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Medium 9788527732888

32 - Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde e Elaboração do Diagnóstico Fisioterapêutico em UTI

MACHADO, Maria da Glória Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

32

Classificação Internacional de Funcionalidade,

Incapacidade e

Saúde e Elaboração do Diagnóstico

Fisioterapêutico em UTI

Daniel da Cunha Ribeiro  •  Bruno Prata Martinez

Introdução

O conjunto das classificações da descrição dos estados de saú­ de da Organização Mundial da Saú­de (OMS) tem por objetivo uniformizar as informações sobre saú­de, como diagnóstico, incapacidade, razões para a busca do serviço de saú­de, aná­ lise da prevalência de doen­ças e cuidados oferecidos à popu­ lação. Esta linguagem padronizada possibilita a comparação e comunicação mundial acerca dos eventos de saú­de relatados.

A Classificação Internacional de Doenças (CID) é a ferra­ menta mais utilizada para a classificação de doen­ças, epide­ miologia, gestão da saú­de e fins clínicos. A partir do momento em que as pessoas começaram a viver mais tempo, quando aumentaram as doen­ças crônicas e suas conse­quências, a de­ finição e a mensuração da incapacidade tornaram-se tema de crescente interesse.

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Medium 9788521620389

14 Tubulões e Caixões. Infraestrutura

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

14

Tubulões e Caixões.

Infraestrutura

14.1 Tubulões

Os tubulões são fundações construídas “concretando‑se um poço aberto no terreno ou fazendo descer, por escavação interna, um tubo, geral‑ mente de concreto armado ou de aço, que é posteriormente cheio com concreto simples ou armado. No caso de revestimento com tubo metá‑ lico, este poderá, ou não, ser recuperado”.

14.2 Tubulões a Céu Aberto

O tipo mais elementar de tubulão é aquele que resulta de um simples poço perfurado manualmente e a céu aberto. A sua técnica de execu‑

ção dispensa explicações. O seu emprego é limitado a solos coesivos e acima do nível d’água.

No chamado sistema Chicago (Fig. 14.1), a escavação é feita a pá, em etapas, cuja profundidade varia de 0,5 m para argilas moles até aproxi‑ madamente 2 m para argilas rijas. Escoradas as paredes com pranchas verticais de madeira, ajustadas por meio de anéis de aço, escava‑se nova etapa e, assim, prossegue‑se.

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Medium 9788582714034

Capítulo 1 - Introdução à Fisiologia

Dee Unglaub Silverthorn Grupo A PDF Criptografado

1

A tendência atual do pensamento fisiológico está voltada claramente para um aumento da ênfase sobre o funcionamento do corpo humano como uma unidade.

Ernest G. Martin, prefácio de

The Human Body 10ª edição,

1917.

Introdução à Fisiologia

TÓPICOS ABORDADOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

A fisiologia é uma ciência integrativa 2

Sistemas de controle e homeostasia 13

1.1 Definir fisiologia.

1.2 Criar uma lista dos diferentes níveis de organização desde os átomos até a biosfera.

1.3 Citar cada um dos 10 sistemas de

órgãos do corpo e descrever as suas funções.

1.12 Citar os três componentes de um sistema de controle e dar um exemplo desse tipo de sistema.

1.13 Explicar a relação entre uma variável regulada e o seu ponto de ajuste.

1.14 Comparar controle local, controle de longa distância e controle reflexo.

1.15 Explicar a relação entre uma alça de resposta e uma alça de retroalimentação.

1.16 Comparar retroalimentação negativa, retroalimentação positiva e controle antecipatório. Citar um exemplo de cada.

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Medium 9788536325750

Capítulo 12 - Paciente com risco de sangramento submetido a terapia trombolítica

Mirian Almeida; Fátima Lucena; Elenara Franzen; Maria Do Carmo Laurent Grupo A PDF Criptografado

12

Paciente com Risco de sangramento submetido a terapia trombolítica*

Betina Franco, Ana Valéria Furquim Gonçalves

Lisiane Manganelli Girardi Paskulin, Beatriz Hoppen Mazui

Estudo de caso

Paciente masculino, 76 anos, branco, casado, aposentado, procedente de Porto

Alegre, portador de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melito (DM), em atendimento no ambulatório do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Chegou ao serviço de emergência acompanhado pela filha, com queixa de cefaleia, tontura, perda de força e de sensibilidade no hemicorpo direito e dificuldade para falar.

Conforme relato da família, os sintomas haviam iniciado uma hora antes da chegada do paciente ao serviço de emergência.

