54931 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521618782

Capítulo 19 - Energias Alternativas e o Meio Ambiente

Daniel B. Botkin, Edward A. Keller Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 19

Energias Alternativas e o

Meio Ambiente

OBJETIVOS DE

APRENDIZADO

Entre as alternativas aos combustíveis fósseis e energia nuclear existem os biocombustíveis, energia solar, energia hídrica, energia eólica e energia geotérmica. Algumas dessas alternativas já estão sendo utilizadas, e os esforços estão sendo feitos para desenvolver outras. Após a leitura deste capítulo, deve-se saber:

• As vantagens e desvantagens de cada tipo de energia alternativa.

• O que são sistemas de energia passivos, ativos e fotovoltaicos.

• Por que o hidrogênio pode ser um importante combustível do futuro.

• Por que é pouco provável que a energia hidráulica obtenha maior importância no futuro.

• Por que a energia eólica tem um potencial enorme, e como seu desenvolvimento e utilização podem afetar o ambiente.

• Se os biocombustíveis são capazes de substituir os combustíveis fósseis.

• O que é a energia geotérmica e como o seu desenvolvimento e utilização afetam o meio ambiente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547211660

SÚMULA N. 410 AÇÃO RESCISÓRIA. REEXAME DEFATOS E PROVAS. INVIABILIDADE

KLIPPEL, Bruno Editora Saraiva PDF Criptografado

436 Direito Sumular Esquematizado® — TST

Bruno Klippel

lesionada. Toma-se, desse modo, parcial a prescrição, contando-se do vencimento de cada prestação periódica resultante do direito protegido por lei. São exemplos de parcelas sujeitas à prescrição total, segundo a jurisprudência: gratificações ajustadas, salário-prêmio etc. e que não são derivadas de expressa criação de preceito de lei, mas dispositivo regulamentar ou contratual”.

A exposição serve para demonstrar que essa diferença — prescrição total e par­ cial — é totalmente jurisprudencial e doutrinária, não derivando da lei, pois o art. 7º,

XXIX, da CRFB/88 tão somente afirma ser direito dos trabalhadores “ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho”.

Isso significa dizer que não há violação aos referidos artigo e inciso da CRFB/88, de modo que se reconhece a prescrição total quando seria hipótese de parcial, ou vice-ver­sa, pois a Carta Magna não faz tão diferenciação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520439265

10. Terapia de expansão pulmonar

RIBEIRO, Denise Cardoso; SHIGUEMOTO, Tathiana Santana Editora Manole PDF Criptografado

10

TERAPIA DE EXPANSÃO PULMONAR

F E R N A N D O S I LVA G U I M A R Ã E S

S A R A L U C I A S I LV E I R A D E M E N E Z E S

JULIANA FLáVIA DE OLIVEIRA

PrINCÍPIOS FISIOLÓGICOS DAS TÉCNICAS

DE EXPANSÃO PULMONAR

As bases fisiológicas das técnicas de expansão pulmonar, sejam elas realizadas com objetivo profilático ou para a resolução de atelectasias, podem ser discutidas com base na relação entre a pressão de distensão aplicada e a modificação de volume pulmonar resultante.

Utilizando-se modelos mecânicos simplificados, podemos entender as formas pelas quais a expansão pulmonar pode ocorrer:

• Redução da pressão pleural: a contração dos músculos inspiratórios (MM) determina a expansão da parede torácica. Essa expansão faz com que a pressão ao redor do pulmão, ou seja, a pressão pleural

(Ppl), diminua, ocasionando o “tracionamento” dos pulmões e, consequentemente, a expansão.

Esse processo gera um gradiente de pressão alveolar (Palv), que é menor que a pressão externa ou de abertura das vias aéreas (Pao) (Palv < Pao), res• ponsável pelo fluxo inspiratório (V) (ver Figura 1).

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021929

28 Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

A Lei nº 9.528, de 10-10-1997, acrescentou o § 4º ao art. 58 da Lei nº 8.213 de 24-7-1991, segundo o qual a empresa deve elaborar e manter atualizado o perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este cópia autenticada deste documento, quando da rescisão do contrato de trabalho, como vemos na íntegra a seguir:

“Art. 58. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

§ 4º A empresa deverá elaborar e manter atualizado perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica deste documento. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9.528, de 10-12-97).”

