54931 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521631989

10 - Movimento Harmônico Simples e Elasticidade

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

10

Sarah Reinertsen é uma atleta profissional que conquistou vários recordes mundiais na sua categoria de deficiente físico. Seu desempenho atlético se tornou possível graças a uma prótese de perna de alta tecnologia feita de fibra de carbono, que se deforma e armazena energia potencial elástica, como faz uma mola. A energia potencial elástica armazenada por uma mola é um dos tópicos deste capítulo. (© Patrik

Giardino/Corbis)

Movimento Harmônico Simples e Elasticidade

10.1 A Mola Ideal e o Movimento Harmônico Simples

Molas são objetos familiares que possuem muitas aplicações, em uma faixa que vai de chaves do tipo botão de apertar em componentes eletrônicos até sistemas de suspensão de automóveis e colchões. Em uso, elas podem ser esticadas ou comprimidas. A título de ilustração, o desenho no alto da Figura 10.1 mostra uma mola sendo esticada. Neste caso, uma mão aplica uma força de tração FxAplicada à mola. O subscrito x nos lembra de que FxAplicada é aplicada na direção do eixo x (não mostrado no desenho), que é paralelo ao comprimento da mola. Em resposta, a mola se estica e sofre um deslocamento igual a x medido a partir do seu comprimento original, ou “não deformado”1. O desenho na parte de baixo da Figura 10.1 ilustra a mola sendo comprimida. Neste caso, a mão aplica uma força de compressão à mola e ela novamente sofre um deslocamento a partir do seu comprimento indeformado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530974374

Capítulo XX – Fase de Satisfação

THEODORO Jr., Humberto Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XX

FASE DE SATISFAÇÃO

§ 48. PAGAMENTO AO CREDOR DE QUANTIA CERTA

Sumário: 469.  Satisfação do direito do exequente. 470.  Última etapa do processo de execução.

469.  Satisfação do direito do exequente

A fase final da execução por quantia certa compreende o pagamento que o

órgão judicial efetuará ao exequente através dos meios obtidos na expropriação dos bens penhorados ao devedor.

Pela própria natureza da obrigação exequenda, a fase de instrução deveria encerrar-se, em regra, com a arrematação, e a fase de satisfação resumir-se-ia na entrega, ao credor, da importância arrecadada na alienação judicial, até o suficiente para cobrir o principal e seus acessórios, tal como ocorreria no cumprimento voluntário da obrigação pelo devedor. Com esse pagamento forçado extinguir-se-ia a obrigação e, consequentemente, a execução (NCPC, art. 924, II).1

A entrega do dinheiro ao exequente, porém, não é a única forma de pagamento prevista no sistema da execução por quantia certa. Representa a realização da obrigação originária, ou seja, o pagamento da quantia a que se obrigou o executado, na mesma substância prevista no título executivo. Mas o Código prevê outras formas que também se prestam a satisfazer o direito do credor, mesmo sem lhe entregar a importância de dinheiro inicialmente reclamada em juízo. Aliás, a forma prioritária de satisfação da obrigação exequenda, indicada pelo art. 876 do NCPC,2 como medida prática e de economia processual, é a adjudicação dos próprios bens penhorados, se isto interessar ao exequente. Cabe a este, nesta sistemática processual, optar por abreviar a solução da execução por meio da adjudicação, ou por prosseguir nas formas mais complexas de expropriação para, afinal, obter o pagamento em dinheiro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520428504

Capítulo 6 - Massas levedadas

GISSLEN, Wayne Editora Manole PDF Criptografado

6

Capítulo

Massas levedadas

E

m sua forma mais simples, um pão nada mais é que uma massa assada feita de farinha e água, fermentada por leveduras. De fato, alguns pães tradicionais franceses con-

têm apenas esses ingredientes, além de sal. Outros tipos contêm outros ingredientes, como açúcar, gordura, leite, ovos e saborizantes. No entanto, farinha, água e fermento são a base de qualquer pão.

Ainda assim, para algo que parece tão simples, o pão pode ser um dos produtos mais trabalhosos e complexos de se elaborar. O sucesso em sua fabricação depende muito da compreensão de dois princípios básicos: o desenvolvimento do glúten, discutido no Capítulo 5, e a fermentação de leveduras, que já foi mencionada anteriormente e será discutida em detalhes aqui.

