e múltiplos em idade escolar

Christina Baglivi Tinglof

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Patrícia Maxwell Malmstrom e

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Conversando sobre gêmeos

Maria Elizabeth Barreto Tavares

Viotto

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Gêmeos - Harlequin Special Ed.84

Rebecca Winters

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467

Gêmeos e Múltiplos

Em língua inglesa

Título do livro

Autoria

Observações

Twins: from conception to five years

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Medium 9788527731232

Apêndices

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndices

43_apendice_1.indd 663

13/12/2016 23:05:20

43_apendice_1.indd 664

13/12/2016 23:05:20

Apêndice

1

Afinal, por que é?

Márcia Rocha

Pontos-chave:

• Procura-se contextualizar o conceito e a visão de “normal” e demonstrar o papel de Freud e seus seguidores à luz de seus tempos no entedimento da sexualidade

• Qual a possível influência da genética e do meio na estruturação da personalidade e da identidade

• As pessoas são o que existe dentro delas, e não o que fazem por falta de escolha.

Introdução

Costumo perguntar, às vezes, do que as pessoas mais gostam ou não gostam de comer. Geralmente, elas me respondem enfaticamente, explicando e discorrendo. Faço a você, leitor, a mesma pergunta. Pense no alimento de que mais gosta e no de que mais desgosta. Feito isso, eu lhe pergunto: por quê?

Por que gostamos de algo, e não de outra coisa? Se há alguém que gosta, deve haver algo de bom naquilo, algo que talvez não consigamos perceber.

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Medium 9788580552065

Apêndice C - Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

Stephen J. Chapman Grupo A PDF Criptografado

apêndice

C

Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

O

circuito equivalente de um gerador síncrono, desenvolvido no Capítulo 4, é de fato válido apenas para máquinas construídas com rotores cilíndricos e não para máquinas construídas com rotores de polos salientes. Da mesma forma, a expressão da relação entre o ângulo de conjugado ␦ e a potência fornecida pelo gerador [Equação (4-20)] é válida apenas para rotores cilíndricos. No Capítulo 4, ignoramos os efeitos devidos às saliências nos rotores e assumimos que a teoria simples do rotor cilíndrico poderia ser aplicada. De fato, essa suposição não é ruim quando se trabalha com o regime permanente, mas é bem pobre quando queremos analisar o comportamento transitório de geradores e motores.

O problema com o circuito equivalente simples dos motores de indução é que ele ignora o efeito do conjugado de relutância sobre o gerador. Para compreender essa ideia, consulte a Figura C-1. Essa figura mostra um rotor de polos salientes sem enrolamentos dentro de um estator trifásico. Se um campo magnético de estator for produzido como está mostrado na figura, então ele induzirá um campo magnético no rotor. Como é muito mais fácil produzir um fluxo ao longo do eixo do rotor do que ortogonal ao eixo, então o fluxo induzido no rotor irá se alinhar com o eixo do rotor.

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Medium 9788553603121

VII - DA USURPAÇÃO

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

DA USURPAÇÃO

Alteração de limites

VII

1ª seção

Sumário: 1. Considerações preliminares. 2. Bem jurídico tutelado. 3. Sujeitos ativo e passivo. 4. Tipo objetivo: adequação típica. 5. Tipo subjetivo: adequação típica.

5.1. Elemento subjetivo especial: para apropriar-se de coisa móvel alheia. 6. Consuma­

ção e tentativa. 7. Classificação doutrinária. 8. Pena e ação penal.

Capítulo III

DA USURPAÇÃO

Alteração de limites

Art. 161. Suprimir ou deslocar tapume, marco, ou qualquer outro sinal indicativo de linha divisória, para apropriar-se, no todo ou em parte, de coisa imóvel alheia:

Pena — detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, e multa.

§ 1º Na mesma pena incorre quem:

Usurpação de águas

I — desvia ou represa, em proveito próprio ou de outrem, águas alheias;

Esbulho possessório

II — invade, com violência a pessoa ou grave ameaça, ou mediante concurso de mais de duas pessoas, terreno ou edifício alheio, para o fim de esbulho possessório.

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Medium 9788553607419

6. Efeitos

PDF Criptografado

5.2.5. Processamento em segunda instância

Nos recursos em sentido estrito, os autos irão imediatamente com vista à Procuradoria de Justiça/Procuradoria da República pelo prazo de 5 dias. Em seguida, passarão, também pelo prazo de 5 dias, ao relator, que pedirá designação de dia para o julgamento (art. 610, caput).

