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Medium 9788582603956

Capítulo 2 - Trabalhe com dados e tabelas do Excel

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

2

Neste capítulo

᭿ Insira e revise dados

᭿ Gerencie dados usando o

Preenchimento

Relâmpago

᭿ Mova dados dentro de uma pasta de trabalho

᭿ Localize e substitua dados

᭿ Corrija e expanda dados

᭿ Defina tabelas no Excel

Arquivos de prática

Use neste capítulo os arquivos de prática da pasta Excel2016PAP\

Cap02. Para ver as instruções de download dos arquivos de prática, consulte a Introdução.

Trabalhe com dados e tabelas do Excel

Com o Excel 2016, é possível visualizar e apresentar informações de modo eficiente por meio de gráficos, elementos gráficos e formatação, mas os dados são a parte mais importante de qualquer pasta de trabalho. Quando você aprender a inserir dados com eficiência, cometerá menos erros de digitação e terá mais tempo para analisar os dados e tomar decisões sobre o desempenho e o rumo de sua empresa.

O Excel fornece uma grande variedade de ferramentas que você pode usar para inserir e gerenciar dados em planilhas de maneira eficiente. Por exemplo, você pode organizar os dados em tabelas, que permitem o armazenamento e a análise de dados de modo rápido e eficaz. Além disso, pode inserir rapidamente uma série de dados; repetir um ou mais valores; e controlar como o Excel formata células, colunas e linhas movidas de uma parte para outra da planilha; tudo isso com um mínimo de esforço. No Excel, é possível verificar a ortografia do texto de uma planilha, procurar palavras alternativas no dicionário de sinônimos e traduzir palavras para idiomas estrangeiros.

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Medium 9788547232061

Capítulo VII - Responsabilidade civil e atitudes discriminatórias

BRAGA NETTO, Felipe Peixoto Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

VII

Responsabilidade civil e atitudes discriminatórias

1

A repulsa da Constituição às condutas discriminatórias

Não parece necessário muito esforço argumentativo para evidenciar a clara repulsa de nossa Constituição às atitudes discriminatórias. Sejam expressas através de ações

(como mais frequentemente ocorre) ou de omissões, não importa. A Constituição da

República, cujo fundamento, entre outros, é a dignidade da pessoa humana (art. 1º, III), repudia quaisquer condutas que trilhem a estrada do menosprezo à pessoa humana, sua redução a tipos com propósitos ultrajantes ou isolacionistas. Nossa Constituição tem como objetivos fundamentais construir uma sociedade livre, justa e solidária (CF, art.

3º, I), garantir o desenvolvimento nacional (CF, art. 3º, II), erradicar a pobreza, a marginalização, e reduzir as desigualdades sociais e regionais (CF, art. 3º, III), promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (CF, art. 3º, IV). Desigualar pessoas, à luz da nossa Constituição, será sempre arbitrário e constitucionalmente vedado, a menos que a desequiparação busque, aí sim, reequilibrar situações de substancial desajuste. A diversidade de ideias, de religiões, de opções sexuais, de modos de vida, é bem-vinda e deve ser protegida e incentivada. Veremos, mais adiante, em situações e normas específicas, essa clara opção constitucional.

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Medium 9788547213824

1. Considerações Gerais

COSTA, Regina Helena Editora Saraiva PDF Criptografado

1. Considerações Gerais

1.1. Introdução: existe um “processo tributário”?

Diante do alto grau de litigiosidade verificado no contexto das relações jurídico­‑tributárias nas últimas décadas – motivado, especialmente, pela edição de numerosas leis de constitucionalidade duvidosa, bem como pela inexistên‑ cia, até o presente, de céleres e eficientes mecanismos alternativos de soluções de conflitos fiscais – tanto a Administração Pública, por meio de seus órgãos julgadores, quanto o Poder Judiciário têm sido cada vez mais provocados a decidir tais lides.

