54931 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577807246

26. Padrões de Barra Vermelha

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

154

Parte III

Padrões para Desenvolvimento Guiado por Testes

então adicione alguns testes novos que representariam progresso em direção aos itens de lá.

Quando olho uma Lista de Testes, eu penso, “aquilo é óbvio, aquilo é óbvio, eu não tenho ideia, óbvio, em que eu estava pensando com esse aqui, ah, esse aqui eu posso fazer”. O último teste é o próximo teste que eu implemento. Ele não me bate como óbvio, mas eu estou confiante de que posso fazer o trabalho.

Um programa produzido a partir de testes como esse pode parecer ser escrito de forma top-down, pois você pode começar com um teste que representa um caso simples da computação inteira. Um programa produzido a partir de teste pode também parecer ser escrito de forma bottom-up, pois você começa com pedaços pequenos e os agrega mais e mais.

Nem a visão top-down, nem a visão bottom-up descrevem realmente o processo de forma útil. Primeiro, uma metáfora vertical é uma visualização simplista de como programas mudam com o tempo. Produção implica em um tipo de laço de feedback recíproco no qual o ambiente afeta o programa e o programa afeta o ambiente. Segundo, se precisamos ter uma direção em nossa metáfora, então de-conhecido-a-desconhecido é uma descrição útil. De-conhecido-a-desconhecido implica que temos algum conhecimento e alguma experiência no que desenhar, e que esperamos aprender no curso do desenvolvimento. Ponha esses dois juntos e temos programas produzidos do conhecido ao desconhecido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604403

Apêndice 1 - Raios iônicos selecionados (em picômetros, pm)

Mark Weller, Tina Overton, Jonathan Rourke, Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

Raios iônicos selecionados (em picômetros, pm)

Os raios iônicos apresentados são referentes às geometrias de coordenação e aos estados de oxidação mais comuns. O número de coordenação está entre parênteses.Todas as espécies do bloco d são de spin baixo, exceto as assinaladas com +, cujos valores correspondem às espécies de spin alto. A maior parte dos dados foi obtida de R.D.

Shannon, Acta Cryst., 1976, A32, 751, em que podem ser encontrados os valores para outras geometrias de coordenação. Nos casos em que não havia valores de Shannon, foram empregados os raios iônicos de Pauling, que estão assinalados por ∗.

1

2

13

14

15

16

17

18

Li+

Be2+

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

B3+

C4+

N3−

O2−

F−

59 (4)

76 (6)

92 (8)

27 (4)

45 (6)

11 (4)

27 (6)

15 (4)

16 (6)

146 (4)

Ver todos os capítulos
Medium 9788527723671

20 Lançamento de Dardo: Uma Abordagem ao Desenvolvimento do Desempenho

Vladimir M. Zatsiorsky Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 20

Lançamento de Dardo: uma Abordagem ao

Desenvolvimento do Desempenho

K. BARTONIETZ

Apressar-se ao ponto da lança e quebrar a colocação do adversário é de grande coragem; ser capaz de abrir o céu e a terra mostra maravilhoso talento. [Provérbio chinês (em Scarborough & Allan 1964, p. 342)]

O passado, o presente e o futuro do lançamento de dardo olímpico

História do dardo moderno

Apressar-se ao ponto do dardo e quebrar a colocação do adversário pode abrir céu e terra para um atleta e treinador. Esta sensação sem dúvida tem sido sentida pelos melhores atletas do evento desde o início da história do dardo moderno. Se compararmos as competições antigas de dardo (Suécia 1792, Grécia

1856, Hungria 1870, Finlândia 1879 e Alemanha 1906) com os eventos atuais, a distância lançada quase triplicou. O lançamento de dardo foi introduzido nos Jogos Olímpicos para os homens em 1906 e para as mulheres em 1932. Os atletas escandinavos predominaram durante as três primeiras décadas de lançamento de dardo olímpico, ganhando todas as seis medalhas de ouro, quatro medalhas de prata e quatro medalhas de bronze durante o período de 1908-32, sendo também os detentores do recorde mundial até 1953. Eric Lemming, da Suécia, foi o único atleta a ganhar três títulos olímpicos — em 1906 (em Atenas), 1908 (em