Anunciado o julgamento pelo presidente, e apregoadas as partes, com a presença destas ou à sua revelia, o relator fará a exposição do feito, e, em seguida, o presidente concederá, pelo prazo de 10 minutos, a palavra aos advogados ou às partes que a solicitarem e ao Procurador-Geral, quando o requerer, por igual prazo (art. 610, parágrafo único).

Não funcionará revisor no julgamento de recurso em sentido estrito, pois atua somente na hipótese de apelação em crimes apenados com reclusão

(art. 613).

6. Efeitos

Em regra, o recurso em sentido estrito tem somente efeito devolutivo, devolvendo ao tribunal o conhecimento das questões objeto da decisão impugnada. O Código, no entanto, estabelece as hipóteses em que o recurso em sentido estrito terá efeito suspensivo58, impedindo que a decisão recorrida produza efeitos até o julgamento pelo juízo ad quem. Vejamos: a) decisão que declara a perda de fiança; b) decisão que denega ou julga deserta a apelação; c) decisão de pronúncia. Nesse caso, o recurso suspenderá tão somente o julgamento, pois há a possibilidade de o acusado ser absolvido ou despronunciado pelo Tribunal; d) decisão que julgar quebrada a fiança. A fiança será quebrada toda vez que o réu, sem motivo justo e regularmente intimado, deixar de comparecer a ato do processo, ou praticar outra infração penal (arts. 341 e 343).

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Medium 9788582714362

Capítulo 16 - Técnicas de liberação posicional (incluindo contratensão)

Leon Chaitow Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Técnicas de liberação posicional

(incluindo contratensão)

Leon Chaitow

Introdução

Os sintomas da dor musculoesquelética e a amplitude de movimento restrita – a estenografia para a qual é a disfunção somática – raramente surgem nas próprias articulações, a menos que haja uma franca patologia ou dano traumático. Ao contrário, tal dor e restrição são em grande parte impostas e mantidas pelos músculos que cruzam ou se conectam a tais articulações.

Os aspectos da disfunção somática muitas vezes incluem atividade proprioceptiva anormal, envolvendo fusos musculares que parecem incapazes de se restaurar – ajudando a manter a disfunção articular. O termo “técnicas de liberação posicional” (TLP) descreve esses métodos que possuem uma característica em comum em sua metodologia – a separação dos tecidos disfuncionais de suas barreiras de restrição –, envolvendo um movimento das estruturas afetadas visando o conforto ou o “relaxamento”, em vez da restrição ou “aprisionamento” – um processo que permite aos fusos repousarem e reduz a sensibilidade nociceptora (Bailey & Dick, 1992).

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Medium 9788580553048

Caso 52

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 52

Doze horas após hospitalização devido a um braço quebrado, uma mulher de

42 anos começa a se queixar de estar se sentindo irrequieta e trêmula. Seis horas mais tarde, diz aos membros da equipe que está ouvindo a voz de um parente morto gritando com ela, embora na internação tenha negado já ter ouvido vozes. Queixa-se de mal-estar estomacal, irritabilidade e sudorese. Seus sinais vitais são: pressão arterial de 150/95 mmHg, pulsação de 120 batimentos por minuto (bpm), frequência respiratória de 20 respirações por minuto e temperatura de 37,8 oC. A paciente não relata problemas clínicos significativos anteriores e afirma que não toma medicamento. Não teve complicações anteriores decorrentes de anestesia geral.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual é o próximo passo no tratamento desse transtorno?

Esta página foi deixada em branco intencionalmente.

398

TOY & KLAMEN

RESPOSTAS PARA O CASO 52

Abstinência de álcool

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Medium 9788553612192

Capítulo 31: Exceção de pré-executividade

BARROSO, Darlan; JUNIOR, Marco Antonio Araujo Editora Saraiva PDF Criptografado

31

Exceção de pré-executividade

1.  CONCEITO

Trata-se de meio de defesa na execução pelo qual o executado pode arguir questões de ordem pública e nulidades do título executivo, com a consequente extinção da execução. A exceção é restrita a matérias suscetíveis de conhecimento de ofício, não se admitindo a dilação probatória profunda.