Paralelamente, veio a desenvolver­‑se, intensamente, doutrina acerca do que se convencionou chamar de processo judicial tributário, como categoria dotada de certa autonomia em relação ao Direito Processual Civil.

Pensamos seja conveniente efetuar algumas ponderações acerca de tal contexto.

Como visto, as três espécies de relações jurídicas de direito material existentes no Direito Tributário (obrigação principal, obrigação acessória e relação sancionatória) podem dar suporte à existência de uma relação jurídico­‑

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Medium 9788527728126

Capítulo 79 - Endopróteses Periféricas

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 79

Endopróteses

Periféricas

Regina Moura, Matheus Bertanha e Neiva Marícia

Pereira Jacques

Introdução

A terapia endovascular mudou drasticamente o tratamento das doenças arteriais periféricas. Lesões que previamente não apresentavam solução cirúrgica passaram a apresentar alternativas com as técnicas percutâneas. Dentre uma grande variedade de materiais disponíveis para uso endovascular apresentam‑se também os stents revestidos ou endopróte‑ ses, que internacionalmente são chamados de stent‑graft ou, quando para uso em artérias menores e periféricas, são cha‑ mados de endopróteses periféricas. A origem do termo stent vem de inúmeras adaptações do material desenvolvido por

Charles Stent, dentista inglês que conseguiu melhorar signi‑ ficativamente as técnicas de impressão dental para constru‑

ção de próteses odontológicas, cuja terminologia vem sendo mantida no cotidiano médico, transpondo a ideia de material de suporte. O termo foi aplicado à cardiologia pela primeira vez por Clarence S. Weldon.1‑6 Dotter, em 1969, foi o primeiro a propor o uso de um material para sustentação “biológica” em angioplastias,7 o qual propôs o conceito do tratamento de lesões traumáticas por via endovascular. A 1a endoprótese para tratamento de aneurisma de aorta abdominal foi ideali‑ zada por Juan C. Parodi,8 em 1991, mas foi Volodos,9 em 1991, quem realizou o primeiro tratamento endovascular com uma endoprótese revestida com Dacron® para a correção de um pseudoaneurisma de aorta torácica após trauma. A concepção dos stents revestidos ou endopróteses periféricas teve como objetivo tratar fístulas arteriovenosas, aneurismas e pseudo‑ aneurismas, e, para isso, vários materiais foram adicionados sobre stents comuns na tentativa de se produzirem endopró‑ teses funcionais, entre elas a sutura manual de veia safena magna em stent de Palmaz.

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Medium 9788563899576

Capítulo 1. Introdução

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO À

METODOLOGIA DA ESTATÍSTICA

O último quarto de século tem visto um aumento drástico no uso de métodos estatísticos nas ciências sociais. Existem várias razões para isso. A pesquisa nas ciências sociais tem, cada vez mais, empregado a orientação quantitativa. Como a pesquisa nas outras ciências, a nas ciências sociais geralmente estuda questões de interesse que analisam evidências fornecidas pelos dados empíricos. O crescimento da internet resultou em um aumento da informação quantitativa prontamente disponível. Finalmente, com o desenvolvimento de computadores ainda mais poderosos, softwares e metodologia estatística, os novos métodos disponíveis podem tratar mais realisticamente de questões que surgem na pesquisa na ciência social.

Por que estudar estatística?

O crescimento no uso da estatística é evidente nas mudanças dos conteúdos dos artigos publicados nas revistas de pesquisas nas ciências sociais e nos relatórios preparados pelo governo e pelas indústrias privadas.

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Medium 9788584290673

Capítulo 13. A cidade na neve - aplicação da abordagem multissimbólica em Massachusetts

Carolyn Edwards; Lella Gandini; George Forman Grupo A PDF Criptografado

13

A cidade na neve – aplicação da abordagem multissimbólica em

Massachusetts

“Flocos de neve”.

