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Medium 9788553609796

12.1 Conceito

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12

Administração Tributária:

Fiscalização, Dívida Ativa e Certidão

12.1 Conceito

A Administração Tributária é uma ramificação da Administração Pública, e, por isso, podemos conceituá-la como a especialização da atividade da Administração Pública que, através da máquina administrativa, cuida da constituição do crédito, das funções de arrecadar e fiscalizar tributos, da organização e do funcionamento das repartições fazendárias, bem como de toda a atividade fiscal. A Administração Tributária1 já estava prevista no CTN, nos arts. 194 a

208, e ganhou status constitucional com o disposto no art. 145, § 1º, da Constituição de 1988, que facultou à Administração Tributária identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte, como forma de verificar a sua capacidade contributiva. Vejamos a redação do artigo citado:

Art. 145. (...)

§ 1º Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar,

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Medium 9788521626848

Parte II - Capítulo 16 - Análise de Previsões

NEVES, Cesar das; ROSSI, José W. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

16

Análise de Previsões

16.1 Dificuldades na Análise de Previsões ............................................ 357

16.2 Formas de Avaliar Previsões ......................................................... 366

16.3 Diferentes Métodos de Previsão ................................................... 371

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05/06/14quinta-feira 13:34

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Neste livro, muito se falou sobre previsões, um dos objetivos decorrentes do processo da modelagem econométrica ou de séries temporais. Aqui cabe olhar, em mais detalhes, a questão de como se analisar previsões. As perguntas pertinentes a considerar são: (i) Como comparar diferentes métodos de previsão? (ii) Como medir a precisão das previsões? (iii) Quais os cuidados a tomar quando se comparam os desempenhos preditivos de diferentes modelos? (iv) Pode-se, pelo bom desempenho preditivo de um modelo, validá-lo? Estas e outras questões relacionadas parecem simples, mas não o são.

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Medium 9788536311906

Capítulo 14 - O que podemos fazer a respeito da doença genética?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

O que podemos fazer a respeito da doença genética?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever o valor do diagnóstico e do aconselhamento para os pacientes e seus genitores

• Estimar os riscos de recorrência para condições mendelianas e algumas multifatoriais, nas famílias afetadas (em casos de fácil compreensão)

• Descrever os principais métodos de diagnóstico pré-natal, seus usos e problemas

• Descrever o uso de controle dietético para tratar as doenças genéticas

• Descrever, em linhas gerais, os princípios das terapias gênicas por amplificação, substituição e marcação de genes, bem como manipulação de encadeamentos alternativos, e o status geral dessas terapias na prática clínica atual

• Descrever as possíveis aplicações das células-tronco no tratamento das doenças genéticas

14.1 Estudos de casos

Não há novos casos para este capítulo, que, em substituição, recorrerá a todos os casos anteriormente analisados ao longo do livro.

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Medium 9788597022056

4 Fluxos de caixa

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivo do capítulo

O conhecimento das formulações do fluxo de caixa é essencial para análise de investimentos. Este capítulo trata do cálculo das medidas de valor presente e valor futuro com o uso das funções financeiras da HP 12C.

A calculadora HP 12C apresenta em suas funções financeiras as opções de cálculo para fluxo de caixa com prestações constantes e periódicas. A regra básica de operar a calculadora se mantém: introduzem-se inicialmente os valores dos fluxos de caixa e, por último, é pressionada a tecla com a função que se deseja calcular.

Valor Presente (PV)

Valor Futuro (FV)

Muitas vezes os fluxos de caixa consideram uma entrada, ou seja, a primeira prestação é paga/recebida no ato da operação, e as demais sequencialmente ao final de cada período.

Na HP 12C, o modo normal da calculadora é na posição ((END)), indicando que irá operar um fluxo de caixa padrão. Nessa posição, não aparece nenhuma indicação no visor. Para as sequências antecipadas existem as teclas ((BEG)). Quando são pressionadas essas teclas, surge no visor a palavra BEGIN (início), indicando que o início do fluxo de caixa está na data zero.

