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Medium 9788520434628

Antidepressivos — Toxicose por Antidepressivos Tricíclicos (ATC)

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

107

Espécies Canina e Felina

Antidepressivos — Toxicose por Antidepressivos Tricíclicos (ATC)

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Toxicidade secundária à ingestão aguda ou crônica de algum antidepressivo tricíclico.

• Os ATC incluem amitriptilina, amoxapina, clomipramina, desipramina, doxepina, imipramina, maprotilina (antidepressivo tetracíclico), nortriptilina, protriptilina, e trimipramina.

FISIOPATOLOGIA

• Os ATC bloqueiam a recaptação de norepinefrina, dopamina e serotonina na membrana neuronal. Além de possuírem atividade anticolinérgica, acredita-se que os ATC exerçam efeitos estabilizantes de membrana sobre o miocárdio (particularmente inibindo os canais rápidos de sódio no miocárdio ventricular).

Também podem ter leve atividade de bloqueio alfa-adrenérgico e efeitos anti-histamínicos.

• Os ATC são rapidamente e bem absorvidos pelo trato digestório. Tais agentes podem diminuir a motilidade GI e retardar o esvaziamento gástrico, resultando em absorção medicamentosa tardia.

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Medium 9788582713532

Capítulo 18 - Aplicações práticas da imunologia

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) em uma clínica de vacinação, você conhece Eric, um bebê saudável que é levado até o local para a consulta dos

2 meses de idade. A mãe da criança pergunta quais vacinas serão administradas, e você explica que naquela data Eric deve receber a segunda dose da vacina contra a hepatite B, juntamente com as primeiras doses das vacinas projetadas para proteger o bebê contra rotavírus, difteria, tétano, coqueluche,

Haemophilus influenzae tipo b, pneumococos e pólio.

Dica: leia sobre vacinas na página 493 e na Tabela 18.3.

18

Aplicações práticas da imunologia

N

os Capítulos 16 e 17, aprendemos os conceitos básicos sobre o sistema imune, responsável pelo reconhecimento e defesa do organismo contra micróbios exógenos, toxinas ou tecidos. Neste capítulo, discutiremos algumas ferramentas

úteis que foram desenvolvidas a partir dos conhecimentos básicos sobre o sistema imune.

As vacinas foram mencionadas brevemente no capítulo anterior. A fotografia mostra um componente da primeira linha de defesa, o epitélio traqueal humano, colonizado pela bactéria Bordetella pertussis. A importância da vacinação contra a doença causada por esse patógeno é o foco do Caso clínico deste capítulo. Neste capítulo, expandiremos a nossa discussão sobre o importante campo da imunologia, abordando não apenas as vacinas, mas também outras aplicações práticas. O diagnóstico de uma doença, por exemplo, frequentemente depende de testes que utilizam anticorpos e da especificidade do sistema imune.

Epitélio traqueal humano, colonizado pela bactéria Bordetella pertussis.

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Medium 9788547209261

TÍTULO VI - DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA

CAPEZ, Fernando; PRADO, Estela Editora Saraiva PDF Criptografado

202

Arts. 94 a 96

(2) Postulação: Só pode ser feita por quem tenha capacidade postulatória em juízo, ou seja, por meio de advogado.

(3) Competência para a concessão: A compe­tência é do juiz da condenação, uma vez que a reabilitação só se concede após o término da execução da pena (CPP, art. 743). Se a con­denação tiver sido proferida por tribunal, ainda assim a competência será do juízo de primeira instância responsável pela condenação. Assim: TJDFT, CComp 20040020093175, Câmara Criminal, Rel.

Des. Getúlio Pinheiro, j. 29-3-2005. No entanto, em sede de competência originária do Tribunal, a este compete a reabilitação relativa à condenação proferida: TJRS, RmOf 70012680856, 4ª Câmara Criminal, Rel. Des. José Eugênio Tedesco, j. 20-10-2005.

(4) Reabilitação negada: Poderá ser requerida a qualquer tempo, desde que com novos elementos (CP, art. 94, parágrafo único): TJRS, RmOf 70006863682, 2ª Câmara Criminal, Rel. Des.

Antônio Carlos Netto de Mangabeira, j. 2-9-2004.

