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Medium 9788597005592

Parte II - 6 A Hipercompetição no Ambiente de Marketing

Roberto Kanaane, Carlos Eduardo Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

Prova Final

A Hipercompetição no

Ambiente de Marketing

Prof. Carlos Eduardo Rodrigues

“A intensidade crescente dos investimentos na competição é imprescindível para o reforço das modalidades mais sofisticadas de concorrência e para a elevação dos níveis de produtividade.”

Michael Porter

6

Objetivos

��Apresentar

ferramentas e estratégias de marketing com foco na concorrência e competitividade das organizações.

��Expor

as teorias de marketing das empresas na era da hipercompetitividade.

��Demonstrar

como as estratégias de timing e know-how podem fortalecer o planejamento empresarial.

Tópicos

6.1 Introdução

6.2 �Estratégias focadas na concorrência, estratégias competitivas e marketing de guerra

6.3 Estratégias competitivas na hipercompetitividade

6.4 Estratégias focadas no mercado

6.5 �Estratégias focadas nas potencialidades do produto e/ou da empresa

Conclusão

Estudo de caso

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Medium 9788547228507

1.2. Evolução histórica do direito

Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus Maluf, Carlos Alberto Dabus Maluf Editora Saraiva PDF Criptografado

Conceito e evolução histórica do direito   13

Para a Escola Histórica, as regras de direito positivo repousam na consciência popular, resultam da história, das relações sociais, das necessidades econômicas, das aspirações de cada época e da luta dos interesses convergentes.

Entretanto, como se posiciona Washington de Barros Monteiro, “o direito tem seu fundamento na própria natureza humana”. E assim, dentre as funções do direito na sociedade contemporânea, destaca-se pela importância no direito civil, a de resolução de conflitos de natureza privada.8

1.2. Evolução histórica do direito

Nos tempos primitivos, no início do paleolítico, os homens levavam uma vida bastante semelhante à dos outros animais. Viviam em bandos, coletores de alimentos e restos de animais encontrados pelo caminho, ou seja, retiravam o seu sustento da natureza. Careciam de instrumentos e armas necessários à vida e à sua proteção, o que justificaria o seu nomadismo, pois quando o alimento de determinada região se extinguia era premente a necessidade de ir procurá-lo em outro lugar.

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Medium 9788536701950

Capítulo 4 - Medicação intracanal

Carlos Estrela Grupo A PDF Criptografado

4

Medicação intracanal

As ciências biológicas vivem um expressivo momento histórico, que reflete avanços técnico-científicos importantes e capazes de impulsionar as necessárias transformações conceituais. A conquista de novos métodos de pesquisa, associada à evolução da biologia celular e molecular, da bioquímica, da microbiologia e da genética, evidencia muitos dos avanços da ciência endodôntica. Por conseguinte, urge a necessidade de uma íntima e indissociável relação entre as ciências básicas e clínicas, a fim de permitir um melhor aproveitamento e entendimento desses avanços.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

O processo de sanificação em endodontia tem sido pesquisado e discutido sobre vários enfoques. É aceito que um dos fatores condicionantes, considerado pré-requisito para a instalação da patologia pulpar e periapical, é a presença de microrganismos.

Lembrete

Além desses especiais habitantes presentes nas infecções endodônticas, observa-se que a morfologia da cavidade pulpar impõe dificuldades, o que torna complexa a realização de um adequado controle microbiano. A ação terapêutica das substâncias antimicrobianas empregadas como auxiliares no preparo do canal radicular exige um determinado tempo para expressar maior efetividade.

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Medium 9788547231729

3. Classificação da Constituição

GODOY, Mario Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito constitucional

215

• Atuação positiva do Estado – em vez de ter atuação meramente negativa, o poder público passa a interferir nas relações sociais por meio de prestações positivas que visem garantir a igualdade.

• Estado democrático de direito – garantia da soberania popular e maior efetividade aos direitos fundamentais.

2.7 Constitucionalismo do Futuro

Já se fala em constitucionalismo do futuro, o qual conterá sete valores fundamentais: verdade, solidariedade, consenso, continuidade, participação, integração e universalização.

Seu teórico, o jurista argentino José Roberto Dromi, entende que a verdade imporá ao governante o dever de prometer apenas o que for possível de ser cumprido. Essas Constituições estarão baseadas em um consenso democrático influenciada pela solidariedade entre os povos. Elas priorizarão a continuidade daquilo que já foi conquistado pela humanidade sempre com a participação do povo na construção da vontade política. Elas propiciarão uma melhor integração entre os povos, o que conduzirá a universalização dos direitos fundamentais.

