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Medium 9788530954369

Capítulo 8 – Ordo Amoris

Michel Maffesoli Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

Ordo Amoris

Non intratur in veritatem, nisi per caritatem.

Não se entra na verdade, a não ser pela caridade.

Santo Agostinho

UM “SER AMOROSO” ILIMITADO

A palavra caritas, via real da verdade para Santo Agostinho, enfraqueceu-se. A não ser pelo fato de encontrar nas numerosas manifestações caritativas um vigor renovado. O de um elo social em que o amor tem seu lugar. Não se trata, é claro, de um amor que se pode reduzir à esfera privada. Nem de um amor que designa o sentimento experimentado por duas pessoas uma pela outra. O amor em questão, em seu sentido pleno, é um termo cômodo para designar uma ambiência geral na qual se elabora e se desenvolve uma maneira de estar-junto.

Maneira não necessariamente nova, mas que foi oculta, ou, no mínimo, marginalizada, será preciso ver por que, ao longo de toda a modernidade. E a ligação agostiniana entre verdade e caritas é oportuna, se concordarmos, na ótica fenomenológica, em reconhecer que “o próprio da verdade é

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Medium 9788536511276

Agora é com você!

Guilherme Eugênio Filippo Fernandes Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

Vamos recapitular?

Neste capítulo você aprendeu a Primeira Lei da Termodinâmica para sistemas abertos. Nesses casos, além do trânsito de calor e trabalho pela fronteira, também existe fluxo de massa, que carrega consigo energia nas formas cinética, potencial, interna e de trabalho de fluxo. Em regime permanente, o fluxo de massa que entra no volume de controle deve ser igual ao que sai.

A Segunda Lei da Termodinâmica define se processos e ciclos são possíveis de ser realizados. Ela permite calcular o máximo rendimento que um ciclo termodinâmico é capaz de apresentar. Você viu que o ciclo de Carnot, que é um ciclo teórico, é aquele que apresenta o máximo rendimento possível. Para aplicar a Segunda Lei da Termodinâmica em processos foi preciso definir outra propriedade importante: a entropia.

O capítulo foi complementado com noções básicas sobre combustíveis e princípios de combustão.

A combustão é a principal fonte de energia para máquinas e equipamentos térmicos.

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Medium 9786556270272

1.5. Estrutura do Livro

Alexandre David Santos Editora Almedina PDF Criptografado

A LEI 13.966 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2019

r­egulado e comercialmente maduro, evoluído e consolidado, porém, ainda em franco crescimento.

Por outro lado, uma das principais causas de conflitos entre franqueador e ex-franqueado é a tentativa de aplicação da cláusula de não concorrência, pois muitos contratos adotam cláusulas-padrão, passíveis de relativização por serem abusivas. Acredita-se que uma cláusula redi­gida sob a égide da boa-fé, da função social do contrato e adequadamente modulada pode minimizar ou até mesmo resolver conflitos.

O franchising possui muitas características interessantes, mas a elaboração e a aplicação equivocada de uma cláusula de não concorrência podem prejudicar de forma irreversível, de um lado, o investimento e a oportunidade do empreendedor quando, por qualquer razão, decide pela saída da rede franqueada; por outro, o franqueador pela vulnerabilidade jurídica e a ameaça da prática de concorrência desleal, gerando a desestabilização da rede franqueada.

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Medium 9788597017632

Capítulo IV – Das Penas

PAZZAGLINI FILHO, Marino Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo IV

DAS PENAS

Art. 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato:

I – na hipótese do art. 9º, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

II – na hipótese do art. 10, ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o

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Medium 9788521632696

6 - Resistência ao Cisalhamento dos Solos

Béla Bodó, Colin Jones Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Resistência ao Cisalhamento dos Solos

Definição

A resistência ao cisalhamento de um solo é sua máxima resistência às tensões cisalhantes.

Quando o solo é submetido ao carregamento vertical, ele rompe por cisalhamento, ou seja, ele deforma plasticamente por deslizamento ao longo de uma superfície de ruptura conforme apresentado na

Figura 6.1(a).

(a)

(b)

Carregamento

␴1

␴v

Superfície de ruptura

␴2

␴H

␴H

Deformação

Ruptura súbita de solos rijos ou compactos

de s ual rad fofo ra g es ou ptu l

Ru s mo o sol

␴v

Estado plástico

Figura 6.1

As deformações plásticas são aquelas que não são reversíveis ao serem removidas as cargas.

