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Medium 9788582605110

Taxila, a Cosmópole de Gandara

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

TAXILA, A COSMÓPOLE

DE GANDARA

Entre 150 a.C. e 100 d.C., a região de Gandara do Alto Vale do Rio Indo (que corresponde ao atual Paquistão) foi governada pelos shakas, originários de Sogdiana, e os partas, que a tomaram dos governadores de Alexandre. Tanto os shakas quanto os partas adotaram o budismo, educaram seus operários no helenismo e acrescentaram à mistura um pouco de sua própria cultura, persa e da Ásia Central, criando uma arquitetura que era uma síntese internacional de diversas tendências. Situada junto a um tributário importante do Rio Indo, Taxila (também chamada Sirkap), a capital de Gandara, posicionava-se na junção de três rotas comerciais: uma rumo ao leste, no coração da Índia; a segunda, a oeste, rumo à Báctria e à Pérsia; e uma terceira indo para a Ásia Central, na Rota da Seda. Taxila foi reconstruída várias vezes, até que no século

I d.C. um terremoto exigiu sua reconstrução completa.

O traçado urbano de Taxila é rigorosamente ortogonal, com uma rua de 700 metros corre ao longo de seu eixo central. A cidade era delimitada por uma muralha alta. Um tecido residencial denso, formado por casas de vários tamanhos com pátios internos, foi desenvolvido a partir da rua principal. Várias religiões parecem ter se fundido em Taxila. A cidade era famosa no mundo antigo como centro de estudos, e santuários budistas continuaram sendo construídos ali por mais de 800 anos. Uma das quadras foi dedicada ao edifício conhecido como Templo Absidal, semelhante a um salão Caitya do tipo mais comum no Sul da Ásia naquela época. Esse templo, todavia, foi construído como um objeto isolado.

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Medium 9788547233099

O SEGUNDO JULGAMENTO DO MANÍACO DO PARQUE - O HOMICÍDIO DE I. F.

BONFIM, Edilson Mougenot Editora Saraiva PDF Criptografado

O SEGUNDO JULGAMENTO DO

MANÍACO DO PARQUE

O HOMICÍDIO DE I. F.

Nota explicativa

Realizado o primeiro júri (remeto o leitor para a obra O julgamento de um serial killer, cit.), tivemos um segundo grande julgamento e um novo (?) problema, a par daqueles corriqueiros, usualmente presentes em casos “normais”. Durante as reperguntas ao psiquiatra Dr. P. A. V., o Juiz Presidente do Júri interrompeu-nos algumas vezes, aduzindo que estávamos alongando-nos desnecessariamente nas questões, uma vez que sobre o mesmo assunto já havia o depoimento do perito juntado nos autos, referente ao julgamento anterior. Não poderíamos aceitar tal ingerência, dentre outras, pelas seguintes razões: a primeira, porque os jurados não eram os mesmos do julgamento anterior, logo, necessitavam restar plenamente esclarecidos sobre toda a matéria de psiquiatria que ali se tratava, aliás, que eram o fundamento dos debates que se seguiriam, e a sua vexata quaestio — a questão polêmica, o pomo da discórdia — de todo o julgamento. Ali estava, pois, o no man’s land, a terra disputada pela acusação e defesa. Seguidamente, se fôssemos tratar de esclarecer durante os debates do júri — quando a lei nos facultava fazê-lo mais apropriadamente naquele momento — perderíamos precioso tempo na análise das provas, inviabilizando o projeto acusatório por falta de adequado tempo para o seu desenvolvimento. Outra razão, igualmente, é que pontos específicos, pormenores que eventualmente remanesceram dos esclarecimentos prestados no júri anterior, não poderiam precluir na oportunidade de esclarecimento pelo perito, e o momento era aquele, não outro. De se considerar, ainda, que uma vez arrolado o perito para o plenário e sendo outros os jurados — e não

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Medium 9788520446867

Crucifixo com cabos

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

44 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

TÓRAX E ABDOME

CRUCIFIXO COM CABOS

1. Fique em pé entre dois cabos presos a polias altas. Segure os pegadores altos, um de cada vez.

ALVO

• Região superior do tórax

PROCURE

2. Centralize seu corpo entre os pegadores.

3. Dê um passo completo para trás, trazendo as mãos em direção às coxas.

FOCO MUSCULAR

4. Dê um passo à frente e comece o exercício com as mãos voltadas uma para a outra, logo abaixo do tórax. Coloque uma perna na frente da outra e afunde ligeiramente para a frente, apoiando seu peso no pé à frente.

