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Medium 9788582712085

Capítulo 20 - RNAs Reguladores

James D. Watson, Tania A. Baker, Stephen P. Bell, Alexander Gann, Michael Levine, Richard Losick Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

SUMÁRIO

RNAs Reguladores

Regulação por RNAs em Bactérias, 701

N

OS DOIS ÚLTIMOS CAPÍTULOS, DISCUTIU-SE como a transcrição é regulada em procariotos e eucariotos. Aprendeu-se que este controle é alcançado usando proteínas reguladoras – normalmente, proteínas de ligação ao

DNA sequência-específicas que ativam ou reprimem a transcrição de genes próximos. Os detalhes mecanísticos da regulação gênica têm sido estudados desde que François Jacob e Jacques Monod propuseram seu modelo de repressão há mais de 50 anos (Cap. 18, Quadro 18-2). Naquela época, eles não sabiam se os fatores em trans (repressores) eram proteínas ou RNA. Transparecia que, nos casos que estudaram (e, de fato, na maioria dos casos), os reguladores eram proteínas que atuavam pela ligação a sítios operadores do DNA.

Todavia, em seu artigo original, eles sugeriram que os reguladores poderiam facilmente ser moléculas de RNA – de fato, eles favoreciam esta possibilidade.

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Medium 9788553603046

2. CONCEITO JURÍDICO E CLASSIFICAÇÃO

Rodolfo Pamplona Filho, Pablo Stolze Gagliano Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XXII

Família Monoparental

Sumário: 1. Introdução. 2. Conceito jurídico e classificação. 3. Importância social da família monoparental. 4. Institutos análogos. 5. Tutela jurídica. 6. Extinção da família monoparental.

1. INTRODUÇÃO

No estudo das modalidades de entidade familiar, a denominada “família monoparental” merece um destaque.

Isso porque foi a referida forma de composição de família prestigiada com menção expressa no art. 226 da Constituição Federal de 1988, conforme se verifica no seu § 4.º:

“Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

(...)

§ 4.º Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

Somente o fato de haver tal previsão já justificaria o corte epistemológico aqui proposto de tratar esse modelo de arranjo familiar em um capítulo próprio desta obra.

Mas em que consiste tal entidade familiar?

Qual é o sentido e importância da sua tutela jurídica?

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Medium 9788536321653

4 Desfechos físicos, psicológicos e sociais

Ricardo Alberto Moreno, Táki Athanássios Cordás, Antonio Egidio Nardi Grupo A PDF Criptografado

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Desfechos físicos, psicológicos e sociais

Luis Felipe de Oliveira Costa

Mireia C. Roso

A condição clínica hoje conhecida como distimia é descrita por Kraepelin em indivíduos com temperamento depressivo: pessoas que não encontram completa satisfação no trabalho e na vida pessoal. Pelo contrário, enxergam somente “o lado negativo de tudo”.1

A distimia é um transtorno sério, de

A distimia é um transtorno sério, de modo geral, com uma prevamodo geral, com uma prevalência durante lência durante a vida estimada a vida estimada em 2 a 5%. Caracteriza-se em 2 a 5%. Caracteriza-se por por ser altamente debilitante e associada, ser altamente debilitante e associada, comumente, a comorbidacomumente, a comorbidades psiquiátricas e des psiquiátricas e clínicas.2 clínicas.2

O desfecho de um quadro distímico implica, muitas vezes, alterações no funcionamento social e ocupacional.

Rapaport e colaboradores3 verificaram maior prevalência de indivíduos solteiros e com vida produtiva prejudicada entre os portadores de distimia, sugerindo que essas dificuldades interpessoais e vocacionais podem ser decorrentes de sua sintomatologia.

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Medium 9788547223120

4.3 Tipologia de pesquisa

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Mé todo d e p es q u isa 1 0 9

Ademais, caso o desenvolvimento da pesquisa exija mais de uma etapa, vale a pena, a fim de auxiliar na compreensão do leitor, elaborar um quadro, sintetizando-as. O Quadro 4.1, adaptado de Guedes, é um exemplo de como sintetizar as diferentes etapas de pesquisa em um quadro.