Ver todos os capítulos
Medium 9788597019445

24 Gestão empreendedora

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen ePub Criptografado

Este último capítulo trata das pessoas que são gestoras de suas próprias empresas. A pessoa que assume o risco de começar uma empresa é um empreendedor. Empreendedor é uma palavra que vem do latim imprendere, que significa “decidir realizar tarefa difícil e laboriosa” ou “colocar em execução”.

A ideia do empreendedorismo está associada a pessoas que mobilizam recursos e correm riscos para criar empresas. Embora existam empreendedores em todas as áreas da atividade humana, em seu sentido restrito, a palavra designa a pessoa que cria uma empresa – uma organização de negócios. É dessa pessoa que este capítulo trata.

Veja na Figura 24.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 24.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao completar o estudo deste capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• O que é uma empresa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731270

17 - Comunicação, Saúde e Doença | A Busca de um Diálogo

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso Grupo Gen PDF Criptografado

158  PARTE 4    ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS DA INTERVENÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Capítulo 17

Fernando Lefèvre

Ana Maria Cavalcanti Lefèvre (in memoriam)

Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Rachelle Balbinot

Comunicação, Saúde e Doença |

A Busca de um Diálogo

Objetivo

Ao término deste capítulo, o leitor estará apto a:

�� Promover a reflexão sobre o conceito de saúde e, utilizando uma experiência de pesquisa empírica de representação social, propor uma metodologia para a comunicação efetiva no trabalho em saúde.

Síntese do conteúdo

Este capítulo abordará os seguintes tópicos:

�� Plano simbólico das sociedades e diagnose no campo da saúde e da doença

�� Pesquisas com o uso da metodologia do discurso do sujeito coletivo e intervenções pedagógicas com vistas à viabilização da diagnose em saúde.

\\ PLANO SIMBÓLICO DAS SOCIEDADES E DIAGNOSE

NO CAMPO DA SAÚDE E DA DOENÇA

Toda sociedade é constituída por um plano simbólico que pode ser configurado como um sistema de crenças ou representações compartilhadas que permitem a comunicação ou a troca de sentidos entre seus membros, conferindo-lhe coesão.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788502627420

Autores

MACEDO JUNIOR, Ronaldo Porto Editora Saraiva PDF Criptografado

 Sobre os autores e os tradutores 

Autores

Ino Augsberg

Nascido em 1976. Estudo de Filosofia, História da

Arte, Ciências Literárias e Direito em Freiburg e Heidelberg. Doutorado em Filosofia, 2001. Primeiro Exame do

Estado (Erstes Juristisches Staatsexamen) em 2004. De maio de 2004 a abril de 2008, assistente acadêmico no

Seminário de Direito Público e Teoria do Estado na

Universidade de Hamburgo (com Prof. Karl-Heinz Ladur). Segundo Exame do Estado (Zweites Juristisches

Statesexamen), 2006. Doutorado em Direito, 2008.

Habilitação em 2013. Desde o semestre de inverno

2013/2014, sucessor de Robert Alexy na Cátedra de

Filosofia do Direito e Direito Público, bem como codiretor do Hermann Kantorowicz-Instituts für juristische

Grundlagenforschung na Christian-Albrechts da Christian-Albrechts Universität zu Kiel.

Ricardo Campos

Estudo, de 2002 a 2008. Ciências Jurídicas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universität

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729581

29 - Infecção pelo HIV e AIDS

NETTINA, Sandra M. Grupo Gen PDF Criptografado

29

Infecção pelo HIV e AIDS

Considerações gerais e avaliação, 1021

Transmissão e desenvolvimento, 1021

Avaliação diagnóstica, 1023

Manejo, 1024

Tratamento farmacológico, 1024

Manutenção da saú­de, 1027

Considerações gerais e avaliação

O vírus da imunodeficiên­cia humana (HIV ) é uma infecção viral transmitida de pessoa para pessoa. Com o passar do tempo, o HIV sobrecarrega a capacidade do sistema imunológico de coordenar uma resposta positiva contra a infecção. Essa erosão da função imunológica leva anos para ocorrer, e o estado final de desintegração das defesas contra infecções oportunistas é denominado síndrome de imunodeficiên­cia adquirida (AIDS). Sem tratamento antirretroviral, a infecção pelo HIV é quase universalmente fatal.