Este capítulo foca os procedimentos básicos envolvidos na elaboração de muitos tipos de produtos levedados. Atenção especial será dada aos métodos de mistura e ao controle da fermentação. No Capítulo 8, esses procedimentos serão aplicados a fórmulas específicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788553603480

13.4. PROCEDIMENTO NOS CRIMES CONTRA A HONRA

PDF Criptografado

13

Procedimentos Especiais

JJ 13.4. 

597

PROCEDIMENTO NOS CRIMES CONTRA A HONRA

O Código de Processo Penal traça regras especiais para o procedimento apura‑ tório dos crimes de calúnia, difamação e injúria previstos nos arts. 138, 139 e 140 do

Código Penal. Em relação aos crimes contra a honra previstos no Código Eleitoral e no Código Penal Militar existem regras próprias nas respectivas leis.

JJ 13.4.1. 

Espécie de ação penal nos crimes contra a honra

O art. 145 do Código Penal estabelece as modalidades de ação penal para apu‑ ração dos crimes contra honra, sendo imprescindível a análise desse dispositivo, na medida em que o procedimento varia de acordo com a espécie de ação penal previs‑ ta (pública ou privada).

Art. 145. Nos crimes previstos nesse Capítulo somente se procede mediante quei‑ xa, salvo quando, no caso do art. 140, § 2º, da violência resulta lesão corporal.

Parágrafo único. Procede­‑se mediante requisição do Ministro da Justiça, no caso do n. I do art. 141, e mediante representação do ofendido, no caso do inciso

Ver todos os capítulos
Medium 9788553603053

1. INTRODUÇÃO

PDF Criptografado

Capítulo XX

Substituições

Sumário: 1. Introdução. 2. Substituição vulgar ou ordinária. 3. Substituição recíproca. 4. Substituição fideicomissária (fideicomisso). 5. Substituição compendiosa.

1. INTRODUÇÃO

Situação possível de ocorrer é a disposição testamentária quedar-se ineficaz caso o sucessor nomeado não receba a herança.

Discorrendo a esse respeito em clássica obra, CLÓVIS BEVILÁQUA prelecionava:

“Prevendo a hipótese de falhar a instituição de herdeiro, por uma circunstância qualquer e não querendo morrer sem sucessores, que lhes continuassem a personalidade e perpetuassem o culto doméstico, imaginaram os romanos dar, aos herdeiros nomeados, substitutos, que adissem à herança, se porventura não a recolhessem os primeiros. Substituição hereditária é, pois, uma instituição subordinada à outra”1.

Afastada a ideia, pouco útil e anacrônica, de que a substituição testamentária serviria para a perpetuação do “culto doméstico” da figura do pater, temos que, de fato, como já acentuavam os antigos, cuida-se de uma importante disposição de vontade por meio da qual é previsto um substituto para o sucessor nomeado, a fim de se preservar, em última ratio, a derradeira manifestação de vontade do testador.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536326368

11. Tratamento do Baixo Desejo Sexual no Contexto de Disfunção Comórbida Individual e do Relacionamento

Sandra R. Leiblum Grupo A PDF Criptografado

188

Sandra R. Leiblum

efetivos na frequência sexual são comumente modestos, apesar de haver aumento significativo na satisfação do casal.

Douglas K. Snyder, PhD, é professor e diretor de treinamento clínico no Departamento de Psicologia da Texas AM University em College Station,

Texas. Além de ser um terapeuta de casal de destaque, ele (com seus colegas Donald Baucom e Kristina Gordon) é autor de um livro popular sobre como lidar com as consequências de um caso intitulado Getting Past the

Affair: A Program to Help You Cope, Heal, and Move On – Together or Apart.

