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Medium 9788582714263

11. Treinamento

Michael B. First, Janet B. Williams, Rhonda S. Karg, Robert L. Spitzer Grupo A PDF Criptografado

TREINAMENTO  107

Critério D – Não representa luto normal. Visto que o luto normal pode se manifestar como uma reação sintomática clinicamente significativa a um estressor (i.e., perda de um ente querido), este critério é necessário para evitar que o luto normal seja patologizado.

Critério E – Os sintomas não persistem por mais de seis meses após o término do estressor ou das suas consequências. Parece haver um limite de seis meses para a duração dos sintomas após o estressor ou as suas consequências terem terminado para que a apresentação seja considerada consistente com um diagnóstico de Transtorno de

Adaptação. Contudo, a imprecisão do conceito de “consequências” do estressor significa, efetivamente, que não há limite de tempo para muitos (se não a maioria) dos estressores.

Subtipos de Transtorno de Adaptação. O diagnóstico de Transtorno de Adaptação é dado de acordo com o subtipo, que indica os sintomas predominantes que caracterizam a resposta ao estressor. Os códigos diagnósticos para Transtorno de Adaptação

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Medium 9788553131242

GABARITO

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4

Depreciação, amortização e exaustão acumuladas

135

9. A Cia. Alfenas possui uma máquina própria de sua atividade operacional, adquirida por

R$ 60.000,00, com vida útil estimada em 5 anos e depreciação baseada no método da soma dos dígitos dos anos e utilização de taxas crescentes. A mesma empresa possui também uma mina custeada em R$ 75.000,00, com capacidade estimada de 30.000 toneladas, exaurida com base no ritmo de exploração anual de 4.000 toneladas de minério. O usufruto dos dois itens citados teve início na mesma data. As contas jamais sofreram correção monetária. Analisando tais informações podemos concluir que, ao fim do terceiro ano, essa empresa terá no

Balanço Patrimonial, em relação aos bens referidos, o valor contábil de (em R$): a) 36.000,00; b) 40.000,00; c) 45.000,00; d) 75.000,00; e) 81.000,00.

10. Utilizando os dados da questão no 9, caso a máquina de propriedade da companhia tivesse um valor residual de R$ 6.000,00, a quota de depreciação, a ser lançada no quarto ano de sua vida útil, corresponderia a (em R$): a) 7.200,00; b) 10.800,00; c) 14.400,00; d) 18.000,00; e) 3.600,00.

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Medium 9788530964320

Anexo I – Código de Hamurabi (anotado)

ROCHA, José Manuel de Sacadura Grupo Gen PDF Criptografado

I – Código de Hamur abi

(A n o ta d o )

(Prólogo)

Quando o alto Anu, Rei de Anunaki e Bel, Senhor da Terra e dos Céus, determinador dos destinos do mundo, entregou o governo de toda a humanidade a Marduk... quando foi pronunciado o alto nome da Babilônia; quando ele a fez famosa no mundo e nela estabeleceu um duradouro reino cujos alicerces tinham a firmeza do céu e da terra – por esse tempo de Anu e Bel me chamaram, a mim, Hammurabi, o excelso príncipe, o adorador dos deuses, para implantar a justiça na terra, para destruir os maus e o mal, para prevenir a opressão do fraco pelo forte... para iluminar o mundo e propiciar o bem-estar do povo. Hammurabi, governador escolhido por Bel, sou eu, eu o que trouxe a abundância à terra; o que fez obra completa para Nippur e Durilu; o que deu vida à cidade de Uruk; o que supriu água com abundância a seus habitantes;... o que tornou bela a cidade de Borssipa;... o que enceleirou grãos para a poderosa Urash;... o que ajudou o povo em tempo de necessidade; o que estabeleceu a segurança na Babilônia; o governador do povo, o servo cujos feitos são agradáveis a Anunit.

