131751 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788553604524

19 - SUSPENSÃO CONDICIONAL DA EXECUÇÃO DA PENA

Daniel Raizman Editora Saraiva PDF Criptografado

19

SUSPENSÃO CONDICIONAL DA

EXECUÇÃO DA PENA

1. Considerações gerais

A suspensão condicional da pena, ou sursis, é o direito subjetivo do condenado, quando tiver preenchido todos os requisitos legais, de ter suspensa a execução da pena privativa de liberdade imposta durante certo prazo e mediante determinadas condições (art. 77 do CP).

Cabe observar que a suspensão condicional é da execução da pena privativa de liberdade, não podendo estender-se às penas restritivas de direito nem à multa (art. 80 do CP). Também, que é possível a suspensão da execução da pena dos crimes considerados hediondos ou equiparáveis a tais, em razão de não existir norma que vede essa suspensão.

Existem dois sistemas.

No sistema belgo-francês, o juiz, no final do processo, condena o acusado, mas suspende a execução da pena privativa de liberdade, por determinado período de tempo, no qual o condenado deve cumprir uma série de condições. Se o agente cumpre as condições, a pena privativa de liberdade considera-se cumprida. Observa-se que, em qualquer hipótese, fica registrada a condenação. Este é o sistema previsto no Código Penal (art. 77).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714621

Capítulo 18. Princípios de farmacologia

James Manica Grupo A PDF Criptografado

Princípios de farmacologia

18.

Princípios de farmacologia

Oscar César Pires

Fabiana Mara Scarpelli de Lima Alvarenga Caldeira

José Maria Leal Gomes

Benedito Barbosa João

A interação fármaco-organismo, desde o momento de sua administração, depende das propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas do fármaco e das características de cada indivíduo. Muitas vezes, a administração simultânea de dois ou mais fármacos pode alterar, de inúmeras formas, essas propriedades.1-3

As características farmacocinéticas de um fármaco determinam a maneira como ele irá agir sobre o organismo, envolvendo os processos de absorção, distribuição, depuração e excreção.1-3

Já as características farmacodinâmicas determinam a maneira como o organismo vai responder ao fármaco e dependem, fundamentalmente, de sua concentração nos receptores celulares.1-3

A resposta individual a um fármaco, por sua vez, é explicada pela diversidade genética (farmacogenética). Por meio do estudo do genoma humano pela farmacogenômica, espera-se, futuramente, estabelecer tratamentos farmacológicos individualizados.4

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430026

Ciúme obsessivo

Geraldo josé Ballone Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme obsessivo

A intromissão indesejável de um pensamento na consciência de maneira insistente e repetitiva, fenômeno normalmente reconhecido pela própria pessoa como incômodo e absurdo, é denominada pensamento obsessivo. Portanto, para que sejam consideradas obsessivas, essas ideias devem ser involuntárias, bem como reconhecidamente fantasiosas. A crítica que normalmente o próprio paciente tem sobre suas ideias obsessivas de ciúme contribui bastante para o surgimento de ansiedade e angústia.

Assim como acontece na ideia prevalente, o pensamento obsessivo não é exclusivo do ciúme patológico, podendo aparecer em ampla variedade de quadros emocionais. São pensamentos que aparecem na consciência com repetição persistente e obrigatória, sendo impossível afastá-los por esforços voluntários. Os pensamentos obsessivos de ciúme estão tão enraizados na consciência que não podem ser removidos simplesmente por um aconselhamento razoável nem por livre decisão do paciente.

O ciúme decorrente de ideias obsessivas parece ter existência própria, emancipada da vontade. Por não ter seu juízo crítico comprometido, a pessoa pode ter bom conhecimento do absurdo de seu ciúme, mas ainda assim não consegue deixar de senti-lo­.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713136

Anexo D

Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

Daclizumabe

D

Grupo farmacológico. Imunossupressor. Anticorpo monoclonal quimérico (90% humano, 10% murino) anti­‑TAC (receptor de alta afinidade com

Interleucina 2 expressado na superfície de linfócitos ativados).

Nome comercial.

DD Referência. Zenapax (Roche)

Apresentação. Frasco­‑ampola com 5 mg/mL em 5 mL.

Usos. Profilaxia da rejeição aguda no transplante renal. Uso associado com ciclosporina e/ou corticosteroides; usos ainda em estudo no transplante cardíaco, na esclerose múltipla, em doenças inflamatórias oculares e na síndrome enxerto­‑hospedeiro – embora tenha sido verificado aumento da mortalidade nesse último uso. 2,3

Contraindicações. Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula.

Posologia.