Desde que a síndrome de imunodeficiên­cia associada ao HIV foi descrita pela primeira vez, em 1981, grandes avanços foram conquistados nos cuidados e no tratamento de in­di­ví­duos portadores de HIV. Entretanto, o HIV matou mais de 25 milhões de pessoas nos últimos 30 anos, e, em 2011, aproximadamente 34 milhões de pessoas no mundo inteiro estavam convivendo com o vírus. Nos

Ver todos os capítulos
Medium 9788584933266

Post Scriptum

Rocha, Sergio André Grupo Almedina PDF Criptografado

Post ScriptumEste texto foi originariamente escrito para o derradeiro volume da coleção“Grandes Questões Atuais do Direito Tributário”. Ele traz uma continuidade dos comentários constantes no presente livro, de modo que nos pareceu interessante incluí­‑lo neste trabalho.Desafios Presentes e Futuros do Processo Administrativo FiscalIntroduçãoO tema proposto para este texto, “Desafios Presentes e Futuros do ProcessoAdministrativo Fiscal”, não poderia ser mais contemporâneo, tendo em vista a repercussão da chamada “Operação Zelotes”, que colocou em xeque o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (“CARF”), mais importante órgão administrativo de revisão de lançamentos de ofício em atuação no Brasil.Diante da multiplicidade de processos administrativos fiscais, tendo em vista o sistema tributário federativo adotado pela Constituição Federal, para que possamos ter um único modelo como paradigma focaremos nossas atenções, neste artigo, no processo administrativo fiscal federal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530982911

Capítulo XV – Disposições Comuns

CARNEIRO, Paulo Cesar Pinheiro Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XV

DISPOSIÇÕES COMUNS

150. CUMULAÇÃO DE INVENTÁRIOS

O artigo 672 do novo CPC, analisado nos itens 123 a 126 do capítulo sobre o processo judicial, permite a cumulação de inventários na hipótese da existência de herdeiros comuns, os autores das heranças serem cônjuges ou companheiros ou se houver entre as partilhas relação de interdependência.

Tal possibilidade aplica-se ao inventário por escritura desde que presentes os mesmos requisitos, não havendo que se falar em eventual prejuízo para quem quer que seja. O importante é que haja o preenchimento tanto das condições que autorizam a realização do inventário pela via extrajudicial (item 135, supra), assim como daqueles relativos à cumulação anteriormente mencionados.

151. INVENTÁRIO NEGATIVO

Conforme estudado no capítulo sobre o inventário judicial, no item 4, a existência de inventário negativo é uma verdadeira aberração jurídica. Como examinado, naquela ocasião, o instituto não faz sentido tanto do ponto de vista moral, já que despreza o valor das declarações dos indivíduos, quanto do ponto de vista legal, pois não se admite mera declaração de um fato.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597007305

Capítulo XIII – Responsabilidade dos Médicos, Advogados e de Outros Profissionais

CAVALIERI FILHO, Sergio Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XIII

RESPONSABILIDADE DOS MÉDICOS,

ADVOGADOS E DE OUTROS PROFISSIONAIS

110 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Algumas profissões, pelos riscos que representam para a sociedade, estão sujeitas a disciplina especial. O erro profissional, em certos casos, pode ser fatal, razão pela qual é preciso preencher requisitos legais para o exercício de determinadas atividades laborativas, que vão desde a diplomação em curso universitário, destinado a dar ao profissional habilitação técnica específica, até a inscrição em órgão especial. Estão nesse elenco os médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros etc.

O preenchimento desses requisitos, todavia, não exime o profissional de responder pelos danos que eventualmente causar a outrem por violação de dever a que estava profissionalmente adstrito. O Código do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), em seu art. 14, § 4º, estabeleceu como regra a responsabilidade subjetiva para os profissionais liberais prestadores de serviços.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636335

6 Transformador de Potencial

João Mamede Filho Grupo Gen ePub Criptografado

Os transformadores de potencial são equipamentos que permitem aos instrumentos de medição e proteção funcionarem adequadamente sem que seja necessário possuir tensão de isolamento de acordo com a da rede à qual estão ligados.

