122418 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580556025

Capítulo 36. Edema

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

174

Seção 3

36

ApresentAções comuns do pAciente

edema

DEFINIÇÃO

Tumefação dos tecidos moles devido à expansão anormal do volume líquido intersticial. O líquido do edema é um transudato do plasma que se acumula quando é facilitado o movimento do líquido do espaço vascular para o espaço intersticial. Como um edema generalizado detectável no adulto reflete um ganho ≥ 3 L, a retenção renal de sal e água é necessária à ocorrência do edema. A distribuição do edema pode ser um importante indicativo da sua causa.

Edema localizado

Limitado a determinado órgão ou leito vascular, distingue-se facilmente do edema generalizado. O edema unilateral de membro costuma ser devido a uma obstrução venosa ou linfática (p. ex., trombose venosa profunda, obstrução tumoral, linfedema primário). O edema por estase de um membro inferior paralisado também pode ocorrer. As reações alérgicas (“angioedema”) e a obstrução da veia cava superior são causas de edema facial localizado. O edema bilateral nos membros inferiores pode possuir causas localizadas, por exemplo, obstrução da veia cava inferior, compressão devido a ascite e massa abdominal. A ascite (líquido na cavidade peritoneal) e o hidrotórax (no espaço pleural) também podem estar presentes como edema localizado isolado devido a inflamação ou neoplasia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788553612062

1

Christoph Menke Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito e violência_estudos críticos_005_232.indd 176

28/05/2019 10:25:37

5

A revolta dos escravos ou por que direitos? Um esboço

1

A ordem pública dos tempos modernos surge com a extinção da diferença entre senhor e servo – com o estabelecimento revolucionário da igualdade. Segundo a definição clássica, ser um servo ou escravo significa não ser apto a um julgamento razoável por si próprio, de modo que outra pessoa, o senhor, tenha que fazê-lo para ele. O escravo“pertence”a outra pessoa, haja vista que

“não é detentor autônomo”da razão e, portanto, tampouco é capaz de “perceber o bem e o mal”. Para ele, “servir é salutar e justo”1.

Destarte, a libertação da servidão consiste no fato de que qualquer um passa a poder emitir um juízo – ou seja, que todos obtêm a mesma parcela na prática do julgamento. Não existem escravos

“por natureza” (Aristóteles), ou: ‘cada um tem sua liberdade de julgamento’ é o lema da revolta que produz a ordem de igualdade dos tempos modernos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597024302

2 DIREITO FINANCEIRO

Kiyoshi HARADA Grupo Gen ePub Criptografado

Segundo Regis Fernandes de Oliveira, “a disciplina jurídica da atividade financeira do Estado denomina-se Direito Financeiro”.1 Outros autores adotam a mesma conceituação.

Para Carlos M. Giuliani Fonrouge, Direito Financeiro “é o conjunto de normas jurídicas que regula a atividade financeira do Estado em seus diferentes aspectos: órgãos que a exercem, meios em que se exterioriza e conteúdo das relações que originam”.2

Geraldo Ataliba, por sua vez, conceitua o Direito Financeiro como “ciência exegética, que habilita – mediante critérios puramente jurídicos – os juristas a compreender e bem aplicarem as normas jurídicas, substancialmente financeiras, postas em vigor”.3

Podemos dizer que o Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que estuda a atividade financeira do Estado sob o ponto de vista jurídico.

Seu objeto material é o mesmo da Ciência das Finanças, ou seja, a atividade financeira do Estado que se desdobra em receita, despesa, orçamento e crédito público. Enquanto esta estuda esses desdobramentos sob o ponto de vista especulativo, o Direito Financeiro disciplina normativamente toda a atividade financeira do Estado, compreendendo todos os aspectos em que se desdobra. Ambas as ciências têm o mesmo objeto, diferenciando-se uma da outra apenas pela forma pela qual cada uma delas estuda o mesmo fenômeno. Por isso, são ciências afins, que se distinguem pelo método de investigação científica peculiar a cada uma delas. Uma é ciência teórica; outra, ciência prática ou aplicada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520425299

O tornozelo e o pé

Calais Germain Blandine Editora Manole PDF Criptografado

o tornozelo e o pé

Adaptado à posição bípede, o pé humano desempenha uma dupla função:

– deve receber o peso do corpo e

– permitir o desenvolvimento progressivo dinâmico do passo, durante a marcha.

Isso supõe, simultaneamente, resistência e flexibilidade. É constituído por nada menos do que 26 ossos (de tamanhos e estruturas muito diferentes), 31 articulações e 20 músculos que lhe são próprios.

No entanto, o pé se encontra, em geral, deformado, já que se vê sujeito às forças mecânicas do peso do corpo e às do calçado, as quais, frequentemente, estão longe de ser as ideais.