●● Adultos: Na rejeição aguda do enxerto renal: 1 mg/kg, IV, infundida em 15 minutos, 24 horas antes do transplante (dia 0), seguida de uma dose de 1 mg/kg a cada 14 dias (total de 5 doses). Na síndrome enxerto­‑hospedeiro:

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735735

93 Os Artrópodes e a Transmissão das Enfermidades Parasitárias

Rodrigo Siqueira-Batista, Andréia Patrícia Gomes, Sávio Silva Santos, Luiz Alberto Santana Grupo Gen ePub Criptografado

A denominação Arthropoda tem origem etimológica no grego (arthro = articulado; poda = pés). Refere-se ao filo que abrange seres vivos com grande importância na área médico-veterinária, devido ao seu papel na transmissão de enfermidades aos animais (humanos ou não), incluindo aquelas causadas por protozoários e helmintos. As pesquisas envolvendo os artrópodes e sua relevância médica se iniciaram por volta de 1878, com o médico britânico Patrick Manson, o qual descobriu, na China, que os mosquitos pertencentes à classe Insecta eram os vetores da filariose (Cimerman; Cimerman, 2001; Neves, 2016).

Atualmente, a compreensão do surgimento e da evolução dos artrópodes tem sido aprimorada, em virtude dos avanços no estudo de filogenia e de biologia do desenvolvimento, por meio de inovadoras interpretações do registro de fósseis (Chipman, 2015). Tem-se conhecimento de mais de um milhão de espécies que compõem esse filo, o mais numeroso do Reino Animalia.

Os artrópodes são metazoários (animais multicelulares, heterotróficos e móveis), com simetria bilateral, tendo seu corpo dividido em segmentos articulados, formados por um exoesqueleto composto de quitina, combinado com carbonato de cálcio (CaCO3) e proteínas, estrutura que lhe confere grande resistência. Além disso, alguns desses seres possuem apêndices articulados, os quais evolutivamente foram desenvolvidos para auxiliar a locomoção e a reprodução (Cimerman; Cimerman, 2001).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582716045

2 - Direito e psiquiatria

Daniel Martins de Barros, Gustavo Bonini Castellana Grupo A ePub Criptografado

Anna Cecilia Santos Chaves

As doenças mentais sempre foram referidas nas narrativas históricas, muito embora os comportamentos desviantes eventualmente associados a essa condição tenham levado considerável tempo até serem compreendidos como resultantes de uma patologia. A impossibilidade de atuação dentro dos padrões e expectativas culturais fez os portadores de doenças mentais despertarem as mais diversas reações no meio social, que iam do assombro e temor ao riso e escárnio. A incompreensão acerca das perturbações da mente humana submeteu esses indivíduos a estigma, torturas e isolamento.

A certa altura, a marcha evolutiva do conhecimento redundou na necessidade de criação de um ramo científico que pudesse se dedicar ao entendimento da mente humana, um tema que ia além do alcance das ciências naturais. Porém, antes que a psiquiatria se sedimentasse como especialidade médica, o exame do psiquismo humano já havia percorrido uma larga trajetória histórica, que se iniciou nos tempos primitivos, quando as compreensões da medicina corporal e psíquica do homem erigiram-se sobre percepções de natureza mística e intuitiva.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582712436

Capítulo 7 - Ensinar mindfulness em terapia

Christopher K. Germer, Ronald D. Siegel, Paul R. Fulton Grupo A PDF Criptografado

7

Ensinar mindfulness em terapia

Susan M. Pollak

Não vire a cabeça.

Continue olhando para o ferimento enfaixado.

Ali é onde a Luz entra em você.

–RUMI (1995, p. 139)

E

nsinar mindfulness em terapia é mais uma arte do que uma ciência. O profissional que se baseia nessa prática leva em consideração uma rede complexa de fatores, incluindo as necessidades clínicas, as circunstâncias de vida, a formação cultural e religiosa e a disposição para desenvolver novos hábitos do paciente, bem como a própria experiência de mindfulness, a aliança terapêutica e o senso de oportunidade do terapeuta. Autores anteriores discutiram a importância da prática para ajudar os clínicos a permanecerem presentes e compassivamente envolvidos na relação terapêutica. Este capítulo explora como introduzir e ensinar exercícios de mindfulness na psicoterapia.*

A utilidade clínica das técnicas de mindfulness foi demonstrada para uma ampla variedade de transtornos psicológicos (ver Capítulo 1). Entretanto, para muitos clínicos, a ideia de trazer esses exercícios para a terapia pode parecer

Ver todos os capítulos
Medium 9788520435847

1. Visão geral deste livro

Donald R. Fuller, Jane T. Pimentel, Barbara M. Peregoy Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Visão geral deste livro

“Por que precisamos aprender tanto de anatomia e fisiologia?”

Esta é a grande pergunta. Alunos de fonoaudiologia têm feito essa pergunta praticamente desde o início da profissão.