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Medium 9788530983178

135. A assembleia geral dos adquirentes

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen ePub Criptografado

A reunião dos adquirentes, para tratar dos assuntos de interesse da incorporação ou do condomínio, em local e horário previamente agendados, se faz através de convocações, dirigidas a cada adquirente, e avisos publicados em locais de frequência e visibilidade. Interessa, aqui, a reunião para tratar de aspectos atinentes à construção, visando deliberar ou adotar medidas de interesse da incorporação e dos adquirentes. Qualquer modalidade de contrato de construção submete-se às decisões da assembleia geral, desde que não violados os princípios insculpidos na convenção e na lei, e os direitos e interesses do incorporador.

A assembleia geral está contemplada no artigo 49 da Lei n. 4.591/1964, que preceitua:

Os contratantes da construção, inclusive no caso do art. 43, para tratar de seus interesses, com relação a ela, poderão reunir-se em assembleia, cujas deliberações, desde que aprovadas por maioria simples dos votos presentes, serão válidas e obrigatórias para todos eles salvo no que afetar ao direito de propriedade previsto na legislação.

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Medium 9788527729208

1. Protozoa

Fronsozo, Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Protozoa

Fabio Trindade Maranhão Costa, Wanessa Christina de Souza Neiras e Stefanie Costa Pinto Lopes

Introdução

O termo Protozoa (do grego, proto = “primeiros” + zoon = “animais”) foi introduzido em 1820. Desde então, Protozoa, que já foi considerado um táxon, é tratado como um aglomerado de organismos unicelulares, coloniais ou filamentosos com organização celular, mas sem a diferenciação te­ci­dual encontrada em animais e plantas, e que não apresentam nenhuma relação filogenética entre si. Neste capítulo será abordada grande parte dos organismos antigamente inseridos no reino Protista (organismos unicelulares que não são bactérias ou fungos), com ênfase aos grupos heterotróficos. Para maior facilidade didática, esses organismos serão uniformemente referenciados como protozoá­rios.

Como eucariotos (do grego, eu = “verdadeiro” + karyon =

“noz” ou “amêndoa”), os protozoá­rios apresentam seu material genético (ácido desoxirribonucleico – DNA) compartimentado por uma membrana (envelope celular), além de elevado nível de organização estrutural e complexidade, principalmente devido à existência de citoesqueleto e de organelas celulares (como mitocôndria, plastídeos, retículo endoplasmático, complexo de Golgi, vacúo­los). Em função dessa complexidade celular, embora a maioria seja unicelular, os protozoá­rios apresentam morfologia diversa, além de habitat e modos de vida bem variados.

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Medium 9788527718721

CAPÍTULO XVI A Experiência do Usuário: Via de Ressignificação do Cuidado em Ambulatório Público de Saúde Mental

Henriette Tognetti Penha Morato, Carmem Lúcia Brito Tavares Barreto, André Prado Nunes Grupo Gen PDF Criptografado

XVI

CAPÍTULO

A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO:

VIA DE RESSIGNIFICAÇÃO DO CUIDADO

EM AMBULATÓRIO PÚBLICO

DE SAÚDE MENTAL

Ana Maria de Santana

No atendimento psicológico favorecido ao usuário do

Sistema Único de Saúde (SUS), em unidades ambulatoriais ou policlínicas, não é raro refletir-se sobre a adequação e a eficácia dos modelos de atuação clínica utilizados para atender à sua demanda. As abordagens teórico-práticas que orientam os procedimentos de cuidado na compreensão e problematização do seu sofrimento não parecem contemplar, satisfatoriamente, as demandas reveladas no processo da assistência psicológica ao usuário. A impressão sentida nesses atendimentos é que a compreensão do psicólogo sobre os infortúnios relatados é atravessada, insistentemente, por um crivo teórico-prático que reduz, e muito, a amplitude das demandas desses pacientes. Estamos convencidos de que os modelos assistenciais vigentes de atuação, instituídos para favorecer a ação clínica do psicólogo nessas unidades, apresentam limitações na abordagem de assuntos ligados à sobrevivência cotidiana do usuário no mundo da vida, vindo apenas a contemplar parte de sua demanda psicológica.

