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Medium 9788527713382

Capítulo 4 - Diarréia Crônica

Norma Arteiro Filgueira, José Iran Costa Júnior, Virgilio Gonçalves de Lucena, Clezio Cordeiro de Sá Leitão, Daniel Kitner, Jorge Cabral Monteiro de Azevedo de Souza Mendes, Heloísa Ramos Lacerda de Melo, Carlos Alexandre Antunes de Brito Grupo Gen PDF Criptografado

33

DIARRÉIA CRÔNICA

CAPÍTULO

4

Diarréia Crônica

Norma Arteiro Filgueira e Antonio Carlos Bacelar Nunes Filho

INTRODUÇÃO

Apesar de ser um dos mais freqüentes sintomas da prática clínica (3–5% da população), a diarréia ainda está longe de possuir uma definição de consenso. Teoricamente se considera diarréia quando ocorre aumento anormal na freqüência das evacuações (acima de três evacuações ao dia) ou na fluidez das fezes. Entretanto, os próprios pacientes geralmente não referem diarréia quando ocorre aumento apenas na freqüência, preferindo valorizar as perdas fecais liquefeitas. Alguns autores preferem utilizar o peso fecal maior que 200 g nas 24 h como definição de diarréia crônica, principalmente como padronização em ensaios clínicos.

Como o trânsito rápido aumenta o percentual de água nas fezes, a consistência das fezes correlaciona-se bem com o trânsito intestinal. A viscosidade das fezes é crítica, já que fezes aquosas são difíceis de reter e o contato do ânus com fezes líquidas causa extrema urgência. Portanto, a maioria dos autores prefere conceituar diarréia como aumento da fluidez, e não da freqüência de evacuações.

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Medium 9788547228880

Lei n. 6.696, de 8 de outubro de 1979

ROCHA, Marcelo Hugo da Editora Saraiva PDF Criptografado

Legislação Complementar

§ 1º Nos Estados em que houver Tribunal de Alçada, os Tribunais de Justiça observarão, quanto à competência, o disposto no art. 108, incisos III e IV.

(Redação dada pela Lei Complementar n. 37, de 13-11-1979)

§ 2º Os Tribunais de Justiça e os de Alçada conservarão, residualmente, sua competência, para o processo e julgamento dos feitos e recursos que houverem sido entregues, nas respectivas Secretarias, até a data da entrada em vigor da lei estadual de adaptação prevista no art. 202 da Constituição, ainda que não tenham sido registrados ou autuados. (Redação dada pela Lei

Complementar n. 37, de 13-11-1979)

Art. 140. Vencido o prazo do artigo anterior, ficarão extintos os cargos de

Juiz substituto de segunda instância, qualquer que seja a sua denominação, e seus ocupantes, em disponibilidade, com vencimentos integrais até serem aproveitados.

§ 1º O aproveitamento far-se-á por promoção ao Tribunal de Justiça ou ao

Tribunal de Alçada, conforme o caso, respeitado o quinto constitucional, alternadamente, pelos critérios de antiguidade e merecimento, e, enquanto não for possível, nas Varas da Comarca da Capital, de entrância igual à dos ocupantes dos cargos extintos.

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Medium 9788547213138

V - CONTROLE DECONSTITUCIONALIDADE

Paulo Hamilton Siqueira Júnior Editora Saraiva PDF Criptografado

V

CONTROLE DE

CONSTITUCIONALIDADE

Direito Processual Constitucional - 023-592_7_ED_CE.indd 93

8/11/2016 22:31:40

Direito Processual Constitucional - 023-592_7_ED_CE.indd 94

8/11/2016 22:31:40

1. Controle de constitucionalidade

O controle de constitucionalidade, como instituto de direito processual constitucional, é um instrumento necessário no Estado de

Direito, na medida em que é o meio adequado para garantir os preceitos estabelecidos na Carta Magna de 1988. A existência de um documento escrito que traz em seu bojo a organização política de um

Estado Democrático não é suficiente para a existência desse Estado.

