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Medium 9788582715512

Capítulo 4. A Festa de Babette, de Karen Blixen

Táki Athanássios Cordás; Daniel Martins de Barros ; Michele de Oliveira Gonzalez Grupo A PDF Criptografado

4

A FESTA DE BABETTE

DE

KAREN BLIXEN

Adriana Trejger Kachani

Ó gula, cheia de maldição

Causa da nossa primeira ruína

Ó raiz da danação

Chaucer

Karen Blixen nasceu na Dinamarca em 1885. Foi criada sozinha pela mãe, juntamente com seus quatro irmãos, após o suicídio do pai, um militar atormentado por não resistir ao estigma de sofrer de sífilis. Estudou em prestigiadas escolas suíças e casou-se, em 1914, com um primo distante, o barão Bror von Blixen-Finecke. Juntos, iniciaram uma fazenda de plantação de café no Quênia. Bror era mulherengo e passava longos períodos afastado de casa, em safaris e campanhas militares. Em 1915, Karen contraiu sífilis, provavelmente de Bror, embora alguns estudiosos acreditem que tenha herdado a doença do pai. Após divorciar-se em 1921, continuou administrando sozinha a propriedade.

Em 1926, apaixonou-se por Denys Finch Hatton, um piloto do exército britânico, com quem viveu, até 1931, uma relação intensa. Karen engravidou duas vezes de Denys, mas abortou os bebês provavelmente em consequência de sua saúde frágil. A morte de Finch em um acidente de avião e a quebra do mercado de café forçaram sua volta à Dinamarca.

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Medium 9788520434628

Mucocele Salivar

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

932

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Mucocele Salivar

∘ Traumatismo rombo na cabeça e no pescoço

(coleiras asfixiantes).

∘ Ferimento por mordedura.

∘ Corpo estranho penetrante.

∘ Cirurgia do canal auricular, transposição do ducto parotídeo.

∘ Sialólitos.

∘ Dirofilariose.

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Mucoceles salivares são cavidades não revestidas por epitélio e preenchidas com saliva que extravasou de uma glândula ou ducto salivares lesados; tais mucoceles são circundadas por tecido de granulação que se forma secundariamente à inflamação provocada pela saliva livre.

• Existem quatro pares principais de glândulas salivares: parótidas, mandibulares, sublinguais e zigomáticas. Glândulas salivares bucais menores estão localizadas no palato mole, nos lábios, na língua e nas bochechas.

• Os tipos de mucocele estão relacionados na

Tabela 1. O tipo mais comum ocorre com a ruptura do ducto sublingual.

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Medium 9788553603121

5. Tipo subjetivo: adequação típica

Cézar Roberto Bitencourt Editora Saraiva PDF Criptografado

Embora pareça que o legislador tratou as duas condutas como sinônimas, na verdade elas não se confundem: a profanação é independente da violação — quem viola profana, mas nem sempre quem profana viola.

Não é necessário, para a configuração dessa infração penal, que os restos mortais

(cadáver, ossos ou cinzas) sejam removidos da sepultura ou da urna mortuária.

O vocábulo “sepultura” deve ser compreendido em sentido amplo, para abran­ ger não apenas o local — cova ou urna — onde se deixam os restos mortais, mas tudo o que integra esses locais, como seus acessórios naturais, tais como “o túmulo, isto é, a construção acima da cova, a lápide, os ornamentos estáveis, as inscrições.

A lei não distingue entre a vala comum e o mausoléu”7. À sepultura pertencem, com efeito, todos os objetos e ornamentos que a ela se ligam permanentemente, não es­ tando incluídas, porém, as coroas e flores.

Para a configuração do crime é necessário que haja restos humanos na sepultura ou urna.

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Medium 9788530981464

Capítulo 1 – Evolução das Teorias Administrativas

RENNÓ, Rodrigo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Evolução das Teorias Administrativas

1.1. A administração científica

O estudo da Administração como uma ciência começou com as grandes mudanças trazidas pela Revolução Industrial e com a crescente urbanização da sociedade moderna.

