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Medium 9788527715935

Cap. 95 Antibióticos Betalactâmicos. Penicilinas

Silva, Penildon Grupo Gen PDF Criptografado

95

Antibióticos Betalactâmicos.

Penicilinas

Penildon Silva

INTRODUÇÃO

O grupo dos antibióticos betalactâmicos é formado pelas penicilinas, cefalosporinas, cefamicinas, ácido clavulânico, carbapenens, nocardicinas e monobactâmicos.

As penicilinas são obtidas de culturas dos fungos Penicillium notatum e P. chrysogenum.

As cefalosporinas são produzidas por Cephalosporium acremonium e Streptomyces lactamdurans.

Esses produtos naturais sofreram muitas manipulações químicas, o que deu origem a um grande número de derivados semissintéticos.

Os carbapenens são antibióticos betalactâmicos mais recentes, dos quais o mais estudado e já em uso clínico é a tienamicina, sob a forma de imipenem associado à cilastatina. A tienamicina é produzida pelo

Streptomyces cattleya. O meropenem é um novo carbapenem intravenoso, muito similar ao imipenem, que não precisa ser associado à cilastatina.

Os monobactâmicos são também de uso recente, e é o aztreonam o mais estudado e já disponível para uso clínico. Os primeiros monobactâmicos conhecidos eram produtos naturais produzidos por bactérias dos gêneros Acetobacter, Gluconobacter e Chromabacterium. O aztreonam

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Medium 9788597006520

CAPÍTULO 10 – PACTO INTERNACIONAL SOBRE DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS

MALHEIRO, Emerson Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

PACTO INTERNACIONAL SOBRE

DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS

SUMÁRIO: 10.1 Precedentes históricos – 10.2 Estrutura e objetivos – 10.3 O Pacto

Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (1966) no Brasil – 10.4 Quadro sinótico – 10.5 Questões para fixação: 10.5.1 Questões dissertativas; 10.5.2 Questões objetivas: 10.5.2.1 Gabaritos.

10.1 PRECEDENTES HISTÓRICOS

O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos começou a ser elaborado em 1949 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, mas foi finalizado somente em 19 de dezembro de 1966, adotado na sua XXI Sessão.

Uma vez criado, era necessário alcançar o número de ratificações para sua entrada em vigor, o que aconteceu apenas em 1976.

O Pacto reconhece direitos e deveres da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), detalhando-a e estendendo seu rol.

Trata-se de um diploma voltado aos indivíduos.

10.2 ESTRUTURA E OBJETIVOS

No que é pertinente à disposição dos artigos, o Pacto pode ser dividido em duas seções.

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Medium 9788582601938

Capítulo 6 - Processos de negócios portuários

Pablo Rojas Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Processos de negócios portuários

Neste capítulo, serão apresentados os processos relativos aos negócios portuários. Esses processos estão passando por um total redimensionamento a fim de oferecerem um melhor nível de serviço, o qual, por sua vez, diminuirá os custos das operações e os custos logísticos adicionais arcados pelos operadores portuários e pelos clientes. Nesse sentido, os gestores dos portos descobriram que a melhoria dos processos de negócios possibilitará o desenvolvimento de estratégias sustentáveis que atenderão à demanda por serviços eficientes, o que, consequentemente, proporcionará grandes benefícios econômicos ao país e aos seus usuários. Desse modo, os processos de negócios portuários se tornarão mais competitivos nos mercados nacional e internacional.

Objetivos de aprendizagem

Aprender sobre os processos de negócios portuários.

Conhecer os tipos de contratos de afretamento de navio.

Entender os termos e as condições de contratação de frete nacional e internacional.

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Medium 9788553609451

CAPÍTULO LVIII - DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

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Capítulo LVIII

DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

1. Conceito

A Administração Pública é o conjunto de todas as entidades criadas para a execução dos serviços públicos ou para o alcance de objetivos governamentais. Esse é o sentido mais comum de Administração Pública, denominado orgânico, empregado constitucionalmente pelo art. 37, ao aludir à Administração Pública, direta ou indireta, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Há, ainda, um sentido funcional para designar a própria atividade

(função) exercida por aqueles entes. É o sentido que se depreende do mesmo dispositivo constitucional quando submete a Administração Pública aos princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade etc.

