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Medium 9788522496297

3 Blindagem Patrimonial

Gladston Mamede, Eduarda Cotta Mamede Grupo Gen PDF Criptografado

3

Blindagem Patrimonial

1

Operação Bicho Mineiro

Atendendo ao pedido do Ministério Público Federal em Minas Gerais, a 4a Vara da Justiça Federal de Belo Horizonte expediu sete mandados de prisão e 18 ordens de busca e apreensão. Era o que faltava para que a Polícia Federal pudesse fazer eclodir­a

Operação Bicho Mineiro. O inquérito policial nada mais era do que um desmembra­ mento da Operação Roterdam, realizada em novembro de 2007 e que tinha por objeto um suposto esquema de corrupção no Porto Seco de Varginha. A partir dos elementos colhidos na primeira operação, a Procuradoria da República em Varginha requereu o desmembramento dos autos e a remessa dessas informações para a 4a Vara da Justiça

Federal em Belo Horizonte, órgão judiciário competente para processar e julgar, no

Estado de Minas Gerais, delitos como crimes contra o sistema financeiro nacional, la­ vagem de dinheiro, falsidade ideológica e estelionato contra a Fazenda Pública.

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Medium 9788582601778

Capítulo 5 - Ventilação

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

5

VENTILAÇÃO

Ventilação é o movimento do ar dentro de um prédio e entre uma edificação e o exterior. O controle da ventilação é uma das preocupações mais sutis e, ao mesmo tempo, mais importantes do projetista de uma edificação. A questão é como fazer o ar se deslocar em uma edificação de modo a satisfazer, e até mesmo a encantar, o usuário.

Naturalmente, há uma solução simples – utilizar um ventilador –, mas essa pode ser uma resposta barulhenta e cara e não é a primeira opção para uma ecohouse, na qual sistemas mecânicos devem ser utilizados apenas em último caso.

Então, como o ar se move sem o auxílio de um ventilador? Na verdade, o ar se move com muita facilidade e sempre sob um gradiente de pressão. A pressão positiva ocorre a barlavento de uma edificação contra o qual o ar é impelido com alguma força. A pressão negativa ocorre a sota-vento de uma edificação, na área protegida dos ventos, e succiona o ar para fora da edificação.

O truque é criar tais diferenças de pressão. Isso pode ser alcançado de duas maneiras:

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Medium 9788563182678

O Supremo Tribunal Federal e sua importante missãode guardião da ordem econômica constitucional(RE 422.941)

Horbach (coord.), Beatriz Bastide; Fuck (coord.), Luciano Felício Grupo Almedina PDF Criptografado

O Supremo Tribunal Federal e sua importante missão de guardião da ordem econômica constitucional

(RE 422.941) amanda flávio de oliveira*

1. Breve introdução à temática

São muitos os estudiosos que enaltecem a relevância das normas inte­ grantes da “Constituição Econômica”1 ou da “Ordem Econômica Constitucional” para o atingimento da finalidade de busca de desenvolvimento nacional. De fato, as normas constantes da Constituição e que disciplinam o fenômeno econômico constituem instrumentos decisivos para o bom funcionamento da economia de mercado, modelo econômico consagrado no Texto de 1988.

Assim, a Ordem Constitucional Econômica posta no Texto de 1988 constitui, na vida brasileira contemporânea, balizadora e fundamento do

* Assessora dos Ministros Carlos Velloso e Ricardo Lewandowski, no período de 2005 a

2008, os quais homenageia. Diretora da Faculdade de Direito da UFMG. Mestre e Doutora em Direito Econômico pela UFMG. Professora dos cursos de graduação e pós-graduaçao da mesma Faculdade. Advogada militante.

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Medium 9788521633419

8 - Fornos Elétricos

João Mamede Filho Grupo Gen PDF Criptografado

8

Fornos elétricos

8.1 Introdução

Com o desenvolvimento econômico do nosso país surgiram projetos industriais em que os fornos elétricos são parte fundamental da carga. Em geral, apresentam uma potência elevada que preocupa sobremaneira as empresas concessionárias de energia elétrica, tanto pela capacidade do seu sistema supridor como pela possibilidade de perturbação no seu próprio sistema, dependendo, neste caso, do tipo de forno que o consumidor adquiriu.