O tornozelo é a articulação que permite aliar a plasticidade do pé e a potência dos ossos da perna.

Neste capítulo serão estudados conjuntamente o pé e o tornozelo, já que todos os músculos que mobilizam este último também têm uma ação à distância sobre o pé.

257

morfologia do tornozelo e do pé

vista medial tendão do calcâneo

(de Aquiles)

vista anterior

Ver todos os capítulos
Medium 9788547213442

Agradecimentos

Carlos Henrique Bezerra Leite Editora Saraiva PDF Criptografado

Agradecimentos

Aos bravos membros do Ministério Público pela atuação implacável em defesa dos direitos humanos e fundamentais em nosso País.

A todos, enfim, que, direta ou indiretamente, tornaram possível a realização desta edição, em especial os leitores que me honraram com as suas valiosas críticas e contribuições.

7

Ministerio publico do trabalho_001-432.indd 7

10/10/2016 14:37:29

Ministerio publico do trabalho_001-432.indd 8

10/10/2016 14:37:29

Siglas e abreviaturas

AA – Ação Anulatória

AC – Apelação Cível

ACC – Ação Civil Coletiva

ACP – Ação Civil Pública

ADC – Ação Direta de Constitucionalidade

ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias

ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade

AG – Agravo Regimental

AI – Agravo de Instrumento

alt. – alterado

ANPT – Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho

AP – Apreciação Prévia

APMP – Associação Paulista do Ministério Público

Ver todos os capítulos
Medium 9788553604968

2. Princípios do Programa Nacional do Meio Ambiente

Terence Trennepohl Editora Saraiva PDF Criptografado

Nessa esteira, decidiu-se ser indispensável “o estudo prévio de impacto ambiental e o relatório de impacto ambiental – EIA/RIMA, como condição para a concessão de licença ambiental para empreendimentos em áreas de manguezais. Sua falta contamina com nulidade absoluta o procedimento que culminou na concessão do licenciamento. O princípio da precaução recomenda que em defesa da sociedade não seja admitida a exploração da área em questão” (TRF 5ª Região,

AgI 54519/PE, Relator Desembargador Federal Paulo Machado Cordeiro, j. 25-112004, DJ, 28-2-2005).

Na mesma linha, decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região bem ilustra essa assertiva, ao assentir que “a importância dos manguezais vem do fato de inserirem uma grande diversidade biológica, além de exercerem funções essenciais para o equilíbrio da vida não só nas regiões onde se localizam, como também por irradiarem reflexos extrarregionais” (TRF 5ª Região, Ap. Cív. 278430/RN, Relator

Desembargador Federal Francisco Wildo, j. 10-10-2003).

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215170

Capítulo IX - Contrato de Emprego

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLINA FILHO, Rodolfo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo IX

Contrato de Emprego

Sumário: 1. Introdução. 2. Conceito e denominação. 3. Elementos caracterizadores da relação de emprego. 4. Partes. 5. Características. 6. Elementos do contrato de trabalho. 7. Prova do contrato de trabalho. 8. Nulidade contratual. 9. Duração do contrato. 10. Conteúdo do contrato. 11. Extinção do contrato.

1. Introdução

O leitor menos atento pode estranhar e se perguntar o que um capítulo sobre contrato de emprego esteja fazendo em um curso de Direito Civil.

Todavia, para nós, a ideia de completude impõe a análise, ainda que panorâmica, do contrato de emprego, também conhecido como contrato individual de trabalho.

Isso porque, ainda que reconheçamos que o estudo aprofundado da relação de emprego tenha de ser feito em disciplina própria, com suas particularidades, a teoria geral dos contratos é exatamente a mesma, não valendo a pena investir em teorias ecléticas que busquem afastar dela o presente contrato.

Ademais, um tomo dedicado aos contratos em espécie precisa realmente de uma visão geral sobre o contrato de emprego, até mesmo para diferenciá-lo de outras modalidades contratuais civis.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735773

26 Anatomia do Sistema Reprodutor Feminino

Anna Dee Fails, Christianne Magee Grupo Gen ePub Criptografado

Ovários

Tubas uterinas

Útero

Vagina

Vestíbulo e vulva

Irrigação sanguínea e inervação do sistema reprodutor feminino

• Definir e ser capaz de explicar a importância dos termos destacados em negrito e itálico neste capítulo

• Explicar as duas funções primárias do ovário. Explicitar se o ovário é um órgão endócrino, exócrino ou ambos

• Descrever o trajeto que os espermatozoides precisam percorrer para alcançar o oócito e ocorrer a fertilização

• Ilustrar as estruturas anatômicas que compõem o sistema reprodutor feminino e suas inter-relações

• Explicar a importância das três camadas do útero: endométrio, miométrio e mesométrio

• Descrever as estruturas peritoneais e neurovasculares que suspendem e dão suporte ao sistema reprodutor feminino. Discorrer sobre como essas estruturas se inter-relacionam.

