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Medium 9788582713228

Capítulo 11 - Antipsicóticos

Karen Whalen; Richard Finkel; Thomas A. Panavelil Grupo A PDF Criptografado

11

Antipsicóticos

Jose A. Rey

I. RESUMO

Os fármacos antipsicóticos (também denominados fármacos neurolépticos ou tranquilizantes maiores) são usados principalmente para tratar esquizofrenia, mas também são eficazes em outros estados psicóticos e estados de mania. O uso de medicação antipsicótica envolve o difícil limite entre o benefício de aliviar os sintomas psicóticos e o risco de uma ampla variedade de efeitos adversos perturbadores. Os antipsicóticos (Fig. 11.1) não são curativos e não eliminam o transtorno crônico do pensamento, mas com frequência diminuem a intensidade das alucinações e ilusões, permitindo que a pessoa com esquizofrenia conviva em um ambiente de apoio.

II. ESQUIZOFRENIA

A esquizofrenia é um tipo de psicose crônica caracterizada por ilusões, alucinações (com frequência, na forma de vozes) e transtornos de fala ou pensamento. Em geral, a doença tem início no final da adolescência ou início da vida adulta. Ela ocorre em cerca de 1% da população e é um transtorno crônico e incapacitante. A esquizofrenia tem forte componente genético e provavelmente reflete alguma anormalidade bioquímica fundamental, possivelmente uma disfunção das vias neuronais dopaminérgicas mesolímbicas ou mesocorticais.

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Medium 9788527731546

59 - Práticas Pós-Modernas | Que Lugar Ocupa o Diagnóstico?

PAYÁ, Roberta Grupo Gen PDF Criptografado

59

Práticas Pós-Modernas | Que

Lugar Ocupa o Diagnóstico?

Marilene A. Grandesso

A coisa mais importante sobre as pessoas não é o que elas têm dentro delas, mas o que transpira entre elas.

Edward E. Sampson1

Introdução

Ao escolher essa frase de Sampson para abrir este capítulo, estou dando destaque ao pressuposto que irá norteá-lo: a crença de que os problemas que as pessoas vivem não são inerentes a elas, nem restritos aos diagnósticos que lhes são atribuí­dos, mas construí­dos e desenvolvidos nos contextos da vida e das relações. Para refletir sobre o lugar do diagnóstico no contexto das práticas pós-modernas, optei por tomar a terapia familiar como lugar de referência. Isso porque, historicamente, a terapia familiar despontou entrelaçada aos desafios envolvidos nos tratamentos dos chamados “pacientes portadores de doen­ças mentais resistentes aos tratamentos da

época”, levando à desesperança famílias e sistemas de saú­de vigentes.

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Medium 9788530976941

Capítulo 4 – O Musterverfahren (processo-modelo) da Jurisdição Administrativa e da Previdência e Assistência Social

MENDES, Aluisio Gonçalves de Castro Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

O MUSTERVERFAHREN (PROCESSO-MODELO)

DA JURISDIÇÃO ADMINISTRATIVA E DA

PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL

4.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS. O REGRAMENTO SUCINTO

E UNIFICADO PARA O MUSTERVERFAREN NO DIREITO

PÚBLICO

Os Estatutos da Jurisdição Administrativa (Verwaltungsprozessordnung), no § 93a1, e da Previdência e Assistência Social (Sozialgerichtsgesetz),

1

Verwaltungsgerichtsordnung (VwGO), § 93a:

(1) Ist die Rechtmäßigkeit einer behördlichen Maßnahme Gegenstand von mehr als zwanzig Verfahren, kann das Gericht eines oder mehrere geeignete Verfahren vorab durchführen (Musterverfahren) und die übrigen Verfahren aussetzen. Die Beteiligten sind vorher zu hören. Der Beschluß ist unanfechtbar.

(2) Ist über die durchgeführten Verfahren rechtskräftig entschieden worden, kann das Gericht nach Anhörung der Beteiligten über die ausgesetzten Verfahren durch

Beschluß entscheiden, wenn es einstimmig der Auffassung ist, daß die Sachen gegenüber rechtskräftig entschiedenen Musterverfahren keine wesentlichen Besonderheiten tatsächlicher oder rechtlicher Art aufweisen und der Sachverhalt geklärt ist. Das Gericht kann in einem Musterverfahren erhobene Beweise einführen; es kann nach seinem Ermessen die wiederholte Vernehmung eines Zeugen oder eine neue Begutachtung durch denselben oder andere Sachverständige anordnen.

