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Medium 9788582714621

Capítulo 10. Simuladores em anestesiologia

James Manica Grupo A PDF Criptografado

128

Anestesiologia

10.

Simuladores em anestesiologia

Antonio Roberto Carraretto

A simulação é a replicação artificial do mundo real com seus elementos para atingir objetivos diversos, como, por exemplo, entender melhor o meio, treinar ou testar pessoas. Ela permite a recriação de condições semelhantes às da realidade, agrupadas em diversos graus de complexidade e em diferentes níveis, por vezes ocasionais, na vida real, em que o aluno tem a oportunidade de tomar decisões e elaborar planos para a ação sem oferecer riscos a terceiros e a si próprio. Eventos de ocorrência esporádica e imprevisível também podem ser facilmente repetidos pela simulação.

Um simulador é um dispositivo destinado a demonstrar um ou mais procedimentos a serem realizados e possibilitar que o aluno tenha um convívio com uma situação semelhante

(simulada) à real. Diversos equipamentos usados para a prática da simulação são abordados neste capítulo.

A simulação tem suas raízes nos tempos medievais, quando os cavaleiros usavam uma figura montada para a prática do arremesso de lanças. Na indústria aeronáutica, ela é parte do treinamento desde a década de 1940. Em 1950, a Força Aérea dos

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Medium 9788521635017

12 - Ondas Eletromagnéticas

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

131

UNIDADE

12

Ondas Eletromagnéticas

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• explicar a decomposição da luz branca por um prisma

12.1

O espectro visível

12.2

Tipos de espectros

12.3

Raios infravermelhos e além

12.4

Raios ultravioletas, raios X e raios gama

e a cor de um objeto

• descrever e explicar os espectros contínuos e os espectros de linhas

• descrever o processo de medida de espectros óticos usando

Resumo

um espectrômetro e uma rede de difração

Questões de revisão

• explicar quais são as semelhanças e as diferenças entre partes diferentes do espectro eletromagnético

• descrever a produção e as aplicações de diferentes tipos de ondas eletromagnéticas

12.1

O espectro visível

Uso de um prisma para produzir um espectro visível

Ao ser refratada, a luz branca é decomposta nas cores do espectro. A Figura 12.1 mostra a decomposição de um feixe de luz branca por um prisma. O feixe é separado em feixes de várias cores ao entrar no prisma. Essa separação é chamada de dispersão. Ao sair do prisma, os feixes são separados ainda mais.

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Medium 9788553615797

4 – DIREITOS HUMANOS

Brunno Pandori Giancoli, Sandro Caldeira Marron Da Rocha, Roberta Boldrin, Rafael Paiva, Renato Sabino, Renata Orsi Bulgueroni, Marcos Oliveira, Marco Antonio Araujo Junior, Marcelle Tasoko, Luciana Rangel, Fernando Marques, Enki Pimenta Editora Saraiva PDF Criptografado

EMERSON MALHEIRO

4

https://somos.in/RFO704

DIREITOS HUMANOS

Índice

Quantidade

Assunto de questões

I.  Incidente de deslocamento de

 competência

5

II.  Constitucionalização de tratados de

  direitos humanos

1

III.  Convenção americana de direitos

 humanos

26

IV.  Convenção internacional contra o

 genocídio

1

V.  Convenção interamericana para

  prevenir e punir a tortura

2

VI.  Protocolo de San Salvador – Dec.

 3.321/1999

2

VII.  Direitos das crianças

1

VIII.  Gerações ou dimensões de direitos e

  tratados internacionais de direitos humanos 5

IX.  Proteção do idoso

1

X.  Direito indigenista

3

XI.  Proteção das pessoas com deficiência

4

XII.  Direito eleitoral

1

XIII.  Direitos fundamentais

19

XIV.  Internacionalização dos direitos humanos 2

XV.  Direitos humanos e história das constituições

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Medium 9788553602704

3.2. Elementos identificadores da relação processual

Fernando Capez Editora Saraiva PDF Criptografado

por uma finalidade comum, qual a de preparar o ato final, ou seja, o provimento jurisdicional, que, no processo de conhecimento, é a sentença de mérito.

