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Medium 9788520432686

6. Nado borboleta

Jim Montgomery, Mo Chambers Editora Manole PDF Criptografado

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Nado borboleta

Eu sabia que estava indo bem. Tinha certeza de que se mantivesse o ritmo eu chegaria lá.

–Misty Hyman, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 2000

R

itmo, fluidez e relaxamento são apenas alguns elementos de um nado borboleta eficiente. Nos Jogos Olímpicos de 2000, em Atenas, ao perceber que a favorita na luta pela medalha de ouro dos 200 metros borboleta vinha ao seu encalço, Misty Hyman não pensou em aumentar a impulsão ou o esforço muscular. Fixando a atenção no ritmo de suas braçadas, ela conseguiu se manter na dianteira, em uma das mais surpreendentes vitórias da história da natação olímpica. Um bom ritmo no nado borboleta permite que os nadadores se movimentem na água com mínima resistência, empregando sua força nas partes cruciais da braçada e, o que talvez seja mais importante, relaxando durante outras fases desta.

Este capítulo discute os seguintes elementos do nado borboleta: posicionamento corporal, pernada, respiração e o uso do core, ou centro do corpo, para obtenção de estabilidade e força. O batimento de pernas do borboleta, frequentemente chamado de golfinhada ou pernada de golfinho, além de ser divertido, é uma técnica excelente para fortalecimento do core. Uma vez que os atletas tenham adquirido desenvoltura com relação ao ritmo do core e à pernada, eles devem se concentrar no movimento dos braços, no ritmo e na sincronização da braçada completa.

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Medium 9788530990305

Capítulo XXXIV – Mora

Caio Mário da Silva PEREIRA Grupo Gen ePub Criptografado

Sumário

171. Conceito de mora. Do devedor e do credor. 172. Purgação e cessação da mora 173 Constituição em mora

Bibliografia

Clóvis Beviláqua, Obrigações, § 36; Ruggiero e Maroi, Istituzioni di Diritto Privato, II, § 131; Ludovico Barassi, Istituzioni di Diritto Civile, nº 282; Trabucchi, Istituzioni di Diritto Civile, nº 235; Serpa Lopes, Curso, II, nos 321 e segs.; Alfredo Colmo, Obligaciones, nos 90 e segs.; Lafaille, Obligaciones, I, nos 115 e segs.; Giorgio Giorgi, Obbligazioni, II, nos 42 e segs.; Orosimbo Nonato, Curso de Obrigações, 2ª parte, I, pág. 281; Agostinho Alvim, Da Inexecução das Obrigações, págs. 16 e segs.; De Page, Traité Élémentaire de Droit Civil, III, 2ª parte, nos 72 e segs.; Demogue, Obligations, IV, nos 103 e segs.; M. I. Carvalho de Mendonça, Doutrina e Prática das Obrigações, ed. atualizada por José de Aguiar Dias, I, nos 255 e segs.; Planiol, Ripert e Boulanger, Traité Élémentaire de Droit Civil, II, nos 1.512 e segs.; Vittorio Polacco, Obbligazioni, nos 120 e segs.; Von Tuhr, Obligaciones, II, §§ 71 e segs.; Karl Larenz, Obligaciones, I, §§ 22 e 24; Saleilles, Obligations, nos 28 e segs.; Henri Bovay, Essence de la Demeure; Salvat, Obligaciones, nos 85 e segs.; Gustavo Tepedino, Obrigações, págs. 457 e segs.; Arnoldo Wald, Obrigações e contratos, págs. 97 e segs.; Mário Júlio de Almeida Costa, Direito das Obrigações; Judith Martins-Costa, Comentários ao Novo Código Civil, vol V, t. I; Sílvio Rodrigues, Direito Civil, vol. 2; José Marcos Antunes Varela, Direito das Obrigações, vol. 2; Ruy Rosado de Aguiar Júnior, Extinção dos contratos por incumprimento do devedor

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Medium 9788527721486

Capítulo 20 - Doenças do Tecido Conjuntivo (Colagenoses) e Espondilite Anquilosante

Marcelo Buarque de Gusmão Funari Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