É corrente a distinção entre os órgãos superiores de governo de um

Estado, de uma parte, e de outra os demais órgãos de execução das políticas governamentais, que se caracterizam por serem dependentes. Ao conjunto destes últimos dá-se o nome de Administração Pública indireta. Em apertada síntese, tem-se que o Estado (na esfera executiva) está composto por

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Medium 9788530977702

Capítulo XIX – Força das Medidas Provisórias

THEODORO Jr., Humberto Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XIX

FORÇA DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS

§ 62. DECISÃO E CUMPRIMENTO

DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS

Sumário: 501. Julgamento da pretensão à tutela provisória. 502. Cumprimento das medidas de urgência. 503. Mandamentalidade das medidas de tutela sumária. 504.

Execução das medidas urgentes satisfativas. 505. Execução das medidas definidas com base na tutela da evidência. 506. Provisoriedade do cumprimento de todas as decisões deferidoras das tutelas sumárias.

501. Julgamento da pretensão à tutela provisória

A tutela provisória (cautelar ou satisfativa) pode ser obtida liminar ou incidentalmente, por força de decisão interlocutória.

Embora o Código atual tenha abolido a ação cautelar como procedimento autônomo e distinto do processo de conhecimento ou de execução, certo é que o requerimento de tutela provisória instaurado pela parte, seja ele incidental ou antecedente, deve cumprir o itinerário próprio, com contraditório e instrução, encerrando-se com uma decisão concessiva ou denegatória (procedimentos dos arts. 303 e 305-307, do NCPC). Esta solução será sempre dada em decisão interlocutória, desafiando o recurso de agravo de instrumento (art. 1.015, I).

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Medium 9788553611096

AÇÃO DE CUMPRIMENTO

PEREIRA, Leone; SCALÉRCIO, Marcos; MINTO, Tulio Martinez Editora Saraiva PDF Criptografado

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SÚMULAS E OJs DO TST – organizadas por temas

da multa progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação tácita pela Lei n. 8.022, de 12 de abril de 1990.

AÇÃO DE CUMPRIMENTO

SUM-246 AÇÃO DE CUMPRIMENTO. TRÂNSITO EM JULGADO DA SENTENÇA NORMATIVA (mantida) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e 21-11-2003  É dispensável o trânsito em julgado da sentença normativa para a propositura da ação de cumprimento.

SUM-286 SINDICATO. SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL. CONVENÇÃO E ACORDO COLETIVOS (mantida) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e 21-11-2003  A legitimidade do sindicato para propor ação de cumprimento estende-se também à observância de acordo ou de convenção coletivos.

SUM-350 PRESCRIÇÃO. TERMO INICIAL. AÇÃO DE CUMPRIMENTO. SENTENÇA NORMATIVA (mantida) – Res. n. 121/2003, DJ 19, 20 e 21-11-2003  O prazo de prescrição com relação à ação de cumprimento de decisão normativa flui apenas da data de seu trânsito em julgado.

SUM-397 AÇÃO RESCISÓRIA. ART. 966, IV, DO CPC DE 2015. ART. 485, IV, DO CPC DE

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Medium 9788527715935

Cap. 75 Gases Medicinais em Pneumologia

Silva, Penildon Grupo Gen PDF Criptografado

75

Gases Medicinais em Pneumologia

Francisco Hora Fontes e Margarida Costa Neves

OXIGÊNIO

O oxigênio é a droga mais frequentemente utilizada na pneumopatia grave, e isso já há 200 anos, quando foi descrito pela primeira vez. A

“indústria do oxigênio” prosperou quando se constatou a imensa utilidade do gás nas doenças pulmonares e cardíacas.

Conforme a “equação do gás alveolar ideal”, a inspiração de ar ambiente (que ao nível do mar possui 21% de O2) gera no adulto sadio uma pressão alveolar de 100 a 110 mm Hg.

.

O consumo de O2 por minuto em repouso (VO2) corresponde a 250 mL/min, mas pode elevar-se para 2.000 mL/min durante exercício vigoroso.

A principal indicação para a suplementação do ar respirado com oxigênio é o alívio da hipoxemia arterial em paciente com insuficiência respiratória. Classicamente, recomenda-se oxigenoterapia de curta duração em concentrações que variam de 35% a 80% nos pacientes com insuficiência respiratória aguda, às vezes chegando a até 100%, e a terapia deve ser mantida até a resolução do processo causal da falência respiratória.

