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Medium 9788582713532

Capítulo 20 - Fármacos antimicrobianos

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Sabendo que você é enfermeira(o), a sua família sempre recorre a você em busca de orientações.

O seu irmão deseja saber sobre a tosse que o acomete há duas semanas. Agora, ele está tossindo muco e está certo de que é um quadro de bronquite. Ele questiona se deve usar a amoxicilina que ele guardou de uma prescrição que recebeu no último inverno, quando teve bronquite.

Dica: leia sobre prevenção da resistência microbiana na página 572.

20

Fármacos antimicrobianos

Q

uando as defesas normais do organismo não são capazes de impedir ou derrotar uma doença, ela frequentemente pode ser tratada por quimioterapia pelo uso de fármacos antimicrobianos. Como os desinfetantes, discutidos no Capítulo 7, os fármacos antimicrobianos agem destruindo ou interferindo no crescimento dos microrganismos. Diferentemente dos desinfetantes, no entanto, esses fármacos devem agir dentro do hospedeiro, sem causar dano a ele. Esse é o importante princípio da toxicidade seletiva.

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Medium 9788582712757

Capítulo 35. O papa e a psicanálise

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

35

O PAPA E A PSICANÁLISE

Entusiasmam a latinidade e a simplicidade do Papa Francisco. Também a sua humildade e proximidade com os pobres. Precisamos dessas sonoridades e intenções. Entusiasmam menos as suas ideias sobre o aborto, o casamento gay e a adoção por homossexuais. É possível que ainda não tenha chegado a hora de a Igreja abrir-se a um novo mundo, com mais diálogo e negociação. O engessamento de ideias é humano e não poupa papas, pastores, rabinos ou pais.

Só não impede o entusiasmo. A chegada de um líder traz esperança, mais ainda se ele for o representante máximo da fé. Precisamos dele.

Precisamos de fé. Não importa o deus, não importa o credo – precisamos.

Os mais céticos, no fundo, acreditam. O crente pastor Oscar Pfister tornou-se amigo do cético psicanalista Sigmund Freud depois de acolher a sua descrença. Com o tempo, mostrou que Freud tinha fé na ciência. Fés são fés, e se equivalem. Freud consentiu com a amizade.

Há quem acredite na música como deus ou deusa, tanto faz. Conheci um faxineiro que acreditava no Criador não menos do que em Zeca Pagodinho. Afinal, era ele que animava as suas longas jornadas de trabalho.

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Medium 9788536322483

15. Características do Leite

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Características do Leite

15

Harold E. Swaisgood

CONTEÚDO

15.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.2 Biossíntese do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.3 Composição química . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.3.1 Proteínas do leite. . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.3.2 Lipídeos do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.3.3 Sais e açúcares do leite . . . . . . . . . . . . .

15.3.4 Enzimas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.4 Organização estrutural dos componentes do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.4.1 Estrutura das proteínas do leite . . . . . . .

15.4.1.1 Caseínas . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.4.1.2 Proteínas do soro . . . . . . . . . .

15.4.2 Micelas de caseína e sais do leite . . . . .

15.4.3 O glóbulo de gordura . . . . . . . . . . . . . .

15.5 Uso dos componentes do leite como ingredientes de alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . .

15.5.1 Efeitos do processamento sobre os componentes do leite . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788582605233

Capítulo 9. Coaching: uma competência fundamental para o desenvolvimento de lideranças

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Madeleine Homan Blanchard e Linda Miller

Pesquisas realizadas em empresas do mundo inteiro comprovam que há uma escassez de lideranças no horizonte. Há necessidade de líderes em setores e áreas funcionais de todos os ramos, e em todos os níveis organizacionais. O desenvolvimento de novos líderes está concentrando as atenções de executivos e gestores. Cada vez mais, o coaching é reconhecido como uma das principais competências para o desenvolvimento eficaz de futuros líderes.

Um estudo de 2008 da American Management Association (AMA) comprovou que o coaching está associado ao desempenho de qualidade nas empresas, e, ainda assim, é utilizado por apenas metade delas. O coaching segue conquistando adeptos e apoios, tratando-se de um campo que oferece consideráveis oportunidades de crescimento profissional.1 A AMA concluiu o estudo proclamando: “Esperamos que o coaching se transforme em uma das chaves para o desenvolvimento e a retenção de talentos no futuro, e consideramos que as empresas que vierem a utilizá-lo da maneira adequada tenderão a conquistar significativa vantagem competitiva no mercado global”.

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Medium 9788547228330

6 Modalidades de direitos políticos

PINHO, Rodrigo César Rebello Editora Saraiva PDF Criptografado

Teoria Geral da Constituição e Direitos Fundamentais

políticos. Os conscritos são as pessoas convocadas para o serviço militar obrigatório, que ficam impedidas de se alistar eleitoralmente durante esse perío­do por motivos de hierarquia e disciplina militar.

