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Medium 9788582713570

Capítulo 3. Antidepressivos

Alan Schatzberg, Charles DeBattista Artmed PDF Criptografado

3

Antidepressivos

D

e acordo com o relatório Consumo de antidepressivos por indivíduos com

12 anos de idade ou mais nos Estados Unidos, realizado em 2011 pelo Centers for Disease and Prevention, os medicamentos antidepressivos são os mais prescritos nesse país para pessoas com idades entre 12 e 44 anos e a terceira classe mais indicada em todas as faixas etárias, junto com analgésicos e antibióticos, entre todos os fármacos (Pratt et al. 2011). O bom senso em tamanha difusão do consumo dessa classe de medicamentos é alvo de debates na literatura e na imprensa popular. No entanto, o que não se discute é o fato de os médicos sentirem-se bastante à vontade para prescrever tais fármacos. A popularidade crescente dos antidepressivos baseia-se em uma série de fatores, englobando sua eficácia no tratamento da depressão, seu amplo espectro de ação, sua relativa segurança e sua facilidade de uso. Razões como marketing também desempenham um papel na ampla adoção dos antidepressivos na prática clínica.

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Medium 9788527733649

15 - Arcos de Oclusão | Registro da Distância Vertical e da Relação Central (Zona Neutra)

TURANO, José Ceratti Grupo Gen PDF Criptografado

15

Arcos de Oclusão |

Registro da Distância

Vertical e da Relação

Central (Zona Neutra)

INTRODUÇÃO

A construção dos arcos de oclusão, também chamados de roletes de cera, planos de cera, de mordida, de oclusão e de orientação, a partir do arco superior, representa uma preocupação estética. Porém, a estética não é transportada para o ar­ticulador, e sim o relacionamento da mandíbula com a maxila e os movimentos que esta faz, coordenados pelas ar­ticulações temporomandibulares (ATM). Os arcos de oclusão não são construí­dos por tentativas, mas orientados pela anatomia e pela fisiologia do sistema mastigatório.

Tem-se mais segurança construindo-se os arcos de oclusão a partir do arco mandibular. A morfologia do osso mandibular garante de maneira mais efetiva a conformação de arco. Enquanto a reabsorção óssea maxilar se faz em razão da tábua óssea externa, isto é, no sentido centrípeto, a reabsorção óssea mandibular decorre de ambas as tábuas ­ósseas, conservando o formato de arco em ferradura, mais condizente com o arco dentário natural (Figura 15.1).

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Medium 9788536309101

Apêndice C. Áreas de atuação e formação

Michael P. Nichols, Richard C. Schwartz Grupo A PDF Criptografado

TERAPIA FAMILIAR

Apêndice

443

C

Áreas de atuação e formação

TORNANDO-SE UM TERAPEUTA FAMILIAR

Há muitos caminhos para se tornar um terapeuta familiar. Nem todos eles envolvem cursos acadêmicos sobre terapia de casal e de família, embora este seja o caminho mais direto. Muitas pessoas que possuem um certificado em terapia de casal e de família (MFT, Marital and Family Therapy) graduaram-se em cursos mais tradicionais – mestrado ou Ph.D. em psicologia clínica, MSW em programa de serviço social, mestrado em aconselhamento ou enfermagem. Dependendo das exigências locais, esses terapeutas, depois de completar o curso, precisam complementar seu título com um curso adicional em terapia de casal e família e receber supervisão extensiva, a fim de serem considerados terapeutas na área (veja a seção sobre licenciamento a seguir).

O caminho que você escolher dependerá do que quer fazer em sua profissão. Por exemplo, se você quiser ensinar ou fazer pesquisa em terapia familiar, convém que faça um doutorado. Se, por outro lado, seu maior desejo for trabalhar na prática clínica, quer em alguma instituição quer em consultório particular, você talvez não precise de um doutorado e possa cursar um programa de mestrado em terapia de casal e de família (para uma lista dos programas acadêmicos em MFT aprovados, entre em contato com a American

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Medium 9788577804610

8 Teoria Elementar da Amostragem

Murray R. Spiegel, Larry J. Stephens Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Teoria Elementar da Amostragem

TEORIA DA AMOSTRAGEM

A teoria da amostragem é um estudo das relações existentes entre uma população e as amostras obtidas dela.

É de grande valor em muitas conjeturas. Por exemplo, é útil para a estimação de grandezas desconhecidas da população (tais como a média e a variância), freqüentemente denominadas parâmetros da população ou, abreviadamente, parâmetros, através do conhecimento das grandezas correspondentes das amostras (como a média e a variância), muitas vezes denominadas estatísticas amostrais ou, abreviadamente, estatísticas. Os problemas de estimação serão tratados no Capítulo 9.