• Peitoral maior

• Peitoral menor*

• Romboide*

• Levantador da escápula*

• Deltoide (parte clavicular)

• Latíssimo do dorso

• Bíceps braquial

• Braquial

• Tríceps braquial

• Flexor radial do carpo

• Flexor ulnar do carpo

• Reto do abdome

• Oblíquo externo do abdome

• Oblíquo interno do abdome

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Medium 9788582715291

Armodafinila

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ARMODAFINILA

TERAPÊUTICA

Marcas • Nuvigil

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: inibidor da recaptação de dopamina (IRD)

• Promotor de vigília

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Redução de sonolência excessiva em pacientes com narcolepsia e transtornos do sono-vigília do tipo trabalho em turnos

• Redução de sonolência excessiva em pacientes com apneia obstrutiva do sono/síndrome de hipopneia (AOSSH) (adjunto do tratamento-padrão para obstrução subjacente das vias aéreas)

• Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

(TDAH)

• Fadiga e sonolência na depressão

• Fadiga em esclerose múltipla

• Depressão bipolar

Como a substância atua

• Desconhecido, mas claramente diferente dos estimulantes clássicos como metilfenidato e anfetamina

• Liga-se a e requer a presença do transportador dopaminérgico; também requer a presença de receptores alfa-adrenérgicos

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Medium 9788520435649

A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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IW Lingerie 122-163 Ch5 UK.indd 123

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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Medium 9788547203887

12. Curadorias e serviço de assistência judiciária (art. 34)

Alice Bianchini Editora Saraiva PDF Criptografado

Lei Maria da Penha – Lei n. 11.340/2006

245

cidades dos processos/inquéritos para, só então, decidir qual deve ser impulsionado preferencialmente.

12.

Curadorias e serviço de assistência judiciária (art. 34)

Art. 34. A instituição dos Juizados de Violência Doméstica e

Familiar contra a Mulher poderá ser acompanhada pela im‑ plantação das curadorias necessárias e do serviço de assistên‑ cia judiciária.

Como já observado nos comentários de outros artigos da Lei

Maria da Penha, também o art. 34 revela a constante preocupação do legislador em fazer cumprir o seu art. 4º, que estabelece os fins sociais da Lei como principal diretriz.

Se a finalidade da Lei Maria da Penha é o combate, a erradica‑

ção e a prevenção à violência doméstica contra a mulher, sua con‑ secução passa, necessariamente, pelo aparelhamento adequado e eficaz do Estado em todas as esferas da administração para assegu‑ rar à mulher em situação de violência o acesso a uma ampla gama de serviços e programas com destinação específica a essa questão.

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Medium 9788547229917

10 - O Estado unitário francês em mutação: descentralização e democracia de proximidade

AMARAL JÚNIOR, Alberto Editora Saraiva PDF Criptografado

10

O Estado unitário francês em mutação: descentralização e democracia de proximidade

Nina Beatriz Stocco Ranieri

No começo dos anos 1980, a França iniciou um processo irreversível de descentralização administrativa, ainda não finalizado.

Três grandes reformas, ao longo de trinta anos, promoveram nova repartição da materialidade do Estado sobre o território, alterando sua centenária organização unitária. Os atores centrais são as coletividades territoriais – comunas, departamentos, regiões, coletividades de estatuto particular e coletividades ultramarinas –, submetidos a um processo concomitante de organização territorial, descentralização e desconcentração da ação pública, por via da subsidiariedade, da proximidade e da modulação.

Na primeira fase das reformas, competências do poder central foram transferidas para as comunidades territoriais, acompanhadas de novos direitos e obrigações. Na segunda fase, promovida entre 1990 e início dos anos 2000, foram promovidas a cooperação intercomunal, o fortalecimento da democracia de proximidade, a ampliação da transferência de competências e da desconcentração de serviços públicos.

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Medium 9788580552126

Apêndice A

Charles Schuler Grupo A PDF Criptografado

apêndice A

Solda e processo de soldagem*

De uma simples tarefa a uma fina arte

A soldagem é o processo de junção de dois metais através do uso de uma liga metálica utilizada na fusão em baixa temperatura. A soldagem é um dos processos de junção mais antigos conhecidos pelo homem, sendo inicialmente desenvolvidos pelos egípcios para a fabricação de armas como lanças e espadas. Desde então, a prática evoluiu até se tornar o processo atualmente conhecido e utilizado na fabricação de dispositivos eletrônicos.

A soldagem não é mais a tarefa simples de outrora; atualmente, consiste em uma fina arte que requer cuidado, experiência e amplo conhecimento sobre os fundamentos envolvidos.

A importância do elevado padrão de qualidade na manufatura não pode ser desprezada. Junções de solda defeituosas têm sido a causa de diversos problemas em equipamentos e, portanto, a soldagem

é um processo crítico.