A expressão “pré-executividade” significa “antes da penhora” – daí a ideia de que a exceção de pré-executividade pode ser apresentada antes da penhora, independentemente de garantia do juízo.

2.  FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

Em realidade, inexiste fundamento legal específico para a exceção de pré-executividade, pois se trata de criação jurisprudencial. De qualquer maneira, como fundamento legal da peça, poderiam ser citados o art. 5º, XXXV, da CF (inafastabilidade do Poder Judiciário) e os arts. 518 e 803, parágrafo único, do CPC. Ainda, a Súmula 397 do TST menciona tal incidente, e também poderá ser citada.

3.  CABIMENTO

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Medium 9788520440049

6. A exposição dos trabalhadores de enfermagem às cargas mecânicas

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

6

A exposição dos trabalhadores de enfermagem às cargas mecânicas

Taiza Florencio Costa

Ana Lucia de Oliveira Guimarães

Vanda Elisa Andres Felli

Palavras-chave  Enfermagem; risco ocupacional; acidente de trabalho.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Ocorrências de cargas mecânicas e desgastes no trabalho. Prevenção da exposição às cargas mecânicas. Entraves para a prevenção das cargas mecânicas. Considerações finais. Referências.

INTRODUÇÃO

A periculosidade, no ambiente de trabalho em serviços de saúde, expõe os trabalhadores de enfermagem a uma diversidade de cargas e desgastes, sendo as cargas mecânicas (CM) as mais visíveis e facilmente reconhecidas como acidente típico de trabalho, por provocarem lesões que consistem na ruptura de segmentos do corpo, gerando processos de adoecimento e desgastes.1

102

6  A exposição dos trabalhadores de enfermagem às cargas mecânicas  103

Considera-se acidente de trabalho quando existe colisão repentina e involuntária entre pessoa e objeto, a qual ocasiona danos corporais (lesões, morte) e/ou danos materiais. Por ser repen­ tino, o acidente se diferencia da doença ocupacional adquirida em longo prazo.2

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Medium 9788547232061

Capítulo V - As funções da responsabilidade civil

BRAGA NETTO, Felipe Peixoto Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

V

As funções da responsabilidade civil

1

A multifuncionalidade da responsabilidade civil

Fala-se de diversos modos sobre as funções do direito. De qualquer modo, é difusa a opinião de que em qualquer sociedade o ordenamento jurídico tenderá a funcionar em uma ou mais dentre as seguintes direções: (I) repressão de comportamentos; (II) prevenção de comportamentos; (III) criação e distribuição de poderes; (IV) distribuição de bens. Especificamente, no setor da responsabilidade civil há uma pluralidade de funções, sem qualquer prioridade hierárquica de uma sobre outra. Cremos que no direito brasileiro do alvorecer do século XXI, a conjunção dessas orientações permite o estabelecimento de três funções para a responsabilidade civil: (1) Função reparatória: a clássica função de transferência dos danos do patrimônio do lesante ao lesado como forma de reequilíbrio patrimonial; (2) Função punitiva: sanção consistente na aplicação de uma pena civil ao ofensor como forma de desestímulo de comportamentos reprováveis; (3)

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Medium 9788553606702

Capítulo 10 - Sucedâneos recursais

PDF Criptografado

Capítulo 10

Sucedâneos recursais

1.

Considerações iniciais

Não há consenso sobre o significado da expressão “sucedâneos recursais”, tampouco – e consequentemente – sobre quais são eles.

Para este Curso, seguindo os passos das edições anteriores ao CPC de 2015, o que justifica o tratamento de determinadas técnicas sob aquele rótulo é a sua predisposição para contrastar decisões judiciais a despeito de não ostentar natureza recursal. Mas não só. A circunstância e a técnica ser disciplinada ou, quando menos, referida ou aceita pelo Código de Processo Civil no contexto dos processos nos Tribunais ou recursos é fator que merece ser levado em conta também1.

Aceitando essas premissas, sucedâneos recursais são técnicas predispostas pelo sistema processual civil para contrastar decisões judiciais, a despeito de não terem natureza recursal e, tampouco, serem disciplinadas no ambiente propício para tanto no Código de

Processo Civil.

É o que justifica que, no presente Capítulo sejam tratadas as seguintes técnicas: remessa necessária, a chamada “ação anulatória” do § 4º do art. 966, pedido de suspensão, mandado de segurança contra ato judicial, pedido de reconsideração e correição parcial.

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