Sob o aspecto subjetivo, surge o segundo elemento constitutivo do processo, que lhe dá vida e dinamismo: a relação jurídica processual.

Muito se discutiu a respeito da natureza jurídica do processo, discussão cujo delineamento certamente extrapolaria as finalidades deste trabalho. Pode-se dizer apenas que as principais teorias a respeito são: (i) do processo como contrato; (ii) do processo como quase contrato; (iii) do processo como relação jurídica processual; (iv) do processo como situação jurídica e, por fim; (v) do processo como procedimento em contraditório.

De todas elas, foi a da relação jurídica processual (item “iii”), desenvolvida por Bülow, na segunda metade do século XIX, que, temperada com postulados das teorias da situação jurídica e do procedimento em contraditório, ganhou acolhida junto à doutrina.

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Medium 9788553603121

5. Tipo objetivo: adequação típica

Cézar Roberto Bitencourt Editora Saraiva PDF Criptografado

A importância, enfim, desses dois títulos justifica a tutela penal impedindo sua emissão irregular.

5. Tipo objetivo: adequação típica

A conduta tipificada consiste em emitir, isto é, pôr em circulação conhecimento de depósito ou warrant em desacordo com disposições legais que regem a matéria

(Decreto n. 1.102/1903). A emissão dos referidos títulos é criminosa quando viola as disposições legais, que continuam contidas no vetusto decreto de 1903.

O conhecimento de depósito é título de propriedade da mercadoria, atribuindo ao portador a disponibilidade da coisa. O warrant, por sua vez, é título de garantia emitido sobre mercadoria depositada em armazéns-gerais, de acordo com o conhecimento de depósito. Ambos são títulos que circulam mediante endosso, e a posse dos dois garante ao possuidor a propriedade da mercadoria neles mencionada.

Quando o depositário, isto é, o armazém-geral, desvia a mercadoria, pratica o crime de apropriação indébita; quando, no entanto, a emissão falsa de warrant e conhecimento de depósito serve para obter empréstimo bancário, por exemplo, cons­ titui crime-meio, sendo absorvido pelo estelio­nato, crime-fim2.

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Medium 9788553612062

6. A maldição da autonomia (Édipo Rei)

Christoph Menke Editora Saraiva PDF Criptografado

repetir infinitamente, pois a violência da vingança se dá sempre através de um ato que é precisamente do mesmo tipo daquele contra o qual ela se dirige. Mais precisamente, é seu próprio caráter de ato contra o qual se dirige a vingança, preocupada com o justo estado do mundo. A vingança tenta, como transgressão, extirpar do mundo o que ela acaba sempre trazendo de volta ao mundo através precisamente disto: o ato, o feito. Inconciliáveis são o que a vingança pretende restabelecer, o estado justo do mundo, e o que ela mesma é, um ato necessariamente excessivo34. A violência da vingança

é a obrigação de sua repetição.

E igualmente, mas de modo totalmente distinto no Direito: também o Direito deve repetir continuamente sua aplicação com violência, mas não porque o Direito, como a vingança, provoca em si aquilo contra o qual ele se dirige, e sim porque o Direito o provoca fora de si, diante de si. Com a vinculação da justiça à unidade política dos cidadãos, o Direito produz o seu próprio outro. Doravante passa a existir algo fora da justiça: com a instituição do Direito produz-se, simultânea e inevitavelmente, a possibilidade do fora-do-Direito, do não Direito. Por conseguinte, o Direito não precisa assegurar suas decisões apenas contra interpretações outras, antagônicas, da lei de igualdade dos cidadãos. O Direito precisa assegurar seu domínio contra a possibilidade do fora-do-Direito ou do não Direito que ela mesma produziu e que reproduz com cada um de seus atos. Isso requer não apenas a violência como meio – como deve ser aplicada contra cidadãos “comuns” que não podem ou querem compreender os entendimentos superiores dos melhores a julgar. A garantia do domínio do Direito contra a possibilidade do fora-do-Direito é, em sua essência, violência por completo, pois a relação entre Direito e não Direito não é uma relação normativa e, portanto, tampouco cognitiva. É um antagonismo que não pode ser vencido por nenhum entendimento nem mediado por quaisquer motivos. É uma relação de mera imposição – mera violência35.

