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Medium 9788530977511

Capítulo XXXII – Extinção das Obrigações sem Pagamento

PEREIRA, Caio Mário da Silva Grupo Gen PDF Criptografado

C apítulo XXXII

Sumário

162. Novação. 163. Compensação. 164. Transação. 165. Confusão. 166. Compro-

Bibliografia

Extinção das Obrigações sem

Pagamento

Alfredo Colmo, De las Obligaciones en General, nos 733 e segs.; Von Tuhr, Obli-

misso. 167. Remissão.

gaciones, I, nos 73 e segs.; Clóvis Beviláqua, Obrigações, §§ 42 e segs.; Ruggiero e Maroi, Istituzioni di Diritto Privato, § 136; Mazeaud et Mazeaud, Leçons, II, nº

1.208; Karl Larenz, Derecho de Obligaciones, I, pág. 345; Hector Lafaille, Tratado, Obligaciones, I, nº 444; Enneccerus, Kipp y Wolff, Tratado, Obligaciones,

I, § 75; Alberto Trabucchi, Istituzioni di Diritto Civile, nº 243; M. I. Carvalho de

Mendonça, Doutrina e Prática das Obrigações, ed. atualizada por José de Aguiar

Dias, I, nos 340 e segs.; Serpa Lopes, Curso, II, nº 206; Saleilles, Obligations, nº

47; Lacerda de Almeida, Obrigações, nº 85; Planiol, Rippert et Boulanger, Traité Élémentaire, II, nº 1.789; De Page, Traité Élémentaire, III, 2ª parte, nº 565;

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Medium 9788536702582

Capítulo 3 - Radiologia aplicadaà implantodontia

Ricardo de Souza Magini; Cesar Augusto Magalhães Benfatti; Júlio César Matias de Souza Grupo A PDF Criptografado

3

Radiologia aplicada

à implantodontia

BERNARDO BORN PASSONI

RODRIGO OTÁVIO MELIM PASSONI

RICARDO DE SOUZA MAGINI

INTRODUÇÃO

É consenso que a implantodontia baseada na osseointegração é um dos avanços mais significativos da ciência odontológica nos últimos 50 anos. O sucesso da cirurgia de instalação do implante e da reabilitação do paciente se baseia, principalmente, no diagnóstico por imagem. Esta tecnologia contribui para todas as fases do tratamento, desde a avaliação pré-cirúrgica local, a avaliação pós-operatória da osseointegração e a avaliação periódica a longo prazo do estado do implante.1 O sucesso de qualquer procedimento cirúrgico na implantodontia depende da cuidadosa seleção e preparação do paciente.2

Este capítulo apresentará os mais variados exames radiológicos aplicados ao diagnóstico, acompanhamento de lesões periodontais e planejamento de implantes osseointegrados. Na impossibilidade de manutenção do elemento dental deve-se proceder a seleção do paciente considerando todas as variáveis inerentes ao caso, desde seu estado geral até os detalhes do osso remanescente. Para tanto, se faz necessário conhecer os métodos de diagnóstico por imagem que podem ser utilizados como base para a correta abordagem e execução do projeto, que é a colocação adequada destes implantes nos mais diversos sítios dos maxilares e a preservação da saúde periodontal do paciente.

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Medium 9788563308894

22. Aminas

Carey, Francis A. Grupo A PDF Criptografado

936

cAPÍtULo VintE E doiS

Aminas

c A P Í t U L o

22

Aminas

r E S U m o

22.1

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22.17

22.18

22.19

22.20

d o

c A P Í t U L o

Nomenclatura das aminas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 937

Estrutura e ligações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 939

Propriedades físicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 941

Basicidade das aminas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 942

• Aminas como produtos naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 947

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Medium 9788520434628

Dermatoses e Distúrbios Despigmentantes

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

Espécies Canina e Felina

321

Dermatoses e Distúrbios Despigmentantes

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Distúrbios patológicos ou estéticos que envolvem a despigmentação da pele e/ou da pelagem por falta de pigmentação ou dano aos melanócitos.

• Leucotriquia — branqueamento do pelo

(localização inespecífica).

• Poliose — branqueamento do pelo sobre a cabeça e a face.

• Leucodermia — branqueamento da pele.

FISIOPATOLOGIA

• Depende da causa.

• Os melanócitos podem ser lesionados ou destruídos por toxinas (incluindo precursores tóxicos da melanina), mediadores inflamatórios, autoanticorpos e/ou inibidores de melanogênese.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Cutâneo/exócrino.

