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Medium 9788520435755

Bala, o homem da floresta

Gilles Lapouge Editora Manole PDF Criptografado

34

Dicionário dos apaixonados pelo Brasil

Bala, o homem da floresta

José Edisto Gonçalves Ribeiro é um homem alto, entusiasmado e com um belo rosto duro. Ele chegou a Machadinho D’Oeste, em Rondônia, há quinze anos. Vinha do litoral, da região da Bahia. Tinha vivido até então como um trabalhador da terra. Recebeu um lote no norte de Rondônia. Levou-me para visitar sua propriedade e a casa que ali construiu. Em pé, de jeans e camiseta, glorioso, mostra-me seu pedaço de terra como um castelão mostra seus domínios, faz admirar seus móveis de época, suas matilhas de cães, seus massacres de cervos, sua árvore genealógica.

Quase não consigo acompanhá-lo quando ele salta sobre os troncos de árvores que abarrotam o solo inclinado; são troncos gigantescos. Há um rio. José colocou uma prancha por cima. Essa prancha não é larga, ela se mexe um pouco e, além do mais, há os jacarés que moram no rio. Ele me espera, encorajando-me e tranquilizando-me. Se tivesse coragem, daria meia-volta, mas não tenho. José é “uma força que vai” e eu vou também.

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Medium 9788553605095

16.4. O MONOPOLISTA OPERA SEMPRE NO RAMO ELÁSTICO DA CURVA DE DEMANDA

SAMPAIO, Luiza ; LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

16

391

Estrutura de Mercado: Monopólio

L = RT – CT

Se dividirmos a Receita Total (RT) e o Custo Total (CT) pela Quantidade produ‑ zida (Q) e depois multiplicarmos a subtração dessas duas variáveis ( Receita Total (RT) e Custo Total (CT)) pela mesma quantidade (Q), a função não é alterada. Vejamos:

L = (RT/Q – CT/Q) Q

Mas a Receita Total (RT) dividida pela Quantidade (Q) é o Preço (P) e o Custo

Total dividido pela Quantidade é o Custo médio (Cme). Logo, temos:

L = (P – Cme) ⋅ Q

JJ 16.4. �O

MONOPOLISTA OPERA SEMPRE NO RAMO ELÁSTICO DA CURVA DE

DEMANDA

O monopolista vai determinar uma quantidade a ser produzida no ramo da cur‑ va de demanda, que é elástico, e daí será determinado o preço a ser cobrado pelo produto.

Podemos ver na Figura 16.7 que a quantidade que maximiza o lucro do monopolis‑ ta (Qm) está associada a um Preço (Pm). O ponto que toca a curva de demanda apre‑ senta uma elasticidade, em módulo, maior que a unidade; logo, a demanda é elástica.

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Medium 9788547228880

Lei n. 8.406, de 9 de janeiro de 1992

Otavio Amaral Calvet, Simone Cortes Belfort, Leticia Mendes Jorge Aidar Editora Saraiva PDF Criptografado

934

Lei n. 8.352, de 24 de julho de 1991

os valores que o FAT necessite sacar dos depósitos especiais, para atender

à manutenção de sua reserva mínima de liquidez ou às despesas com benefícios do seguro-desemprego e do abono de que trata o art. 239 da

Constituição Federal. (Incluído pela Lei n. 8.736, de 1993)

§ 1º O empréstimo de que trata o inciso II deste artigo não poderá exceder o valor corrente de Cr$ 220.000.000.000,00 (duzentos e vinte bilhões de cruzeiros), e terá prazo de vencimento até 31 de junho de 1992. (Redação dada pela Lei n. 8.458, de 1992)

§ 2º O empréstimo de que trata o parágrafo anterior poderá ser objeto de refinanciamento, desde que oferecidas as garantias referidas no inciso III deste artigo. (Incluído pela Lei n. 8.458, de 1992)

§ 3º O empréstimo de que trata o inciso III deste artigo não poderá exceder ao valor corrente de Cr$ 5.000.000.000.000,00 (cinco trilhões de cruzeiros), ou ao valor correspondente a 46% (quarenta e seis por cento) do valor da diferença entre a arrecadação estimada para o exercício de 1992, na Lei n.

