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Medium 9788580552966

Capítulo 7 - Vacinas rotineiras da infância

Jeannette South-Paul, Samuel C. Matheny M, Evelyn L. Lewis, Marcelo de Araújo Cosendey Grupo A PDF Criptografado

Vacinas rotineiras da infância

Richard Kent Zimmerman, MD, MPH,

Donald B. Middleton, MD

A vacinação rotineira das crianças é um dos avanços médicos mais importantes do século XX. Questões importantes acerca da vacinação incluem a idade da criança e seus problemas médicos subjacentes, a carga da doença, a eficácia da vacina, suas reações adversas e as recomendações oficiais.

VACINA ANTI-HEPATITE B

Nos EUA, o número estimado de pessoas cronicamente infectadas com o vírus da hepatite B (HBV) é de 1,25 milhão, dos quais 36% adquiriram o HBV durante a infância. A infecção pelo

HBV se torna crônica em 90% daqueles que se infectam na infância, 30-60% deles se infectando antes dos 4 anos de idade e apenas

5-10% se infectando na idade adulta. A cada ano, o HBV infecta cerca de 78.000 novas pessoas e mata cerca de 6.000. Até 25% dos indivíduos infectados pelo HBV na lactância morrerão na idade adulta de hepatopatia crônica relacionada com o HBV.

A transmissão do HBV ocorre principalmente pela transfusão sanguínea ou pelo contato sexual com pessoas com a infecção aguda ou crônica. Em 30-40% dos casos, a fonte da infecção não é identificada. Alguns casos podem resultar de contaminação inaparente de lesões cutâneas ou mucosas: o antígeno de superfície da hepatite B (HbsAg) tem sido encontrado no impetigo, na saliva e nos suportes das escovas de dentes de pessoas com infecção crônica pelo HBV. O HBV pode ser transmitido entre crianças pequenas.

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Medium 9788536531670

3 - Escalas e Projeções

LIMA, Edson Roberto de; STOCO, Fernando; SILVA, José Jonathan Rodrigues da; SCHNOR, Maria Luisa; ARA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

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Escalas e Projeções

Para começar

Neste capítulo, abordaremos que, ao elaborarmos o desenho de uma planta de uma residência, é necessário a aplicação de escala, que é a relação do desenho com a medida real, e o desenho técnico é baseado em projeções das faces do objeto nos planos ortogonais; dessa forma, é possível visualizar a forma e dimensão do objeto.

As escalas são padronizadas pela NBR 8196/1999 e NBR 6492, sendo que, ao aplicar uma escala, é muito importante ter em mente o tamanho da folha e do desenho a ser feito.

A escala deve ser de forma que o desenho fique bem distribuído na folha e o tamanho não reduza a compreensão e clareza do desenho. Sempre que colocá-la no desenho, é necessário escrever

“ESCALA” ou a abreviação “ESC”, seguido da relação desenho/real.

As escalas podem ser de três tipos: a)

redução;

b)

natural;

c)

ampliação.

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DESENHO_TEC_APLI_SEG_DO_TRABALHO.indb 33

14/03/2018 08:04:01

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Medium 9788547228538

2 COMPOSIÇÃO

PINHO, Rodrigo César Rebello Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo X

PODER LEGISLATIVO

1 INTRODUÇÃO

O Poder Legislativo tem como função típica a elaboração de leis, de normas gerais e abstratas a serem seguidas por todos. Além do exercício de sua função legislativa do Estado, compete-lhe a importante atribuição de fiscalizar financeira e administrativamente os atos do Executivo (CF, art. 49, X).

2 COMPOSIÇÃO

O Poder Legislativo, na esfera federal, é exercido, no Brasil, pelo

Congresso Nacional, que é composto por duas Casas Legislativas, a

Câmara dos Deputados e o Senado Federal (CF, art. 44). A partir da primeira Constituição republicana, em 1891, adotamos o bicameralismo, de acordo com o modelo norte-americano, em que a Câmara dos Deputados é composta dos representantes do povo, e o Senado

Federal, integrado por representantes dos Estados. A própria arquitetura de Brasília representa a adoção desse sistema bicameral, onde o prédio do Congresso Nacional é formado por duas cúpulas distintas, uma voltada para baixo, local de reflexão da autonomia política dos

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Medium 9788553603398

11 - PODER JUDICIÁRIO

Pedro Lenza Editora Saraiva PDF Criptografado

11 poder judiciário

JJ 11.1. 