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Medium 9788541203661

CAPÍTULO 2: EXAMES PRÉ-OPERATÓRIOS

Marco Aurélio Bianchini Grupo Gen PDF Criptografado

C apítulo

Exames

Pré-operatórios

O

tratamento com implantes osseointe­ grados exige uma série de exames pre­liminares que visam a assegurar o sucesso do plano de tratamento proposto. Entretanto, o excesso de exames pré-operatórios não garante um resultado final satisfatório, visto que as razões dos insucessos são multifatoriais e não serão evitadas apenas com a realização de uma terapia pré-operatória extremamente criteriosa. O objetivo deste capítulo

é normatizar uma sequência lógica de exames pré-operatórios, de modo a auxiliar o implanto­ dontista a contraindicar, indicar e planejar casos envolvendo a reabilitação com implantes.

2.1 ANAMNESE

A maioria dos profissionais da Odontologia realiza a anamnese concomitantemente com a consulta inicial, procedimento esse não aconselhável. A consulta inicial (ver Cap. 1) envolve um diálogo entre o cirurgião-dentista e o paciente, ocasião em que vários assuntos relacionados com a terapia são abordados. Já a anamnese envolve um questionário de saúde direcionado a avaliar as condições favoráveis ou desfavoráveis à realização do tratamento proposto. Portanto, inserir um importante

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Medium 9788553616374

Capítulo 12: Arrolamento Sumário

Sebastião Amorim Editora Saraiva PDF Criptografado

Inventário e Partilha  Teoria e Prática

b) arrolamento comum – valor da herança não superior a 1.000 salários mínimos, ainda que haja herdeiros incapazes ou ausentes.

Revela-se proveitosa a alteração do critério de valor do arrolamento com base em salários mínimos, substituindo a referência a ORTNs, que constava do

Código revogado e causava dificuldades decorrentes da extinção daquele tipo de obrigação reajustável, com variações temporais de impossível aferição correta.

3. Normas subsidiárias do arrolamento

Como forma simplificada de inventariar e partilhar bens, o arrolamento permite mais rápida tramitação em face da redução e da concentração dos atos processuais. Obedece a disposições específicas, mas, naquilo que for omisso, sujeita-se às normas subsidiárias do inventário (art. 667 do CPC) e, de resto,

às regras gerais da lei processual. É o que se dá, por exemplo, na aplicação das normas de competência, de prazo para instauração do processo, de representação processual dos interessados, nas ações incidentais, nas habilitações de crédito, na sobrepartilha, nos inventários conjuntos ou cumulados etc.

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Medium 9788597020045

4 Processo orçamentário

Roberto Bocaccio Piscitelli, Maria Zulene Farias Timbó Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• descrever as etapas do processo orçamentário.

O orçamento é a expressão de uma concepção de Estado, da forma de atuação de um governo. Em tese, toda a ação está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos definidos para o período do Plano Plurianual (PPA).

Na estrutura atual do orçamento público, as programações orçamentárias estão organizadas em programas de trabalho, que contêm informações qualitativas e quantitativas, sejam estas físicas ou financeiras.1

Do ponto de vista qualitativo, o programa de trabalho deve identificar:

• a esfera orçamentária (em qual orçamento?);

• o órgão/unidade orçamentária (quem é o responsável por fazer?);

• a função/subfunção (em que áreas de despesa a ação governamental será realizada?);

• o programa propriamente dito (qual é o tema da política pública?), compreendendo:

✓ o objetivo (o que se pretende alcançar com a sua implementação?);

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Medium 9788547231934

Ferramenta 57 - Os diferentes métodos de faturamento

Patrice Stern, Jean-Marc Schoetti Editora Saraiva PDF Criptografado

ferramenta

Os diferentes métodos de faturamento

O FATURAMENTO EM VIRTUDE

DO TEMPO E DOS RESULTADOS

57

Montante do faturamento

Trabalho

Teto de custos

Custo

Taxa de sucesso (success fee)

Tempo despendido

Resultados atingidos

resumo Tradicionalmente, identificam-se três grandes métodos de faturamento.