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Medium 9788520437858

11. Ecoendoscopia terapêutica

MOURA, Eduardo Guimarães Hourneaux de; ARTIFON, Everson Luiz de Almeida; SAKAI, Paulo Editora Manole PDF Criptografado

11

ECOENDOSCOPIA

TERAPÊUTICA

Everson Luiz de Almeida Artifon

Marcos Eduardo Lera dos Santos

Spencer Cheng

Sergio Eiji Matuguma

INTRODUÇÃO

A ecoendoscopia (EE) ou ultrassonografia endoscópica foi inicialmente descrita em meados da década de 1980. Atualmente, existem dois tipos de ecoendoscópios: o de sistema radial e o setorial. Na extremidade do endoscópio, uma sonda de ultrassonografia é acoplada, permitindo assim o estudo de estruturas do trato gastrointestinal (TGI) e de estruturas vizinhas, além de vasos sanguíneos, sistema linfático e órgãos sólidos. A Tabela 1 mostra a gama de doenças que se pode detectar nesse exame para intuito diagnóstico.

Tabela 1 Doenças e lesões passíveis de ecoendoscopia diagnóstica e terapêutica

Doença/lesão

Objetivo

Lesões subepiteliais do TGI

Diagnóstico

Câncer de esôfago

Estadiamento

Adenocarcinoma gástrico

Estadiamento

Linfoma gástrico

Estadiamento

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Medium 9788521634843

Capítulo 6 - Particulados da Atmosfera

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti Grupo Gen PDF Criptografado

Parte II

Reações Químicas e

Fotoquímicas da Atmosfera

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Particulados da

Atmosfera

capítulo

6

6.1 Aspectos Gerais

6.1

O

Aspectos Gerais

s “particulados da atmosfera” são partículas (corpúsculos) que se apresentam dispersas na atmosfera com dimensões que, conforme alguns autores, variam de 100 µm a 0,002 µm. Outros autores ampliam a faixa; de 500 µm (0,5 mm) a dimensões moleculares (0,0001 a 0,001 µm). Como na maioria das vezes apresentam tamanhos que se encontram abaixo do limite de visibilidade do olho humano (±90 µm), são considerados esféricos, e, por isto, a dimensão destas partículas refere-se ao diâmetro das mesmas (representado por

φ). Entre estes particulados encontram-se corpos abióticos e corpos bióticos. A

Figura 6.1 apresenta alguns exemplos de particulados atmosféricos com a respectiva faixa de dimensão.

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Medium 9788530975777

TÍTULO I - DA LOCAÇÃO - CAPÍTULO I – Disposições Gerais - Seção I – Da locação em geral

SCAVONE Jr., Luiz Antonio; PERES, Tatiana Bonatti (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

LEI 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991 –

LEI DO INQUILINATO

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

TÍTULO I

DA LOCAÇÃO

CAPÍTULO I

Disposições Gerais

Seção I

Da locação em geral

Art. 1º A locação de imóvel urbano regula-se pelo disposto nesta lei:

Parágrafo único. Continuam regulados pelo Código Civil e pelas leis especiais: a) as locações:

1. �de imóveis de propriedade da União, dos Estados e dos Municípios, de suas autarquias e fundações públicas;

2. �de vagas autônomas de garagem ou de espaços para estacionamento de veículos;

3. �de espaços destinados à publicidade;

4. �em apart-hotéis, hotéis-residência ou equiparados, assim considerados aqueles que prestam serviços regulares a seus usuários e como tais sejam autorizados a funcionar; b) o arrendamento mercantil, em qualquer de suas modalidades.

Lei_do_Inquilinato_2ed_Scavone.indb 1

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Medium 9788547230241

13.2 Anistia

KFOURI, Anis Editora Saraiva PDF Criptografado

Curso de Direito Tributário

os Estados e os Municípios” (voto do eminente Ministro Ilmar Galvão). 3. No direito internacional apenas a República Federativa do Brasil tem competência para firmar tratados (art. 52, § 2º, da Constituição da República), dela não dispondo a União, os

Estados-membros ou os Municípios. O Presidente da República não subscreve tratados como Chefe de Governo, mas como Chefe de Estado, o que descaracteriza a existência de uma isenção heterônoma, vedada pelo art. 151, inc. III, da Constituição. 4. Recurso extraordinário conhecido e provido.”11 (grifos nossos) (j. 16-8-2007. Rel. Min. Ilmar

Galvão. RE 229.096/RS. Dje-065. Divulg. 10-4-2008. Public.11-4-2008).

Constata-se, portanto, que a concessão de isenção em tratados internacionais não se configura isenção heterônoma, em razão de a República Federativa albergar todos os entes, respeitando, portanto, o pacto federativo.

13.2 Anistia

A anistia consiste no perdão, total ou parcial, das penalidades relativas às obrigações tributárias, não abrangendo a obrigação do montante do tributo em si, mas as respectivas sanções e reparações, a exemplo das multas e juros.