O sistema reprodutor feminino dos mamíferos produz o gameta feminino (oócito), o transporta para o local onde pode ser fertilizado pelo gameta masculino (espermatozoide), proporciona um ambiente para o desenvolvimento e o crescimento do embrião e expele o feto quando ele está em condições de sobreviver fora do corpo da mãe. Os órgãos femininos de reprodução incluem dois ovários, duas tubas uterinas (também denominadas ovidutos), o útero, a vagina e a vulva (Figura 26.1). O oócito é liberado pelo ovário e penetra na extremidade aberta da tuba uterina. Normalmente, a fertilização ocorre na tuba uterina durante a passagem do oócito para o útero. No útero, o oócito fertilizado, agora um zigoto, evolui e se torna um embrião e depois um feto. O feto sai do útero pela vagina e pela vulva e se torna um recém-nascido (neonato). A Tabela 26.1 compara os sistemas reprodutores dos animais de produção não prenhes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303925

11 - Do Giz ao Mouse – A Informática no Processo Ensino-Aprendizagem

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Do Giz ao Mouse – A Informática no

Processo Ensino-Aprendizagem

Jânia do Valle Barbosa

Os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam os homens.

(Marshall Mcluhan)

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

As pipas foram trocadas pelo Counter Strike em que garotos de 13 anos programam jogos. A televisão, em muitos casos, foi substituída pelas lan houses em que adolescentes passam horas concentrados em frente a uma tela de computador. E a escola? Como pode conviver com esta nova realidade?

A encruzilhada para os educadores de hoje é como utilizar os novos meios tecnológicos de modo a atender às expectativas de mudança. A discussão entre os profissionais de ensino de que a informática irá robotizar os alunos e a máquina substituirá os professores está ultrapassada. Deve-se reconhecer que existe um descompasso entre a velocidade da evolução das diferentes tecnologias e o ritmo das mudanças na escola.

A preocupação dos educadores concentra-se agora na busca do melhor aproveitamento do computador no processo ensino-aprendizagem. Como utilizar o fácil acesso às informações, a autonomia na busca do conhecimento e a racionalização do tempo em prol da qualidade educacional?

Ver todos os capítulos
Medium 9788547231910

10.7 POLIPÁTRIDAS E APÁTRIDAS

VASCONCELOS, Clever Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 10 | Nacionalidade

339

Já em relação ao cancelamento da naturalização, esta só pode se dar por sentença judicial transitada em julgado. São indispensáveis o contraditório e a ampla defesa. A ação de cancelamento da naturalização deve ser proposta pelo Ministério Público Federal, mediante representação ou por requisição do Ministro da Justiça, perante a Justiça

Federal do domicílio do naturalizado.

A perda da nacionalidade será decretada pelo Presidente da República, apuradas as causas em processo que, iniciado de ofício, ou mediante representação fundamentada, correrá no Ministério da Justiça e Negócios Interiores, ouvido sempre o interessado.

Neste caso, a perda se concretizará em processo administrativo.

A reaquisição da nacionalidade dá-se por meio de decreto presidencial, se o interessado estiver domiciliado no Brasil em processo administrativo (não é necessário ajuizamento de ação específica), como se observa dos preceitos do art. 76 da Lei de Migração

Ver todos os capítulos
Medium 9788553601776

1. Matrizes do pensamento na filosofia do direito

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

Filosofia do Direito

■■ 1. MATRIZES DO PENSAMENTO

NA FILOSOFIA DO DIREITO

■■ 1.1. Filosofia e Direito: uma relação de proximidade

Para a compreensão da Filosofia do Direito, é fundamental notar a conexão entre a Filosofia e o Direito, acrescida do modelo de sociedade que recepciona as ideias filosóficas e as instituições jurídicas. A Filosofia

é fruto de um contexto localizado espacialmente e temporalmente, ao passo que o Direito é consolidado institucionalmente em sociedades concretas.

Filosofia

Direito

Teorias sociais

A tarefa fundamental da Filosofia, ao longo da tradição Ocidental, foi a de servir de reservatório conceitual explicativo às indagações colocadas pelo homem. A matéria-prima da Filosofia é formada por conceitos, os quais permitem, mediante atitude crítica e reflexiva, assegurar a inteligibilidade do mundo e aclarar como as coisas são o que são (ser) e como poderiam ser (dever-ser). Sua natureza abstrata busca compreender o mundo conceitualmente de forma desinteressada e pouco prática. Responder a questões acerca do que é a verdade ou a justiça configura a pauta da reflexão filosófica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714560

Capítulo 127. Perseguição a Dilma Rousseff

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

127

PERSEGUIÇÃO A

DILMA ROUSSEFF

Muito antes da história de impeachment ou golpe, Dilma Rousseff já era perseguida. Não por seus pares políticos, mas por uma mulher chamada

Edmeire Celestino da Silva. Depois de uma tentativa um tanto aparvalhada de invadir o Palácio do Planalto e declarar seu amor pela presidente, a segurança presidencial notou novamente sua presença nas cercanias do

Palácio da Alvorada, residência oficial da presidente, e acionou a polícia militar. Abordada, ela disse que só sairia dali depois de pedir Dilma em casamento, mas acabou dissuadida de insistir.