Embora muitos acabem apreciando a relação entre a percepção e produção da fala e a anatomia e fisiologia concomitantes, a maioria dos clínicos em treinamento parece, muitas vezes, não ver a conexão entre elas. Apenas após um bom tempo de estudo é que essa relação é solidificada na mente desses futuros profissionais.

A resposta é simples e ao mesmo tempo complexa. Para entender o que pode ser patológico, o indivíduo deve saber primeiramente o que é “normal” ou “típico”. Muitos dos chamados distúrbios orgânicos da fala, linguagem e audição têm uma etiologia que aponta para anomalias na anatomia e/ou fisiologia do mecanismo de fala ou de audição. Uma etiologia anatômica ou fisiológica, provavelmente, fornecerá ao clínico pistas quanto aos sinais e sintomas esperados e associados a determinado distúrbio, e pode também indicar qual o percurso de intervenção a ser seguido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547213503

Capítulo 9 - COMPRA E VENDA EMPRESARIAL

NEGRAO, Ricardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 9

COMPRA E VENDA EMPRESARIAL

Sumário: 9.1. Conceitos e distinções. 9.2. Características. 9.3. Elementos formadores. 9.4. Forma e prova do contrato. 9.5. Execução do contrato de compra e venda. 9.6. Direitos dos contratantes. 9.7. Obrigações do vendedor. 9.7.1. Entrega da coisa. 9.7.2. Vícios. 9.7.3. Evicção. 9.8. Obrigações do comprador. 9.9.

Modalidades especiais de compra e venda. 9.9.1. Venda de coisa móvel à vista de amostras. 9.9.2. Venda de imóvel ad mensuram e ad corpus. 9.10. Cláusulas especiais. 9.10.1. Pacto de melhor comprador e pacto comissório. 9.10.2. Retrovenda.

9.10.3. Venda a contento e venda sujeita a prova. 9.10.4. Preempção ou preferência.

9.10.5. Venda com reserva de domínio. 9.10.6. Venda sobre documentos. 9.10.7.

Crédito documentário. 9.11. Cláusulas de custos em contratos internacionais — incoterms. 9.12. Outros contratos relacionados à compra e venda. 9.12.1. Contrato estimatório. 9.12.2. Hedging. 9.13. Resumo gráfico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536702759

Capítulo 48 - Reações a agentes mecânicos, calor e frio

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

854

Dermatologia de Sampaio e Rivitti

CAPÍTULO 48

REAÇÕES A AGENTES MECÂNICOS, CALOR E FRIO

AFECÇÕES CAUSADAS POR

AGENTES MECÂNICOS

CALO (CLAVUS)

O calo é uma área adquirida de hiperqueratose circunscrita que se introduz em forma de cunha na camada malpighiana, atrófica neste nível. Resulta da ação de pressão mecânica sobre

área localizada da pele, com formação desta estrutura cônica de queratina, que pressiona a derme papilar, provocando dor.

Patogenia

O calo é causado por irritação mecânica intermitente resultante quase sempre do uso de sapatos inadequados, com componente de predisposição individual, por vícios e/ou problemas ortopédicos. Resulta de mecanismos defensivos da pele, que se espessa em resposta à pressão contra saliências

ósseas, particularmente nos pés.

Os calos são mais frequentes em indivíduos idosos e diabéticos ou portadores de outras neuropatias. A probabilidade de deformidade nos pés é maior em idosos, e a diminuição da sensibilidade em neuropatias faz as pressões indevidas exercidas sobre os pés atuarem mais constantemente pela diminuição da sensibilidade dolorosa. A culminância dessa condição é o mal perfurante plantar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788553606955

SONO?

Lia de Alencar Barreira e Salgado Editora Saraiva PDF Criptografado

Lia Salgado

COMO VENCER

A maratona dos Concursos Públicos

SONO?

Estudar é ótimo... sonífero. Meio da manhã, após o almoço, ai...

é mortal. E aí, fazer o quê?

Bom, a batalha começa na hora em que toca o despertador e tem início o diálogo interno:

– Levanta, “tá” na hora!

– Ai, que preguiça... Preciso dormir mais um pouco... Só um pouquinho...

– Vamos lá, você tem um concurso! Seus concorrentes já estão estudando!

– “Tá” bom! “Tá” bom!

