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Medium 9788521627913

Capítulo 2 - Fundamentos em Segurança e Saúde no Trabalho (SST)

Daniela Silveira Soluri, Joaquim dos Santos Neto Grupo Gen PDF Criptografado

Fundamentos em Segurança e Saúde no

Trabalho (SST)

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Neste capítulo, são apresentados os conceitos básicos aplicados em Segurança e Saúde do Trabalho (SST), importantes para o entendimento dos demais capítulos que tratam deste tema.

Os princípios de SST devem ser respeitados como valor e não como prioridade, pois prioridades mudam com frequência, ao passo que os valores permanecem intactos.

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Capítulo 2

2.1 Segurança e Saúde no Trabalho (SST)

Um sistema de gestão com base na segurança e saúde no trabalho, adotado por empresas e organizações, consiste no conjunto de recursos empregados na prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais, mantendo a saúde física e mental e o bem-estar dos colaboradores (funcionários, trabalhadores temporários, pessoal contratado, visitantes e qualquer outra pessoa) no local de trabalho.

As empresas que implementam esse sistema acabam sendo mais bem-sucedidas, além de mais sustentáveis. Conseguem melhorias mensuráveis das condições de trabalho e redução de acidentes e de faltas por doenças de trabalho, que custam caro.

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Medium 9788530976255

DIREITO PENAL

Alvaro Luiz Travassos de Azevedo Gonzaga, Nathaly Campitelli Roque Grupo Gen PDF Criptografado

DIREITO

PENAL

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Parte Geral

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I

Princípios do Direito Penal

1. Princípio da dignidade da pessoa humana (art. 1.º, III, da CF/1988). É o princípio fundamental que norteia todo o direito positivo. Em matéria penal, tem grande influência.

Exemplos

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A situação caótica do sistema carcerário viola frontalmente o princípio;

Discussão acerca da constitucionalidade do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), inclusive nos termos da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.162, ainda pendente de julgamento;

Modificações da Lei 12.015/2009, que buscou valorizar a Dignidade da Pessoa Humana em detrimento dos meros costumes sociais, no contexto dos delitos sexuais.

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Medium 9788527732932

26- Auxílio no Desenvolvimento de Autocontrole

Garry Martin, Joseph Pear Grupo Gen PDF Criptografado

26

Auxílio no

Desenvolvimento de

Autocontrole*

Objetivos do aprendizado

• Discutir as causas de problemas de autocontrole

• Explicar o modelo comportamental de desenvolvimento de autocontrole

• Destacar as etapas de delineamento e implementação de programas de autocontrole e de prevenção de recidivas.

Al e Mary acabaram de comer doughnuts e tomar um café na lanchonete do campus. “Acho que vou pedir outro doughnut“, disse Al. “Eles parecem tão deliciosos! Não tenho força de vontade para resistir. Além disso”, acrescentou ele, enquanto batia de leve em seu abdome saliente, “um a mais não fará diferença”.

Muitos problemas de autocontrole envolvem autocontenção – aprender a diminuir comportamentos excessivos que proporcionam gratificação imediata – como comer, beber, assistir TV e passar o tempo no Facebook, tudo de modo excessivo. Outros problemas de autocontrole requerem mudança comportamental na direção oposta – respostas que precisam ser intensificadas – como estudar, praticar exercício, ser assertivo e executar as tarefas domésticas. Muitas pessoas falam como se uma força mágica atuando junto a nós – chamada força de vontade – fosse a responsável pela superação desses problemas. As pessoas acreditam nisso, em parte, porque outras pessoas dizem coisas como “Se você tivesse mais força de vontade, poderia se livrar desse hábito ruim” ou “Se você tivesse mais força de vontade, poderia ser uma pessoa melhor”. A maioria de nós já ouviu esse

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Medium 9788547211271

Judicialização do direito à saúde e insuficiência dosmecanismos tradicionais de resolução de conflitos

Maria Paula Dallari Bucci, Clarice Seixas Duarte Editora Saraiva PDF Criptografado

Judicialização do direito à saúde e insuficiência dos mecanismos tradicionais de resolução de conflitos

Alessandra Gotti

1. Introdução

Os direitos sociais são compreendidos, em grande medida, como direitos nos quais se lida com a distribuição de bens comuns (saúde pública, educação pública, segurança pública, meio ambiente) necessários à garantia da dignidade humana.

A proliferação das demandas relacionadas aos direitos sociais, sobretudo aquelas com uma faceta distributiva1, tem colocado o Poder

Judiciário diante de novos e importantes desafios.