Ver todos os capítulos
Medium 9788597022391

§6 – Publicidade e Comércio: a Função do Registro Público

Gustavo Saad Diniz Grupo Gen ePub Criptografado

A atividade de registro e guarda de informações do comércio remonta os antigos e especializados Tribunais do Comércio, responsáveis pelo arquivamento e julgamento das atividades dos comerciantes. No Brasil, é possível retomar o art. 4º do CCom, que dispunha (ainda na nossa fase objetiva): “Ninguém é reputado comerciante para efeito de gozar da proteção que este Código liberaliza em favor do comércio, sem que se tenha matriculado em algum dos Tribunais do Comércio do Império, e faça da mercancia profissão habitual (art. 9º)”. O Tribunal julgava a capacidade e a ausência de impedimento do comerciante e publicava os editais de autorização e comunicação da matrícula. Interessante referência, para a compreensão da matéria, também é o Regulamento nº 737/1850, com o conteúdo do juízo de Direito da época do Império.

Muito embora o sigilo industrial e estratégico esteja presente na gestão da empresa, o fato não pode ser confundido com a obrigação de publicidade que demarca a existência, a condução, a atribuição de prioridade e a extinção da atividade empresarial. São fatos e situações da empresa que todos podem ter contato, por constituírem informações de acesso público (CAMPOBASSO, 2013, p. 50) e imputáveis a terceiros. Entrementes, o registro gera duas presunções relativas: legalidade e adequação formal, que influenciam na correta alocação de riscos por terceiros que negociam com o empresário (SALOMÃO FILHO, 2008, p. 15-16).

Ver todos os capítulos
Medium 9788597018127

15 - Modelagem financeira avançada no Excel

BRUNI, Adriano Leal Grupo Gen PDF Criptografado

15

Modelagem financeira avançada no Excel

“Nenhuma certeza fatal é pior que a dúvida ameaçadora.”

Anônimo

15.1 Objetivos do capítulo

O processo de análise de investimentos pode ser conduzido com o auxílio de diferentes técnicas, como o valor presente líquido ou a taxa interna de retorno. Porém, uma das partes mais cruciais de avaliação de quaisquer investimentos consiste na análise dos riscos intrínsecos e do seu efeito sobre os parâmetros de geração de riqueza e decisão.

Diversas técnicas podem ser empregadas para a consideração das incertezas e riscos.

Porém, quando muitas variáveis são analisadas, a complexidade algébrica da modelagem e da compreensão da decisão podem comprometer a consideração de todos os riscos.

Uma alternativa usada de forma crescente em Finanças consiste no emprego de modelos gerados aleatórios computacionais, que facilitam as considerações das incertezas e riscos avaliados. Um dos procedimentos que se destacam consiste no método de Monte Carlo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541200844

Capítulo 17 - Métodos de controle mecânico e químico do biofilme dental

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Parte 4 - Capítulo 17

Livia Azeredo Alves Antunes | Cristiane Duque | Fernanda Volpe de Abreu | Rodrigo Alex Arthur