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Medium 9788547223519

9.1. NOÇÕES PRELIMINARES

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

9

SOCIEDADE ANÔNIMA — S/A

JJ 9.1. 

NOÇÕES PRELIMINARES

Ao lado da sociedade limitada, tem-se a sociedade anônima ou companhia.

Aquela é formada a partir de um contrato social, no qual há uma parceria entre os sócios, lastreada pela affectio societatis. As sociedades anônimas, de seu turno, relegam a segundo plano os interesses dos sócios (acionistas) para priorizar o objetivo traçado no estatuto social, é dizer, privilegiando a instituição, a companhia. Eis porque é denominada sociedade institucional ou estatutária, ao passo que a sociedade limitada é também conhecida por sociedade contratual.

As companhias ou sociedades anônimas são pessoas jurídicas de direito privado, de caráter empresário, ex vi legis, regidas por um estatuto social, identificadas por uma denominação e criadas com o objetivo de obter lucro. Têm o seu capital social dividido em frações alienáveis e são compostas por sócios (ou acionistas) com responsabilidade limitada ao preço de emissão das ações de que são proprietários.

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Medium 9788547228491

2. Crítica às teorias sobre a isenção

CARVALHO, Paulo de Barros Editora Saraiva PDF Criptografado

Art. 175. Excluem o crédito tributário:

I — a isenção;

II — a anistia.

Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias, dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela consequente.

Duas únicas modalidades excludentes foram indicadas — a isenção e a anistia — alertando-se, no parágrafo único, que a circunstância de o crédito ter sido excluído da obrigação tributária não quer significar que os deveres instrumentais a ela relacionados deixem de ser cumpridos. Exemplificando, não é porque as redes de dormir são isentas do IPI (obrigação tributária), que o industrial está dispensado de extrair a nota fiscal de saída (dever instrumental).

2.

Crítica às teorias sobre a isenção

O instituto da isenção tem sido objeto de muitas construções científicas que se propuseram relatar a figura em todos os seus aspectos. A dogmática continental europeia desenvolveu várias propostas descritivas do fenômeno, procurando explicá-lo nas suas origens, na sua feição estática, na sua atuação dinâmica e na importância dos efeitos que produz na ordem jurídica e nas situações concretas do relacionamento social. No

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Medium 9788553604791

2. O RACISMO ALEMÃO

MALUF, Sahid Editora Saraiva PDF Criptografado

178

TEORIA GERAL DO ESTADO

te, caminhando o Estado a passos largos para a plena integração da ditadura hitleriana.

Com o falecimento do Presidente Hindenburg deu-se a sucessão nos termos do art. 1º da lei de 1º de agosto de 1934, verbis: O cargo de presi­ dente do Reich fica unido ao de Chanceler do Reich. Os poderes do Pre­ sidente do Reich, consequentemente, passam ao Führer e Chanceler do

Reich, Adolph Hitler. Ele designará o seu substituto.

Investido de poderes ditatoriais, Hitler extinguiu os demais partidos políticos, dissolveu todos os grupos nacionais considerados perigosos, subordinando-os à disciplina férrea do Partido Nacional Socialista e lançou as bases estruturais do Terceiro Reich, que iria reconstruir a Grande Alemanha sobre os escombros da primeira grande guerra mundial.

