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Medium 9788553602773

CAPÍTULO V - DOS EXCLUÍDOS DA SUCESSÃO

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo V

DOS EXCLUÍDOS DA SUCESSÃO

Sumário: 1. Conceito e fundamento da indignidade. 2. Causas de exclusão por indignidade. 3. Falta de legitimação para suceder, indignidade e deserdação. 4. Procedimento para obtenção da exclusão. 5.

Reabilitação ou perdão do indigno. 6. Efeitos da exclusão. 7. Validade dos atos praticados pelo herdeiro aparente.

1. Conceito e fundamento da indignidade

A sucessão hereditária assenta em uma razão de ordem ética: a afeição real ou presumida do defunto ao herdeiro ou legatário. Tal afeição deve despertar e manter neste o sentimento da gratidão ou, pelo menos, do acatamento e respeito à pessoa do de cujus e às suas vontades e disposições1.

A quebra dessa afetividade, mediante a prática de atos inequívocos de desapreço e menosprezo para com o autor da herança, e mesmo de atos reprováveis ou delituosos contra a sua pessoa, torna o herdeiro ou o legatário indignos de recolher os bens hereditários.

No capítulo sob a epígrafe “Dos Excluídos da Sucessão”, o Código

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Medium 9788580555684

Capítulo 14 - Otimização Multidimensional sem Restrições

Steven C. Chapra, Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

14

Otimização

Multidimensional sem Restrições

Este capítulo descreve técnicas para encontrar o mínimo ou o máximo de uma função de muitas variáveis. Lembre-se, do Capítulo 13, de que nossa imagem pictórica de uma busca unidimensional era uma montanha-russa. Para o caso bidimensional, a imagem se tornou a de montanhas e vales (Figura 14.1). Para problemas de maior dimensão, não

é possível ter imagens convenientes.

Este capítulo foi limitado ao caso bidimensional. Adotou-se essa abordagem porque as propriedades essenciais das buscas multidimensionais são, em geral, mais bem comunicadas visualmente.

Técnicas para a otimização multidimensional sem restrições podem ser classificadas de diversas maneiras. Para o propósito da presente discussão, elas serão divididas dependendo do fato de exigirem ou não o cálculo da derivada. As abordagens que não exigem o cálculo da derivada são chamadas de não gradientes ou de métodos diretos. Aquelas que exigem derivadas são chamadas de métodos gradientes ou de declive (ou aclive).

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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788521622871

Parte I - Capítulo 4 - Estrutura do Sistema Operacional

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Estrutura do Sistema

Operacional ff 4.1 Introdução

O sistema operacional é formado por um conjunto de rotinas que oferece serviços aos usuários e às suas aplicações. Esse conjunto de rotinas é denominado núcleo do sistema, ou kernel. A maioria dos sistemas operacionais é fornecida acompanhada de utilitários e linguagem de comandos, que são ferramentas de apoio ao usuário, porém não são parte do núcleo do sistema. Na

Fig. 4.1 é apresentado um modelo de camadas detalhando a estrutura do sistema operacional e suas interfaces.

Há três maneiras distintas de os usuários se comunicarem com o kernel do sistema operacional.

Uma delas é por intermédio das chamadas rotinas do sistema realizadas por aplicações. Além disso, os usuários podem interagir com o núcleo mais amigavelmente por meio de utilitários ou linguagem de comandos. Cada sistema operacional oferece seus próprios utilitários, como compiladores e editores de texto. A linguagem de comandos também é particular de cada sistema, com estruturas e sintaxe próprias.

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Medium 9788536702704

Capítulo 65 - Dor pós-operatória

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

de 1 a 3 mg/kg, devendo ser evitado pelo efeito hipotensor. O seu uso pode provocar instabilidade cardiocirculatória por seu efeito vasodilatador e depressor do miocárdio. Seu veículo é lipídico, logo a monitoração do perfil lipídico do paciente se faz necessário quando do uso prolongado do medicamento.

O etomidato é medicação segura do ponto de vista cardiovascular, com bom efeito hipnótico, porém com meia-vida curta, cerca de 3 a 5 minutos. Seu uso prolongado está relacionado ao desenvolvimento de insuficiência suprarrenal. Mesmo o uso em dose única tem sido associado ao aparecimento dessa síndrome. A posologia é de 0,3-0,4 mg/kg em bólus.

REVISÃO

�� A 1ª hora de atendimento após o trauma caracteriza-se pela necessidade imediata de avaliação e reanimação, princípios fundamentais do suporte avançado de vida no trauma. A avaliação inicial segue as recomendações do Colégio Americano de Cirurgiões e deve ser repetida várias vezes.