O material incluído neste apêndice foi elaborado para fornecer ao estudante os conhecimentos fundamentais e habilidades básicas necessárias para realizar a soldagem com alta confiabilidade, de forma semelhante ao que ocorre nos produtos eletrônicos modernos.

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Medium 9788547227517

19.7. GRUPO DE DIREITO

CAMPINHO, Sergio Editora Saraiva PDF Criptografado

CONCENTRAÇÃO EMPRESARIAL

437

aumento de capital da subsidiária integral, se a controladora e sócia única resolver admitir outros acionistas, que assim procederiam à subscrição.

Dispõe o art. 253 que, na proporção das ações que possuírem no capital da companhia controladora, os seus acionistas terão direito de preferência para a aquisição das ações do capital da subsidiária integral ou para subscrever aumento de capital desta, se a controladora decidir migrar o status da controlada da unipessoalidade para a pluralidade de sócios, com a admissão de novos acionistas. As ações ou o aumento do capital da subsidiária integral serão oferecidos aos acionistas da companhia controladora em assembleia geral convocada para esse fim, devendo-se observar o estatuído no art. 171, que regula o direito de preferência.

De logo se percebe cuidar de um direito de preferência de natureza específica, na medida em que será exercido no âmbito da subsidiária integral por acionistas de sua controladora e na proporção de sua participação no capital social desta última.

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Medium 9788530948818

CAPÍTULO X - DEFESA DA CONCORRÊNCIA

Alexandre Santos de Aragão Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO X

DEFESA DA CONCORRÊNCIA

Sumário: X.1 – Os fundamentos da defesa da concorrência

– X.2 – O Sistema brasileiro de defesa da concorrência – X.3

– Atos de concentração (controle de estruturas empresariais): X.3.1 – Processo administrativo de análise do ato de concentração – X.4 – Condutas anticoncorrenciais (controle de condutas empresariais): X.4.1 – Processo administrativo concorrencial sancionatório – X.5 – Sanções por infração à ordem econômica – X.6 – Defesa da concorrência e regulações setoriais.

X.1 – OS FUNDAMENTOS DA DEFESA DA CONCORRÊNCIA

A Constituição brasileira adota o sistema econômico capitalista, calcado na economia de mercado, tendo erigido a livre concorrência a um dos princípios norteadores da ordem econômica (art. 170, IV, da Constituição Federal).

O princípio da livre-iniciativa garante aos agentes econômicos liberdade para operar no mercado, buscar clientela e auferir lucros. Por outro lado, o princípio da livre concorrência determina que o Estado deve agir para, na forma da lei, coibir abusos do poder econômico e práticas anticompetitivas (art. 173, § 4o, da Constituição Federal),1 visando que o ideal de concorrência – maior pluralidade possível de agentes disputando o mercado – não seja distorcido na prática do mercado.

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Medium 9788520434628

Incontinência Fecal

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

728

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Incontinência Fecal

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Incapacidade de retenção das fezes, que resulta na passagem involuntária de material fecal.

FISIOPATOLOGIA

• A incontinência do reservatório fecal desenvolve-se quando o processo mórbido diminui a capacidade ou a complacência do reto.

• Ocorre o desenvolvimento de incontinência do esfíncter quando o esfíncter anal externo é anatomicamente rompido (i. e., incontinência não neurogênica do esfíncter) ou desnervado (i. e., incontinência neurogênica do esfíncter).

• A incontinência neurogênica do esfíncter pode ser causada por lesão do nervo pudendo, doença da medula espinal sacral, disfunção autônoma e neuropatia ou miopatia periféricas generalizadas.

• A lesão ou a degeneração dos músculos levantadores do ânus e coccígeo também podem contribuir para a incontinência fecal.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Gastrintestinal. • Nervoso.

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Medium 9788536702704

Capítulo 77 - Trauma torácico

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

476

ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

7.

Endo S, Murayama F, Hasegawa T, Yamamoto S, Yamaguchi T, Sohara Y, Fuse

K, et al. Guideline of surgical management based on diffusion of descending mediastinitis. Jpn J Thorac Cardiovasc Surg. 1999(1):14-9.

8. Corsten MJ, Shamji FM, Odell PF, Frederico JA, Laframboise GG, Reid KR, et al. Optimal treatment of descending necrotizing mediastinitis. Thorax.

1997;52(8):702-8

9. Bayarri Lara CI, Sevilla López S, Sánchez-Palencia Ramos A, Alkourdi Martínez

A, Hernández Escobar F, Quero Valenzuela F, et al. Surgical management of descending necrotizing mediastinitis. Cir Esp. 2013;91(9):579-83.