Adolph Hitler, antigo oficial subalterno, de nacionalidade austríaca, iniciara a luta pela posse do governo fundando um partido militarizado à maneira fascista com a sua milícia de Camisas Pardas. Possuindo extraordinário poder de domínio sobre as massas, adquiriu imenso prestígio e tornou-se um semideus, aureolado pela pretensão de um destino místico, qual fosse o de realizar o pangermanismo pregado pelas teorias caducas de

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Medium 9788580555257

Capítulo 12. Teratologia, Teratógenos e Agentes Fetotóxicos

F. Gary Cunningham; Kenneth J. Leveno; Steven L. Bloom; Catherine Y. Spong; Jodi S. Dashe; Barbara L. Hoffman; Brian M. Casey; Jeanne S. Sheffield Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Teratologia, Teratógenos e

Agentes Fetotóxicos

TERATOLOGIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240

CRITÉRIOS PARA DETERMINAR A TERATOGENICIDADE. . . . 242

ACONSELHAMENTO DEPOIS DA EXPOSIÇÃO A

UM TERATÓGENO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243

SUSCETIBILIDADE GENÉTICA E FISIOLÓGICA

AOS TERATÓGENOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244

TERATÓGENOS CONHECIDOS E SUSPEITOS . . . . . . . . . . . . . 245

As anomalias congênitas são comuns – 2 a 3% de todos os recém-nascidos têm alguma malformação congênita significativa detectável ao nascer (Cragan, 2009; Dolk, 2010). Em torno da idade de cinco anos, outros 3% são diagnosticados com malformação, e mais 8 a 10% têm uma ou mais anormalidades funcionais ou de desenvolvimento em torno dos 18 anos. É importante ressaltar que cerca de 70% das anomalias congênitas não têm causa evidente e, entre as que têm causa identificada, a malformação tem probabilidade muito maior de ter etiologia genética do que teratogênica (Schardein, 2000; Wlodarczyk, 2011).

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Medium 9788580550948

As Fronteiras da Física Moderna

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

As Fronteiras da Física Moderna

Este livro tentará dar a você uma ideia de alguns dos progressos impressionantes feitos pela física recentemente.

Os exemplos das áreas de pesquisa avançada estarão acessíveis com o conhecimento disponível em nível introdutório. Em muitas universidades de ponta, jovens secundaristas já estão envolvidos em pesquisas inovadoras em física. Com frequência, essa participação requer nada além das ferramentas apresentadas neste livro, alguns dias ou semanas de leituras adicionais, e a curiosidade e o desejo de aprender fatos e habilidades novas.

As próximas páginas introduzirão algumas das incríveis fronteiras da pesquisa contemporânea e descreverão alguns resultados obtidos durante os últimos anos. Essa introdução é feita em nível qualitativo, evitando toda a matemática e outros detalhes técnicos.

A física quântica

No ano de 2005 foi comemorado o 100º aniversário dos notáveis artigos de Albert Einstein sobre o movimento browniano (que provou a realidade da existência dos átomos), a teoria da relatividade e o efeito fotoelétrico. Este último artigo introduziu uma das ideias que constituem a base da mecânica quântica, a física da matéria em escalas atômicas e moleculares. A mecânica quântica é um produto do século XX que levou, por exemplo, à invenção do laser, agora rotineiramente empregado em CDs, DVDs e aparelhos de Blu-ray, em leitoras de códigos de barra e mesmo em cirurgias de olhos, entre muitas outras aplicações. A mecânica quântica também forneceu uma compreensão mais fundamental da química; físicos estão usando pulsos curtos de laser com durações menores que 10-13 s para compreender como se desenvolvem as ligações químicas. A revolução quântica inclui também descobertas exóticas como a da antimatéria, e não existe um fim à vista deste processo. Na última década, grupos de átomos denominados condensados de Bose-Einstein foram formados em armadilhas eletromagnéticas, e esse trabalho abriu as portas para um mundo inteiramente novo da física atômica e quântica.

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Medium 9788580555882

Capítulo 27 - Água, eletrólitos e equilíbrio ácido-base

Cinnamon VanPutte; Jennifer Regan; Andrew Russo Grupo A PDF Criptografado

27

❯ Aprenda a prognosticar

Samuel e Quiara, dois universitários em busca de aventura, embrenharam-se em trilhas no deserto, e a caminhada quase se tornou sua última aventura. A bússola que estavam utilizando parou de funcionar, e os jovens se perderam no deserto no período mais quente do verão. Uma semana depois, a dupla foi encontrada, quase sem vida, em um desfiladeiro. Os socorristas estimaram que os jovens tinham ficado 24 horas sem água. Após ler este capítulo e se lembrar de seus conhecimentos sobre os rins do

Capítulo 26, explique a situação de desidratação desses estudantes, os mecanismos homeostáticos que devem ter tentado compensar a condição que enfrentavam e a causa fisiológica específica que provocou seu adoecimento.