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Medium 9788553603138

6. Tipo subjetivo: adequação típica

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chega a afirmar que “a impaciência do legislador fez com que este punisse a anterior incitação à prática de qualquer crime, procurando-se evitar que, em virtude da inci­ tação, alguém praticasse fato definido como delito, lesando outros bens jurídicos que incumbe ao ordenamento jurídico tutelar”.

5.3 Formas ou meios de execução: crime de forma livre

É absolutamente irrelevante o meio de publicidade utilizado na conduta de incitar, podendo ser, por exemplo, em reuniões comunitárias, imprensa escrita, televi­ sada, representação teatral, radiodifusão ou qualquer outra similar. No mesmo sentido professava Fragoso, para quem “o crime pode ser praticado por qualquer meio idôneo de transmissão de pensamento (palavra, escrito ou gesto). Não bastará, porém, uma palavra isolada ou uma frase destacada de um discurso ou de um es­ crito, que deve ser considerado no seu sentido global”. Por outro lado, não se pode confundir a incitação ao crime com pregações ideológicas ou anarquistas, por mais liberais, críticas ou avançadas que sejam. Nesse sentido, já afirmava Soler29, in verbis: “Se se requer esse grau de determinação, não somente quanto ao delito, mas ao fato mesmo e inclusive às pessoas e instituições, é óbvio que não constitui instigação a pregação ideológica, por avançada que seja. Pregar o anarquismo, a necessidade de abolir a propriedade etc. não é instigar ao cometimento de um crime determinado, nem o é sequer aconselhar que uma pessoa se faça ‘ladrar’”.

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Medium 9788547202767

12 Os principais intérpretes

RAMOS, André de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Os principais intérpretes

12.1 As Cortes Internacionais

Cabe, nesse momento do estudo, tecer algumas breves considerações sobre os principais sujeitos da interpretação no Direito Internacional dos

Direitos Humanos, que são os órgãos de entes internacionais e os próprios

Estados.

Quanto aos Estados, cabe lembrar que a apreciação unilateral de condutas de outros Estados (que inclui a interpretação de diplomas normativos, é claro), com posterior uso de sanções unilaterais, é estágio ainda rudimentar da proteção internacional de direitos humanos.

A presente preocupação de alguns Estados com a situação de direi‑ tos humanos no mundo1 é por si só seletiva e pode esconder critérios geopolíticos, que tendem a erodir a legitimidade ética do discurso de direitos humanos. Urge, consequemente, o banimento de tal apreciação unilateral da prática internacional de nossos dias2.

Resta, assim, analisar brevemente os chamados mecanismos coleti‑ vos de proteção de direitos humanos. Nesse primeiro momento, anali‑ saremos a competência de tribunais internacionais na interpretação de diplomas normativos de direitos humanos.

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Medium 9788530956523

PARTE I | Capítulo I – Princípios do Direito dos Contratos

Humberto Theodoro Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo I

Princípios do Direito dos Contratos

Na visão do Estado Liberal, o contrato é instrumento de intercâmbio econômico entre os indivíduos, onde a vontade reina ampla e livremente. Salvo apenas pouquíssimas limitações de lei de ordem pública, é a autonomia da vontade que preside o destino e determina a força da convenção criada pelos contratantes. O contrato tem força de lei, mas esta força se manifesta apenas entre os contratantes.

Todo o sistema contratual se inspira no indivíduo e se limita, subjetiva e objetivamente à esfera pessoal e patrimonial dos contratantes. Três são, portanto, os princípios clássicos da teoria liberal do contrato: a) o da liberdade contratual, de sorte que as partes, dentro dos limites da ordem pública, podem convencionar o que quiserem e como quiserem; b) o da obrigatoriedade do contrato, que se traduz na força de lei atribuída às suas cláusulas (pacta sunt servanda); e c) o da relatividade dos efeitos contratuais segundo o qual o contrato só vincula as partes da convenção, não beneficiando nem prejudicando terceiros (res inter alios acta neque nocet neque prodest).1