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Medium 9788580551105

10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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Medium 9788582713808

Capítulo 39 - Doenças cardiocirculatórias

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

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39.1 Hipertensão

39 DOENÇAS CARDIOCIRCULATÓRIAS

Hipertensão

As doenças cardiovasculares são a causa de morte mais frequente no mundo ocidental.

Sobretudo, há três órgãos nos quais a aterosclerose se manifesta e leva a doenças secundárias graves. Nas artérias coronárias, a doença coronariana resulta da arteriosclerose nos vasos cardíacos e culmina no infarto do miocárdio quando os vasos são obstruídos por um trombo.

No cérebro, a arteriosclerose dá origem a trombos e rupturas arteriais que resultam em AVE

(acidente vascular encefálico). A arteriosclerose nos rins resulta em insuficiência renal. Como essas doenças diminuem significativamente a expectativa de vida, o reconhecimento precoce e a eliminação dos fatores de risco (hipertensão, diabetes melito, hipercolesterolemia e tabagismo) que a promovem são essenciais.

Considera-se hipertensão quando a pressão sistólica excede 140 mmHg e o valor diastólico está acima de 90 mmHg. Como o risco cardiovascular aumenta em uma ampla margem com o aumento da pressão arterial, não existe

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Medium 9788521630258

Capítulo 9 - Fundamentos da Utilização de Energia Solar

MOREIRA, José Roberto Simões (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

9

Fundamentos da Utilização de

Energia Solar

Claudio Roberto de Freitas Pacheco

Professor do Curso Energias Alternativas do Programa de Educação Continuada (PECE) da Universidade de São Paulo (USP)

Consultor industrial e colaborador do Laboratório de Sistemas Energéticos Alternativos da Escola Politécnica da USP

A elaboração deste capítulo, dentro do espaço disponível, envolveu a escolha de conceitos científicos e técnicos considerados mais significativos para a compreensão da utilização da energia solar no abrangente âmbito deste livro. Aqui se desenvolve, como primeira abordagem, o tema da avaliação do potencial de energia solar em uma localidade e os conceitos de troca de calor aplicados a esse tema. Uma complementação e maior abrangência desses assuntos podem ser encontradas em J. A. Duffie; W. A. Beckman (2006) e P. F. Incropera; D.

P. DeWitt (2003).

Este capítulo é constituído dos tópicos abordados na disciplina Fundamentos de Energia Solar, ministrada no Curso

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Medium 9788582712818

Capítulo 37. O Conceito de Inimputabilidade na Legislação Latino-Americana

Elias Abdala-Filho, Miguel Chalub, Lisieux E. de Borba Telles Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 37

O Conceito de

Inimputabilidade na Legislação

Latino-Americana

José Facundo Vera Gómez, Jorge O. Folino, Carlos Hugo Isaac ­Serna,

José G. V. Taborda, Lisieux E. de Borba Telles

P O N T O S - C H AV E

A legislação penal dos países da América Latina origina-se de modelos importados da Euro

pa que seguem a tradição jurídica do direito romano.

Observa-se importante disparidade na nomenclatura adotada nos diversos códigos, denotativas dos diferentes períodos em que foram escritos e da influência europeia.

A maioria dos países latino-americanos segue o critério biopsicológico para a determinação de inimputabilidade, mas há casos de países que adotam os critérios biológico ou psicológico.

A maioridade penal na América Latina oscila entre 12 e 18 anos. A maioria dos países adota as idades de 14 ou 16 anos.

A doutrina da actio libera in causa é adotada pela maior parte dos países latino-americanos.

701

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Medium 9788553172795

3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE AS ESPÉCIES DE RESPONSABILIDADE CIVIL

GAGLIANO, Pablo Stolze Editora Saraiva PDF Criptografado

confundir, fundamentando, neste ou naquele caso, a imperiosa necessidade de ressarcir o dano, na proteção dos direitos lesados”5.

3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE AS ESPÉCIES DE

RESPONSABILIDADE CIVIL

A responsabilidade civil, enquanto fenômeno jurídico decorrente da convivência conflituosa do homem em sociedade, é, na sua essência, um conceito uno, incindível.

Entretanto, em função de algumas peculiaridades dogmáticas, faz-se mister estabelecer uma classificação sistemática, tomando por base justamente a questão da culpa e, depois disso, a natureza da norma jurídica violada.

Vejamos tais classificações.