1

As demandas distributivas, segundo José Reinaldo de Lima Lopes, são aquelas que giram em torno de duas espécies de pedidos: “(1) os que dizem respeito à distribuição de bens coletivos, ou seja, à distribuição de benefícios, quando aos bens que já existem; (2) as que dizem respeito à produção de bens coletivos e, portanto, à distribuição dos ônus, quando aos bens que precisam ser criados. No primeiro caso pode-se dizer que o que está em jogo

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Medium 9788582713402

Capítulo 40 - Outros fármacos endocrinológicos

Robert K. Stoelting, Pamela Flood, James P. Rathmell, Steven Shafer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 40

Outros fármacos endocrinológicos

I. Introdução. Preparações que contêm hormônios sintéticos idênticos aos secretados endogenamente pelas glândulas endócrinas podem ser administrados como fármacos. Geralmente, a aplicação clínica desses fármacos é para reposição hormonal, de modo a produzir o efeito fisiológico. A tecnologia do DNA recombinante permite a incorporação de genes sintéticos que codificam a síntese de hormônios humanos específicos por bactérias, permitindo, assim, a produção de hormônios puros sem propriedades alérgenas.

II. Corticosteroides. As ações dos corticosteroides são classificadas de acordo com as potências desses compostos para (a) evocar a reabsorção tubular renal de sódio em troca por íons de potássio (efeito mineralocorticoide) ou (b) produzir uma resposta anti-inflamatória

(efeito glicocorticoide). Os corticosteroides endógenos são cortisol

(hidrocortisona), cortisona, corticosterona, desoxicorticosterona e aldosterona (Fig. 40-1).

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Medium 9788527718349

8 Estomatites

Renato Dani, Maria do Carmo Friche Passos Grupo Gen PDF Criptografado

8

Estomatites

José Alves de Freitas e Dario Ravazzi Ambrizzi

Por definição, estomatite é qualquer processo inflamatório da mucosa bucal, independentemente de sua localização, incluindo mucosas labial e jugal, gengivas, língua e palato. Seu correto diagnóstico muitas vezes é dificultado pela semelhança entre os variados tipos de lesões.

De maneira didática, podemos classificar as estomatites, de acordo com suas etiologias, em:

1.

2.

3.

4.

Doenças periodontais

Doenças fúngicas

Doenças virais

Manifestações de doenças imunológicas, dermatológicas e alérgicas

5. Manifestações de outras doenças sistêmicas

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DOENÇAS PERIODONTAIS: GENGIVITE

E PERIODONTITE

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Gengivite

O termo gengivite é bastante genérico e refere-se à inflamação limitada aos tecidos moles que circundam os dentes, na maioria dos casos associada à falta de higiene bucal adequada, levando ao acúmulo de placa bacteriana e cálculo.

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Medium 9788520433416

27. Gerenciamento de Riscos Ambientais

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Gerenciamento de

Riscos Ambientais

27

Carlos Celso do Amaral e Silva

Engenheiro químico, Faculdade de Saúde Pública – USP

A Política Nacional do Meio Ambiente, introduzida pela Lei n. 6.938 de 31.08.1981, prevê a utilização de diversos instrumentos para sua implantação. Dentre eles, está a Avaliação de Impactos Ambientais. Com algumas semelhanças, o mais novo instrumento é a Avaliação de Riscos Ambientais, em muitos casos, inserida no EIA/Rima por decisão de organizações governamentais de controle ambiental. A questão do risco está ganhando terreno no campo da gestão ambiental, e o aspecto comunicacional desse processo está provocando muitas discussões entre os componentes dos sistemas decisórios governamentais, empresariais e comunitários.

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE RISCO

Apesar de a preocupação com o risco estar aumentando em todo o mundo, as raízes dessa inquietude podem ser detectadas já nas civilizações egípcia, helênica e romana. Vários significados para o termo risco têm sido apresentados ao longo do desenvolvimento da civilização ocidental, principalmente a partir da Idade Média: a expressão rozik, que na língua persa significa destino, a palavra latina resecum, que pode significar perigo, e o vocábulo grego rhiza (penhasco) estão na origem dessa palavra. Segundo

Peter Bernstein, a palavra risco é derivada do italiano antigo risicare, que

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Medium 9788577808847

Lição 7 - Nitidez e smart objects

Deke McClelland Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

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NITIDEZ E SMART OBJECTS

O PHOTOSHOP OFERECE mais de cem filtros, alguns dos quais já encontramos em lições anteriores. Alguns filtros modificam o contraste de pixels vizinhos, outros traçam os contornos de uma fotografia e outros ainda deformam uma imagem movendo pixels para novas posições.

(Veja exemplos na Figura 7-1.)