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Medium 9788527714068

48 - Larva Migrans Cutânea e Visceral

Luís Rey Grupo Gen PDF Criptografado

48

Larva Migrans Cutânea e Visceral

INTRODUÇÃO

LARVA MIGRANS CUTÂNEA

Agentes etiológicos

Ancylostoma braziliense

Relações parasito-hospedeiro

Patologia e sintomatologia

Diagnóstico e tratamento

Epidemiologia e profilaxia

INTRODUÇÃO

A invasão do organismo humano por parasitos próprios de outros animais acompanha-se, geralmente, de um desenvolvimento atípico da espécie envolvida, que se mostra incapaz de completar seu ciclo evolutivo. Nessas condições, observa-se o seguinte: a) a forma larvária infectante, por falta de estímulos adequados ou de outras condições metabólicas, não consegue evoluir até verme adulto; b) sua migração, no hospedeiro anormal, detém-se em algum

órgão pelo qual transitaria normalmente se no hospedeiro correto; ou então, desorientada, vai ter a localizações também atípicas.

Nematóides que penetram através da pele por vezes não conseguem encontrar seu caminho e permanecem vagando entre a epiderme e a derme. O quadro clínico resultante é chamado larva migrans cutânea.

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Medium 9788547211158

Capítulo XLVII - Provas – disposições gerais

SANTOS, Ernane Fidélis dos Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XLVII

Provas – disposições gerais

1. Fundamento de fato e de direito do pedido. Presunção de verdade que decorre de toda alegação do autor à ausência de oposição do réu. Fatos alegados pelo réu, inexistência de presunção, quando não há oposição do autor

Todo pedido se fundamenta em uma causa: a causa de pedir. Ela se constitui do fato e fundamentos jurídicos, em razão dos quais o pedido é formulado.

Os fundamentos jurídicos do pedido são as razões, as justificativas que se extraem dos fatos para pedir.

Em princípio, os fatos alegados pelo autor são tidos por verdadeiros, até que alegações contrárias se lhes oponham, pois não se pode partir do pressuposto de que alguém, no processo, está a mentir. O mesmo não deve ser dito com relação a fatos extintivos, impeditivos ou modificativos alegados pelo réu (art. 373, II), porque, ainda que, com o silêncio do autor, a própria disposição de propositura da demanda já é flagrante desacordo com aquilo que lhe contraria a pretensão.

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Medium 9788573079739

11 O processo de pensamento de Goldratt

James F. Cox Iii Grupo A PDF Criptografado

11

O processo de pensamento de Goldratt

INTRODUÇÃO

O que são os processos de pensamento da teoria das restrições de Goldratt? São um conjunto de ferramentas para serem utilizadas individualmente ou ligadas logicamente, baseadas em um relacionamento causal. As ferramentas são úteis na identificação do problema central em uma situação pessoal, organizacional ou de qualquer tipo, na determinação e teste de soluções do tipo ganha-ganha antes da implementação e na determinação dos obstáculos para a implementação e de como suplantar esses obstáculos. Cada uma das seis ferramentas possui um grande espectro de utilizações, muito numerosas para listar e discutir neste último capítulo. No entanto, serão fornecidas instruções detalhadas para a construção da árvore da realidade atual, a evaporação de nuvens e as ferramentas ligadas ao ramo negativo do problema. O

Capítulo 10 forneceu aplicações específicas relacionadas a indicadores, e a plantas de estrutura A, V e T já que fornecem ligações de problemas específicos a partir do sistema de indicadores de desempenho e do sistema tradicional de programação. A dispersão das nuvens será utilizada para ilustrar os conflitos que os gerentes enfrentam na implementação de um verdadeiro processo de melhoria contínua em numa organização.