Faz-se necessária a previsão de institutos asseguradores, ante a ofensa da Constituição pelos detentores do Poder Político.

“A vontade constitucional, isto é, a vontade da Nação, expressa pelo Poder Constituinte na Constituição rígida apresenta-se, assim, como uma vontade normativa permanente, a vincular o próprio legislador ordinário, a impor limites à própria lei e demais atos normativos inferiores, não se esgotando com o ato constituinte, mas pairando sempre, soberana, sobre toda a vida estatal, sobre o funcionamento e as atividades de todo o mecanismo do Estado. O controle de constitucionalidade das leis acha-se, assim, como bem observa Hauriou, na própria lógica da soberania nacional, cuja expressão máxima é a Constituição rígida. Sob o domínio desta todos os poderes são controláveis, pois não passam de mero exercício da soberania, e só esta, a vontade suprema da Nação, é insusceptível de controle”1.­

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Medium 9788553602957

1. PARA COMEÇAR

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Capítulo 13

Cumprimento de Sentença

1.

PARA COMEÇAR

O Título II do Livro I da Parte Especial do CPC de 2015 é todo dedicado a disciplinar o “cumprimento da sentença” e é dividido em seis capítulos: disposições gerais, cumprimento provisório da sentença que reconheça a exigibilidade de obrigação de pagar quantia certa, cumprimento definitivo da sentença que reconheça a exigibilidade de obrigação de pagar quantia certa, cumprimento da sentença que reconheça a exigibilidade de obrigação de prestar alimentos, cumprimento da sentença que reconheça a exigibilidade de pagar quantia certa pela Fazenda Pública e, por fim, cumprimento da sentença que reconheça a exigibilidade de obrigação de fazer, de não fazer ou de entregar coisa.

A disciplina poderia ter sido reunida pelo CPC de 2015 de forma mais homogênea porque, em rigor, o cumprimento provisório é temática genérica (o próprio § 5o do art. 520 quem o reconhece expressamente) e que, por isto, merecia estar alocada entre as disposições gerais. Por sua vez, o cumprimento relativo aos alimentos e em relação à Fazenda

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Medium 9788580554984

Apêndice C – Propriedades de perfis de aço laminado

Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr., John T. Dewolf, David F. Mazurek Grupo A PDF Criptografado

810 

tf

Apêndice C.  Propriedades de perfis de aço laminado

(Unidades SI)

Perfis W

(Perfis de mesas largas)

d

Y

X

X tw

Y bf

Mesa

Eixos X-X

Espessura da alma tw, mm

Ix 106 mm4

Wx 103 mm3

Eixos Y-Y of Materials

BEER • JOHNSTON: Mechanics

Appendix C-W Shapes

100% of size

FineLine Illustrations W(516)

103 501-0400

Área

A, mm2

Altura d, mm

Largura bf, mm

Espessura tf, mm

W920 3 449

57300

947

424

42,7

24,0

8780

18500

391

201

25600

904

305

20,1

15,2

3250

7190

356

Designação†

rx mm

W840 3 299

38200

856

399

29,2

18,2

4830

11200

356

176

22400

836

292

18,8

14,0

2460

5880

330

Iy 106 mm4

541

93,7

312

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Medium 9788521617105

CAPÍTULO 11 - Gravitação

Tipler, Paul Allen Grupo Gen PDF Criptografado

11

C A P Í T U L O

Gravitação

11-1

11-2

11-3

11-4

* 11-5

Leis de Kepler

Lei de Newton da Gravitação

Energia Potencial Gravitacional

O Campo Gravitacional

Determinação do Campo Gravitacional de uma Casca Esférica por Integração

O

papel que a gravidade desempenha no movimento dos corpos celestes e em suas interações, na expansão e contração de galáxias e no desenvolvimento de buracos negros é bem compreendido. A força gravitacional exercida pela Terra sobre nós e sobre os objetos em nosso entorno é uma parte fundamental de nossa experiência. É a gravidade que nos liga à