FUNÇÕES DO PODER JUDICIÁRIO

Como já pudemos observar, o Poder Judiciário tem por função típica a jurisdicional, inerente à sua natureza. Exerce, ainda, funções atípicas, de natureza executivo-administrativa (organização de suas secretarias — art. 96, I, “b”; concessão de licença e férias a seus membros, juízes e servidores imediatamente vinculados — art.

96, I, “f”), bem como funções atípicas de natureza legislativa (elaboração do regimento interno — art. 96, I, “a”).

Podemos conceituar a jurisdição como “uma das funções do Estado, mediante a qual este se substitui aos titulares dos interesses em conflito para, imparcialmente, buscar a pacificação do conflito que os envolve, com justiça. Essa pacificação é feita mediante a atuação da vontade do direito objetivo que rege o caso apresentado em concreto para ser solucionado; e o Estado desempenha essa função sempre por meio do processo, seja expressando imperativamente o preceito (através de uma sentença de mérito), seja realizando no mundo das coisas o que o preceito estabelece (através da execução forçada)”.1

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Medium 9788547228965

4.3. Súmulas e enunciados sobre bens

CASSETTARI, Christiano Editora Saraiva PDF Criptografado

116 ▶ Elementos de Direito Civil

d) para execução de hipoteca sobre o imóvel oferecido como garantia real pelo casal ou pela entidade familiar; e) por ter sido adquirido com produto de crime ou para execução de sentença penal condenatória a ressarcimento, indenização ou perdimento de bens; f) por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação. Como houve muita discussão sobre a constitucionalidade desse dispositivo, o STJ, em outubro de 2015, editou a Súmula 5495, corroborando a tese.

Vale ressaltar que a impenhorabilidade é oponível em razão dos créditos de trabalhadores da própria residência e das respectivas contribuições previdenciárias, já que a Lei Complementar n. 150, de 1º-6-2015, conhecida como Lei das Domésticas, revogou o inciso I do art. 3º da Lei n. 8.009/90, já que deu os mesmos direitos aos trabalhadores domésticos que os demais.

Na hipótese de o casal, ou entidade familiar, ser possuidor de vários imóveis utilizados como residência, a impenhorabilidade recairá sobre o de menor valor.

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Medium 9788584290345

Capítulo 12. Orações subordinadas adjetivas: período composto por subordinação

Roberta Adalgisa de Azevedo Grupo A PDF Criptografado

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Orações subordinadas adjetivas: período composto por subordinação

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>> ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS: restritivas e explicativas.

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ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS: PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

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As orações subordinadas adjetivas podem ser classificadas, de acordo com seu sentido, em adjetivas restritivas ou adjetivas explicativas.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RESTRITIVAS

Referem-se a um termo restringindo o seu significado, particularizando-o.

Fonte: Conectado com a Língua Portuguesa (2014).

Na propaganda acima, a oração “que você joga na rua” restringe, particulariza, deixando claro que não é todo lixo que volta para dentro de sua casa, apenas aquele jogado na rua.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS EXPLICATIVAS

Têm a função de acrescentar alguma explicação ou informação suplementar a um termo já definido e delimitado.

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Medium 9788597013610

4 - Controle e registro contábil de custos

Silvio Aparecido Crepaldi, Guilherme Simões Crepaldi Grupo Gen PDF Criptografado

Controle e registro contábil de custos

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�� Objetivos

»» Compreender e justificar o controle e o registro contábil de custos.

»» Aprender a calcular e registrar os custos dos produtos vendidos.

»» Conhecer e saber operacionalizar o sistema de contabilização das etapas de apuração dos custos dos produtos vendidos.

4.1 Definição

O custo dos produtos vendidos (CPV) é a soma dos custos incorridos na fabricação dos produtos que foram vendidos em determinado período. Referem-se às matérias-primas consumidas, à mão de obra empregada e aos custos indiretos de fabricação.

É calculado considerando-se as diversas fases por que passa a matéria-prima até ser vendida como produto pronto. Em determinado período, corresponde aos custos incorridos na fabricação dos produtos, conforme Ferrari (2015).

4.2 Apuração do CPV

O CPV é formado pela soma dos materiais diretos (MD), da mão de obra direta

(MOD) e dos custos indiretos de fabricação (CIF), ajustado para mais ou para menos pela variação dos estoques de produtos acabados e produtos em processo.

