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Medium 9788521622413

Capítulo 5 - DEFORMAÇÃO AXIAL

PHILPOT, Timothy A. Grupo Gen PDF Criptografado

5

DEFORMAÇÃO AXIAL

5.1 INTRODUÇÃO

No Capítulo 1 foi desenvolvido o conceito de tensão como um meio de medir a distribuição de forças no interior de um corpo. No Capítulo 2 foi apresentado o conceito de deformação específica para descrever a deformação produzida em um corpo. O Capítulo 3 analisou o comportamento dos materiais típicos de engenharia e como esse comportamento pode ser idealizado por equações que relacionam a tensão com a deformação específica. São de interesse particular os materiais que se comportam de maneira linear e elástica. Para esses materiais há um relacionamento proporcional entre tensão e deformação específica, que pode ser idealizado pela Lei de Hooke. O Capítulo 4 analisou dois métodos gerais usados no projeto de componentes e de estruturas que desempenham sua função prevista com uma margem de segurança apropriada. Nos capítulos ao longo do livro, esses conceitos serão empregados para examinar uma grande variedade de elementos estruturais sujeitos a carregamentos axiais, de torção e de flexão.

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Medium 9788527720618

21 - Reabilitação Funcional na Doença de Charcot-Marie-Tooth

ORSINI, Marcos Grupo Gen PDF Criptografado

21

Reabilitação Funcional na

Doença de Charcot-Marie-Tooth

Celmir de Oliveira Vilaça, Marco Orsini, Beatriz Catanhede Carrapatoso,

Rouse Pereira, Paulo Cezar dos Santos Souza e Clynton Lourenço Corrêa

.

Resumo

A doen­ça de Charcot-Marie-Tooth (CMT) ou neuropatia sensitivo-motora hereditária

(NSMH) é a mais frequente neuropatia hereditária existente na espécie humana. O avanço dos exames complementares e dos métodos genéticos de avaliação das doen­ças fez com que atualmente houvesse uma nova classificação com vários subtipos de CMT, antes classificados apenas como tipo I e tipo II de acordo com dados eletroneuromiográficos que classificavam a doen­ça apenas como variante desmielinizante e axonal. Mesmo com as modificações da classificação e com a detecção de novos genes ou mutações responsáveis pelo quadro clínico de CMT, um tratamento medicamentoso ou com terapia gênica ainda não é possível. Por isso, o único tratamento disponível se baseia na melhora da qualidade de vida e da capacidade funcional dos in­di­ví­duos por meio da terapia de reabilitação. Há escassez de trabalhos com quantidade significativa de pacientes com CMT que avaliem as melhores técnicas e os métodos de reabilitação, pois geralmente os trabalhos de reabilitação em doen­ças neuro­muscula­res englobam pequeno número de in­di­ví­duos com doen­ças neuro­muscula­res distintas. Ainda não está claro se na CMT ocorre piora do quadro motor com dano por excesso de esforço assim como ocorre em outras doen­ças. Isso faz com que o tratamento de pacientes com CMT se baseie principalmente no uso de órteses, em especial para controle da fraqueza m

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Medium 9788530965921

Capítulo XXXIV – CONTRATO DE TRANSPORTE E RESPONSABILIDADE

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XXXIV

Contrato de Transporte e

Responsabilidade

1. O contrato de transporte e natureza da obrigação

O Código Civil Brasileiro de 1916 não trazia qualquer dispositivo sobre o contrato de transporte. A sua regulamentação era feita por leis esparsas e pelo Código Comercial.

O Código Civil de 2002, no Capítulo XIV do Título VI do Livro I, buscou oferecer uma disciplina bastante completa da matéria, subdividindo-a em três seções, a saber: Seção I – disposições gerais; Seção II – do transporte de pessoas; Seção III

– do transporte de coisas.

No trato do assunto, foram aproveitados princípios constituídos no direito positivo decorrente de leis específicas e da doutrina.