Os fornos elétricos estão divididos em três grupos distintos, cada um com suas características de processamento e operação definidas. Assim, são encontrados nos complexos industriais os seguintes tipos de fornos elétricos:

• fornos a resistência elétrica;

• fornos de indução eletromagnética;

• fornos a arco.

Dentro dos objetivos deste livro e, em particular, do presente capítulo, serão estudados sucintamente os dois primeiros tipos de fornos, devendo-se proceder a uma análise mais detalhada do último, devido às implicações que trazem aos sistemas de alimentação das concessionárias de energia elétrica, que, por este motivo, exigem dos interessados a apresentação de estudos ou de dados que permitam fabricá-los, a fim de assegurar um grau de estabilidade de tensão dentro dos limites de suas normas particulares.

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Medium 9788536319254

Capítulo 2. A criança parentalizada

Salvador Minuchin, Michael P. Nichols, Wai-Yung Lee Grupo A PDF Criptografado

A criança parentalizada

O seguinte estudo de caso envolveu uma família espanhola, e a consultoria teve lugar na cidade onde moravam. O terapeuta acompanhara a família por um mês, encontrando-se primeiro, em duas sessões, com a paciente identificada

� uma jovem mulher diagnosticada como depressiva com ideação suicida e depois �, por quatro sessões, com os demais membros da família em diferentes agrupamentos. Ao requisitar a consultoria, o objetivo do terapeuta era ajudar

Sara, a paciente de 22 anos a renunciar à responsabilidade de tomar conta de seus dois irmãos mais jovens, de 18 e 16 anos, e encorajar os membros da família a apreciarem e apoiarem Sara, que se sentia desvalorizada. Sara tomava pequenas doses de antidepressivos e respondia bem à medicação.

A família Martinez compunha-se dos dois pais, Pedro (51 anos) e Josefa

(50 anos); uma filha casada, Juana (28 anos), que vive na mesma cidade; Sara

(22 anos); Alberto (18 anos) e Javier (16 anos), ambos frequentando uma escola técnica de ensino médio para aprender uma profissão. Uma família extensa também vive na mesma área, incluindo-se as duas avós. Esses familiares os visitam com frequência.

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Medium 9788582715291

Vilazodona

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

VILAZODONA

TERAPÊUTICA

Marcas • Viibryd

Genérico? Não

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: multimodal de serotonina (MM-S)

• IRAPS (inibidor da recaptação e agonista parcial de serotonina)

• Inibidor da recaptação de serotonina de ação dual mais agonista parcial de 5HT1A

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Transtorno depressivo maior

• Ansiedade

• Transtorno obsessivo-compulsivo

Como a substância atua

• Estimula o neurotransmissor serotonina

• Bloqueia a bomba de recaptação de serotonina

(transportador de serotonina)

• Dessensibiliza os receptores de serotonina, especialmente os autorreceptores de serotonina 1A

• Possivelmente aumenta a neurotransmissão serotonérgica

• Teoricamente, as ações agonistas parciais nos autorreceptores pré-sinápticos somatodendríticos de serotonina 1A podem aumentar a atividade serotonérgica e contribuir para ações antidepressivas