Quadro 4.1 Caracterização do método de pesquisa

Critérios

Etapa 1

Etapa 3

Etapa 2

Tipo de pesquisa

Exploratório

Exploratório

Exploratório

Natureza da pesquisa

Qualitativa

Qualitativa

Qualitativa

Método

Levantamento de dados

Opinião de especialistas

Delphi

Amostra

Executivos de duas grandes associações do varejo farmacêutico

Dez especialistas do setor de varejo, como varejistas e fornecedores

Coleta de dados

Livros, revistas, jornais, publicações do setor e auditorias de mercado

Entrevista pessoal com questionário semiestruturado

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Medium 9788536324395

Livros, revistas científicas e sites recomendados

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

EVOLUÇÃO DO CÉREBRO

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LIVROS, REVISTAS CIENTÍFICAS

E SITES RECOMENDADOS

A seguir, são listados revistas científicas, livros e sites especialmente recomendados para oferecer aos leitores aprofundamento e atualização constante nos temas tratados neste livro. Os periódicos e sites podem ser encontrados na

Internet (pelo menos os resumos) ou nas bibliotecas das principais universidades brasileiras.

Annual Review of Anthropology: excelente coletânea de artigos de revisão e atualização nas principais áreas da antropologia, incluindo, além da antropologia social e cultural, artigos em paleoantropologia, arqueologia, antropologia linguística e antropologia evolucionista e, eventualmente, traz também artigos de psicologia evolucionista e evolução do cérebro. As publicações da série Annual

Review são, de modo geral, sempre de ótima qualidade.

Annual Review of Neuroscience: em linhas gerais, mas sobre neurociências, o mesmo que se disse sobre a Annual Review of Anthropology.

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Medium 9788536532387

16.3 Sistema Poka Yoke

Bruno Paoleschi Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 16  Just In Time

169

III. reconheça os problemas abertamente;

IV. promova a abertura;

V. crie equipes de trabalho;

VI. gerencie projetos por intermédio de equipes multifuncionais;

VII. nutra o processo de relacionamento correto;

VIII. desenvolva a autodisciplina;

IX. informe a todos os empregados;

X. capacite todos os empregados.

Ao detectar qualquer anomalia, o operador deve informar imediatamente ao seu superior. Na Toyota, há um ditado: “o trabalho do operador é o de parar a linha”, isto é, eles estão habituados a parar a linha e informar ao superior quando encontram anomalia na produção.

Não obstante, não se deve parar a linha imediatamente como a máquina faz. Primeira­ mente, deve-se alertar que vai parar e só depois de um tempo determinado é que se deve parar; isso ajuda a não deixar a operação pela metade. Para executar essa sistemática, foi idealizado o “sistema de parada em posição determinada”. A ferramenta mais comumente usada para sinalizar a parada em posição determinada é o Andon.

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Medium 9788536531397

1.3 Gravando uma macro

José Eduardo Chamon Editora Saraiva PDF Criptografado

1.2 Como criar uma macro

Existem algumas formas para criar uma macro. Veja a seguir: a) Gravador de macros

Para ativar o gravador de macros, entre no Menu Inicial. Clique na Guia

Exibição, em seguida em Macros e, depois, clique em Gravar Macro.

Figura 1.1 – Guia Exibição.

b) Com editor para realizar a programação em VBA

Clique na guia (Plan1) com o botão direito do mouse e escolha a opção

Exibir Código.

Figura 1.2 – Exibir Código.

1.3 Gravando uma macro

Para gravar uma macro, entre no Menu Inicial, clique na Guia Exibição, e, em seguida, em Macros. Depois, clique em Gravar Macro. Ao fazer isso, você observará a caixa de diálogo Gravar Macro, conforme Figura 1.3.

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Excel com VBA na Prática

Figura 1.3 – Gravar macro.

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Nome da macro: apresenta o nome da macro, que deve ser composto por uma sequência de caracteres.

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Atalho: corresponde a um conjunto de teclas que, associadas, devem executar a macro.

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Medium 9788536530352

4.1 FUNDAMENTOS

Selma Culturati Vasquez, Maikol Nascimento Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

4.1

FUNDAMENTOS

A escrituração contábil é o registro de cada operação com impacto financeiro realizada pela entidade e apontada num determinado período. Esse registro é feito em livros contábeis específicos, cuja finalidade é resumir e organizar as informações e os saldos de cada conta para formar adequadamente as demonstrações financeiras.