No primeiro momento, o paciente foi acolhido pela enfermeira, que, durante a avaliação inicial, reconheceu os sinais e sintomas de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) agudo, avaliando­‑o de alto risco, cor vermelha, de acordo com o protocolo de acolhimento com avaliação e classificação de risco do serviço de emergência do HCPA.1 No momento da classificação de risco, o paciente apresentava os seguintes sinais vitais: PA: 145/77 mmHg, FC: 90 bpm, FR: 20 mpm, Tax: 36 °C,

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Medium 9788522478804

9 A Loja: Atmosfera e Layout

CASAS, Alexandre Luzzi Las Grupo Gen PDF Criptografado

9

A Loja: Atmosfera e Layout

Um varejista necessita ter uma boa localização conforme foi visto anteriormente no Capítulo 4, mas para que atraia os consumidores de forma que entrem na loja há necessidade de algumas importantes considerações. Uma delas é quanto à conveniência do local, o modo com que o varejista proporciona facilidades para quem o procura.

Um estabelecimento localizado em rua de grande trânsito de automóveis deve proporcionar estacionamento para os visitantes, caso contrário muitos podem preferir outras lojas que sejam mais acessíveis e, adicionalmente, deve ter uma sinalização que chame a atenção dos motoristas. Por outro lado, um varejo estabelecido em local de muito fluxo de pedestres deve ser visível aos transeuntes e ser de fácil acesso. Isso facilita a entrada dos consumidores. Muitas vezes, são necessárias certas mudanças nos contornos para proporcionar aumento do fluxo.

Um proprietário de uma lanchonete na estação de trem de Osasco em São Paulo percebeu que os clientes que passavam pela lanchonete, ao sair na estação, passavam pelas vitrines de sua loja olhando e ajeitando-se devido ao congestionamento dos trens.

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Medium 9788553602667

10. Terrorismo e lei dos crimes hediondos

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

7. Competência

De acordo com o disposto no art. 11 da Lei, a competência será da

Justiça Federal: “Para todos os efeitos legais, considera-se que os crimes previstos nesta Lei são praticados contra o interesse da União, cabendo

à Polícia Federal a investigação criminal, em sede de inquérito policial, e à Justiça Federal o seu processamento e julgamento, nos termos do inciso IV do art. 109 da Constituição Federal”. Assim, competirá à Polícia Federal a investigação dos crimes de terrorismo; ao Ministério Público Federal a propositura da competente ação penal; e à Justiça Federal o seu processamento e julgamento.

8. Ação penal

A ação é pública incondicionada, devendo ser proposta pelo Ministério Público Federal.

9. Imprescritibilidade

O delito será imprescritível quando for praticado por grupo armado, civil ou militar, e visar abalar a ordem constitucional e o Estado

Democrático (CF, art. 5º, XLIV).

10. Terrorismo e lei dos crimes hediondos

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Medium 9788580556025

Capítulo 149. Doenças colônicas e anorretais

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Doenças colônicas e anorretais

CAPÍTULo 149

949

Para uma discussão mais detalhada, ver Friedman S, Blumberg

RS: Doença inflamatória intestinal, Cap. 351, p. 1947, do Medicina

Interna de Harrison

Harrison, 19ª edição.

149

Doenças colônicas e anorretais

SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL (SII)

Caracterizada por alteração dos hábitos intestinais, dor abdominal e ausência de uma doença orgânica detectável. É a doença GI mais comum na prática clínica.

Ocorrem três tipos de apresentações clínicas: (1) cólon espástico (dor abdominal crônica e constipação), (2) alternância de constipação e diarreia, ou (3) diarreia crônica indolor.

FISIOPATOLOGIA

É comum a hiperalgesia visceral aos estímulos mecanorreceptores. As anormalidades relatadas incluem motilidade colônica alterada em repouso e em resposta a estresse, agentes colinérgicos, colecistocinina; motilidade alterada do intestino delgado; sensibilidade visceral exacerbada (limiar da dor mais baixo em resposta à distensão intestinal); e inervação extrínseca anormal do intestino. Os pacientes que procuram o médico com a SII exibem maior frequência de problemas psicológicos – depressão, histeria e transtorno obsessivo-compulsivo. A intolerância a alimentos específicos e a má absorção de ácidos biliares pelo íleo terminal podem ser responsáveis por uns poucos casos.

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Medium 9788547229498

15.1. AJUSTES ORÇAMENTÁRIOS

RAMOS FILHO, Carlos Alberto Moraes Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Créditos Adicionais

JJ 15.1. AJUSTES

ORÇAMENTÁRIOS

Como bem observa António L. de Sousa Franco, “o Orçamento, como previsão que é, pode não cobrir situações imprevistas que venham a ocorrer durante o ano e a que a Administração Pública tem de fazer frente”1.