Define-se como contrato de transporte aquele pelo qual alguém se obriga a receber pessoas, coisas ou animais, e levá-los ao seu lugar de destino, com segurança e presteza, mediante o pagamento de um preço. Ou, conforme Fran Martins, o contrato

“em que uma pessoa ou empresa se obriga a transportar pessoa ou coisa, de um local para outro, mediante o pagamento de um preço”.1

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Medium 9788530984465

Capítulo XXIX – Cláusula Penal

Caio Mário da Silva Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

149. Natureza e caracteres da cláusula penal. 150. Pena convencional moratória e compensatória. Cláusula de arrependimento. 151. Efeitos da cláusula penal.

Clóvis Beviláqua, Obrigações, § 20; Ruggiero e Maroi, Istituzioni, II, § 130; Alberto Trabucchi, Istituzioni di Diritto Civile, nº 266; Mazeaud et Mazeaud, Leçons de Droit Civil, II, nº 641; Serpa Lopes, Curso, II, nos 111 e segs.; Tito Fulgêncio, Do Direito das Obrigações, nos 389 e segs.; Orosimbo Nonato, Curso de Obrigações, II, págs. 303 e segs.; Hector Lafaille, Tratado de las Obligaciones, I, nos 236 e segs.; Giorgio Giorgi, Obbligazioni¸ IV, nos 448 e segs.; Ludovico Barassi, Teoria Generale delle Obbligazioni, III, nos 353 e segs.; Andreas Von Tuhr, Obligaciones, II, págs. 235 e segs.; Karl Larenz, Derecho de Obligaciones, I, págs. 369 e segs.; M I Carvalho de Mendonça, Doutrina e Prática das Obrigações, ed atualizada por José de Aguiar Dias, I, nos 196 e segs.; Lacerda de Almeida, Obrigações, § 44; Hudelot e Metmann, Des Obligations, nos 364 e segs.; Vittorio Polacco, Obligazioni, nos 133 e segs.; Alfredo Colmo, De las Obligaciones en General, nos 163 e segs.; Colin e Capitant, Cours, II, nos 106 e segs.; Planiol, Ripert e Boulanger, Traité Élémentaire, II, nos 752 e segs.; Molitor, Obligations, I, nº 169; Mucio Continentino, Da Cláusula Penal no Direito Brasileiro; Scuto, Obbligazioni, nº 61; Gustavo Tepedino, Obrigações, págs. 513 e segs.; Arnoldo Wald, Obrigações e contratos, págs. 158 e segs.; Sílvio Rodrigues, Direito Civil, vol. 2, págs. 261 e segs.; José Roberto de Castro Neves, O Código de Defesa do Consumidor e as Cláusulas Penais; Cláudia Lima Marques, Contratos no Código de Defesa do Consumidor, 4ª ed., págs. 870 e segs.

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Medium 9788520437636

6. Água, eletrólitos e metabolismo ácido-base

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

6

Água, eletrólitos e metabolismo ácido-base*

James L. Bailey, Jeff M. S a n d s e H a ro ld A . Fra n c h

Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Conteúdo e distribuição de água. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Composição do fluido corporal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Diferença entre a concentração sérica de sódio e o total de sódio do corpo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fisiopatologia da água e osmolalidade. . . . . . . . . . . . .

Relações e regulação osmolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Regulação da sede e liberação de hormônio antidiurético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Controle não renal da água e equilíbrio eletrolítico. . . . .

Desidratação e depleção volumétrica. . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788527727495