O solo entra em um estado plástico quando as tensões cisalhantes atuantes ao longo da superfície de ruptura alcançam a resistência ao cisalhamento. A Figura 6.1(b) apresenta dois modos que o solo pode romper:

1. Subitamente, em solos coesivos rijos. Neste caso, a ruptura localizada em um ponto se propaga para uma ruptura geral ao longo de todo o comprimento da superfície de ruptura, seguido por uma grande deformação.

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Medium 9788536326184

Capítulo 115 - Transtornos Mentais na Infância e na Adolescência

Bruce B. Duncan, Maria Inês Schmidt, Elsa R. J. Giugliani, Michael Schmidt Duncan, Camila Giugliani Grupo A PDF Criptografado

1178

Medicina Ambulatorial

44. Practice guideline for the treatment of patients with substance use disorders: alcohol, cocaine, opioids. American Psychiatric

Association. Am J Psychiatry. 1995;152(11 Suppl):1-59.

55. Kessler F, Pechansky F. Uma visão psiquiátrica sobre o fenômeno do crack na atualidade. Rev Psiquiatr Rio Gd Sul.

2008;30(2):96-8.

56. Galduróz JC, Noto AR, Fonseca AM, Carlini EA. Levantamento nacional sobre consumo de drogas psicotrópicas entre estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública de ensino nas 27 capitais brasileiras. São Paulo: CEBRID; 2004.

64. Haile CN, Kosten TR, Kosten TA. Pharmacogenetic treatments for drug addiction: cocaine, amphetamine and methamphetamine. Am J Drug Alcohol Abuse. 2009;35(3):161-77.

71. Ferigolo M, Medeiros FB, Barros HMT. “Êxtase”: revisão farmacológica. Rev Saúde Pública. 1998;32(5):487-95.

77. Ashton CH. Pharmacology and effects of cannabis: a brief review. Br J Psychiatry. 2001;178:101-6.

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Medium 9788527728591

11 Monitoramento Terapêutico

Regina Lúcia de Moraes Moreau, Maria Elisa Pereira Bastos de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Monitoramento Terapêutico

Silvia Regina Cavani Jorge Santos  Cristina Sanches Giraud

Concentração do fármaco no plasma

Figura 11.1 Propriedade da homogeneidade cinética correlaciona a concentração do fármaco no plasma e nos tecidos, incluindo o sítio receptor.

Moreau 11.indd 95

100

Fármaco no sangue (intravascular)

75

Metabólito excretado

Fármaco no sangue

(extravascular)

50

Fármaco excretado

25

0

Concentração do fármaco nos tecidos

C (mg/ )

(%)

Porcentagem da dose administrada

O monitoramento terapêutico é uma área da farmacoci‑ nética clínica que utiliza medidas laboratoriais pelo monito‑ ramento das concentrações do fármaco circulante na matriz biológica (sangue total, plasma ou soro), para fins de ajuste do regime de dose e otimização da farmacoterapia. O obje‑ tivo do monitoramento terapêutico é promover a individua‑ lização da terapia farmacológica para a maximização de efi‑ cácia e minimização de eventos adversos para o paciente que não está respondendo bem às doses usuais recomendadas.

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Medium 9788547203764

Tutela

MACIEL, Kátia R.F. Andrade Editora Saraiva PDF Criptografado

Tutela

Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade Maciel

1.

INTRODUÇÃO

A tutela, tratada nos arts. 36 a 38 do ECA como modalidade de colocação em família substituta, foi totalmente delineada na lei civil, razão pela qual, mesmo mantida a sua natureza jurídica, para o devido exame do instituto deve-se confrontar as duas leis e, havendo incompatibilidade entre as regras, prevalecerão os dispositivos do Código Civil de 2002, previstos nos arts. 1.728 até 1.766.

A opção do legislador em remeter a matéria para o Código Civil não é nova. O

Código de Menores, em seu art. 26, já previa que a tutela seria deferida nos termos da lei civil em benefício do menor que carecesse de representação permanente1.

Assim, o instituto mantém-se como um conjunto de poderes e encargos conferidos pela lei a um terceiro, para que zele não só pela pessoa menor de 18 anos de idade e que se encontra fora do poder familiar, como também lhe administre os bens2.