• Oftálmico.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

O lúpus eritematoso discoide e o pênfigo eritematoso são mais comuns em regiões com exposições mais elevadas à luz ultravioleta.

IDENTIFICAÇÃO

• Piodermite mucocutânea — Pastor alemão.

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Medium 9788536315508

Capítulo 13. Sistema Nervoso Periférico e Atividade Reflexa

Elaine N. Marieb Grupo A PDF Criptografado

13

Sistema Nervoso

Periférico e

Atividade Reflexa

1. Definir o sistema nervoso periférico e listar os seus componentes.

PARTE 1: RECEPTORES

SENSORIAIS E SENSAÇÕES

Visão geral: da sensação à percepção (p. 440-442)

2. Resumir os eventos que levam à sensação e à percepção.

3. Descrever os potenciais geradores e os receptores e a adaptação sensorial.

4. Descrever os principais aspectos da percepção sensorial.

Visão geral dos receptores sensoriais

(p. 442-480)

5. Classificar os receptores sensoriais gerais em relação ao tipo de estímulo, à localização no corpo e à complexidade estrutural.

6. Descrever a estrutura e a função das estruturas acessórias do olho, as camadas do olho, a lente e os humores do olho.

7. Traçar o percurso da luz através do olho para a retina e explicar como a imagem fica em foco para a visão à distância e de perto.

8. Descrever os eventos envolvidos na estimulação dos fotorreceptores pela luz e comparar as diferentes funções dos bastonetes e cones na visão.

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Medium 9788521634348

1 - A Engenharia Estrutural

PILOTTO NETO, Egydio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

A ENGENHARIA ESTRUTURAL

1.1

CONCEITO DE ESTRUTURA

As obras de engenharia civil têm como finalidade o domínio de quatro funções:

1) abrigar,

2) conter,

3) movimentar,

4) transpor.

Abrigar é dar proteção. Qualquer obra que tenha por finalidade proteger contra as intempéries e demais condições hostis ao ser humano e ao material está classificada nessa função. Unidades habitacionais, edificios de escritório, hospitais, garagens, estabelecimentos comerciais, fábricas e demais edificações com paredes e cobertura são exemplos dessa função da engenharia.

Conter é dar condição de suporte e equilíbrio a tudo aquilo que está sujeito à ação da gravidade e deve ser impedido de se movimentar. Um exemplo seria o muro de arrimo para contenção de terreno.

Movimentar é dar condições de movimentação a tudo aquilo que deve ir de um lugar para outro. Canalizações, tubos, bueiros, estradas e demais obras que permitam algum tipo de escoamento são obras de construção que se enquadram nessa função de levar ou conduzir.

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Medium 9788553131242

20.8 PESSOAS JURÍDICAS COLIGADAS

VICECONTI, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Contabilidade Avançada

648

Caso as pessoas jurídicas investidas estejam situadas em país com o qual o Brasil não mantenha tratado ou ato com cláusula específica para troca de informações para fins tributários, a consolidação será admitida se a controladora no Brasil disponibilizar a escrituração contábil em meio digital e a documentação de suporte e desde que não incorram nas condições previstas nas letras “b”, “c”, “d” e “e” do subitem 20.7.8.

A escrituração contábil deve: a) b) c) d)

estar em idioma português; abranger todas as operações da controlada; ser elaborada em arquivo digital padrão; e ser transmitida ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) até o último dia útil do mês de julho do ano-calendário seguinte àquele em que ocorreu a consolidação (redação dada pela IN RFB no 1.577, de 2015).

A Coordenação-Geral de Fiscalização (COFIS) editará normas complementares estabelecendo a forma de apresentação do arquivo digital padrão (letra “c”).

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Medium 9788560031528

11. CONTRATOS DE OPERAÇÃO

Larman, Craig Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

CONTRATOS DE OPERAÇÃO

Quando idéias falham, palavras ficam muito convenientes.

– Johann Wolfgang von Goethe

Objetivos

• Definir operações do sistema.

• Criar contratos para as operações do sistema.

Introdução

Casos de uso ou características do sistema são a principal maneira no PU para descrever o comportamento do sistema, e geralmente são suficientes. Às vezes uma descrição mais detalhada ou precisa do comportamento do sistema tem valor. Contratos de operação usam uma forma pré e pós-condição para descrever modificações detalhadas em objetos em um modelo de domínio, como resultado de uma operação do sistema. Um modelo de domínio é o modelo mais comum de análise OO, mas contratos de operação e modelos de estado (introduzidos na pág. 490) também podem ser artefatos úteis relacionados à AOO.