Métodos de controle mecânico e químico do biofilme dental

2w

Duque_6p_17.indd 235

04/04/2013 13:38:07

Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Introdução

Naturalmente, após a higienização dentária, grupos de bactérias se aderem à superfície dentária, formando uma comunidade microbiana embebida em uma matriz de polímeros extracelulares. Essa comunidade recebe o nome de biofilme dental.1 Se esse acúmulo é impedido ou frequentemente desorganizado, o biofilme formado sobre os dentes apresenta-se com baixo potencial patogênico, havendo homeostasia em sua composição microbiológica. Nesse contexto, espécies patogênicas estão presentes na cavidade bucal, porém, em menores proporções em relação à microbiota bucal residente. Mas se esse acúmulo não for evitado, e aliado a uma dieta rica em açúcares, poderá ocorrer um desequilíbrio microbiológico nessa comunidade microbiana, predispondo as superfícies dentárias ao desenvolvimento de lesões de cárie. Dessa forma, do ponto de vista ecológico, a cárie dentária é o resultado de um desequilíbrio microbiológico, devido ao acúmulo de biofilme sobre a superfície dentárias, aliada a frequente ingestão de açúcares e ineficiente higienização bucal. Por isso, como o acúmulo de biofilme microbiano sobre os dentes é o fator etiológico primário para o desenvolvimento da cárie dentária, uma adequada limpeza dos dentes é a medida mais abrangente e efetiva para o controle e tratamento dessa doença.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713532

Capítulo 1 - O mundo microbiano e você

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) profissional em um hospital rural, você está revisando uma lâmina de microscópio de um raspado cutâneo de uma menina de 12 anos. A lâmina apresenta hifas ramificadas, nucleadas e entrelaçadas. A menina possui manchas secas, escamosas e com prurido em seus braços.

Dica: leia sobre os tipos de microrganismos (pp. 3-5).

1

O mundo microbiano e você

O

tema geral deste livro é a relação entre os micróbios – organismos muito pequenos, que geralmente requerem o auxílio de um microscópio para serem visualizados – e as nossas vidas. Essa relação não envolve apenas os efeitos prejudiciais de certos microrganismos, como doenças e deterioração dos alimentos, mas também seus variados efeitos benéficos. Neste capítulo, apresentaremos algumas das diversas maneiras pelas quais os micróbios afetam as nossas vidas. Iniciaremos abordando sobre como os organismos são nomeados e classificados, apresentando, em seguida, uma breve história da microbiologia, que revela o quanto aprendemos em poucas centenas de anos. Posteriormente, discutiremos a incrível diversidade dos microrganismos e a sua importância ecológica, observando como é mantido o equilíbrio no ambiente por meio da reciclagem dos elementos químicos, como carbono e nitrogênio, entre o solo, os organismos e a atmosfera. Examinaremos,

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630845

Parte III - 10 - O NOVO EMPREENDEDOR DIGITAL

PATRÍCIO, Patrícia; CANDIDO, Claudio Roberto (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

10

O NOVO EMPREENDEDOR DIGITAL

Tarcísio Peres

Mestre em Ciências Biomédicas (Unicamp)

O que você verá a seguir:

Este capítulo busca promover uma atualização importante de seus conhecimentos. Para usar o termo mais propício, o objetivo é fazer um upgrade do empreendedor ante a revolução do mundo digital, especialmente dos últimos anos. Vamos falar das contribuições que a tecnologia da informação trouxe aos negócios digitais.

Frequentemente sentimos a necessidade de dividir nossa história em períodos. Um período é uma tentativa de agrupar diversas características que tornam um dado momento diferente, especial, único. Também batizamos os períodos com nomes que recordem essas características especiais. Esses agrupamentos e seus “nomes de guerra” ajudam a explicar e a entender a história de uma forma mais rica e didática. Pré- e pós-Guerra, Neolítico e Paleolítico, era FHC e era Lula, Período das Trevas e Iluminismo, e por aí vai.

Diversos pesquisadores e estudiosos criaram seus períodos. Um destes autores, chamado Alvin Toffler, criou períodos na forma de “ondas” em seu livro A Terceira Onda, de 1980. Em uma explicação breve e simplificada, na

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715826

Capítulo 24 - Psiquiatria

Stephen Doral Stefani, Elvino Barros Grupo A ePub Criptografado

Lucas Lovato

Lucas Primo de Carvalho Alves

Joana Rodrigues Marczyk

Matheus Xavier Provin

Pedro Antônio Schmidt do Prado Lima

O uso de álcool e outras substâncias é um dos principais problemas de saúde pública no mundo, e suas consequências, agudas ou mesmo crônicas, não se restringem ao âmbito da psiquiatria. Além dos efeitos cognitivos e comportamentais, são relevantes as alterações fisiológicas e os prejuízos físicos associados, seja por uma toxicidade aguda ou pelo uso prolongado. A possibilidade de prevenção ou redução de complicações e a instituição de um tratamento eficaz tornam a identificação precoce deste problema uma prioridade em saúde pública.