À primeira vista, o instituto parecia destinado a órfãos abastados financeiramente, haja vista o grande número de regramentos relacionados aos bens do tutelado. Mas, indubitavelmente, a medida independe da situação econômica da criança ou do adolescente, pois a sua finalidade não se restringe à administração do patrimônio de menores de 18 anos. Assim é que, no que toca à criança ou ao adolescente órfão

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Medium 9788547223403

5. O papel da lei complementar em matéria de competências

SCHOUERI, Luís Eduardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema tributário e discriminação de competências tributárias   269

A discriminação de competências de 1988 não decorreu de uma análise lógico­‑racional da rea‑ lidade econômica, consistindo o trabalho do constituinte, muito mais, numa mera repartição de impostos, a partir de aspectos históricos e políticos. Distribuiu os impostos entre as pessoas jurídicas de direito público, tendo diante de si uma realidade preexistente: os impostos que tradicionalmente foram sendo introduzidos no sistema tributário. Daí o elenco nominativo dos artigos 153, 155 e 156.

Apenas a título exemplificativo, cita­‑se o ISS que, já na época, se pretendia fundir ao ICM para a criação do IVA, o que encontrou forte oposição dos municípios, que se consideravam com “direitos históricos” sobre o imposto. Criam-se, assim, figuras juridicamente distintas sobre fenômenos eco‑ nômicos inseparáveis. Exemplos como esse se multiplicam no texto constitucional.

4.2.4  Competência residual

No que concerne à competência residual, no artigo 154, I, vê­‑se, de um lado, que esta, agora objeto de lei complementar, se tornou privativa da União (sem qualquer delegação, ainda que por lei federal específica) e, por outro, que o constituinte substitui a expressão “idênticos” do texto ante‑ rior pelo termo “próprios”, além de impor a não cumulatividade dos impostos. O constituinte elegeu como fatores não só para a competência residual, como até mesmo para a discriminação de compe‑ tência entre os entes tributantes, as hipóteses tributárias ou bases de cálculo:

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Medium 9788536532905

13.1 Inserção de Parede cortina

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 12.105 – Contorno da área a cortar.

Figura 12.106 – Resultado depois do Concluir.

Para verificar o corte no telhado principal, selecione uma parede e clique em Ocultar Categoria na barra de controle da vista; com as paredes ocultas, veja o resultado (Figura 12.107). Antes de finalizar, é possível ainda inserir uma janela na parede externa da mansarda (Figura 12.108).

Figura 12.107 – Resultado do corte no telhado principal.

220

Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

Figura 12.108 – Resultado final.

13

Paredes Cortina

Introdução

A criação de painéis de vidro em edifícios é feita no Revit por meio de dois sistemas: Parede cortina e Sistema cortina. cortina As

Paredes cortina são criadas da mesma maneira que as paredes comuns estudadas no Capítulo 5, sendo sempre verticais.

O Sistema

Sistema cortina é criado a partir das faces de uma geometria gerada com as ferramentas de massa.

Objetivos

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Medium 9788597018806

3 - Contrato Social

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF Criptografado

3

Contrato Social

1 SOCIEDADES CONTRATUAIS

Podem-se dividir as sociedades em dois grandes grupos, tomando por referência o seu ato de constituição: sociedades contratuais e sociedades estatutárias. As sociedades contratuais serão estudadas nas duas primeiras partes deste livro e as sociedades estatutárias, na parte derradeira.

As sociedades contratuais (sociedades por quotas) são instituídas por meio do registro de um contrato social que deve atender cláusulas mínimas (artigo 997 do

Código Civil), podendo ainda trazer cláusulas facultativas. Seu capital é dividido em quotas e pode apresentar natureza simples ou empresária. Em ambos os casos, a ideia de contrato é marcante: a sociedade é negociada e contratada pelos sócios, que são nomeados e qualificados no instrumento de constituição, no qual assumem obrigações mútuas. Mesmo a transferência de participação societária só irá se completar quando

Mamede_Vol2_DireitoSocietário_11ed_42181126.indb 41

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Medium 9788582605196

3.8 - Administração, questões de segurança e tendências dos data warehouses

Ramesh Sharda, Dursun Delen, Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3 • Análise de dados descritiva II: inteligência de negócios e data warehouses 

193

e repositório de 5 petabytes para manter registros médicos de 9 milhões de militares.

Devido ao armazenamento necessário para arquivar suas imagens, a CNN também conta com um data warehouse na casa dos petabytes.