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Medium 9788584291373

Capítulo 5. Alguns resultados

Ricardo Fragelli Grupo A PDF Criptografado

5

Alguns resultados

Costumo dizer que, para mim, o método Trezentos veio dos céus. Não é apenas um método de recuperação, mas sim de oportunidade, de ensino, de aprendizagem e, principalmente, de superação. Comecei o Trezentos sendo ajudada por meus colegas, que, diga-se de passagem, se descobriram professores por meio do método, e, com isso, aprendi a estudar, a me disciplinar, a me dedicar e a tentar. Logo na primeira aplicação do método Trezentos, recuperei minha nota e ganhei mais vigor para a segunda prova, para a qual mais uma vez precisei ser auxiliada, porém, com a certeza de que seria capaz. Já na terceira prova, tive a oportunidade de ajudar, pois o Trezentos me mostrou que posso ir além dos meus limites, alcançar um bom resultado e também transmitir o que aprendo. Então, o Trezentos é mais do que um método de recuperação de nota, ele é um aviso dizendo “você é capaz”. (Aluna da profa. Michelle Vianna, do curso de Odontologia da PUCPR)

O Trezentos tem sido aplicado na educação superior, em muitas áreas do conhecimento, e também na educação básica, com resultados semelhantes aos que vamos apresentar neste capítulo. Mesmo assim, escolhemos trabalhar com alguns dos resultados obtidos em pesquisas, observações e análises feitas em oito turmas de

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Medium 9788580556025

Capítulo 34. Cianose

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

cianose

TRATAMeNTo

CAPÍTULo 34

167

DISPNeIA

Idealmente, o tratamento envolve a correção do problema subjacente que causou a dispneia. Há necessidade de oxigênio suplementar para dessaturações de oxigênio em repouso ou aos esforços. A reabilitação pulmonar é útil para melhorar a tolerância aos esforços na DPOC.

Edema pulmonar

O edema pulmonar cardiogênico resulta de anormalidades que causam aumento da pressão venosa pulmonar, levando a edema intersticial; com pressões maiores, há desenvolvimento de edema alveolar e derrames pleurais. Os sintomas incluem dispneia aos esforços e ortopneia. O exame físico pode revelar galope de B3, pressão venosa jugular elevada e edema periférico. As radiografias de tórax mostram marcas vasculares proeminentes nas zonas pulmonares superiores. Também podem demonstrar opacidades alveolares perihilares progredindo para anormalidades parenquimatosas difusas à medida que o edema pulmonar piora.

O edema pulmonar não cardiogênico resulta de dano à membrana capilar pulmonar. A hipoxemia se relaciona com o shunt intrapulmonar; é observada uma diminuição da complacência pulmonar. O impacto clínico pode variar desde dispneia leve até insuficiência respiratória grave. As pressões intracardíacas geralmente estão normais. As etiologias podem ser lesão direta (p. ex., aspiração, inalação de fumaça, pneumonia, toxicidade por oxigênio ou trauma torácico), lesão indireta (p. ex., sepse, pancreatite e lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão) ou lesão vascular pulmonar (p. ex., edema pulmonar neurogênico e de grandes altitudes). A radiografia de tórax costuma mostrar coração de tamanho normal e infiltrados alveolares difusos; derrames pleurais são atípicos. A hipoxemia no edema pulmonar não cardiogênico costuma necessitar de tratamento com altas concentrações de oxigênio.

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Medium 9788527721165

14 - Demências

Maria Inês Nunes, Mariza dos Santos, Renata Eloah de Lucena Ferreti Grupo Gen PDF Criptografado

14

Demências

Renata Eloah de Lucena Ferretti

Introdução, 128

CCDemências potencialmente reversíveis, 128

CCDemências irreversíveis, 129

CCDoença de Alzheimer, 129

CCDiagnóstico da doen­ça de Alzheimer, 131

CCTratamento da doen­ça de Alzheimer, 132

CCAssistência de enfermagem, 133

CCConsiderações finais, 135

CCBibliografia, 135

CC

Nunes 14.indd 127

05.04.12 16:46:39

128

Enfermagem Geriátrica e Gerontológica

Introdução

��

Demência é uma síndrome caracterizada por declínio cognitivo e funcional que interfere na qualidade de vida

As demências dividem-se em dois grandes grupos: reversíveis e irreversíveis

Demências são doen­ças neurodegenerativas bastante limitantes e progressivamente incapacitantes. Trata-se de uma síndrome, caracterizada por declínio cognitivo, capaz de interferir no desempenho das atividades de vida diá­ria (AVD) e na qualidade de vida dos in­di­ví­duos que por ela são acometidos. Em síntese, as demências representam um declínio em relação a um funcionamento mental normal prévio (Villareal e Morris,

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Medium 9788536326085

Capítulo 11. Fundamentos de Ecologia Vegetal

Andreas Bresinsky, Christian Körner, Joachim W. Kadereit, Gunther Neuhaus, Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Fundamentos de Ecologia

Vegetal

11.1

Limitação, aptidão e ótimo . . . . . . . . . .