Associa a intensidade e a frequência do uso aos malefícios decorrentes, na forma de uma progressão (não obrigatória) em cinco etapas:

1.Experimental: uso inicial, caracterizado pela infrequência e por ser esporádico.

2.Recreativo: uso em situações sociais ou na busca de relaxamento/bem-estar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729680

CAPÍTULO 17 - Órgãos Sensoriais

KARDONG, Kenneth V. Grupo Gen PDF Criptografado

c a p í t u l o

17

Órgãos Sensoriais

Introdução, 677

Componentes de um órgão sensorial, 678

Órgãos sensoriais gerais, 678

Receptores sensoriais livres, 678

Receptores sensoriais encapsulados, 679

Receptores sensoriais associados, 679

Propriocepção, 679

Mecanismos para a percepção de estímulos a partir dos receptores sensoriais gerais, 680

Órgãos sensoriais especiais, 680

Quimiorreceptores, 680

Passagens nasais, 681

Área vomeronasal, 686

Boca, 686

Introdução

Para sobreviver, um organismo precisa reagir ao perigo e se aproveitar das oportunidades. As respostas apropriadas exigem a obtenção de informações sobre o ambiente externo, sobre a fisiologia interna do corpo e experiências prévias. Os resultados das experiências prévias são registrados no sistema nervoso na forma de memória, enquanto os receptores sensoriais monitoram os ambientes externo e interno (Figura 17.1). Os receptores sensoriais são órgãos especializados que respondem a informações selecionadas e codificam ou traduzem energias ambientais em impulsos nervosos que são transmitidos ao sistema nervoso central (SNC) por meio de fibras aferentes. Esses impulsos podem ou não ser recebidos nos níveis conscientes do cérebro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714621

Capítulo 32. Monitorização

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Monitorização

32.

Monitorização

Rogean Rodrigues Nunes

De maneira simplificada, “monitorização” (ou “monitoração”) durante a anestesia, significa a aferição contínua, ou quase contínua, de variáveis do paciente ao longo do tempo, a fim de guiar o diagnóstico e o tratamento. Essa palavra tem origem na palavra latina monere, que significa advertir, avisar.

A vigilância é inerente à prática da anestesiologia. Embora o melhor monitor em uma sala de cirurgia seja o próprio anestesiologista, esse profissional também enfrenta a necessidade de realizar múltiplas tarefas simultâneas e sequenciais. Além dessa demanda de trabalho, já está bem estabelecido que as habilidades clínicas humanas podem ser insuficientes ou imprecisas em detectar, em tempo hábil, certas complicações decorrentes do processo anestésico-cirúrgico. Contornando esses problemas, os monitores trazem consigo a capacidade de aferir rapidamente parâmetros inacessíveis ao mero exame clínico e a vantagem de não sucumbirem ao estresse, fadiga e distrações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212551

4.2 Origem da bolha

Roberto Dumas Damas Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4  •  Crise do Japão 

115

suas moedas – iene japonês, marco alemão, libra esterlina e franco francês – com intervenções coordenadas no mercado de moedas a partir de setembro de 1985.

Com o sucesso das intervenções coordenadas entre os países-membros do G5, o iene japonês apreciou de 260 ienes por dólar, em fevereiro de 1985, para 152 ienes, em janeiro de 1987, o que representou uma apreciação em termos nominais de mais de 70%.

Gráfico 4.5 – JPY/USD

300,0

250,0

200,0

150,0

Intervenção coordenada

Acordo de Plaza (Set.1985)

50,0

jan-80 abr-80 jul-80 out-80 jan-81 abr-81 jul-81 out-81 jan-82 abr-82 jul-82 out-82 jan-83 abr-83 jul-83 out-83 jan-84 abr-84 jul-84 out-84 jan-85 abr-85 jul-85 out-85 jan-86 abr-86 jul-86 out-86 jan-87 abr-87 jul-87 out-87 jan-88 abr-88 jul-88 out-88 jan-89 abr-89

100,0

Obs.: Taxa de juros básica – em inglês, basic loan rate.