106 - Manejo das Pacientes Obstétricas em Unidade de Terapia Intensiva

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF Criptografado

106

Manejo das

Pacientes

Obstétricas em

Unidade de

Terapia Intensiva

Michael Sigman, Noah B. Rindos e John G. Gianopoulos

I. Visão geral

A. Princípios gerais.

1. Adaptação fisiológica materna à gravidez. a. Cardiovascular. i. Aumento: débito cardía­co, volume sanguí­neo. ii. Diminuição: resistência ­vascular periférica. b. Respiratória. i. Aumento: volume corrente e fre­quência respiratória. ii. Diminuição: capacidade pulmonar total e capacidade residual funcional. iii. Não há alteração: pressão na artéria pulmonar. c. Hematológica. i. Aumento: volume sanguí­neo, pH, coa­gulabilidade. ii. Diminuição: hematócrito. d. Renal. i. Aumento: perfusão da artéria renal, taxa de filtração glomerular (TFG), depuração de creatinina, depuração renal de medicamentos e risco de infecção urinária (IU). ii. Diminuição: ureia sanguí­nea, creatinina sérica e ácido úrico sérico. e. Gastrintestinal. i. Aumento: refluxo gastresofágico e risco de aspiração com intubação. ii. Diminuição: motilidade e pressão do esfíncter esofágico inferior (EEI).

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Medium 9788597022216

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (Arts. 1º a 114)

Equipe Atlas Grupo Gen ePub Criptografado

Art. 1º O Presidente da República, o Presidente do Supremo Tribunal Federal e os membros do Congresso Nacional prestarão o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, no ato e na data de sua promulgação.

Art. 2º No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá, através de plebiscito, a forma (república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que devem vigorar no País.

> Prazo alterado pelo artigo único da EC 2/92, que dispôs:

> “Artigo único. O plebiscito de que trata o art. 2º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias realizar-se-á no dia 21 de abril de 1993.”

> “§ 2º A lei poderá dispor sobre a realização do plebiscito, inclusive sobre a gratuidade da livre divulgação das formas e sistemas de governo, através dos meios de comunicação de massa concessionários ou permissórios de serviço público, assegurada igualdade de tempo e paridade de honorários.”

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Medium 9788502634428

Capítulo V - Da apuração administrativa de infração às normas de proteção ao idoso

Maria Garcia, Flavia Piva Editora Saraiva PDF Criptografado

198 Comentários ao Estatuto do Idoso financeiras, ao atendimento preferencial junto à Defensoria Pública da

União, dos Estados e do Distrito Federal em relação aos Serviços de

Assistência Judiciária.

§ 4º Para o atendimento prioritário será garantido ao idoso o fácil acesso aos assentos e caixas, identificados com a destinação a idosos em local visível e caracteres legíveis.

Assim, os destinatários desta primeira multa são aquelas entidades que deixarem de assegurar o atendimento prioritário ao idoso, incluindo instituições financeiras, postos de saúde, transportes coletivos, repartições públicas etc.

Paralelamente, pode o juiz aplicar, ainda, uma multa de natureza civil destinada à reparação de algum dano sofrido pelo idoso, de forma individual, em decorrência da falta de prioridade no atendimento que lhe deveria ter sido prestado, sem prejuízo da responsabilização penal.

Capítulo V

Da apuração administrativa de infração às normas de proteção ao idoso*

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Medium 9788521630142

CAPÍTULO 6 - CINÉTICA PLANA DE CORPOS RÍGIDOS

MERIAM, James L.; KRAIGE, L. Glenn Grupo Gen PDF Criptografado

Cinética Plana de

Corpos Rígidos

6

DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO

6/1  Introdução

Seção B  Trabalho e Energia

Seção A  Força, Massa e Aceleração

6/6  Relações Trabalho-Energia

6/2  Equações Gerais do Movimento

6/7  Aceleração a partir da Relação Trabalho-Energia;

Trabalho Virtual

6/3  Translação

Seção C  Impulso e Quantidade de Movimento

6/4  Rotação em Torno de um Eixo Fixo

6/8  Equações de Impulso-Quantidade de Movimento

6/5  Movimento Plano Geral

6/9  Revisão do Capítulo

6/1  Introdução

senvolvidas no Capítulo 4 a fim de gerar um sistema geral de partículas. Uma referência frequente será feita a essas equações à medida que forem desenvolvidas de forma mais detalhada no Capítulo 6 e aplicadas especificamente ao movimento plano de corpos rígidos. Você deve consultar o Capítulo 4 frequentemente enquanto estuda o Capítulo 6. Além disso, antes de prosseguir, certifique-se de que tem uma compreensão sólida do cálculo das velocidades e acelerações tal como desenvolvidas no Capítulo 5 para o movimento plano de corpo rígido. A menos que você seja capaz de determinar acelerações corretamente a partir dos princípios da cinemática, você frequentemente será incapaz de aplicar os princípios de força e momento da cinética. Consequentemente, você deve dominar a cinemática necessária, incluindo o cálculo das acelerações relativas, antes de prosseguir.