Assim, sob a denominação ajustes orçamentários, temos as alterações que se impõem à Lei Orçamentária, adequando-a, quantitativa e qualitativamente, à realidade constatada na sua execução, ao longo do exercício financeiro ao qual se refira.

Isto ocorre, como adverte Jair Cândido da Silva, “em razão da forma como os recursos são disponibilizados e da rapidez com que as políticas se alternam, principalmente por se tratar de um documento cujos dados são estimados, tanto para as receitas quanto para as despesas, o que torna as modificações imprescindíveis ao alcance dos propósitos deste documento”2. Ademais, como destaca Geraldo de Camargo Vidigal, as previsões humanas são invariavelmente imperfeitas e as surpresas conjunturais ampliam as margens de imperfeição3.

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Medium 9788553603138

3. Tipo objetivo: adequação típica

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

FALSIDADE IDEOLÓGICA

LXXXII

Sumário: 1. Bem jurídico tutelado. 2. Sujeitos do crime. 3. Tipo objetivo: adequação típica. 3.1. Falsidade ideológica e falsidade material: distinção. 4. Tipo subjetivo: adequação típica. 5. Consumação e tentativa. 6. Classificação doutrinária.

7. Figuras majoradas da falsidade ideológica. 8. Algumas questões especiais. 9. Pena e ação penal.

Falsidade ideológica

Art. 299. Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante:

Pena – reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa, se o documento é particular.

Parágrafo único. Se o agente é funcionário público, e comete o crime prevalecendo-se do cargo, ou se a falsificação ou alteração é de assentamento de registro civil, aumenta-se a pena de sexta parte.

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Medium 9788547215187

Capítulo XXIII - O Divórcio como Forma de Extinção do Vínculo Conjugal

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLINA FILHO, Rodolfo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XXIII

O Divórcio como Forma de

Extinção do Vínculo Conjugal

Sumário: 1. Introdução. 2. Formas de extinção do vínculo conjugal. 2.1. Conceito de divórcio. 2.2. A morte como forma de extinção do vínculo conjugal. 2.3. Invalidade do casamento. 3. Fases históricas do divórcio no Brasil. 3.1. Indissolubilidade absoluta do vínculo conjugal (ausência de divórcio). 3.2. Possibilidade jurídica do divórcio, com imprescindibilidade da separação judicial como requisito prévio. 3.3. Ampliação da possibilidade do divórcio, seja pela conversão da separação judicial, seja pelo seu exercício direto. 3.4. O divórcio como o exercício de um direito potestativo. 4. A matemática do divórcio. 5. Tratamento jurídico atual do divórcio no Brasil. 5.1. Um pouco da história da Emenda Constitucional n.

66/2010. 5.2. Objeto da Emenda. 5.2.1. Extinção da separação judicial. 5.2.2. Extinção do prazo de separação de fato para o divórcio. 5.3. Tipologia contemporânea do divórcio no Brasil. 6. O divórcio extrajudicial. 7. O divórcio judicial. 7.1.

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Medium 9788582713112

Capítulo 16 - Técnicas e modalidades de supervisão em psicodiagnóstico

Claudio Simon Hutz (Org.); Denise Ruschel Bandeira (Org.); Clarissa Marceli Trentini (Org.); Jefferson Silva Krug (Org.) Grupo A PDF Criptografado

16

TÉCNICAS E MODALIDADES

DE SUPERVISÃO EM

PSICODIAGNÓSTICO

Denise Balem Yates

A

s pesquisas sobre os processos de supervisão em psicologia têm uma trajetória relativamente longa, desde meados da década de 1980 (Barker, 2014). Ainda assim, revisões sistemáticas e metanálises (Ellis, Ladany, Krengel, & Schult, 1996; Watkins, 2012) apontam para a escassez de modelos teóricos baseados em evidências que delimitem de forma clara como ocorre o desenvolvimento do supervisionando e a formação do próprio supervisor ao longo do processo. Algumas iniciativas de sistematização do conhecimento produzido sobre o tema até o momento podem ser destacadas, como as Diretrizes para Supervisão

Clínica em Serviços de Saúde Psicológica (American Psychological Association [APA], 2015). Contudo, poucos estudos são destinados especificamente à descrição ou ao estudo da supervisão em avaliação psicológica, sendo a maior parte da produção científica em psicologia voltada para a supervisão e a formação em psicoterapia.