Antigamente, o processo produtivo era dominado por pequenas oficinas, em que o próprio dono observava pessoalmente a produção. Com o crescimento das cidades e a melhoria dos transportes e da comunicação, esse contexto mudou.

O cenário de uma oficina produzindo para uma comunidade local saiu de “cena” e entrou a grande indústria, com milhares de empregados, fornecendo seus bens para diversos países e até continentes.

Portanto, o mercado de trabalho e as condições de produção mudaram tremendamente. A introdução da máquina a vapor e, posteriormente, do motor à combustão levou ao processo produtivo conhecido como “produção em massa”. Com esse novo processo, a produtividade cresceu.

No entanto, existia um problema: os trabalhadores eram pouco capacitados. Em sua grande maioria, eram camponeses que tinham largado a vida no interior para buscar trabalho nas cidades. Muitos eram analfabetos. O trabalho era desgastante, braçal, e os desperdícios eram grandes, com pouca eficiência (CHIAVENATO, 2009).

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Medium 9788547223519

26.4. FÓRMULA PRÉVIA DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

26

Plano de Recuperação Judicial para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

JJ 26.3. CREDORES

1153

SUBORDINADOS

A recuperação judicial especial alcançará todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos, excetuados os decorrentes de repasse de recursos oficiais, os fiscais e os previstos nos §§ 3º e 4º do art. 49, da Lei n. 11.101/2005. Entre eles, contudo, não serão atingidos: os créditos decorrentes de repasses de recursos oficiais; os saldos devedores de contratos de alienação fiduciária em garantia, compra e venda com reserva de domínio e arrendamento mercantil (leasing); e

JJ os créditos decorrentes do contrato de adiantamento de câmbio.

JJ

JJ

A identificação dos credores atingidos pela recuperação judicial especial encontra-se no art. 71, inc. I, da Lei n. 11.101/2005, com a redação dada pela Lei Complementar n. 147/2014, nos seguintes termos: “o plano especial de recuperação judicial será apresentado no prazo previsto no art. 53, desta Lei e limitar-se-á às seguintes condições: I — abrangerá todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos, excetuados os decorrentes de repasse de recursos oficiais, os fiscais e os previstos nos §§ 3º e 4º do art. 49, desta Lei”.

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Medium 9788547227791

3. Quadro ilustrativo das competências constitucionais ambientais

TRENNEPOHL, Terence Dorneles Editora Saraiva PDF Criptografado

Ao um só tempo fixou, nos arts. 7º, 8º, 9º e 10, as ações administrativas dos entes federados para o licenciamento, a autorização de supressão de vegetação, para o exercício do controle das atividades pesqueiras e que envolvem a fauna silvestre e demais atividades sujeitas ao controlo do Poder Público,

No que se refere à fiscalização, a Lei Complementar n. 140/11 estabeleceu a competência do órgão responsável pelo licenciamento ou pela autorização da atividade para lavrar auto de infração em caso de descumprimento das normas (art.

17). No entanto, ressalvou, no § 2º, a capacidade de adoção de medidas imediatas para evitar, fazer cessar ou mitigar degradação ambiental e, no § 3º, devolveu a todos os órgãos ambientais o poder de aplicar sanções administrativas, mantida a prevalência do órgão detentor da autoridade para licenciar no caso de duplicidade de atuação.

Mantendo o espírito de cooperação entre os entes da Federação na busca da garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações, a Lei Complementar n. 140/11 definiu a atuação supletiva e a atuação complementar, especificando a substituição ou a participação dos órgãos ambientais no exercício das competências estabelecidas na norma (art. 2º) e a possibilidade de delegação de competência (art. 5º).