George Forman, Moonja Lee, Lynda Wrisley e Joan Langley

ORIGENS DO PROJETO

Vínculos com Reggio Emilia

No outono de 1988, quatro professores da Marks Meadow Elementary School, uma escola pública em Amherst, decidiram iniciar um projeto de longa duração, baseado em nosso entendimento sobre a abordagem multissimbólica usada em

Reggio Emilia. Diversos membros da Faculdade de Educação da Universidade de

Massachusetts visitaram as pré-escolas de

Reggio, e logo receberíamos uma visita de três educadores de lá. Marks Meadow tornou-se uma espécie de escola-irmã durante esse período, com diversas visitas de intercâmbio.

O primeiro de dois projetos executado em Marks Meadow baseou-se estreitamente no projeto realizado em Reggio

Emilia chamado A Cidade na Chuva. Esse projeto está bem-documentado na exposição itinerante As Cem Linguagens da

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Medium 9788547228941

5º Capítulo - Psicopatologia criminal

PENTEADO FILHO, Nestor Sampaio Editora Saraiva PDF Criptografado

5º Capítulo

Psicopatologia criminal

5.1 Psiquiatria e psicologia criminal

No campo da medicina legal, sob a rubrica psicopatologia criminal ou psicopatologia forense, envolvem-se dois grandes ramos da ciência médica: a psiquiatria criminal e a psicologia criminal. Alguns autores preferem as denominações

“psicologia forense” e “psiquiatria forense”, mas não são de melhor técnica, na medida em que a maior parte de suas atividades periciais dá-se no curso da investigação criminal (inquérito policial).

A psicologia criminal tem por objeto de estudo a personalidade “normal” e os fatores que possam influenciá-la, quer sejam de índole biológica, mesológica (meio ambiente) ou social.

Por seu turno, a psiquiatria criminal tem por escopo o estudo dos transtornos anormais da personalidade, isto é, as doenças mentais, retardos mentais (oligofrenias), demências, esquizofrenias e outros transtornos, de índole psicótica ou não.

5.2

Distúrbios mentais e crime

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Medium 9788547221973

2. Conteúdo do plano de recuperação judicial

TOMAZZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

9

1

Plano de recuperação judicial

Elaboração do plano de recuperação judicial

Ao longo do procedimento de verificação de créditos, o devedor deverá elaborar e apresentar um plano de recuperação judicial, que representa em última análise a propos­ ta inicial de acordo a ser firmado com os seus credores. Diferentemente do que ocorria com a concordata, a recuperação judicial pode atuar de diversas maneiras, sendo muito mais flexível às necessidades de cada empresário e, por isso, é necessária a apresentação de um plano indicando as medidas necessárias para a superação da crise econômico­

‑financeira.

Ao contrário do direito norte­‑americano1, no qual o devedor tem a princípio a legi­ timidade exclusiva, mas depois de certo prazo outros podem apresentar um plano, no direito brasileiro apenas o devedor tem legitimidade para apresentar essa proposta. Fábio

Ulhoa Coelho chega a mencionar a existência de propostas alternativas, apresentadas por credores, as quais, porém, só serão objeto de votação se contarem com a aprovação do devedor, em suma, se o devedor concordar com os termos desse plano alternativo2.

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Medium 9788553609819

8.3. EFICIÊNCIA NO MERCADO

SAMPAIO, Luiza ; LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

240 Microeconomia Esquematizado®

Luiza Sampaio

Figura 8.8.  A altura da curva de oferta mede o valor que os vendedores dispõem para vender seu produto ou os custos dos produtores.

P

O

120

100

80

D

60

50

0

1

2

3

4

5

Q

O Excedente do Produtor (EP) é a área abaixo do preço e acima da curva de oferta. Vimos que a altura da curva de oferta mede os custos de produção e a diferen‑

ça entre o preço do produto e seu custo de produção é o excedente do produtor.

JJ 8.3. 

EFICIÊNCIA NO MERCADO

Para estudar o bem-estar dos consumidores e produtores, podemos utilizar o excedente do consumidor e do produtor. Assim, se um planejador social benevolen‑ te1 tiver a intenção de maximizar o bem-estar econômico da sociedade como um todo, deverá usar a medida do excedente total.