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Medium 9788553602810

Capítulo VI - Do estelionato e outras fraudes (arts. 171 a 179)

André Estefam Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo VI

Do estelionato e outras fraudes

(arts. 171 a 179)

“Duas ainda são as maneiras com as quais se pode fazer injustiça: a violência e a fraude; a fraude é própria da raposa e a violência do leão; ambas são contrárias à natureza humana, mas a fraude desperta maior repulsão”1.

Introdução

O Capítulo VI do Título II dedica-se à tipificação de delitos patrimoniais em que a fraude constitui elemento fundamental da conduta típica. O sujeito passivo é despojado de seus bens depois de seduzido pela sagacidade do agente, que o induz a erro, prejudicando sua percepção da realidade.

O vocábulo estelionato origina-se, etimologicamente, de stellionatu (ou seja, pertencente ou relativo ao stellio ou Laudakia stellio, espécie de lagarto que muda de cor para iludir os insetos dos quais se alimenta2).

A incriminação dessa conduta remonta à Antiguidade. Em nossas terras, desde as Ordenações Afonsinas se pune semelhante atitude, conforme se via no seu Livro

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Medium 9788553605781

40.7. DIREITOS DOS ADMINISTRADOS

Reinaldo de Souza Couto Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

REINALDO COUTO   911

XIII – interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

A segurança jurídica é um dos princípios do Direito Administrativo como um todo e do processo administrativo. Dessa forma, além da interpretação ga‑ rantir a melhor aplicação da norma para a satisfação do interesse público, não se deve aplicar retroativamente nova interpretação.

40.7. 

DIREITOS DOS ADMINISTRADOS

O administrado tem os seguintes direitos perante a Administração, sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados:

I – ser tratado com respeito pelas autoridades e servidores, que deverão facili‑ tar o exercício de seus direitos e o cumprimento de suas obrigações;

Os deveres de urbanidade e cortesia estão dispostos em diversas normas de

Direito Administrativo. Os agentes públicos, independentemente das suas obje‑

ções pessoais em relação ao administrado ou à conduta praticada, não podem dificultar o exercício de direitos, dificultar o cumprimento de deveras e obriga‑

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Medium 9788536325187

O retorno do bom

Iain Mackenzie Grupo A PDF Criptografado

Política

105

lidade. Das mulheres se diz que valorizam o cuidado. Talvez as mulheres estejam valorizando o cuidado porque os homens tem estimado as mulheres com base no cuidado que proporcionam. Das mulheres se diz que pensam em termos relacionais. Pode ser que as mulheres estejam pensando em termos relacionais, porque a existência social das mulheres é definida em relação aos homens. O idealismo liberal dessas obras se revela na maneira de como não levam a sério o suficiente a determinação social e as realidades do poder.

(MacKinnon, 1989: 51­‑2)

MacKinnon não vê a obra de Gilligan como maneira potencial de compreender ou de sequer vislumbrar como seria uma sociedade não patriarcal. Antes pelo contrário, percebe a obra de Gilligan como simplesmente ao espelho da construção acentuadamente patriarcal das mulheres que precisa, diz ela, ser superada. MacKinnon, na verdade, sustenta que a obra de Gilligan poderia ser um empecilho ao projeto da emancipação das mulheres por levá­‑las a confirmar a identidade que lhes foi construída pelos homens. Estamos confrontados com uma pronunciada dicotomia?

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Medium 9788553605156

6.1. Deveres Anexos à Prestação e Deveres Gerais de Conduta

Paulo Lôbo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo VI

Deveres Gerais de Conduta

Sumário: 6.1. Deveres anexos à prestação e deveres gerais de conduta. 6.2. Dever de boa-fé objetiva nas obrigações. 6.2.1. Deveres pré e pós-contratuais. 6.2.2.

Dever de não agir contra os atos próprios. 6.3. Dever de realizar a função social.

6.4. Dever de equivalência material das prestações. 6.5. Dever de equidade. 6.6.

Dever de informar. 6.7. Dever de cooperação.