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Medium 9788521627104

CAPÍTULO 4 - BALANÇOS DE MASSA SEM REAÇÃO QUÍMICA

David M. Himmelblau, James B. Riggs Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Balanços de Massa sem Reação

Química

Ao estudar este capítulo, você deve ser capaz de

1. Analisar o enunciado do problema e organizar mentalmente a estratégia de resolução

2. Aplicar a estratégia de dez etapas para resolver problemas que não envolvam reações químicas

No Capítulo 3, foram abordados problemas de balanços de massa que não envolveram reações químicas. Você se sente agora capacitado para aplicar esses conceitos? Você pode aprimorar suas habilidades empregando-as às aplicações apresentadas neste capítulo e, então, comparando suas resoluções com as apresentadas no texto. Se conseguir resolver sem dificuldade cada um dos problemas, parabéns! Caso contrário, analise as passagens que encontrou dificuldades. Se você simplesmente ler o problema e sua resolução, não exercitará sua atividade de aprendizado necessária ao aprimoramento de suas habilidades. Caso queira intensificar seu aprendizado, você encontrará mais problemas resolvidos no site da LTC Editora para este livro.

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Medium 9788582710555

Capítulo 11 - Neuropsicologia do comportamento motor

Daniel Fuentes; Leandro F. Malloy-Diniz; Candida Helena Pires de Camargo, Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsicologia do comportamento motor

GUILHERME MENEZES LAGE

MAICON RODRIGUES ALBUQUERQUE

BLAISE CHRISTE

Em poucos meses, o Brasil vai sediar a XX

Copa do Mundo de Futebol e tentará conquistar seu sexto título mundial. Esse evento representa, junto com os Jogos Olímpicos, a maior consagração midiática do comportamento motor.

Pensando um pouco, percebe-se que existem muitas outras consagrações ligadas ao comportamento motor. Qual de nós não estremeceu ouvindo Tom Jobim tocar, não ficou maravilhado ao ver uma porta-bandeira e um mestre-sala sambando, não chorou quando assistiu uma criança dar seus primeiros passos?

O comportamento motor é tão importante porque se trata do principal vetor de nossas ações, sejam desportivas, artísticas, de comunicação, de deslocamento ou simplemente de manipulação. Essa onipresença e pluridade fazem o comportamento motor ser estudado em diferentes áreas – psicologia, fisiologia ou cinesiologia –, a partir de distintas perspectivas – controle motor, desenvolvimento ou aprendizagem – e com orientações diversas – à tarefa ou aos processos internos (Lage, Benda, Ugrinowitsch,

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Medium 9788553609796

11.7 Concurso de Preferências

CARNEIRO, Claudio Editora Saraiva PDF Criptografado

11.6.2 Cessão de Créditos

Outra questão interessante é a discussão quanto à possibilidade de cessão e sub-rogação de créditos. Entendemos que se o crédito já foi inscrito em dívida ativa, já constitui crédito líquido, certo e exigível. Nesse sentido, não encontramos óbices legais para que haja a cessão. O mesmo destino deve ser dado às garantias atribuídas ao crédito, pois se o art. 183 diz que a natureza do crédito está ligada ao fato gerador e não à natureza da garantia, o fato de haver cessão do crédito não altera as garantias a ele pertinentes.

11.7 Concurso de Preferências

Em relação ao crédito comum, cabe ao credor buscar a satisfação de seu direito através de uma ação de cobrança. Já a cobrança judicial do crédito tributário não se sujeita ao concurso de credores ou à habilitação em falência, inventário ou arrolamento, e agora, em face da LC n. 118/2005, também à recuperação judicial19, conforme dispõe o art. 187 do CTN. Frise-se que essa afirmativa, embora verdadeira, é de uma imensa ineficácia já que, independentemente de se considerar a existência ou não de concursos de credores, a

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Medium 9788530978945

CAPÍTULO 3 – Ação Penal

CURY, Rogério; CURY, Daniela Grupo Gen PDF Criptografado

3

Ação Penal

Tempo médio de estudo: 1 h

Ação penal pública

(

)

Ação penal privada

(

)

Causas extintivas da punibilidade

(

)

Art. 5o, XXXV, da CF.