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Medium 9788547221522

12. NULIDADES

ROSSI, Francisco Vicente Editora Saraiva PDF Criptografado

794

COLEÇÃO PASSE EM CONCURSOS PÚBLICOS | NÍVEL MÉDIO

26 e § 1º do art. 28, todos do Código Penal), ou mesmo se houver fundada dúvida sobre sua existência; VII – não existir prova suficiente para a condenação.

Sentença condenatória – art. 387 do CPP: O juiz, ao proferir sentença condenatória: I – mencionará as circunstâncias agravantes ou atenuantes definidas no Código Penal, e cuja existência reconhecer; II – mencionará as outras circunstâncias apuradas e tudo o mais que deva ser levado em conta na aplicação da pena, de acordo com o disposto nos arts. 59 e 60 do Código Penal; III – aplicará as penas de acordo com essas conclusões; IV – fixará valor mínimo para reparação dos danos causados pela infração, considerando os prejuízos sofridos pelo ofendido; V – observará os ditames legais de aplicação provisória de interdições de direitos e medida de segurança; VI – determinará se a sentença deverá ser publicada na íntegra ou em resumo e designará o jornal em que será feita a publicação; VII – levará em conta o tempo de prisão provisória ou de internação cautelar, no Brasil ou no estrangeiro, para fins de determinação do regime inicial de pena privativa de liberdade.

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Medium 9788536702292

Capítulo 1 - Princípios gerais aplicados ao tratamento cirúrgico-odontológico

Edela Puricelli Grupo A PDF Criptografado

1

Princípios gerais aplicados ao tratamento cirúrgico-odontológico

A odontologia abrange o tratamento de patologias da cavidade bucal e seus anexos, envolvendo tanto terapias clínicas quanto cirúrgicas.

O grau de complexidade de um procedimento odontológico está associado aos sinais patognomônicos, à patologia a ser tratada e às condições de saúde do paciente.

Para as abordagens cirúrgicas, devem ser consideradas a capacitação e formação do profissional e de sua equipe de apoio técnico e os ambientes disponíveis, tanto o consultório odontológico

(ambulatorial) como o hospital (ambulatorial e internação). O cirurgião-dentista que não é especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofaciais (CTBMF) deve reconhecer os limites da sua qualificação para a realização de procedimentos cirúrgicos.

O acolhimento do paciente em todas as fases é primordial. O profissional deve esclarecer suas dúvidas e minorar suas inquietudes e inseguranças, sem comprometimento do relacionamento profissional e ético. Independentemente da idade do paciente, deve-se considerar não apenas a resolução da patologia presente, mas também a busca por qualidade de vida no futuro.

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Medium 9788597019759

2 - Leis e Processo Penal no Tempo e no Espaço

PACELLI, Eugênio Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

2

Leis e Processo Penal no

Tempo e no Espaço

Se a interpretação de princípios constitucionais demanda grandes esforços no campo da hermenêutica, sobretudo em razão das exigências de acomodação de inúmeros e distintos interesses de uma sociedade cada vez mais plural e complexa, as normas atinentes à legislação processual penal oferecem espaço muito mais reduzido de conflitos.

Algumas alterações trazidas pela Emenda Constitucional nº 45/04, ora a esclarecer critérios a serem adotados em relação ao grau de positividade de normas previstas em tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, ora a impor, ao nível constitucional, a submissão do Brasil às jurisdições internacionais, aliadas aos possíveis proveitos didáticos que podem ser obtidos a partir da separação temática da matéria, justificam uma abordagem mais detida da matéria.

2.1 Tratados e convenções internacionais

A primeira questão está posta no atual § 3º, do art. 5º, da Constituição da

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Medium 9788530983178

13. Ato de transformação de um imóvel em condomínio de edificações

Arnaldo Rizzardo Grupo Gen ePub Criptografado

Para a constituição do condomínio, ou para a transformação de um imóvel em vários outros chamados de unidades, é necessária a escritura pública, com o posterior registro e a abertura de matrícula de cada unidade. A conjugação do artigo 7º da Lei n. 4.591/1964 com o artigo 167, I, n. 23, da Lei n. 6.015 e o artigo 108 do Código Civil conduzem a essa interpretação.

Admite-se o documento particular unicamente se não houver transferência de frações ideais, isto é, se mantiverem-se as unidades na pessoa do proprietário do imóvel que foi subdividido em unidades.

Veja-se a redação do artigo 7º da Lei n. 4.591/1964:

O condomínio por unidades autônomas instituir-se-á por ato entre vivos ou por testamento, com inscrição obrigatória no Registro de Imóveis, dele constando: a individualização (ou individuação) e discriminação, bem como a fração ideal sobre o terreno e partes comuns, atribuída a cada unidade, dispensando-se a descrição interna da unidade.