20

Doenças do Tecido Conjuntivo

(Colagenoses) e Espondilite

Anquilosante

Roberto Sasdelli Neto

1 Artrite reumatoide

1.1 Definição

1.2 Epidemiologia

1.3 Quadro clínico

1.4 Diagnóstico

1.5 Acometimento extra-articular pela AR

1.6 Achados de imagem no acometimento pleuropulmonar

1.7 Doença pleural

1.8 Doença pulmonar

1.8.1 Doença pulmonar intersticial na artrite reumatoide (AR-DPI)

1.8.2 Radiografia

1.8.3 Tomografia computadorizada

1.8.4 Acometimento das vias aéreas na AR

1.8.4.1 Bronquiolite obliterante (BO)/ constritiva

1.8.4.2 Bronquiolite folicular

1.8.4.3 Bronquiectasia

1.8.5 Nódulos reumatoides

1.8.6 Pneumoconiose reumatoide

1.8.6.1 Radiografia de tórax

1.8.6.2 Tomografia computadorizada de alta resolução

1.8.7 Doença fibrobolhosa apical

1.8.8 Envolvimento vascular

1.8.8.1 Vasculite pulmonar

1.8.9 Hipertensão arterial pulmonar

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Medium 9788547223809

7. Competência

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

mentos que levem à apuração das infrações penais e de sua autoria ou

(ii) prestando esclarecimentos que levem à localização dos bens, direitos ou valores objeto do crime antecedente, poderá ser contemplado com um dos seguintes benefícios legais: a pena poderá ser reduzida de um a dois terços e começará a ser cumprida em regime aberto, ou semiaberto, podendo o juiz deixar de aplicá-la (perdão judicial) ou substituí-la, a qualquer tempo, por pena restritiva de direitos. A delação pode ser rea­ lizada tanto na fase de inquérito policial quanto na fase processual, desde que até a sentença, pois é nesse momento que o delator será contemplado com o prêmio.

7. COMPETÊNCIA

O processo e julgamento dos crimes previstos na Lei n. 9.613/98 será de competência da Justiça Estadual. Importante destacar que independem do processo e julgamento das infrações penais antecedentes, ainda que praticados em outro país, o processo e julgamento dos crimes previstos na Lei n. 9.613/98, cabendo ao juiz competente para os crimes previstos nesta Lei a decisão sobre a unidade de processo e julgamento.

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Medium 9788547228453

Sumário

LUDOVICO, Nelson Editora Saraiva PDF Criptografado

Sumário

Capítulo 1 – Introdução ao comércio internacional.............................................. 1

1.1 Introdução........................................................................................................................................... 3

1.2 Idade Antiga....................................................................................................................................... 3

1.3 Idade Média........................................................................................................................................ 4

1.4 Idade Moderna.................................................................................................................................. 4

1.5 Idade Contemporânea.................................................................................................................... 4

1.6 Comércio internacional no Brasil................................................................................................ 5

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Medium 9788565848831

Capítulo 8 - Tecnologias de Informação e de Comunicação e os Recursos da Web na Biblioteca

Lizandra Brasil Estabel, Eliane Lourdes da Silva Moro Grupo A PDF Criptografado

Filipe Xerxeneski da Silveira

Kátia Soares Coutinho

capítulo 8

Tecnologias de Informação e de Comunicação e os recursos da web na biblioteca

Neste capítulo são apresentadas ferramentas que auxiliam o técnico em Biblioteconomia a buscar e a recuperar informações, bem como a compartilhar com os usuários os conhecimentos por meio da rede e de software de automação. De fato, cabe aos profissionais da informação o dever de orientar seus usuários na utilização das Tecnologias de Informação e de Comunicação e, sempre que possível, incentivar a cooperação e o compartilhamento de informações.

Objetivos deste capítulo

Distinguir as principais ferramentas das Tecnologias de Informação e de

Comunicação disponíveis na rede.

Identificar as fontes de informação disponíveis na web.

Estimular nos usuários da biblioteca a busca pela informação.

Um dos objetivos a serem alcançados por quem trabalha em uma biblioteca é o de buscar a interação entre a unidade de informação e os leitores por meio da apropriação e do uso das Tecnologias de Informação e de Comunicação (TICs).

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Medium 9788547220778

2 Discurso jurídico

BITTAR, Eduardo C. B. Editora Saraiva PDF Criptografado

2 Discurso jurídico

A linguagem jurídica se manifesta seja valendo-se dos elementos de uma linguagem verbal, seja valendo-se dos elementos de linguagens não verbais1. De qualquer forma, a linguagem verbal (língua natural) representa sempre a maior base de manifestação jurídica, sobretudo grafando-se por meio da escrita. A primazia da linguagem verbal com relação às não verbais, no campo do direito, é tão evidente quanto a primazia das linguagens não verbais para a maioria das práticas no campo das artes.

Na perspectiva teórica de Greimas, a linguagem jurídica, ainda que domínio técnico, constituiu-se primordialmente a partir da linguagem verbal

(natural), tendo dela se desgarrado pela formação de um espaço de sentido e de um espaço estrutural autônomos (uma gramática e um dicionário jurídicos)2.