Os casos clínicos e a literatura empírica documentam a estrutura multifacetada do baixo desejo sexual tanto em termos de fenomenologia subjetiva como de etiologias subjacentes. De um ponto de vista fenomenológico – além da prevalente ou generalizada falta de sentimentos de desejo subjetivos –, os indivíduos podem relatar níveis baixos de responsividade sexual na presença de estimulação ou de abordagens apropriadas por um parceiro íntimo, imaginário mental limitado relacionado a interações sexuais, pensamentos sexuais infrequentes ou negativos ou ausência de instinto ou energia sexual não consistente com o vigor em outras esferas individuais ou interpessoais. Etiologicamente, a literatura cita diversas causas similares e às vezes interativas que podem contribuir para o baixo desejo sexual – incluindo fatores biológicos, psicológicos, interpessoais e sistêmicos mais amplos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735315

20 Nutrição nos Ciclos da Vida | Adultos e Idosos

Marly Cardoso, Fernanda Scagliusi Grupo Gen ePub Criptografado

A idade adulta pode ser definida como aquela entre 20 e 59 anos de idade, compreendendo uma faixa etária extremamente ampla que abriga indivíduos com características e necessidades bastante diferentes. Os adultos mais jovens podem compartilhar características com os adolescentes, enquanto os adultos com idade mais avançada podem apresentar questões semelhantes aos idosos.

No Brasil, a população está inserida em um sistema capitalista, ao qual se atrelaram os processos de urbanização, globalização e de transição demográfica, epidemiológica e nutricional. O fato de que os adultos brasileiros apresentam prevalências bem maiores de excesso que de déficit de peso corporal é amplamente conhecido.

Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 e a série de levantamentos realizados anualmente pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) também mostraram alterações importantes no padrão de aquisição e consumo de alimentos e de atividade física na população adulta no Brasil, as quais podem ter impacto relevante no estado nutricional e de saúde desses indivíduos. Na última década, constatou-se redução nas quantidades anuais per capita adquiridas nos domicílios brasileiros de componentes culinários tradicionais, como arroz, feijão e farinhas. Por sua vez, houve importante aumento na quantidade anual per capita adquirida de alimentos ultraprocessados, com destaque para os refrigerantes, e maior participação do consumo alimentar fora do domicílio para a ingestão energética total de adultos. Ainda, menos de um terço dos indivíduos nessa faixa etária atingiu as recomendações diárias de consumo de frutas e hortaliças e metade dos adultos brasileiros foi considerada insuficientemente ativa, empenhando menos de 150 min semanais em atividades físicas nos âmbitos de lazer, trabalho e/ou deslocamento. Conforme discutido no Capítulo 15, esses diferentes aspectos do consumo alimentar são profundamente influenciados pelo ambiente alimentar, pela publicidade, pela mídia, pelas condições de vida e de trabalho, pelas normas sociais e pelas questões de gênero e identidade. Por fim, as informações autorreferidas colhidas entre indivíduos a partir dos 18 anos residentes nas capitais brasileiras no Vigitel Brasil 2016 indicaram avanço desde 2006 na ocorrência de condições de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia, as quais estiveram, por um lado, diretamente relacionadas com o incremento de idade e, por outro, inversamente associadas à quantidade de anos de estudo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634492

APÊNDICE - Programa de Cálculo de Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos - ou Helicoidais para Calculadora HP 41 C ou CV

STIPKOVIC FILHO, Marco Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

Programa de Cálculo de

Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos ou Helicoidais para Calculadora

HP 41 C ou CV

Stipkovic Apendice.indd 169

18/08/17 15:10

170  APÊNDICE

De acordo com o presente programa deste livro‑texto, nos será permitido o cálculo, através dos Critérios de Resistência e Pressão (BD2), de engrenagens cilíndricas de dentes retos ou helicoidais.

Esta apresentação consiste essencialmente em um fluxograma, uma listagem passo a pas‑ so do programa e dois exemplos de aplicação. Nesses exemplos de aplicação* os próprios dados estão contidos nos passos indicados do programa.

Fluxograma

ENGR

BD2

OU

MAT

BD2

MAT

XEQ A

LBL

A

XEQ A

I=?

HB1 = ?

HB2 = ?

P = ?, N = ?

F = ?, FIP = ?

H=?

E = ?, Z1 = ?, Z2 = ?

BETA = ?, M = ?, B = ?

FIR = ?

CÁLCULO DE CC

XEQ D

CÁL.