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Medium 9788597011166

Capítulo 21. União

MORAES, Guilherme Peña de Grupo Gen PDF Criptografado

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UNIÃO

1 CONCEITO

A União ostenta a natureza de pessoa jurídica de direito público, com autonomia política, na medida em que a unidade da federação é dotada de autodeterminação no círculo de competência traçado pela Constituição da

República, exteriorizada pela capacidade para escolher os agentes públicos que irão desempenhar as funções administrativa, legislativa e jurisdicional

(autogoverno) e capacidade para aplicar o Direito Positivo, assim como prestar os serviços públicos que lhe sejam afetos (autoadministração), não obstante a incapacidade para elaborar o seu texto constitucional, bem como instituir os órgãos supremos do Governo federal (auto-organização).1

Pelo fio do exposto, não há confusão entre as definições de Federação e União, uma vez que esta consiste em pessoa jurídica de direito público interno, regida pelo Direito Constitucional, simbolizada pela entidade federativa contida na organização político-administrativa da República Federativa do Brasil, ao passo que aquela corresponde à pessoa jurídica de direito público externo, regulada pelo Direito Internacional Público, sintetizada como associação da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, titular de soberania, e não de autonomia política, de sorte que a primeira dispõe de atuação em nome próprio no âmbito interno, como também de atuação em nome alheio no âmbito externo, nas hipóteses em que a segunda mantém relações com Estados estrangeiros, participa de organizações internacionais, declara a guerra, celebra a paz, assegura a defesa nacional e permite que forças

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Medium 9788527728614

34 - Implantação do Programa de Qualidade no Hospital do Coração | Uma Longa Jornada

VECINA NETO, Gonzalo; MALIK, Ana Maria Grupo Gen PDF Criptografado

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Implantação do Programa de Qualidade no Hospital do

Coração | Uma Longa Jornada

Bárbara do Nascimento Caldas

Desde a hora em que acordara, Dra. Jaqueline pensava na longa manhã de trabalho que teria pela frente. O hospital tinha sido mal avaliado na última visita para acreditação e, então, Dra. Jaqueline, Dra.

Estela e Enf. Laura decidiram trabalhar em um plano de ação para apresentar ao diretor justificando a necessidade de se continuar com o projeto.

Porém, Dra. Jaqueline sabia que isso não seria uma tarefa fácil. A trajetória do programa de qualidade tinha altos e baixos, o que lhe causava sentimentos conflitantes. Se por um lado percebia que a ins‑ tituição não conseguia aproveitar a presença de um técnico de edu‑ cação para acreditação para melhorar o cuidado prestado, por outro, pensava nos últimos 3 anos do seu próprio trabalho, inteiramente dedicados a esse projeto. Pensava também que qualquer progresso, mesmo que lento, era melhor do que nada, e que a presença de um consultor externo poderia manter o tema na agenda da instituição, com maior possibilidade de que um dia os pacientes viessem a se beneficiar de melhor assistência.

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Medium 9788584930784

Capítulo 2 Introdução sobre Fundos de Investimento

Pires, Daniela Marin Grupo Almedina PDF Criptografado

Capítulo 2

Introdução sobre Fundos de Investimento

2.1. História

Os fundos de investimento tiveram origem na Inglaterra, no século XIX, mediante a criação do instituto jurídico societário denominado investment trust44.