Contratos de operação podem ser considerados parte do Modelo de Casos de Uso do

PU, porque fornecem mais detalhes de análise sobre o efeito das operações do sistema implícito nos casos de uso.

O que vem a seguir?

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Medium 9788527716482

Capítulo 81 - Reconstruções Mamárias com Retalhos Locais e de Vizinhança

MÉLEGA, José Marcos; VITERBO, Fausto; MENDES, Flávio Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

689

CAPÍTULO 81    Reconstruções Mamárias com Retalhos Locais e de Vizinhança

81

Reconstruções Mamárias com Retalhos

Locais e de Vizinhança

José Carlos Daher  •  Jefferson Di Lamartine  •  Marcela Caetano Cammarota

XX

INTRODUÇÃO

O tratamento do câncer de mama, desde seus primórdios, suscitou ressecções alargadas, uma vez que se assumia como premissa que a maior possibilidade de cura estivesse ligada

à maior ressecção possível dos tecidos comprometidos e circunvizinhos.1 O câncer de mama sempre ocupou os primeiros lugares nas estatísticas brasileiras e ainda representa um dos maiores responsáveis pela mortalidade feminina. As estimativas preveem um risco estimado de 51 casos novos por cada

100 mil mulheres no Brasil por ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA em sua última estimativa (2008).

Os registros de sua incidência  mostraram um aumento progressivo nas décadas de 1950 a 1990, devido às campanhas de prevenção e  popularização dos meios diagnósticos. Como consequência esperada dessa divulgação e com as novas técnicas de propedêutica e tratamento precoce, houve um declínio da mortalidade nos países desenvolvidos após a década de 1990.2

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Medium 9788547233570

14. Da Política de Atendimento

ROSSATO, Luciano Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Da Política de Atendimento

LIVRO II

PARTE ESPECIAL

TÍTULO I

DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 86. A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não governamentais, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Art. 87. São linhas de ação da política de atendimento:

I – políticas sociais básicas;

II – serviços, programas, projetos e benefícios de assistência social de garantia de proteção social e de prevenção e redução de violações de direitos, seus agravamentos ou reincidências; (Redação dada pela Lei n. 13.257, de 2016)

III – serviços especiais de prevenção e atendimento médico e psicossocial às vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão;

IV – serviço de identificação e localização de pais, responsável, crianças e adolescentes desaparecidos;

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Medium 9788530982515

Parte II - Seção I – Delitos contra as Relações de Consumo. Lei 8.078/1990 – Código de Defesa do Consumidor (arts. 61 a 74)

PRADO, Luiz Regis Grupo Gen PDF Criptografado

Seção I

DELITOS CONTRA AS RELAÇÕES DE CONSUMO.

LEI 8.078/1990 – CÓDIGO DE DEFESA DO

CONSUMIDOR (ARTS. 61 A 74)

1.1. RELAÇÕES DE CONSUMO: CONSIDERAÇÕES GERAIS

Art. 61. Constituem crimes contra as relações de consumo previstas neste Código, sem prejuízo do disposto no Código Penal e leis especiais, as condutas tipificadas nos artigos seguintes.

Art. 62. (Vetado.)

A doutrina ainda não é unívoca quanto à origem do Direito do Consumidor, principalmente no âmbito penal. Segundo alguns, seus indícios datam da Idade Antiga, de “onde se pode ver que, já na época clássica romana, se penalizavam a especulação e o açambarcamento, se estabeleciam limites de preços, se obrigava à declaração de mercadorias na alfândega, se penalizava a falsificação de produtos alimentares, infracções cuja punição podia mesmo consistir na pena de morte”.1 Outros entendem que a consciência da importância e necessidade de tutelar a relação do consumo somente surgiu na Idade