Arts. 24 a 62 do CPP.

Arts. 100 a 107 do CP.

Processo_Penal_RogerioCury_616018.indb 31

24/01/2018 14:47:30

32

|

PROCESSO PENAL – Rogério Cury e Daniela Cury

https://youtu.be/Yz-S1r64AW8

3.1.

INTRODUÇÃO

A matéria em pauta vem prevista nos arts. 5o, inciso XXXV, da CF; 24 a 62 do CPP e 100 a 106 do CP.

Ação penal é espécie do gênero ação e estamos diante da segunda fase de persecução penal.

Segundo Fernando da Costa Tourinho Filho, o conceito de ação penal é “o direito de invocar a prestação jurisdicional”.1

Já para Guilherme de Souza Nucci, “é o direito do Estado-acusação ou do ofendido de ingressar em juízo, solicitando a prestação jurisdicional, representada pela aplicação das normas de direito penal ao caso concreto”.2

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Medium 9788582713617

Capítulo 5. Iniciando a terapia cognitivo-comportamental

Aristides Cordioli, Analise De Souza Vivan, Daniela Tusi Braga Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Iniciando a terapia cognitivo-comportamental

A

terapia cognitivo-comportamental (TCC) do TOC começa pelo reconhecimento dos sintomas da doença, bem como dos locais e horários ao longo do dia em que eles ocorrem com maior fre­ quência. Uma das primeiras tarefas que o terapeuta irá lhe propor é a elaboração de uma lista, a mais completa e detalhada possível, de obsessões, compulsões ou rituais e evitações. Pedirá, ainda, que você avalie a gravidade de cada um deles: quais são os mais graves ou muito graves, que mais lhe incomodam, os de intensidade moderada e aqueles que são leves. Essa lista, juntamente com a identificação dos horários e locais mais críticos (mapa do TOC), irá possibilitar a programação dos exercícios de exposição e prevenção de resposta ou de rituais (EPR), cruciais para se vencer o transtorno. Na terapia, sempre é mais fácil começar os exercícios pelos que são voltados aos sintomas mais leves e depois enfrentar aqueles que são voltados para os mais graves – essa é a razão para que você pontue a gravidade em cada sintoma da lista. Iniciaremos este capítulo relembrando algumas características dos sintomas do TOC, para que você aprenda a identificá-los e distingui-los de sintomas de outras doenças mentais, o que nem sempre é fácil, e depois possa fazer sua lista a fim de programar os exercícios de EPR.

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Medium 9788582605110

A Dinastia Song do Sul

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Pequim

Dinastia jin

Kaifeng

Tibete

Nanjing

Dinastia Song

Chengdu

Suzhou

Hangzhou

Reino de Dali

Kunming

Guangzhou

Pagans

Mar da China Oriental

Khmers

12.26  A Dinastia Song na China

A DINASTIA SONG DO SUL

As dinastias mongóis jin e jurchen, ao norte, interromperam o comércio ao longo da Rota da

Seda, obrigando os song a mudar sua capital para Hangzhou, ao sul da atual Xangai. Nanjing, a antiga capital, havia sido arrasada pelos ataques dos jin. Essa mudança levou os song a abandonar um lucrativo território agrícola por uma área de montanhas, lagos e rios, imprópria para a agricultura extensiva, e eles tornaram-se dependentes do arroz importado do sudeste

Asiático. Eles criaram, então, uma vibrante rede comercial marítima que se estendia até a Índia.

Navios foram construídos, portos foram melhorados e armazéns foram edificados. À medida que as riquezas chegavam, poderosas famílias de comerciantes começaram a investir em grandes propriedades, que se destacavam por seus sofisticados jardins privativos. Um jardim em Dezhou, por exemplo, tornou-se famoso pelas suas quatro paisagens distintas. Outro tinha um lago artificial, com uma ilha que emergia dos pântanos, cercada por montanhas artificiais e pilhas de rochas, sobre a qual foi construído um palácio.