Sendo a medida do excedente total a soma do excedente do produtor e do exce‑ dente do consumidor, podemos definir o excedente total como:

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Medium 9788582713075

Capítulo 100. Tuberculose

Ricardo M. Xavier; José Miguel Dora; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

Pneumologia

Serrano Jr CV, Fenelon G, Soeiro AM, Nicolau JC, Piegas LS, Montenegro ST, et al. Diretrizes brasileiras de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes em cardiologia. Arq Bras Cardiol. 2013;101(3 Suppl 3):1-95.

Terra-Filho M, Menna-Barreto SS. Recomendações para o manejo da tromboembolia pulmonar, 2010. J Bras

Pneumol. 2010;36(Suppl 1):S1-68.

SITES SUGERIDOS ►

American College of Chest Physicians [Internet]. Glenview: American College of Chest Physicians; c2015 [capturado em 22 ago. 2015]. Disponível em: www.chestnet.org

American Thoracic Society [Internet]. New York: ATS; c2015 [capturado em 23 ago. 2015]. Disponível em: http://www.thoracic.org/

European Respiratory Society [Internet]. Lausanne (Switzerland): ERS; c2015 [capturado em 22 ago. 2015].

Disponível em: http://www.ersnet.org/

Institute for Clinical Systems Improvement [Internet]. Bloomington: ICSI; c2015 [capturado em 23 ago. 2015].

Disponível em: www.icsi.org

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Medium 9788547232139

2. CONDIÇÃO DE OFERECIMENTO E REQUISITOS DA DENÚNCIA

BONFIM, Edilson Mougenot Editora Saraiva PDF Criptografado

2. CONDIÇÃO DE OFERECIMENTO E REQUISITOS DA DENÚNCIA

Diz-se, então, que a denúncia de homicídio é uma peça incoativa elaborada pelo Ministério Público e dirigida ao Estado-juiz para a formação de um processo penal, onde se noticia a ocorrência de uma ruptura do ordenamento jurídico penal em face da prática de conduta típica por alguém, em determinadas condições (tempo, lugar e forma de execução) e, em regra, por um determinado motivo, buscando-se, por conseguinte, a sanctio juris como resposta estatal fulcrada em seu jus puniendi6.

Não distorce a verdade quem afirma, comparando e exemplificando, que, nesse momento, o promotor de justiça efetua um trabalho de reportagem de um fato típico penal, um verdadeiro jornalismo7 pro societate, mas visando iniciar a ação penal por um dos Poderes do Estado. Porquanto a denúncia (nesta óptica comparativa) sempre há que ser uma peça clara, objetiva e inteligível à primeira leitura por qualquer leigo, ou seja, por aqueles que compreendem a narrativa de qualquer fato, descrita pelo mais singelo matutino.

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Medium 9788536306643

16. Rudolf Spielmann (1883-1942)

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

16

Rudolf Spielmann

(1883-1942)

R

udolf Spielmann era um homem baixo, educado e gentil. Assim como Adolf

Anderssen, sua personalidade tinha pouco a ver com seu estilo no xadrez, que era despreocupadamente agressivo. Mas, ao contrário de Anderssen, ele não jogou na era romântica, e sim num período em que a técnica defensiva já havia adquirido maior importância. Conceitos posicionais, e não idéias exclusivamente combinatórias, eram a norma entre os mestres de seu tempo. Atacantes enlouquecidos eram vistos como relíquias de um passado mais primitivo.

Amante das aberturas com gambito, Spielmann jogou muitas partidas intrépidas, mas nunca chegou a sentir a plena concretização de todo o seu potencial.

No final da década de 1920, o enxadrista realizou um estudo minucioso de finais e conceitos posicionais. A mudança de estilo resultante projetou-o ao grupo dos dez melhores jogadores do mundo. Reuben Fine escreveu certa vez que a maior preocupação de Spielmann na vida, com exceção do xadrez, era acumular dinheiro suficiente para comprar quantidades ilimitadas de cerveja.