Título de eleitor. O documento que comprova a qualidade de cidadão é o título de eleitor. Essa é a razão pela qual a Lei da Ação Popular estabelece que “a prova da cidadania, para ingresso em juízo, será feita com o título eleitoral, ou com documento que a ele corresponda” (Lei n. 4.717/65, art. 1º, § 3º).

5 Direitos Políticos

São os direitos de participar da vida política do País, da formação da vontade nacional, incluindo os de votar e ser votado. Os direitos políticos consistem no exercício da soberania popular das mais diversas formas. Como observa José Afonso da Silva, abrange diversos outros direitos além do de votar e ser votado, como o da iniciativa popular no processo legislativo, o de propor ação popular e o de organizar e participar de partidos políticos.

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Medium 9788553603107

XXVII - CONCURSO DE PESSOAS

Cézar Roberto Bitencourt Editora Saraiva PDF Criptografado

concurso de pessoas

xXvIi

Sumário: 1. Introdução. 2. Teorias sobre o concurso de pessoas. 3. Causalidade física e psíquica. 4. Requisitos do concurso de pessoas. 5. Autoria. 5.1. Conceito exten­sivo de autor. 5.2. Conceito restritivo de autor. 5.3. Teoria do domínio do fato.

6. Autoria mediata. 7. Coautoria. 8. Participação em sentido estrito. 8.1. Espécies de participação. 8.2. Fundamento da punibilidade da participação. 8.3. Princípio da acessoriedade da participação. 9. Concurso em crime culposo. 10. Concurso em crimes omissivos. 11. Autoria colateral. 12. Multidão delinquente. 13. Participação impunível. 14. Punibilidade do concurso de pessoas. 14.1. Participação de menor im­ portância. 14.2. Cooperação dolosamente distinta. 15. Comunicabilidade das circuns­ tâncias, condições e elementares.

1. Introdução

Normalmente os tipos contidos na Parte Especial do Código Penal referem-se a fatos realizáveis por uma única pessoa. Contudo, o fato punível pode ser obra de um ou de vários agentes. Frequentemente a ação delituosa é produto da con­ corrência de várias condutas praticadas por sujeitos distintos. As razões que podem levar o indivíduo a consorciar-se para a realização de uma empresa cri­ minosa podem ser as mais variadas: assegurar o êxito do empreendimento deli­ tuoso, garantir a impunidade, possibilitar o proveito coletivo do resultado do crime ou simplesmente satisfazer outros interesses pessoais. Essa reunião de pes­ soas no cometimento de uma infração penal dá origem ao chamado concursus delinquentium. A cooperação na realização do fato típico pode ocorrer desde a elaboração intelectual até a consumação do delito. Respondem “pelo ilícito o que ajudou a planejá-lo, o que forneceu os meios materiais para a execução, o que intervém na execução e mesmo os que colaboram na consumação do ilícito”1.

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Medium 9788527732901

56 - Próteses Parciais Fixas Suportadas por Implantes e por Dentes Associados a Implantes

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 56

Próteses Parciais Fixas

Suportadas por Implantes e por

Dentes Associados a Implantes

Clark M. Stanford1 e Lyndon F. Cooper2

1

Dental Administration, University of Illinois at Chicago, College of Dentistry, Chicago, IL, EUA

2

Department of Prosthodontics, University of North Carolina, Chapel Hill, NC, EUA

Introdução

��

A restauração dos casos de edentulismo parcial é uma situação que envolve um diagnóstico minucioso para a formulação do plano de tratamento, com uma avaliação cuidadosa das opções terapêuticas e desfechos. A substituição de dentes contínuos exige a avaliação dos desafios a serem enfrentados nos aspectos anatômicos, fisiológicos, de custo, de tempo, impacto na qualidade de vida da higiene oral e desejo do paciente. Uma parte crítica do tratamento moderno é assegurar que a substituição dental será rea­li­zada de modo econômico e conveniente. Os implantes dentais oferecem muitas vantagens para muitas situações clínicas. Em algumas situações, a restauração da perda de um dente unitário com uma coroa sobre implante apresenta-se como uma opção de tratamento bastante lógica e satisfatória. Em outros casos, a utilização de uma prótese parcial fixa (PPF) implantossuportada é a abordagem mais satisfatória (Figura  56.1). Em virtude das necessidades funcionais e estéticas, as restaurações múltiplas com implantes, anteriores e posteriores, podem apresentar diferentes desafios clínicos. Este capítulo levará em consideração, didaticamente, as próteses parciais fixas implantossuportadas (pontes) separadamente das próteses fixas que apresentam união do dente ao implante, uma vez que cada tipo de prótese é único e cria seus próprios desafios novos.

