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Medium 9788582715802

Capítulo 36. A perda de peso e a mudança nos relacionamentos afetivos

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

É de conhecimento geral o impacto da obesidade em todo o mundo. Considerada uma epidemia global, afeta uma em cada dez pessoas. No Brasil, a obesidade chega a 53,9% da população em geral, levando-se em conta crianças e adultos. Entre os adultos, pouco mais de 50% já são obesos.1, 2

Ao criar desdobramentos em praticamente todas as esferas de nossa existência, a obesidade interfere nas relações sociais, impacta a economia e se faz notar de maneira expressiva em nossa saúde e em nosso bem-estar mais imediato.3 De todas as tentativas de controle, a cirurgia bariátrica tem sido uma das opções mais discutidas quando o assunto é o alto índice de massa corporal (IMC).4

Para saber seu IMC, divida seu peso pela sua altura, depois divida o resultado novamente pela altura. Se o resultado estiver entre 18,5 e 24,9, seu IMC está dentro da normalidade. IMC ≥ 25 indica sobrepeso; ≥ 30 indica obesidade. Com um IMC ≥ 35, você pode ser um candidato para cirurgia bariátrica, caso tenha diabetes; com um resultado ≥ 40, porém, a cirurgia seria recomendada mesmo sem nenhuma doença.

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Medium 9788584291588

Capítulo 9. Tendências tecnolicas e educacionais em sistemas de recomendação

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS

E EDUCACIONAIS EM SISTEMAS

DE RECOMENDAÇÃO

Anna Helena Silveira Sonego | Tássia Priscila Fagundes Grande

Patricia Alejandra Behar | Sílvio César Cazella

Os sistemas de recomendação (SRs) constituem-se em soluções com ampla aplicação em diferentes domínios, entre eles o educacional. Esta obra apontou algumas iniciativas, o que pode provocar muitas indagações e expectativas sobre seu uso na educação.

Desse modo, este capítulo tem o intuito de abordar as tendências na utilização de SRs, tanto no âmbito educacional quanto em outros meios. Para isso, foram realizadas pesquisas nacionais e internacionais. As reflexões apresentadas se baseiam na experiência e nos cenários de estudos consolidados na área. Dessa forma, o conteúdo referido busca ser o mais abrangente possível, porém, outros prováveis tópicos de igual importância para a

área de SRs podem não ter sido elencados.

A partir de um levantamento,1 em diferentes bases de busca internacionais, sobre os temas “Recommender Systems” e “Educational Recom1

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Medium 9788521623496

Capítulo 13 - Hidráulica dos Sistemas de Esgoto

Nazih K. Shammas, Lawrence K. Wang Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

13

Hidráulica dos Sistemas de Esgoto

13.1

NATUREZA DO ESCOAMENTO

Hidraulicamente, a coleta de águas servidas é diferente da distribuição de água no que se refere aos três princípios básicos a seguir: (a) Os esgotos, embora consistam majoritariamente em tubulações circulares, normalmente escoam apenas parcialmente cheios e, portanto, como canais abertos; (b) os escoamentos afluentes quase sempre são instáveis e muitas vezes não uniformes; e (c) geralmente os esgotos são obrigados a transportar cargas substanciais de substâncias flutuantes, suspensas e solúveis, com pouca ou nenhuma deposição, e sem erosão das superfícies do canal. Para satisfazer o terceiro requisito, as velocidades dos esgotos têm de ser autolimpantes, ainda que não destrutivas.

Como mostramos no capítulo anterior, o período de projeto dos coletores principais, dos interceptores e das desembocaduras pode ser de até 50 anos devido à inconveniência e o custo de aumentar ou substituir estruturas hidráulicas desta natureza nas cidades densamente povoadas. O dimensionamento dos condutos necessários pode se tornar complicado se tiverem que ser autolimpantes do início ao fim do período de projeto. Embora os sistemas de distribuição de água também tenham de satisfazer as mudanças nos requisitos de capacidade, seu equilíbrio hidráulico é menos delicado; a água deve transportar apenas a si própria, digamos assim. Acontece que as velocidades do escoamento nos sistemas de distribuição de água são mais fortemente importantes economicamente do que funcionalmente e pode-se admitir a sua variabilidade ao longo de uma ampla variedade de grandezas sem afetar acentuadamente o desempenho do sistema. Por outro lado, o desempenho dos sistemas de águas servidas é condicionado, com mais ou menos rigidez, a gradientes hidráulicos inflexíveis e, então, se torna importante tanto funcionalmente quanto economicamente.

