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Medium 9788547209797

6.1 Ética aplicada

Francisco Gomes de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

Consciência ética

6

A ÉTICA não é um programa da empresa, ela é a vida da empresa. É um bem exis‑ tencial sem o qual prevalece o princípio da desagregação e da violência.

6.1 Ética aplicada

Nossa prática da ética nas organizações – como manifestação da cultura ética, em for‑ mação – vem se caracterizando por iniciativas concretas, dentre as quais destacamos:

.. filosofia empresarial – por meio da clara conceituação de missão, princí‑ pios e orientações;

.. comitê de ética – criação de grupo para definir e avaliar políticas e estraté‑ gias – formulação de diretrizes éticas;

.. credos – divulgação das crenças institucionais – perfil e padrões – para fun‑ cionários e clientes;

.. diretrizes éticas – coletânea de preceitos sobre comportamentos esperados – como temos afirmado preferimos “diretrizes éticas” a “códigos”.

.. ombudsman – ouvidores colocados ao alcance dos clientes para atender a suas reclamações;

.. auditorias éticas – avaliações periódicas sobre condutas empresariais;

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Medium 9788553602810

Capítulo VII - Disposições Gerais (arts. 234-A a 234-C)

André Estefam Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo VII

Disposições Gerais

(arts. 234-A a 234-C)

1. Causas de aumento de pena (art. 234-A)

A Lei n. 12.015 acrescentou ao Título VI o Capítulo VII, que contém causas de aumento de pena (art. 234-A), disposição sobre a existência de segredo de justiça nos feitos relativos às infrações penais nele contidas (art. 234-B) e a definição de exploração sexual (art. 234-C – dispositivo vetado).

Duas das exasperantes mencionadas no art. 234-A foram corretamente vetadas pelo Presidente da República, haja vista que se sobreporiam a outras, de semelhante teor, já inseridas em diversos delitos ao longo do Título VI.

As remanescentes são as seguintes: a) aumento de metade a dois terços, quando do crime resulta gravidez; b) de um terço até dois terços, se o agente transmite à vítima doença sexualmente transmissível de que sabe ou deveria saber ser portador, ou se a vítima é idosa ou pessoa com deficiência.

2. Segredo de justiça (art. 234-B)

De acordo com o dispositivo epigrafado deverá haver segredo de justiça em todos os processos relativos a crimes definidos no Título VI do CP.

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Medium 9788597018509

Introdução

BITTAR, Eduardo C. B. Grupo Gen PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

1 Filosofia e o simbolismo da sabedoria

Em muitas línguas (hibou, no francês, owl, no inglês, Eule, no alemão), a coruja é a ave que simboliza a sabedoria. Isso se deve ao fato de, na tradição grega, a coruja (koukoubagía) ter sido vista como a ave de Athena (Minerva, para os romanos), ou seja, como símbolo da racionalidade e da sabedoria (sophía), como a representação da atitude desperta, que procura e que não dorme, que age sob o fluxo lunar e que, portanto, não dorme quando se trata da busca do conhecimento. Associada à capacidade de enxergar mesmo nas trevas, a coruja guarda seu mistério milenar no quadro do simbolismo humano. Os grandes olhos voltados para a compreensão, para a observação, são suficientemente significativos para traduzirem a ideia de que a busca da sabedoria pressupõe um olhar atento para a compreensão do mundo. O amor à sabedoria implica em uma atitude perante o mundo de busca incessante pelo conhecimento. Isso significa o cultivo à vontade de descobrir, investigar, desbravar, escarafunchar a história, procurar, se embrenhar, enfim, os diversos universos e horizontes do conhecimento. De toda forma, não há pensamento se não houver curiosidade intelectual. Daí a possibilidade de se fazer uma alusão recorrente à ideia da coruja como alusiva à sabedoria humana, fazendo dela um símbolo sugestivo do que representar.1

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Medium 9788530984458

PENAL/PROCESSO PENAL - Lei de Introdução ao Código Penal

Equipe Método Grupo Gen PDF Criptografado

Lei de Introdução ao Código Penal

DECRETO-LEI 3.914, DE 9 DE

DEZEMBRO DE 1941

Lei de Introdução ao Código Penal

(Dec.-lei 2.848, de 7 de dezembro de

1940) e à Lei das Contravenções Penais

(Dec.-lei 3.688, de 3 de outubro de 1941).

DOU 11.12.1941

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da

Constituição, decreta:

Art. 1º Considera-se crime a infração penal a que a lei comina pena de reclusão ou de detenção, quer isoladamente, quer alternativa ou cumulativamente com a pena de multa; contravenção, a infração penal a que a lei comina, isoladamente, pena de prisão simples ou de multa, ou ambas, alternativa ou cumulativamente.