A Semiótica Jurídica se debruça sobre as práticas jurídico-textuais. Nesse sentido se destaca o estudo dos modos pelos quais se alcança sentido na intersubjetividade, seja através de linguagens verbais, seja através de linguagens não verbais, como é o caso de um sujeito que manifesta sua vontade em uma assembleia, erguendo seu braço (gesto), a título de voto

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Medium 9788553604791

1. A FAMÍLIA COMO UNIDADE INTEGRANTE DO ESTADO

Sahid Maluf Editora Saraiva PDF Criptografado

LIX

O ESTADO E A FAMÍLIA

1. A família como unidade integrante do Estado.

2. Teoria grupalista cristã. 3. O primado da família na sociedade. 4. A família e o Estado brasileiro.

1. A FAMÍLIA COMO UNIDADE INTEGRANTE DO ESTADO

A família é o grupo fundamental da sociedade civil; o grupo humano natural, destinado a conservar o indivíduo e a espécie, como doutrinou

Santo Tomás de Aquino. É o “asilo bendito em que a personalidade humana se desenvolve ao sopro da ternura e da afeição”, no dizer de Kurth. É uma instituição de direito natural, anterior ao Estado e à própria sociedade civil, como sustenta o pensamento sociológico desde os tempos de Aristóteles.

O liberalismo político, essencialmente humanista, partiu desta concepção de direito natural, afirmando Rousseau que a família é o “primeiro modelo das organizações políticas”. Entretanto, o Estado liberal estruturou-se em base individualista sem levar na devida consideração os grupos naturais que compõem a sociedade civil. Positivados os seus erros fundamentais, duas correntes de protestos se levantaram — uma em nome dos direitos da sociedade, e outra em nome dos direitos dos grupos naturais que representam as unidade básicas do Estado. O primeiro expoente desta reação grupalista foi Frederic Le Play (1806-1882), que patrocinou a reforma social, baseando a sua doutrina, principalmente, nos preceitos referentes a família, constantes do Decálogo.

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Medium 9788584291731

Capítulo 8 - Programação de jogos com o Fazgame: uma estratégia pedagógica para formação dos jovens do século XXI

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Carla Zeltzer, Esteban Clua, Antonio Flavio Oliveira Ramos, Marcio Turini, Patricia M. F. Coelho

Um mundo com novos problemas requer novas soluções. Para criá-las, será preciso pesquisar, criar hipóteses, testar, errar, aprender com os erros e repetir o ciclo, em um aprimoramento constante. Logo, a educação precisa de espaços onde o erro faça parte do aprendizado, onde os problemas gerem inquietações que estimulem a criatividade e novas ideias, testadas por meio da realização de projetos práticos. Nesse novo modelo de educação, o aluno torna-se autor, proativo, motivado e interessado por conhecimentos específicos.

A incorporação de tecnologias digitais na aprendizagem permite a exploração de novas linguagens, o que, por sua vez, amplia as possibilidades de integrar o desenvolvimento de competências cognitivas e não cognitivas. Consideramos o uso de games digitais como um relevante recurso pedagógico, pois, ao propor elementos de interatividade e apoio a processos cognitivos diversificados, permite o desenvolvimento de habilidades ligadas a ambos os aspectos.

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Medium 9788540701182

Capítulo 13 - Redes de suprimentos: gerenciando, organizando e capitalizando com as redes globais de fornecedores

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Redes de suprimentos: gerenciando, organizando e capitalizando com as redes globais de fornecedores

Serguei Netessine

 Resumo

Na medida em que as cadeias de suprimentos passaram das fábricas verticalmente integradas a redes difusas, os fabricantes têm agora de gerenciar complexas redes de suprimentos globais. Neste capítulo, Serguei Netessine examina as redes de suprimentos de dois setores em particular: o automotivo e o aeroespacial e de defesa. Explora como diferentes estratégias e tecnologias ajudaram as empresas a gerenciar, organizar e capitalizar com suas redes de fornecedores. Discute como as montadoras japonesas utilizaram-se de parcerias para superar seus rivais norte-americanos, que adotaram uma abordagem mais adversarial em sua relação com os fornecedores. Considera ainda como empresas como a Airbus e a Boeing serviram-se da tecnologia para coordenar e integrar redes extensas. Enquanto observa que o estudo formal das cadeias de suprimentos baseadas em rede recém começa a surgir,

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Medium 9788547231729

2. Princípios

GODOY, Mario Editora Saraiva PDF Criptografado

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Tatiana Marcello

presença de assuntos a partir desse artigo. Mas esses são apenas dados estatísticos, importantes para saber o que deve ser estudado com maior dedicação, o que não dispensa o estudo completo da disciplina.

O Direito do Consumidor está regulado, principalmente, pelo Código de Defesa do

Consumidor, Lei n. 8.078/90, cujas normas são de interesse social e de ordem pública, criado em conformidade com as disposições constitucionais do art. 5o, XXXII (o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor), arts. 170, V, e 48 da ADCT. Por se tratarem de normas de ordem pública, têm aplicação obrigatória, não podendo ser derrogadas pelas partes.