6.1. Deveres Anexos à Prestação e Deveres Gerais de Conduta

Há deveres que excedem do próprio e estrito dever de prestação, especialmente nas obrigações negociais, mas que são com ele necessariamente anexos, unidos ou correlacionados. Larenz denomina-os “deveres de conduta”, que resultam do que as partes estipularam, ou do princípio da boa-fé, ou das circunstâncias, ou, finalmente, das exigências do tráfico, que podem afetar a conduta que de qualquer modo esteja em relação com a execução da obrigação. Para ele, esses deveres não podem ser demandados autonomamente, mas sua violação fundamenta obrigação de indenização ou, ante certas circunstâncias, a resolução do negócio jurídico. Esses deveres resultam naturalmente da relação jurídica obrigacional, mas se diferenciam por seu caráter secundário ou complementar do dever primário de adimplemento. Toda obrigação recebe seu caráter distintivo (sua configuração como contrato de locação, de compra e venda, de empreitada) precisamente através do dever primário de adimplemento, mas seu conteúdo total compreende, ademais, deveres de conduta mais ou menos amplos

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Medium 9788536528717

Apresentação

Nivea Cristina Moreira Santos Editora Saraiva PDF Criptografado

8.1.1 Aspecto nutricional...................................................................................................................130

8.1.2 Libido e humor...........................................................................................................................130

8.1.3 Álcool e violência contra a mulher......................................................................................131

8.1.4 Outras consequências............................................................................................................ 132

8.1.5 Câncer de mama associado ao álcool.............................................................................. 132

8.1.6 Álcool e gestação...................................................................................................................... 132

8.2 Drogas..................................................................................................................................................... 133

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Medium 9788536324944

Capítulo 24. Métodos de campo em epidemiologia

Kenneth Rothman, Sander Greenland, Timothy Lash Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

Métodos de campo em epidemiologia

Patricia Hartge e Jack Hill

Identificação e recrutamento de sujeitos

578

Variações entre populações de estudo 578

Recrutamento para estudos de intervenção 579

Identificação de sujeitos para ensaios em comunidade 580

Montagem de coortes 580

Identificação de sujeitos em estudos de caso-controle 581

Delineamento transversal e outros delineamentos 583

Obtenção de altas taxas de resposta 583

Coleta de dados e captura de dados

Revisando prontuários

P

584

Método de aplicação de questionários 586

Conteúdo e fraseado de perguntas 589

Questionários e sobrecarga ao respondente 590

Técnicas de entrevista e treinamento 590

Exames físicos 591

Coleta de espécimes biológicos 592

Amostras ambientais e sistemas de posicionamento global 592

Monitoramento e localização dos sujeitos 594

Técnicas de seguimento 595

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Medium 9788536702094

Capítulo 4 - O novo código de ética profissional

Tânia Adas Saliba Rovida, Cléa Adas Saliba Garbin Grupo A PDF Criptografado

4

O novo código de

ética profissional

Cléa Adas Saliba Garbin

Wanilda Maria Meira Costa Borghi

O homem, social por natureza, necessita interagir com seu semelhante. No entanto, só conseguirá ser plenamente realizado se cada indivíduo tiver consciência de seus direitos e obrigações. Pode­‑se afirmar, então, que o convívio, ainda que profissional, só é possível com base em regras jurídicas, códigos, normas de conduta social que, se desrespeitados, implicarão as penalidades impostas pelo Estado.

Nesse contexto, é possível dizer que código é uma coleção de leis sobre qualquer matéria (p. ex., o código penal). É também um conjunto de normas de comportamento (p. ex., código de conduta). No caso da odontologia, o instrumento que dita as normas de conduta

ética é chamado Código de Ética Odontológica (CEO).1

Quando surgiu o primeiro CEO, em 1957,1 ainda não existiam o CFO e os CROs, porque a Lei que os instituiu (no 4.324) é de 14 de abril de

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Medium 9788563899576

Capítulo 8. Analisando a associação entre as variáveis categóricas

Alan Agresti, Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

8

ANALISANDO A ASSOCIAÇÃO

ENTRE AS VARIÁVEIS

CATEGÓRICAS

Lembre que dissemos que existe uma associação entre duas variáveis se a distribuição da variável resposta muda de alguma forma à medida que a variável explicativa muda. Na comparação de dois grupos, existe uma associação se as médias da população ou proporções da população diferirem entre os grupos.

