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Medium 9788582714034

Capítulo 6 - Comunicação, Integração e Homeostasia

Dee Unglaub Silverthorn Grupo A PDF Criptografado

6

O progresso futuro da medicina necessitará do conhecimento quantitativo de muitas redes de moléculas interconectadas, que constituem nossas células e tecidos, suas interações e sua regulação.

Visão geral do Roteiro do

NIH, 30 de setembro, 2003.

NIH Announces Strategy to

Accelerate Medical Research

Progress.

Comunicação, Integração e Homeostasia

TÓPICOS ABORDADOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Comunicação célula a célula 166

Vias reflexas homeostáticas 182

6.1 Descrever três formas de comunicação local e duas formas de comunicação a longa distância.

6.10 Listar os quatro postulados de

Cannon sobre o controle homeostático e dar um exemplo de cada.

6.11 Listar os sete passos de uma via de

Vias de sinalização 169 controle reflexo na ordem em que estes

6.2 Explicar a sequência geral de eventos ocorrem. que ocorre após a ligação do ligante

6.12 Comparar a velocidade, a lipofílico aos receptores intracelulares. especificidade, os tipos de sinais e a

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Medium 9788553610112

CAPÍTULO III - A INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL

BARROSO, Luís Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

C APÍ T U LO

I II

A INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL 1

Sumário: I – Generalidades. 1. Introdução. 2. Terminologia: hermenêutica, interpretação, aplicação e construção. 3. Especificidade da interpretação constitucional. II – Os diferentes planos de análise da interpretação constitucional. 1. O plano jurídico ou dogmático. 2. O plano teórico ou metodológico. 2.1. As escolas de pensamento jurídico. 2.2. As teorias da interpretação constitucional. 2.2.1.

Alguns métodos da teoria constitucional alemã. 2.2.2. O debate na teoria constitucional americana. 3. O plano da justificação política ou da legitimação democrática. 4. A interpretação constitucional como concretização construtiva. III – A interpretação constitucional sob perspectiva tradicional. 1. Algumas regras de hermenêutica. 2. Elementos tradicionais de interpretação jurídica. 2.1. Interpretação gramatical, literal ou semântica. 2.2. Interpretação histórica. 2.3. Interpretação sistemática. 2.4. Interpretação teleológica. 3. A metodologia da interpretação constitucional tradicional. 4. Princípios instrumentais de interpretação constitucional.

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Medium 9788520434352

3. Saúde e doenças do aparelho locomotor

SANTAREM, José Maria Editora Manole PDF Criptografado

3

Saúde e doenças do aparelho locomotor

Outro aspecto da saúde é o pertinente ao aparelho locomotor. Processos de desgaste progressivo dos tecidos musculoesqueléticos, denominados processos degenerativos, tendem a ocorrer durante o envelhecimento e são substancialmente agravados pelo sedentarismo. Os ossos tornam-se mais frágeis, as cartilagens perdem vitalidade e espessura, os músculos perdem elasticidade e força, os tendões enfraquecem e as cápsulas articulares ficam menos elásticas, restringindo os movimentos.

A atividade física estimula a integridade e a função desses tecidos, contrapondo-se ao envelhecimento e ao sedentarismo (Figura 3.1). Embora toda atividade física vigorosa tenha esses efeitos, a maior eficiência e segurança são encontradas nos exercícios resistidos, como revisado pelo já citado posicionamento do American College of

Sports Medicine sobre Exercício e Atividade Física para Adultos Idosos1.

  Ossos

g

  Cartilagens

g

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Medium 9788572888523

15 Redução ou fechamento de diastemas e dentes conoides

BARATIERI, Luiz Narciso et al. Grupo Gen PDF Criptografado

15

REDUÇÃO OU FECHAMENTO DE

DIASTEMAS E DENTES CONOIDES

Fechamento de diastema

BARATIERI_15.indd 321

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REDUÇÃO OU FECHAMENTO DE DIASTEMAS E DENTES CONOIDES • FECHAMENTO DE DIASTEMA