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Medium 9788520433058

12. Farmacologia e seu impacto no processo de reabilitação

David J. Magee, James E. Zachazewski, William S. Quillen Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

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Farmacologia e seu impacto no processo de reabilitação

Ellen M. Schelhase, Judy T. Chen, Joseph Jordan, Deanna S. Kania, Brian R. Overholser, Brian M. Shepler, Kevin

M. Sowinski e Craig D. Williams

Introdução

Nomenclatura dos fármacos

A farmacologia e o estudo das drogas e da terapia farmacológica são práticas em constante crescimento e modificação. A terapia farmacológica tem um impacto amplo nos serviços de saúde e nos processos de reabilitação. Em virtude dos avanços nos serviços de saúde, as considerações sobre o impacto da terapia farmacológica têm se tornado cada vez mais importantes em todas as

áreas de atendimento ao paciente, inclusive no processo de reabilitação. Os efeitos terapêuticos e adversos da terapia farmacológica podem influir na reabilitação. Este capítulo fornece esclarecimentos sobre a farmacologia e seus efeitos na reabilitação de modo que se possa prestar o melhor atendimento ao paciente. A visão geral dos princípios de farmacologia é seguida de discussões sobre terapias farmacológicas para doenças específicas.

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Medium 9788547222598

Estudo de Caso - Cotasul – 10 Etapas do ciclo operacional de gestão de suprimentos

Marcos Donizete Aparecido Rocha Editora Saraiva PDF Criptografado

estudo

de caso

Cotasul – 10 Etapas do ciclo operacional de gestão de suprimentos

O

profissional de compras deve conhecer as etapas do processo do ciclo da cadeia de suprimentos da sua empresa, pois, tendo pleno conhecimento deste processo o comprador pode identificar com mais facilidade quando alguma etapa não foi feita, ou até feita incorretamente. Podendo assim corrigi-la, de forma rápida e não comprometendo o ciclo de compras.

Veja as 10 etapas e faça um paralelo com os processos adotados na sua empresa hoje, analise e veja quais alterações são necessárias para um melhor funcionamento. Caso você ainda não tenha mapeado os processos do setor, aconselho fazer com uma determinada urgência, não fique

à mercê da sorte.

1. Pedido de compra do departamento solicitante

Nesta etapa, o solicitante deve fazer uma listagem de produtos que necessita, incluindo as características para que não haja erros nas compras; sugiro colocar as seguintes informações: Descrição completa, quantas unidades e para quando é a necessidade, qual o departamento solicitante e em qual departamento será utilizado.

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Medium 9788582604151

Capítulo 17. Parceiros, não adversários

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 17

Parceiros, não adversários

Pego no fogo cruzado

Alguns anos atrás, um aluno meu que era também um empreendedor bem-sucedido (“Sam”) acabou sofrendo uma reviravolta trágica.1 Tudo começara tão bem. Um ano antes, ele recebera uma ligação de um dos maiores varejistas dos

EUA, perguntando se ele estaria interessado em ganhar um pouco de dinheiro.

Não era um truque, não havia nada escondido. O varejista decidira mudar de fornecedor para um tipo especial de vestimenta, e este novo fornecedor era uma empresa asiática. O varejista nunca trabalhara com essa empresa asiática antes e pedira a ajuda do meu aluno. Sam já tinha uma boa relação de trabalho com esse varejista e, apesar de também não saber nada sobre a empresa asiática, conhecia muito bem o ambiente industrial no qual ela estava inserida.

O varejista queria que a empresa de Sam atuasse como intermediária entre ele e a empresa asiática. O trabalho não era muito: coordenar a compra e a venda do produto. Ele receberia uma porcentagem de cada transação. Se tudo desse certo, a empresa de Sam poderia ganhar mais de 1milhão de dólares por ano, quantia significativa para o meu aluno.