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Medium 9788582605004

Volume III - Capítulo 16. A Dependência das Amplitudes com a Posição

Richard Feynman; Robert Leighton; Matthew Sands Grupo A PDF Criptografado

16

A Dependência das Amplitudes com a Posição

16–1  Amplitudes em uma linha

Vamos agora discutir como as amplitudes de probabilidade da mecânica quântica variam no espaço. Em capítulos anteriores, você pode ter tido a sensação pouco confortável de que algumas coisas estavam sendo deixadas de lado. Por exemplo, quando falávamos sobre a molécula de amônia, decidimos descrevê-la em termos de dois estados de base. Para um dos estados de base, escolhemos a situação na qual o átomo de nitrogênio estava “acima” do plano dos três átomos de hidrogênio, e para o outro estado de base escolhemos a condição na qual o átomo de nitrogênio estava “abaixo” do plano dos três átomos de hidrogênio. Por que escolhemos somente esses dois estados? Por que o átomo de nitrogênio não poderia estar a 2 angstroms acima do plano dos três átomos de hidrogênio, a 3 angstroms ou a 4 angstroms acima do plano? Certamente, há muitas posições que o átomo de nitrogênio pode ocupar. Novamente quando falamos sobre o íon de hidrogênio molecular, no qual há um elétron compartilhado por dois prótons, imaginamos dois estados de base: um para o elétron na vizinhança do próton número um e outro para o elétron na vizinhança do próton número dois. Claramente, estamos omitindo muitos detalhes. O elétron não está exatamente no próton número dois, mas está somente na vizinhança. Pode estar em algum lugar acima do próton, em algum lugar abaixo do próton, em algum lugar para a esquerda do próton ou em algum lugar para a direita do próton.

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Medium 9788586804885

Capítulo 18 - Redes de Circuitos Virtuais: Frame Relay e ATM

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Redes de Circuitos Virtuais:

Frame Relay e ATM

No Capítulo 8, tratamos das técnicas de comutação. Dissemos que existem três tipos: comutação de circuitos, comutação de pacotes e comutação de mensagens. Também mencionamos que a comutação de pacotes pode usar duas metodologias: a de circuitos virtuais e a de datagramas.

Neste capítulo, mostraremos como os circuitos virtuais podem ser usados nas redes de longa distância. Duas tecnologias WAN comuns usam a comutação de circuitos virtuais. Frame Relay

é um protocolo de velocidade relativamente alta capaz de oferecer serviços não disponíveis de outras tecnologias WAN, como DSL, TV a cabo e linhas T. O ATM, como protocolo de alta velocidade, pode ser a supervia de comunicação ao empregar portadores de camada física como o SONET.

Em primeiro lugar, discutiremos o Frame Relay. Em seguida, trataremos do ATM em mais detalhes. Finalmente, mostraremos como a tecnologia ATM, que foi concebida originalmente como tecnologia WAN, também pode ser usada em LAN e LANs ATM.

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Medium 9788520439753

13. Hipertrofia (H)

BOMPA, Tudor O.; DI PASQUALE, Mauro; CORNACCHIA, Lorenzo J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Hipertrofia (H)

O modelo de periodização tradicional no Capítulo 2 (consultar a Fig. 2.1) exige duas fases de hipertrofia de seis semanas (H1 e H2) para fornecer tempo suficiente para atender as necessidades individuais para melhorar o tamanho e a qualidade do músculo. Entre essas duas fases de H, recomendamos uma fase de transição de uma semana, durante a qual o volume e a intensidade de treinamento são reduzidos de forma significativa. Essa semana de treino de baixa intensidade ajuda a remover a fadiga acumulada durante a primeira fase de H e dá ao corpo a oportunidade de repor totalmente a energia armazenada antes de iniciar a próxima fase de H. Fases curtas de transição semelhantes são prescritas entre todas as fases de treinamento do modelo básico de periodização.

As seguintes características descrevem o escopo de treinamento de H:

• Aumenta o tamanho muscular para o nível desejado esgotando constantemente a reserva de ATP-CP.

• Melhora a qualidade de todos os grupos musculares do corpo.