Fotografia: Não encontramos facilmente água no deserto.

Quem faz trilhas nestes locais precisa estar preparado para enfrentar condições quentes e secas e deve carregar consigo boa quantidade de água potável.

Água, eletrólitos e equilíbrio ácido-base

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Medium 9788547223861

19.13. Questões

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

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Concurso de Pessoas

485

mas, antes de iniciar a prática do homicídio, for atropelado ou preso por outros cri‑ mes pelos quais era procurado.

Interessante notar que, no crime de associação criminosa (art. 288 do CP, com a redação dada pela Lei n. 12.850/2013), o mero ajuste entre os envolvidos visando a prá‑ tica futura de crimes foi erigido à condição de crime autônomo, estando caracterizado ainda que seus integrantes não cheguem a executar qualquer dos crimes pretendidos.

JJ 19.12. 

Delação premiada

A Lei n. 9.807/99 prevê que, nos crimes cometidos mediante concurso, o con‑ corrente que, voluntariamente, ajudar na identificação de todos os demais coautores e partícipes, caso seja primário, poderá obter o perdão judicial, desde que tenha também colaborado na localização da vítima com sua integridade preservada e na recuperação total ou parcial do produto do crime. Se o réu não for primário ou se o juiz entender que a concessão do perdão não é medida adequada à repressão e à pre‑ venção do crime, poderá optar por reduzir a pena do delator de 1/3 a 2/3.

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Medium 9788530976934

Introdução

TOLEDO, Cláudia Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução

Este livro vem publicar as palestras apresentadas em evento realizado pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de

Fora, intitulado II Congresso Internacional – O Pensamento de

Robert Alexy como Sistema: Argumentação Jurídica, Direitos

Fundamentais, Conceito e Validade do Direito1. A correspondência entre a obra alexyana e os temas abordados por este programa de pós-graduação é evidenciada nas linhas de pesquisa que o compõem – “Direito, Argumentação e Inovação” e

“Direitos Humanos e Inovação”, dentro da área de concentração

Direito e Inovação.

A finalidade desta publicação é proporcionar ao público brasileiro acesso à conferência de Robert Alexy, exposta no artigo inédito “Dever” Ideal e Otimização, bem como o contato com a produção dos mais destacados representantes do pensamento alexyano na Alemanha (Matthias Klatt, Jan Sieckmann, Martin

Borowski), no México (Alejandro Nava Tovar), na Argentina

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Medium 9788547220655

8.5. REPARAÇÃO IN NATURA

RODRIGUES, Marcelo Abelha Editora Saraiva PDF Criptografado

438 Direito Ambiental Esquematizado®

Marcelo Abelha Rodrigues

“DANO AMBIENTAL. CORTE DE ÁRVORES NATIVAS EM ÁREA DE

PROTEÇÃO AMBIENTAL. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. (...)

2. A Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n. 6.938/81) adotou a siste‑ mática da responsabilidade civil objetiva (art. 14, parágrafo 1º) e foi integralmen‑ te recepcionada pela ordem jurídica atual, de sorte que é irrelevante e impertinen‑ te a discussão da conduta do agente (culpa ou dolo) para atribuição do dever de indenizar.

3. A adoção pela lei da responsabilidade civil objetiva significou apreciável avan‑

ço no combate a devastação do meio ambiente, uma vez que, sob esse sistema, não se leva em conta, subjetivamente, a conduta do causador do dano, mas a ocorrên‑ cia do resultado prejudicial ao homem e ao ambiente. Assim sendo, para que se observe a obrigatoriedade da reparação do dano é suficiente, apenas, que se de‑ monstre o nexo causal entre a lesão infligida ao meio ambiente e a ação ou omis‑ são do responsável pelo dano. (...)” (STJ, 2ª Turma, REsp 1.165.281/MG, rel. Min.