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Medium 9788520428078

18. Avaliação de emergências esportivas

David J. Magee Editora Manole PDF Criptografado

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C a p í t u l o

C h a p t e r

A valiação de emergências espor tivas

Este capí­tu­lo é apre­sen­ta­do com a fina­li­da­de de capa­ci­tar o pro­fis­sio­nal de saúde a ava­liar ime­dia­ta­men­te um pacien­te antes da ins­ti­tui­ção de pri­mei­ros socor­ros ou do trans­por­te até um hos­pi­tal. Essa ava­lia­ção deve ser divi­di­da em duas par­ tes. A pri­mei­ra parte refe­re-se à ava­lia­ção ini­cial, geral­men­te rea­li­za­da no local em que o pacien­te é encon­tra­do, para asse­ gu­rar que situa­ções poten­cial­men­te ­letais sejam con­tro­la­das ime­dia­ta­men­te. A ava­lia­ção secun­dá­ria é rea­li­za­da quan­do o exa­mi­na­dor tem mais tempo e o pacien­te não apre­sen­ta uma amea­ça ime­dia­ta de morte ou de inca­pa­ci­da­de per­ma­nen­te.

Preparação pré-evento

Antes de qual­quer even­to espor­ti­vo, o exa­mi­na­dor deve esta­be­le­cer e pra­ti­car pro­to­co­los de emer­gên­cia.1,2 Essa pre­pa­ra­ção ­inclui a desig­na­ção de pes­soal para tare­fas espe­ cí­fi­cas e o esta­be­le­ci­men­to de tra­je­tos e entra­das de veí­cu­los de emer­gên­cia. O exa­mi­na­dor e os auxi­lia­res devem conhe­ cer a loca­li­za­ção de ­outros ser­vi­ços de assis­tên­cia médi­ca, equi­pa­men­to de emer­gên­cia (p. ex., pran­cha esta­bi­li­za­do­ra de colu­na, supor­tes para o pes­co­ço, sacos de areia, macas, cober­to­res, esto­jos de pri­mei­ros socor­ros) e um tele­fo­ne. Os equi­pa­men­tos devem ser com­pa­tí­veis com as neces­si­da­des, o tama­nho e a idade dos atle­tas e com os equi­pa­men­tos uti­li­ za­dos por ­outros pro­fis­sio­nais de saúde. Perto do tele­fo­ne, o exa­mi­na­dor deve man­ter núme­ros de tele­fo­nes de emer­ gên­cia (p. ex., ambu­lân­cia, médi­co, den­tis­ta), nome e ende­ re­ço da ins­ta­la­ção espor­ti­va, entra­da a ser uti­li­za­da e qual­quer ponto de refe­rên­cia de fácil loca­li­za­ção, pois, em situa­ção de estres­se, o indi­ví­duo que rea­li­za o cha­ma­do pode se esque­cer de for­ne­cer infor­ma­ções ou for­ne­cer infor­ma­ções ina­de­qua­ das (Fig. 18.1). Na pre­pa­ra­ção, deve estar incluí­do um plano de comu­ni­ca­ção rela­ti­vo a ­lesões ocor­ri­das na área de com­pe­ ti­ção ou na ins­ta­la­ção espor­ti­va. Este plano pode ­incluir ­sinais de mão pré-esta­be­le­ci­dos (p. ex., bra­ços cru­za­dos: envie um médi­co; mão acima da cabe­ça: envie uma ambu­lân­cia ou o

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Medium 9788547211660

SÚMULA N. 411AÇÃO RESCISÓRIA. SENTENÇA DE MÉRITO. DECISÃODE TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO EM AGRAVOREGIMENTAL CONFIRMANDO DECISÃO MONOCRÁTICADO RELATOR QUE, APLICANDO A SÚMULA N. 83 DO TST, INDEFERIUA PETIÇÃO INICIAL DA AÇÃO RESCISÓRIA. CABIMENTO

Bruno Klippel Editora Saraiva PDF Criptografado

438 Direito Sumular Esquematizado® — TST

Bruno Klippel

ATENÇÃO: Não se pode pleitear a rescisão do julgado por suposta violação de lei se houver a necessidade de rediscussão de fatos e provas para chegar àquela conclusão. A análise deve ser direta, sem reexame daqueles elementos.