Ótimo! No embate interno entre o responsável e o malandro, venceu o guerreiro. A questão é que, quando vence o preguiçoso (ou o cansado mesmo; muitas vezes não é preguiça), na hora é ótimo, mas depois você se mortifica por não ter sido capaz de honrar a programação. Quando você cria coragem e se levanta da cama (ainda que seja no “piloto automático”), toma uma chuveirada, toma o café da manhã e senta-se para estudar, vem uma sensação de poder, de ter vencido a inércia. E é por aí. Todo dia a mesma batalha, como um viciado. Pense em vencer aquele momento, daquele dia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521628217

PARTE I - CAPÍTULO 5 - PLANEJAMENTO FINANCEIRO DE CURTO PRAZO

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Planejamento Financeiro de Curto Prazo

5.1

5.2

5.3

5.4

5.5

5.6

5.7

5.1

Introdução, 127

Tipos de Planejamento Financeiro, 128

Orçamento de Caixa, 130

Orçamento Operacional, 132

Alinhamento dos Orçamentos ao Planejamento Estratégico, 144

Questões e Exercícios, 144

Sugestões de Consulta, 146

Introdução

Em agosto de 2013, as vendas de veículos novos no Brasil recuaram 23% sobre o recorde histórico do ano anterior de 420 mil unidades emplacadas em agosto daquele ano. As montadoras trabalhavam com perspectiva de vendas menores na comparação anual diante desse recorde, alcançado em meio ao efeito calendário e corrida de consumidores causada por expectativa de fim de redução do Imposto sobre Produtos

Industrializados (IPI). Embora, em julho, a Anfavea tivesse dado indicações de que a projeção de vendas de veículos este ano, para cerca de 4 milhões de unidades, não seria mais atingida.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547222550

3. Visão geral do Título IV

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

disciplina sobre o assunto, dado o regime de servidão feudal vigente. É no contexto da

Idade Moderna que surge a indústria de manufaturação e, posteriormente, já na Idade

Contemporânea, com a mecanização nas fábricas e o surgimento de vastas linhas de produção, a matéria assume proporções inéditas.

Vigorava, de início, o sistema da exploração da capacidade laborativa; iniciava-se a tensão entre operários e patrões. Nesse contexto histórico é que nascem as primeiras normas jurídicas regulamentando as relações laborativas.

Em face do exposto, é natural concluir que as Ordenações do Reino nada dispunham sobre o tema. Semelhante omissão notou-se no Código Criminal do Império

(1830). O Código Penal republicano de 1890, pelo contrário, incriminava diversas condutas relativas à obstaculização de direitos inerentes ao trabalho, tratando-as como modalidade de infrações atentatórias à liberdade individual.

O Código Penal vigente optou por definir os ilícitos penais relacionados com as relações de trabalho em título autônomo. A Exposição de Motivos justificou a opção: “A proteção jurídica”, dizia nela o Ministro Francisco Campos, “já não é concedida

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600054

Capítulo 7 - Resolução proativa da causa-raiz dos problemas

Mark Graban Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Resolução proativa da causa-raiz dos problemas

A história de Mary McClinton

O caso da morte de Mary McClinton no Virginia Mason Medical Center (VMMC), de

Seattle, Estado de Washington, é muito conhecido entre os círculos de segurança de pacientes. McClinton morreu em 2004 depois de nela ter sido injetada clorexidina, uma solução antisséptica, em vez de um corante de contraste. Durante o procedimento, havia três líquidos transparentes que foram mantidos em tigelas de aço inoxidável em uma bandeja: o antisséptico, o corante e uma solução salina. Antecipando a necessidade do radiologista interventor, um técnico experiente pré­‑rotulou uma seringa vazia como “co­ rante de contraste”. Em seguida, contudo, ele supostamente encheu a seringa com o an­ tisséptico, não o corante.1 Um pensador lean reconheceria o potencial para um erro sistê­ mico em uma situação como essa e não ficaria satisfeito com o mero fato de funcionários bem treinados se mostrarem cuidadosos. O erro que causou a morte de Mary McClinton foi um acidente que estava esperando para acontecer.

Ver todos os capítulos
Medium 9788553609796

4.4 Espécies de Tributos

CARNEIRO, Claudio Editora Saraiva PDF Criptografado

capacidade tributária, conforme o art. 7º do CTN. Assim, a dinâmica opera de modo que o detentor de competência tributária (que pode legislar e instituir o tributo) delegue a capacidade tributária ativa (arrecadar e fiscalizar) para outra pessoa jurídica, que fica com o produto dessa arrecadação.

Assim, questiona-se qual seria a condição necessária para o exercício da parafiscalidade. Entendemos que é necessário que a pessoa jurídica delegatária da capacidade exerça uma atividade de interesse público, que em princípio deveria ser exercida pelo Estado, mas que sofreu delegação. Isto porque as entidades parafiscais atuam ao lado do Estado, paralelamente, como colaboradoras, por esse motivo a expressão “parafiscal”.

4.3.3

Federais, Estaduais e Municipais

Esta classificação, por óbvio, leva em consideração o ente federativo titular da competência tributária. Nesse sentido, temos os tributos federais, aqueles previstos no art.153 da CRFB, instituídos pela União; os estaduais e do Distrito Federal, os previstos no art. 155 da CRFB; e os municipais, os previstos no art. 156 da CRFB.

Ver todos os capítulos

Carregar mais