�� O objetivo principal da anestesia geral na urgência é a indução segura e rápida, com a proteção das vias aéreas contra aspiração do conteúdo gástrico, o que exige atentar para as condições de jejum do paciente.

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Medium 9788530985578

CAPÍTULO XVI – A CUSTÓDIA DE AÇÕES FUNGÍVEIS

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen ePub Criptografado

A custódia envolve o depósito para fins de guarda, realizando-se o contrato entre uma instituição financeira e o adquirente de ações. Para a custódia, requer-se que sejam as ações fungíveis.

A fungibilidade, de acordo com regramentos da lei civil, importa em substituição de bens móveis por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade. As ações classificam--se como bens móveis. Desde que emitidas em massa, todas iguais (ordinárias ou preferenciais), cada uma com idêntico valor, procedentes da mesma companhia, preenchem os requisitos da fungibilidade e entram na categoria de bens fungíveis dentro da classe a que pertencem. Nessa condição, autoriza a lei que fiquem em custódia junto a uma instituição financeira, que prestará serviços de guarda e depósito, autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários. Essa instituição as mantém em depósito como valores fungíveis, na mesma espécie e classe da emissão pela companhia, podendo elas ser substituídas por outras.

Além disso, a instituição adquire a propriedade fiduciária, ou assume o estado jurídico da titularidade, isto é, a propriedade em confiança, com a posterior obrigação de devolver igual número de ações, com idêntica espécie, qualidade e quantidade, e mais o acréscimo das bonificações e outros frutos. A fungibilidade diz respeito aos valores. Nessa ótica, os dividendos que forem recebidos são repassados ou transferidos de imediato ao acionista depositante.

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Medium 9788527731829

5 - Antiparasitários,

TAYLOR, M. A.; COOP, R. L.; WALL, R. L. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Antiparasitários

Não é fácil fornecer dados de eficácia completos e métodos de aplicação do grande número de medicamentos atualmente disponíveis para o tratamento de infecções causadas pela ampla variedade de parasitas de animais domésticos. Como a quantidade de drogas e de suas muitas formulações se modificam continuamente, talvez seja mais apropriado discutir o uso de antiparasitários, em termos gerais, de acordo com os grupos de parasitas que se pretende tratar.

Como objetivo deste capítulo, os antiparasitários são agrupados em anti-helmínticos, antiprotozoários e ectoparasiticidas. Os detalhes de seu uso contra grupos ou espécies individuais de parasitas são descritos nas seções apropriadas, nos capítulos referentes aos hospedeiros.

hospedeiro. Muitos dos medicamentos atuam no sistema nervoso do parasita, resultando em paralisia e, em consequência, na sua expulsão do hospedeiro. O sistema nervoso é bem conservado entre as espécies, sendo muito complexo, em termos de componentes neuroquímicos, possuindo vários receptores e interações de transmissores, não constatados nos hospedeiros mamíferos. Em alguns casos, as propriedades farmacocinéticas da droga no hospedeiro resultam na exposição do parasita a maior concentração da droga do que nas células do hospedeiro.

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Medium 9788521618041

6 - Corrosão: Mecanismos Básicos

GENTIL, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

6

Corrosão: Mecanismos

Básicos

No estudo dos processos corrosivos devem ser sempre consideradas as variáveis dependentes do material metálico, do meio corrosivo e das condições operacionais, pois o estudo conjunto dessas variáveis permitirá indicar o material mais adequado para ser utilizado em determinados equipamentos ou instalações. Entre essas variáveis devem ser consideradas:

costado do tanque, e, como é insolúvel no ácido concentrado, protege contra posterior ataque; já o ácido sulfúrico diluído está mais ionizado pela água, sendo mais corrosivo e formando

• material metálico — composição química, presença de impurezas, processo de obtenção, tratamentos térmicos e mecânicos, estado da superfície, forma, união de materiais (solda, rebites etc.), contato com outros metais;

• meio corrosivo — composição química, concentração, impurezas, pH, temperatura, teor de oxigênio, pressão, sólidos suspensos;

• condições operacionais — solicitações mecânicas, movimento relativo entre material metálico e meio, condições de imersão no meio (total ou parcial), meios de proteção contra a corrosão, operação contínua ou intermitente.