SÚMULA N. 411

AÇÃO RESCISÓRIA. SENTENÇA DE MÉRITO. DECISÃO

DE TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO EM AGRAVO

REGIMENTAL CONFIRMANDO DECISÃO MONOCRÁTICA

DO RELATOR QUE, APLICANDO A SÚMULA N. 83 DO TST, INDEFERIU

A PETIÇÃO INICIAL DA AÇÃO RESCISÓRIA. CABIMENTO

(conversão da Orientação Jurisprudencial n. 43 da SBDI-2) —

Res. 137/2005, DJ 22, 23 e 24.08.2005

Se a decisão recorrida, em agravo regimental, aprecia a matéria na fundamentação, sob o enfoque das Súmulas ns. 83 do TST e 343 do STF, constitui sentença de mérito, ainda que haja resultado no indeferimento da petição inicial e na extinção do processo sem julgamento do mérito. Sujeita-se, assim, à reforma pelo TST, a decisão do Tribunal que, invocando controvérsia na interpretação da lei, indefere a petição inicial de ação rescisória. (ex-OJ n. 43 da SBDI-2 — inserida em 20.09.2000)

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Medium 9788597011722

2 - Contabilidade de Custos (Alberto Manoel Scherrer)

Alberto Manoel Scherrer Grupo Gen PDF Criptografado

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CONTABILIDADE DE CUSTOS

Alberto Manoel Scherrer

2 .1 E le m e n tos c o nc eit uais. Relação da C on tab i li dad e d e Custos c om a

C o n tab i li dade Financ eir a e G er enc ial.

O b j e t i vo, i m p o rtânc ia e finalidad e da

C o n tab i li dade d e Custos

A importância de se estudar o tema denominado “gestão estratégica de custos” é revelada na formação do preço de venda dos produtos, pois, sem se conhecer com exatidão a composição de tal preço (de venda), fica impossível de se estabelecer se o retorno esperado quando da comercialização de tal produto é condizente com as expectativas e, principalmente, com a remuneração do capital investido em determinado projeto e/ou segmento. Além do mais, conhecendo-se com a maior riqueza de detalhes possível a denominada “formação do preço de venda”, poder-se-á gerir seus componentes de forma “individual” ou harmonizando-os, a fim de que se possa, ao final, atender ao mercado consumidor de forma conveniente (foco na qualidade do produto), como também sobreviver no ambiente da livre concorrência.

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Medium 9788547212223

DIREITO DE HABITAÇÃO

MENDES, Gilmar Ferreira Editora Saraiva PDF Criptografado

DIREITO DE HABITAÇÃO

SERGIO IGLESIAS NUNES DE SOUZA

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CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O DIREITO DE HABITAÇÃO

E O DIREITO À MORADIA

O direito de habitação1 e o direito à moradia são institutos que têm características jurídicas próprias, diferenciam-se e complementam-se2. A sua análise comparativa é necessária, assim como tem-se a tradicional diferença entre residência e domicílio e, de igual forma, não se confundem estes com habitação e moradia.

1

2

A noção de “direito de habitação” (destaque para o termo “de”) tem como prisma uma relação puramente de fato, indicado no imóvel em que a pessoa permanece, ainda que em diminuto período de tempo, com ideia de transitoriedade. A noção de “direito à moradia” decorre da moradia ser bem da personalidade, objeto do próprio direito, de natureza extrapatrimonial, numa concepção jusnaturalista quanto à natureza dos bens da personalidade. O bem da moradia é permanente ao indivíduo. Por essa razão, utilizamos as expressões “direito de habitação” e “direito à moradia”.

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Medium 9788553609963

6.3. A estrutura da ONU

PDF Criptografado

Sinopses Jurídicas

voto afirmativo de nove membros (anteriormente sete) e, sobre todas as demais questões, pelo voto afirmativo de nove membros (anteriormente sete), incluindo-se entre eles os votos dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança.

• �Emenda ao art. 61, elevando o número de membros do Conselho Econômico e Social de dezoito para vinte e sete. (Este artigo seria emendado novamente em 1973, elevando o número de membros do Conselho para cinquenta e quatro.)

6.3. A ESTRUTURA DA ONU

Os principais órgãos da ONU estão mencionados no art. 7º da

Carta: a Assembleia Geral, o Conselho de Segurança, o Conselho Econômico e Social, o Conselho de Tutela, a Corte Internacional de Justiça e o Secretariado. De acordo com o dispositivo, havendo necessidade,

órgãos subsidiários podem ser criados.

A Assembleia Geral é constituída por todos os Estados-membros.

A ela cabe discutir quaisquer questões ou assuntos que estiverem relacionados com a finalidade da ONU ou com as atribuições de quaisquer órgãos desta, podendo expedir recomendações aos Estados e ao

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