Este capítulo apresenta métodos para detectar e descrever associações entre duas variáveis categóricas. Os métodos deste capítulo nos ajudam a responder a uma pergunta como: “Existe alguma associação entre felicidade e religiosidade?”. Os métodos do Capítulo 7 para comparar duas proporções são casos especiais daqueles considerados aqui nos quais ambas as variáveis têm somente duas categorias.

A Seção 8.1 introduz a terminologia para análise de dados categóricos e define a independência estatística, um tipo de falta de associação. A Seção 8.2 apresenta um teste de significância para determinar se duas variáveis categóricas estão associadas, e a Seção 8.3 segue com esse teste com uma análise dos resíduos que descreve a natureza da associação.

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Quartz

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Quartz

Somos um guia para a nova economia global, para pessoas entusiasmadas com mudanças. Nossas pautas giram em torno de um conjunto de “obsessões”: tendências, fenômenos e terremotos que moldam o mundo.

A Quartz é um veículo jornalístico nativo digital para empresários e executivos na nova economia global. A Quartz é de propriedade da Atlantic Media. Criada para dispositivos móveis e estruturada para distribuição social, sem paywalls e sem exigir que os usuários se registrem para acessar o conteúdo, a Quartz pode ser acessada no site qz.com e por e-mail, mídias sociais e o aplicativo próprio.

Metas

Batizar um veículo jornalístico disruptivo e manter credibilidade e seriedade.

Diferenciar de modo adequado a primeira publicação jornalística global digitalmente nativa.

Criar o alicerce para uma marca que possa prosperar em diversas culturas e nacionalidades.

Apoiar uma estratégia focada em compartilhamento em mídias sociais e consumo em dispositivos móveis.

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Medium 9788553614479

13.2. PROCEDIMENTO NOS CRIMES DE COMPETÊNCIA DO JÚRI

Pedro Lenza, Alexandre Cebrian Araujo Reis, Victor Eduardo Rios Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

13

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

JJ 13.1. INTRODUÇÃO

No Código de Processo Penal estão previstos quatro ritos especiais: para apura‑

ção dos crimes dolosos contra a vida (arts. 406 a 497), dos crimes funcionais (arts.

513 a 518), dos crimes contra a honra (arts. 519 a 523) e dos crimes contra a proprie‑ dade imaterial (arts. 524 a 530). Além destes, existem inúmeros outros ritos diferen‑ ciados em leis especiais dos quais analisaremos os mais relevantes: para apuração dos crimes de tráfico de drogas (Lei n. 11.343/2006), dos crimes contra pessoa idosa (Lei n. 10.741/2003) e dos crimes que envolvam violência doméstica ou fami‑ liar contra a mulher (Lei n. 11.340/2006).

JJ 13.2. 

PROCEDIMENTO NOS CRIMES DE COMPETÊNCIA DO JÚRI

Fiel à tradição do direito brasileiro1, a Constituição Federal reconheceu a insti‑ tuição do júri como garantia individual (art. 5º, XXXVIII, da CF), atribuindo‑lhe a competência mínima para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. Tratan‑ do‑se de garantia fundamental, a instituição do júri não pode ser suprimida do orde‑ namento pátrio nem mesmo por emenda constitucional, pois se cuida de cláusula pétrea (art. 60, § 4º, IV, da CF).

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Medium 9788547228392

3.5 Elenco de Contas

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

3.3 Manual de Contas

O Manual de Contas tem por finalidade apresentar informações detalhadas de cada conta, servindo de guia para que o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela movimentação do patrimônio.

As informações contidas no Manual de Contas devem envolver o código numérico, a intitulação, a função, o funcionamento, a natureza, os critérios de avaliação de cada conta, exemplos de lançamentos apropriados para o registro de operações raras, roteiros para conciliações de dados, bem como os documentos que servem de suporte aos registros contábeis.

3.4 Modelos padronizados de demonstrações contábeis

O objetivo da contabilidade é possibilitar o controle da movimentação do patrimônio das entidades para fornecer informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da organização e as mutações ocorridas em cada exer­cício social. Essas informações, que serão utilizadas tanto por contabilistas quanto por outros­usuários, são elaboradas com base nos registros contábeis da entidade, e apresentadas em forma de mapas, relatórios, gráficos ou de outros quadros sintéticos ou analíticos que exprimam com fidelidade a situa­ção patrimonial, econômica e financeira, além das mutações ocorridas no patrimônio da entidade por intermédio dos dados neles apresentados.

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