Portanto, vale dizer que a Contabilidade usa seus registros básicos para, ao final de cada período, identificar os valores que serão apresentados no Balanço Patrimonial, na

Demonstração de Resultados do Exercício e nas demais demonstrações que se fizerem necessárias à empresa.

A Contabilidade surgiu há muito tempo, pela necessidade de prestação de contas dos mercadores e demais agentes de negócios, incumbidos de realizar operações de compra e venda de mercadorias e demais atividades econômico-financeiras em suas épocas. Para identificar uma data e um autor ao seu método de registro, costuma-se associar a Lucca Pacioli, um padre italiano que viveu no final do século XV, o surgimento da Contabilidade em 1498 como a conhecemos nos nossos dias. A ele se remete a criação do registro das operações de negócios, pelo mecanismo de débitos e créditos, também identificado como método das partidas dobradas. E o que é isso?

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Medium 9788530985813

Capítulo 2 – Seguridade Social: Previdência e Assistência Social

Sylvio Motta Grupo Gen ePub Criptografado

O exame da doutrina nos indica com precisão a seara dos direitos sociais. O entendimento predominante é o de que sua concessão deve caminhar pari passu com as possibilidades do Estado. Tal entendimento, todavia, há que ser mitigado em face de normas cuja clareza e aplicabilidade não possam ser questionadas, estando reconhecidas no texto, ainda nos arts. 6o a 11, ou naqueles que os complementam.

Outro vetor a ser considerado é aquele que se refere aos casos em que a prestação estatal não é mero assistencialismo, mas traz em seu bojo a carga de um pacto, como ocorre no caso do cidadão que efetivamente contribui para a previdência. Esse, ao contrário daquele que recebe algo diferente mais próximo da graciosidade, tem direitos subjetivos derivados já não apenas da solidariedade entre concidadãos, mas da relação de cunho contratual existente.

José Afonso da Silva (Curso de Direito Constitucional Positivo, 10. ed. São Paulo: Malheiros, 1995, p. 443) afirma que “a Constituição tentou preordenar meios de tornar eficazes esses direitos, prevendo, p. ex., fonte de recursos para a seguridade social, com aplicação obrigatória nas ações e serviços de saúde e às prestações previdenciárias e assistenciais (...)”.

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Medium 9788597022643

IV Procuração judicial (mandato judicial)

Gediel Claudino de ARAÚJO Jr. Grupo Gen ePub Criptografado

1 CONTRATO DE MANDATO

Segundo o art. 653 do CC, mandato é o contrato pelo qual uma pessoa, denominada mandante, outorga poderes a outrem, denominado mandatário ou procurador, para que este, em nome do mandante, pratique atos ou administre interesses.

Trata-se de um contrato de natureza consensual e não solene, que se efetiva por meio de uma “procuração” (autorização representativa), que pode ser feita por instrumento particular ou público (art. 654, CC). A procuração por instrumento particular poderá ser feita pelas próprias partes, desde que capazes, podendo ser manuscrita por elas e por terceiro, datilografada, impressa, mas deverá ser obrigatoriamente assinada pelo outorgante.

O mandato pode envolver todos os negócios do mandante (mandato geral), ou ser relativo a um ou mais negócios determinados (mandato especial); de qualquer forma, exige o CC poderes especiais e expressos para aqueles atos que excedem à administração ordinária, em especial atos que envolvam o poder de alienar, hipotecar e transigir (arts. 660 e 661, CC). Os atos do mandatário só vincularão o representado se praticados em seu nome e dentro dos limites do mandato; pode, no entanto, o mandante ratificar expressa ou tacitamente (mediante ato inequívoco) os atos praticados em seu nome sem poderes suficientes (art. 662, CC), sendo que os efeitos da eventual ratificação retroagirão à data do ato (ex tunc).

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Medium 9788547210397

TÍTULO II - TEORIA GERAL DO DELITO OU TEORIA DO FATO PUNÍVEL

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

TÍTULO II

TEORIA GERAL DO DELITO OU

TEORIA DO FATO PUNÍVEL

Capítulo 1

INTRODUÇÃO

1. O CARÁTER FRAGMENTÁRIO DO DIREITO PENAL

Uma das principais características do Direito Penal reside em sua fragmentariedade. Apesar da multiplicidade de atos ilícitos existentes, apenas uma pequena parcela interessa a esse ramo do Direito; tal parcela compreende os atos que ofendem de modo mais grave os bens jurídicos considerados essenciais para o convívio em sociedade. As infrações penais, portanto, correspondem a um pequeno fragmento extraído da vasta gama de atos ilícitos.