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Medium 9788547222710

10.5. Lesão

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Excepcionalmente, todavia, pode ensejar a anulabilidade, quando uma das par­ tes tiver proveito da coação da outra pelo terceiro, desde que tenha tido conhecimento prévio desse fato. Além da anulação do negócio jurídico, pode a parte prejudicada requerer reparação pelos danos sofridos contra o terceiro ou contra a outra parte, ou contra ambos, pois são responsáveis solidários. Se a parte beneficiada pela coação de terceiro não tiver tido conhecimento do fato, não será anulável o negócio jurídico, pois ela não deu causa ao vício da vontade e não poderia sofrer prejuízo inverso, mas o terceiro responderá ao coato pela reparação dos danos que a este infligiu.

Por ser igualmente ato ilícito, a coação pode dar causa à reparação por dano, com fundamento no CC, art. 186. Os deveres que se violam são concernentes à vida em relação, e não a determinado ato jurídico. O dever de reparar nasce com o negócio jurídico anulável, pois a ninguém é lícito coagir sem consequências.

O coato pode pedir reparação, ainda que não proponha ação de anulação (Pontes de Miranda, 1974, v. 4, p. 368).

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Medium 9788597019841

4 Partes da administração

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de estudar o conteúdo deste capítulo, você será capaz de:

1. Saber como a administração pode ser dividida em funções específicas para facilitar o seu entendimento e posterior aplicação.

2. Compreender que essas partes divididas devem ser trabalhadas de forma interativa, em relação de causa versus efeito, fechando no contexto da administração total ou integrada.

3. Interligar as partes da administração – pelas funções da administração e pelas funções da empresa – com as disciplinas do curso de administração e o seu plano de carreira como administrador.

Lembre-se de que as “chamadas” provocativas no texto, bem como as questões para debate, o exercício e o caso no final do capítulo proporcionam efetiva sustentação ao seu otimizado processo de aprendizagem.

Desenvolva-os com dedicação e criatividade e, preferencialmente, depois debata com os seus colegas de estudo e/ou trabalho.

Agora chegou o momento de você visualizar os principais assuntos da administração que você pode – e deve – aplicar em suas atividades nas empresas, ou mesmo para cuidar de suas questões pessoais.

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Medium 9788521626862

Constantes Físicas Úteis; Dados Gerais; Fatores de Conversão; Usando o Site do NIST na Internet

LEWIS, Rob; EVANS, Wynne Grupo Gen PDF Criptografado

xv

Constantes Físicas Úteis

Nome

Valor

Constante de Avogadro (NA)

6,002 ϫ 1023 molϪ1

Carga sobre o elétron

1,602 ϫ 10Ϫ19 C

Unidade de massa atômica (u)

1,66054 ϫ 10Ϫ24 g

Massa de um elétron

9,10939 ϫ 10Ϫ28 g

Massa de um próton

1,67262 ϫ 10Ϫ24 g

Massa de um nêutron

1,67493 ϫ 10Ϫ24 g

Constante de Planck (h)

6,626 ϫ 10Ϫ37 kJ s

Constante de Planck por mol (h)

3,990 ϫ 10Ϫ13 kJ s molϪ1

Velocidade da luz no vácuo (c)

2,998 ϫ 108 msϪ1

Constante universal dos gases (R)

8,3145 J molϪ1KϪ1

Constante do produto iônico (Kw) a 25°C

1,008 ϫ 10Ϫ14 mol2 dmϪ6

Capacidade calorífica específica da água

4,18 J gϪ1KϪ1

Volume molar de um gás ideal a 20°C e 101 kPa

24,06 dm3 (Ϸ 24 dm3)

Volume molar de um gás ideal a 25°C e 100 kPa

24,79 dm3

Dados Gerais

Temperatura e pressão ambientes padrão (TPAP) são 25°C e 100 kPa.

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