Ricardo de Santos Freitas45, ao abordar os fundos de investimento, informa que estes tiveram como fonte de inspiração a sociedade e se basearam no instituto anglo-saxão do trust. O trust, por sua vez, surgiu na Inglaterra, no período feudal, sendo posteriormente utilizado em operações de investimento designadas unit trusts, cuja estrutura societária ficou conhecida como investment trust.

Ainda de acordo com Freitas46, na Inglaterra, as empresas tornaram-se joint enterprises, isto é, empresas nas quais se buscava compartilhar os riscos dos negócios e os retornos financeiros, tal como ocorreu na época da constituição do Banco da Inglaterra, em 1694.

Nos Estados Unidos, as companhias de investimento começaram a surgir em massa a partir do século XX, tendo, de 40 investment trust em ati Gaggini, Fernando Schwarz. Fundos de investimento no direito brasileiro. São Paulo: Livraria e Editora Universitária de Direito. 2001. p. 20. Segundo o autor, os investment trusts tinham como característica serem fechados a novas emissões de cotas e resgates, sendo constituídos na forma de condomínios fechados (ibidem, loc. cit.).

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Medium 9788541203722

SEGUNDA PARTE – Capítulo 9 – Auditoria

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

9

Auditoria

Capítulo

9.1 Introdução

Auditoria origina-se do latim auditorius, que se traduz como a virtude de ouvir e revisar; uma definição de “auditoria hoteleira” é a seguinte:

“Processo sistemático de aplicação diária, desenvolvido para obter e avaliar de maneira objetiva as atividades econômicas vinculadas à operação e à administração do hotel.”

Dessa definição surge o conceito de “ferramenta fundamental” para o controle e a supervisão, permitindo descobrir falhas e vulnerabilidades existentes na organização, por meio de investigação, consulta, revisão, verificação, comprovação e evidência.

9.2 Localização na Organização

A localização ideal da equipe de auditoria no organograma do hotel é subordinada hierarquicamente à Gerência Administrativa, podendo assim desempenhar suas tarefas de maneira independente dos funcionários da Recepção.

Figura 9.1 Localização da equipe de auditoria na organização, nível 1.

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Medium 9788536325750

Capítulo 7 - Paciente com diagnóstico de Integridade tissular prejudicada submetido a intervenção coronariana percutânea (ICP)

Miriam de Abreu Almeida, Amália de Fátima Lucena, Elenara Franzen, Maria do Carmo Laurent Grupo A PDF Criptografado

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Paciente com diagnóstico de

Integridade tissular prejudicada submetido a intervenção coronariana percutânea (ICP)

Marta Georgina Oliveira de Góes, Márcia Weissheimer, Rose Cristina Lagemann

Simone Pasin, Amália de Fátima Lucena, Miriam de Abreu Almeida

Estudo de caso

Paciente masculino, 79 anos, viúvo, aposentado, procedente de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. Acompanhado do filho. Admitido na unidade de hemodinâmica para submeter­‑se a intervenção coronariana percutânea (ICP). Apresentava história de tabagismo e etilismo, encontrava­‑se lúcido, orientado e coerente, ansioso e com episódios de perda de memória e regular capacidade de apreensão das orientações. Desconhecia alergias e os medicamentos em uso. Apresentava hipoacusia bilateral e perda da visão do olho direito. Pulsos periféricos débeis e enchimento vascular lento. Normotenso, eupneico, afebril, sem queixas de dor. Peso: 61,3 kg; altura:

1,61 m; índice de massa corporal: 21 kg/m2. Submetido a cineangiocoronariografia há alguns dias por precordialgia, quando foi identificada lesão no segmento proximal da artéria circunflexa.

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Medium 9788536326474

9. Impacto do treinamento no trabalho – medida em amplitude

Gardênia da Silva Abbad, Luciana Mourão, Pedro P. M. Meneses, Thaís Zerbini, Jairo Eduardo Borges-Andrade, Raquel Vilas-Boas Grupo A PDF Criptografado

9

Impacto do treinamento no trabalho – medida em amplitude

Gardênia da silva Abbad

Ronaldo Pilati

Jairo eduardo Borges­‑Andrade

Lucia henriques Sallorenzo

A o final deste cap í t u lo, v o c ê dever á :

ü Definir impacto em amplitude.