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Medium 9788527728133

Parte 37 § Doenças Geriátricas

Celmo Celeno Porto, Arnaldo Lemos Porto Grupo Gen PDF Criptografado

Doenças

Geriátricas

Porto 37.indd 1361

Parte

37

26/08/15 16:52

Capítulo 610 Quedas em Idosos, 1363

Capítulo 611 Síndrome do Idoso Frágil, 1366

Nota: Outros assuntos relacionados com doenças geriátricas também são desenvolvidos nos seguintes capítulos: O Clínico e o Idoso (Capítulo 3, Parte 1), Melanose Senil e Úlcera por Pressão (Capítulos 58 e 76, Parte 4), Surdez (Capítulo 121, Parte 6, boxe Presbiacusia), Presbiesôfago (Capítulo 252, Parte 13), Osteoporose (Capítulo 447, Parte 31), Sarcopenia (Capítulo 465,

Parte 32), Delirium (Capítulo 516, Parte 35), Maus‑Tratos contra Idosos (Capítulo 625, Parte 40).

Porto 37.indd 1362

26/08/15 16:52

610

Quedas em Idosos

(CID 10: W00-W19)

Elisa Franco de Assis Costa  •  Gisele F. Sagawa  •  Janine Nazareth de Arruda

Introdução

Deslocamento não intencional do corpo para um nível infe‑ rior à posição inicial com incapacidade de correção em tem‑ po hábil, determinado por circunstâncias multifatoriais que comprometem a estabilidade. Não se inclui neste conceito a mudança súbita de posição, em conse­quência de paralisia, crise convulsiva ou por ação de forças externas.

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Medium 9788547223519

10.6. ESQUEMA

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

10

A Desconsideração da Personalidade Jurídica

369

Nos três casos, as relações intersocietárias corresponderam a grupos de fato, sendo que a jurisprudência galgou o caminho da responsabilidade subjetiva para objetiva. Salomão Calixto Filho, ao analisar os referidos precedentes, identificou tal movimento e, nos termos da evolução jurisprudencial, diferenciou e denominou de subjetivo, estrutural e setorial o fundamento da responsabilidade de sócios controladores ou com ingerência de comando em relação às sociedades deficitárias.

Observou que a extensão da responsabilidade variou da má gestão (no caso “Autokran”), migrando para a organização do empreendimento (no caso “Tiefbau”) e mitigando referida extensão, para afastá-la em relação ao membro do grupo de fato que não se tenha beneficiado dos negócios a envolver a sociedade insolvente no caso

“Vídeo”72.

Dos três sistemas jurídicos, analisados por José Engrácia Antunes, ainda que a

LSA brasileira seja herdeira do sistema alemão, percebe-se que no ordenamento pátrio há a mescla dos três sistemas, na medida em que há imputação objetiva de responsabilidade, bem como a possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica, também, em relação aos grupos de sociedade.

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Medium 9788597013313

12 - Gestão da Massa Salarial

Joel Souza Dutra, Tatiana Almendra Dutra, Gabriela Almendra Dutra Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

12

Gestão da Massa Salarial

O QUE SERÁ VISTO NESTE CAPÍTULO

Composição e impactos da massa salarial

yy Composição da massa salarial. yy Características e impactos. yy Dinâmica da massa salarial.

Racionalização e uso estratégico da massa salarial

yy Remuneração fixa x remuneração variável. yy Remuneração fixa x desenvolvimento. yy Massa salarial x dimensionamento do quadro.

Recompensas não financeiras

yy Tipos de recompensas não financeiras. yy Uso da remuneração não financeira. yy Impacto da remuneração não financeira na massa salarial.

CONTEÚDOS ADICIONAIS yy Reflexões sobre o tema do capítulo através do caso yy yy yy yy yy

DUTRA.indb 247

Digitalmemo.

Saiba mais.

Estudos de caso complementares.