322

BARATIERI_15.indd 322

23/04/2013 12:05:24

Odontologia Restauradora • Fundamentos & Técnicas

15.1

Para muitas pessoas, a presença de diastemas é

restauradores capazes de modificar a forma dos

um fator que afeta a estética de maneira negati-

dentes, levando ao fechamento dos espaços inde-

va. Nesses casos, sempre que possível e indicado,

sejados, é relativamente comum (fig. 15.1). O fe-

recomenda-se o fechamento ortodôntico dos es-

chamento de diastemas com resinas compostas,

paços. Em algumas circunstâncias, entretanto, os

aplicadas de forma direta, é uma técnica altamen-

procedimentos ortodônticos não são capazes de

te conservadora, uma vez que não é necessário

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Medium 9788530976514

CAPÍTULO 46 – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA NAS OBRIGAÇÕES DE FAZER, NÃO FAZER E ENTREGAR COISA

LOURENÇO, Haroldo Grupo Gen PDF Criptografado

46

CUMPRIMENTO DE SENTENÇA NAS

OBRIGAÇÕES DE FAZER, NÃO FAZER E

ENTREGAR COISA

46.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

As obrigações de pagar quantia certa sempre foram tuteladas especificamente, contudo, outrora, nas obrigações de fazer, não fazer (inibitória) e entrega de coisa diversa de dinheiro, o credor era compelido a anuir com a conversão das obrigações inadimplidas em perdas e danos, ou seja, nessas obrigações o credor recebia o equivalente em pecúnia.1

A irresignação da doutrina e, também, dos jurisdicionados era evidente. Logo se percebeu que o resultado da tutela jurisdicional deve corresponder exatamente ao resultado previsto no direito material, ou seja, o Judiciário deve ter meios de dar ao jurisdicionado aquilo que seria obtido se não houvesse a necessidade ir ao Judiciário.

Sobreveio, assim, a tutela específica da obrigação, chamada também, de tutela in natura, a qual não se contentava em prestar o equivalente em dinheiro, como observamos dos arts. 497 a 501 e 536 a 538 do CPC/2015 e 84 do CDC.

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Medium 9788520432129

12. Pesquisa fotográfica

Taka Oguisso; Paulo Fernando de Souza Campos; Genival Fernandes de Freitas Editora Manole PDF Criptografado

Pesquisa fotográfica

12

Fernando Porto

Tânia Cristina Franco Santos

Palavras-chave  Fotografia; história da enfermagem; pesquisas históricas.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Fotografia como documento histórico. História da enfermagem e o uso de fotografia. O método de análise fotográfica.

Considerações finais. Referências bibliográficas.

Introdução

A imagem no decorrer do tempo teve percurso conturbado em relação com a história e, segundo Maria Eliza Linhares Borges, os artistas iconográficos e os historiadores do século XIX careceram de provável perspectiva do que no futuro poderia acontecer sobre o seu uso1.

A proposta deste capítulo segue, em síntese, o que Peter

Burke relata no sentido de tentar defender as imagens como uma forma de evidência histórica. Assim, a fotografia, como imagem,

é uma testemunha da história que possibilita um tipo de comu377

Book 1.indb 377

9/16/16 1:19 PM

378 

pesquisa em história da enfermagem

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Medium 9788536702582

Capítulo 1 - Anamnese e exame clínico em implantodontia

Ricardo de Souza Magini; Cesar Augusto Magalhães Benfatti; Júlio César Matias de Souza Grupo A PDF Criptografado

1

Anamnese e exame clínico em implantodontia

ARTUR BRENO WANDERLEY ALÉCIO

RICARDO DE SOUZA MAGINI

INTRODUÇÃO

A odontologia engloba o tratamento de patologias da cavidade bucal e seus anexos, envolvendo terapias clínicas e cirúrgicas. O grau de complexidade de um procedimento odontológico está associado aos sinais patognomônicos, à patologia a ser tratada e às condições de saúde do paciente.1

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Na implantodontia, assim como em qualquer abordagem cirúrgica, devem ser consideradas: a capacitação e formação do profissional e sua equipe de apoio técnico, os ambientes disponíveis, o consultório odontológico (ambulatorial) ou o hospital (ambulatorial e internação).

• Identificar os fatores de risco previamente à instalação do implante

• Conhecer a queixa principal do paciente

• Entender como aplicar a ficha de anamnese

O acolhimento do paciente na primeira consulta é primordial. Neste momento, o profissional deve esclarecer suas dúvidas e diminuir suas inquietudes e inseguranças, sem comprometer o relacionamento profissional e ético. Independentemente da idade do paciente, deve-se considerar a resolução da ausência dentária e a busca por qualidade de vida no futuro.

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Medium 9788547227630

15. Pena e ação penal

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Constituição, também as normas constitucionais equiparadas, como são, por exemplo, os tratados de direitos humanos, hoje, material e formalmente constitucionais.

Nesse sentido, é o magistério do internacionalista prof. Valério Mazzuoli, verbis:

“ainda que a Constituição silencie a respeito de um determinado direito, mas estando esse mesmo direito previsto em tratado de direitos humanos constitucionalizado pelo rito do art 5º, § 3º, passa a caber, no Supremo Tribunal Federal, o controle concentrado de constitucionalidade/ convencionalidade (v. g., uma ADIn) para compatibilizar a norma infraconstitucional com os preceitos dos tratados constitucionalizados. Aparece, aqui, a possibilidade de invalidação erga omnes das leis domésticas incompatíveis com as normas dos tratados de direitos humanos23”.