Considerando-se que o tamanho dos data warehouses está se expandindo a uma taxa exponencial, a escalabilidade é uma questão importante. Possuir boa escalabilidade significa que consultas e outras funções de acesso a dados crescerão linearmente (na melhor das hipóteses) em relação ao tamanho do data warehouse. Veja

Rosenberg (2006) para abordagens para aprimorar o desempenho de consultas. Na prática, métodos especializados foram desenvolvidos para criar data warehouses escaláveis. Garantir escalabilidade é algo difícil quando se está lidando com centenas de terabytes ou mais. Terabytes de dados apresentam uma inércia considerável, ocupam bastante espaço físico e requerem computadores poderosos. Algumas companhias empregam processamento paralelo, e outras utilizam esquemas engenhosos de indexação e busca para gerir seus dados. Algumas espalham seus dados por diferentes depósitos físicos. À medida que mais data warehouses se aproximam do patamar de petabytes, mais e melhores soluções para escalabilidade continuam a ser desenvolvidas.

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Medium 9788597024593

Capítulo 10. Direito à nacionalidade

Guilherme Peña de MORAES Grupo Gen ePub Criptografado

O direito à nacionalidade é direito fundamental próprio do homem--nacional, porque titularizado e exercido por pessoas que mantêm um vínculo jurídico-político com determinado Estado, para considerá-las como integrantes da população deste.1, 2

O fundamento da nacionalidade não é unívoco na doutrina, nacional e estrangeira, tendo havido a identificação de três correntes.

A corrente clássica, elaborada por Henry Bonfils, assim como Ilmar Marinho, deforma a nacionalidade como resultado do voto de fidelidade do súdito ao soberano, que se confundiria com a aligeância.3 Em suma: “todos os súditos pertenceriam ao Estado no sentido mais pleno da palavra. O Estado poderia deles dispor do modo mais completo, física e moralmente”.4

A corrente privatista, elevada por André Weiss, bem como Henrique Kalthoff, define a nacionalidade como resultado do contrato, bilateral e sinalagmático, celebrado entre o Estado e as pessoas que formam a população dele.5 Em sumário: “a nacionalidade é uma relação jurídica contratual entre o Estado e os seus nacionais, que impõe obrigações recíprocas às suas partes”.6

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Medium 9788530983925

CAPÍTULO XIV – Prisão e Liberdade Provisória

Guilherme de Souza Nucci Grupo Gen ePub Criptografado

É a privação da liberdade, tolhendo-se o direito de ir e vir, através do recolhimento da pessoa humana ao cárcere, por absoluta necessidade da instrução processual. Por outro lado, o Código Penal regula a prisão proveniente de condenação, estabelecendo as suas espécies, formas de cumprimento e regimes de abrigo do condenado e o Código de Processo Penal cuida da prisão cautelar e provisória, destinada unicamente a vigorar, quando necessário, até o trânsito em julgado da decisão condenatória.

A prisão no processo penal equivale à tutela de urgência do processo civil. Ilustrando, o art. 300 do novo CPC: “a tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo”.

Cuidando do tema, no processo penal, BASILEU GARCIA recomenda: “a necessidade da prisão preventiva, segundo o entendimento comum, está sujeita a duplo ajuizamento. Deve o legislador limitar-lhe os casos ao estritamente indispensável e deve o magistrado proceder, em cada hipótese, a prudente verificação, para impor a medida só quando efetivamente o exijam os superiores interesses da justiça”.1

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Medium 9788541203708

1 Exames Prévios

Vicente De Paula Prisco da Cunha, Leonardo Machini Grupo Gen PDF Criptografado

1

Exames Prévios

Leonardo Marchini

Vicente de Paula Prisco da Cunha

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Anamnese, 2

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Exame clínico, 2

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Exames complementares, 4

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Bibliografia, 5

Prisco 01.indd 1

27/11/2013 20:13:52

Prótese Total Contemporânea na Reabilitação Bucal

O que são exames prévios e para que servem?

1

Os exames prévios são avaliações feitas pelo profissional sobre o estado de saú­de geral e bucal do seu paciente. Essas checagens são rea­li­zadas com o intuito de descobrir quais são os problemas que a pessoa apresenta, averiguando se existem fatores sistêmicos ou locais que contraindiquem (ou prejudiquem) a terapia proposta para solução dos problemas odontológicos identificados.

Na Odontologia, classicamente, temos como exames prévios: anam­ne­se, exame clínico, exame radiográfico e exames complementares, que serão discutidos separadamente.

CC

Anamnese

A anam­ne­se nada mais é do que uma entrevista do profissional com o paciente, na qual o primeiro faz questionamentos ao segundo quanto aos seus dados pessoais e aspectos médicos, dentários e psicossociais, deixando que a pessoa se expresse com liberdade e extraindo da conversa o máximo de informações possíveis para o tratamento. Quanto mais completa for a anam­ne­se, melhor será a compreensão que o profissional terá do seu paciente.

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