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Medium 9788521625780

16 Sistemas de Ar Condicionado Comerciais

MILLER, Rex; MILLER, Mark Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Sistemas de Ar

Condicionado

Comerciais

Miller 16PDFG.indd 419

11.12.13 20:54:2:10

420  Capítulo 16

OBJETIVOS DE DESEMPENHO

Após estudar este capítulo, você deverá:

  1. Saber como diagnosticar defeitos em sistemas de ar condicionado comerciais.

  2. Saber como ler o diagrama de ligação elétrica de uma unidade de 208/230 V 60 Hz.

  3. Saber como diagnosticar defeitos em um sistema multizona direto.

  4. Saber como diagnosticar defeitos em um sistema de resfriamento evaporativo.

  5. Saber como diagnosticar defeitos em um sistema de arcondicionado por absorção.

  6. Saber como diagnosticar defeitos em um sistema de arcondicionado por água gelada.

  7. Compreender a operação de um sistema de água gelada.

  8. Compreender o ciclo de refrigeração de um chiller centrífugo do tipo hermético.

  9. Estar apto a diagnosticar defeitos em um ar-condicionado do tipo self-contained.

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Medium 9788527710978

Capítulo 7 - Seqüelas Pós-parto

FRANÇA, Genival Veloso de Grupo Gen PDF Criptografado

Seqüelas Pós-parto

177

7

SEQÜELAS

PÓS-PARTO

Parecer solicitado pelo Juiz Titular da Segunda Vara Cívil da Comarca de Campina Grande (PB) sobre seqüelas pós-parto. Condutas seguidas durante a parturição. O estado atual do menor portador de “encefalopatia hipóxico-isquêmica”. O resultado dos exames complementares. O nexo de causalidade e o dano corporal. A avaliação do uso do fórceps.

Parecer

1. Comemorativos

Este Parecer atende a uma solicitação do MD Juiz de Direito Doutor Ely Jorge

Trindade, da Segunda Vara Cívil da Comarca de Campina Grande (PB), para que na qualidade de perito nomeado examine o menor IRP e apresente laudo pericial no

Processo no 001.1999.003.825-7, em que figura como autor, representado por sua genitora, e como réu a CHG — Clínica e Hospital Geral.

Subscreve o presente laudo pericial o Dr. Genival Veloso de França, médico e bacharel em Direito, Professor Titular de Medicina Legal nos cursos de Medicina e de

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Medium 9788527729956

Apêndice B: Recursos de bioinformática para genética e genômica

GRIFFITHS, Anthony J. F.; WESSLER, Susan R.; CARROLL, Sean B.; DOEBLEY, John Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice B

Recursos de bioinformática para genética e genômica

“Você certamente encontrará algo se procurar, mas nem sempre é exatamente o que você estava procurando.” – O Hobbit, J. R. R. Tolkien

O campo da bioinformática engloba a utilização de ferramentas computadorizadas para refinar complexos conjuntos de dados. Os dados genéticos e genômicos são tão diversos que se tornou um desafio considerável identificar sites com autoridade em relação a um tipo específico de informação. Além disso, o cenário dos softwares acessíveis pela

Internet para a análise dessas informações está constantemente em alteração na medida em que ferramentas novas e mais poderosas são desenvolvidas. Este apêndice destina-se a fornecer alguns pontos de início valiosos para a exploração do universo em rápida expansão dos recursos on-line para genética e ge­nômica.

1. Busca por sites sobre genética e genômica

Aqui estão listados diversos recursos centrais que contêm grandes listas de sites relevantes:

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Medium 9788547208189

1 .1 O B J E T I V O D E S T E G U I A

PMI - Project Management Institute Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Introdução ao guia de práticas

1 .1 O B J E TI VO D ESTE GU I A

Os executivos do mundo de hoje estão cientes das mudanças no ambiente de negócios e de que elas estão aumentando, impulsionadas por fatores como disponibilidade e crescimento exponencial de informações, tecnologias, infraestrutura de base tecnológica e expansão do mercado mundial – e facilitadas por eles. Os executivos apreciam o quão importante é ter estratégias claras e robustas para orientar o desenvolvimento organizacional, incluindo um meio de execução confiável e eficaz dessas estratégias.

A execução da estratégia requer uma entrega bem-sucedida de programas de mudança, que devem melhorar o desempenho e implantar inovações. Esses programas, no entanto, não têm sido bem executados. Um artigo publicado na Harvard

Business Review observou que os esforços de melhoria de desempenho de muitas empresas têm pouco impacto sobre os resultados operacionais e financeiros.