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Medium 9788530978570

CAPÍTULO 20. Propriedade industrial

SANCHEZ, Alessandro Grupo Gen PDF Criptografado

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PROPRIEDADE INDUSTRIAL

Este é um estudo que parte da premissa da proteção e utilização pelo homem não somente dos recursos que o planeta oferece, mas também daqueles relacionados com o seu intelecto, bens que também possuem valor patrimonial. Os bens do intelecto, portanto, são patrimoniais, imateriais e móveis, pois existem no mundo da propriedade.

Inicialmente, é importante deixar claro que os bens da propriedade industrial são espécie de um grupo muito maior constante do gênero propriedade intelectual, que comporta também as espécies relacionadas aos direitos do autor e aos programas de computador.

Sendo o direito de propriedade industrial uma espécie do direito de propriedade intelectual, que também engloba, como dissemos, os direitos autorais e outros bens imateriais, o direito de propriedade intelectual é gênero do qual são espécies os direitos do inventor (direito de propriedade industrial), que têm relação com o direito empresarial, e os direitos do autor (direitos autorais). Tanto o direito de propriedade industrial quanto os direitos autorais asseguram bens imateriais que resultam da genialidade humana e não de força motriz, pois são agrupados no mesmo gênero: direito de propriedade intelectual. Contudo, o direito autoral protege a obra em si, enquanto que o direito de propriedade industrial tutela uma técnica instrumentalizada.1

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Medium 9788577805686

18 Citações para Refletir

Antônio Celso Mendes Webber Grupo A PDF Criptografado

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Afinal, Onde Estão os Líderes?

• Quando perguntaram à Confúcio por que K’ung Tzu foi chamado de sábio, eis o que o mestre respondeu: “Ele era rápido e ávido por aprender: não teve vergonha de buscar o conselho daqueles que lhe eram inferiores em posição. É por isso que é chamado de sábio”. E acrescentou:

“Ainda estou para conhecer o homem que, ao ver os próprios erros, seja capaz de se criticar internamente”.

• O real prazer que o poder proporciona é o prazer da liberdade, que nos remete a uma das mais primitivas necessidades do ser humano, a de dominar a circunstância. (Antony Jay)

• É importante ser amado e temido; porém, é melhor ser temido que amado. (Nicolau Maquiavel)

• Se quereis conhecer um homem, dai-lhe poder. (Pítaco de Mitilene)

• A liderança é uma forma de poder na medida em que influencia, com a aceitação dos liderados, o direcionamento da visão. (Zaleznik e De Vries)

• É preciso que o poder, como a energia, flua pelas organizações. Pessoas que se relacionam com base na coerção ou na desconsideração criam energia negativa, campos negativos, e isso se manifesta na qualidade que produzem. O amor e o respeito são a fonte mais importante de poder, pois geram energia positiva, campos de qualidade que se espalham pelos campos do mercado, criando sucesso! (Margareth J. Wheatley)

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Medium 9788597019582

8. Governança em Gestão de Pessoas

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Na última década, tem se intensificado no setor público o uso da Gestão de Pessoas por Competências como mecanismo para orientar o desenvolvimento dos servidores e, com isso, contribuir para os resultados e desenvolvimento institucional dessas organizações. Porém, como explorado ao longo deste livro, para obter sucesso, um Modelo de Gestão de Pessoas precisa responder a alguns requisitos básicos: alinhamento com a estratégia, ser consistente tecnicamente, financeiramente viável, juridicamente defensável e politicamente legítimo. Este último requisito, a legitimidade política, deve ser obtido tanto junto aos gestores quanto aos profissionais.

Nota-se que muitas organizações não atentam a esses requisitos e, como consequência, implantam soluções de forma protocolar e burocrática, não utilizando-as de maneira eficaz. Um Modelo de Gestão de Pessoas deve se constituir em uma ferramenta de gestão e, assim como outras ferramentas, detém potenciais benefícios se adequadamente praticado. A concretização desses benefícios só ocorrerá a partir do instante em que os atores da organização se mobilizarem para bem utilizarem esse ferramental. Assim, atribuímos parte do problema de ineficiência de novos Modelos de Gestão de Pessoas à falta de cuidado em seu processo de construção ou a equívocos ou omissões em sua implantação e manutenção.

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