A teoria da amostragem também é útil para determinar se as diferenças observadas entre duas amostras são devido a uma variação casual ou se são verdadeiramente significativas. Essas questões surgem, por exemplo, ao se testar um novo soro para ser empregado no tratamento de uma doença, ou ao decidir se um processo de produção é melhor do que outro. As respostas a essas questões implicam o uso dos denominados testes de significância e hipóteses, que são importantes na teoria das decisões. Essas são consideradas no Capítulo10.

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Medium 9788577809783

Capítulo 13 - Trabalhe com outros programas do Microsoft Office

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Trabalhe com outros programas do Microsoft Office

Neste capítulo, você vai aprender a:

Incluir documentos do Office em pastas de trabalho.

Armazenar pastas de trabalho como partes de outros documentos do Office.

Criar hiperlinks.

Colar gráficos em outros documentos.

O Microsoft Excel 2010 já dispõe de uma grande variedade de ferramentas para armazenar, apresentar e resumir dados financeiros. No entanto, ao utilizar outros programas do Microsoft Office 2010, você pode estender seu conhecimento ainda mais, criando bancos de dados, apresentações, relatórios escritos e páginas da Web personalizadas, com os quais pode organizar e comunicar seus dados impressos ou via redes.

Todos os programas do Office interagem uns com os outros de várias maneiras úteis.

Por exemplo, você pode incluir em uma pasta de trabalho do Excel um arquivo criado em outro programa do Office. Se você usar o Microsoft Word 2010 para escrever uma anotação sobre o motivo pelo qual as despesas com remessas de um cliente diminuíram bastante em janeiro, poderá incluir esse relatório em sua pasta de trabalho. De modo semelhante, é possível incluir suas pastas de trabalho do Excel em documentos criados em outros programas do Office. Também é possível copiar apenas uma parte de uma pasta de trabalho, como um gráfico, em outro documento do Office.

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Medium 9788547208905

Prefácio

PONTE, Antonio Carlos da Editora Saraiva PDF Criptografado

Prefácio

Nada é mais nobilitante para uma Faculdade de Direito do que ter um seu aluno – que às suas portas bateu ainda como vestibulando – frequentando os bancos do Curso de Bacharelado como discente exemplar e com expressiva participação acadêmica, aluno esse que prossegue seus estudos no Curso de

Pós-Graduação da mesma Universidade, distingue-se pela cultura e denodo e alça à Livre-Docência face seus indefectíveis méritos. Mais. Em concomitância, cumpre – com particular brilho – atividades tanto do Magistério como Administrativas, relativas ao desempenho de elevados cargos diretivos.

Nada mais comovente e gratificante ao ex-professor desse ex-aluno do que ser convidado – ainda que por indisfarçável expressão de generosidade – para prefaciar sua obra, talvez, por ora, uma das mais significativas por consubstanciar sua dignificante titulação de Livre-Docente em Direito Penal pela

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

À evidência refiro-me ao autor deste livro, o Professor Dr. Antonio Carlos da Ponte, que exerce o magistério na PUCSP há mais de uma década, quer no

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Medium 9788582603451

Capítulo 5 - Inovação de produtos

Joseph M. Juran, Joseph A. Defeo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Inovação de produtos

O desenvolvimento de novos produtos (bens e serviços) é vital para todas as organizações. É o que alimenta as futuras vendas, o desempenho e a competitividade. O

Planejamento Voltado para a Qualidade, um dos universais descrito em capítulos anteriores e utilizado aqui, é um processo sistemático de desenvolvimento de novos produtos (tanto bens quanto serviços) e processos que garante o atendimento das necessidades dos clientes.

Os métodos para projetar produtos inovadores recebem nomes como Projeto para Seis Sigma, Projeto para Lean, Projeto para Qualidade de Classe Mundial e

Engenharia Simultânea, Projeto Ágil para Software. Este capítulo terá como foco os métodos e as ferramentas comuns a cada um deles e às vezes ausentes em funções típicas de inovação e desenvolvimento de produtos. Os autores irão se referir a isso como método e ferramentas da Quality by Design (Qualidade por Projeto), que permitem que uma organização desenvolva saltos no âmbito de produtos e serviços a fim de impulsionar as receitas.

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Medium 9788553603053

4. SUBSTITUIÇÃO FIDEICOMISSÁRIA (FIDEICOMISSO)

PDF Criptografado

quinhões fixada na primeira disposição entender-se-á mantida na segunda; se, com as outras anteriormente nomeadas, for incluída mais alguma pessoa na substituição, o quinhão vago pertencerá em partes iguais aos substitutos.

Exemplifiquemos.