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Medium 9788536304632

Capítulo 1 - O lúdico nos processosde desenvolvimento eaprendizagem escolar

Macedo, Lino de Grupo A PDF Criptografado

10

MACEDO, PETTY & PASSOS

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

O que significa desenvolvimento? Para uma reflexão sobre esse termo, propomos sua decomposição nas quatro partes que o constituem: des + en + volvi + mento. O sufixo –mento expressa processo, algo que está em curso e que se realiza dinamicamente. O verbo –volv significa voltar, retornar. O prefixo en–, de natureza espacial ou topológica, indica aproximação, direção em relação a algo. O prefixo des–, ao contrário do anterior, marca um movimento para fora, que tira, expande ou nega aquilo que lhe sucede, ou seja, tem uma conotação temporal, histórica. Portanto, desenvolvimento refere-se a um processo construtivo que, ao se voltar para dentro, incluir, ao mesmo tempo amplifica-se, desdobra-se para fora. Ao envolver, marca sua função espacial, reversível, de abertura para todas as possibilidades ou combinações; ao se negar, expressa sua condição necessária, irreversível e histórica que, inserida no fluxo do existir, só pode desenrolar-se conservando sua identidade no jogo de suas transformações. Nascidos para a vida e o seu desenvolvimento, o contrário disso, de modo permanente ou transitório, é a morte, a doença, o sofrimento, a dissociação, um ser sem sentido, que vaga nas incertezas ou exclusões, sem lugar, sem tempo e sem possibilidade de conhecimento ou realização.

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Medium 9788547228606

GABARITO

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

440 Legislação Penal Especial Esquematizado®

José Paulo Baltazar Junior

toridade judicial que não ordena o relaxamento de prisão ou detenção ilegal que lhe tenha sido comunicada pratica apenas infração administrativa.

( ) Certo ( ) Errado

JJ GABARITO 

1. “a”. Somente a assertiva II está correta (LAA, art. 6º, § 5º).

2. “c”.

3. “Certo”. STJ, Súmula 172.

4. “b”. LAA, art. 5º.

5. “Errado”.

2_Legislacao_Especial_Esquem._413_762_Baltazar.indd 440

26/12/2017 08:57:52

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Medium 9788536319674

Capítulo 9 - Questões controversas, evidências e pedagogia

James McKernan Grupo A PDF Criptografado

Currículo e imaginação

Questões controversas, evidências e pedagogia

185

9

E verdadeiramente eu também falo como alguém que não sabe – apenas adivinha. Mas há uma diferença de tipo entre a opinião e o conhecimento certos, essa, me parece, eu não adivinho; mas das poucas coisas, se há alguma, que eu alegaria saber, essa é uma delas.

Platão, Meno, 98b

Lawrence Stenhnouse (1975, p. 6) lembrou-nos que:

Os profetas educacionais podem ensinar a sabedoria privada, mas os educadores devem lidar com o conhecimento público e com questões carregadas de valor.

Como funcionários públicos, os professores são responsabilizados por suas ações e desempenho. Além disso, a profissão é comprometida em empregar uma perspectiva interpretativa e prática para auxiliar os alunos em suas compreensões. Mesmo assim, o simples conhecimento ou, na verdade, o desenvolvimento de teorias persuasivas, não é o objetivo de nossa pedagogia.

A meta do ensino é que os alunos reconheçam verdadeiramente a relação entre conhecimento e ação e suas consequências por meio de uma investigação conjunta em sala de aula. Compreender a cultura e as questões controversas levantadas pelo conflito de valores parece ser, para mim, o ponto mais importante da educação. Eu abordarei isso em conexão com meu próprio trabalho dentro do ensino de uma disciplina de fundamentos da educação para alunos iniciantes de um curso de formação de professores.

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Medium 9788547227661

5.2 Uso regular e irregular do poder

MAZZA, Alexandre Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Poderes da Administração

5.1 Poderes-deveres

Para o adequado cumprimento de suas atribuições constitucionais, a legislação confere à Administração Pública competências especiais. Sendo prerrogativas rela­ cionadas com obrigações, as competências administrativas constituem verdadeiros poderes-deveres instrumentais para a defesa do interesse público.

A doutrina costuma incluir nesse capítulo o estudo de sete poderes da Admi­ nistração: a) vinculado; b) discricionário; c) disciplinar; d) hierárquico; e) regulamentar; f) de polícia; g) normativo1.

5.2 USO REGULAR E IRREGULAR DO PODER

Quando o agente público exerce adequadamente suas competências, atuan­ do em conformidade com o regime jurídico administrativo, sem excessos ou desvios, fala-se em uso regular do poder.

Porém, quando a competência é exercida fora dos limites legais ou visando interesse alheio ao interesse público, ocorre o uso irregular do poder, também conhecido como abuso de poder.

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