Filter Blur Surface

Filter Artistic Colored Pencil Filter Distort Shear

Fotografia original istockphoto.com/humonia

Fotografia original

Figura 7-1

Pode-se dizer que os filtros mais úteis estão relacionados à nitidez de uma imagem; isto é, remover a suavidade aumentando o contraste nas bordas. Toda fotografia precisa de alguma nitidez para salientar os detalhes que, de outro modo, se perderiam na transferência entre a câmera, o computador e a impressão. Mas fique atento: a nitidez não resolve um foco ruim.

Nenhuma quantidade de filtro compensará os problemas de profundidade de campo. No entanto, nenhuma imagem com foco perfeito será “fantástica” sem a aplicação da quantidade de nitidez apropriada.

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Medium 9788536702704

Capítulo 89 - Icterícia obstrutiva

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

■■ SUPORTE PÓS-TRATAMENTO

O pós-operatório ideal inclui internação em regime de terapia intensiva, correção de acidose e coagulopatia, administração de antibióticos e rigoroso controle hemodinâmico. Tais esforços devem concentrar-se nas primeiras 24 a 48 horas, período no qual o paciente será submetido a uma nova laparotomia (second look), para reavaliar a viabilidade intestinal e se houve progressão da isquemia, checar o sucesso da revascularização mesentérica e eventualmente ampliar a área intestinal ressecada. Segmentos remanescentes de delgado acima de dois metros de forma geral evoluem sem uma síndrome disabsortiva debilitante (síndrome do intestino curto), mas segmentos menores frequentemente indicam a necessidade de complementação parenteral, visto que o transplante intestinal atualmente se encontra mais na fase de pesquisa do que na prática médica.

REVISÃO

�� A maioria dos casos (90%) de IAV decorre de uma oclusão arterial aguda, que pode ser embólica ou trombótica.

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Medium 9788527733229

28 - O médico que amarrou a cadeira do paciente no sifão da pia

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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O médico que amarrou a cadeira do paciente no sifão da pia

Tenho procurado abordar a relação médico-paciente em todas as suas nuances: ora tristes, ora alegres, às vezes dramáticas, outras vezes cheia de emoção. Tudo pode acontecer...

A história que vou relatar, quase inacreditável, é um episódio triste que demonstra até que ponto um médico, de maneira consciente, procura eliminar a essência do encontro clínico que é a relação com o paciente.

Sem dúvida, um sem-número de fatores exerce in­fluên­cia no encontro clínico, tanto no que diz respeito ao médico quanto ao paciente. Um dos fatores relacionados com o médico que pesa muito em sua maneira de agir são as condições de trabalho. Aliá­ s, influenciam tanto que podem até alterar seu comportamento, o qual, em outro ambiente, age de maneira completamente diferente.

Foi o que aconteceu com um colega, cardiologista competente, professor de clínica médica, com quem tive estreito relacionamento.

Sua prática médica era de alto padrão, não só científico, mas também no lado humano. No entanto, ocorreu com ele um fenômeno curioso de dualidade de comportamento em diferentes locais de trabalho: em seu consultório, atendia seus pacientes com educação

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Medium 9788577806218

Capítulo 3. Probabilidade Condicional e Independência

Sheldon Ross Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Probabilidade Condicional e Independência

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3

INTRODUÇÃO

PROBABILIDADES CONDICIONAIS

FÓRMULA DE BAYES

EVENTOS INDEPENDENTES

P(·|F) É UMA PROBABILIDADE

3.1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, introduzimos um dos conceitos mais importantes da teoria da probabilidade. A importância desse conceito é dupla. Em primeiro lugar, estamos frequentemente interessados em calcular probabilidades quando temos alguma informação parcial a respeito do resultado de um experimento; em tal situação, as probabilidades desejadas são condicionais. Em segundo lugar, mesmo quando não temos nenhuma informação parcial sobre o resultado de um experimento, as probabilidades condicionais podem ser frequentemente utilizadas para computar mais facilmente as probabilidades desejadas.

3.2 PROBABILIDADES CONDICIONAIS

Suponha que lancemos dois dados. Suponha também que cada um dos 36 resultados possíveis seja igualmente provável e que portanto tenha probabilidade

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Medium 9788553609154

20 - As sociedades limitadas

TOMAZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

20

As sociedades limitadas

1 Histórico

Até o século XIX, podiam­‑se dividir as sociedades existentes em dois grupos: as sociedades de pessoas de simples constituição, mas de responsabilidade ilimitada, e as sociedades anônimas de responsabilidade limitada, mas de constituição e funcionamen‑ to complexos. Tal situação não era satisfatória para pequenos e médios empresários, na medida em que estes buscavam a responsabilidade limitada, mas sem a complexidade da sociedade anônima. Com a Revolução Industrial impunha­‑se o preenchimento desse vazio legislativo, a fim de se criar um tipo societário que atendesse aos interesses das pequenas e médias empresas.