Terra e mantém a Terra e os outros planetas dentro do sistema solar. No entanto, as variações da gravidade são normalmente muito pequenas para serem percebidas na superfície da Terra. Mas estas minúsculas variações não podem ser completamente desprezadas. Os geofísicos têm encontrado maneiras de utilizar estas pequenas variações da gravidade para determinar a localização de petróleo e de depósitos minerais.

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Medium 9788541204590

14 | Classe II Assimétrica com Mordida Aberta Posterior

FERREIRA, Fernando Pedrin Carvalho; PEDRIN, Renata Rodrigues de Almeida; SANTANA FILHO, Roberto Flávio Grupo Gen PDF Criptografado

14

Classe II Assimétrica com

Mordida Aberta Posterior

Caso clínico, 324

A

Classe II assimétrica é caracterizada pela presença da relação molar normal de um dos lados e do outro lado o molar superior apresenta-se em relação de Classe II com o molar inferior. No entanto, esta má-oclusão pode vir acompanhada de desvio da linha média, que, geralmente, acontece em decorrência da alteração do arco inferior. Isso significa que o tratamento ortodôntico deve ser focado no arco inferior.

As mecânicas com elásticos de Classe II, além do grande fator dependência de colaboração do paciente, provoca efeitos adversos como extrusão, inclinação do plano oclusal e, principalmente, efeitos indesejados no arco superior, que não foi afetado pela má-oclusão.

Além de evitar forças recíprocas aos dentes no mesmo arco, a condição de intervir exclusivamente no arco inferior sem promover efeitos adversos no arco superior só é conseguida com o uso de mini-implantes.

O tratamento a seguir refere-se a um retratamento ortodôntico, no qual os objetivos oclusais não foram alcançados inicialmente, e o paciente relatou que, por ter usado muitos elásticos no tratamento

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Medium 9788547212551

4.1 Perspectiva histórica

Roberto Dumas Damas Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Crise do Japão

4.1 Perspectiva histórica

4.1.1 Barbarians at the gate

O início deste capítulo é semelhante ao da China, que será apresentado no Capítulo 6. A escolha não foi por acaso. Assim como a China, outras potências procuraram estender seus domínios e obrigar o Japão a abrir suas fronteiras para o comércio marítimo. Rompendo anos de isolacionismo do período de xogunato de Tokugawa

(1603-1867), caracterizado por uma ditadura militar feudal socialmente hierarquizada, as nações mais desenvolvidas ampliavam sua presença militar em alguns países asiáticos. Na primeira metade do século XIX, americanos, britânicos e russos enviaram expedições ao Japão tentando persuadi-lo a abrir seus portos, mas o governo de

Edo (atualmente Tóquio) manteve-se firme. Em 1853, o comandante Mathew Perry, com sua frota de navios, aportou na baía de Tóquio. Após entregar às autoridades uma carta do então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce, demandando a abertura dos portos, retirou-se para a região de Okinawa, onde ficaria até o próximo ano no aguardo do posicionamento do governo de Edo.

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Medium 9788521628323

Capítulo 9 - Equações Diferenciais Não Lineares e Estabilidade

BOYCE, William E.; DiPRIMA, Richard C. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Equações Diferenciais

Não Lineares e

Estabilidade

Existem muitas equações diferenciais, especialmente não lineares, que não são suscetíveis à solução analítica de algum modo razoavelmente conveniente. Métodos numéricos, como os discutidos no capítulo precedente, fornecem um modo de tratar essas equações. Outra abordagem, apresentada neste capítulo, tem caráter geométrico e nos leva a uma compreensão qualitativa do comportamento das soluções, em vez de informação quantitativa detalhada.