P1 ADM E

P2 ADM

Ver todos os capítulos
Medium 9788577805716

Capítulo 4. O relatório A3 de proposta

Durward K. Sobek II, Art Smalley Grupo A PDF Criptografado

O relatório A3 de proposta

4

No capítulo anterior, apresentamos a ferramenta A3 básica usada para solução de problemas. Ao ensinar a confecção de relatórios A3, a Toyota começa com essa versão e garante que o funcionário a use nas situações adequadas durante o desenvolvimento de seu começo de carreira. Um dos autores deste livro realizou diversos ciclos de aprendizagem desse processo durante vários anos enquanto trabalhava na Toyota no Japão. Obviamente, um A3 não pode ser elaborado para todos os problemas ou situações que encontramos, mas a Toyota usa a ferramenta com frequência para esclarecer problemas vivenciados durante o curso do trabalho, cuja solução leva a oportunidades de aprendizagem úteis e importantes. Sugerimos que organizações e indivíduos que adotarem esse método também pratiquem, antes de tudo, o A3 de solução de problemas, pois é a forma mais amplamente aplicável da ferramenta.

Tendo isso em mente, no entanto, não existe um único jeito certo de escrever ou mesmo de organizar um relatório A3. Cada um é único em conteúdo e mesmo o mecanismo de sua organização muda em muitos casos. Por quê? Na vida real, as organizações enfrentam diversas situações diferentes, além da solução de problemas padrão. Neste capítulo, apresentamos outro modo de organizar os relatórios A3: com o objetivo de apresentar uma proposta.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021899

Capítulo 17 Tecnologias da Informação e Estrutura Organizacional nas ONGs

Takeshy Tachizawa Grupo Gen ePub Criptografado

A estrutura organizacional possível de ser adotada em uma ONG pode variar dos tipos clássicos (funcional, por localização geográfica, por clientes, e afins) para os modelos inovadores, entre eles a estrutura:

por projetos: cada projeto configura uma unidade de funcionamento e as atividades caracterizam-se por terem objetivo determinado, prazo de duração, orçamento e recursos próprios; que facilita o acompanhamento, as adaptações à realidade do projeto, a coordenação de atividades e a análise de resultados;

matricial: conjuga a estrutura por projetos com a funcional. As unidades funcionais fornecem o suporte aos projetos (recursos humanos, financeiros, tecnológicos etc.); que permite a alocação de recursos de forma eficiente, pois permite utilizar as áreas de especialização das pessoas e maior agilidade operacional. Garante maior flexibilidade a novos objetivos e ao atendimento específico de segmentos sociais;

redes.

As redes têm sido saudadas, nas duas últimas décadas, como a mais significativa inovação humana no campo da organização da sociedade. As organizações do terceiro setor têm sido pioneiras na criação e manutenção de redes, que operam nos níveis local, regional, nacional e internacional, seja para a troca de informações, para a articulação política, seja para a implementação de ações conjuntas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808403

2. Contextualizando a Contabilidade Social

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

2

Contextualizando a

Contabilidade Social

Adalberto Alves Maia Neto, Cássio da Silva Calvete e Duilio de Avila Bêrni

2.1 A REGULARIDADE DAS AÇÕES HUMANAS E O MUNDO DAS TEORIAS

A realidade realmente real apresentada na Figura 1.1 do Capítulo 1 (Divisão) do

“mundo lá fora” antecedeu o mundo da realidade imaginária, sobrevive sem ele e aparentemente transcenderá as imagens que lhe faz a mente humana. Estas imagens, fruto da racionalidade humana, assumem contornos mais ou menos racionais, dependendo do contexto em que o homem defronta-se com a natureza no sentido de debelar suas necessidades, das mais básicas às superiores. Neste contexto é que surgiu a ciência, uma forma privilegiada de lidar com o conhecimento humano sob o ponto de vista de sua associação com a tecnologia e com a possibilidade de geração de mais conhecimento e mais tecnologia. Existe um conhecimento associado exclusivamente ao mundo das ideias, como é o caso daquele que construímos a respeito dos triângulos ou dos conetivos lógicos. Este contrasta com o conhecimento que formamos a respeito de R3, nossa realidade realmente real, ou seja, o mundo tangível, a realidade “lá fora da casinha”. Neste caso, sabemos que tijolos caem de cima para baixo, e que eles são o resultado da queima de argila, que a argila é constituída por partículas, moléculas, e por aí vai.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212377

2.2 A culpabilidade na Antiguidade Oriental e entre os gregos:uma aproximação desses povos a partir da semelhançana forma de responsabilidade penal

PINTO FILHO, Marco Aurélio Florencio Editora Saraiva PDF Criptografado

Nas comunidades primitivas, no entanto, a pena tinha como marco distintivo responsabilizar sem analisar a culpa. A responsabilidade penal destacava-se, então, por ser objetiva e solidária.