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Medium 9788580556148

Capítulo 20 - Opioides, analgesia e tratamento da dor

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

20

Opioides, analgesia e tratamento da dor

Tony Yaksh e Mark Wallace

Dor

��Outros agonistas opioides

Peptídeos opioides endógenos

��Antagonistas opioides

��Pró-opiomelanocortina

��Proencefalina

��Prodinorfina

��Endomorfinas

Receptores opioides

��Classes de receptores

��Distribuição dos receptores opioides

��Ligantes dos receptores opioides

��Estrutura dos receptores opioides

��Sinalização dos receptores opioides

��Regulação da circulação dos receptores opioides pós-ativação;

agonismo opioide tendencioso

Efeitos das ativações aguda e crônica dos receptores opioides

��Dessensibilização

��Tolerância

��Dependência

��Adição

Mecanismos de tolerância/dependência/ abstinência

��Disposição do receptor

��Adaptação dos mecanismos de sinalização intracelulares

��Contra-adaptação sistêmica

��Desenvolvimento de tolerância diferencial e requisitos de ocupação

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Medium 9788582712979

Capítulo 29 - Doenças virais e bacterianas de transmissão interpessoal

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

29

Doenças virais e bacterianas de transmissão interpessoal

microbiologiahoje

Há outra pandemia de gripe a caminho?

Em 1918, uma pandemia (epidemia de escala mundial) de gripe varreu o mundo, infectando 500 milhões de pessoas e matando quase um quinto delas. A cepa pandêmica do vírus da gripe foi particularmente virulenta, matando muitas pessoas que estavam previamente saudáveis. Em 2005, cientistas reativaram a amostra viral de 1918 (foto) de tecidos de uma das vítimas, a fim de determinar por que esta cepa foi tão virulenta.

Autoridades da saúde estão preocupadas, hoje, com o fato de que novas estirpes virais altamente virulentas podem ser formadas pela troca de genes entre diferentes cepas. É amplamente sabido que os vírus influenza que infectam seres humanos também podem infectar aves e suínos. Quando um animal é infectado por mais de uma cepa viral, seus genes podem se misturar – um processo denominado rearranjo – para formar partículas virais com novas propriedades. A principal preocupação atualmente é que a estirpe do vírus influenza H5N1, que tem causado grandes surtos de gripe em aves de criação e aves selvagens – mas que não transmite bem para/ou entre pessoas, poderia sofrer um rearranjo e desencadear uma nova pandemia humana de gripe.

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Medium 9788553131396

3.1 QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS PARA ELABORAÇÃO DE CONTEÚDOS EAD?

FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1 �QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS PARA

ELABORAÇÃO DE CONTEÚDOS EAD?

Quando você passa à tarefa de elaborar conteúdos, está dando continuidade à definição de quais conteúdos abordar e de que maneira organizá-los em um currículo ou programa. Essas decisões formam o primeiro esqueleto para a elaboração dos conteúdos educacionais.

A partir daí, seu desafio é desenvolver os tópicos de conteúdo utilizando textos, imagens, sons e movimentos, de modo a estabelecer um diálogo efetivo com os alunos. Do mapeamento mental à transcrição de aulas, passando pela técnica mash-up e pela escrita criativa, você pode adotar estratégias que lhe permitem organizar e redigir conteúdos para EAD nos mais diferentes formatos.

FIGURA 3.3

Estratégias para elaboração de conteúdos EAD

MAPEAMENTO

MENTAL

TÉCNICA

MASH-UP

ESCRITA

GENERATIVA

Mapeia tópicos, subtópicos e suas relações.