O testador deixou 1/5 da herança para Alisson, 3/5 para Saló e 1/5 para

Kalline, nomeando-os como substitutos recíprocos. Caso Alisson não queira ou não possa aceitar, a sua parte será dividida entre Saló e Kalline, respeitadas as proporções de 3/5 e 1/5, respectivamente.

Convertendo em números, teríamos o seguinte: em face de uma herança representada por 1.000, o testador deixou 200 para Alisson, 600 para Saló e 200 para Kalline. Caso Alisson não queira ou não possa aceitar, a sua parte, 200, será dividida entre Saló e Kalline, ficando 150 para Saló e 50 para Kalline.

Caso seja incluído outro substituto, invocando a mesma hipótese, a solução é mais simples.

O testador deixou 1/5 da herança para Alisson, 3/5 para Saló e 1/5 para

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Medium 9788527732468

29- Sarcoidose

AZULAY, Rubem David Grupo Gen PDF Criptografado

29

Sarcoidose

Luna Azulay-Abulafia

j

David R. Azulay

j

Rubem D. Azulay

Conceito

A sarcoidose pode ser considerada uma doença granulo‑ matosa sistêmica de etiologia desconhecida, acompanhada de alterações imunológicas, podendo acometer quase todos os

órgãos e com patologia característica constituída por granu‑ loma sarcoídico.

Epidemiologia

É uma doença de distribuição bimodal (picos entre 25 e

35 anos e entre 45 e 65 anos), com maior frequência no sexo feminino. Acomete qualquer raça, porém, nos EUA, sua fre‑ quência é maior em negros que em brancos (35,5/100.000 em negros e 10,9/100.000 em brancos). No Brasil, a incidência está estimada em 1/10.000. Trata‑se de uma doença rara, e sua maior prevalência é na Suécia (64 por 100.000 habitantes).

Parece haver uma predisposição genética (sarcoidose fami‑ lial, com maior frequência em gêmeos univitelinos). Mais do que determinar a ocorrência da doença, os marcadores HLA podem refletir o órgão acometido e, consequentemente, o seu prognóstico. Os antígenos de histocompatibilidade HLA‑A1,

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Medium 9788530986681

19. A Ordem Internacional e a Teoria Geral do Estado

José Geraldo Brito Filomeno Grupo Gen ePub Criptografado

Neste ponto, último do programa de Teoria Geral do Estado, uma vez que a questão ambiental e dos recursos naturais já foi estudada no ponto relativo ao meio ambiente, cuida-se de lançar ao leitor a perspectiva maior da Ciência Política, qual seja, da preservação da ordem, harmonia e paz internacionais.

E uma vez mais alertamos: essa questão será, por certo, muito melhor analisada ao ensejo da ministração dos ensinamentos de Direito Internacional Público.

De qualquer forma, e ainda que repetido “clichê”, a primeira constatação que podemos fazer é de ser o mundo, em última análise, uma “aldeia global”.

“Aldeia global”, no entanto, com sérios e permanentes conflitos em diversas regiões do mundo, quer por razões políticas, quer por razões de cunho étnico, social, religioso, ideológico etc.

Nem é preciso dizer, porque óbvio e evidente, que os homens muito ganhariam se superassem suas divergências tópicas, abrindo suas mentes e corações para os mais altos interesses, aliás, e como já visto pontos atrás, consubstanciados na famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem.

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Medium 9788536307558

10. Atividades de laboratório

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

Moreira & Medeiros

CAPÍTULO

165

10

Atividades de laboratório

Os livros de psicologia, das mais diversas áreas e abordagens, apresentam uma infinidade de teorias sobre uma miríade de assuntos que dizem

B. F. Skinner em seu respeito ao ser humano e, em alguns casos, aos organismos vivos em laboratório geral. Nos livros e nos manuais de psicologia, é possivel encontrar dezenas de teorias sobre a aprendizagem, muitas delas fornecendo explicações diferentes para um mesmo fenômeno. Por que tantas teorias sobre o mesmo assunto? Todas elas estão certas e se completam? Existem várias porque nenhuma de fato é correta ou completa? Só há uma maneira de comprovar a “veracidade” de uma teoria: subentendo-a ao teste empírico, ou seja, verificando na prática e, de preferência, no laboratório, onde podemos controlar melhor as situações que criamos para avaliar as teorias. Neste capítulo, abordaremos a descrição de várias atividades que podem ser desenvolvidas no laboratório com ratos albinos para o estudo do comportamento.

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Medium 9788577807154

O ciclo de planejamento de campanha

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

O ciclo de planejamento de campanha

ONDE

ESTAMOS?

CHEGAMOS?