ü Discutir a importância da mensuração em amplitude do impacto do treinamento no trabalho do

egresso.

Analisar resultados provenientes da aplicação de instrumentos de impacto em amplitude.

Relatar o processo de construção e validação de um instrumento de impacto em amplitude.

Descrever procedimentos de aplicação, análise e interpretação de resultados de avaliação de impac‑ to em amplitude.

ü

ü

ü

Introdução

Este capítulo está destinado a apresentar uma medida em amplitude do impacto do treinamento no desempenho do egresso, bem como discutir suas aplicações em ambiente organizacional. O Capítulo 8, que apresentou medidas de transferência de treinamento, analisou e distinguiu os conceitos e expressões­‑chave relacionadas aos efeitos do treinamento no comportamento do egresso. Neste capítulo é descrita a experiência de construção e validação exploratória e confirmatória de um instrumento de avaliação do impacto do treinamento no trabalho.

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Medium 9788536321653

6 Distimia e personalidade

Ricardo Alberto Moreno, Táki Athanássios Cordás, Antonio Egidio Nardi Grupo A PDF Criptografado

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Distimia e personalidade

Aline Sardinha

Antonio egidio Nardi

Embora os termos temperamento, caráter e personalidade sejam utilizados quase como sinônimos para significar características persistentes e duradouras quanto ao comportamento e ao desempenho psicossocial, cabe lembrar que temperamento está associado a uma tendência genética para a apresentação do humor, enquanto caráter refere-se às atitudes apresentadas em relação ao desenvolvimento, baseadas no sistema de crenças construído pelo indivíduo ao longo da vida. Personalidade, dessa forma, envolve as contribuições genéticas e de desenvolvimento, que se exteriorizam no funcionamento global do indivíduo.

Personalidade pode ser definida como

Personalidade pode ser definida um padrão estável de pensamento, afeto e como um padrão estável de pensamento, afeto e comportamencomportamento que caracteriza um estilo to que caracteriza um estilo de de vida único e individual e um modo de vida único e individual. adaptação, resultante de fatores constitucionais, de desenvolvimento e de experiências sociais. Um traço de personalidade consiste em um atributo estável da personalidade, que pode ser inferido por seu comportamento, mas não diretamente observado. O traço de personalidade refere-se, portanto, a um modo habitual e recorrente de comportamento. O termo traço contrasta com o termo estado, que

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Medium 9788527723817

5 - Traumatologia, Ortopedia e Reumatologia

REIS, Liana Antonucci Grupo Gen PDF Criptografado

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Traumatologia,

Ortopedia e

Reumatologia

Ana Cláu­dia Rabelo da Silva de Moura

Liana Antonucci Reis

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Resumo, 128

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Questões, 135

u

Respostas comentadas, 149

u

Referências bibliográficas, 160

29/1/2014 10:45:09

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Q & R  |  Fisioterapia

ff

Resumo

Fraturas do corpo humano

Fratura de Colles

Fratura da extremidade distal do rádio, o fragmento desloca-se posteriormente (deformidade em “dorso de garfo”).

Causa: queda sobre a palma da mão (punho em extensão).

Fratura de Smith

Fratura da extremidade distal do rádio, o fragmento desloca-se anteriormente. Conhecida como fratura de Colles invertida.

Causa: queda sobre o dorso da mão (punho em flexão).

Fratura de Galeazzi

Fratura da diá­fise do rádio, acompanhada de luxação da ar­ticulação radioulnar distal. Decorrente de trauma em alta energia (acidente automobilístico ou queda de altura) com hiperextensão do punho em pronação.

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