950

11.2

Estresse e adaptação . . . . . . . . . . . . . . .

951

11.3

O fator tempo e reações não lineares .

951

11.3.1

11.3.2

Fenologia e escala biológica de tempo . . . .

Não linearidade e frequência . . . . . . . . . . . .

951

953

11.4

Variação biológica . . . . . . . . . . . . . . . . .

954

11.5

O ecossistema e sua estrutura . . . . . . .

955

11.5.1

A estrutura da biocenose. . . . . . . . . . . . . . . .

955

A ecologia científica ocupa-se com as interações entre organismos e seu ambiente vivo e não vivo. Ela abrange todos os níveis de integração, desde o organismo individual até a biosfera, o que enseja uma grande multiplicidade de enfoques de pesquisa e de subdisciplinas (ver 11.6).

Como ciência relativamente jovem, a ecologia ainda tenta construir um arcabouço conceitual, que, de modo semelhante à física, se baseie em algumas afirmações fundamentais com caráter de validade geral. Tais premissas foram formuladas por autores como T.R. Malthus, C.

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Medium 9788527732574

45 - Apresentação Pélvica

Carlos Antonio Barbosa Montenegro, Jorge de Rezende Filho Grupo Gen PDF Criptografado

45

Apresentação

Pélvica jj jj jj jj jj jj

Rezendinho - CAP-45.indd 730

Incidência, 731

Etiologia, 732

Diagnóstico, 732

Mecanismo do parto, 733

Prognóstico, 735

Conduta, 736

04/10/2017 12:18:26

A apresentação pélvica é aquela em que o polo pélvico ocupa a ­área do estreito superior e nela se insinua. Diz-se apresentação pélvica completa (ou pelvipodálica) quando o feto flete as coxas sobre o abdome e mantém as pernas fletidas e próximas às coxas. As pélvicas incompletas (ou simples) compreendem o modo de nádegas (ou agripina), de joelhos e o modo de pés (Figura 45.1). A variedade de posição mais frequente é a sacroesquerda anterior

(SEA), e o tipo fundamental é a modalidade incompleta (Figura 45.2).

A linha de orientação é o sulco interglúteo e o ponto de referência fetal, o sacro, motivo pelo qual se indica a apresentação pela letra “S”. Desse modo, são as variações: sacroesquerda anterior (SEA), sacroesquerda transversa (SET), sacroesquerda posterior (SEP), sacrodireita posterior (SDP), sacrodireita transversa (SDT) e sacrodireita anterior (SDA), conforme o sacro esteja voltado para a esquerda ou para a direita, e para a frente ou para trás.

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Medium 9788521618775

19 - RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NO VAREJO

E. Merlo Grupo Gen PDF Criptografado

19

RESPONSABILIDADE

SOCIAL CORPORATIVA

NO VAREJO

Lucas Sciencia do Prado • Edgard M. Merlo

INTRODUÇÃO

O tema responsabilidade social corporativa (RSC) a cada dia ganha mais força entre as empresas brasileiras. Segundo pesquisa divulgada pelo Guia Exame de Sustentabilidade1 (Exame, 2009), mais de 70% dos respondentes apresentam algum relatório de divulgação das suas práticas sustentáveis, e desses 40% foram elaborados com a participação livre das partes interessadas e 25% receberam auditoria de empresas ou instituições especializadas. De acordo com Young (2004) e Duarte (2010), as ações de RSC no Brasil estão cada vez mais desenvolvidas e deixando de apresentar somente ações de filantropia individuais.