[[Art.

12 do CP.

Art. 2º Quem incorrer em falência será

punido:

[[Lei 11.101/2005 (Recuperação de Empre-

sas e Falência).

I – se fraudulenta a falência, com a pena de reclusão, por 2 (dois) a 6 (seis) anos;

II – se culposa, com a pena de detenção, por 6 (seis) meses a 3 (três) anos.

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Medium 9788580556292

Capítulo 4. Gravidez e desenvolvimento pré-natal

Gabriela Martorell, Diane E. Papalia, Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Sumário

Desenvolvimento pré-natal: três etapas

Desenvolvimento pré-natal: influências ambientais

Monitorando e promovendo o desenvolvimento pré-natal

Você sabia que…

NN

Apenas 10 a 20% dos óvulos fecundados são implantados na parede uterina e continuam a se desenvolver?

NN

Em estágios mais avançados da gravidez, os fetos podem aprender e lembrar enquanto estão no útero e reagem à voz da mãe?

NN

O número de partos de mulheres na faixa dos 40 anos mais do que duplicou entre 1990 e 2006?

Começamos por considerar a experiência da gravidez.

Acompanhamos como o óvulo fecundado torna-se um embrião e depois um feto, que já mostra sinais de uma personalidade própria. Discutimos os fatores ambientais que podem afetar a futura criança, as técnicas para determinar se o desenvolvimento está ocorrendo normalmente e a importância da assistência antes da concepção e no período pré-natal.

Gravidez e desenvolvimento pré-natal

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Medium 9788553614790

11 Código Tributário Nacional e legislação tributária

Alexandre Mazza Editora Saraiva PDF Criptografado

556

Manual de Direito Tributário c) Art. 114 do CTN: “Fato gerador da obrigação PRINCIPAL é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência”. (Errado) d) Art. 118, I, do CTN: “A definição legal do fato gerador é interpretada ABSTRAINDO-SE da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsáveis, ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos”. Trata-se do princípio do non olet. (Errado) e) Art. 117, II, do CTN: “Se tratando de atos ou negócios jurídicos sujeitos a condição RESOLUTÓRIA, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio”. (Errado)

Gabarito: letra B

3. �(Vunesp - TJ-MT - Juiz Substituto - 2018)  O fato gerador é um dos elementos centrais do Direito Tributário no Brasil, delimitando as situações que poderão dar ensejo à cobrança de tributos. A esse respeito, assinale a alternativa correta. a) Considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos, tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. b) Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal. c) Fato gerador da obrigação acessória é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. d) A definição legal do fato gerador é interpretada a partir da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsáveis, ou terceiros. e) A autoridade administrativa poderá desconsiderar negócios jurídicos praticados com a finalidade de evitar a ocorrência do fato gerador do tributo.

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Medium 9788553172863

13.4. QUESTÕES

MONTOTO, Eugenio Editora Saraiva PDF Criptografado

13

669

Balanço Patrimonial — Ativo

JJ 13.3.5.5.4. 

Resumo de despesas antecipadas “versus” despesas diferidas

Despesas Antecipadas

Despesas Pagas

Despesas do exercício seguinte

Despesas Antecipadas

Despesas que contribuem para formação do

Resultado seguinte

AC

Aluguéis

Juros

Seguros

a vencer

Aluguéis Antecipados

Aluguéis Pagos

Aluguéis do exercício seguinte

Juros Antecipados

Juros Pagos

Juros do exercício seguinte

Seguros Antecipados

Seguros Pagos

Seguros do exercício

APLICAÇÃO DE RECURSO EM DESPESAS

Despesas que contribuem para o Resultado de diversos exercícios futuros

Constituição

(Ativo Permanente

Diferido antes da Lei n. 11.941/2009)

Despesas pré-operacionais

Gastos com reorganização

Despesas Diferidas

JJ 13.4. 

QUESTÕES

JJ 13.4.1. 

Ativo Circulante

1. (MTB — CESPE/1994) De acordo com a Lei n. 6.404/1976, as contas do ativo circulante se‑ rão classificadas do seguinte modo:

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Medium 9788536326207

35. Sistema Cardiovascular

Sonia M. Lauer Garcia, Casimiro G. Fernández Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 35