Questões para guiar a reflexão sobre o conteúdo do capítulo.

Indicação de links para aprofundamentos.

Referências bibliográficas.

QUE REFLEXÕES SERÃO ESTIMULADAS yy Com que intensidade a gestão de pessoas influencia o desenvolvimento organizacional?

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Medium 9788597018608

1 - O que é pesquisa qualitativa

Ednilson Bernardes, Jorge Muniz Junior, Davi Nakano Grupo Gen PDF Criptografado

1

O que é pesquisa qualitativa

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

1. Discutir a influência dos pressupostos filosóficos na condução de pesquisa.

2. Descrever as características da pesquisa qualitativa.

3. Distinguir as abordagens qualitativa e quantitativa.

4. Utilizar dados qualitativos e quantitativos.

5. Selecionar entre métodos qualitativos e quantitativos.

BERNARDES-MUNIZ_NAKANO_Pesquisa qualitativa.indb 7

18/09/2018 14:09:55

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1 Pressupostos filosóficos

Embora raramente considerado de forma explícita ou consciente, os pressupostos filosóficos e os paradigmas do pesquisador, ou seja, suas crenças pessoais e sua visão de mundo, guiam seu trabalho e influenciam o processo de pesquisa (Denzin e Lincoln,

2011; Creswell e Poth, 2018; Maxwell, 2013). Dessa forma, esses aspectos permitem um entendimento mais aprofundado da natureza da pesquisa qualitativa e por essa razão, começaremos este capítulo com uma breve discussão sobre o assunto.1

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Medium 9788527703567

14 Etapas de Uma Investigação

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 14

ETAPAS DE UMA INVESTIGAÇÃO

   I. Primeira etapa: delimitação do tema

A. Considerações gerais

B. Ilustração de delimitação do tema

 II. Segunda etapa: formulação da hipótese

A. Significado da hipótese em uma investigação

B. Indícios da existência de associação de eventos

C. Elementos de uma hipótese

D. Ilustração de formulação da hipótese

III. Terceira etapa: verificação da hipótese

A. Ilustração de verificação da hipótese

B. Planejamento da verificação da hipótese

1. Escolha do método

2. Ética

3. Comprovação da exposição e adesão às prescrições

4. Contaminação e co-intervenção

5. Avaliação cega e uso de placebos

6. Conclusões de uma investigação

IV. Apresentação dos resultados de uma investigação

A. Seqüência de apresentação dos temas

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Medium 9788553605170

6.9. Usucapião por Conversão da Natureza da Posse

Paulo Lôbo Editora Saraiva PDF Criptografado

Essa usucapião especial é intuitu personae, em razão do possuidor, tendo em vista sua qualidade de índio. Não é usucapião laboral, pois não decorre da utilidade e do trabalho empregados.

A usucapião especial indígena apenas pode ter por objeto terras que estejam fora das classificadas como terras indígenas. O Estatuto do Índio não excepciona a vedação constitucional de qualquer modalidade de aquisição de terras do domínio da União, ocupadas por grupos tribais, nem das terras de propriedade coletiva de grupo tribal; essas terras são inusucapíveis.

Embora seja no interesse individual do índio usucapiente, a lei (art. 35) lhe assegura, como sujeito de proteção pública especial, a assistência do órgão federal de assistência ao índio (FUNAI), para defesa judicial de seus direitos, o que inclui a defesa contra turbação ou esbulho. O órgão federal não substitui ou representa o índio, mas o assiste, porque a capacidade civil dos índios não é regulada pelo

Código Civil e sim pela legislação especial (CC, art. 4º, parágrafo único) e pelo art.

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Medium 9788547210229

12.7 NOTAS EXPLICATIVAS A PARTIR DE 1o DE JANEIRO DE 2008

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

404

Contabilidade Básica

D – Disponível

C – Lucros ou Prejuízos Acumulados (**)

C – Provisão para o IRPJ

10.000,00

8.500,00

1.500,00

(*) Ajustes devedores de períodos de apuração anteriores.

(**) Ajustes credores de período de apuração anteriores.