No fim do século XIX, em resposta às necessidades de pequenos e médios empre‑ sários, surge um novo tipo societário que conjuga as vantagens das sociedades de capitais e das sociedades de pessoas, isto é, assegura aos sócios responsabilidade limitada pelas obrigações sociais, sem a complexidade da sociedade anônima1. Sem maiores formalida‑ des ou complicações e com riscos limitados de prejuízo, é indubitável que esta é a forma mais aconselhável para os pequenos e médios empreendimentos.

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Medium 9788582711040

Capítulo 10 - Transtornos do humor – depressão e transtorno bipolar

Gustavo M. Estanislau, Rodrigo Affonseca Bressan Grupo A PDF Criptografado

10

Transtornos do humor – depressão e transtorno bipolar

Stan Kutcher

Érika Leonardo de Souza

Pedro Mario Pan

Roberta Paula Schell Coelho

Gustavo M. Estanislau

O QUE É HUMOR?

“Humor” é uma palavra usada para definir um estado emocional. As pessoas têm diversos humores e podem identificá-los em si com base nos seus sentimentos e, nos outros, com base no que é expresso. As emoções podem surgir em resposta a alguma situação ou espontaneamente. Por exemplo, todos já se sentiram tristes ou “para baixo” sem razão aparente, assim como já se sentiram tristes ou “para baixo” depois de viver algo ruim. As emoções são “criadas”, expressas e mantidas em equilíbrio pelo cérebro. Assim, ao ficarmos tristes com algo negativo, nosso humor não fica “triste” para sempre. Para a maioria das pessoas, depois de um tempo, o cérebro conduz o humor de volta ao seu estado normal (Figura 10.1).

Gráfico do humor “normal”

+3

Mudança transitória para (+) polo consequente (+) eventos de vida

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Medium 9788577806188

6. CRIANDO VÍDEOS SÓ DE CORTES

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

108 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

A primeira coisa que você faz ao criar um vídeo é estabelecer uma versão só de cortes. Depois, é possível aplicar transições, efeitos, títulos e movimento, bem como trabalho de composição. Independentemente de utilizar ou não esses efeitos extras, fazer um vídeo só de cortes é uma arte: você quer criar um fluxo lógico para seus clipes, fazer edições de correspondência e evitar cortes de salto ou jump cuts.

O Adobe Premiere Pro oferece várias ferramentas para isso. Dependendo das circunstâncias, você pode trabalhar no painel Trim, utilizar a ferramenta Ripple

Edit ou mover clipes na Timeline utilizando o Source Monitor ou modificadores de teclado. Essas técnicas serão utilizadas nesta lição.

Utilize um storyboard para criar uma montagem preliminar

Diretores de filme e animadores costumam usar sequências de fotos e esboços para visualizar o fluxo da história e os ângulos de câmera. Estes são conhecidos como storyboards e podem ser muito úteis para planejar um projeto e assegurar que você terá as tomadas ou o material de que precisa.

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Medium 9788565848633

Capítulo 4 - O Sistema Vila na Rede Sob a Perspectiva de Valores em Software Social

Maria Cecília Calani Baranauskas, Maria Cecília Martins, José Armando Valente Grupo A PDF Criptografado

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O SISTEMA VILA NA REDE

SOB A PERSPECTIVA DE

VALORES EM SOFTWARE SOCIAL

Roberto Pereira

Maria Cecília Calani Baranauskas

Leonardo Cunha de Miranda

O

Vila na Rede (VnR) é uma rede social inclusiva (RSI), um software social, desenvolvida para e com seu público-alvo. Software social tem sido um termo amplamente utilizado após o advento da web 2.0, normalmente sem uma definição clara ou uma caracterização adequada. Os benefícios, as oportunidades e os desafios trazidos por esses sistemas, embora visíveis, não são claramente conhecidos ou exemplificados. Este capítulo apresenta uma visão atual e crítica sobre o termo software social e mapeia o sistema VnR sob essa perspectiva para demonstrar como um software social pode ser projetado respeitando a cultura e os valores de seus usuários.

INTRODUÇÃO

O sistema VnR é resultado de um projeto de pesquisa que estudou e propôs soluções para os desafios de design de interação e de interface de usuário no contexto de sistemas para o exercício da cidadania, contribuindo para a promoção de uma cultura digital na sociedade. O VnR foi concebido para ser uma rede social que proporcione um ambiente útil, acessível e agradável aos usuários, no qual eles se sintam confortáveis e com o qual possam se identificar; um sistema que faça sentido a seus usuários (Almeida et al., 2009). Redes sociais são comumente apontadas na literatura como exemplos de software social, um termo que ficou conhecido após o advento da web 2.0.

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