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Medium 9788582710869

Capítulo 8 - Otimismo

Claudio Simon Hutz Grupo A PDF Criptografado

8

OTIMISMO

Micheline Roat Bastianello e Juliana Cerentini Pacico

... as coisas não podem ser de outro modo: pois, como tudo foi criado para uma finalidade, tudo está necessariamente destinado à melhor finalidade.

(Cândido – Voltaire)

Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.

(Pollyanna – Eleonor Porter)

Falar sobre otimismo nos remete a dois livros históricos Cândido (1759), de

Voltaire, e Pollyanna (1913), de Porter. Dois personagens incrivelmente otimistas em face das desgraças que se abatem em suas vidas.

Cândido vive como agregado no castelo de um dos homens mais poderosos de uma pequena cidade e tem como mestre o Dr. Pangloss. Durante toda a sua vida aprendeu que deveria compreender todos os acontecimentos da melhor forma, pois havia nascido no melhor dos mundos possíveis.

Pollyanna, por sua vez, é uma menina de 11 anos que fica órfã e vai morar em outra cidade com uma tia rica, rígida e muito severa. A menina passa a ensinar às pessoas da nova comunidade o jogo do contente, que havia aprendido com seu pai no dia em que esperava ganhar uma boneca e recebeu um par de muletas. O pai lhe havia explicado que não existia nada que não pudesse conter em si algo capaz de nos alegrar, e ela compreendeu que poderia ficar contente por não precisar usar as muletas.

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Medium 9788530965785

Capítulo 3 – Código de Ética Profissional do Contador – CEPC

Francisco Velter, Luiz Roberto Missagia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Código de Ética Profissional do Contador – CEPC

3.1.  �Introdução

Dada a relevância do assunto e pelo fato de ele ser cobrado em muitos concursos, o CEPC deve fazer parte do estudo na preparação para concursos.

A Resolução CFC nº 803/96 aprovou o Código de Ética Profissional do Contador

– CEPC, que possui como objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade, quando no exercício profissional e nos assuntos relacionados

à profissão e à classe. Profissionais da Contabilidade compreendem os Contadores e

Técnicos em Contabilidade.

3.1.1.  �São deveres do Profissional da Contabilidade:

I – exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e capacidade técnica, observada toda a legislação vigente, em especial aos Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade, e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais;

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Medium 9788553603343

7.1. ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

Celso Spitzcovsky Editora Saraiva PDF Criptografado

7

TERCEIRO SETOR

De início, cumpre registrar que a nomenclatura (terceiro setor) não aparece ao acaso, tendo em vista que o primeiro setor é composto pelas figuras que se encontram dentro da Administração, nas quatro esferas de governo.

Por sua vez, o segundo setor é composto por particulares que atuam com o objetivo de lucro, enquanto o terceiro setor é integrado por particulares, mas que atuam sem essa finalidade.

O denominado terceiro setor é composto por particulares, portanto pessoas jurídicas de direito privado, que não integram a estrutura da Administração Pública, mas que com ela mantêm, por razões diversas, relacionamentos com o intuito de preservar o interesse público.

Em outras palavras, são entidades que não apresentam finalidade lucrativa, o que equivale a dizer que todas as verbas por elas recebidas devem ser aplicadas para a melhoria de sua própria estrutura.

Aqui serão analisadas figuras como as organizações sociais e as organizações da sociedade civil de interesse público, os serviços sociais autônomos, que, não obstante apresentem diferenças entre si, têm em comum o fato de surgirem como entes particulares, sem finalidade lucrativa, que, mediante procedimentos diversos, relacionam-se com o Poder Público.

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Medium 9788536532936

Capítulo 13: Conceitos de Aterramento das Instalações Elétricas

André Nunes de Souza, José Eduardo Rodrigues, Reinaldo Borelli, Benjamim Ferreira de Barros Editora Saraiva PDF Criptografado

Conceitos de

Aterramento das Instalações

Elétricas

13

160

SPDA – Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas

13.1 Introdução

Com a evolução da espécie humana, começou a ser necessário construir abrigos.

Com as moradias, veio a dependência da eletricidade para produzir bens, lazer, conforto etc. No entanto, o homem foi obrigado a desenvolver sistemas de proteção contra forças da natureza, em especial as descargas atmosféricas, que causam acidentes envolvendo pessoas, danos nas edificações, instalações elétricas, sistemas de telefonia e transmissão de dados.

O avanço da eletrônica moderna e dos sistemas de comunicação e de tecnologia da informação culminou no desenvolvimento de equipamentos sensíveis às variações de tensão, decorrentes dos distúrbios relacionados com a qualidade de energia elétrica1 causados por descargas atmosféricas.

As descargas atmosféricas são responsáveis por um número significativo de falhas e danos que ocorrem nos equipamentos eletrônicos sensíveis e de alto valor agregado.