Já o n. 23, inciso I do artigo 167 da Lei n. 6.015, em igual previsão, ordenando que se faça o registro “dos julgados e atos jurídicos entre vivos que dividirem imóveis ou os demarcarem inclusive nos casos de incorporação que resultarem em constituição de condomínio e atribuírem uma ou mais unidades aos incorporadores”.

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Medium 9788530973704

ANEXO 3 – Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB

SANCHEZ, Alessandro Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo 3

REGULAMENTO GERAL DO ESTATUTO DA ADVOCACIA E DA OAB

Dispõe sobre o Regulamento Geral previsto na Lei 8.906, de 4 de julho de 1994.

DJU 16.11.1994

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, no uso das atribuições conferidas pelos artigos 54, V, e 78 da Lei 8.906, de 4 de julho de 1994, resolve:

TÍTULO I

DA ADVOCACIA

Capítulo I

Da Atividade de Advocacia

Seção I

Da atividade de advocacia em geral

Art. 1º A atividade de advocacia é exercida com observância da Lei 8.906/1994

(Estatuto), deste Regulamento Geral, do Código de Ética e Disciplina e dos Provimentos.

Art. 2º O visto do advogado em atos constitutivos de pessoas jurídicas, indispensável ao registro e arquivamento nos órgãos competentes, deve resultar da efetiva constatação, pelo profissional que os examinar, de que os respectivos instrumentos preenchem as exigências legais pertinentes.

ETICA PROFIS FILO DIREITO.indb 283

31/10/2016 16:46:56

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Medium 9788577807734

Capítulo 3. Como Projetar a Estrutura

Jay Galbraith, Diane Downey, Amy Kates Grupo A PDF Criptografado

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CAPÍTULO 3

COMO PROJETAR A ESTRUTURA

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Medium 9788582712047

Capítulo 1. Breve histórico da doença

Ricardo Alberto Moreno, Doris Hupfeld Moreno, Danielle Soares Bio, Denise Petresco David Grupo A PDF Criptografado

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BREVE HISTÓRICO DA DOENÇA

Frederico Navas Demetrio

Os termos transtorno bipolar do humor ou transtorno afetivo bipolar, que tanto usamos hoje, podem parecer algo “novo” ou “moderno”, que só recentemente começou a ser diagnosticado e reconhecido como doença, mas são apenas outros nomes para um problema de saúde reconhecido e diagnosticado há muito tempo. O primeiro médico a relatar a mania como conhecemos hoje (episódio maníaco dentro do transtorno bipolar tipo I) foi o grego Areteus da Capadócia

(Alexandria, final do século I a.C.), que a descreveu como um estado de falta de controle em que a pessoa cometia todo tipo de excesso, com furor, excitação e euforia. Nas formas graves da doença, o indivíduo poderia até mesmo matar e humilhar seus servos, e, nas menos graves, se sentiria grandioso: “sem nunca ter estudado, ele diz ser filósofo. [...] e o incompetente diz ser artesão habilidoso,

[...] outros ainda se tornavam desconfiados e se sentiam perseguidos, razões pelas quais se tornavam raivosos”. Areteus foi também o primeiro a associar a mania com a depressão (melancolia), descrevendo indivíduos que passavam por períodos alternados ao longo da vida. De acordo com ele, a forma clássica de mania era a bipolar: o quadro do paciente, anteriormente alegre, eufórico e hiperativo, de maneira repentina se invertia para a melancolia; e, no final do

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Medium 9788553601745

5 - Servidões prediais

SERRA, Márcio Guerra Editora Saraiva PDF Criptografado

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Servidões Prediais

Como o próprio nome diz, referem­‑se aos prédios, e não aos seus pro‑ prietários. Segundo a ilustre professora Maria Helena Diniz, “As servidões prediais são direitos reais de fruição sobre imóveis que, em virtude de lei ou vontade das partes, se impõem sobre o prédio serviente em benefício do domi‑ nante” (Sistemas de registros de imóveis, p. 129).

De acordo com o art. 1.378 do nosso Código Civil, podem ser constituídas mediante declaração expressa dos proprietários, ou por testamento, e subse‑ quente registro no registro de imóveis da localização do bem.

Deste dispositivo, pode­‑se extrair algumas conclusões:

Inicialmente, só pode instituir servidão o proprietário do prédio ser‑ viente, sendo que este deve contar com a anuência dos demais condôminos de prédio indiviso, do usufrutuário ou do promitente comprador, uma vez que ela é uma limitação ao direito de propriedade e uma restrição ao direito de uso e gozo do imóvel.

No caso de proprietário que tenha a propriedade resolúvel do imóvel, este pode instituir a servidão com a ressalva de que ela se extingue resolvendo­

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