Daí inferirmos que os elementos intelectivo (consciência) e volitivo (vontade) não eram analisados para aferição da culpa do agente e, por consequência, estabelecer sua responsabilidade penal.

2.2 �A culpabilidade na Antiguidade Oriental e entre os gregos: uma aproximação desses povos a partir da semelhança na forma de responsabilidade penal

Entre os povos da Antiguidade Oriental, a culpabilidade também era desconhecida, pois a responsabilidade penal era objetiva e, por vezes, coletiva11.

Assim como os povos primitivos, aqueles que viviam na região do crescente fértil (egípcios, sumérios e mesopotâmicos) não analisavam a vontade para responsabilizar criminalmente.

Temos ainda que entre os povos da Antiguidade Oriental não havia diferenciação funcional entre os sistemas religioso e jurídico, pois foi atribuído às primeiras reações punitivas dessas comunidades um caráter eminentemente religioso. O autoritarismo teocrático marcou esse período, e a atrocidade das penas foi o caráter distintivo do sistema punitivo daquela época12.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634348

8 - O Concreto para as Lajes

PILOTTO NETO, Egydio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

O CONCRETO PARA AS LAJES

8.1

ESTUDO DO CIMENTO

O cimento é o componente básico do concreto, e torna-se necessário o seu estudo, uma vez que é ele que define as características de resistência do concreto aplicado às lajes, já que os outros materiais são considerados agregados inertes.

No Anexo deste volume encontraremos informações mais detalhadas acerca da química e da fabricação do cimento.

8.1.1 Características do Cimento

Trata-se de um aglomerante obtido pela pulverização do clínquer resultante da calcinação até a fusão incipiente de uma mistura íntima e convenientemente proporcionada de materiais calcários e argilosos com adição de gesso.

O gesso é misturado ao clínquer na saída do forno, com a finalidade de regularizar o tempo de “pega”.

8.1.2 Teoria do Endurecimento

O cimento é anidro, porém, quando posto em contato com a água, tem início a hidratação dos compostos, formando uma solução supersaturada instável com a precipitação de excessos insolúveis.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530981464

Capítulo 8 – Controle

RENNÓ, Rodrigo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Controle

O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo atingidos pela empresa. Pelo monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que funcionou.

O processo de controle, de acordo com Maximiano (1995), pode ser definido assim:

O processo de controle consiste em fazer a comparação e em tomar a decisão de confirmar ou modificar os objetivos e os recursos empregados em sua realização.

Sem um sistema eficaz de controle, o gestor não tem condições de tomar as decisões necessárias. Como decidir se não temos dados sobre o que está ocorrendo?

Imagine se você tivesse que dirigir um carro com uma venda nos olhos. O resultado provavelmente não seria muito positivo para você, não é verdade?

De nada valeria um excelente planejamento estratégico, por exemplo, se o controle não existir ou funcionar de modo frágil. Além disso, o controle permite que a instituição aprenda com seus erros e acertos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521628217

PARTE I - CAPÍTULO 6 - FORMAÇÃO DE PREÇOS

CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; LEMES Jr., Antonio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

Formação de Preços

6.1

6.2

6.3

6.4

6.5

6.6

6.7

6.8

6.1

Introdução, 147

Fundamentos de Custos, 149

Formação de Preços, 158

Estabelecendo Preços do Ponto de Vista Financeiro, 159

Estabelecendo Preços do Ponto de Vista Mercadológico, 162

Estratégias de Adequação de Preços, 165

Questões e Exercícios, 175

Sugestões de Consulta, 177

Introdução

Preço é a expressão monetária do valor atribuído a um produto ou serviço. Formação de preço é a técnica de obter e analisar informações internas de custos, despesas e investimentos, avaliar rentabilidade, comparar preços internos com preços praticados pelo mercado, estabelecer políticas e estratégias, compatibilizar pontos de vista financeiro e mercadológico, de forma a assegurar a prática de preços que maximizem o valor da empresa.

Uma boa prática de preço causa preocupação tanto à área financeira como à

área de marketing, pois a inadequada alocação de custo aos produtos pode determinar o sucesso ou fracasso de vendas, geração ou destruição de valor na empresa.

Ver todos os capítulos

Carregar mais