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Medium 9788521615057

CAPÍTULO 13: RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

KITTEL, Charles Grupo Gen PDF Criptografado

13

Ressonância Magnética

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR

Equações de movimento

LARGURA DE LINHA

Estreitamento por movimento

DESDOBRAMENTO HIPERFINO

Exemplos: defeitos pontuais paramagnéticos

Centros F em halogenetos alcalinos

Átomos de doadores em silício

Deslocamento de Knight

RESSONÂNCIA NUCLEAR QUADRUPOLAR

RESSONÂNCIA FERROMAGNÉTICA

Efeitos de forma na RFM

Ressonância das ondas de spin

RESSONÂNCIA ANTIFERROMAGNÉTICA

RESSONÂNCIA PARAMAGNÉTICA

ELETRÔNICA

Estreitamento por câmbio

Desdobramento de campo zero

O EFEITO MASER

O maser de três níveis

Lasers

RESUMO

PROBLEMAS

1. Circuito elétrico equivalente

2. Sistema de coordenadas giratório

3. Efeitos hiperfinos na RME em metais

4. Efeito da anisotropia sobre a RFM

5. Ressonância ferrimagnética

6. Saturação

NOTAÇÃO: Neste capítulo, os símbolos Ba e B0 se referem ao campo aplicado e Bi à soma do campo aplicado com o campo de desmagnetização. Em particular, Ba ϭ B0z^. No caso do CGS, é mais simples substituir B por H em todas as equações.

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Medium 9788573077186

Capítulo 4 - Perceptrons de múltiplas camadas

Simon Haykin Grupo A PDF Criptografado

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Medium 9788580555547

Apêndice B

Richard G. Budynas; J. Keith Nisbeth Grupo A PDF Criptografado

B

Apêndice

Respostas aos problemas selecionados

B–1  Capítulo 1

B–3  Capítulo 3

1–8  P 5 100 unidades

1–11  (a) e1 5 0,005 751 311 1, e2 5 0,008 427 124 7, e 5 0,014 178 435 8, (b) e1 5 20,004 248 688 9, e2 5 20,001 572 875 3, e 5 20,005 821 564 2

1–15  L10 5 84,1 quilociclos

1–18  n 5 1,32, d 5 31,9 mm

1–20  n 5 1,17, R 5 94,9%

1–21  (a) w 5 0,020 6 0,018 in, (b) d 5 1,32

1–23  a 5 1,569 6 0,016 in

1–24  Do 5 4,012 6 0,036 in

1–31  (a) s 5 1,90 kpsi, (b) s 5 397 psi,

(c) y 5 0,609 in, (d) u 5 4,95°

3–1  RB 5 33,3 lbf, RO 5 66,7 lbf, RC 5 33,3 lbf

3–6  RO 5 740 lbf, MO 5 8080 lbf ? in

3–14  (a) Mmax 5 253 lbf ? in, (b) amin 5 2,07 in,

Mmin 5 214 lbf ? in

3–15  (a) s1 5 22 kpsi, s2 5 212 kpsi, s3 5 0 kpsi, fp 5 14,0° horário, t1 5 17 kpsi, save 5 5 kpsi, fs 5 31,0° anti-horário,

(b) s1 5 18,6 kpsi, s2 5 6,4 kpsi, s3 5 0 kpsi, fp 5 27,5° anti-horário, t1 5 6,10 kpsi, save 5 12,5 kpsi, fs 5 17,5° horário,

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Medium 9788547222307

10.2. Fase conciliatória

AGUIAR, Antonio Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

10 ■ Advocacia trabalhista judicial

em especial, quando houver, por exemplo, pedidos relacionados à insalubridade/periculosidade ou indenizações derivadas de acidentes, também servirão para encorpar e melhorar a qualidade do seu trabalho.

A defesa da reclamada será apresentada em audiência (mesmo hoje com o processo eletrônico seu acesso continua sendo executado apenas nesse momento processual).

A reclamada poderá realizar sua defesa de maneira direta ou indireta. No primeiro caso se atacará o mérito da reclamação (o pedido). O segundo visa dilatar no tempo o conhecimento do mérito ou elidir de vez a pretensão do reclamante. Isso é feito por meio das exceções6.

A contestação impugnará, contrariará os fatos e/ou direitos alegados pelo reclamante. Sua formatação de conteúdo obedecerá a mesma forma da petição inicial, com as mesmas partes. Seu corpo será composto, em síntese, da seguinte estrutura; a) breve resumo dos pedidos do reclamante; b) negação específica (não se admite negação genérica) dos pedidos – do direito do reclamante; c) os fatos e os direitos que fundamentam a negação da pretensão alegada; d) as provas que serão produzidas e requerimento de depoimentos pessoal; e) alegação de prescrição e/ou compensação de verbas já quitadas.

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