77

TRAUMA TORÁCICO

■■ JOÃO ALÉSSIO JULIANO PERFEITO

■■ ANDRÉ MIOTTO

■■ RODRIGO JOSÉ NINA FERREIRA

Desde 1978, existe uma tendência à padronização do atendimento aos pacientes politraumatizados, liderada pelo American College of Surgeons, que deu origem a um curso mundial para médicos, chamado Advanced

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Medium 9788547222253

4. Aquisição (primária) de participações societárias – emissão de quotas/ações

BOTREL, Sérgio Editora Saraiva PDF Criptografado

ambas as modalidades de OPA, e não haja prejuízo para os destinatários da oferta (destaques nossos).

3.3.6. Harmonização das LBOs ao sistema brasileiro

Os arranjos jurídicos que caracterizam as operações de LBO não são, em princípio, vedados pelo ordenamento brasileiro. É preciso, no entanto,

“tropicalizar” os modelos importados do mercado anglo-saxão, de modo a evitar questionamentos acerca da validade e da legitimidade da operação.

Essa tropicalização no planejamento e na execução das LBOs há de extrapolar os aspectos jurídicos, impondo-se levar em conta características peculiares do mercado e da economia brasileiros, em especial o elevado custo de captação de recursos e o nível de maturidade do mercado de capitais.

4. Aquisição (primária) de participações societárias – emissão de quotas/ações

A aquisição secundária de participações societárias, objeto de análise no item anterior, tem como partes os sócios da empresa-alvo (titulares de quotas/ações de emissão da sociedade-alvo) e o adquirente. Desse modo, os recursos pagos pelo adquirente beneficiam diretamente os sócios da empresa-alvo. Esse modelo de negócio é identificado comumente como cash-out, identificando que os recursos entregues como contrapartida das participações societárias adquiridas não entram no caixa da empresa-alvo. São destinados para fora da empresa, i. e., têm como destinatários os sócios e não a sociedade.

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Medium 9788580555394

Capítulo 10 - Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

Uma planta medicinal antiga, a Ephedra sinica, também conhecida como ma huang (acima).

Na forma de tintura, galhos, galhos em pó e raízes secas (abaixo).

Capítulo 10

Manipulação de moléculas e elaboração de fármacos

411

Drogas. A palavra evoca esperança, alívio, medo, intriga, escândalo ou talvez somente desdém. Fármacos são substâncias que visam a prevenir, moderar ou curar doenças. A química medicinal é a ciência que trata da descoberta ou do planejamento de novos fármacos e de seu desenvolvimento em medicamentos úteis.

A farmacologia moderna tem sua origem no folclore, e a história da medicina está cheia de ervas e remédios populares. O uso de ervas, raízes, frutos silvestres e cascas para alívio de doenças pode ser traçado até a antiguidade, como está ilustrado em documentos das antigas civilizações da

China, Índia e Ásia Menor. O Rig-Veda (compilado na Índia entre 4500 e 1600 AC), um dos mais antigos repositórios da sabedoria humana, refere-se ao uso de plantas medicinais. O imperador chinês Shen Nung preparou um livro de ervas há mais de 5.000 anos, no qual descreveu uma planta chamada ma huang (agora chamada de Ephedra sinica), usada como estimulante do coração. Essa planta contém efedrina, um fármaco que examinaremos adiante neste capítulo.

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Medium 9788521627326

22 - A química dos metais do bloco d: os metais mais pesados

HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, Alan G. Grupo Gen PDF Criptografado

126  capítulo 22

Tópicos

Ocorrência e extração

Aplicações

Propriedades físicas

Química inorgânica e de coordenação dos metais da segunda e terceira linhas

Y, enquanto um mineral ‘rico em lantânio’ pode conter até 35% de La. A extração do ítrio envolve sua conversão a YF3 ou YCl3 seguida de redução com Ca ou K, respectivamente; a separação dos elementos lantanoides é descrita na Seção 27.5. O emprego mais importante do ítrio é em fósforos (Y2O3 e YVO4 de alta pure‑ za) para telas de televisores e de computadores. Embora o empre‑ go tradicional em televisores contendo tubos de raios catódicos tenha diminuído, os fósforos continuan sendo usados em alguns monitores de tela plana, por exemplo, em televisores de plasma.

22.1 Introdução

O Capítulo 21 apresentou a química descritiva dos metais da primeira linha do bloco d. Neste capítulo, vamos focar a nossa atenção nos metais da segunda e terceira linhas (os metais mais pesados). As razões para discutir, separadamente, os metais mais leves e mais pesados foram dadas na Seção 21.1.

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