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Medium 9788597012477

8 - Dos Alimentos

ARAUJO Jr., Gediel Claudino de Grupo Gen PDF Criptografado

8

Dos Alimentos

8.1 INTRODUÇÃO

Já se disse que nenhum homem é uma ilha (no man is an island). De fato, nenhum outro animal precisa tanto, desde seu nascimento, de atenção e amparo para sua sobrevivência como o homem. Essa interdependência natural ganha caracteres próprios na sociedade organizada, que se vê obrigada a lidar com situações que envolvem a incapacidade de certos indivíduos em prover as suas próprias necessidades. Nesses casos, o Estado, que é obrigado a lidar com essa realidade, repassa, por meio da lei, parte desse ônus para os parentes, cônjuges e companheiros.

Assim, considerando a interdependência natural que existe entre os homens, estabelece a lei civil que, estando o indivíduo impossibilitado de prover a própria subsistência, seja em razão da pouca idade, da velhice, de doença, de falta de trabalho ou qualquer outra forma de incapacidade, poderá socorrer-se de seus parentes mais próximos, do cônjuge ou do companheiro, que, diante da natural solidariedade que advém do vínculo familiar ou conjugal, ficam legalmente obrigados a ajudá-lo, mediante o pagamento de uma pensão a ser fixada judicialmente. Nesse sentido, o caput, do art. 1.694, do CC declara que “podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação”.

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Medium 9788530954840

Livro I - Título III - Sucessão Hereditária no Direito Brasileiro

PACHECO, José da Silva Grupo Gen PDF Criptografado

Título III

A SUCESSÃO HEREDITÁRIA NO DIREITO BRASILEIRO

Capítulo I

ABERTURA DA SUCESSÃO

108. Abertura da sucessão, devolução ou delação, aquisição ou adição e a   transmissão da posse e domínio da herança

Examinando-se o art. 1.784 do Código Civil, salientam-se dois aspectos: a) o da abertura da sucessão; b) o da transmissão da herança aos herdeiros legítimos e testamentários.

No exame desses dois aspectos, em relação à sucessão, no curso da história ou da legislação, outros se apresentam, tais como: a) o da abertura da sucessão como efeito imediato da morte do de cujus, como pressuposto do direito hereditário; b) o da devolução sucessória ou delação, como oportunidade de à herança suceder quem o possa fazer (delata hereditas intelligitur quam quis possit adeundo consequi), ou como a vocação hereditária estabelecida em lei ou em testamento; c) o da aquisição ou adição da herança, como o momento em que o herdeiro se torna titular do direito sucessório.

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Medium 9788586804922

2.8 Sistemas de equações diferenciais

W. Keith Nicholson Grupo A PDF Criptografado

Algebra_Chap02_PORTUGUES.qxd

31.08.56

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10:21 AM

CAPÍTULO 2

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Determinantes e Autovalores

b) Se você sabe um pouco de cálculo, desenhe a rampa

de modo que o ângulo de partida forme 0˚ com a horizontal. c) Especifique, agora, que a rampa forma uma linha reta descendente para os primeiros 25 m horizontais e 20 m verticais. Desenhe a rampa de modo que o segmento e reta e a curva restante tenham a mesma primeira derivada

(tangente) no ponto de interseção. d) Refaça c), mas exija que as segundas derivadas também coincidam no ponto de interseção.

4. Seja A a matriz de Vandermonde correspondente aos

números x1, x2, · · · , xn . Na demonstração do Teorema 1, foi mostrado que A é inversível se os xi são distintos.

Mostre que, reciprocamente, se A é inversível, então os xi devem ser distintos.

5.† Splines Cúbicas. Em algumas aplicações, uma escolha melhor

de uma curva que passa por vários pontos é obtida unindo-se dois polinômios cúbicos (isto é, de grau 3) que passam por pontos consecutivos e que tenham primeiras e segundas derivadas coincidentes nos pontos dados.