Recebido o briefing do cliente, agora está na hora de a agência reunir todas os dados obtidos e utilizá-los para desenvolver uma campanha que atenda os requisitos do briefing. É preciso analisar em detalhes as informações recebidas e compreender o que ela realmente significa. A agência também tem de identificar possíveis lacunas que possam ser preenchidas com mais pesquisa de mercado.

COMO

CHEGAR LÁ?

As perguntas fundamentais do ciclo de planejamento de campanha se encontram no diagrama ao lado. Elas são um espelho das informações fornecidas no briefing do cliente, mas o elemento essencial agregado pela agência está sob o título

“Como chegar lá?”. É um modelo cíclico: depois que a eficácia da campanha foi avaliada sob “Chegamos?”, as informações são transmitidas para a próxima campanha para garantir que a seção “Onde estamos?” se mantenha sempre atualizada.

78 Fundamentos de Publicidade Criativa Planejamento de campanha e estratégia

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Medium 9788521632573

Glossário

JESPERSEN, Neil D.; HYSLOP, Alison Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

Este glossário tem as definições dos termos mais importantes que foram destacados em negrito ao longo dos capítulos. Os números entre parênteses que se seguem às definições são os números das seções em que os respectivos termos foram discutidos mais extensivamente.

A

α-Aminoácido: Um dos cerca de 20 monômeros encontrados naturalmente em polipeptídeos. (22.6)

Abaixamento do Ponto de Congelamento:

Uma propriedade coligativa de uma solução líquida pela qual o ponto de congelamento da solução é menor do que o do solvente puro. (12.6)

Absorção: O processo em que uma substância penetra e entra na estrutura de outra substância, normalmente um líquido ou gás em um sólido. (13.9)

Abundância Relativa: Uma fração que representa a massa ou o número de

átomos de um isótopo em comparação com a massa ou o número total. (0.5)

Ácido: Definição de Arrhenius: Uma substância que produz íons hidrônio (íons hidrogênio) em água. (4.4) Definição de

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Medium 9788530973940

PARTE VIII – Capítulo 3 – Mandado de Segurança – Mandado de Segurança contra Ato Judicial

Nathaly Campitelli Roque Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Mandado de Segurança –

Mandado de Segurança contra Ato Judicial

1. Definição. Em algumas situações concretas, não há remédio recursal adequado para evitar dano à parte causado por decisão judicial ilegal. Nestas situações, tem uso o mandado de segurança.

Conceitua-se mandado de segurança como ação constitucional, prevista no artigo 5.º, LXIX, da Constituição Federal, que se volta a atacar ato ilegal ou praticado com abuso de poder de autoridade pública ou de agente de pessoa jurídica, no exercício de atribuições do Poder Público, que lesione ou ameace de lesão, direito líquido e certo, individual ou coletivo, da parte, contra o qual não caiba habeas corpus nem habeas data.

Seu procedimento é tratado na Lei 12.016/2009 (LMS).

2. Não cabimento do mandado de segurança. Não será cabível o mandado de segurança nas seguintes hipóteses: a) contra os atos de gestão comercial praticados pelos administradores de empresas públicas, de sociedade de economia mista e de concessionárias de serviço público (artigo 1.º, § 2.º, LMS); b) de ato de que caiba recurso administrativo com efeito suspensivo, independente de caução (artigo 5.º, I, LMS); nte

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Medium 9788530985226

Capítulo II Noções Preliminares ao Estudo do Direito Internacional Privado

Valerio de Oliveira Mazzuoli Grupo Gen ePub Criptografado

O DIPr é a disciplina jurídica – baseada num método e numa técnica de aplicação do direito – que visa solucionar os conflitos de leis estrangeiras no espaço, ou seja, os fatos em conexão espacial com leis estrangeiras divergentes, autônomas e independentes, buscando seja aplicado o melhor direito ao caso concreto. Trata-se do conjunto de princípios e regras de direito público destinados a reger os fatos que orbitam ao redor de leis estrangeiras contrárias, bem assim os efeitos jurídicos que uma norma interna pode ter para além do domínio do Estado em que foi editada, quer as relações jurídicas subjacentes sejam de direito privado ou público.1 Como se vê, o DIPr é a expressão exterior do direito interno estatal (civil, comercial, administrativo, tributário, trabalhista etc.).

A solução do DIPr para os conflitos de leis no espaço com conexão internacional – como precisamente explica Agustinho Fernandes Dias da Silva – “está em considerar as leis conflitantes no mesmo plano de validade e pesar as conexões existentes entre elas e o caso concreto, a fim de determinar qual a lei que deve prevalecer, excluindo a outra, para regular a relação jurídica em apreço”. Trata-se, segundo ele, de “uma solução democrática, que respeita a autonomia legislativa dos grupos humanos, organizados em base estatal, religiosa, provincial, municipal etc.”.2

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