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Medium 9788547229924

12.1 Particularidades dos recursos eleitorais

VASCONCELO, Clever Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo

12

Recursos eleitorais

Os recursos eleitorais são tratados na Constituição Federal (art. 121, §§ 3º e 4º) e no Código Eleitoral, em seus arts. 257 a 282.

A propósito, conforme mencionado no Capítulo anterior, o Tribunal Su‑ perior Eleitoral expediu a Resolução n. 23.478, de 10 de maio de 2016, estabelecen‑ do diretrizes gerais acerca da aplicação do novo Código de Processo Civil no âm‑ bito da Justiça Eleitoral.

Quanto aos recursos, de modo geral, ela contém regramento sobre os pra‑ zos e julgamento no âmbito do Tribunais Eleitorais (arts. 16 a 18).

Nessa toada, ressalvou que “as decisões interlocutórias ou sem caráter defi‑ nitivo proferidas nos feitos eleitorais são irrecorríveis de imediato por não estarem sujeitas à preclusão, ficando os eventuais inconformismos para posterior manifes‑ tação em recurso contra a decisão definitiva de mérito”; e, ainda, que “a sistemática dos recursos repetitivos prevista nos arts. 1.036 a 1.042 do novo Código de Processo

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Medium 9788527731300

PARTE 12: 129 - Dissecção Axilar, Mama

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

129

Dissecção Axilar, Mama

INDICAÇÕES A dissecção dos linfonodos axilares está indicada para o manejo de linfonodos clinicamente positivos secundários a câncer de mama ou melanoma. Constitui também o padrão atual de cuidados após um linfonodo sentinela axilar positivo para melanoma e casos selecionados de câncer de mama. A dissecção dos linfonodos axilares também é consi‑ derada para o câncer de mama, quando não for possível identificar o linfo‑ nodo sentinela.

PREPARO PRÉ‑OPERATÓRIO A pele da axila deve ser examinada à procura de sinais de infecção. Efetua‑se a tricotomia, de preferência com máquina de cortar elétrica. A maioria dos cirurgiões administra uma dose pré‑anestésica de antibióticos parenterais.

ANESTESIA  Administra‑se anestesia geral por meio de tubo endotraqueal.

Se forem usados agentes despolarizantes musculares para indução, eles devem ser de ação curta para possibilitar a recuperação dos nervos motores para avaliação durante o procedimento.

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Medium 9788580552690

Caso 42

Eugene C. Toy; Donald Briscoe; Bruce Britton Grupo A PDF Criptografado

CASO 42

Uma mulher de 35 anos chega ao seu consultório queixando-se de “batimentos irregulares” ou “coração disparando” nas últimas semanas. Não deu muita atenção aos sintomas, porque tem tido estresse relacionado ao trabalho e pensava que desapareceriam. Em vez disso, os episódios ocasionais de disparos cardíacos aumentaram de frequência para duas vezes ao dia, durando até 2 minutos. Seu pai, que é cardiopata, insistiu que fosse ao médico. Não teve dor torácica, falta de ar ou tontura. Toma cerca de duas xícaras grandes de café por dia. Recentemente, tentou umas pílulas de dieta para perder peso, mas parou esse medicamento quando seus sintomas tornaram-se mais frequentes.

Ao exame, tem configuração média. Sua pressão arterial é 130/85 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm e temperatura de 37°C. O exame de cabeça, olhos, orelhas, nariz e garganta (COONG) é normal. Não se nota palidez conjuntival.

Ao exame, o pescoço é flexível, e não há turgência da jugular. A glândula tireoide tem tamanho normal, sem nódulos e não apresenta sensibilidade. Não há sopros tireóideos associados. O exame pulmonar é normal. O exame cardíaco revela frequência e ritmo regulares com B1 e B2 normais. Não se ouve estalido mesossistólico. O exame abdominal e de extremidades é normal. O exame neurológico não revela tremor em repouso. Os reflexos são normais.

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