12.7 ` NOTAS EXPLICATIVAS A PARTIR DE 1o DE JANEIRO DE 2008

12.7.1 Conceito

As demonstrações contábeis serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis, necessários para esclarecimento da situação patrimonial e do resultado do exercício.

As notas explicativas devem apresentar informações sobre a base de preparação das demonstrações financeiras e das práticas contábeis específicas selecionadas e aplicadas para negócios e eventos significativos, divulgar as informações exigidas pelas práticas contábeis adotadas no Brasil que não sejam apresentadas em nenhuma outra parte das demonstrações financeiras e fornecer informações adicionais não indicadas nas próprias demonstrações financeiras e consideradas necessárias para uma apresentação adequada.

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Medium 9788530985936

Capítulo Sexto Mútuo, Fiança, Penhor e Seguro

Fran Martins Grupo Gen ePub Criptografado

245. NOÇÃO Por mútuo compreende-se o contrato segundo o qual uma pessoa empresta a outra coisas fungíveis, com a obrigação de esta restituí-las ou coisas no mesmo gênero, quantidade e qualidade (Código Civil, art. 586). A pessoa que dá as coisas em empréstimo denomina-se mutuante; a que as recebe, com a obrigação de restituir, chama-se mutuário. Geralmente, no comércio as coisas emprestadas consistem em dinheiro. E dada a onerosidade das operações empresariais, a pessoa que as recebe em empréstimo, isto é, o mutuário, assume, com a obrigação de devolver a importância recebida, a de pagar certa quantia relativa ao uso que faz da referida importância. A essa quantia dá-se o nome de juro.

246. EMPRÉSTIMO, COMODATO E MÚTUO – O mútuo é uma das duas espécies de empréstimo, a outra sendo o comodato. Por empréstimo compreende-se o contrato segundo o qual, na definição de Carvalho de Mendonça, “uma das partes entrega certa coisa a outra parte, com a obrigação de esta restituí-la em sua integridade ou em coisa equivalente”,1 ou, como diz melhormente Valdemar Ferreira, “o contrato por via do qual se confia alguma coisa a alguém a fim de usar dela temporariamente, com a obrigação de restituí-la, ou outra equivalente, conforme seja a coisa fungível ou infungível”.2 Depreende-se dessas definições que o empréstimo pode ter como objeto coisas fungíveis, isto é, coisas móveis, que podem substituir-se por outras da mesma espécie, qualidade e quantidade (Código Civil, art. 85), e coisas infungíveis, justamente as que não podem ser substituídas por outras da mesma espécie, qualidade e quantidade. Quando o empréstimo tem por objeto coisas fungíveis temos o mútuo; em se tratando de empréstimo de coisas infungíveis temos o comodato, que é, em essência, um empréstimo gratuito e real, já que, de acordo com o expressamente estatuído na lei, “perfaz-se com a tradição do objeto”. No mútuo há a transferência de propriedade da coisa do mutuante para o mutuário; já no comodato essa transferência de propriedade não se opera, apenas ficando o comodatário com o direito de usar da coisa, devendo, contudo, fazer a sua restituição ao comodante.

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Medium 9788536511221

7.2 Princípios do direito do trabalho

Gerry Adriano Monte, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Por isso, as empresas que ainda buscam mão de obra barata não obedecem aos ditames prescritos com muito suor na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as que ignoram os preceitos de segurança e medicina do trabalho caminham de forma desenfreada para um arcabouço de processos e indenizações trabalhistas, que com certeza culminarão com sua falência, ou seja, sua retirada forçada do mundo empresarial.

A Consolidação das Leis Trabalho (CLT)5 foi aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e contém 922 artigos. Atualmente, esse diploma legal é o principal instrumento do

Direito do Trabalho que regulamenta as relações de trabalho no ambiente organizacional.