Sonia M. Lauer de Garcia | Casimiro García Fernández

Sistema

Cardiovascular

1. Desenvolvimento do coração 568

1.1 Formação das cavidades cardíacas primitivas 569

2. Desenvolvimento dos grandes vasos 578

2.1 Sistema arterial 578

1.2 Circulação através do coração primitivo 572

� Desenvolvimento do sistema arterial 580

1.3 Formação da alça bulboventricular 572

� Malformações no desenvolvimento dos arcos aórticos 580

1.4 Torções apresentadas pelo tubo cardíaco 573

� Torção no plano frontal 573

� Torção no plano sagital 573

1.5 Desenvolvimento do seio venoso 573

1.6 Septação do canal atrioventricular 573

1.7 Septação do átrio primitivo 573

1.8 Septação ventricular 575

2.2 Sistema venoso 581

� Desenvolvimento das veias vitelinas

(onfalomesentéricas) 581

� Desenvolvimento das veias umbilicais 581

� Desenvolvimento das veias cardinais 583

1.9 Septação do tronco-cone 575

� Desenvolvimento da veia cava inferior 585

1.10 Formação das valvas cardíacas 577

� Veias pulmonares 585

1.11 Malformações cardíacas congênitas 577

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Medium 9788536510774

9. Análises de Compostos Orgânicos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Análises de

Compostos

Orgânicos

Para começar

Os laboratórios de áreas como análises clínicas, biologia, bioquímica, controle de qualidade, engenharia sanitária, farmácia, medicina forense, meio ambiente, químicos, tecnologia de alimentos e toxicologia, por exemplo, estão cada vez mais fazendo uso de análises de compostos orgânicos, tanto com objetivos de identificação quanto com objetivos de controle de qualidade.

O Capítulo 9 abordará algumas das principais técnicas de análise empregadas para compostos orgânicos, considerando desde as etapas de separação e purificação dos compostos, até as análises elementares, análises qualitativas e quantitativas.

Para que o leitor compreenda melhor o tema discutido, esse capítulo apresentará uma introdução na qual serão citadas as funções orgânicas e as principais propriedades dos compostos orgânicos.

9.1 Conceitos básicos

Os compostos orgânicos também são alvo das técnicas de análise há anos. Antigamente, quando essas técnicas não estavam evoluídas, os compostos orgânicos eram avaliados por suas propriedades químicas e físicas de modo rudimentar, comparado ao que encontramos hoje.

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Medium 9788582715239

Capítulo 1. Behaviorismo: definição e história

William M. Baum Grupo A PDF Criptografado

1

Behaviorismo: definição e história

A ideia central no behaviorismo pode ser formulada de maneira simples: uma ciência do comportamento é possível. Os behavioristas têm opiniões diversas sobre o que essa proposição significa e particularmente sobre o que é ciência e o que é comportamento, mas todos concordam que pode haver uma ciência do comportamento.

Muitos behavioristas acrescentam que a ciência do comportamento deve ser a psicologia. Isso é motivo de controvérsia, pois muitos psicólogos rejeitam a ideia de que a psicologia seja uma ciência, e outros, que a tomam como ciência, consideram que seu objeto é algo diferente do comportamento. A maioria dos behavioristas passou a chamar a ciência do comportamento de análise do comportamento. O debate continua sobre se a análise do comportamento faz parte da psicologia, é o mesmo que psicologia ou é independente da psicologia, mas organizações profissionais, como a Association for Behavior Analysis, e revistas, como The Behavior Analyst,

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Medium 9788547222505

13.2. Fundamentos da pena

GONÇALVES, Victor Eduardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Já a teoria relativa ou da prevenção diz que a finalidade da pena é a de intimidar, evitar que delitos sejam cometidos.

Por fim, a teoria mista ou conciliatória entende que a pena tem duas finalidades, ou seja, punir e prevenir.

13.2. Fundamentos da pena

A aplicação da pena ao condenado possui diversos fundamentos: a) preventivo; b) retributivo; c) reparatório; e d) readaptativo. Este tema refere-se às consequências práticas da condenação, ao contrário do item anterior

(finalidades da pena), em que se analisam as próprias razões da existência do sistema penal.

O fundamento da pena é preventivo no sentido de que a existência da norma penal incriminadora visa intimidar os cidadãos, no sentido de não cometerem ilícitos penais, pois, ao tomarem ciência de que determinado infrator foi condenado, tenderão a não realizar o mesmo tipo de conduta, pois a transgressão implicará a sanção. Esta é a chamada prevenção geral.

Em termos específicos, a aplicação efetiva da pena ao criminoso no caso concreto, em tese, evita que ele cometa novos delitos enquanto cumpre sua pena (privativa de liberdade, por exemplo), protegendo-se, destarte, a coletividade (prevenção especial).

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Medium 9788527731836

13 - Lesões Orovalvulares

Elizabete Viana de Freitas, Kalil Lays Mohallem, Roberto Gamarski, Silvia Regina Mendes Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

13

Lesões Orovalvulares

Roberto Gamarski | Elizabete Viana de Freitas |

Kalil Lays Mohallem

Introdução

As doenças valvares em idosos tendem a evoluir para insuficiência cardíaca, sendo superadas apenas por doença arterial coronariana e hipertensão arterial sistêmica como etiologia de insuficiência cardíaca na terceira idade.