Dessa forma, com elogiável interpretação STJ, na senda da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, afastou a superproteção adicional a funcionários públicos contra as insatisfações dos “súditos”, na comparação com os cidadãos em geral. Reconheceu que um Estado democrático de direito deve submeter-se ao controle popular e deve procurar atender aos anseios dos cidadãos exercendo uma boa atenção às suas demandas, sem criminalizar eventuais demonstrações mais agressivas de sua insatisfação com a administração pública.

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Medium 9788553608973

207. Falsificação de papéis públicos tributários

PAULSEN, Leandro Editora Saraiva PDF Criptografado

CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO — COMPLETO

liberadas por órgão ou entidade de desenvolvimento” e “utilizar ou divulgar programa de processamento de dados que permita ao sujeito passivo da obrigação tributária possuir informação contábil diversa daquela que é, por lei, fornecida à Fazenda Pública”.

E há o tipo específico de sonegação de contribuição previdenciária, art. 337-A do

Código Penal, acrescido pela Lei n. 9.983/00:

Art. 337-A. Suprimir ou reduzir contribuição social previdenciária e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas: I — omitir de folha de pagamento da empresa ou de documento de informações previsto pela legislação previdenciária segurado empregado, empresário, trabalhador avulso ou trabalhador autônomo ou a este equiparado que lhe prestem serviços; II — deixar de lançar mensalmente nos títulos próprios da contabilidade da empresa as quantias descontadas dos segurados ou as devidas pelo empregador ou pelo tomador de serviços; III — omitir, total ou parcialmente, receitas ou lucros auferidos, remunerações pagas ou creditadas e demais fatos geradores de contribuições sociais previdenciárias: Pena — reclusão, de 2 (dois) a 5

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Medium 9788582713556

Capítulo 29. Anestesia na cirurgia torácica

Patrícia W. Gamermann; Luciana Cadore Stefani; Elaine A. Felix Grupo A PDF Criptografado

29

Anestesia na cirurgia torácica

Patrick D. Barone

Elaine A. Felix

A manipulação cirúrgica torácica e de vias aéreas impõe desafios ao anestesiologista, que é obrigado a considerar uma série de questões, desde a ventilação monopulmonar, passando pela interação cardiorrespiratória até o manejo hemodinâmico e o controle álgico no pós-operatório.

A comunicação entre a equipe anestésica e a cirúrgica é essencial, feita de forma dinâmica, tanto no pré quanto no trans e pós-operatório, uma vez que ações adotadas pelo anestesiologista afetam diretamente o campo cirúrgico, podendo ter repercussões imediatas ou tardias.

Avaliação pré-operatória

Princípios e considerações gerais da avaliação pré-anestésica foram abordados em capítulos anteriores, cabendo aqui as particularidades dos procedimentos torácicos.

Uma variedade de exames é necessária para avaliar a possibilidade de ressecabilidade e para analisar se o paciente reúne condições clínicas mínimas para a realização do procedimento proposto, bem como para identificar os riscos do manejo anestésico.

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Medium 9788547228606

14. Cálculo da multa

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios SaraivaJur PDF Criptografado

554

Legislação penal especial Andreucci

I – baixo grau de instrução ou escolaridade do agente;

II – arrependimento do infrator, manifestado pela espontânea reparação do dano, ou limitação significativa da degradação ambiental causada;

III – comunicação prévia pelo agente do perigo iminente de degradação ambiental;

IV – colaboração com os agentes encarregados da vigilância e do controle ambiental.

As circunstâncias agravantes, por seu turno, previstas no art. 15 do mesmo diploma, são:

I – reincidência nos crimes de natureza ambiental;

II – ter o agente cometido a infração: a) para obter vantagem pecuniária; b) coagindo outrem para a execução material da infração; c) afetando ou expondo a perigo, de maneira grave, a saúde pública ou o meio ambiente; d) concorrendo para danos à propriedade alheia; e) atingindo áreas de unidades de conservação ou áreas sujeitas, por ato do Poder Público, a regime especial de uso; f) atingindo áreas urbanas ou quaisquer assentamentos humanos; g) em período de defeso à fauna; h) em domingos ou feriados; i) à noite; j) em épocas de seca ou inundações; l) no interior do espaço territorial especialmente protegido; m) com o emprego de métodos cruéis para abate ou captura de animais; n) mediante fraude ou abuso de confiança; o) mediante abuso do direito de licença, permissão ou autorização ambiental; p) no interesse de pessoa jurídica mantida, total ou parcialmente, por verbas públicas ou beneficiada por incentivos fiscais; q) atingindo espécies ameaçadas, listadas em relatórios oficiais das autoridades competentes; r) facilitada por funcionário público no exercício de suas funções.