A RSC é um dos campos teóricos que mais apresentam controvérsias e polêmicas (Crane et al., 2008). Frankental (2001) destaca a RSC como um conceito vago e intangível que pode significar qualquer coisa para qualquer um, portanto sem um único significado. Auld et al.

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Medium 9788577805686

17 Pérolas da Liderança

Antônio Celso Mendes Webber Grupo A PDF Criptografado

208

Afinal, Onde Estão os Líderes?

setor), eles se sentem familiarizados com as três temáticas propostas. O foco maior deve ser o jogo de poder e não as decisões em si. O feedback posterior ao exercício aborda o processo (o que fizeram, como agiram) para a obtenção dos resultados propostos.

I. – Produtividade

A pergunta é: em sua opinião, quais dos fatores enumerados a seguir são os mais significativos para o aumento da produtividade nas organizações?

Após marcá-los individualmente, compartilhe-os com seu grupo e organize uma nova ordem de fatores conforme a visão deste. Dê número 1 para o fator mais prejudicial, 2 para o segundo mais prejudicial, e assim por diante, até o número 10, que deverá ser dado à condição menos influente na queda da produtividade organizacional.

• Atualização tecnológica

• Pessoal capacitado

• Sistema de participação nos resultados

• Gerenciamento competente

• Planejamento estratégico

• Investimentos de capital

• Criatividade na solução de problemas

• Eficácia na gestão de custos

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Medium 9788520431016

Capítulo 9. Potência

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9 Potência

Robert U. Newton, Ph.D.; e William J. Kraemer, Ph.D.

Este capítulo tem início com a definição de potência muscular máxima e, em seguida, discute por que esse as‑ pecto da função neuromuscular é tão importante para o desempenho humano. São explorados os mecanismos neu‑ rais e intramusculares subjacentes que contribuem para a alta capacidade de potência, com especial atenção aos efeitos do treinamento. Em seguida, são estudados a produção de potência máxima e os modelos de programas de treinamen‑ to, inclusive técnicas avançadas de força e condicionamento para o desenvolvimento de mais potência.

Definição de produção de potência máxima

Potência pode ser definida como o produto da força aplicada pela velocidade de movimento (Knuttgen e Krae‑ mer, 1987). Considerando que trabalho é igual ao produto da força pela distância percorrida, e velocidade é a distância percorrida dividida pelo tempo consumido, potência tam‑ bém pode ser definida como trabalho realizado por unidade de tempo (Garhammer, 1993). A produção de potência de um atleta pode variar desde 50 W, produzidos durante o ciclismo leve ou o jogging, até cerca de 7.000 W, produzidos durante a segunda fase do arremesso do halterofilismo

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Medium 9788520439265

26. Reabilitação cardiovascular

RIBEIRO, Denise Cardoso; SHIGUEMOTO, Tathiana Santana Editora Manole PDF Criptografado

26

REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR

C ristiane P ul z

T hais T elles R isso

INTRODUÇÃO

Quadro 1 Principais efeitos deletérios do repouso

De acordo com a Organização Mundial da

Saúde, reabilitação cardiovascular é definida como o conjunto de atividades necessárias para garantir aos portadores de cardiopatia as melhores con­dições física, mental e social, permitindo que o paciente, pelo seu próprio esforço, reassuma uma posição normal na comunidade e tenha uma vida ativa e produtiva.

A reabilitação cardiovascular inclui, além do treinamento físico, um programa educacional visando a modificação do estilo de vida através de orienta­ções sobre doença, uso dos medicamentos, hábitos alimentares, cessação do tabagismo, entre outros. Sendo assim, envolve a atuação de uma equipe multi­pro­ fissional composta por médico, enfermeiro, fisiote­ rapeuta, nutricionista, psicólogo e assistente social.

É um processo que se inicia com o evento cardíaco e tem duração indefinida e variável, sendo dividido nas fases apresentadas a seguir.

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