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Medium 9788582713167

Capítulo 8. Toxicologia clínica

João Massud Filho Grupo A PDF Criptografado

8

Toxicologia clínica

Sergio Graff

Natasha Gago Koller

Michelle Fleury Mejias

Intoxicação, por definição, é a ocorrência de efeitos nocivos, resultantes da exposição a uma substância química ou a um agente físico ou biológico.

Os efeitos tóxicos das substâncias químicas, de plantas e de animais peçonhentos são conhecidos pelo homem há muitos anos. Papiros e escritas nas tumbas de faraós do antigo Egito tratavam dos efeitos causados pela exposição a essas substâncias. Cleópatra, a rainha do Egito entre os anos 69 e 30 a.C., utilizara, segundo esses papiros, estricnina para envenenar prisioneiros e teria se suicidado deixando-se picar por uma cobra venenosa. Muito antes,

Homero em seus clássicos Ilíada e Odisseia

(850 a.C), citava o uso de flechas envenenadas, denominadas toxikon, e o filósofo Sócrates (470 a 399 a.C) foi condenado à morte com a ingestão da planta hemlock (cicuta), cujo princípio ativo é um alcaloide similar

à nicotina denominado conina.

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Medium 9788536506555

Capítulo 6: Risco, Vulnerabilidade e Fatores de Risco em Saúde

Raphaela Karla de Toledo Solha Editora Saraiva PDF Criptografado

5) A UBS d. Maricota organizou uma festa da saúde no sábado, com a participação de toda a equipe e do NASF. Nessa festa, foram oferecidas diversas atividades: coleta de papanicolaou para as mulheres que não podem ir à UBS nos dias de semana; brincadeiras com as crianças; oficina de alimentação saudável; aulas de alongamento; palestras sobre prevenção de violência e uso de drogas para os pais; e oficina sobre sexualidade para os adolescentes. A comunidade também participou: as mulheres do grupo de artesanato expuseram seus trabalhos e o grupo de alimentação saudável ficou responsável pelos comes e bebes. Foi um sucesso. Identifique quais atividades realizadas pela equipe - foram necessárias para o planejamento e a execução da festa.

Quais objetivos a equipe da UBS tinha em mente quando organizou as atividades oferecidas na festa? Quais benefícios uma festa pode oferecer ao território?

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Saúde Coletiva para Iniciantes: Políticas e Práticas Profissionais

Risco,

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Medium 9788553607419

2. Cabimento

Edilson Mougenot Bonfim Editora Saraiva PDF Criptografado

2. Cabimento

A carta testemunhável está disposta nos arts. 639 a 646 do CPP. De acordo com o art. 639, caberá carta testemunhável:

I – da decisão que denegar o recurso;

II – da decisão que, admitindo embora o recurso, obstar a sua expedição e seguimento para o juízo “ad quem”.

A motivação da denegação do recurso ou do obstáculo ao seguimento, seja pela falta de interesse em agir ou pela ilegitimidade da parte, seja pela intempestividade, por exemplo, não representa empecilho ao recebimento da carta testemunhável. Assim, será admitida sempre que se enquadrar nas hipóteses elucidadas.

A carta testemunhável tem caráter eminentemente subsidiário, não sendo cabível quando a lei estabelece outro remédio para a impugnação de decisão que denega o recurso ou obsta o seu seguimento2. Assim, caberá recurso em sentido estrito, e não carta testemunhável, da decisão que não receber a apelação ou a julgar deserta, com base no art. 581, XV3. Existem decisões no sentido da aplicabilidade do princípio da fungibilidade, quando interposta a carta testemunhável das decisões que denegarem o recurso de apelação, recebendo-a como se fosse recurso em sentido estrito4.

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Medium 9788553605293

8. Administração Pública Direta e Indireta

Leandro Velloso Editora Saraiva PDF Criptografado

8.

8.1.

Administração Pública

Direta e Indireta

Organização administrativa do Estado

A Administração Pública é um conjunto de “entes”, “entidades” e “órgãos públicos” para realização de uma função administrativa com base no interesse público. a) Entes – União, Estados-membros, Distrito Federal, Municípios:

Possuem capacidade política;

Possuem capacidade jurídica;

Possuem capacidade administrativa (art. 1º da CF/88). b) Entidades públicas – são as autarquias, fundações públicas, empresas pú-

blicas, sociedades de economia mista (art. 37, XIX, da CF/88):

Não possuem capacidade política;

Possuem capacidade jurídica;

Possuem capacidade administrativa. c) Órgãos públicos – são centros de decisão administrativa que realizam

uma atividade administrativa vinculada (subordinados) aos entes públicos ou autarquias. Não possuem capacidade nenhuma em regra, salvo lei específica.

Obs. 1: Função administrativa: é a função estatal nos termos da Lei, tais como:

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