Fonte: Bank of Japan (BOJ). Disponível em: ; . Acessos em: abr. 2016.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530980702

Capítulo XXXVIII – Pagamento Indevido

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF Criptografado

XXXVIII

Pagamento Indevido

38.1. CARACTERIZAÇÃO

O cumprimento das obrigações revela-se fundamental para a estabilidade das relações sociais e econômicas. Mas obrigações desde que existam, e na exata dimensão de seu conteúdo. Não é incomum a satisfação de dívidas aparentes, que na verdade não existem, ou em valores superiores aos estabelecidos pelas partes e pelos termos da lei, ou absolutamente nulas. Aduzem Colin e Capitant: “Si, por tanto, la deuda causa del pago no existe, el pago es nulo, porque falta un elemento esencial para sua validez”.1 Para evitar, em casos tais, o enriquecimento sem causa, indevido, ou injusto, prevê o direito a restituição, através da ação de repetição de indébito. A restituição vem assumindo importância dentro de uma visão moderna do direito, pelas nuances que adquire o cumprimento dos contratos, dentro dos princípios de justiça e do respeito à igualdade da posição das partes na relação negocial realizada. Abrange uma concepção mais extensa que a configuração estabelecida pelas legislações e por

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308207

17 Elementos mecânicos flexíveis

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

886    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Correias, cordas, correntes e outros similares elásticos ou elementos de máquinas flexíveis são utilizados em sistemas de transporte e na transmissão de potência sobre distâncias comparativamente grandes. Frequentemente se empregam esses elementos como substitutos de engrenagens, eixos, mancais ou outros dispositivos relativamente rígidos de transmissão de potência. Em muitos casos, seu uso simplifica o desenho de uma máquina e reduz o custo substancialmente.

Além disso, uma vez que esses elementos são elásticos e usualmente bastante compridos, desempenham um papel bastante importante em absorver cargas de choque e em amortecer e isolar os efeitos de vibração. Essa é uma vantagem importante no que concerne à vida de máquinas.

A maior parte dos elementos flexíveis não possui uma vida infinita. Quando eles são utilizados, é importante estabelecer um cronograma de inspeção para salvaguardar contra o desgaste, envelhecimento e perda de elasticidade. Esses elementos devem ser trocados ao primeiro sinal de deterioração.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530971991

CAPÍTULO XIV – Processo Legislativo

SOBREIRA, Fabio Tavares Grupo Gen PDF Criptografado

14

Processo Legislativo

Tempo médio de estudo: 30 min.

Lei Complementar

(

)

Lei Ordinária

(

)

Medidas Provisórias

(

)

Leis Delegadas

(

)

Decretos e Resoluções

(

)

Direito Constitucional_Fabio Tavares.indb 215

24/06/2016 16:23:07

216

|

DIREITO CONSTITUCIONAL – Fabio Tavares

Arts. 47; 49; 51; 52 e 59 a 69 da CF.

https://goo.gl/mnIQbV

14.1 PROCESSO LEGISLATIVO

Processo legislativo é o conjunto de atos que deverão ser observados pelos órgãos competentes para a produção, criação, modificação ou revogação de normas gerais. São fases do processo legislativo: introdutória; constitutiva (deliberação parlamentar e deliberação executiva); e complementar (promulgação e publicação).

1) Fase introdutória – Iniciativa legislativa: é a faculdade que se atribui a alguém ou a algum órgão de apresentar projeto de lei ao Legislativo (art. 61 da CF). A iniciativa pode também ser conferida aos cidadãos. Se o projeto decorrer de iniciativa do Presidente da República, da Câmara dos Deputados, dos

Ver todos os capítulos

Carregar mais