A fragmentariedade deriva do fato de o Direito Penal constituir-se como ultima ratio, isto é, como a última opção da qual se deve valer o Estado na regulação de comportamentos sociais.

2. CONCEITO DE CRIME

Nossa legislação não apresenta, atualmente, um conceito de crime, como ocorria nos Códigos anteriores (1830 e 1890). Há tempos o legislador se deu conta de que a tarefa de definir esse importante instituto jurídico cabe à doutrina.

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Medium 9788597011708

14 - ISS – Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

14

ISS – Imposto sobre Serviços de qualquer natureza

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o ISS, explorando alguns detalhes deste imposto, que é a principal fonte de receitas dos municípios grandes e médios. No final do capítulo, espera-se que seja possível ao leitor: a. Conhecer a estrutura básica do ISS e suas peculiaridades. b. Identificar os serviços em que há cobrança do imposto. c. Compreender a dificuldade para realizar o recolhimento ao município que deve ter direito ao imposto.

PEGAS.indb 211

3/16/17 5:31 PM

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Capítulo 14

14.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA

O Imposto sobre Serviços foi criado por volta da metade do século XX, devido à preocupação dos estados modernos com a substituição do imposto geral sobre o volume de vendas por um imposto sobre o valor acrescido, não cumulativo. Este modelo consiste em aplicar, aos bens e serviços, um imposto geral sobre o consumo exatamente proporcional ao preço dos bens e serviços, independentemente do número de transações que intervenham no processo de produção e de distribuição anterior à fase da imposição.

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Medium 9788547210915

Capítulo 2 - Pavimentando a estrada: primeiros passos

Emerson de Almeida Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2

Pavimentando a estrada: primeiros passos

A cena de Barack Obama e de outros presidentes dos

Estados Unidos subindo com ligeireza as escadas do avião Air

Force One aparece nas telas de TV com frequência. O movimento atlético de vencer os degraus tem um “quê” de espontâneo, mas, na verdade, faz crer que é calculado. O presidente do país mais poderoso do planeta tem que demonstrar agilidade, energia e disposição – parece fazer parte de um script para transmitir prontidão, o que é próprio de quem tem a responsabilidade de tomar decisões de enorme repercussão.

No mundo dos líderes empresariais também há essa necessidade de demonstrar presteza e autossuficiência; e embora haja, aqui e ali, abertura para admitir que precisam de apoio, esse é, ao mesmo tempo, um universo que pretende se situar no plano racional, o que desencoraja os líderes a expor o lado emocional, até porque, para muitos, isso pode significar um gesto de fraqueza.

Administrar uma sucessão é seguramente um processo impreciso e muitas vezes sinuoso, em razão de que os aspectos

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Medium 9788597008999

Parte II – 10 - Planejamento estratégico: uma visão do setor público no Brasil

Atlas Grupo Gen PDF Criptografado

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Planejamento estratégico: uma visão do setor público no Brasil

“Não temos escolha: temos de chamar as pessoas para o processo de repensar, reprojetar e reestruturar a organização… Se elas estiverem envolvidas, vão criar um futuro do qual elas mesmas fazem parte.”

Fritjof Capra (1995).

“Alice: Qual o caminho que devo escolher?/Gato: Isso depende do lugar onde vais!/Alice: Não sei para onde vou!/Gato:

Então não importa qual caminho que deves tomar.”

Alice no País das Maravilhas. Lewis Carroll

(Charles Lutwidge Dodgson – 1832-1898).

INTRODUÇÃO

É perceptível a importância dada na fase atual, tanto no setor privado como no público, para a questão da adoção do planejamento estratégico. Destacam-se, entre as razões para a utilização de novos modelos de gestão, as mudanças de paradigmas no mundo atual, que vêm acelerando as transformações nos ambientes de todas as empresas e organizações públicas, especialmente nos campos econômico, social, tecnológico, cultural e ambiental. Assim, a empresa ou a organização pública somente poderá evoluir se conseguir ajustar-se

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Medium 9788577806959

9: Função Exponencial Decrescente e–x

Murray R. Spiegel, Seymour Lipschutz, John Liu Grupo A PDF Criptografado

9

–x

Função Exponencial Decrescente e

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