1. Com base em custos, correspondente ao faturamento sobre o tempo despendido.

2. Por trabalho, correspondente a um montante predefinido para dada prestação.

3. Por taxa de sucesso (success fee), correspondente ao faturamento com base no resultado.

A ferramenta proposta auxilia o escritório na escolha do modo de faturamento, evidenciando vantagens e inconvenientes de cada tipo, sobretudo em termos de risco para o escritório.

insight Traditionally, one can identify three main invoicing methods.

1. On a cost basis, which refers to invoicing according to time spent on the job.

2. The “per job” invoicing method, which refers to an amount defined prior to the job for a given service.

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Medium 9788553609093

13.15. A dimensão objetiva e subjetiva dos direitos fundamentais

Flávio Martins Editora Saraiva PDF Criptografado

684

Curso de Direito Constitucional

13.15. �A dimensão objetiva e subjetiva dos direitos fundamentais

Os direitos fundamentais, na dimensão subjetiva, compreendem direitos públicos subjetivos, ou seja, a possibilidade de o indivíduo invocar a norma jurídica jurisdicionalmente contra o Estado, exigindo-lhe a prática de uma abstenção (quando se trata de uma liberdade pública, como o direito à propriedade) ou uma ação (quando se trata de um direito social, como a educação). Segundo Ingo Wolfgang Sarlet: “quando nos referimos aos direitos fundamentais como direitos subjetivos, temos em mente a noção de que ao titular de um direito fundamental é aberta à possibilidade de impor judicialmente seus interesses juridicamente tutelados perante o destinatário (obrigado)”164.

Não obstante, no Brasil tem sido recepcionada a noção de que a função dos direitos fundamentais não se limita a serem direitos subjetivos, pois eles também representam decisões valorativas de natureza jurídico-objetiva da Constituição, que se projetam em todo o ordenamento jurídico. Nas palavras de Canotilho: “fala-se em fundamentação objetiva de uma norma consagradora de um direito fundamental quando se tem em vista o seu significado para a coletividade, para o interesse público, para a vida comunitária. É esta fundamentação objetiva que se pretende salientar quando se assinala à ‘liberdade de expressão’ uma função objetiva, um ‘valor geral’, uma ‘dimensão objetiva’ para a vida comunitária”165, “[...] um conjunto de valores objetivos básicos e fins diretivos da ação positiva dos poderes públicos”. Essa dimensão objetiva, portanto, faz com que o direito fundamental não seja visto apenas sob o ponto de vista individual (direito subjetivo), alcançando uma estatura de norma que estabelece e filtra os valores básicos da sociedade política, expandindo-os para todo o ordenamento jurídico e norteando todos os atos do Poder Público, com deveres de ação e omissão: “aos órgãos estatais incumbe assegurar níveis eficientes de proteção para os diversos bens funcionais, o que implica não apenas a vedação de omissões, mas também a proibição de uma proteção manifestamente insuficiente, tudo sujeito a controle por parte dos órgãos estatais, inclusive por parte do Poder Judiciário. Assim, os deveres de proteção implicam deveres de atuação (prestação) do Estado, e, no plano da dimensão subjetiva – na condição de direitos à proteção – inserem-se no conceito de direitos a prestações (direitos à proteção) estatais”166.

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Medium 9788527726320

1 - Dor | Visão Psicanalítica

Andréa G. Portnoi Grupo Gen PDF Criptografado

1

Dor | Visão Psicanalítica

Vera Lopes Besset

Dor crônica | Desafio

As reflexões expostas neste capítulo provêm das pesquisasa em andamento no Núcleo de Pesquisas Clínica Psicanalítica (CLINP) sobre o fenômeno da dor crônica por meio de uma abordagem psicanalítica.

Entendida como experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial,1 a dor é considerada tradicionalmente um sinal, “sintoma que alerta para a ocorrência de lesões no organismo”.2 No entanto, são numerosos os exemplos de dores corporais rebeldes sem base fisiológica observável; algumas iniciadas após acidentes, feridas ou operações por vezes benignas). Estados dolorosos crônicos sem substrato orgânico definido, doenças da dor, são referidos desde o século 19.3 Por ter perdido seu caráter de alarme, a dor crônica tem relação com um emaranhado de determinações de ordem somática, psicológica e/ou ambiental.