9.1 O Plano de Fase: Sistemas Lineares

Como muitas equações diferenciais não podem ser resolvidas de maneira conveniente por métodos analíticos, é importante considerar que informações qualitativas1 podem ser obtidas sobre suas soluções sem resolver, de fato, as equações. As questões que vamos considerar neste capítulo estão relacionadas com a ideia de estabilidade de uma solução, e os métodos que empregaremos são, basicamente, geométricos. Tanto o conceito de estabilidade quanto a utilização de análise geo-

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Medium 9788597015270

2 - Administração financeira – considerações gerais

SILVA, Edson Cordeiro da Grupo Gen PDF Criptografado

2

Administração financeira – considerações gerais

2.1 CONCEITO

A administração financeira compreende gerenciar os recursos financeiros para obter lucros, e dessa forma maximiza a riqueza dos acionistas. Ela pode ser exercida nas mais variadas organizações, tais como: indústrias, comércio ou serviços e empresas estatais ou privadas, voltadas ou não para fins lucrativos.

Existem vários enfoques da administração financeira, com destaque os de risco-retorno, liquidez, solvência, endividamento, fusões e aquisições, mercados financeiro e de capitais, mercados futuros e de opções, eficiência-eficácia operacional, alavancagem, estrutura de capital, valor justo, testes de impairment, marcação a mercado, entre outros.

Administração financeira é a ciência de administrar recursos financeiros aplicados em um negócio, observando seus riscos potenciais e buscando o melhor retorno possível para um capital investido. Tem a responsabilidade de obter e utilizar eficientemente os recursos necessários para o bom funcionamento do negócio.

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Medium 9788527728256

24 Microrganismos Espirais e Curvos IV | Helicobacter

McVEY, Scott; KENNEDY, Melissa; CHENGAPPA, M.M. Grupo Gen PDF Criptografado

24

Microrganismos

Espirais e Curvos IV |

Helicobacter*

Megan E. Jacob

Mi­cror­ga­nis­mos em formato de espiral são verificados por todo o trato gastrintestinal dos animais há mais de um

­século. Após o isolamento de Helicobacter pylori do tecido gástrico de pacientes humanos nos anos 1980, as bactérias do gênero Helicobacter foram identificadas em animais, inclusive em furões, aves, primatas não humanos, cães, gatos e suí­nos (Quadro 24.1). Esses mi­cror­ga­nis­mos têm produzido muito interesse em decorrência de sua participação como causa de doen­ça gástrica. Em pessoas, H. pylori pode provocar gastrite persistente e úlcera peptídica; também, relaciona-se com o desenvolvimento de adenocarcinoma gástrico e linfoma em mucosa gástrica. Outras espécies de

Helicobacter identificadas em todo o trato gastrintestinal, inclusive boca e/ou fígado, da maioria dos animais estão associadas à ocorrência de sinais clínicos que variam de câncer a gastrite, em portadores assintomáticos.

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Medium 9788597009019

Parte III – 13 - Layout

CURY, Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

Layout

13

13.1 Conceituação

O layout corresponde ao arranjo dos diversos postos de trabalho nos espaços existentes na organização, envolvendo, além da preocupação de melhor adaptar as pessoas ao ambiente de trabalho, segundo a natureza da atividade desempenhada, a arrumação dos móveis, máquinas, equipamentos e matérias-primas.

Portanto, devem ser objetivos de um projeto de layout: otimizar as condições de trabalho do pessoal nas diversas unidades organizacionais;

�� racionalizar os fluxos de fabricação ou de tramitação de processos;

�� racionalizar a disposição física dos postos de trabalho, aproveitando todo o espaço

útil disponível;

�� minimizar a movimentação de pessoas, produtos, materiais e documentos dentro da ambiência organizacional.