As calcificações degenerativas nessa população desenvolvem-se em várias estruturas cardíacas, principalmente no esqueleto fibroso cardíaco e na porção fibrosa das cúspides valvares. Processos degenerativos extensos podem originar disfunções hemodinâmicas significativas, comprometendo o quadro clínico. A lesão mais comumente encontrada em idosos é a valvopatia aórtica calcificada ou degenerativa. Outra lesão degenerativa frequente é a calcificação do anel mitral. Processos degenerativos mixomatosos, valvopatia decorrente de isquemia e secundária à dilatação da aorta também são constantes. Os sintomas e o exame físico nos valvopatas podem ser modificados pelo envelhecimento, pela menor demanda física, que mascara ou simula sintomas, e por comorbidades.

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Medium 9788597015317

Capítulo 3 - Utilizando oferta e demanda para analisar mercados

GOOLSBEE, Austan; LEVITT, Steven; SYVERSON, Chad Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Utilizando oferta e demanda para analisar mercados

3.1 Excedente do consumidor e excedente do produtor: quem se beneficia em um mercado?

3.2 Regulações de preços

3.3 Regulações de quantidades

3.4 Impostos

3.5 Subsídios

3.6 Conclusão

Governos geralmente decretam políticas que afetam o modo como os mercados operam. O propósito dessas políticas pode ser atender a um distrito eleitoral específico, fazer crescer receitas necessárias oriundas de impostos ou (conforme veremos no Capítulo 17) corrigir alguma falha do mercado. Por exemplo, todas as vezes que o preço do gás sobe acima do nível de tolerância do público, alguns políticos demandam um teto para esse preço (ou, pelo menos, algum tipo de investigação). A julgar pelas pesquisas de opinião que são habitualmente realizadas nessas ocasiões, essa política parece uma boa ideia para muitas pessoas. Será que elas estão certas? Se as mudanças nas condições de mercado são resultado de intervenções do governo no mercado ou de mudanças em qualquer dentre os inúmeros fatores que afetam a oferta, a demanda ou ambas conjuntamente, podemos então utilizar a análise da oferta e da demanda para deduzir não somente o que ocorre com o preço e a quantidade, mas também quem se beneficia, ou perde, e em que montante.

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Medium 9788536507750

1.3 Tipos de software

Marcos Aurelio Pchek Laureano, Rosa Lantmann Cordelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Wikimedia Commons/Ivanilton Polato

Figura 1.2 - Mecanismo de seleção da licença de software livre para um novo projeto.

1.3 Tipos de software

Várias terminologias são utilizadas pelo mercado para categorizar os softwares:

»»

Freeware: software gratuito que não requer pagamento de licenças de uso nem royalties.

Embora o termo “free” signifique livre ou grátis, não quer dizer que o código-fonte esteja disponível, ou seja, software livre. Pode acompanhar licenças restritivas, limitando o uso comercial, a redistribuição e a modificação, entre outras restrições. Um software pode ser considerado freeware se suas funcionalidades completas estiverem disponíveis para uso por tempo ilimitado e sem custo monetário.

»»

Shareware: software disponibilizado de forma gratuita, mas apresenta limitações quanto ao tempo de uso e às funcionalidades. Normalmente, é distribuído para que os usuários possam conhecer o software antes de comprar a licença completa.

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Medium 9788520462607

15 Transplante de células-tronco hematopoiéticas

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Thais Manfrinato Miola

Natália Leonetti Lazzari

O transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) é um tratamento complexo, sendo realizado um regime de altas doses de quimioterapia (QT) – fase de condicionamento, havendo ou não a necessidade de radioterapia corporal total, seguida de infusão de células-tronco hematopoiéticas (CTH)¹. Para a realização do TCTH é necessário um acesso venoso central, utilizado para a coleta de sangue para exames e administração de medicamentos, além da própria infusão das CTH.

O procedimento é realizado com o objetivo de normalizar a hematopoese, podendo ser realizado com três fontes de coleta:2

O TCTH é classificado de acordo com o doador, sendo2:

O período anterior à infusão das células é contado como negativo (D–) até o momento da infusão, que é denominado (D0). Após o transplante, os dias passam a ser contados como positivos (D+). A deficiência imune importante pode perdurar de 3 a 12 meses após o transplante, enquanto a reconstituição medular pode durar anos, sendo influenciada pelo tipo de terapia imunossupressora aplicada no pré-transplante e pelo tipo de transplante realizado.5,7 O TCTH pode ser dividido em 4 etapas: condicionamento, infusão de células-tronco hematopoiéticas, recuperação hematopoiética e imunorreconstituição.8

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