Seleciona referencial bibliográfico e outros subsídios de fontes confiáveis

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Medium 9788553608294

7. Outras regras relacionadas ao litisconsórcio

ALVIM, Eduardo Arruda Editora Saraiva PDF Criptografado

LITISCONSÓRCIO   305

sidir o intérprete para justificar a incidência de sobredito princípio é o da existência de dúvida objetiva sobre qual a modalidade recursal utilizável no caso concreto.

Na vigência do CPC/73, com a alteração legislativa provocada pela Lei n. 11.232/2005, havia dúvida objetiva sobre a natureza da decisão que excluía o litisconsorte, o que culminava em diversas posições doutrinárias ainda não convergentes que recomendam a aplicação da fungibilidade recursal para esses casos. No entanto, o CPC/2015 ao prever expressamente o cabimento do agravo de instrumento como recurso cabível contra decisão que exclui litisconsorte, consolidou o entendimento de que a natureza da decisão

é interlocutória, nos termos do que já defendíamos.

Teresa Arruda Alvim, conquanto entenda que a decisão que determina a exclusão de litisconsorte seja sentença, firma posição no sentido de que “o recurso mais adequado

à decisão que determina a exclusão de litisconsorte é o de agravo. Extingue-se o processo em relação a este corréu, mas o procedimento, como um todo, permanece. Assim, a decisão proferida, embora seja, substancialmente, uma sentença, não tem como finalidade a de pôr fim ao procedimento como um todo, mas só à ação – processo – relação processual, que se havia estabelecido com relação ao corréu (...) mais recentemente, contudo, considerando que tende a pacificar-se a orientação segundo a qual, no caso, se está diante de decisão interlocutória – ainda que com conteúdo de sentença –, suscetível de ser impugnada por agravo, conduz-se a jurisprudência no sentido de não admitir a aplicação do princípio da fungibilidade à hipótese”100.

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Medium 9788573074826

21 Pacientes Somatizadores

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

21

Pacientes Somatizadores

A curiosidade pelos mistérios que cercam as relações entre a mente e o corpo acompanha a própria história da humanidade, o que pode ser evidenciado pelos recursos empregados por nossos ancestrais, representados nas figuras dos faraós, bruxos, xamãs, os quais, por meio de rituais mágicos, como os de orações, danças, práticas de exorcismo e outros afins, tentavam remover os “maus espíritos” que seriam os responsáveis pelas doenças orgânicas terminais. Reciprocamente, achados arqueológicos de trepanações cranianas encontradas em fósseis do antigo Egito, feitas com precisão e com algum rigor científico, apontam para a probabilidade de que nossos predecessores médicos procuravam encontrar no soma orgânico a causa dos transtornos mentais.

Na própria história da medicina, desde o seu início, duas escolas na Antigüidade Grega antagonizavam-se: a primeira, liderada por Galeno, atribuía uma existência totalmente autônoma à doença orgânica, sendo que a posterior descoberta de

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Medium 9788527728614

19 - Serviços Técnicos

VECINA NETO, Gonzalo; MALIK, Ana Maria Grupo Gen PDF Criptografado

19

Serviços Técnicos

Gonzalo Vecina Neto

Neste capítulo, serão apresentadas algumas unidades que compõem este conjunto de á­ reas do moderno hospital. Algu‑ mas ­á reas são clássicas, como a enfermagem, a reabilitação (às vezes, agregada à ­á rea de apoio diagnóstico e terapêutico), o

Same. Outras, como a nutrição e a limpeza, tradicionalmente

estão agregadas à ­á rea de administração, mas o moderno hos‑ pital migrou estas ­á reas para a ­á rea técnica. Uma área que faz parte deste conjunto é a farmácia, que, no arranjo deste livro, está sendo apresentada e discutida no Capítulo 15 junto à ­á rea de materiais.

Gerenciamento do Serviço de Enfermagem

Ivana Lucia Correa Pimentel de Siqueira | Helen Maria Benito Scapolan Petrolino | Regina Maria Yatsue Conishi

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Introdução

A enfermagem tem um importante papel no contexto hospitalar.

Representa o grande contingente de pessoal do hospital (cerca de

35 a 40% do quadro geral) e, portanto, a força de trabalho da prática assistencial.

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