��

Assim, são pontos de interesse, no desenvolvimento de um estudo de layout, no caso de unidades industriais, seus produtos e o regime de produção, e, no de organizações burocráticas, a natureza do trabalho, seu volume e o fluxo de papéis.

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Medium 9788553603480

12.1. INTRODUÇÃO

PDF Criptografado

12

PROCEDIMENTOS

JJ 12.1. INTRODUÇÃO

À sequência de atos que devem ser praticados em juízo durante o tramitar da ação dá­‑se o nome de procedimento. Em face do princípio constitucional do devido processo legal, esses ritos processuais devem ser previstos em lei, de modo que as partes, previamente, saibam a forma como os atos se sucederão, sem que sejam sur‑ preendidas. Considerando, outrossim, que se trata de matéria de ordem pública, as partes não podem se compor e, de comum acordo, adotar procedimento que enten‑ dam mais eficiente ou célere, sob pena de nulidade da ação penal. Tampouco o juiz pode abreviar o procedimento ou alterá­‑lo, pois estará trazendo vício à ação penal.

Saliente-se que o art. 394-A do Código de Processo Penal, com a redação que lhe foi dada pela Lei n. 13.285/2016, estabelece que os processos que apuram a prática de crime hediondo terão prioridade de tramitação em todas as instâncias.

JJ 12.1.1. 

Procedimentos comuns e especiais

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Medium 9788521619086

14 - Biocombustíveis: Há Alguma Coisa Lá?

B Richter Grupo Gen PDF Criptografado

14

Biocombustíveis: Há Alguma Coisa Lá?

14.1 INTRODUÇÃO

Nosso primeiro contato com a ideia dos biocombustíveis ocorreu quando nos encontramos com o químico laureado com o Prêmio Nobel Melvin Calvin no final dos anos 1970 (seu prêmio foi concedido em 1961 pela descoberta do funcionamento da fotossíntese). Era a época do embargo do petróleo pelos árabes, e ele tinha um sonho de produzir o que chamava de óleo cultivável. Ele havia descoberto uma planta na Amazônia que produzia um óleo que poderia substituir diretamente o diesel combustível e estava trabalhando no aprimoramento da produção de uma planta diferente que poderia crescer na zona temperada e em solo pobre. Desejava, através da engenharia genética, aumentar bastante a produção natural de uma substância semelhante ao petróleo. Ele não achava uma boa ideia utilizar cultivos de alimentos para sistemas de energia devido ao crescimento da população. Precisaríamos de todo alimento que pudéssemos obter. Mel aposentou-se em 1980 (continuando a trabalhar, como a maioria de nós) e morreu antes de alcançar o sucesso.

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Medium 9788577805662

14. COMUNICAÇÕES DE MARKETING PESSOAL: BOCA A BOCA, VENDAS E MARKETING DIRETO

Philip Kotler Grupo A PDF Criptografado

450

Parte III: Aplicação do Mix de Marketing

EXEMPLO INICIAL

A GSK desenvolve uma campanha para vender ao público o “valor dos medicamentos” e o papel positivo da indústria farmacêutica

Em 1997, a indústria farmacêutica parecia ser bastante apreciada. A pesquisa anual da Harris Interactive sobre a reputação dos setores colocou a indústria farmacêutica no primeiro escalão nos Estados Unidos: 79% pensavam que as indústrias farmacêuticas estavam “fazendo um bom trabalho ao servir os clientes”.

Depois os números começaram a mudar. Sete anos depois, em 2004, apenas

44% pensavam que as indústrias farmacêuticas faziam um bom trabalho. A indústria farmacêutica encontrava-se então no escalão mais baixo dentre o total de

25, juntamente com indústrias de fumo, petróleo e atendimento administrado. O que aconteceu?

Houve uma explosão no desenvolvimento de produtos inovadores nos anos

1990 – em vez da média anterior de 15 novos medicamentos de sucesso de vendas por ano, em média 30 novos remédios passaram a ser lançados anualmente.

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