O caso de Edmeire não é isolado e remete a um fenômeno conhecido pelo termo inglês stalking, algo entre o assédio e a perseguição. Atores, cantores e políticos, dada a sua proeminência e visibilidade, são especial­ mente vulneráveis a essa situação. No Canadá, por exemplo, estudos mostram que quase um terço dos políticos já foi vítima de algum tipo de perseguidor.

Como na maioria dos casos de stalking a celebridades, Edmeire sofre de um transtorno mental. Segundo sua mãe, assim que Dilma Rousseff saiu candidata, a filha se apaixonou, cobrindo o quarto com fotos e pôsteres, mas só veio a se tratar justamente após uma crise envolvendo sua paixão.

Em 2010, ela foi detida degolando pombos no centro de Campinas, onde

Ver todos os capítulos
Medium 9788547211455

2NOÇÕES GERAIS DE OBRIGAÇÃO

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

2

NOÇÕES GERAIS DE OBRIGAÇÃO

JJ 2.1. CONCEITO

DE OBRIGAÇÃO

Obrigação é o vínculo jurídico que confere ao credor (sujeito ativo) o direito de exigir do devedor (sujeito passivo) o cumprimento de determinada prestação. Cor­ responde a uma relação de natureza pessoal, de crédito e débito, de caráter transitório

(extingue­‑se pelo cumprimento), cujo objeto consiste numa prestação economica­ mente aferível.

Embora seja frequente, na linguagem jurídica, dar o nome de crédito ao lado ativo da relação e reservar o termo obrigação para designar apenas o seu lado passi‑ vo, a obrigação abrange a relação globalmente considerada, incluindo tanto o lado ativo (o direito à prestação) como o lado passivo (o dever de prestar correlativo)1.

Em sentido técnico, a obrigação, como a correspondente obligatio da terminolo­ gia romana, exprime a relação jurídica pela qual uma pessoa (devedor) está adstrita

à determinada prestação para com outra (credor), que tem direito de exigi­‑la, obri­ gando a primeira a satisfazê­‑la.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520434628

Blefarite

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

141

Espécies Canina e Felina

Blefarite

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Inflamação das porções externa (pele) e média

(musculatura, tecido conjuntivo e glândulas) das pálpebras, geralmente associada à inflamação secundária da conjuntiva palpebral. • Crônica

— anterior ou posterior, com base no local de envolvimento predominante. • Anterior — mais comumente associada à infecção bacteriana ou autotraumatismo. • Posterior — distúrbios das glândulas meibomianas.

FISIOPATOLOGIA

• Semelhante à praticamente qualquer condição que comprometa a pele em geral. • Mecanismos da inflamação — imunomediado, infeccioso, mediado por via endócrina, autotraumatismo e traumatismo externo, parasitário, radiação e nutricional. • A resposta inflamatória mostra-se frequentemente exagerada, já que a conjuntiva palpebral é rica em mastócitos e densamente vascularizada. • Disfunção da glândula meibomiana — comum; as lipases bacterianas alteram os lipídios meibomianos, promovendo o entupimento da glândula com um tampão; essas lipases também produzem ácidos graxos irritantes, estimulam o crescimento bacteriano e desestabilizam o filme lacrimal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632146

1 Funções e Seus Gráficos

S. Axler Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

René Descartes explicando seu trabalho para a Rainha

Christina da Suécia. Em

1637, Descartes publicou sua invenção: o sistema de coordenadas descrito neste capítulo.

Funções e Seus Gráficos

O tópico das funções está situado no centro da matemática moderna. Iniciaremos este capítulo introduzindo a noção de função, juntamente com seu domínio e sua imagem.

A geometria analítica, que combina álgebra e geometria, constitui uma poderosa ferramenta para visualizar funções. Assim, discutiremos o plano das coordenadas, que pode ser pensado como um análogo bidimensional da reta real. Embora funções sejam objetos algébricos, podemos frequentemente compreender melhor uma função olhando para o seu gráfico no plano das coordenadas.

Na terceira seção deste capítulo, veremos como transformações algébricas de uma função alteram seu domínio, sua imagem e seu gráfico.

A quarta seção deste capítulo lida com a composição de funções, que nos permite escrever funções complicadas em termos de funções mais simples. A ideia tem aplicações em grandes áreas da matemática.

Ver todos os capítulos

Carregar mais