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Medium 9788553601783

1. Que mundo é este?

NUNES, Rizzatto Editora Saraiva PDF Criptografado

1. Que mundo é este?

“Em Munique, durante a 2ª Guerra Mundial, podiam-se ouvir desde a entrada da sala de concerto onde se apresentava um soberbo ciclo de Débussy, os gritos dos deportados, berrando nos trens que os levavam a Dachau, situado bem perto dali. Não se viu um único artista levantar-se e dizer: ‘Não posso tocar, faria uma afronta a mim mesmo, a Débussy e à música’. E em instante algum isso diminuiu o gênio da execução.

Não se sabia que era possível tocar Schubert à noite e torturar um ser humano na manhã seguinte.”

George Steiner

Os relatos abaixo são baseados, infelizmente, em casos verídicos1 e são aqui trazidos no intuito de gerar uma necessária reflexão jurídico-filosófica a respeito da resposta à pergunta do título supra.

Os dois primeiros aconteceram nos Estados Unidos da América

(o primeiro é bem corriqueiro lá). Os outros, no Brasil (terrivelmente, o segundo não é incomum aqui).

1.1 No dia 28 de julho de 1987, Artur James, policial pertencente a certo presídio americano, junto com outros dois colegas, pegou pelos braços Clark Forest. Colocaram-no numa cadeira, amarraram-no e ligaram vários fios elétricos a seu corpo, inclusive na cabeça. Seu rosto, na altura da vista, foi vedado por uma banda amarrada bem firme para que, com a descarga elétrica que ele iria sofrer, os olhos não “pulassem fora”. Alguns segundos depois, submeteram-no a portentoso choque elétrico.

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Medium 9788580555943

17. Glicólise e oxidação do piruvato

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

17

C A P Í T U L o

Glicólise e oxidação do piruvato

David A. Bender, Ph.D. e Peter A. Mayes, Ph.D., D.Sc.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a via da glicólise e seu controle, além de explicar como a glicólise pode atuar em condições anaeróbias.

�� Descrever a reação da piruvato-desidrogenase e sua regulação.

�� Explicar como a inibição do metabolismo do piruvato leva à acidose láctica.

IMpORTÂNCIA BIOMÉDICA

A maior parte dos tecidos tem pelo menos alguma necessidade de glicose. No encéfalo, essa necessidade é considerável, e até mesmo no jejum prolongado, o encéfalo consegue obter não mais do que cerca de 20% de sua necessidade energética a partir dos corpos cetônicos. A glicólise, que é a principal via do metabolismo da glicose, ocorre no citosol de todas as células.

Ela pode funcionar tanto anaeróbia quanto aerobiamente, dependendo da disponibilidade de oxigênio e da cadeia de transporte de elétrons. As hemácias, que carecem de mitocôndrias, dependem totalmente da glicose como combustível metabólico e metabolizam-na por glicólise anaeróbia. Entretanto, para oxidar a glicose além do piruvato (o produto final da glicólise),

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Medium 9788521621768

Capítulo 7 - A Chave para Atrair e Reter Talentos

FERREIRA, Patricia Itala Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

A Chave para Atrair e Reter Talentos

Book NOVO Ferreira.indb 151

6/10/13 2:12 PM

152

Book NOVO Ferreira.indb 152

capítulo 7

6/10/13 2:12 PM

A

o longo do livro foram apresentadas mudanças sobre a forma de pensar e agir sobre o trabalho e o trabalhador. Partindo de uma concepção de homem como uma máquina de produção, encontramo-nos hoje em uma época em que o ser humano e sua capacidade de pensar e agir são os grandes diferenciais competitivos de muitas empresas. Não é à toa que assuntos como atração e retenção de talentos, apagão de mão de obra, gestão por competências e gestão do conhecimento estão cada vez mais ganhando espaço nas discussões acadêmicas e empresariais. Movimentos como a implementação de Universidades Corporativas e de Áreas de Gestão do Conhecimento são cada vez mais observados, denotando uma grande preocupação das empresas com a criação, registro, disseminação e apropriação do conhecimento gerado pelas pessoas. Nesse contexto, a importância das pessoas como ativos e capitais intelectuais é muito clara.

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