Serão vistos ao longo deste capítulo noções básicas que norteiam o Direito do Trabalho, as diversas relações de trabalho, as principais características dos contratos quanto ao pacto laborativo entre o obreiro e o empregador, a questão da suspensão e a interrupção da prestação de serviços pelo trabalhador, bem como seus afastamentos legais previstos pela atual legislação trabalhista. Alguns tópicos de segurança e medicina do trabalho, conceito legal e prevencionista dos acidentes, adicionais de insalubridade e periculosidade etc.

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Medium 9789724415154

3. Que significa orientar-se no pensamento?

Immanuel Kant Grupo Almedina PDF Criptografado

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3.

/ Que significa orientar-se no pensamento?

(1786)

Por mais alto que elevemos os nossos conceitos e, além disso, por mais que abstraiamos da sensibilidade, estão-lhes, no entanto, sempre ligadas representações da imaginação, cuja determinação peculiar é torná-los – a eles que não são derivados da experiência – aptos para o uso na experiência. Pois, como quereríamos nós dar também sentido e significação aos nossos conceitos, se não lhes estivesse subjacente uma intuição (que, afinal, deve ser sempre um exemplo tirado de qualquer experiência possível)? Se, em seguida, omitimos da acção concreta do entendimento a mistura da imagem, em primeiro lugar, da percepção contingente pelos sentidos, em seguida, até mesmo a pura intuição sensível em geral, resta o puro conceito do entendimento, cujo âmbito está agora alargado e contém uma regra do pensamento em geral.

Deste modo se constituiu a própria lógica geral; e no uso empírico do nosso entendimento e da razão talvez residam

/ A 304

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Medium 9788582600658

Capítulo 2 - Gestão de Processos no Trabalho do Conhecimento

Jan vom Brocke, Michael Rosemann Grupo A PDF Criptografado

Gestão de Processos no

Trabalho do Conhecimento

2

Thomas H. Davenport∗

Resumo Este capítulo aborda o tema da utilização de métodos de melhoria de processo para aprimorar o trabalho intelectual. O desempenho eficaz do trabalho do conhecimento é essencial para as sofisticadas economias contemporâneas. Propõe-se que as abordagens de engenharia tradicionais sobre o trabalho do conhecimento são incompatíveis com as abordagens de autonomia e trabalho de vários trabalhadores do conhecimento. Por esse motivo, este capítulo descreve uma variedade de abordagens processuais alternativas sobre o trabalho do conhecimento, enfatizando a diferenciação entre vários tipos de trabalho do conhecimento e aplicando intervenções em processos com maior sensibilidade ao comportamento humano.

1

Introdução

Os trabalhadores do conhecimento são o segredo para a inovação e o crescimento na organização moderna.1 Eles inventam produtos e serviços, desenvolvem programas de marketing e criam estratégias. Nas economias sofisticadas, eles são os cavalos que puxam o arado do progresso econômico. Se nossas empresas tornarem-se mais lucrativas, se nossas estratégias tiverem êxito, se nossas sociedades e economias tornarem-se mais avançadas – isso ocorrerá porque os trabalhadores do conhecimento realizaram seu trabalho de uma maneira mais produtiva e eficaz.

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Medium 9788547224776

4.11 Os JCP nas Companhias Abertas – Deliberação CVM

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

imputar o valor de $ 49.000, referente aos Juros sobre o Capital Próprio, aos dividendos obrigatórios de que trata o art. 202o da Lei n. 6.404/1976.

Nesse caso específico, para as sociedades por ações, os acionistas receberão o mesmo valor, entretanto, com a denominação de dividendos obrigatórios.

Veja, então, como seriam contabilizados, conforme determinações contidas na legislação tributária:

Juros sobre o Capital Próprio (Despesas Financeiras)

a Diversos

Juros sobre o Capital Próprio, ref. ao exercício findo de X1, calculados e imputados ao valor dos dividendos obrigatórios, calculados pela TJLP de 10%, como segue:

a Dividendos a Pagar (PC)

a Acionista Nelson S/A.............................................. 20.825

a Acionista Marciano................................................ 20.825

a IRRFonte a Recolher (PC)

a Acionista Nelson S/A................................................ 3.675

a Acionista Marciano................................................ 3.675

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