Com o objetivo de solucionar o que é considerado ponto cego da medicina, novas estratégias de tratamento têm sido adotadas e esforços sem precedentes realizados para a compreensão das diferentes modalidades sensoriais (p. ex., somática, visceral), de suas localizações e da adaptação dos procedimentos de tratamento para a “Corpo e clínica psicanalítica: usos e funções da dor”, apoiada pelo CNPq, e “Corpo e dor: o desafio das dores crônicas.

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Medium 9788502627987

4.4 CLASSIFICAÇÃO

VASCONCELOS, Clever Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4 | Poder constituinte    89

-transcendental. Essa norma fundamental hipotética seria então de natureza política e exterior ao Direito Positivo.”2

4.3.2 

Poder de direito

Defendida pelos “jusnaturalistas”, tal teoria gira em torno da ideia de que o direito não é apenas aquele criado pelo Estado, mas também há o poder natural inerente ao homem, e da própria ideia de justiça.

Com efeito, pode-se afirmar que o poder constituinte não é absolutamente livre e deve observar as regras de Direito Natural, uma vez que são anteriores ao Direito Positivo; são preceitos imanentes ao homem e justamente por isso o poder que organiza o Estado estabelecendo a Constituição só pode ser um poder de direito.

4.3.3 

Poder político

Em apertada síntese, a terceira corrente preceitua que cabe ao estudante analisar o poder constituinte sob o prisma desejado, ou seja, com ou sem neutralidade axiológica, tendo em vista que o poder constituinte pode ser analisado como categoria jurídica buscando a sua origem, pois precede ao processo de edição de normas constitucionais, ou ainda como categoria fática, com relação ao efeito, visto que produz o fundamento de validade da ordem jurídica do Estado.

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Medium 9788547202323

70 DA ENFITEUSE

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito

2. Regulamentação

das

Coisas

— o proprietário (fundieiro) tem a expectativa de receber a coisa com a obra ou plantação (art. 1.375);

— o direito de superfície pode transferir-se a terceiros e, por morte do superficiário, aos seus herdeiros;

— não poderá ser estipulado pelo concedente, a nenhum título, qualquer pagamento pela transferência (art. 1.372, parágrafo único).

70   DA ENFITEUSE

70.1. CONCEITO. OBJETO

O art. 2.038 do Livro Complementar — “Das Disposições Finais e Transitórias” — do novo Código Civil proíbe a constituição de enfiteuses e subenfiteuses e subordina as existentes, até sua extinção, às disposições do Código Civil anterior e leis posteriores, ficando defeso, neste caso, “cobrar laudêmio ou prestação análoga nas transmissões do bem aforado, sobre o valor das construções ou plantações”, bem como

“constituir subenfiteuse” (§ 1º, I e II). A enfiteuse dos terrenos de marinha e acrescidos continua regida por lei especial (§ 2º). A referida regra de transição justifica a manutenção, nesta obra, dos comentários a respeito do instituto da enfiteuse.

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Medium 9788536531960

Capítulo 2: Evolução da computação

Marcelo Marçula, Pio Armando Benini Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

�� O dígito 0 (zero) pode ser omitido quando colocado à esquerda do número representado, pois

nessa posição ele não altera o valor representado.

�� Todos os sistemas de numeração devem apresentar infinitos valores.

�� Quando ocorre o “estouro” da base, ou seja, o valor não pode ser representado somente por um

numeral, o próximo numeral será sempre 10, ou seja, no sistema decimal, após o 910 vem o numeral 1010, no sistema binário, após o 12 vem o numeral 102, e no sistema hexadecimal, após o F16 vem o numeral 1016.

ATIVIDADES

1. Converter no sistema de numeração decimal os seguintes números:

1102

11012

10112

110002

10001112

10111002

100000112

100001112

1000101102

11111111112

32H

64H

110H

C3DH

D10H

BABAH

F0F0H

B0CAH

CADEH

50C7F6H

2. Converter no sistema de numeração binário os seguintes números:

1010

8810

6210

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