A experiência nas duas últimas décadas tem demonstrado que não deveria ser assim, pois tanto a comunidade de gerenciamento de projetos como a de gerenciamento de mudanças têm dedicado esforços consideráveis na abordagem dessa questão. Por exemplo, a publicação Pulso da profissão: relatório detalhado – Agilidade organizacional 1 concluiu que as organizações que alcançam taxas de sucesso mais elevadas do que a média do seu portfólio de programas e projetos não só aumentaram o uso de práticas para padronizá-los como também adotaram, entre outros fatores, uma conduta de gerenciamento de mudanças mais rigorosa para melhor se adaptar às condições do mercado.

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Medium 9788521627388

14 - MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO

SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, Joáo; SOUSA, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

14

MATERIAIS E

PROCESSOS DE

FABRICAÇÃO

OBJETIVOS

Após estudar este capítulo, o leitor deverá estar apto a:

• Distinguir as várias famílias de materiais e suas diferenças fundamentais;

• Distinguir os conceitos associados às propriedades mecânicas;

• Escolher, para uma dada aplicação, o tipo de material mais adequado;

• Reconhecer os diferentes processos de fabricação, de uma forma genérica;

• Selecionar um processo ou seqüência de processos de fabricação para uma peça a ser fabricada;

• Cotar e definir tolerância para as peças de acordo com os processos de fabricação envolvidos.

014-SILVA

340

28.07.06, 12:45 PM

Materiais e Processos de Fabricação

14.1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, dá-se uma visão panorâmica dos materiais de aplicação em engenharia, focando sucintamente cada uma das famílias de materiais: metais, polímeros, cerâmicos, elastômeros, vidros e compósitos. Dá-se uma breve noção, tão intuitiva quanto possível, das propriedades mecânicas dos materiais e faz-se uma comparação destas propriedades entre as várias classes de materiais. Faz-se uma explanação sucinta das aplicações mais comuns para cada tipo de material e as razões dessas aplicações, bem como algumas comparações entre materiais para aplicações específicas. No Anexo D existe uma tabela de materiais usuais em engenharia.

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Medium 9788547223465

4 - OUTRAS MODALIDADES DE OBRIGAÇÕES

GONÇALVES, Carlo Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

4

OUTRAS MODALIDADES

DE OBRIGAÇÕES

JJ 4.1. 

DAS OBRIGAÇÕES CIVIS E NATURAIS

JJ 4.1.1. Conceito

Já foi dito que a obrigação, quando cumprida, extingue­‑se. Não cumprida, dá origem à responsabilidade, que é patrimonial: o patrimônio do devedor responde por suas obrigações. Para exigir o seu cumprimento, pode o credor agir coercitivamente, valendo­‑se do Poder Judiciário, se necessário. Diz­‑se que a obrigação, nesse caso, é civil ou perfeita, porque acham­‑se presentes todos os seus elementos constitutivos: sujeito, objeto e vínculo jurídico. Obrigação civil, portanto, é a que encontra respal­ do no direito positivo, podendo o seu cumprimento ser exigido pelo credor, por meio de ação.

Quando falta esse poder de garantia ou a responsabilidade do devedor, diz­‑se que a obrigação é natural ou, na técnica dos escritores alemães, imperfeita. Trata­‑se de obrigação sem garantia, sem sanção, sem ação para se fazer exigível. Nessa mo­ dalidade, o credor não tem o direito de exigir a prestação, e o devedor não está obri­ gado a pagar. Em compensação, se este, voluntariamente, efetua o pagamento, não tem o direito de repeti­‑lo.

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Medium 9788573076295

Capítulo 21 - Produção Secundária – Parte 2

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

21

Produção Secundária –

Parte 2

UM BOM MODELO DE ESTUDOS:

ZOOPLÂNCTON

Introdução

Os animais apresentam grandes diferenças metabólicas e comportamentais entre si. Desse modo, o estudo da produção secundária é muito mais complexo que os estudos sobre a produção primária. Normalmente o estudo da produção secundária tem sido conduzido em comunidades de organismos de pequeno porte e de elevado metabolismo, que possibilitam ao pesquisador obter os dados necessários em curto espaço de tempo. Um modelo muito utilizado é o plâncton, seja ele marinho ou lacustre. Mesmo assim, investigações sobre produção no nível do zooplâncton são mais complicadas do que no nível do fitoplâncton.

Este último é, em geral, distribuído de maneira uniforme em uma coluna não-estratificada termicamente e, embora suas espécies tenham diferentes requerimentos nutricionais e taxas de fotossíntese, é possível obter uma amostra representativa e medir a taxa de fixação fotossintética e a taxa de consumo de nutrientes ao nível da comunidade como um todo. O zooplâncton, por outro lado, é composto por es-

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