O CDC é uma legislação especial, contendo regras de direito material e processual, cujo regime jurídico é aplicável sempre que se tratar de relação de consumo. Portanto, nos casos trazidos nas questões, sendo relação de consumo e havendo regra especial sobre o assunto, esta deve ser aplicada.

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Medium 9788577807970

Capítulo 4 - Posicionamento do Projeto de Processos

Nigel Slack, Stuart Chambers, Robert Johnston, Alan Betts Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

POSICIONAMENTO DO PROJETO

DE PROCESSOS

Os processos estão em todo lugar. Eles são os alicerces de todas as operações e os projetos de processos afetam o desempenho de toda a operação e, eventualmente, a contribuição que ela dá para a sua rede de suprimentos. Ninguém, em qualquer função ou parte da empresa, pode contribuir totalmente para a competitividade se os processos nos quais ele trabalha são mal projetados. Não é surpresa, então, que o projeto de processos tenha se tornado um tópico tão popular nas revistas de gerenciamento e entre os consultores.

Este capítulo é o primeiro de dois que examinam os projetos de processos. Este primeiro está relacionado principalmente com a maneira como os processos e os seus recursos devem refletir suas necessidades de variedade e volume (veja Figura

4.1). O próximo capítulo examina os aspectos mais analíticos e detalhados da análise do processo.

Capítulo 3

Projeto da rede de suprimentos

Abordado neste capítulo

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Medium 9788547221423

15.3. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

CAPARROZ, Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Tributos Estaduais e Municipais

701

c) poderão ser reduzidas e restabelecidas, não se lhes aplicando o disposto no art. 150, III, b.

§ 5º As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4º, inclusive as relativas

à apuração e à destinação do imposto, serão estabelecidas mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do § 2º, XII, g.

STJ — Súmula 391

O ICMS incide sobre o valor da tarifa de energia elétrica correspondente à demanda de potência efetivamente utilizada.

STJ — Súmula 395

O ICMS incide sobre o valor da venda a prazo constante da nota fiscal.

STJ — Súmula 431

É ilegal a cobrança de ICMS com base no valor da mercadoria submetido ao regime de pauta fiscal.

STJ — Súmula 457

Os descontos incondicionais nas operações mercantis não se incluem na base de cálculo do ICMS.

JJ 15.3. 

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um dos tributos mais simples do sistema brasileiro, e a competência para sua instituição pertence aos Estados e ao Distrito Federal.

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Medium 9788530987589

Capítulo 3 – Direitos Fundamentais e Princípios de Direito de Família

Rolf MADALENO Grupo Gen ePub Criptografado

Promulgados novos princípios destinados a promover a releitura de um Direito de Família outrora engessado e hierarquizado, têm-se por revogados todos os dispositivos ainda insertos na legislação ordinária e em especial no vigente Código Civil brasileiro, que ainda contemplem, teimosamente, uma relação de privilégio ou, no caminho inverso, de discriminação e, lamentavelmente, o Código Civil de 2002 ainda carrega várias passagens de evidente e inadmissíveis privilégios para o casamento em detrimento da união estável, muito embora o Supremo Tribunal Federal tenha aproximado os efeitos jurídicos do casamento e da união estável ao julgar a repercussão geral dos REs 878.694 e 646.721, que considerou inconstitucional a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros prevista no artigo 1.790 do Código Civil, devendo ser aplicado a ambos o regime do artigo 1.829 do Código Civil.

Vive a família de hoje um processo de emancipação de seus componentes, todos disputando espaços próprios de crescimento e de realização de suas personalidades, convertendo--se para o futuro em pessoas socialmente úteis, em qualquer idade, pois ninguém mais deseja e ninguém mais pode ficar confinado à mesa familiar, e ninguém mais pode ser alijado por diferença de sexo, raça ou idade da convivência social.

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Medium 9788530987572

Capítulo II – O Conceito de Tributo

Sacha Calmon Navarro COÊLHO Grupo Gen ePub Criptografado

2.1. A necessidade de o Estado cobrar tributos. 2.2. O conceito jurídico de tributo. 2.3. O tributo no quadro de receitas do Estado. 2.4. A expansividade do conceito de tributo no Direito brasileiro. 2.5. O tributo como norma jurídica. 2.6. A importância do aspecto pessoal na hipótese de incidência tributária. 2.7. A complexidade das fórmulas de cálculo do tributo devido. 2.8. Os equívocos da doutrina tradicional na consideração do fato gerador dos tributos. 2.9. A estática e a dinâmica da norma tributária – A fenomenologia da incidência da norma tributária. 2.10. O conceito de tributo no Direito brasileiro, sua excelência dogmática. 2.11. O tributo como obrigação.

Em patamar anterior ao lógico-jurídico, sobre o qual discorreremos, Hugo de Brito Machado1 explica a necessidade do tributo. Confira-se:

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