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Medium 9788530970338

PARTE III – Capítulo XI – Teoria geral dos recursos

Guilherme Sacomano Nasser, Nathaly Campitelli Roque Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XI

Teoria geral dos recursos

1. Recursos. É o remédio voluntário idôneo a ensejar, dentro de um mesmo processo, a reforma, a invalidação, o esclarecimento ou a integração da decisão judicial que se impugna (BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Comentários ao

Código de Processo Civil, vol. V, 13. ed., Forense, p. 233);

2. Objeto dos Recursos. É proporcionar o reexame de decisões interlocutórias e sentenças. Os despachos são irrecorríveis (art. 1.001, CPC), assim como os atos meramente ordinatórios (art. 203, § 4.º, CPC).

3. Algumas Classificações dos Recursos.

Quanto à categoria.

Quanto à fundamentação.

Âmbito (art. 1.002, CPC).

Ordinário (recursos comuns).

Fundamentação livre (pode ser adotado qualquer fundamento).

Parcial (impugna-se parte do julgado).

Extraordinário (cabíveis apenas em determinadas situações).

Vinculado (os fundamentos são estabelecidos em lei, taxativamente).

Total (impugna-se totalmente a decisão).

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Medium 9788547233235

6. CITAÇÃO E INTIMAÇÕES

MESSA, Ana Flávia Editora Saraiva PDF Criptografado

POLÍCIA FEDERAL - DELEGADO E AGENTE

186

O direito regressivo será exercido por ação autônoma quando a denunciação da lide for indeferida, deixar de ser promovida ou não for permitida.

Admite-se uma única denunciação sucessiva, promovida pelo denunciado, contra seu antecessor imediato na cadeia dominial ou quem seja responsável por indenizá-lo, não podendo o denunciado sucessivo promover nova denunciação, hipótese em que eventual direito de regresso será exercido por ação autônoma.

A intenção da denunciação é liquidar na mesma sentença eventual direito que o denunciante tem contra o denunciado.

A denunciação pode ser feita tanto pelo autor quanto pelo réu. A citação do denunciado será requerida na petição inicial, se o denunciante for autor, ou na contestação, se o denunciante for réu.

Feita a denunciação pelo autor, o denunciado poderá assumir a posição de litisconsorte do denunciante e acrescentar novos argumentos à petição inicial, procedendo-se em seguida à citação do réu.

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Medium 9788597019124

7 - Tipos de sociedades contratuais

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF Criptografado

7

TIPOS DE SOCIEDADES CONTRATUAIS

1

Sociedade simples

Como já visto, as sociedades podem ser simples ou empresárias, podendo assumir a forma de (1) sociedade em nome coletivo, (2) sociedade em comandita simples ou

(3) sociedade limitada. Não é, portanto, o tipo societário, mas a estrutura da atividade exercida que define a natureza da sociedade, seu registro (cartório ou junta comercial) e seu regime jurídico. No entanto, artigo 983 do Código Civil, quando afirma que a sociedade simples pode ser constituída por qualquer daquelas formas, deixa como alternativa a subordinação “às normas que lhe são próprias”, o que nos leva a concluir haver uma sociedade simples comum (ou sociedade simples em sentido estrito), tipo societário que se estrutura seguindo as regras dos artigos 997 a 1.038 do Código Civil, que já foram estudadas neste livro.

A sociedade simples em sentido estrito surge a partir da inscrição do respectivo contrato (instrumento particular ou público) no Registro Civil das Pessoas Jurídicas do local de sua sede. Se for instituído estabelecimento secundário (filial, sucursal ou agência), deverá haver averbação no Registro Público das Pessoas Jurídicas; se constituída na circunscrição de outro Registro Público, para além daquela averbação, se fará necessária inscrevê-la no Cartório daquela região, fazendo-se acompanhar da prova da inscrição originária. A sociedade simples comum é constituída sob a lógica do reconhecimento e aceitação mútua dos sócios (intuitu personae), ressaltando uma maior pessoalidade na afinidade societária (affectio societatis). Isso conduz a uma interpretação ainda mais radical do artigo 1.002 do Código Civil, vedando ao sócio fazer-se substituir no exercício das funções, a não ser que haja consentimento dos demais sócios, isto é, da unanimidade do capital social, salvo estipulação contratual em contrário. Não se esqueça, por fim, que a sociedade simples não está sujeita à falência, mas à insolvência civil, regulada pelos

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Medium 9788536702247

Capítulo 16 - Evidências Científicas e Indicações Clínicas dos Lasers de Alta e Baixa Potência em Dentística Restauradora

Carlos Pereira, José Grupo A PDF Criptografado

16

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS e INDICAÇÕES CLÍNICAS DOS LASERS