3.1. Responsabilidade civil subjetiva x Responsabilidade civil objetiva

A responsabilidade civil subjetiva é a decorrente de dano causado em função de ato doloso ou culposo.

Esta culpa, por ter natureza civil, se caracterizará quando o agente causador do dano atuar com negligência ou imprudência, conforme cediço doutrinariamente, através da interpretação da primeira parte do art. 159 do Código Civil de 1916 (“Art. 159. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”), regra geral mantida, com aperfeiçoamentos, pelo art. 186 do Código Civil de 2002 (“Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”).

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Medium 9788530981464

Capítulo 23 – Gerência de Projetos

RENNÓ, Rodrigo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 23

Gerência de Projetos

23.1. Projetos, desenvolvimento, implantação e documentação de sistemas

Quando falamos de um projeto, estamos nos referindo a um esforço temporário para atingir um objetivo definido. Isso significa que um projeto sempre tem uma data, um prazo para acabar (mesmo que ele atrase).

Além disso, um projeto busca entregar um produto único, exclusivo. De acordo com o Guia PMBOK ([s.d.]) (Project Management Body of Knowledge), projeto é: “Um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”.

Portanto, um projeto terá um tempo determinado em que ele ocorrerá. E, se não temos uma data para finalizá-lo, não deveríamos chamá-lo de projeto (MENDES;

VALLE; FABRA, 2009).

Apesar disso, um projeto pode, sim, ter um prazo longo de operação, dependendo da complexidade. A construção de uma ferrovia ou de um estádio moderno de futebol pode levar anos, não é verdade?

Outro aspecto é o fato de um projeto criar algo que não é exatamente igual ao que já foi feito. Um projeto, por definição, deve criar um produto, serviço ou resultado exclusivo (GUIA PMBOK, [s.d.]).

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Medium 9788527731317

52 - Diabetes Melito

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 8

CAPÍTULO

Tratamento de Doenças do Sistema

Endócrino e Anticoncepção Hormonal Oral

52

Diabetes Melito

Lenita Wannmacher

``

Introdução

Diabetes melito (DM) é doen­ça crônica que ocorre quando o pân­ creas não produz suficiente insulina ou quando o organismo não usa eficazmente a insulina produzida, resultando em hiperglicemia e ou­ tras alterações metabólicas. Promove dano microvascular (retinopa­ tia, nefropatia e neuropatia) e se associa com redução em qualidade de vida, significante morbidade e aumento do risco de complicações macrovasculares, como cardiopatia is­quêmica, doen­ça cerebrovascu­ lar e doen­ça ­vascular periférica.1

Na ausência de marcador biológico específico, a glicemia perma­ nece como base para o diagnóstico de DM. Alterações de glicemia em jejum e teste de tolerância à glicose são condições in­ter­me­diá­rias entre a normalidade e o diabetes. Com níveis mais elevados, há risco de progressão para diabetes melito tipo 2 (DM2), embora isso não seja inevitável.1

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Medium 9788580551044

21. Consumo e investimento

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

21

consumo e investimento

A equação do Micawber:

Renda de 20 libras ‑ Despesa de 19,975 libras = felicidade.

Renda de 20 libras ‑ Despesa anual de 20,025 libras = miséria.

Charles Dickens

David Copperfield

O consumo e o investimento são as principais compo‑ nentes da produção nacional. Naturalmente, os países querem altos níveis de consumo de itens como habita‑

ção, alimentação, educação e lazer. O objetivo da eco‑ nomia é, afinal, transformar os fatores de produção, como o trabalho e o capital, em consumo.

Mas a poupança e o investimento – a parte do produ‑ to que não é consumida – têm um papel central no de‑ sempenho econômico de um país. Os países que pou‑ pam e investem grandes parcelas de suas rendas tendem a ter um crescimento rápido da produção, da renda e dos salários; esse padrão caracterizou os Esta‑ dos Unidos no século XIX, o Japão no século XX e, em especial, as economias “milagrosas” do Extremo Orien‑ te nas décadas recentes. Pelo contrário, os países que consomem a maior parte das suas rendas, como muitos países pobres da África e da América Latina, têm capi‑ tal obsoleto, níveis educacionais fracos e tecnologias defasadas; têm taxas reduzidas de crescimento da pro‑ dutividade e dos salários reais. O elevado consumo em relação à renda gera um pequeno investimento e um crescimento lento; uma poupança elevada leva a um in‑ vestimento elevado e ao crescimento rápido.

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