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Medium 9788597006520

CAPÍTULO 7 – TUTELA CONSTITUCIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

MALHEIRO, Emerson Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

TUTELA CONSTITUCIONAL

DOS DIREITOS HUMANOS

SUMÁRIO: 7.1 A presença dos direitos humanos na Constituição Federal brasileira

– 7.2 Sistema de proteção dos direitos humanos no Brasil: 7.2.1 O regime ordinário dos direitos fundamentais; 7.2.2 O regime extraordinário dos direitos fundamentais:

7.2.2.1 Estado de defesa; 7.2.2.2 Estado de sítio – 7.3 Remédios constitucionais: 7.3.1

Habeas corpus; 7.3.2 Mandado de segurança; 7.3.3 Mandado de segurança coletivo;

7.3.4 Mandado de injunção; 7.3.5 Habeas data; 7.3.6 Ação popular – 7.4 Quadro sinótico – 7.5 Questões para fixação: 7.5.1 Questões dissertativas; 7.5.2 Questões objetivas: 7.5.2.1 Gabaritos.

7.1 A PRESENÇA DOS DIREITOS HUMANOS NA CONSTITUIÇÃO

FEDERAL BRASILEIRA

O texto constitucional brasileiro privilegia a temática dos direitos humanos, o que pode ser verificado pela nova topografia constitucional, apresentando já nos primeiros capítulos avançado sistema de direitos e garantias.

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Medium 9788580556148

Capítulo 52 - Princípios gerais da terapia antimicrobiana

Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

52

Princípios gerais da terapia antimicrobiana

Tawanda Gumbo

Quimioterapia antimicrobiana: classes e ações

Bases farmacocinéticas da terapia antimicrobiana

��Penetração dos antimicrobianos nos compartimentos anatômicos

��Compartimentos farmacocinéticos

��Farmacocinética populacional e variabilidade nas respostas aos

fármacos

Impacto dos testes de sensibilidade na eficácia dos antimicrobianos

��Bactérias

��Fungos

��Vírus

��Parasitas

Bases para a escolha da dose e do esquema posológico

Tipos e finalidades da terapia antimicrobiana

��Terapia profilática

��Terapia empírica do paciente sintomático

��Terapia definitiva para patógenos conhecidos

��Terapia supressora pós-tratamento

Mecanismos de resistência aos antimicrobianos

��Resistência devido ao acesso reduzido do fármaco

ao patógeno

��Resistência devido ao efluxo do fármaco

��Resistência devido à destruição do antibiótico

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Medium 9788597016024

13 - Propriedade para Investimento

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

13

PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO

1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, abordamos o tratamento contábil relacionado com propriedade para investimento. Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, e não para: (a) uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas

(CPC 27 – Ativo Imobilizado); ou (b) venda no curso ordinário do negócio (CPC 16(R1) – Estoques).

Os procedimentos contábeis para propriedade para investimento estão estabelecidos no CPC 28 – Propriedade para Investimento. Esse CPC aborda os critérios de mensuração no reconhecimento e após o reconhecimento de propriedade para investimento. O critério definido na norma para propriedade para investimento é que as entidades têm a opção de avaliar pelo valor de custo ou pelo valor justo.

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Medium 9788527728188

8 Visão Geral de Genética e Genômica na Enfermagem

CHEEVER, Kerry H; BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

Visão Geral de Genética e

Genômica na Enfermagem

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Descrever o papel da enfermeira na integração da genética e da genômica no cuidado de enfermagem.

2 Identificar os padrões comuns de herança dos distúrbios genéticos.

3 Conduzir uma avaliação baseada em genética e genômica.

4 Aplicar os princípios, conceitos e teorias de genética e genômica a indivíduos, famílias, grupos e comunidades.

5 Identificar as questões éticas de enfermagem em relação à genética e à genômica.

Glossário

ácido desoxirribonucleico (DNA): o material genético primário em seres humanos, que consiste em bases nitrogenadas, um grupamento glicídico e um fosfato combinados em dupla-hélice cromossomo: estrutura microscópica no núcleo das células que contém informações genéticas e se apresenta em número constante na mesma espécie (p. ex., os seres humanos têm 46 cromossomos) dominante: traço genético que normalmente é expresso quando um indivíduo tem mutação genética em um cromossomo e a forma “normal” do gene está no outro cromossomo do par expressão variável: variação no grau de manifestação de um traço; gravidade clínica fenótipo: toda a constituição física, bioquímica e fisiológica de um indivíduo, determinado pelo genótipo da pessoa e por fatores ambientais genética: estudo científico da hereditariedade; modo como traços ou predisposições específicos são transmitidos de pais para filhos genoma: complemento genético total de um genótipo individual genômica: estudo do genoma humano, incluindo sequenciamento, mapeamento e função dos genes genótipo: genes e variações que uma pessoa herda de seus pais heredograma: representação diagramática da história familiar ligado ao X: localizado no cromossomo X

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