DE ALTA E BAIXA POTÊNCIA EM

DENTÍSTICA RESTAURADORA

Carlos de Paula Eduardo

Ana Cecilia Correa Aranha

Patricia Moreira de Freitas

Karen Muller Ramalho

Marina Stella Bello-Silva

ooINTRODUÇÃO

O Laser em Odontologia

Paralelamente ao desenvolvimento dos materiais odontológicos, os conceitos de intervenção minimamente invasiva têm revolucionado a Odontologia Restauradora, não somente por meio da promoção da saúde, mas também pela abordagem do tratamento de cárie com novas técnicas que garantem a remoção seletiva do tecido comprometido, com preservação da estrutura dental saudável. Nesse contexto, o efeito biomodulador dos lasers de baixa potência e a ablação seletiva dos tecidos dentais duros com lasers de alta potência vêm atraindo diversos pesquisadores, por se tratar de procedimentos seguros, que proporcionam um tratamento confortável aos pacientes, bem como importantes resultados clínicos.

A biofotônica, uma área de inovação tecnológica que vem sendo crescentemente associada à Dentística restauradora, tem sua utilização baseada nas diversas indicações dos lasers e LEDs, tanto como coadjuvantes na promoção da saúde quanto como agentes na intervenção minimamente invasiva. Essas aplicações incluem não somente a remoção seletiva de tecido cariado, como também a prevenção de cárie, o controle da inflamação e da dor e a redução microbiana, por meio da terapia fotodinâmica.

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Medium 9788553611331

9.3. PRINCÍPIOS DOS RECURSOS

ROMAR, Carla Teresa Martins Editora Saraiva PDF Criptografado

312 Direito Processual do Trabalho Esquematizado®

Carla Teresa Martins Romar

entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.

JJ

Nessas hipóteses os limites são qualitativos, e referem-se à consonância da sentença com orientação jurisprudencial ou administrativa assente.

A Súmula 303, III, do Tribunal Superior do Trabalho também prevê que, em ação rescisória, a decisão proferida pelo Tribunal Regional do Trabalho está sujeita ao duplo grau de jurisdição obrigatório quando desfavorável ao ente público, exceto nas hipóteses previstas nos itens I e II da Súmula.

Existem ainda outras hipóteses de cabimento da remessa necessária que estão previstas em legislação extravagante. É o que se dá, por exemplo, com as sentenças concessivas de mandado de segurança (art. 14, § 1º, da Lei n.

12.016/2009), sendo que, em relação a essa situação, o Tribunal Superior do Trabalho definiu entendimento no sentido de que somente cabe reexame necessário se, na relação processual, figurar pessoa jurídica de direito público como parte prejudicada pela concessão da ordem. Tal situação não ocorre na hipótese de figurar no feito como impetrante e terceiro interessado pessoa de direito privado, ressalvada a hipótese de matéria administrativa (Súm. 303, IV, TST).

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Medium 9788527726207

Capítulo 14 - Doenças Cardiovasculares Comuns

FONTAINE, Dorrie K.; MORTON, Patricia Gonce Grupo Gen PDF Criptografado

Ca p ít u l o

Doenças Cardiovasculares

Comuns

14

Objetivos

Com base no conteú­do deste capítulo, o leitor deve ser capaz de:

• Descrever a fisiopatologia, a avaliação e o tratamento das síndromes coronarianas agudas nos clientes em estado crítico

• Descrever a fisiopatologia, a avaliação e o tratamento da insuficiên­cia cardía­ca no cliente em estado crítico

• Descrever a avaliação e o tratamento da crise hipertensiva

• Descrever a avaliação e o tratamento do aneurisma da aorta e da dissecção aó­r tica

• Descrever a avaliação e o tratamento da cardiomiopatia no cliente em estado crítico

• Descrever a fisiopatologia, a avaliação e o tratamento da doen­ça valvar

• Descrever a fisiopatologia, a avaliação e o tratamento dos distúrbios cardía­cos infecciosos e inflamatórios.