Na sua forma mais simples, os transformadores de potencial possuem um enrolamento primário de muitas espiras e um enrolamento secundário por meio do qual se obtém a tensão desejada, normalmente padronizada em 115 V ou Dessa forma, os instrumentos de proteção e medição são dimensionados em tamanhos reduzidos com bobinas e demais componentes de baixa isolação.

Os transformadores de potencial são equipamentos utilizados para suprir aparelhos que apresentam elevada impedância, tais como voltímetros, relés de tensão, bobinas de tensão de medidores de energia etc. São empregados nos sistemas de proteção e medição de energia elétrica de acordo com as suas características elétricas. Em geral, são instalados junto aos transformadores de corrente, tal como se observa na Figura 6.1, no caso, uma subestação ao tempo de 230 kV de tensão nominal. Já a Figura 6.2 mostra a instalação de um transformador de potencial na sua base de concreto armado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427033

11. Exercício físico e sua importância para o sono

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

11

Exercício físico e sua impor tância para o sono

Marcio Vinícius Rossi

Marco Túlio de Mello

Sergio Tufik

Introdução

Nas últimas décadas, têm aumentado o conhecimento sobre o sono e suas funções e também sobre o exercício físico e suas características, bem como o reconhecimento da importância de ambos para a saúde humana. Estudos têm mostrado que tanto a prática do exercício físico quanto uma boa qualidade do sono durante a noite podem refletir na qualidade de vida. Além disso, parece haver uma importante interação entre ambos, apesar de muitas vezes não existir consenso na literatura a respeito do modo como um comportamento pode influenciar o outro.

Para um melhor entendimento do assunto, este capítulo revisará o tema abordado. Para tanto, será apresentada uma breve discussão sobre o sono e o exercício físico e a importância da interação entre ambos para a saúde humana.

Sono

Durante décadas, assumiu-se que a atividade cerebral era amplamente reduzida ou mesmo ausente durante o sono.1 No entanto, o conhecimento sobre o sono e seus distúrbios aumentou de maneira significativa a partir da metade do século passado, com a

125

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731300

PARTE 5: 60 - Colectomia Total e Proctocolectomia Total

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

60

Colectomia Total e Proctocolectomia Total

INDICAÇÕES  As indicações eletivas mais comuns de colectomia total são retocolite ulcerativa e polipose familiar. No entanto, os procedimentos de conservação do esfíncter como a anastomose ileoanal (Capítulo 64) devem ser considerados em pacientes com bom risco cirúrgico. Nos pacientes com retocolite ulcerativa e risco muito alto, sobretudo quando há uma complicação como a perfuração livre, é prudente realizar a operação em duas etapas. A ressecção do reto é adiada até que a condição do paciente seja menos grave. Não se pode deixar de considerar a possibilidade de neoplasia maligna em pacientes com retocolite ulcerativa há muitos anos. Na polipose congênita, deve‑se considerar a preservação do ânus e da parte inferior do reto por ileoproctostomia, na qual os pólipos na parte preservada do reto que não desaparecem espontaneamente podem ser destruídos por repetidas sessões de fulguração. A colectomia total também é realizada na colite grave de outras etiologias, sobretudo na colite pseudomembranosa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530985349

Capítulo 35 – Cumprimento provisório de sentença

Haroldo Lourenço Grupo Gen ePub Criptografado

Inicialmente, cumpre registrar que, a rigor, não é o cumprimento que é provisório, mas o título que a sustenta. O determinante nesse ponto é a estabilidade do título: se definitivo ou provisório.

Busca-se compensar o credor em virtude da interposição de recurso por parte do devedor, bem como desestimular a utilização de recursos protelatórios, postergando indefinidamente o início da atividade executiva.

Cumpre registrar a regra esculpida no art. 995 do CPC/2015, de onde se extrai que os recursos no processo civil, em regra, não suspendem a eficácia da decisão. Sendo assim, em regra, interposto recurso será admissível cumprimento provisório de sentença (art. 1.027, § 2º, art. 1.026 e art. 1.029, § 5º), contudo, por exemplo, interposta uma apelação não será admissível cumprimento provisório, salvo se for uma das hipóteses previstas no art. 1.012, § 1º.

A grande dificuldade está em conciliar os interesses do credor e do devedor, exigindo-se requerimento para o cumprimento de sentença provisório, além de assegurar a reversibilidade da execução e a atribuir responsabilidade objetiva ao exequente.

Ver todos os capítulos

Carregar mais