Síndromes coronarianas agudas

As síndromes coronarianas agudas incluem o infarto agudo do miocárdio e a angina instável (ou seja, dor ou desconforto no tórax que geralmente ocorre em repouso). A causa mais comum de redução da oferta de oxigênio que precipita a síndrome coronariana aguda

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Medium 9788530979119

Capítulo XCIX – A decadência no direito tributário

RIZZARDO, Arnaldo; RIZZARDO FILHO, Arnaldo; RIZZARDO, Carine Ardissone Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XCIX

A DECADÊNCIA NO DIREITO

TRIBUTÁRIO

1. CONCEITO DE DECADÊNCIA TRIBUTÁRIA

Para participar da vida social, pagam-se tributos. Faz-se isso ao morar, ao estudar, ao trabalhar, ao divertir-se, e especialmente ao ganhar dinheiro pelas mais diversas formas. Enfim, sempre um tributo incide, e esse é o maior ônus patrimonial que a organização em sociedade impõe. Quem tem legitimidade para impor esse ônus é o

Estado, que decorre de sua função política e constitucional. Inobstante os diversos significados que encerra a expressão “poder”, aqui será tratada no sentido de competência. Portanto, o Estado tem a competência para impor o ônus tributário, exercendo essa competência formalmente, e em um determinado período, sempre em nome da necessária estabilização jurídica que o indivíduo necessita ter na própria vida civil, ou, em uma visão mais contemporânea, para a própria dignidade. É o que se denomina segurança jurídica. Em última instância, refere-se à liberdade do ser humano.

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Medium 9788502635616

Nota da Autora — O DireitoDigital Internacional

PECK, Patricia Editora Saraiva PDF Criptografado

Nota da Autora — O Direito

Digital Internacional

Desde o início dos anos 2000 o estudo do Direito Digital vem crescendo e se expandindo e agora alcançou maior relevância internacional.

Todo profissional do Direito deve dedicar especial atenção à necessidade de se atualizar sobre os novos temas trazidos por este Direito Digital mais globalizado.

Desde a última edição, o Brasil avançou no enfrentamento e debate de algumas questões polêmicas que envolvem a harmonização de conflitos de interesse da Sociedade Digital, tais como privacidade, liberdade de expressão, inclusão digital, segurança de informação, proteção de dados pessoais, neutralidade da rede, guarda de provas eletrônicas, combate a espionagem eletrônica entre os países, dentre outros.

Com isso, surgiu recentemente em nosso Ordenamento Jurídico uma nova lei, chamada de Marco Civil da Internet, que inaugura uma tendência mundial de não apenas atualizar as leis existentes sobre as novas questões trazidas pelos avanços tecnológicos e seus impactos nas relações humanas, mas também criar um arcabouço legal de abrangência mais internacional, para que as regras sejam de fato eficazes. E esta nova dimensão do próprio Direito Digital, que está sendo construído em leis nacionais mas também por meio de Acordos, Convenções e Tratados Internacionais, denomina-se Digital Rights. Ou seja, quais valores todos os ordenamentos jurídicos deveriam resguardar para garantir a proteção do indivíduo nesta Sociedade Digital.

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Medium 9788530980702

Capítulo III – Classificação das Obrigações

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF Criptografado

III

Classificação das Obrigações

3.1. CLASSIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO

Classificar as obrigações significa separá-las, conseguindo-se uma melhor compreensão das mesmas, distinguindo-as e valorando-as segundo a importância dos fatos que as geram. A classificação mostra-se necessária para facilitar o próprio estudo programatizado ou a compreensão de qualquer ciência, levando à aplicação prática no ponto que se procura entender e utilizar. Quaisquer ciências apresentam a classificação, com o que se destaca a parte que se revela útil a um assunto ou problema, não sendo possível estender todo um ramo do conhecimento a aspectos particularizados ou concretos. Já dizia Serpa Lopes que “a classificação é um movimento básico para toda e qualquer ciência, inclusive o direito, e as suas consequências práticas são de valor evidente. Em lógica, a divisão é a necessária ordenadora das coisas”.1

Não se pode estabelecer um critério definitivo para a classificação, diante da constante mutação ou evolução do direito. Na medida em que novas situações de vida surgem, variam os compromissos, e isto sobretudo em se tratando de obrigações. Sobretudo as relações comerciais se alteram, se inovam, se aprimoram e se especificam não apenas em vista dos mecanismos que constantemente se introduzem nas atividades, mas especialmente porque a ciência avança para campos antes inexistentes, exigindo o respeito e o cumprimento de direitos antes não questionados, como no caso da informática, que impõe a reserva dos direitos de programas aos inventores ou criadores. Diferentemente, este panorama ocorre no direito das coisas, onde se delimitam e se especificam as obrigações, porquanto é difícil a introdução de novos direitos reais.

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